https://www.patreon.com/posts/mi-madre-y-el-3-134900570?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_linkBom, vou continuar no dia seguinte. Minha mãe chegou com várias sacolas, imaginei que era roupa nova que ela tinha comprado. Imediatamente subiu pro quarto e guardou tudo. Depois começou a se vestir de um jeito sensual, usando saias e shorts minúsculos. Aí meu pai falou: "Como assim, você vai sair assim?" E ela respondeu: "Meu amor, é que tô mudando o estilo, já tô enjoada de só usar as blusas tradicionais. E olha, fica bom em mim, né?" (Coitado do meu pai, nem imagina que tão comendo a mulher dele, e ainda por cima é o próprio amigo.) Meu pai acabou aprovando as roupas que minha mãe usou.
Quanto ao vizinho, já tinha virado costume ele vir sempre de manhã quando meu pai não tava, enquanto eu ficava espiando eles transando. Eles transformaram minha casa no lugar perfeito pros encontros sexuais.
Minha mãe e o vizinho ficaram fodendo como nos outros dias a manhã toda, numa sexta. Dava pra ouvir os gemidos: "Ahhhhhhhh, mmmhhhhhh, ahhhhhhh, ouuuhhh". Quando finalmente terminaram, enquanto ele se vestia, minha mãe olhou o calendário e disse sorrindo: "Em três semanas meu marido tem que viajar, podemos ficar juntos um fim de semana inteiro". E ele respondeu: "Bom, uns amigos vão organizar uma viagem pro balneário de Chachimbiro, podemos ir". Minha mãe só completou: "Tá, mas e meu filho?" E o vizinho falou: "Por ele não tem problema, levo meu irmão pra vigiar enquanto você e eu estamos metendo". O vizinho insistiu: "Anda, vamos pra Chachimbiro, pra você estrear o que te comprei, gostosa". Minha mãe perguntou: "O que você comprou?" E ele respondeu: "Um biquíni bem pequeno, quero ver você com ele. E que os outros fiquem com inveja da mulher que eu tenho, principalmente que fiquem excitados vendo essas pernões que você tem". Minha mãe só ficou toda vermelha e abaixou a cabeça, sorrindo um pouco.
E assim chegou o sábado. Na minha idade, não podia recusar nada, então tive que ir com eles pra Chachimbiro. Tivemos que sair de madrugada, ainda estava escuro. Meu pai tinha ido embora desde a tarde de sexta, então não teve problema. Minha mãe tava... maravilhosa, ela tinha colocado um top branco, sem sutiã, o que fazia seus peitos grandes ficarem ainda mais em evidência, além de um colete de jeans, que combinava com uma minissaia de jeans, ambos azuis, chamando a atenção de todos e fazendo suas pernas mega deliciosas brilharem. Os dois se acomodaram no banco para poder se esfregar à vontade, minha mãe e o vizinho se roçavam com desejo. Eu pude continuar observando enquanto o vizinho masturbava minha mãe. Mais tarde, o vizinho começou a acariciar os peitos dela, depois novamente por baixo da saia, eu podia ver seus dedos percorrendo as pernas da minha mãe. Chegamos ao balneário Arco-Íris de Chachimbiro, descemos do ônibus escolar, entramos no parque aquático, o cara deu um pacote para minha mãe, dizendo: "Aí está o biquíni que quero que você coloque, gostosa. Mal posso esperar para ver você com ele". Minha mãe, corando e sorrindo, foi para os vestiários. Enquanto isso, fomos procurar um lugar para nos acomodar e deixar nossas coisas. O mais estranho é que o amigo do meu pai procurou o lugar mais afastado das piscinas e, principalmente, das pessoas. Quando finalmente encontramos, ele