Olá, quem estiver lendo isso precisa saber que na minha vida houve uma decisão que, mesmo tentando mudar as coisas por anos, não consegui. E por isso sinto que devo contar as coisas, não como um fetiche erótico que me excita na hora de reviver as lembranças, mas como uma forma de entender os porquês dessas coisas. Há um tempo atrás, eu teria conseguido me acalmar contando as coisas que aconteceram e o que eu fazia. Alguém me escutava, e dá pra dizer que a gente tinha quase os mesmos gostos, com a diferença de que pra ele os fetiches eram fantasias. Eu tive o azar de viver isso.
Você deve estar se perguntando: por que azar? Bem, depois de viver e desenvolver uma vida de fetiches, gostos sexuais reprimidos que são expelidos com força, do meu ser, eu cheguei a usar mulheres sem o consentimento delas (pra não falar de outro jeito) ou ser o brinquedo sexual de mulheres mais velhas quando eu era jovem. Isso vira um mar profundo de dúvidas e depressão. Então, mesmo que alguém possa doxxar meu perfil ou até descobrir quem sou, vou contar o que vivi e tomara que eu encontre um pouco de paz ou consiga pausar isso.
Para o leitor, eu adoraria ter as fotos e imagens que tinha antes. Entre a culpa, o nojo e a vergonha que sentia por ter esse material, decidi apagar ou deletar tudo de um jeito que virou rotina e um ciclo fazer isso. Já que a única coisa que tenho como memória são minhas imagens, os cheiros que lembro, as texturas que senti e as emoções que vivi, então você só vai encontrar leitura. Tomara que um dia eu encontre essas imagens, os pendrives ou pastas nos celulares que eu tinha com muito esforço, mas que por nojo e vergonha decidi apagar.
Atualmente, não passei dos 30 anos, então tudo começou na infância, meus gostos sexuais ou fui instrumento de humilhações dos mais velhos. Se eu pudesse lembrar quando tudo começou, diria que foi aos 6 anos. Sou da região da América Latina, dentro do... conosur (não vou dar mais detalhes), minha mãe era uma mulher solteira e tinha acabado de se separar do meu pai. O meu pai, um merda, era um cara fraco que mal conseguia manter a cabeça erguida sem lembrar que quando me teve ainda era um adolescente de 17 anos, e tava com uma mulher de 25. Agora que penso nisso, não acho tão estranho que eu tenha gostos excêntricos. Minha mãe, que tinha terminado recentemente com meu pai, teve que lidar com o problema de com quem eu ia ficar pra ela poder trabalhar sossegada. Então, como toda boa mãe, apelou pras amigas dela. Nancy era uma mulher alta, acho que devia ter uns 1,70 e uns quebrados, pele morena, olhos castanhos, cabelo castanho escuro, peituda, um corpo meio esbelto. Não lembro da bunda dela, mas lembro de vê-la nos dias que eu ficava na casa dela só de calcinha. Ela tinha um filho com quem eu brincava, então não era tão ruim, pelo menos pro entendimento de um garoto que gostava de brincar com outras crianças. Como escrevi antes, Nancy, amiga da minha mãe, já tinha o costume de me ver na casa dela, já que não era problema pra ela agir do jeito que queria ser vista. Ver ela andar só com uma camiseta branca que deixava tudo transparente e de calcinha, às vezes daquelas fio dental que não deixavam muita imaginação, era algo normal e cotidiano, quase todo dia. Lembro das atividades que a gente fazia. Minha mãe pedia um monte de coisas pra ela, eram amigas próximas, então Nancy não se importava. Ela me lavava completamente no banho, pelado, junto com meu amigo. Teve até dias que Nancy tomava banho com a gente, nua. Acho que lembro até de ter achado graça nos pelos que ela tinha na buceta, porque eram escuros e crespos. Tenho memória do cu dela, porque ela sempre tinha o costume