Na África Tropical (03) O retorno da bela filha do fazendeiro de café revela o mundo do sexo na plantação, orgias, zoofilia, incestos, milf interracial. A questão é que passei alguns dias dolorida, mas com desejos ardentes por mais pica, e a verdade é que quase não tinha ninguém por perto, pois todo mundo estava metido numa dança frenética de um lado para o outro, já que a festa do Grande Rei estava prestes a começar e quase todos estavam como que fora de si... Uma das noites, a empregada entrou e me disse para me preparar, pois se eu quisesse participar do festival do Grande Rei, teria que tomar uma daquelas poções que ela iria preparando. Minha buceta pedia guerra sem dó e minha imaginação já estava perdida nos mil e um laberintos do que poderia significar aquele evento ao qual toda a equipe se dedicava tanto, exceto meu pai, que tinha ido embora.
Fui tomando aquelas poções que me deixavam ainda mais sonhadora e apetitosa para mim mesma. No meio daquele torpor, desejava que uma pica enorme me penetrasse até o fundo e sentisse um grande pau me rasgando minha bunda... e assim, numa noite que já nem sei de que dia, tudo pareceu mais escuro depois de beber a poção. Quando percebi, uns braços fortes me seguravam e me levantaram no ar, vendando meus olhos e me transportando da minha cama macia para a selva, pois pela minha seminudez sentia o ar e o murmúrio das folhas, e ao longe os tambores, que gradualmente se aproximavam, até estar quase em frente deles.
Senti que me jogavam sobre um tronco, pois a borda se cravava na altura do meu púbis. Amarraram minhas mãos, deixando minhas pernas meio penduradas e assim meio exposta minha bunda e minha buceta. Fui sentindo como me untavam com uma mistura morna que deixava minhas partes a mil por hora, quando comecei a sentir um desejo incontrolável e meus buraquinhos estavam à beira do incêndio do desejo. Um líquido frio veio saciar meus desejos, os tambores começaram a soar. e as risadas agora ficaram mais próximas. O calor da minha buceta já estava insuportável de novo e pedia aos gritos por alívio. Foi nesse momento que comecei a sentir no meu corpo o toque de outras peles, mãos, pequenas batidinhas com utensílios carnudos que imaginei serem paus, cusparadas na minha bunda e esfregadas na minha xota, que já ansiava, no mínimo, pelo pau do Romuado ou do Caimán, ou por todos juntos... Foi pensando nisso e passando pelo primeiro orgasmo que me tiraram a venda dos olhos.
O espetáculo era impressionante: um grande círculo de homens nus e pintados, que eu mal conseguia reconhecer, todos com seus paus imensos à mostra. Algumas mulheres cuidavam de dar tamanho e brilho a cada rola — enquanto uma massageava o pau, outra mordiscava as bolas negras, ou enfiava o dedo aqui e ali, saboreando e apreciando cheiros e almíscares. Quando o círculo se abriu, pude contemplar duas bestas negras imensas sentadas a uns dez metros à minha frente. Eram dois gorilas enormes, um menor e outro mais largo e alto. No colo deles, jovens servas se agitavam, fazendo manobras pertinentes para tirar de suas bainhas peludas uns paus descomunais.
O gorila menor tinha uma rola de uns trinta e cinco centímetros, mas extraordinariamente grossa e vermelha. O outro, que parecia ser seu pai, tinha um pau que, para mim, passava dos 45 cm, com uma espessura mais que respeitável. Ambos pareciam absortos, presos pela cintura, mas nem pareciam precisar — mal se mexiam em seus lugares, nem quando lambiam seus grandes paus, nem quando aqueles bocós virgens passavam por seus focinhos.