pegou algumas toalhas, as arrumou na grama como se fosse uma cama e disse: "Pronto, agora sim". Apertando de novo o volume na calça, exclamou: "Vamos nos divertir muito aqui". Finalmente, o momento esperado chegou. Depois de um tempo, começamos a ouvir muito barulho, assobios e cantadas pesadas. E era minha mãe saindo dos vestiários, já usando o biquíni preto que o cara comprou para ela. Ficou perfeito, especialmente porque era um micro fio-dental preto. Todo mundo ficou atônito ao ver minha mãe com aquilo, todos admiravam suas curvas, e principalmente, isso destacava ainda mais suas pernas majestosas e algo que eu não tinha notado antes, mas que agora saltava aos olhos com aquele micro fio-dental: minha mãe tinha uma bunda enorme. Minha mãe chegou, soltando o cabelo, e ainda perguntou: "Estou bem?" O vizinho, ao vê-la... contesto, ufff, você tá bem gostosa, se veem umas pernotas, mmmmmh e assim o vizinho começou a beijar a boca da minha mãe. Eu e o irmão dele nos trocamos rápido para finalmente irmos à piscina e interromper um pouco a calentura dos amantes, mas o pior foi quando minha mãezinha tentou se soltar do vizinho e vir com a gente, ele, a segurou pela cintura e disse, aonde pequena, daqui você não vai, e ela disse, mas como, não vamos para a piscina, e o vizinho disse, nem louco, eu quase não gosto de piscinas, eu não vim para nadar e minha mãe surpresa disse então, e o vizinho puxando-a bruscamente pelos braços para ele, disse, eu vim para te comer, assim ficamos combinados, olha já arrumei tudo, deixa eles irem, enquanto aqui na grama eu vou passar o dia todo te comendo. Minha mãe surpresa e triste suplicava, eu quero ir antes nadar um pouco, faz tempo que não vou, vamos para a piscina um pouco, e o vizinho já se irritando exclamou alto, que nãoooo, já disse que nãooo e ordenou ao irmão dele, já leva o menino, ah mas fica de olho para não nos interromper, enquanto estiver comendo a mãe dele. O irmão do vizinho me puxou e me levou para onde estavam as piscinas, enquanto eu via minha mãezinha continuar suplicando, por favor, por favor me deixa ir um pouquinho nadar sim, por favor, mas o irritado foi para cima dela, dizendo então para o que viemos. Chegamos na piscina, entrei e nadei, e me diverti pouco tempo depois vi que o irmão do vizinho se distraía nadando também, então aproveitei para voltar para onde tinha deixado os amantes, me surpreendi com o que vi. Minha mãe estava deitada de costas, o vizinho estava em cima dela, pela primeira vez os vi que forcejavam, ao mesmo tempo que ouvia minha mãe gemer, ahhhhhhh, mmmhhhhh, ahhhhhhh, ele a tinha totalmente dominada, mas pela primeira vez seus rostros não eram de gozo, de prazer, mas de luta, de cansaço, de desacordo, de desaprovação; ela levantava o quadril tentando se libertar, mas ele, a Ele segurava afundando os joelhos nas pernas da minha mamãe, era incrível, mas pelo esforço que faziam, já estavam ambos com gotas de suor no rosto. O pior era continuar ouvindo os gemidos da mamãe, o "ahhhhhhh, ouuuhhhhhh, mmmmmm", enquanto ele grunhia. Estavam nisso quando o irmão me surpreendeu e veio até mim, me convenceu a sair dali de novo em direção à piscina. Naquele momento não pude ver como terminavam, só fui embora ouvindo os gemidos dos dois, o "ahhhhhhh, grrrrrrr, mmmmmmmh", que se misturavam no ambiente.