de virar de costas pra gente. Pra mim, com meus gostos tão refinados, era uma bunda grande pra minha idade, com um cu bem fechadinho e apertado, com aquelas marquinhas na entrada do cu que eram mais claras na hora que apertava, já que ela não depilava. Muito, lembro que de vista por trás a buceta dela era escura, mas sempre ficava uma abertura deliciosa pra penetrar ou lamber. Lembro que as coisas desses acontecimentos foram escalando conforme o tempo que eu ficava, mas tem um detalhe que parece que reprimi de mim, não reparei em lembrar que a Nancy sempre mentia sobre as coisas que a gente fazia ou pelo menos falava a verdade pela metade... "Não, ele foi pro chuveiro sozinho, não quis ajuda. Não, ele dormiu com meu filho, dormiu tranquilo" e coisas assim, então minha mãe nunca desconfiou de nada e também não teve receio de perguntar, afinal, como vai desconfiar da amiga em quem confiavam há muitos anos, até antes de eu existir. Acho que o pior que você pode fazer com alguém é confiar demais, você nunca conhece as pessoas, principalmente quando dá certa autoridade pra elas sobre outros que estão sob seus cuidados. Lembro uma vez que ela começou a mania de mijar com a porta do banheiro aberta e sei que aproveitou porque o filho dela não estava (Nancy também era uma mulher separada, só que o cara com quem ela estava podia cuidar do filho dela e levá-lo nos fins de semana). Ela queria me ensinar a mijar em pé, então abaixou minha calça e me dizia como fazer enquanto segurava meu pau. Olhando pra ela, perguntei se era pra segurar assim, e ela pegando ele me mandava mijar e colocava a outra mão perto do meu pinto, molhando ela no ato. Acho que qualquer criança devia sentir medo ou desconforto, mas não senti, nem excitação, só uma coisa perturbada, mas continuei olhando. Por outro lado, ela tava vermelha e excitada. No final, ela disse que tava errado o que eu tava fazendo e que isso só criança malvada faz, e que como castigo ela ia me ensinar a mijar. Ela me tirou do lado, subiu em cima do vaso e, de cócoras, olhando pro banheiro, mijou. Foi uma imagem incrível, e acho que foi minha primeira excitação, nunca vou esquecer como a bunda dela tava naquele momento. Bem lá em cima, já que ela era maior, a imagem era mais alta. Ela mijava e não parava de fazer aquilo, eu tinha uma visão privilegiada de tudo, via o líquido escorrendo no clitóris dela e chegando perto do precipício do cu dela, até que ela disse que, como castigo, eu desse beijos no cu dela. Obedeci, e enquanto fazia isso, ela mandava eu ir mais pra baixo e mais pra baixo, até chegar no ânus dela. Não estava lavado e tinha um gosto estranho, mas eu estava "castigado" e, naquela época, o que um moleque de 6 anos podia fazer nesses casos? Depois, as coisas subiram mais de tom. Ela pedia pra eu tocar o clitóris dela, falava isso uma vez e outra até que parou. Ficou puta comigo, mandou eu tomar banho e disse que voltava daqui a pouco. Voltou pra cena e, supondo o que ela tava fazendo, imagino que foi se masturbar ou só se acalmar. A questão é que, quando voltou, tomou banho comigo e se tranquilizou, me abraçando e dizendo o quanto me amava. O problema foi que ela percebeu que eu tava de pau duro. Não imagino como devia ser o tamanho ou tudo, mas sei que ela gostava de me tocar e me elogiou: "Agora você é um homem feito", falou enquanto me abraçava e continuava me tocando. Nunca me senti estranho depois daquele dia. Na real, lembro que minha mãe nunca me viu como um cara esquisito, nunca tivemos uma conversa sobre meu dia a dia ou ela simplesmente nunca reparou que eu ficava com cara de tristeza do nada. Com isso não quero dizer que crianças não ligam ou que