Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net. Quero agradecer a todo mundo pela boa vibe de sempre.
Pra todos meus novos seguidores, sejam bem-vindos.
Como sempre, peço pra continuarmos melhorando e ver os assuntos que vocês curtem.
Sem mais enrolação, vou deixar vocês com essa história que não tem desperdício.Olá a todos.
Agradeço ao meu amigo Maury por me ajudar a contar minha história, que se chamaria:
O doce namorado da minha mãe.
Meu nome é Andrea e tenho 27 anos.
Sou loira de olhos cor de mel, tenho 1,70m, com peitões lindos e uma raba boa.
Me cuido muito, mas também é genética boa.
Sou de Entre Ríos. Aqui vai uma foto pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Minha história começa há 10 anos atrás. Depois da separação dos meus pais.
5 anos depois e com uma grande dor no peito.
Minha mãe conheceu um homem e com o tempo eles formaram um casal.
Daniel era um homem de 47 anos, 3 a mais que minha mãe.
Quando o conheci, gostei muito dele.
Um homem muito atraente apesar da idade.
Era alto, o corpo era forte, de costas largas e bem definido.
Foi a primeira vez que vi um cara tão musculoso.
Aos poucos fui conhecendo ele melhor e cada vez gostava mais.
Era trabalhador, tinha filhos mais velhos que eu, que amava, e era muito atencioso com eles.
Mas também era comigo, sabendo que meu pai, quando se separou da minha mãe, também se separou de mim.
Eu era grata pelo jeito doce e carinhoso que ele tinha comigo.
Já tinha esquecido como era ser filha.
O tempo foi passando e cada vez mais eu me sentia mais próxima dele.
Ele falava comigo e me aconselhava sempre com respeito.
Até me ajudava com as tarefas.
Me sentia super à vontade com ele, podia falar sobre qualquer assunto e ele sempre tinha resposta pra tudo. Isso era bom pra mim e, como ele sempre cuidou de mim, ele me conhecia como ninguém e até me atrevi a falar coisas que jamais imaginei falar com um adulto.
O tema sexo era o grande assunto.
Meu namorado e eu passamos dos beijos e carícias pra pensar em transar.
A vontade não faltava, mas como os dois tinham zero experiência. Não ter lugar pra isso complicava.
Um dia comentei com ele o que a gente tava passando.
Ele me levou pra tomar um sorvete.
Como um bom pai. Ele foi quem falou comigo sem vergonha e com seriedade.
Disse que era algo natural na nossa idade.
Direto e sem rodeios, explicou todas as minhas dúvidas e medos, me explicou tudo de bom e de ruim.
Disse pra eu tomar a decisão quando tivesse certeza, que não me apressasse e que tudo ia ficar bem.
Ele tirou da bolsa uma caixa de camisinha e me explicou com os desenhos como colocar a camisinha e o quanto era importante usar. Pra não ter problemas e no dia que eu quisesse aproveitar sem medo, era a única coisa. Tinha que pensar e levar sempre comigo.
Depois fechou a caixa e me deu de presente.
Mas antes de me entregar, ela disse:
Sexo é gostoso e prazeroso, mas sempre com camisinha.
Se cuida e cuida dele.
O dia que eu debutou foi na minha casa.
Depois de muita enrolação e vendo pornô.
O dia chegou numa tarde normal, meu namorado veio estudar aqui em casa.
Dani percebeu que a gente tava procurando privacidade e que já estávamos prontos.
Ela deu um jeito, levando minha mãe e deixando a gente sozinho por umas horas.
Com a desculpa de comprar umas ferramentas.
Transei com meu namorado pela primeira vez.
Foi gostoso e prazeroso, mesmo que rápido. Mas com o tempo foi melhorando e eu curtia mais.
Sem ele falar nada ou talvez percebesse minha vontade, sempre distraía a mamãe enquanto eu transava com meu namorado.
Como ele me disse, o sexo era maravilhoso, e depois de experimentar, entendi eles também.
Eles eram muito ativos sexualmente. Aproveitavam o sexo sempre que podiam.
Ao ouvir, claro, me dava vontade de ter meu namorado comigo.
Assim como ele se fazia de distraído, eu tinha que fazer o mesmo quando ele estava com vontade.
Eu me trancava no meu quarto com música enquanto ele comia a minha mãe.