Chegando na piscina, comecei a brincar com outras crianças, fiquei lá nadando e brincando um bom tempo, enquanto o irmão do vizinho ficou tentando flertar com umas garotas que conhecia. Passado já um bom tempo, vi como o irmão do vizinho largou o que estava fazendo e correu dizendo: "Vou ver pra não interromperem meu irmão, já faz tempo que não os vejo". Depois de vários minutos, o irmão voltou bastante excitado e me disse: "Vou ter que ir ver, se quiser vamos espiar". Eu perguntei: "E minha mamãe?", e ele me disse: "Está com meu irmão". Voltamos para onde estavam os amantes e, nos escondendo bem, nos preparamos para espiá-los. O vizinho tinha deitado minha mãe de costas sobre a toalha na grama, a tinha subjugado segurando seus pulsos, o vizinho em cima dela, levantou as pernas da minha mamãe sobre os ombros dele, e assim, na posição pernas ao ombro, o vizinho estava comendo minha mãe. Os pés da minha mãe balançavam no vai e vem, ao mesmo tempo que víamos como o pênis dele entrava e saía da buceta da minha mamãe, numa contorção deliciosa. Era incrível ver como o cara tinha subjugado minha mãe, me impactou ver as nádegas grandes e peludas do vizinho embaterem contra minha mãe, que recebia essas investidas totalmente entregue, com as pernas abertas, e via como seus pés descalços se mexiam em cima dos ombros do vizinho no ritmo cadencioso em que ele a penetrava; era excitante ver como o cara a possuía e arregalava os olhos. enquanto continuava a enfiá-la, de como ela mordia os lábios e de como seus gemidos expressavam um hhhmm, ooouuuhhh, ahhhh que delícia mmmhh, o vizinho estava gozando de estar entre as pernas da minha mãe e como a obrigava a se entregar sem qualquer reserva, observávamos como os quadris do vizinho balançavam esfregando seu pau quente na buceta da minha mamãe. O vizinho, sem soltar os pulsos da minha mãe, a penetrava com tudo, ele a levantou para se encravar nela ainda mais.
O vizinho enfiava na minha mãe com tanta força que parecia que a vida ia acabar de um momento para outro, ele se aproveitou do barulho que havia naquele momento no balneário e rugia a cada enfiada que dava na minha mãe, que fazia o mesmo, seus gemidos se confundiam com os do vizinho. O vizinho se firmou com força, empurrando com todo seu pau na minha mamãe; ela apertou os dentes e se agarrou nos ombros dele. O vizinho agarrou novamente minha mãe pela cintura e começou a se agitar, seus gemidos nos deixaram ainda mais excitados. O vizinho penetrava minha mãe sem piedade, enfiando seu pau, fazendo suas bolas baterem na buceta dela.
A respiração ofegante do vizinho, suas mãos robustas puxando minha mamãe para ele a cada investida; enquanto transavam, seus corpos se fundiam em um só, se revolviam de maneira ativa, exaustiva, fulminante. Minha mãe apertou com as mãos a toalha que estava debaixo deles fazendo alguns punhos, sua boca grossa se plantou no pescoço descoberto da minha mamãe, quando ela esticou o rosto para trás com os olhos fechados. Algumas pessoas no balneário estranhavam ouvir os gemidos do vizinho e da minha mãe, os quais já naquele momento não se importavam com mais nada, estavam soltos, se ouvia o ahhhhhhhhhh, mmmmmhhhhhh, ouhhhhhhh, aaahhhhhhhh, ahhhhhhhhhhh, mmmmmhhhhhhh, ahhhhhhhhh. Minha mamãe estava com o rosto para baixo em uma expressão de submissão, gemendo baixinho, mordendo os lábios. O vizinho a Agarro firme pela cintura e começou a se balançar, entrando e saindo com um ritmo cadenciado. A verdade é que eu me excitava vendo como eles transavam; minha mãe levantou os joelhos e o vizinho acomodou uma das pernas da minha mamãe sobre seu ombro para penetrá-la melhor, enquanto sorria visivelmente satisfeito. As mãos do vizinho percorriam o delicioso corpo da minha mamãe, os lábios dele roçavam os peitos dela, ouvir os gemidos dela já estava me excitando; enquanto isso, minha mãe e o vizinho continuavam transando, cada vez mais forte e cada vez mais rápido. Minha mamãe tinha uma expressão no rosto que parecia de uma dor que lhe provocava prazer.