não ficam com sequelas. Já vi casos onde o estrago é gigantesco e visível, mas eu não fiz parte dessa porcentagem. Então, foi só existência e vivências na minha memória... O que posso dizer, sem dúvida nenhuma, é que pra quem acha que depois de fazer mal a uma criança tá seguro porque ela não vai lembrar, tá muito enganado. As últimas lembranças das minhas experiências com minha cuidadora foram de um calor extremo e eventos noturnos. Minha mãe, sem mais nem menos, saía de noite e tentava salvar o relacionamento com meu pai, coisa que não aconteceu. Então, em 200... No decorrer dessas noites, eu ficava aos cuidados da minha babá. Eu já tinha quase 8 anos e, para minha vida sexual, podia dizer que era precoce. Nancy tinha me ensinado que as coisas que fazíamos só podiam acontecer quando estávamos sozinhos. Assim, me acostumei a me masturbar, dar beijos no clitóris dela, ou até colocar meu pau na buceta ou no cu dela quando surgia a oportunidade. Era assim, principalmente nos fins de semana em que eu ficava com ela e o filho dela não estava. Ela nunca conseguiu me fazer gozar, mas adorava quando eu mijava na cara dela ou no rabo dela. Teve dias em que, deitados na cama dela, ela chupava meu pau esperando que eu gozasse, mas não acontecia nada. Parece que não é tão normal, não sei se alguém entende disso, mas a verdade é que nunca consegui. Então, minha babá se contentou com tudo que a gente fazia e, claro, com o fetiche sexual dela: ver ela mijar. Ela fazia isso enquanto se masturbava e me pedia coisas sexuais que variavam de tom... Uns 1 mês depois, mais ou menos, meus pais não conseguiram mais manter o relacionamento e se separaram de vez. Minha mãe decidiu que a gente ia morar na casa de um parente numa área costeira, e que logo nos despediríamos de todo mundo. Óbvio que me separar do meu pai foi doloroso, mas lembro que doeu muito mais me separar da minha babá Nancy — aquela mulher que me ensinou a me masturbar, a chupar buceta, que ter o pau duro é normal e que, sem dúvida, faria qualquer mulher feliz. Obrigado por ler. Vou ficar animado se quiser deixar um comentário, contar alguma experiência parecida ou tirar alguma dúvida. Sem títulos óbvios, porque só vão ficar com números e letras. Não sei se falar dessas coisas é proibido nesta página, mas pelo menos pra mim serve pra aliviar a tensão. Devo acrescentar que atualmente me masturbo com frequência. Fiquei duas semanas sem fazer — é um recorde pra mim. Vou postar mais histórias quando sentir vontade. inspiração pra fazer coisa que não devo, e por meu azar, sempre encontro a oportunidade.
Você deve estar se perguntando: por que azar? Bem, depois de viver e desenvolver uma vida de fetiches, gostos sexuais reprimidos que são expelidos com força, do meu ser, eu cheguei a usar mulheres sem o consentimento delas (pra não falar de outro jeito) ou ser o brinquedo sexual de mulheres mais velhas quando eu era jovem. Isso vira um mar profundo de dúvidas e depressão. Então, mesmo que alguém possa doxxar meu perfil ou até descobrir quem sou, vou contar o que vivi e tomara que eu encontre um pouco de paz ou consiga pausar isso.
Para o leitor, eu adoraria ter as fotos e imagens que tinha antes. Entre a culpa, o nojo e a vergonha que sentia por ter esse material, decidi apagar ou deletar tudo de um jeito que virou rotina e um ciclo fazer isso. Já que a única coisa que tenho como memória são minhas imagens, os cheiros que lembro, as texturas que senti e as emoções que vivi, então você só vai encontrar leitura. Tomara que um dia eu encontre essas imagens, os pendrives ou pastas nos celulares que eu tinha com muito esforço, mas que por nojo e vergonha decidi apagar.