Esse era o nosso trato.
Embora não fosse justo, já que ele comia ela duas ou três vezes por dia.
E eu só uma vez de vez em quando e por pouquinho tempo.
Quem poderia culpá-los, já que os dois eram muito gostosos e tinham corpos lindos. Corpos maduros, mas muito sexys.
Com seus gestos corporais, não precisavam dizer nada. Ao vê-los se beijando e se tocando, eu ia embora pra deixar eles aproveitarem o momento.
E nem se fala à noite: o barulho da cama, os gemidos da mamãe sendo fodida como uma puta.
Dava pra ouvir tudo como se estivessem no meu quarto.
Mamãe curtia e gozava bem alto.
Enquanto eles transavam, eu ficava louca de tesão. Nessas horas, como eu queria ter meu namorado comigo pra aliviar a putaria que eles me causavam.
Eles trepavam e eu me aliviava me tocando e me esfregando na minha cama.
Invejava a vida sexual dela. Mas ficava feliz pelos pais que eu tinha, eles se amavam e a mamãe era feliz, assim como eu era com meu namorado.
Ele conquistou um lugar na minha vida que nem meu pai biológico conseguiu ter.
Era aquele pilar que me faltava.
Estava em tudo e me fazia feliz.
Quando eu estava doente, ele ficava do meu lado.
Com febre ou alguma dor, ele sempre me abraçava e eu dormia nos braços dele.
Recebendo seus carinhos.
Tudo passava quando ele cuidava de mim.
Ainda hoje ele estava preocupado comigo. Disse a ele que nunca mudasse comigo.
Que fazia tempo que não me sentia tão protegida e mimada.
Agradecia ele por ser aquele pai que sempre quis ter.
Ele me agradecia por ser tão carinhosa com ele.
Que estaria sempre ali pra mim.
Os gestos dele eram muito paternais e de repente não soube como lidar com isso.
Algo estava acontecendo comigo por causa dele.
Sempre que dividíamos a mesa, eu colocava minhas pernas sobre as dele e curtia suas carícias.
Percebi que os gestos tão ternos que ele fazia, sem maldade nenhuma, me faziam sentir estranha.
Coisas de garota mimada por um homem mais velho.
Me esquentavam de um jeito que eu nunca imaginei.
Ele me tratava com doçura e eu recebia tudo com tesão.
Aqueles beijos e abraços quando ele chegava do trabalho, enquanto me perguntava como eu estava e como tinha sido meu dia, me deixavam louca.
Eu aproveitei os traumas de ser uma filha abandonada, pra meu próprio benefício e pra provocar mais a atenção dele, seus carinhos e mimos. Amava os carinhos dele com aquelas mãos enormes, ásperas e duras de trabalhador, por todo o meu corpo.
Eu brincava de seduzir ele, e ele, o pai atento. Claro que me sentia culpada por isso, por me aproveitar da boa vontade dele e por fantasiar com o namorado da minha mãe.
Não vou mentir com tanto love, muitas vezes enquanto transava com meu namorado, fantasiava que tava fazendo com ele.
Fechava os olhos e imaginava o Dani me comendo. Ficava pensando como seria se eu pudesse ser igual à minha mãe e se dava pra me ouvir gemer que nem uma louca igual ela.
Era só uma fantasia que me esquentava pra caralho e me fazia gozar só de pensar.
Mas ao mesmo tempo me fazia sentir mal.
Numa manhã, enquanto minha mãe foi com minha tia fazer compras,
preparei o café da manhã e resolvi ver se o Dani queria comer comigo, pra não ficar sozinha.
Cheguei no quarto e, ao ouvir ele cantando um tango, espiei sem fazer barulho.
Enquanto cantava, ele se enxugava, tinha acabado de sair do banho.
Fiquei parada na porta, olhando pra ele, pasma.
Ele tava de costas, com o corpo bronzeado, os braços enormes e musculosos, igual as costas.
Olhei ele de cima a baixo.
Mas meus olhos grudaram quando ele se abaixou pra pegar a calça.
Entre as pernas dele, balançava um pau enorme.
Fiquei chocada com o tamanho, e ele nem tava duro.
Ele se virou e me viu.
Quase morreu de susto, e eu fiquei paralisada, igual foto.