Ela levantou o olhar e se resignou aos movimentos do vizinho, à sua maneira de empurrar o quadril contra o dela, de penetrá-la uma e outra vez. Minha mãe gemeu: "Ahhhhhh, espera... ahhhhh, por favooor... ahhhhhhhhhh, detém... ouuhhhhh". Depois, ambos se abraçaram. O vizinho, de repente, pegou minha mãe pela cintura e a levantou, ele se ajoelhou sobre a grama e fez com que minha mãe se abraçasse mais a ele, sem se desgrudar nem soltá-la. Minha mãe começou a chupar o próprio peito e o vizinho, percebendo isso, enlouqueceu de tesão; sem parar de penetrá-la com tudo, começou a mamar o outro seio da minha mãe, insistindo para que ela não parasse de fazer aquilo.
Já naquele momento, minha mãe e o vizinho estavam muito excitados, começaram a se beijar tão safadamente... "Que molhada você está", o vizinho sussurrou no ouvido da minha mãe. O polegar do vizinho tocava o clitóris da minha mãe. Minha mãe e o vizinho continuavam transando. Foi aí que o vizinho engatou a última marcha do motor e começou a dar em minha mãe até não poder mais. Minha mãe enterrou as unhas nas costas dele, se deixando atravessar. Depois de um bom tempo de investidas, o vizinho deu a última estocada e ambos explodiram. O vizinho se esvaziou em jatos, se afogando entre as pernas da minha mãe. Ambos ficaram com a respiração ofegante. O vizinho caiu sobre o peito da minha mãe, e ela começou a acariciar seu cabelo. Ele beijava os peitos da minha mãe, enquanto ela puxava ar para se recuperar; minutos depois, minha mãe e o vizinho estavam se acariciando, deixando o cansaço passar. Depois que o vizinho terminou de comer minha mãe, ele decidiu ir beber cervejas no bar com o irmão dele. Mais tarde, na volta da viagem, já dentro do ônibus escolar, o cara estava com umas cervejas, sentou de novo ao lado da minha mãe, segurando uma latinha, e dizia: "Toma, vai", mas ela, que não gostava muito de beber, respondia: "Não, não quero". Ele insistia: "Ah, como não? Toma logo". Foi assim que começou de novo: ele bebia e obrigava ela a beber também. Quando acabou aquela lata, o vizinho pegou outra, e minha mamãe dizia: "Nããão, não quero, ahhhhh, jáaaaa, não queroooo", mas ele, com mais força, continuou forçando. Ele sorria debochado, dizendo: "Abre mais a boca, toma tudinho", e minha mamãe, suplicante: "Jáaaaa, por favoooor, jáaaaa, nããão". Quando finalmente acabaram a cerveja, o vizinho continuou sorrindo e começou a dar linguadas na boca da minha mãe. Ela só olhava pra ele irritada e sussurrava: "Já me deixa", e ele, debochado, perguntava se estava gostoso e continuou tirando sarro.
Depois, o amigo do meu pai, para não serem vistos, colocou uma toalha de novo para cobrir os corpos deles. No entanto, eu só via a toalha cobrindo, mas conseguia ouvir as vozes entrecortadas: minha mamãe dizia "Nããão, por favoooor, nããão", e ele respondia "Como assim não?". O ônibus seguia seu caminho, já era noite e as luzes estavam apagadas, então enquanto alguns dormiam, outros estavam na deles. Só eu ficava atento ao que minha mãe e o vizinho faziam. Dava pra ouvir o banco rangendo, e só pelas sombras eu via os corpos deles se contorcendo. Era mais excitante imaginar o que acontecia debaixo daquela toalha, já que, com o passar do tempo, os corpos da minha mamãe e do vizinho se convulsionavam mais. Quando finalmente chegamos ao nosso destino e as luzes do ônibus foram acesas... ônibus, vi como minha mãe e o amante dela estavam encharcados de suor, arrumaram a roupa e descemos; só ela e eu, pegamos um táxi para ir para casa enquanto ele, amigo do meu pai, dizia para o irmão e os amigos dele irem comprar mais cerveja.
