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Compêndio IIIA PARTIDA IV
Acordei por volta das nove. E me odiei: minha ereção matinal estava dura como um pau.A Violeta ainda tava dormindo e, mesmo com o corpo dela tão gostoso como sempre, eu seria um filho da puta se aproveitasse dela.
Por sorte, enquanto eu me mandava do quarto, trombei com minha esposa, a Marisol. Parece que ela tava com dificuldade pra dormir. Talvez fosse ansiedade pra viajar. Quem sabe. Mas ela tava ali.
Quando a gente se viu, ficamos paralisados.
—Oi! — Nos cumprimentamos, os tons tensos como se tivéssemos quebrado um prato. — Uhm… Como foi ontem à noite? — ela me perguntou, tensa.
E sim, a Marisol teria adorado me ver transando com a irmã dela. Mas o problema é que amo minha esposa e, quando ela está por perto, me acende feito touro no cio, e não curto quando ela fica de fora.
— Bom… foi legal. — Respondi tão tenso quanto ela. — Mas ela quase não aguentou duas vezes… e quando eu arrebentei a rabeta dela, já tava exausta.
— Entendi! — Ela comentou, surpresa.
Começou a brincar com os dedos. Marisol sacou o que eu quis dizer. Quando você transa com um cara que desenvolve obsessões compulsivas por mais de uma década, isso realmente te muda e é difícil sair da rotina.
— E agora… tô assim. — Apontei pra minha ereção matinal.
Minha passaroca ficou com água na boca, literalmente.
— E você… não acordou ela… pra se aliviar disso? — perguntou minha passaroca, toda encantada com minha virilidade.
— Ela ainda tá dormindo… e você sabe que sou completamente inútil quando fico assim. — respondi.
Pulamos no chuveiro. E a buceta dela foi bem refrescante.
Enquanto eu metia na minha amada, imobilizando ela contra a parede, beijando ela com loucura, só reafirmava o que já sei há anos: Marisol é a única mulher pra mim.Os gemidos dela eram como música pros meus ouvidos. Era como se nada mais importasse no mundo. O barulho da água batendo e a voz dela era tudo que eu precisava.
Além disso, os peitos dela estavam diferentes. Graças ao leite materno do nosso pequeno Jacinto, os peitos dela estavam mais pesados e o gosto do leite dela me enlouquecia.
Não consigo entender o que deu em mim: eu comi a Violeta sem parar. Mas meu tempo com a Marisol foi completamente revigorante. Como se minha esposa tivesse recuperado algo dentro de mim.
Os olhinhos verde-esmeralda dela não me perdiam de vista enquanto eu ia enfiando dentro dela, as unhas dela cravando nos meus ombros com força. Ela estava tensa, tão apertada, como se fosse ela que não transava há semanas.
E eu não aguentei mais: o corpo da Marisol me enlouquece, os peitos dela vibravam descontrolados e, diferente da Violeta, na Marisol eu podia meter com tudo sem nem hesitar.
Eu meti até o fundo, enchendo minha mulher com meu creme quente e molhado. Me senti como um trem descarrilhando: montes e montes de porra preenchendo a buceta da minha esposa e ela, gemendo igual ambulância.
Até minhas pernas bambearam, com meu pau tremendo dentro da mulher que eu verdadeiramente amo. Por sua vez, meu rouxinol parecia ter sobrevivido a uma bomba, o que não estava longe da realidade: a respiração dela estava ofegante, o corpo dela exausto. Ela apoiou a cabeça no meu peito, como se tentasse encontrar paz enquanto ouvia meu coração acelerado.
Nós nos vestimos e fomos pra casa dos meus pais pro nosso último almoço juntos. Minha mãe percebeu o cansaço da Marisol e o meu, então expliquei que aproveitamos ao máximo a última noite sem as meninas, comentário que fez meu pai e meu irmão rirem.
Mas à tarde, voltei pra Casa da Verônica. A Marisol ficou pra ajudar as meninas a guardar as coisas. Mas pra mim, isso significava dar uma última trepada com a Verônica.
Marisol e eu deixamos as malas prontas na noite anterior ao meu encontro com a Violeta, então não tinha desculpa pra não dividir a cama mais uma vez com a minha sogra.
Só perdemos tempo. Verônica me recebeu com um beijo na boca, nossas roupas espalhadas até chegarmos no quarto dela, onde, há poucas horas, fiz Violeta se tornar toda uma mulher.Falando nela, Violeta ficou triste de nos ver partir, então foi visitar a meia-irmã Pamela, o que significava que Verônica e eu tínhamos a casa só pra gente.
Assim que entramos no quarto, ela começou a me despir, os olhos brilhando com a mesma fome que incendiava nossos encontros anteriores. As mãos de Verônica me traziam lembranças, mas ainda assim meu corpo se arrepiou quando os dedos dela percorreram meu abdômen, descendo até minha ereção crescendo.