Atualmente, não passei dos 30 anos, então tudo começou na infância, meus gostos sexuais ou fui instrumento de humilhações dos mais velhos. Se eu pudesse lembrar quando tudo começou, diria que foi aos 6 anos. Sou da região da América Latina, dentro do... conosur (não vou dar mais detalhes), minha mãe era uma mulher solteira e tinha acabado de se separar do meu pai. O meu pai, um merda, era um cara fraco que mal conseguia manter a cabeça erguida sem lembrar que quando me teve ainda era um adolescente de 17 anos, e tava com uma mulher de 25. Agora que penso nisso, não acho tão estranho que eu tenha gostos excêntricos. Minha mãe, que tinha terminado recentemente com meu pai, teve que lidar com o problema de com quem eu ia ficar pra ela poder trabalhar sossegada. Então, como toda boa mãe, apelou pras amigas dela. Nancy era uma mulher alta, acho que devia ter uns 1,70 e uns quebrados, pele morena, olhos castanhos, cabelo castanho escuro, peituda, um corpo meio esbelto. Não lembro da bunda dela, mas lembro de vê-la nos dias que eu ficava na casa dela só de calcinha. Ela tinha um filho com quem eu brincava, então não era tão ruim, pelo menos pro entendimento de um garoto que gostava de brincar com outras crianças. Como escrevi antes, Nancy, amiga da minha mãe, já tinha o costume de me ver na casa dela, já que não era problema pra ela agir do jeito que queria ser vista. Ver ela andar só com uma camiseta branca que deixava tudo transparente e de calcinha, às vezes daquelas fio dental que não deixavam muita imaginação, era algo normal e cotidiano, quase todo dia. Lembro das atividades que a gente fazia. Minha mãe pedia um monte de coisas pra ela, eram amigas próximas, então Nancy não se importava. Ela me lavava completamente no banho, pelado, junto com meu amigo. Teve até dias que Nancy tomava banho com a gente, nua. Acho que lembro até de ter achado graça nos pelos que ela tinha na buceta, porque eram escuros e crespos. Tenho memória do cu dela, porque ela sempre tinha o costume de virar de costas pra gente. Pra mim, com meus gostos tão refinados, era uma bunda grande pra minha idade, com um cu bem fechadinho e apertado, com aquelas marquinhas na entrada do cu que eram mais claras na hora que apertava, já que ela não depilava. Muito, lembro que de vista por trás a buceta dela era escura, mas sempre ficava uma abertura deliciosa pra penetrar ou lamber. Lembro que as coisas desses acontecimentos foram escalando conforme o tempo que eu ficava, mas tem um detalhe que parece que reprimi de mim, não reparei em lembrar que a Nancy sempre mentia sobre as coisas que a gente fazia ou pelo menos falava a verdade pela metade... "Não, ele foi pro chuveiro sozinho, não quis ajuda. Não, ele dormiu com meu filho, dormiu tranquilo" e coisas assim, então minha mãe nunca desconfiou de nada e também não teve receio de perguntar, afinal, como vai desconfiar da amiga em quem confiavam há muitos anos, até antes de eu existir. Acho que o pior que você pode fazer com alguém é confiar demais, você nunca conhece as pessoas, principalmente quando dá certa autoridade pra elas sobre outros que estão sob seus cuidados. Lembro uma vez que ela começou a mania de mijar com a porta do banheiro aberta e sei que aproveitou porque o filho dela não estava (Nancy também era uma mulher separada, só que o cara com quem ela estava podia cuidar do filho dela e levá-lo nos fins de semana). Ela queria me ensinar a mijar em pé, então abaixou minha calça e me dizia como fazer enquanto segurava meu pau. Olhando pra ela, perguntei se era pra segurar assim, e ela pegando ele me mandava mijar e colocava a outra mão perto do meu pinto, molhando ela no ato. Acho que qualquer criança devia sentir medo ou desconforto, mas não senti, nem excitação, só uma coisa perturbada, mas continuei olhando. Por outro lado, ela tava vermelha e excitada. No final, ela disse que tava errado o que eu tava fazendo e que isso só criança malvada faz, e que como castigo ela ia me ensinar a mijar. Ela me tirou do lado, subiu em cima do vaso e, de cócoras, olhando pro banheiro, mijou. Foi uma imagem incrível, e acho que foi minha primeira excitação, nunca vou esquecer