Quanto ao vizinho, já tinha virado costume ele vir sempre de manhã quando meu pai não tava, enquanto eu ficava espiando eles transando. Eles transformaram minha casa no lugar perfeito pros encontros sexuais.
Minha mãe e o vizinho ficaram fodendo como nos outros dias a manhã toda, numa sexta. Dava pra ouvir os gemidos: "Ahhhhhhhh, mmmhhhhhh, ahhhhhhh, ouuuhhh". Quando finalmente terminaram, enquanto ele se vestia, minha mãe olhou o calendário e disse sorrindo: "Em três semanas meu marido tem que viajar, podemos ficar juntos um fim de semana inteiro". E ele respondeu: "Bom, uns amigos vão organizar uma viagem pro balneário de Chachimbiro, podemos ir". Minha mãe só completou: "Tá, mas e meu filho?" E o vizinho falou: "Por ele não tem problema, levo meu irmão pra vigiar enquanto você e eu estamos metendo". O vizinho insistiu: "Anda, vamos pra Chachimbiro, pra você estrear o que te comprei, gostosa". Minha mãe perguntou: "O que você comprou?" E ele respondeu: "Um biquíni bem pequeno, quero ver você com ele. E que os outros fiquem com inveja da mulher que eu tenho, principalmente que fiquem excitados vendo essas pernões que você tem". Minha mãe só ficou toda vermelha e abaixou a cabeça, sorrindo um pouco.
E assim chegou o sábado. Na minha idade, não podia recusar nada, então tive que ir com eles pra Chachimbiro. Tivemos que sair de madrugada, ainda estava escuro. Meu pai tinha ido embora desde a tarde de sexta, então não teve problema. Minha mãe tava... maravilhosa, ela tinha colocado um top branco, sem sutiã, o que fazia seus peitos grandes ficarem ainda mais em evidência, além de um colete de jeans, que combinava com uma minissaia de jeans, ambos azuis, chamando a atenção de todos e fazendo suas pernas mega deliciosas brilharem. Os dois se acomodaram no banco para poder se esfregar à vontade, minha mãe e o vizinho se roçavam com desejo. Eu pude continuar observando enquanto o vizinho masturbava minha mãe. Mais tarde, o vizinho começou a acariciar os peitos dela, depois novamente por baixo da saia, eu podia ver seus dedos percorrendo as pernas da minha mãe. Chegamos ao balneário Arco-Íris de Chachimbiro, descemos do ônibus escolar, entramos no parque aquático, o cara deu um pacote para minha mãe, dizendo: "Aí está o biquíni que quero que você coloque, gostosa. Mal posso esperar para ver você com ele". Minha mãe, corando e sorrindo, foi para os vestiários. Enquanto isso, fomos procurar um lugar para nos acomodar e deixar nossas coisas. O mais estranho é que o amigo do meu pai procurou o lugar mais afastado das piscinas e, principalmente, das pessoas. Quando finalmente encontramos, ele pegou algumas toalhas, as arrumou na grama como se fosse uma cama e disse: "Pronto, agora sim". Apertando de novo o volume na calça, exclamou: "Vamos nos divertir muito aqui". Finalmente, o momento esperado chegou. Depois de um tempo, começamos a ouvir muito barulho, assobios e cantadas pesadas. E era minha mãe saindo dos vestiários, já usando o