11 anos depois... (Penúltimo)




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Compêndio IIIA PARTIDA III11 anos depois... (Penúltimo)— Sim. Quer dizer, gozei uma vez só. — respondi indiferente, ainda quente mas compreensivo. — Suas irmãs e sua mãe vão fazer uma rodada extra depois. Pra me deixar tranquilo.

Talvez eu tenha melhorado com o tempo. Acreditem, não tô me gabando, mas nas primeiras vezes que dormi com a Marisol, eu ficava bem satisfeito. Só que com o passar do tempo, minha vontade por ela cresceu, e a dela também, então fazer uma vez só já não bastava.

E talvez isso me surpreendeu em ficar com uma mulher mais nova. Eu achava que elas teriam mais fogo. Mais resistência. No sexo, o homem sempre sai perdendo quando goza uma vez, enquanto a mulher pode gozar várias.

Era isso que rolava com a Violeta: pra ela, uma transa já deixava ela exausta. Já com a Amélia, na idade dela, eu conseguia dar duas seguidas. A mesma coisa com a Verônica, sem falar na Pamela, e já falei que com a Marisol a gente praticamente pegava fogo com água.

Por isso me senti bem satisfeito naquela hora. A Violeta me olhava com os mesmos olhos assustados que as irmãs e a mãe dela me mostraram na primeira vez que perguntei a mesma coisa.

Na verdade, é o mesmo olhar de surpresa que a Marisol me dá toda vez que a gente faz um menage e eu peço pra fazer uma última vez com ela, antes de terminar.

Embora a gente tivesse dormido junto antes uma tarde inteira, talvez a Violeta achasse que era coisa de uma vez só. Mas além disso, me motivava saber que não ia transar com ela de novo por um bom tempo.

❤️ Mas… mas… você não tá cansado? — perguntou gaguejando com pânico literal nos olhos.
Sorri satisfeito.

— Na real, não. — respondi, segurando ela pela cintura enquanto a virava pra ficar por cima. — Pra mim, ainda é uma quinta-feira normal.

O espanto nos olhos esmeralda dela era delicioso e rejuvenescedor. Raramente minto. Tento cumprir minhas promessas à risca.

E é só dar uma olhada na Marisol pra ver que não fanfarrão: Minha mulher tem um brilho e um charme diferente. Uma paz, calma, paciência e inocência que parecem surgir do nada, mas que na verdade é porque a gente transa toda noite.
peitoesEntão, pra Violeta, eu dizer que era uma quinta-feira normal significava que, de fato, pra mim era uma quinta-feira normal.

Nem preciso dizer que Violeta atingiu novos níveis de prazer. Marisol sempre compara transar comigo a comer seu sorvete favorito e, depois, trombar com o carrinho inteiro que vende seu sorvete favorito.
Sexo analCom ela por cima, conseguiu levar muito melhor o ritmo da penetração. Claro, pra mim, significava ver aqueles peitos inocentes e majestosos balançando ainda mais.

Acho que a casa inteira ecoava com os gemidos dela. Marisol e Verónica conheciam bem aqueles sons. Também já tinham deixado escapar no passado.

Marisol provavelmente sorria, satisfeita.

Verónica… o mais provável é que estivesse se masturbando, lembrando das noites que a gente tinha dividido no passado.
infidelidade consentidaMas conforme a gente avançava, a Violeta começou a cansar. O corpinho jovem de puta dela ainda não tava pronto pra esse tipo de maratona. Embora ela tenha dado uma boa briga e, como eu falei, sempre foi esforçada, desde pequenininha.cunhadinhaQuando eu gozei, a Violeta tinha me mostrado o tipo de ninfa em que ela tinha se transformado. Finalmente entendi o que a Verônica queria dizer: de agora em diante, caras como meus sobrinhos ou os bombadinhos arrogantes que você encontra nas baladas não estariam mais no radar da Violeta.

Já passava das duas da manhã. Violeta respirava ofegante. O cabelo dela todo bagunçado. O corpo coberto de suor. Mas o sorriso radiante dela brilhava como ouro.

— Ok! — avisei, quando consegui tirar ela. — Mais uma vez.

Violeta se tensionou e quase gritou.
11 anos depois... (Penúltimo)❤️ Marco… não… já não aguento mais… é demais. – ela implorou, tão cansada que mal conseguia se mexer.