como a bunda dela tava naquele momento. Bem lá em cima, já que ela era maior, a imagem era mais alta. Ela mijava e não parava de fazer aquilo, eu tinha uma visão privilegiada de tudo, via o líquido escorrendo no clitóris dela e chegando perto do precipício do cu dela, até que ela disse que, como castigo, eu desse beijos no cu dela. Obedeci, e enquanto fazia isso, ela mandava eu ir mais pra baixo e mais pra baixo, até chegar no ânus dela. Não estava lavado e tinha um gosto estranho, mas eu estava "castigado" e, naquela época, o que um moleque de 6 anos podia fazer nesses casos? Depois, as coisas subiram mais de tom. Ela pedia pra eu tocar o clitóris dela, falava isso uma vez e outra até que parou. Ficou puta comigo, mandou eu tomar banho e disse que voltava daqui a pouco. Voltou pra cena e, supondo o que ela tava fazendo, imagino que foi se masturbar ou só se acalmar. A questão é que, quando voltou, tomou banho comigo e se tranquilizou, me abraçando e dizendo o quanto me amava. O problema foi que ela percebeu que eu tava de pau duro. Não imagino como devia ser o tamanho ou tudo, mas sei que ela gostava de me tocar e me elogiou: "Agora você é um homem feito", falou enquanto me abraçava e continuava me tocando. Nunca me senti estranho depois daquele dia. Na real, lembro que minha mãe nunca me viu como um cara esquisito, nunca tivemos uma conversa sobre meu dia a dia ou ela simplesmente nunca reparou que eu ficava com cara de tristeza do nada. Com isso não quero dizer que crianças não ligam ou que não ficam com sequelas. Já vi casos onde o estrago é gigantesco e visível, mas eu não fiz parte dessa porcentagem. Então, foi só existência e vivências na minha memória... O que posso dizer, sem dúvida nenhuma, é que pra quem acha que depois de fazer mal a uma criança tá seguro porque ela não vai lembrar, tá muito enganado. As últimas lembranças das minhas experiências com minha cuidadora foram de um calor extremo e eventos noturnos. Minha mãe, sem mais nem menos, saía de noite e tentava salvar o relacionamento com meu pai, coisa que não aconteceu. Então, em 200... No decorrer dessas noites, eu ficava aos cuidados da minha babá. Eu já tinha quase 8 anos e, para minha vida sexual, podia dizer que era precoce. Nancy tinha me ensinado que as coisas que fazíamos só podiam acontecer quando estávamos sozinhos. Assim, me acostumei a me masturbar, dar beijos no clitóris dela, ou até colocar meu pau na buceta ou no cu dela quando surgia a oportunidade. Era assim, principalmente nos fins de semana em que eu ficava com ela e o filho dela não estava. Ela nunca conseguiu me fazer gozar, mas adorava quando eu mijava na cara dela ou no rabo dela. Teve dias em que, deitados na cama dela, ela chupava meu pau esperando que eu gozasse, mas não acontecia nada. Parece que não é tão normal, não sei se alguém entende disso, mas a verdade é que nunca consegui. Então, minha babá se contentou com tudo que a gente fazia e, claro, com o fetiche sexual dela: ver ela mijar. Ela fazia isso enquanto se masturbava e me pedia coisas sexuais que variavam de tom... Uns 1 mês depois, mais ou menos, meus pais não conseguiram mais manter o relacionamento e se separaram de vez. Minha mãe decidiu que a gente ia morar na casa de um parente numa área costeira, e que logo nos despediríamos de todo mundo. Óbvio que me separar do meu pai foi doloroso, mas lembro que doeu muito mais me separar da minha babá Nancy — aquela mulher que me ensinou a me masturbar, a chupar buceta, que ter o pau duro é normal e que, sem dúvida, faria qualquer mulher feliz. Obrigado por ler. Vou ficar animado se quiser deixar um comentário, contar alguma experiência parecida ou tirar alguma dúvida. Sem títulos óbvios, porque só vão ficar com números e letras. Não sei se falar dessas coisas é proibido nesta página, mas pelo menos pra mim serve pra aliviar a tensão. Devo acrescentar que atualmente me masturbo com frequência. Fiquei duas semanas sem fazer — é um recorde pra mim. Vou postar mais histórias quando sentir vontade. inspiração pra fazer coisa que não devo, e por meu azar, sempre encontro a oportunidade.
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