biquíni preto que o cara comprou para ela. Ficou perfeito, especialmente porque era um micro fio-dental preto. Todo mundo ficou atônito ao ver minha mãe com aquilo, todos admiravam suas curvas, e principalmente, isso destacava ainda mais suas pernas majestosas e algo que eu não tinha notado antes, mas que agora saltava aos olhos com aquele micro fio-dental: minha mãe tinha uma bunda enorme. Minha mãe chegou, soltando o cabelo, e ainda perguntou: "Estou bem?" O vizinho, ao vê-la... contesto, ufff, você tá bem gostosa, se veem umas pernotas, mmmmmh e assim o vizinho começou a beijar a boca da minha mãe. Eu e o irmão dele nos trocamos rápido para finalmente irmos à piscina e interromper um pouco a calentura dos amantes, mas o pior foi quando minha mãezinha tentou se soltar do vizinho e vir com a gente, ele, a segurou pela cintura e disse, aonde pequena, daqui você não vai, e ela disse, mas como, não vamos para a piscina, e o vizinho disse, nem louco, eu quase não gosto de piscinas, eu não vim para nadar e minha mãe surpresa disse então, e o vizinho puxando-a bruscamente pelos braços para ele, disse, eu vim para te comer, assim ficamos combinados, olha já arrumei tudo, deixa eles irem, enquanto aqui na grama eu vou passar o dia todo te comendo. Minha mãe surpresa e triste suplicava, eu quero ir antes nadar um pouco, faz tempo que não vou, vamos para a piscina um pouco, e o vizinho já se irritando exclamou alto, que nãoooo, já disse que nãooo e ordenou ao irmão dele, já leva o menino, ah mas fica de olho para não nos interromper, enquanto estiver comendo a mãe dele. O irmão do vizinho me puxou e me levou para onde estavam as piscinas, enquanto eu via minha mãezinha continuar suplicando, por favor, por favor me deixa ir um pouquinho nadar sim, por favor, mas o irritado foi para cima dela, dizendo então para o que viemos. Chegamos na piscina, entrei e nadei, e me diverti pouco tempo depois vi que o irmão do vizinho se distraía nadando também, então aproveitei para voltar para onde tinha deixado os amantes, me surpreendi com o que vi. Minha mãe estava deitada de costas, o vizinho estava em cima dela, pela primeira vez os vi que forcejavam, ao mesmo tempo que ouvia minha mãe gemer, ahhhhhhh, mmmhhhhh, ahhhhhhh, ele a tinha totalmente dominada, mas pela primeira vez seus rostros não eram de gozo, de prazer, mas de luta, de cansaço, de desacordo, de desaprovação; ela levantava o quadril tentando se libertar, mas ele, a Ele segurava afundando os joelhos nas pernas da minha mamãe, era incrível, mas pelo esforço que faziam, já estavam ambos com gotas de suor no rosto. O pior era continuar ouvindo os gemidos da mamãe, o "ahhhhhhh, ouuuhhhhhh, mmmmmm", enquanto ele grunhia. Estavam nisso quando o irmão me surpreendeu e veio até mim, me convenceu a sair dali de novo em direção à piscina. Naquele momento não pude ver como terminavam, só fui embora ouvindo os gemidos dos dois, o "ahhhhhhh, grrrrrrr, mmmmmmmh", que se misturavam no ambiente.