Sem parar de olhar pra pica dele, que mesmo mole era o dobro do tamanho e grossura da do meu namorado duro. Como não admirar uma beleza dessas.
Ele se cobriu enquanto eu não sabia onde me enfiar.
Assustado, ele me perguntou: "É sério isso?"
Dani: Quase me mata de um infarto. Você é louca, o que tá fazendo aqui?
Pensei que tinha ido com sua mãe e sua tia.
Andrea: Não... não quis ir, sabe que compras me entediam.
Desculpa, Dani, queria saber se você já tomou café?
Tô fazendo café com torradas.
Mas a verdade é que tô com vontade de banana. hahaha.
Dani: Não fala besteira, garota, o que cê tá dizendo?
Melhor descer que já vou...
Para de me olhar assim, quer?
Rindo do que falei, fui pra cozinha.
Mas como eu queria que ele me desse a banana dele.
Vendo a reação dele, sabia que não teria chance.
Na cozinha, os dois, ele quis me ajudar, mas falei pra ele sentar que eu dava conta sozinha.
Ver ele pelado e aquela ferramenta monstruosa me deixou com tesão.
Minha cabeça começou a fantasiar.
Sei que ele me via como filha, mas minha perversão queria mais e comecei um jogo perigoso pra ver no que dava.
Queria chamar a atenção dele ou pelo menos brincar com essa fantasia.
Tava com uma regata decotada sem sutiã, que quando eu me abaixava ele via até meus mamilos.
Isso deixava ele desconfortável, dava pra ver ele lutando pra não olhar pra minhas tetas.
Mas parecia que ele não conseguia.
Minhas insinuações ficavam cada vez mais óbvias, mostrando meus peitos.
Ele tava desconfortável, percebeu o que eu tava fazendo.
Ele tentava não me olhar, mas eu insistia pra ele fazer isso. Inventava qualquer desculpa pra chegar perto dele.
Não ligava de ser óbvia, esse jogo me excitava mais do que a ele.
Fui mais longe e me abaixei várias vezes de propósito, e percebia como ele olhava pra minha bunda.
Adorava provocar ele e ver como me encarava.
Me abaixando ou arrumando a roupa.
Enquanto tomamos café da manhã juntos, entre uma brincadeira e outra.Dani: Consegue ficar quieta? Tá me deixando louco, gata.
Por favor, nem uma palavra pra sua mãe sobre o que você viu.
Tá estranha, o que que foi?
Andrea: Não, pai... não vou falar nada, fica tranquilo...
Até que foi minha culpa entrar no teu quarto sem bater, né?
Mas não me pede pra não ficar inquieta com o que eu vi... hahaha
Por isso que a mamãe grita tanto, hahaha.
Dani: Pelo amor, gata, que isso que cê tá falando...
Vamos mudar de assunto, sua mãe e sua tia já chegaram.
Esquece o que você viu.
Elas acabaram de chegar, mamãe e minha tia.
Mas meu jogo não parou.
Como toda garota mimada que eu era, o jogo só terminaria quando eu quisesse.
No meio das sacolas de compras, encontrei umas bananas.
Era minha chance e falei assim:
Andrea: Hmm... bananas, tava com uma vontade...
Olha, Dani, mamãe leu minha mente.
Com a vontade que eu te falei que tava...
Posso, mamãe?...
Mamãe disse que sim, enquanto Dani ficou vermelho.
Enquanto mamãe e a tia não olhavam, arrumando as compras.
Eu lambia e chupava a banana.
Meus gestos com aquela banana eram mais que evidentes. Ele não sabia onde se meter e fazia caretas tentando que eu parasse.
Me repreender sem que ninguém percebesse.
Desconfortável ao ver o que eu fazia. Fazia caras e bocas.
Mas eu não dava importância, jogando meu jogo.
Ele tirou a banana da minha mão e me disse:
Dani: Não se brinca com a comida, para com isso, por favor.
Você é louca?
Não sei o que deu em você hoje, mas chega.
Andrea: Só estou brincando, Dani...
Por que você está agindo assim?
Dani: Não gosto disso.
Sou seu pai e acho melhor você parar com isso.
Depois a gente conversa.
Sem dizer mais nada, ele foi embora, sem falar nada.
Eu fiquei surpresa.
A tarde inteira ele me ignorou.
Mas à noite, quando estávamos sozinhos, conversamos.