Estava, então, na presença do Grande Rei Gorila, e comecei a temer o pior: desde ser despedaçada por aqueles mamelucos até ser jogada, em pleno êxtase, sobre aqueles pauszões e acabar da mesma forma. de destruída. A cerimônia parecia começar, pois as bandas solenes de tambores e flautas ficaram mais barulhentas, as galinhas mostravam aspectos impecáveis e alguns já tinham sua parceira meio preparada para enfiar. Com um repique de tambor estrondoso, a farra começou e a algazarra de galinhas procurando espaço parecia interminável. A posição em que eu estava era difícil de manter por tanto tempo com a cabeça levantada, então optei por deixá-la cair e descansar um pouco. Pensava meio no que ia acontecer comigo e como acalmaria aquela coceira na buceta, quando entre meus pés vi uma longa fila de homens com paus à mostra. Mal pude tentar me mexer quando senti a primeira flechada: um pau fino acalmou meus primeiros desejos de forma muito elegante, quase sem me tocar e com deslizamentos delicados. Quando estava chegando ao meu orgasmo, senti sobre minhas nádegas umas enormes patas que me arranhavam e metiam o polegar na minha bunda ao mesmo tempo que cuspiam nela. Olhei pela entreperna e vi um pauzão gordo e feio, granuloso e pouco apetitoso, que agora o sujeito levantava com intenção de violentar meu cu negro. Não era capaz disso, pois eu ainda não estava no ponto e seu pau mole ainda estava flácido. Como não conseguia, meteu de forma grosseira uma de suas grandes mãos entre minhas coxas e, abrindo minha buceta, enfiou de uma vez sua linguiça em minha concha macia. Embora minha mente rejeitasse por sua aparência e más maneiras do sujeito, minha buceta começava a sentir um certo frescor naqueles vai e vens. A festa continuava, agora os machos já estavam pelo chão, enfiados uns nos outros e outras em uns, fazendo filigranas malucas de paus, línguas, bundas e engenhocas que iam se introduzindo aqui e ali. Minha fila de amantes parecia não ter fim: quando podia dar uma olhada, via que a fila passava de três para dez num instante. Assim que alguém perdia buceta ou cu, vinha me procurar, e assim fui experimentando paus e mais paus, desde o mais suave até o mais... grotesca, desde a mais esbranquiçada e descascada até a mais negra e fechada em sua cabeça e com um fedor infernal de urina e sêmen, eu ia desmaiando entre tantos paus e sentindo como os litros de sêmen daquela tribu já escorriam pelas minhas coxas, quando senti que uma mão suave subia até minhas partes todo aquele mingau e esfregava a madrepérola do meu buraquinho negro, que apenas alguns pintos foram penetrando de maneiras habilidosas até deixá-lo elástico e adaptável e com vontade de algo mais sólido. Quando estavam me banhando nos fluidos dos meus amantes e me davam para chupar alguns daqueles pintos, um rufar de tambores fez a luz diminuir e alguém se enfiar entre meus braços enfiando seu pauzão na minha boca, e apertando para que eu engolisse tudo, quando o tapa do jato de sêmen me atingiu todo o paladar e desapareceu o objeto da chupada, pude ver que traziam carregadas e também vendadas minha mãe e minha tia, as quais seguravam de frente para os dois gorilas, à minha mãe cabia o maior e à minha tia o menor, um pouco mais afastados tinham Romualdo e Caimão que se propunham a enfiar ao mesmo tempo na Tranganta e que eram acompanhados por um grupo numeroso de homens e mulheres que animavam para que a sessão começasse. Os tambores começaram a rufar e minhas parentes iam descendo nuas e vendadas sobre aqueles dois mastros de carne que já buscavam uma boa buceta onde se enfiar, quando seus dois chochos tocaram a ponta dos nabos, a soldadesca soltou de repente as duas mulheres, as quais caíram sobre os mastros, os chochos de ambas se negavam a dar cabida a tais dimensões, uma enxurrada de óleos picantes, fizeram com que ambas as mulheres pedissem pau a rodo, eu estava expectante quando senti sobre minhas nádegas duas mãos que afastavam as bolas para deixar livre o buraco do cu, e a cabeça romba de um bom pau que optava por dito buraco, olhei por entre minhas pernas e vi pendurados uns sacos bestiais à maneira de Cara, isso só me deixou mais angustiada e sem vontade de receber aquilo que queriam enfiar em mim. Me revolti o máximo que pude e, para minha desgraça, isso fez com que o grandalhão enfiasse sua cabeça dura dentro da minha bunda. Olhei para frente e vi os grandes símios que, num abraço infernal, haviam agarrado as damas e as levantavam e baixavam sobre seus mastros no meio de gritos, risadas e ais de prazer e dor de todos. Eu sentia o cabrão da pica entrando e entrando cada vez mais, ainda a sentia distante, suas bolas ainda não esbarravam na minha bucetinha, o que me fazia pensar que ainda tinha pica pra caramba pela frente. Minha mãe e minha tia já estavam quase desmaiadas de prazer e dor, com as picas dos dois símios jorrando sêmen por todos os lados. Quando ambos os gorilas já sentiram seu fluxo se esvaindo, deixaram as duas mulheres caírem sobre suas picas como se fossem bonecas de pano. O grito de ambas foi atroz ao serem enfiadas até o fundo, onde dor, prazer, sêmen e sangue de seus rasgões se misturavam, e agora se deixavam embalar no abraço maternal no qual os grandes símios as untavam para despiolhá-las e dar carinho. Enquanto isso, o cabrão da pica negra, ao ver as duas mulheres subirem presas no grande abraço simiesco e já prevendo o resultado e meu desespero pelo que ia acontecer com elas, me enfiou a pica de uma vez até os próprios ovos. Senti como se abrissem minha concha em duas metades claras, e mesmo que doesse sentir aquelas bolas enormes batendo na minha xota daquela forma, e sentir aquele chouriço todo saindo para ganhar impulso de novo era um prazer de tal magnitude que logo perdi os sentidos. O que lembro depois é nos ver, as três damas da casa, descansando tranquilamente, cuidadas com grande esmero pelos nossos nativos, que agora nos consideravam grandes mantis da tribu, e com essa reverência e carinho atendiam nossas necessidades mais refinadas. Fim.