Chegando na piscina, comecei a brincar com outras crianças, fiquei lá nadando e brincando um bom tempo, enquanto o irmão do vizinho ficou tentando flertar com umas garotas que conhecia. Passado já um bom tempo, vi como o irmão do vizinho largou o que estava fazendo e correu dizendo: "Vou ver pra não interromperem meu irmão, já faz tempo que não os vejo". Depois de vários minutos, o irmão voltou bastante excitado e me disse: "Vou ter que ir ver, se quiser vamos espiar". Eu perguntei: "E minha mamãe?", e ele me disse: "Está com meu irmão". Voltamos para onde estavam os amantes e, nos escondendo bem, nos preparamos para espiá-los. O vizinho tinha deitado minha mãe de costas sobre a toalha na grama, a tinha subjugado segurando seus pulsos, o vizinho em cima dela, levantou as pernas da minha mamãe sobre os ombros dele, e assim, na posição pernas ao ombro, o vizinho estava comendo minha mãe. Os pés da minha mãe balançavam no vai e vem, ao mesmo tempo que víamos como o pênis dele entrava e saía da buceta da minha mamãe, numa contorção deliciosa. Era incrível ver como o cara tinha subjugado minha mãe, me impactou ver as nádegas grandes e peludas do vizinho embaterem contra minha mãe, que recebia essas investidas totalmente entregue, com as pernas abertas, e via como seus pés descalços se mexiam em cima dos ombros do vizinho no ritmo cadencioso em que ele a penetrava; era excitante ver como o cara a possuía e arregalava os olhos. enquanto continuava a enfiá-la, de como ela mordia os lábios e de como seus gemidos expressavam um hhhmm, ooouuuhhh, ahhhh que delícia mmmhh, o vizinho estava gozando de estar entre as pernas da minha mãe e como a obrigava a se entregar sem qualquer reserva, observávamos como os quadris do vizinho balançavam esfregando seu pau quente na buceta da minha mamãe. O vizinho, sem soltar os pulsos da minha mãe, a penetrava com tudo, ele a levantou para se encravar nela ainda mais.
O vizinho enfiava na minha mãe com tanta força que parecia que a vida ia acabar de um momento para outro, ele se aproveitou do barulho que havia naquele momento no balneário e rugia a cada enfiada que dava na minha mãe, que fazia o mesmo, seus gemidos se confundiam com os do vizinho. O vizinho se firmou com força, empurrando com todo seu pau na minha mamãe; ela apertou os dentes e se agarrou nos ombros dele. O vizinho agarrou novamente minha mãe pela cintura e começou a se agitar, seus gemidos nos deixaram ainda mais excitados. O vizinho penetrava minha mãe sem piedade, enfiando seu pau, fazendo suas bolas baterem na buceta dela.
A respiração ofegante do vizinho, suas mãos robustas puxando minha mamãe para ele a cada investida; enquanto transavam, seus corpos se fundiam em um só, se revolviam de maneira ativa, exaustiva, fulminante. Minha mãe apertou com as mãos a toalha que estava debaixo deles fazendo alguns punhos, sua boca grossa se plantou no pescoço descoberto da minha mamãe, quando ela esticou o rosto para trás com os olhos fechados. Algumas pessoas no balneário estranhavam ouvir os gemidos do vizinho e da minha mãe, os quais já naquele momento não se importavam com mais nada, estavam soltos, se ouvia o ahhhhhhhhhh, mmmmmhhhhhh, ouhhhhhhh, aaahhhhhhhh, ahhhhhhhhhhh, mmmmmhhhhhhh, ahhhhhhhhh. Minha mamãe estava com o rosto para baixo em uma expressão de submissão, gemendo baixinho, mordendo os lábios. O vizinho a Agarro firme pela cintura e começou a se balançar, entrando e saindo com um ritmo cadenciado. A verdade é que eu me excitava vendo como eles transavam; minha mãe levantou os joelhos e o vizinho acomodou uma das pernas da minha mamãe sobre seu ombro para penetrá-la melhor, enquanto sorria visivelmente satisfeito. As mãos do vizinho percorriam o delicioso corpo da minha mamãe, os lábios dele roçavam os peitos dela, ouvir os gemidos dela já estava me excitando; enquanto isso, minha mãe e o vizinho continuavam transando, cada vez mais forte e cada vez mais rápido. Minha mamãe tinha uma expressão no rosto que parecia de uma dor que lhe provocava prazer.