Ele pegou minha mão e disse assim:
Dani: Sabe que te amo como se fosse minha filha. Mas seu comportamento hoje não foi legal.
Brincar do jeito que você fez é errado.
Amo sua mãe e a família que construímos.
Agora que sabe disso, me diz o que está acontecendo com você?
Andrea: Eu também te amo e gosto de te ver feliz, e a mamãe também.
Sei que me comportei mal, desculpa...
Fiz sem pensar, foi por causa daquela tesão de garota que, ao te ver pelado, me provocou.
Por isso agi assim, me perdoa.
Dani: Te entendo, mas não é certo você fazer isso.
Você tem seu namorado, e o que pensou é uma loucura.
Isso fica entre a gente, ok?
Ele me deu um beijo na testa e foi embora.
Eu entendi e fiquei feliz que ele não tivesse ficado bravo.
Mas ao mesmo tempo, me deu uma raiva e uma tristeza por ter sido rejeitada.
Sei lá, um monte de coisa passava na minha cabeça.
Os dias foram passando, eu tentando me comportar direito e só ter olhos e sexo pro meu namorado.
Mas sem querer, toda vez que via meu pai me olhando, meu corpo reagia e eu começava a seduzi-lo.
Me deixando ser vista por ele do jeito que eu queria que me visse.
Não como uma garota, mas como uma mulher.
Não ligava se a mamãe estava em casa, toda oportunidade que tinha, eu aproveitava.
Embora ele já não fosse mais o mesmo, e até tentasse não ser tão carinhoso.
Eu precisava do afeto dele e ia atrás.
Não usava sutiã porque não gostava, mas ao mesmo tempo gostava porque ele podia ver mais.
Minhas saias cada vez mais curtas pra que, só de me abaixar um pouco, ele já veja minha bunda. Fazia isso sempre que tava longe da mãe e debaixo do olhar dele.
Minha provocação tava cada vez mais na cara.
Ele já não sabia mais o que fazer pra me evitar, mas não conseguia.
Eram só joguinhos de sedução que eu fazia. Ele foi se acostumando e passou a gostar de ver o que eu oferecia.
Mas nunca passava daquilo.
Uma tarde, quando cheguei da escola, minha mãe me disse:
Mãe: Chegou na hora certa, amor. Vai se trocar que a gente vai pra casa dos avós.
Seu pai tá doente e eu preciso ir cuidar dele.
Já mandei mensagem pro Dani, depois ele vem te buscar.
Andrea: Mãe, não posso ir com a senhora.
Amanhã tenho prova e preciso ir pro colégio, sim ou sim.
Além disso, tenho que estudar.
Essa era minha desculpa perfeita, e ela acreditou.
Ela se despediu, pegou a bolsa e foi embora.
Duas horas depois, o Dani chegou do trabalho e se surpreendeu ao me ver.
Dani: Oi, o que houve? Vocês ainda não foram?
Andrea: Já, mãe já foi.
Eu fiquei porque amanhã tenho prova e preciso estudar.
Não posso faltar.
Dani: Ok... bom, vai se trocar e senta pra estudar.
Se comporta, tá?
Enquanto isso, vou preparar um mate.
Andrea: Claro, sempre me comporto.
Kkkkk.
Fui pro meu quarto e coloquei a saia mais curta que eu tinha.
Podia brincar de seduzir ele sem medo da minha mãe descobrir.
Cheguei na sala e ele tava com o mate, vendo TV.
Quando me viu, os olhos dele largaram a TV pra ver o quanto minha saia era curta, mal cobrindo minha bunda.
Tirei os cadernos da mochila.
De costas pra ele, comecei a estudar.
Ele sentado no sofá, tomando mate, e eu ajoelhada na cadeira, quase deitada sobre os cadernos, levantando a raba pra ele ver tudo o que quisesse.
Dani: Filha, pelo amor, dá pra sentar direito?
Daqui dá pra ver tudo, né?
Já falamos sobre esses joguinhos.
Andrea: Qual é, você pediu pra eu me trocar, não pediu?
Não tô jogando, só estudando, pai...
Você pediu pra eu me comportar, não pediu?
Dani: Para, sério, chega.
Não seja atrevida.
Andrea: Atrevida por quê?
Se você não gosta e eu não tô fazendo nada de errado.