– Olha, sua mãe me pediu pra quebrar essa buceta antes de eu ir embora. – lembrei a ela, abrindo suas pernas.

Suas esmeraldas brilhavam de terror.

❤️ Não, Marco! Não consigo! Tô exausta! – respondeu, quase suplicando.

– E é por isso que é o momento certo pra fazer. – expliquei, olhando pra ela mais calmo, não totalmente movido pelo tesão, mas por uma versão torta de compreensão paterna. – Você não vai ficar tão tensa. E vai adorar. Do mesmo jeito que sua mãe e suas irmãs adoram.

Minha voz a acalmou. Era como aquele mesmo vínculo que a gente tinha quando ela era criança. Claro, mais de uma vez pensei em comer a bunda dela eventualmente, mas a bucetinha dela era tão apertada quando a gente via TV, que já me bastava.

Ainda assim, entendendo a lógica da Verônica, não queria deixar nenhuma tentação pra Violeta explorar por aí, e isso incluía o cuzinho apertado da filha dela.

Além disso, a Pamela, a Amélia e a Marisol gostam tanto do jeito que eu como elas, que preferem ignorar qualquer outro cara do que deixar de dar o cu pra mim.

Ela tremeu quando enfiei a língua no buraquinho dela. Talvez não esperasse, mas eu queria começar a lubrificar. Depois, fui enfiando um dedinho no cu dela, fazendo ela se contorcer. Apesar dos comentários anteriores, a Violeta ainda tinha um pouco de energia, e um dedinho no cu era uma experiência que ela nunca tinha vivido.

Quando enfiei um segundo dedo, ela soltou um gritinho de surpresa. Mesmo assim, o cuzinho dela se mexia, indo ao encontro dos meus dedos.

E quando consegui enfiar o terceiro dedo, a Violeta já tinha pegado o gosto, apesar do cansaço anterior. Mesmo apertados, meus dedos entravam e saíam com relativa facilidade. Então chegou a hora de fazer ela sentir de verdade.

Os olhos dela se arregalaram quando me viu lubrificando meu pau com os suquinhos dela e minha saliva. garantindo que aquela bundinha minúscula dela ia ficar pronta.

Ela me encarou com o mesmo olhar que minha esposa me dá quando sabe que vou comer ela por trás. Dava pra sentir a ansiedade no ar, apesar do nervosismo dela.

— Tá pronta? — perguntei, notando o brilho de tesão nos olhos dela.

Violeta assentiu com as bochechas vermelhas, numa mistura de vergonha e ansiedade. Me olhou por cima do ombro, os olhos brilhando de curiosidade. Coloquei meu pau naquele cuzinho apertado dela, sentindo como ela tremia levemente.

— Lembra de respirar e me avisa se doer demais. — sussurrei, beijando o pescoço dela pra acalmá-la.

Ela respirou fundo e assentiu de novo, se preparando. Empurrei devagar, sentindo a apertura dela ceder pra mim, centímetro por centímetro.

Os olhos de Violeta ficaram marejados quando a dor se misturou com aquele prazer novo e inesperado que ela nunca tinha sentido. Os gemidos dela foram aumentando a cada estocada e ela se agarrou nos lençóis com força. O quarto se encheu com o barulho dos nossos corpos se encontrando: o roçar constante e rítmico das nossas peles suadas, nossas respirações ofegantes e os gemidos doces dela.
peitoesMas assim que passei a ponta, a dor diminuiu. Foi uma sensação estranha pra ela, assim como foi pras irmãs dela. Mas igual a elas, ela sentiu prazer.

Vi o rosto dela se contorcer numa mistura de prazer e dor. Os peitos dela balançavam soltos no ritmo das minhas estocadas, e o cu dela apertava meu pau como um funil. Ela tava aguentando tudo, e me senti estranhamente orgulhoso dela.
Sexo analPermitindo que ela aproveitasse a nova sensação, me movi devagar, atento a qualquer desconforto que ela pudesse sentir. Mas quando a sensação ficou muito melhor, comecei a me mover com mais confiança e a empurrar com mais força.

A bundinha dela era muito mais apertada que a das irmãs, e não pude evitar sentir um orgulho estranho por reivindicá-la de um jeito tão tabu.

Os gemidos dela ficaram mais profundos, e ela começou a arquear as costas, igual as irmãs fazem, se esfregando em mim, correspondendo cada uma das minhas investidas com as dela. A visão dos peitos perfeitos dela balançando a cada sacudida era hipnotizante.