Fui tomando aquelas poções que me deixavam ainda mais sonhadora e apetitosa para mim mesma. No meio daquele torpor, desejava que uma pica enorme me penetrasse até o fundo e sentisse um grande pau me rasgando minha bunda... e assim, numa noite que já nem sei de que dia, tudo pareceu mais escuro depois de beber a poção. Quando percebi, uns braços fortes me seguravam e me levantaram no ar, vendando meus olhos e me transportando da minha cama macia para a selva, pois pela minha seminudez sentia o ar e o murmúrio das folhas, e ao longe os tambores, que gradualmente se aproximavam, até estar quase em frente deles.
Senti que me jogavam sobre um tronco, pois a borda se cravava na altura do meu púbis. Amarraram minhas mãos, deixando minhas pernas meio penduradas e assim meio exposta minha bunda e minha buceta. Fui sentindo como me untavam com uma mistura morna que deixava minhas partes a mil por hora, quando comecei a sentir um desejo incontrolável e meus buraquinhos estavam à beira do incêndio do desejo. Um líquido frio veio saciar meus desejos, os tambores começaram a soar. e as risadas agora ficaram mais próximas. O calor da minha buceta já estava insuportável de novo e pedia aos gritos por alívio. Foi nesse momento que comecei a sentir no meu corpo o toque de outras peles, mãos, pequenas batidinhas com utensílios carnudos que imaginei serem paus, cusparadas na minha bunda e esfregadas na minha xota, que já ansiava, no mínimo, pelo pau do Romuado ou do Caimán, ou por todos juntos... Foi pensando nisso e passando pelo primeiro orgasmo que me tiraram a venda dos olhos.
O espetáculo era impressionante: um grande círculo de homens nus e pintados, que eu mal conseguia reconhecer, todos com seus paus imensos à mostra. Algumas mulheres cuidavam de dar tamanho e brilho a cada rola — enquanto uma massageava o pau, outra mordiscava as bolas negras, ou enfiava o dedo aqui e ali, saboreando e apreciando cheiros e almíscares. Quando o círculo se abriu, pude contemplar duas bestas negras imensas sentadas a uns dez metros à minha frente. Eram dois gorilas enormes, um menor e outro mais largo e alto. No colo deles, jovens servas se agitavam, fazendo manobras pertinentes para tirar de suas bainhas peludas uns paus descomunais.
O gorila menor tinha uma rola de uns trinta e cinco centímetros, mas extraordinariamente grossa e vermelha. O outro, que parecia ser seu pai, tinha um pau que, para mim, passava dos 45 cm, com uma espessura mais que respeitável. Ambos pareciam absortos, presos pela cintura, mas nem pareciam precisar — mal se mexiam em seus lugares, nem quando lambiam seus grandes paus, nem quando aqueles bocós virgens passavam por seus focinhos.
Estava, então, na presença do Grande Rei Gorila, e comecei a temer o pior: desde ser despedaçada por aqueles mamelucos até ser jogada, em pleno êxtase, sobre aqueles pauszões e acabar da mesma forma. de destruída. A cerimônia parecia começar, pois as bandas solenes de tambores e flautas ficaram mais barulhentas, as galinhas mostravam aspectos impecáveis e alguns já tinham sua parceira meio preparada para enfiar. Com um repique de tambor estrondoso, a farra começou e a algazarra de galinhas procurando espaço parecia interminável. A posição em que eu estava era difícil de manter por tanto tempo com a cabeça levantada, então optei por deixá-la cair e descansar um pouco. Pensava meio no que ia acontecer comigo e como acalmaria aquela coceira na buceta, quando entre meus pés vi uma longa fila de homens com paus à mostra. Mal pude tentar me mexer quando senti a primeira flechada: um pau fino acalmou meus primeiros desejos de forma muito elegante, quase sem me tocar e com deslizamentos delicados. Quando estava chegando ao meu orgasmo, senti sobre minhas nádegas umas enormes patas que me arranhavam e metiam o polegar na minha bunda ao mesmo tempo que cuspiam nela. Olhei pela entreperna e vi um pauzão gordo e feio, granuloso e pouco apetitoso, que agora o sujeito levantava com intenção de violentar meu cu negro. Não era capaz disso, pois eu ainda não estava no ponto e seu pau mole ainda estava flácido. Como não conseguia, meteu de forma grosseira uma de suas grandes mãos entre minhas coxas e, abrindo minha buceta, enfiou de uma vez sua linguiça em minha concha macia. Embora minha mente rejeitasse por sua aparência e más maneiras do sujeito, minha buceta começava a sentir um certo frescor