Ela levantou o olhar e se resignou aos movimentos do vizinho, à sua maneira de empurrar o quadril contra o dela, de penetrá-la uma e outra vez. Minha mãe gemeu: "Ahhhhhh, espera... ahhhhh, por favooor... ahhhhhhhhhh, detém... ouuhhhhh". Depois, ambos se abraçaram. O vizinho, de repente, pegou minha mãe pela cintura e a levantou, ele se ajoelhou sobre a grama e fez com que minha mãe se abraçasse mais a ele, sem se desgrudar nem soltá-la. Minha mãe começou a chupar o próprio peito e o vizinho, percebendo isso, enlouqueceu de tesão; sem parar de penetrá-la com tudo, começou a mamar o outro seio da minha mãe, insistindo para que ela não parasse de fazer aquilo.
Já naquele momento, minha mãe e o vizinho estavam muito excitados, começaram a se beijar tão safadamente... "Que molhada você está", o vizinho sussurrou no ouvido da minha mãe. O polegar do vizinho tocava o clitóris da minha mãe. Minha mãe e o vizinho continuavam transando. Foi aí que o vizinho engatou a última marcha do motor e começou a dar em minha mãe até não poder mais. Minha mãe enterrou as unhas nas costas dele, se deixando atravessar. Depois de um bom tempo de investidas, o vizinho deu a última estocada e ambos explodiram. O vizinho se esvaziou em jatos, se afogando entre as pernas da minha mãe. Ambos ficaram com a respiração ofegante. O vizinho caiu sobre o peito da minha mãe, e ela começou a acariciar seu cabelo. Ele beijava os peitos da minha mãe, enquanto ela puxava ar para se recuperar; minutos depois, minha mãe e o vizinho estavam se acariciando, deixando o cansaço passar. Depois que o vizinho terminou de comer minha mãe, ele decidiu ir beber cervejas no bar com o irmão dele. Mais tarde, na volta da viagem, já dentro do ônibus escolar, o cara estava com umas cervejas, sentou de novo ao lado da minha mãe, segurando uma latinha, e dizia: "Toma, vai", mas ela, que não gostava muito de beber, respondia: "Não, não quero". Ele insistia: "Ah, como não? Toma logo". Foi assim que começou de novo: ele bebia e obrigava ela a beber também. Quando acabou aquela lata, o vizinho pegou outra, e minha mamãe dizia: "Nããão, não quero, ahhhhh, jáaaaa, não queroooo", mas ele, com mais força, continuou forçando. Ele sorria debochado, dizendo: "Abre mais a boca, toma tudinho", e minha mamãe, suplicante: "Jáaaaa, por favoooor, jáaaaa, nããão". Quando finalmente acabaram a cerveja, o vizinho continuou sorrindo e começou a dar linguadas na boca da minha mãe. Ela só olhava pra ele irritada e sussurrava: "Já me deixa", e ele, debochado, perguntava se estava gostoso e continuou tirando sarro.
Depois, o amigo do meu pai, para não serem vistos, colocou uma toalha de novo para cobrir os corpos deles. No entanto, eu só via a toalha cobrindo, mas conseguia ouvir as vozes entrecortadas: minha mamãe dizia "Nããão, por favoooor, nããão", e ele respondia "Como assim não?". O ônibus seguia seu caminho, já era noite e as luzes estavam apagadas, então enquanto alguns dormiam, outros estavam na deles. Só eu ficava atento ao que minha mãe e o vizinho faziam. Dava pra ouvir o banco rangendo, e só pelas sombras eu via os corpos deles se contorcendo. Era mais excitante imaginar o que acontecia debaixo daquela toalha, já que, com o passar do tempo, os corpos da minha mamãe e do vizinho se convulsionavam mais. Quando finalmente chegamos ao nosso destino e as luzes do ônibus foram acesas... ônibus, vi como minha mãe e o amante dela estavam encharcados de suor, arrumaram a roupa e descemos; só ela e eu, pegamos um táxi para ir para casa enquanto ele, amigo do meu pai, dizia para o irmão e os amigos dele irem comprar mais cerveja.
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