Gina Gerson Capítulo 1 Os primeiros passos dessa gatinha no mundo do sexo.
GINA GERSON É UMA ATRIZ DE FILMES ADULTOS, VOCÊ PODE ENCONTRÁ-LA EM QUALQUER SITE DE PORNOGRAFIA, MAS NO COMEÇO ELA ERA SÓ UMA JOVEM INOCENTE E INGÊNUA QUE AINDA NÃO TINHA DESCOBERTO OS PRAZERES DA TRANSA.
No início, Gina, uma gostosa e ingênua jovenzinha de apenas 19 anos, estava muito feliz com seu emprego de caixa, e seu pai, seu Rodolfo, também notava isso, já que com a grana que ela trazia desde que começou a trabalhar num açougue de bairro, a qualidade de vida dos dois melhorou pra caralho.
Além disso, a esforçada e preocupada adolescente era bem bonita, tinha cabelo castanho claro, quase loiro, que batia na altura das costas onde a cintura encontra o quadril. No rostinho dela, uns olhos verdes cristalinos lindos que irradiavam uma transparência quase total na personalidade carismática dela, e o corpo jovem dela pedia putaria na cara dura, principalmente pros caras. Os peitos dela, sem serem grandes, tinham o tamanho certo pra chamar a atenção de qualquer um, mas o que realmente se destacava no corpo dela, já quase todo desenvolvido, era a bunda desenhada e perfeita que ela tinha, redondinha e bem empinada, principalmente quando vestia jeans ou qualquer calça, com o quadril bem marcado, umas coxas fortes que pareciam esculpidas à mão, e no meio delas já dava pra adivinhar a curva diabólica onde tinha uma bucetinha virgem e deliciosa, pronta e apta pra começar a receber paus, pelo menos era o que qualquer um que avaliasse o corpo dela diria.
Os chefes e donos do açougue eram seu Ângelo e seu Carlos, um par de velhos agiotas e sexagenários, ambos irmãos. Seu Ângelo e seu Carlos (ambos casados, com filhos(as) adultos e netos pra todo lado),
Esses velhos... Lembravam sempre que ela era funcionária sem carteira assinada, não eram obrigados a pagar um salário alto, e ainda acrescentavam que, desde que a garota começou a trabalhar com eles, sempre lembravam que só a mantinham no açougue como um favor pessoal ao pai dela, porque ele era amigo deles há anos.
Mas, no fundo, o par de velhos, tão tarados quanto aproveitadores, estavam encantados com os serviços da doce menina, já que ela, sendo uma jovem alegre e virgem, se vestia como todas as garotas da idade dela: com jeans apertadinhos que mostravam as curvas que ela tinha dos quadris para baixo, combinados com tops decotados e justos, ou com saias jeans curtinhas que exibiam boas porções das pernas quando ela estava sentada no banco alto atrás do caixa, ou quando também se enfiava naqueles vestidinhos semi-ajustados de primavera, na altura da coxa, e com os cabelos castanhos presos, deixando o rostinho de adolescente à mostra. Com tudo isso, o par de miseráveis não queria por nada neste mundo que aquela docinha parasse de trabalhar para eles.
Os sem-vergonhas, assim que contrataram a jovem, mandaram tirar a porta do balcão do caixa só para poderem olhar à vontade as linhas que o corpo dela desenhava quando ela estava sentada, recebendo os pedidos; e ainda os presenteava com a visibilidade direta, de onde eles ficavam atrás do balcão de carnes, para as suavidades das pernas dela. Ou, nos momentos em que a clientela diminuía, não se cansavam de assediá-la com olhares, quase devorando-a com os olhos cheios de luxúria, comentando entre si com palavras pesadas todas as coisas que fariam se tivessem a chance de tê-la nua.
Passaram-se as primeiras semanas em que a menina começou a trabalhar com eles, depois os meses, e assim um ano inteiro, e os brutos Os carniceiros já estavam desesperados, sonhavam em estuprar ela, em comer ela entre os dois, ou de ela chupar o pau deles alternadamente dentro do açougue quando as cortinas estivessem abaixadas, até imaginavam comprar uma caminha pra colocar no depósito do negócio pra foder ela de turno no dia a dia, e assim por diante. Mas por enquanto tudo isso eram só sonhos, sonhos de velhos tarados que comentavam e detalhavam as muitas maldades que fariam com ela, isso acontecia nos momentos em que saíam pra beber cerveja antes de ir pra casa e viver suas realidades azedas ao lado das verdadeiras morsas que tinham como esposas.
No açougue Os Dois Velhos estavam vestidos com aventais supostamente brancos, mas que por causa do negócio estavam todos ensanguentados e meio sujos, assim como as mãos peludas de ambos.
— Outro pedido...!! Anota aí com 2 quilos de carne de asado, 2 de frango... e... e... três de...