Atrevida seria se eu fizesse isso...
Como eu tava na cadeira sem olhar pra ele, levantei minha saia, deixando minha buceta toda à mostra. e com minha fio dental bem enfiada na bunda.
Ele ficou bravo, pegou o mate e foi pra cozinha. Vendo ele irritado, eu segui ele enquanto ele me dizia:
Dani: Você é sem noção, não pode fazer isso.
Não acredito nessa puta, cara.
Pensei que você tinha entendido o que a gente conversou.
O que você pensa que eu sou?
Andrea: Não fica bravo, papai... Para...
Tava só brincando... Não fica bravo... Vai...
A gente discutia enquanto ia pra cozinha.
Ele largou as coisas na mesa enquanto a briga continuava.
Furioso, ele se virou e mandou eu voltar pra sala e deixar ele quieto.
Andrea: Vai, não fica bravo, foi só uma brincadeira.
Vai... Tá? Eu paro, se quiser?
Ficando de frente um pro outro.
Dani: Para com isso, isso não pode mais acontecer.
Ele me abraçou com carinho, tentando não brigar mais.
Eu abracei ele forte, pedindo desculpas.
Ele me calava e a gente ficou assim.
Ficamos abraçados, sem falar nada.
Meus olhos se encheram de lágrimas e eu pedi desculpas.
Ele secou minhas lágrimas e me beijou na bochecha.
A gente já quase soltava o abraço e se olhou nos olhos, como se fosse acabar ali.
Passei a mão no rosto dele, sentindo a maciez da barba.
Dei um beijinho tímido.
Ele fechou os olhos e eu dei mais uns beijinhos.
Da ternura, a gente passou pra paixão.
A gente se beijou e ele se deixou levar.
A língua dele invadia minha boca, deixando o gosto do mate.
Meus abraços viraram carícias.
Enquanto ele fazia o mesmo nas minhas costas e na minha bunda.
Suas mãos ásperas me acariciavam com suavidade enquanto me beijava. Sua maturidade voltou e, com a mesma ternura de sempre, me afastou dele.
Voltei pra sala sem dizer nada.
E ele se sentou na poltrona.
Eu o segui sem saber o que fazer.
Me ajoelhei aos pés dele e, enquanto acariciava suas pernas, via a cara de frustração dele.
Andrea: Não se sinta mal, tá?
Pensa como eu, que é só um jogo, certo?
Dani: Que fácil que é pra você, lindo jogo.
Quer brincar de papai e mamãe ou de médico?
Ou de filhinha mimada?
Andrea: Não, do que a gente é.
Mas agora que pensei, a filhinha mimada e o papai birrento, hahaha.
Vamos, quero ver, vamos brincar, sim?
Só quero ver seu pau.
Quando eu vi ele, fiquei louca...
Dani: Ok, vamos brincar. Mas se comporta, hein?
Vamos ver o que tenho pra você???
Eu, aos pés dele, estava louca esperando meu papai desembainhar sua arma secreta.
Ele soltou o cinto e abriu a braguilha, enquanto eu mal me aguentava de ansiedade.
Por favor, tiro ela pra fora. Ali estava a razão da minha loucura e tesão. Não me enganei, semi ereta era maior e mais grossa que a do meu namorado.
Na minha frente, aquela pica madura perfeita pra mim.
Andrea: Uau, papai, sua pica é enorme...
Uau... Por isso que a mamãe grita tanto...
Posso tocar?
Dani: Vai se animar?
Então, queria brincar, vai fundo.
Minhas mãos começaram a acariciar a pele macia dela.
Comecei a brincar com o prepúcio, subindo e descendo.
As bolas dele eram grandes e macias ao toque.
Não tinha pelos, algo que eu não gostava no meu namorado.
Sem pedir permissão e pra não ficar na vontade, comecei a lamber aquela banana de carne gostosa.
Seus primeiros gemidos acompanhavam o vai e vem da minha língua. Enquanto minha língua saboreava o gosto da sua pica enorme. Molhada com minha saliva.
Ele foi se despindo até ficar pelado na minha frente.
Comecei a chupar ele e era um prazer pra minha boca receber aquele cano enorme.
Com o rosto com uma expressão madura, ele me olhava enquanto eu mamava na pica dele.