❤️ Me dá mais forte! – implorou Violeta, com uma voz carregada de luxúria, ansiedade e um toque de dor. – Por favor, Marco! Me enche!

As palavras dela me arrepiaram: finalmente, Violeta era toda minha, em todos os sentidos.

Com o consentimento dela, comecei a empurrar mais forte, preenchendo o cu virgem dela por completo. Ela estava tão molhada e receptiva. Os gemidos dela ficavam mais altos, o corpo inteiro tremendo a cada estocada.

A cama da Verónica começou a bater na parede, o barulho constante e os gemidos inconfundíveis avisaram a mãe e a irmã dela que Violeta não era mais virgem do rabo.

Que agora, era uma mulher feita e direita, igual a elas.
infidelidade consentidaOs gemidos da Violeta ficavam cada vez mais desesperados, o corpo dela se movendo em harmonia com o meu. A buceta dela estava mais molhada do que nunca, e o cu dela se esticava em volta do meu pau como uma luva ou uma meia quente e apertada. Ela tinha se transformado numa criatura sexual, e era uma delícia vê-la assim.

Assim como as irmãs dela, ela amava aquilo. Provavelmente, igual à Marisol, ela gostava até mais do que do sexo normal. E o mais surpreendente: ela continuava querendo mais.

A bunda dela era um espetáculo para os olhos, rosadinha e esticada em volta do meu pau inchado e cheio de veias. Eu sentia as paredes do reto dela se apertando de prazer e sabia que ela estava prestes a ter um novo orgasmo.
cunhadinhaSuas entranhas queimavam com um calor abrasador. No entanto, sua buceta, igual à do meu rouxinol, já estava encharcada e escorrendo.

❤️ Ai, sim! Marco, sim! – Gemeu Violeta com paixão, sua voz ecoando no quarto, se misturando ao barulho dos nossos corpos se chocando e ao ranger da cama.

Violeta finalmente tinha se tornado uma das minhas putas. E eu sabia que, independente de ser casada ou estar saindo com alguém, ela arrumaria um tempo e um lugar pra gente dar uma foda.

A raba dela era um paraíso. E ela adorava. A cada estocada, eu sentia ela apertando meu pau, me incentivando a ir mais fundo. E eu fui, ultrapassando qualquer limite que ela pudesse ter.

E de certa forma, Violeta me entendeu: eu comi ela até cansar só pra deixar ela mais consciente do próprio cuzinho, tornando a experiência avassaladora e o medo inicial dela se diluindo no cansaço.
11 anos depois... (Penúltimo)Naquela altura, ela rebolava o corpo como se fosse um trem de carga. O abajur da Verónica tremia como num terremoto. A batida constante da cabeceira era forte e pesada. Violeta, igual às irmãs dela, mal aguentava enquanto eu enfiava meu pau uma e outra vez no fundo do cu dela.

❤️ – Marco, por favor! Não aguento mais! – Ela sussurrou, a voz se quebrando a cada palavra.
Eu sabia do que ela tava falando e, acredite, eu também queria gozar.
peitoesMas o problema de gozar três vezes seguidas ao mesmo tempo é que sua resistência vai lá pra cima. E claro, o corpo dela estava apertado e ardendo, mas eu nem chegava perto de gozar. Meu pau estava inchado, mas eu metia com tudo, tentando acelerar meu orgasmo.

Violeta chorava lágrimas de prazer. Eu tava fazendo ela gozar e gozar e gozar mais um pouco, mas eu tava lutando pra alcançar meu próprio prazer. Ela implorava pra mim, com a voz rouca e exausta, mas a única coisa que eu conseguia fazer era segurar ela mais forte pela cintura.
Sexo analFinalmente, depois de uns vinte minutos de luta, consegui gozar dentro dela. Os gemidos dela foram intensos, cheios de alívio mútuo, e eu continuei soltando jato atrás de jato como se tivesse litros de porra nos meus testículos.

Eram quatro da manhã quando consegui tirar ela de dentro. Nessa hora, Violeta tava dormindo ou tinha desmaiado, mas eu sentia que o corpo todo dela tinha virado um trapo.

Meu pau tava doendo. A Violeta era muito apertada, mas pelo menos consegui dormir um pouco.
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