— Calma aí...!! Calma... mais devagar...!! Ainda tenho que me acertar com os dois pedidos anteriores!! — gritou Gina pros chefes, que naquele dia vestia um vestido florido branco com pequenas figuras de primavera. A guria tentava registrar sem errar na máquina registradora, enquanto recebia o dinheiro e dava o troco, sentada no caixa, as pernas dela apareciam tão lindas, brilhantes e gostosas.
As vendas diárias eram realmente boas, mas eles sempre se encarregavam de chorar aos berros que tava tudo ruim, dizendo pra Gina que ela era muito lenta no caixa, e que por culpa dela os clientes se cansavam e iam embora.
A mina, por sua vez, se esforçava ao máximo, ela era muito habilidosa com as mãos pra registrar todos os pedidos sem errar, e isso ficava claro na conferência que fazia no fim do expediente, mesmo assim o par de agiotas inventava erros nos talões pra fazer ela acreditar que faltava dinheiro, e descontavam isso do salário dela. Sagrada.
–Por isso mesmo que tô te falando, você vai ter que se esforçar mais, olha, se não…, meu irmão já pensou em arrumar uma substituta pra você, – o velho maquiavélico mentia, tentando preocupar a jovem, o que conseguiu na hora.
–Quê…!? Não…!, seu Carlos, por favor, fala pro seu Ângelo que eu não vou mais errar… eu… eu preciso desse emprego, meu pai tá doente e com o que ele ganha não dá pra…
–Isso não é problema nosso, – cortou seu Carlos enquanto limpava as mãos ensanguentadas com um pano sujo e cheio de sangue, e continuou, – Por mais que a gente seja amigo do seu pai… isso aqui é um negócio, e aqui todo mundo tem que se esforçar pra dar certo, e quem não faz isso, infelizmente, tem que vazar, então já sabe.
Foi na quinta-feira daquela mesma semana que a garota, assim que chegou no trabalho, preocupada, viu que na portinha que ficava no meio das cortinas de lata do negócio tinha um grupo de 5 mulheres conversando com seu Ângelo – Entra… entra… menina, vai pro seu lugar…, – disse seu Ângelo quando a Gina chegou perto da porta de serviço. A novinha percebia que o outro chefe não queria que ela ouvisse o que ele tava falando com as mulheres.
–O que… o que… que tá rolando aqui…?, – perguntou a menina pro seu Carlos assim que entrou no negócio.
— Já te falei, mocinha, aqui quem não funciona vaza… essas mulheres são as candidatas pra sua vaga, sinto muito, mas você só trabalha até amanhã… seu salário vai ficar como pagamento por todos os erros que você cometeu e pelos adiantamentos extras que pediu.A Gina, automaticamente, seus olhinhos esverdeados se encheram de lágrimas ao receber aquela notícia horrível e pelo impacto de só pensar que no dia seguinte teria que contar ao pai que foi demitida.
Dom Carlos tinha falado tão friamente que ela não achava palavras pra rebater a decisão que ele e o irmão já tinham tomado, então, desanimada, andou até a esquina onde ficava o caixa. Dom Carlos, com o coração batendo a mil, via a pirralha rebolando sensual com a cintura e a bunda, enfiada nuns jeans apertados que pareciam que iam rasgar a cada passo que ela dava em direção ao trabalho. Junto com as intenções doentias de agarrar ela por trás e pegar aqueles peitos pra se deliciar só com ele, naquela hora ele pedia a Deus que o plano sinistro que ele e o irmão tinham armado desse certo. Os dois velhotes sabiam, pelos lábios do pai dela na última reunião de dominó, que a garota ia ficar sozinha o fim de semana inteiro em casa.
No meio daquela mesma manhã, Gina, já mais calma, viu como Dom Ángel entrevistou as 5 mulheres no depósito e como foi mandando cada uma embora.
Depois, horas mais tarde, com Dom Ángel já vestido de açougueiro de novo, ela ouvia ele falando alto pro irmão sobre como as candidatas que apareceram naquele dia eram habilidosas e tinham muita experiência, principalmente em supermercados. Com a nova caixa selecionada, finalmente o negócio deles ia melhorar, eles diziam, dando palmadas nas costas um do outro. Olhares de esguelha pra onde estava a jovem cabisbaixa, obviamente os velhos de propósito faziam questão que ela ouvisse tudo o que diziam.
Naquele dia, Gina decidiu não ir almoçar em casa, ficou a manhã inteira pensando no assunto, ela, de qualquer jeito, precisava falar com os dois chefes pra não ser mandada embora do trampo, se comprometeria a se esforçar mais e dar mais gás nos serviços, contanto que não a trocassem e pudesse receber o salário como todo fim de mês.
– Desculpa, mocinha, mas já decidimos… – falou seu Ângelo – Sua substituta começa a trabalhar nesta segunda com a gente, então amanhã, assim que fecharmos, você pega suas coisas e vai embora…
– Mas eu tentei fazer direito…, não sei por que erro se confiro as contas duas vezes e até três em algumas ocasiões antes de dar o troco… – agora a jovem olhava pra seu Carlos, como se talvez ele pudesse de algum jeito fazer o irmão mudar de ideia.