naqueles vai e vens. A festa continuava, agora os machos já estavam pelo chão, enfiados uns nos outros e outras em uns, fazendo filigranas malucas de paus, línguas, bundas e engenhocas que iam se introduzindo aqui e ali. Minha fila de amantes parecia não ter fim: quando podia dar uma olhada, via que a fila passava de três para dez num instante. Assim que alguém perdia buceta ou cu, vinha me procurar, e assim fui experimentando paus e mais paus, desde o mais suave até o mais... grotesca, desde a mais esbranquiçada e descascada até a mais negra e fechada em sua cabeça e com um fedor infernal de urina e sêmen, eu ia desmaiando entre tantos paus e sentindo como os litros de sêmen daquela tribu já escorriam pelas minhas coxas, quando senti que uma mão suave subia até minhas partes todo aquele mingau e esfregava a madrepérola do meu buraquinho negro, que apenas alguns pintos foram penetrando de maneiras habilidosas até deixá-lo elástico e adaptável e com vontade de algo mais sólido. Quando estavam me banhando nos fluidos dos meus amantes e me davam para chupar alguns daqueles pintos, um rufar de tambores fez a luz diminuir e alguém se enfiar entre meus braços enfiando seu pauzão na minha boca, e apertando para que eu engolisse tudo, quando o tapa do jato de sêmen me atingiu todo o paladar e desapareceu o objeto da chupada, pude ver que traziam carregadas e também vendadas minha mãe e minha tia, as quais seguravam de frente para os dois gorilas, à minha mãe cabia o maior e à minha tia o menor, um pouco mais afastados tinham Romualdo e Caimão que se propunham a enfiar ao mesmo tempo na Tranganta e que eram acompanhados por um grupo numeroso de homens e mulheres que animavam para que a sessão começasse. Os tambores começaram a rufar e minhas parentes iam descendo nuas e vendadas sobre aqueles dois mastros de carne que já buscavam uma boa buceta onde se enfiar, quando seus dois chochos tocaram a ponta dos nabos, a soldadesca soltou de repente as duas mulheres, as quais caíram sobre os mastros, os chochos de ambas se negavam a dar cabida a tais dimensões, uma enxurrada de óleos picantes, fizeram com que ambas as mulheres pedissem pau a rodo, eu estava expectante quando senti sobre minhas nádegas duas mãos que afastavam as bolas para deixar livre o buraco do cu, e a cabeça romba de um bom pau que optava por dito buraco, olhei por entre minhas pernas e vi pendurados uns sacos bestiais à maneira de Cara, isso só me deixou mais angustiada e sem vontade de receber aquilo que queriam enfiar em mim. Me revolti o máximo que pude e, para minha desgraça, isso fez com que o grandalhão enfiasse sua cabeça dura dentro da minha bunda. Olhei para frente e vi os grandes símios que, num abraço infernal, haviam agarrado as damas e as levantavam e baixavam sobre seus mastros no meio de gritos, risadas e ais de prazer e dor de todos. Eu sentia o cabrão da pica entrando e entrando cada vez mais, ainda a sentia distante, suas bolas ainda não esbarravam na minha bucetinha, o que me fazia pensar que ainda tinha pica pra caramba pela frente. Minha mãe e minha tia já estavam quase desmaiadas de prazer e dor, com as picas dos dois símios jorrando sêmen por todos os lados. Quando ambos os gorilas já sentiram seu fluxo se esvaindo, deixaram as duas mulheres caírem sobre suas picas como se fossem bonecas de pano. O grito de ambas foi atroz ao serem enfiadas até o fundo, onde dor, prazer, sêmen e sangue de seus rasgões se misturavam, e agora se deixavam embalar no abraço maternal no qual os grandes símios as untavam para despiolhá-las e dar carinho. Enquanto isso, o cabrão da pica negra, ao ver as duas mulheres subirem presas no grande abraço simiesco e já prevendo o resultado e meu desespero pelo que ia acontecer com elas, me enfiou a pica de uma vez até os próprios ovos. Senti como se abrissem minha concha em duas metades claras, e mesmo que doesse sentir aquelas bolas enormes batendo na minha xota daquela forma, e sentir aquele chouriço todo saindo para ganhar impulso de novo era um prazer de tal magnitude que logo perdi os sentidos. O que lembro depois é nos ver, as três damas da casa, descansando tranquilamente, cuidadas com grande esmero pelos nossos nativos, que agora nos consideravam grandes mantis da tribu, e com essa reverência e carinho atendiam nossas necessidades mais refinadas. Fim.
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