Apesar de ser doze anos mais velha que eu, Verônica ainda mantém aquele corpo que me esquentava quando eu saía com a Marisol. Os peitos dela podem estar um pouco mais caídos e moles que os das filhas, mas continuam mais carnudos que os da Marisol, além de mais sensíveis, a ponto de não ser difícil pra ela gozar só de beliscar os bicos.A pele dela, mesmo um pouco mais desgastada pelo tempo, era macia como veludo sob meus dedos. Definitivamente, ela não tem vergonha da idade. Tem a confiança de uma mulher que sabe o que quer e não tem medo de pegar.
A gente não tinha muito tempo. Duas horas, esticando pra três no máximo, não dá. Como eu disse, a família da Marisol é cheia de putas.
E a Verônica… talvez seja a maior de todas.
Os olhos dela brilhavam de tesão enquanto ia beijando meu peito e começava a lamber os mamilos, com a língua rodeando minhas tetinhas. Meu pau ficava mais duro e rijo a cada movimento da língua dela.
Ela não aguentou muito e começou a chupar. É outro nível. A Marisol cuida da minha ereção matinal todo dia com a boca, mas a Verônica ainda podia dar umas boas lições na filha.
A boca dela era um tesão e as habilidades dela, sem igual. Era tipo a fusão entre o amor e a fome. E enquanto ela me engolia fundo, não pude deixar de lembrar da primeira vez que a gente fez isso.Naquela época, eu era inocente. Nunca tinha traído a Marisol e nem me ligava que eu era grande ou grosso.
Mas a Verônica tava desesperada: a pica do Sergio era metade da minha e ele gozava em menos de três minutos.
Eu era novo, me mantinha em forma e vivia com o tesão a mil. Quando ela viu minha ereção matinal pela primeira vez, os instintos de puta dela despertaram e começou nossa safadeza.Ela me ensinou tudo, desde fazer uns boquetes incríveis até como meter nela gostoso. Na real, a primeira vez que a gente transou, foi no pelo, sendo que com a Marisol a gente sempre usava camisinha.
Por isso que eu acho que a Verônica até me tirou a virgindade.
E mesmo agora que ela é dona de uma padaria e come os funcionários jovens e novinhos dela, parece que ninguém chega aos pés do que o Guillermo, o atual namorado da Verônica, e eu damos pra ela.
Ela estava tão desesperada quanto eu. Verónica precisava que alguém metesse nela e eu precisava ver aqueles peitos maravilhosos quicando, então parecia que o destino tinha nos unido.A mão dela desceu até a própria buceta e os dedos deslizaram entre os seus lábios molhados e ardentes enquanto ela se acariciava no ritmo das minhas estocadas. Os gemidos dela ficaram mais altos e exigentes, e eu sabia que ela estava perto de gozar.
Não tínhamos tempo pra frescura. Nos beijamos e chupamos a boca um do outro por um tempo, mas nosso objetivo principal era foder gostoso e rápido.
Ela estava com os olhos vidrados enquanto eu metia de quatro e os peitos dela balançavam como bexigas d'água a cada estocada. Ela estava molhada que nem uma cachoeira e apertada que nem uma novinha.
Podem acreditar que eu não tava com vontade? Mas o voo pra Sydney dura mais de doze horas, mais outras duas até Melbourne. Então sim: doze horas sem sexo pra mim é um período de seca.Por isso, quando a Verônica me implorou pra meter na buceta dela, não pude recusar. Sabia que ela curtia tanto quanto as filhas e tava doida pra conseguir o que há tempos não recebia.
De certa forma, era o acordo perfeito: eu queria esvaziar meus testículos o máximo que pudesse, e a Verônica tava ansiosa pra me esvaziar até não poder mais.
A buceta dela era apertada e quente. Igual a Violeta, ela buscava com gosto, mas diferente dela, não precisava de aquecimento prévio. Tava pronta, toda uma profissional.
Como a Marisol, não precisava de lubrificante. Lembrem-se, a gente tava apertado de tempo e tinha que se apressar, sexo anal incluso.
O corpo da Verônica continuava tão tenso como sempre, a buceta apertando igual um focinho. Ela empurrava contra mim, safada, querendo mais, e os gemidos dela ecoavam pela casa toda.
Nessa altura, as coisas já estavam caindo da mesinha de cabeceira dela. A cabeceira da cama batia ainda mais forte, como se um trem de carga estivesse passando pelo quarto da Verônica.O cu dela estava tão apertado que parecia que eu tava comendo uma virgem de primeira viagem. Nós dois sabíamos que seria uma despedida inesquecível. E ela tava dando tudo de si.
•Marco, isso! Isso! – Gritava louca, o corpo dela tremendo enquanto eu metia por trás.