– Como te falamos antes… já está decidido, amanhã você vai embora… – foram as palavras frias de seu Carlos, confirmando o que o parente tinha dito.
– Senhores, se quiserem, eu me ajoelho na frente de vocês… mas, por favor, não me mandem embora… – a garota, ao dizer isso desesperadamente, se ajoelhou e olhava pra ambos com cara de súplica, as mãozinhas juntas como se estivesse rezando.
Seu Carlos rapidamente olhou pro irmão, como quem diz que era o momento certo pra dar o segundo passo do plano, então na hora colocou em ação.
– Ô Ângelo… e se a gente dissesse aquilo que te falei outro dia… se ela… hmm… sei lá… se topasse, talvez a gente pudesse… – o velho se enrolava nas palavras só pra chamar a atenção da garota. Do outro lado, o irmão também estava pronto pra colaborar e ver se a menina se confundia.
– Que… que… é isso que vocês querem que eu f… fa… faça…! – perguntou a jovem, ainda ajoelhada na frente deles.
– Nada… não liga pra ele caso meu irmão e esquece, são só coisas de velhos… — o velho Anjo respondia com cara de mau humor, mas, sentado, já se massageava o pau por debaixo da mesa, achava que percebia um certo interesse da Gina em se deixar enganar.
— Vai… vamos… me digam… talvez eu possa fazer isso… existe alguma solução?
— Você estaria mesmo disposta a fazer o que pedirmos para manter seu emprego…? — agora era o próprio velho Anjo quem estava prestes a gozar de tão excitado que se sentia, nunca imaginou que chegariam tão longe com a ideia maluca do irmão.
— Talvez… sim… é que ainda não me disseram… — Gina já estava de pé novamente, algo na mente dela dizia que devia tomar cuidado com os pedidos que seus ainda chefes fossem propor, porque, por mais ingênua que a garota fosse, não era nenhuma boba e sabia alguma coisa sobre os interesses masculinos que um homem pode ter por uma mulher, além de que muitas vezes via a cara de tarados que os dois irmãos faziam quando atendiam alguma moça bonitona no açougue.
— Fantasias de homens casados? A… a que o senhor se refere…!? — a garota já estava com os cabelos em pé, aquela frase soava realmente perversa, o que no começo era só um pensamento rápido e distante agora se aproximava mais, e ela já entendia mais ou menos aonde os dois velhos queriam chegar.
— Não se assuste, Ginita…, vem, senta aqui nesta cadeira — seu Carlos, notando que a menina começava a ficar na defensiva, tentou fazê-la se sentir mais à vontade, oferecendo o assento, e depois continuou com a proposta quente: — Não é nada de mal o que queremos te pedir, olha, se você aceitar fazer isso, seu salário estaria intacto amanhã mesmo e no seu bolso, nem descontaríamos as diferenças de dinheiro… te parece justo nosso acordo?
— Não descontariam…? Quer dizer, me pagariam o salário completo…!? — perguntou a jovem, agora sentada e prestando mais atenção. do que o que ofereciam a ela, do que ela deveria fazer.
– Claro que sim... se você nos fizer aquele favor que pedimos, até podemos dar uma aumentada nos seus honorários... o que acha? – Dom Carlos estava se arriscando, cada vez mais percebia que Gina estava mais interessada no trato que estavam prestes a propor.
– Para com isso, é inútil, ela não vai aceitar fazer isso... – Dom Ángel imaginava que ele fazia o papel de policial mau, e Dom Carlos era o bonzinho.
— E de que jogo se trata…? —mas as vagas esperanças da garota iam desabando cada vez mais. — De que pelo menos uma vez por semana você finja ser nossa mulher…!!! —terminou dizendo descaradamente seu Ângelo pra sua jovem funcionária.
— Q… que… que… c… co… issssoooo…? —a cara da Gina na hora foi de escândalo total.
— Pô… já ouviu, gata, é só isso… queremos que pelo menos uma vez por semana você empreste essa buceta… vamos, o que me diz? Vai deixar a gente lubrificar essa sua pepininha? Aposto que você também vai adorar… —agora era seu Ângelo quem, de forma descarada e ordinária, falava sem rodeios o que eles realmente queriam dela.
Por uns instantes, um silêncio estranho reinou no açougue, que naquela hora estava com as cortinas fechadas. Os dois velhos suavam de tesão ao ter a jovenzinha numa conversa tão lasciva; ela, por sua vez, só ficou olhando pra cada um deles alternadamente. Seu Ângelo acabara de dizer literalmente o que eles queriam fazer com ela.
CONTINUA… AGORA O QUE TODOS NÓS PERGUNTAMOS: QUE DECISÃO GINA VAI TOMAR DIANTE DO PEDIDO ABSURDO DOS DOIS DEPRAVADOS IRMÃOS.
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