Meu pau gozou igual mangueira. Litros e litros de porra encheram o cu desesperado da minha sogra. A gente tava coberto de suor, exaustos. Tinha passado uma hora e meia.
Nós caímos na cama, ofegantes de cansaço. A Verônica tinha um sorrisinho radiante que era uma mistura de satisfação e arrogância. Sabia que tinha levado uma boa metida com o melhor pau que já tinha tido na vida. E também sabia que não ia ter ele de novo.
Ou pelo menos, por um tempo.
Meu pau ainda tava duro, apertado dentro do cu dela. Por isso que sou o genro favorito dela. O pinto fino do Ramiro nem se compara com o meu.
Tirei ele e a Verônica pulou em cima na hora. Igual a Marisol, minha sogra adora ter um pau bom na boca.
•Vou sentir sua falta! – Falou chupando ele com tristeza. – Os caras da padaria não têm um tão grande e não me enchem tão gostoso também… além disso, ainda tenho que esperar uma semana inteira sem o Guilherme. Aposto que ele tá há dois meses se segurando.
As palavras dela soaram doces e um pouco amargas ao mesmo tempo. Mas quando olhou pra mim, sabia que a gente compartilhava algo especial que ia ficar com a gente pra sempre.
Mas me chamava atenção o jeito que ela falava do Guilherme, mostrando sentimentos profundos. Como eu digo, pode ser que ele não seja nem o mais bonito nem o mais másculo. Mas pelo menos trata bem a Verônica. Embora, claro, minha sogra tenha os amantes dela, mas parece gostar de verdade do Guilherme e talvez, seria mais fiel se ele não precisasse trabalhar tanto.
De qualquer forma, a gente Entramos juntos no chuveiro. O mesmo chuveiro onde eu comi a Marisol horas antes. Mas dessa vez, não transamos. Ou, pra ser mais exato, não comi ela.
O que quero dizer é que sim, eu apalpei ela, enfiei meus dedos, devorei a buceta dela enquanto a gente tomava banho juntos. Verônica estava grata. Ela precisava daquilo.Até enfiei uns dedos na bunda dela, a ponto de fazer as pernas dela tremerem.
Em troca, quando a gente se secou, ela chupou meu pau de novo. Devagar. Com carinho. Ela queria provar meu leite de novo. Não impedi.
A boca dela era uma delícia enquanto ela engolia tudo até o fundo da garganta, os olhos lacrimejando, mas sem parar de me olhar. Eu sabia que ela sentiria minha falta tanto quanto eu sentiria a dela.
Quando eu gozei no fundo da garganta dela e alimentei ela com minha porra, já era hora. Ela se vestiu, eu também, e a gente se beijou uma última vez, mais como amantes do que como sogra e genro.
Na casa dos meus pais, as malas estavam prontas e minhas filhas chorando. Elas iam sentir falta da "Tata" e do "Abu", mas é a vida.
Meu velho me abraçou fraternalmente e mandou eu me cuidar, enquanto minha mãe, com os olhos cheios d'água, pedia pra eu me comportar. Talvez ela não saiba de todos os rolos que rolam na casa da Verônica, mas quem tá ligada.
Chegamos no aeroporto. Embarcamos no voo.
Enquanto o avião taxiava na pista, entendi melhor o motivo de ter fugido onze anos atrás:
O único jeito desse estilo de vida funcionar seria se eu não tivesse filhos.
Porque eu poderia comer a Marisol, a Violeta e a Verônica na casa da minha sogra. Poderia transar com a Amelia no meio-dia, enquanto o Ramiro trabalha e os filhos dela tão na escola. Poderia ir na casa da Pamela e comer ela sem frescura.
Mas a única coisa que me impede agora é que sou pai. E sim, o sexo é maravilhoso e transar com qualquer uma também. No entanto, eu queria ser pai há muito tempo. E quando percebi que a Marisol podia se tornar uma mãe foda, todas as outras mulheres perderam o sentido.
Como eu tô falando, hoje em dia. parece que as mulheres pulam em cima de mim. Mas não é porque eu fico atrás delas ou tento seduzir. Só tô sendo legal e prático. Dar uma força.
Tô começando a acreditar nas palavras da minha rouxinol quando ela diz que sou atraente e que meus olhos são encantadores e sinceros. Mas não sinto que fujo do normal. Cuido da forma, mas só pra acompanhar o ritmo da Marisol. Ganho um bom dinheiro, mas nem me preocupo nem fico me exibindo. Sou educado, porque acho que todo mundo merece ser ouvido.
E de algum jeito, essa exposição constante comigo acaba fazendo as mulheres me convidarem pra um café. Abraços, beijos, mão boba e, no fim, a gente acaba num motel ou no quarto de alguém.
Não corro atrás, mas também não recuso.
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