Eu olhava pra ele, vendo ele aproveitar.
Mas também via o corpo lindo e musculoso dele.
O pau dele só cabia na minha boca. Mas eu chupava com gosto e muito prazer.
Ele acariciava meu rosto e meu cabelo enquanto mexia o corpo, me guiando pra chupar no ritmo dele.
O pauzão dele tava durasso e parecia cada vez maior e mais grosso.
Ele foi me despindo enquanto beijava meu corpo inteiro.
Meu namorado nunca me beijou tanto assim.
Eu tava nas nuvens, curtindo a ternura dele e o jeito que ele pegava em cada parte do meu corpo.
Os beijos dele me deixaram completamente louca, queria mais e mais. Ele tá decidido a me aproveitar, e eu a ele — meu corpo reagia como nunca imaginei.
Já nua e entregue de vez pra ele, meu coração batia igual um tambor.
Ele parou de beijar meus lábios e foi pro meu pescoço, descendo devagar até meus peitos.
Foi uma experiência muito hot, como nunca senti antes.
Ele as beijou, lambeu e mordeu de leve, me fazendo delirar de prazer. Ele sentia meus gemidos e me olhava aproveitando.
Sentia a língua dele brincando e os lábios gostosos, as mãos enormes que eu tanto adorava apertando devagar meus peitos quentes.
Depois foi descendo, beijando meu corpo com beijos e a língua.
Foi devagar, bem devagar, sem pressa. Enquanto meu corpo reagia a cada estímulo e eu virava um coro de gemidos.
Quando chegou na minha buceta, ele recolheu todo o perfume da minha pélvis.
Dava pra sentir o nariz dele me cutucando.
Ao sentir a mão dele acariciando minha buceta, sabia que algo estava sendo tramado.
Senti o hálito quente dele na minha xota encharcada.
A língua dele percorreu toda a minha buceta de baixo pra cima, e a língua brincou com meu clitóris.
Andrea: Aí, buceta... tô muito molhada....
Mmm.... não seja porco, isso não se faz.....
Ai... Mmmm... uf....
Dani: Mmmm.... Neném, tua buceta é uma delícia.....
Claro que isso se aproveita...
Teu sabor é delicioso e tua buceta peladinha me encanta....
Mmmm.... teu namorado deve chupar muito isso..... Mmmm...
Andrea: Não, buceta.... ufs.... ai.....
Ele nunca chupou e você não devia.... tô quase gozan......
Ha.... Ah... Ha......
Deus.... Não.... Não.... Para....
Tive um orgasmo como nunca tinha sentido antes. Ele chupava minha buceta e a língua dele entrava cada vez mais fundo.
Não parava de me chupar e me comer com a língua, e depois o dedo enorme dele me fodiu sem parar.
Tive outro orgasmo e já tava pedindo pica igual uma puta.
Andrea: Ai.... Mmmm... Por favor, buceta....
Ai, quero que me coma, não aguento mais de vontade.....
Ah.... Ufs.... Deus....
Por favor, buceta....
Ele abriu minhas pernas e se colocou por cima de mim.
Senti a cabeça gigante dele esfregando na minha buceta.
Com um pouco de esforço, ele conseguiu encaixar bem ali, e com uma leve pressão eu senti.
Respirei fundo e relaxei o corpo.
Transar com meu namorado era uma coisa.
Mas só de sentir a cabeça dele, soube que isso seria totalmente diferente.
Era doloroso, estranho, nada podia me preparar pra aquilo.
A porra do pau enorme dele entrava devagar.
Ele percebia minha dor e, com pena de mim, me comia bem devagar.
O pau dele não chegava nem na metade e ele começou a me comer devagar e bem lento.Andrea: Ai... Até aí... ui...
Tá doendo, vai devagar, Pa...
Dani: Dói, minha princesa, só relaxa que já vai passar.
Tentei obedecer ele, mas cada avanço era uma tortura.
Aos poucos ele começou a me comer mais forte.
Eu não aguentei mais e desabei a chorar.
Enquanto ele me comia com força.
Chorava, mas ao mesmo tempo gemia. Era uma sensação estranha no meu corpo e na minha cabeça.
Minha cabeça sentia prazer e dor.
Mas meu corpo se enchia de sensações e reagia ao estímulo da porra da pica enorme dele.
Dani: Meu amor, tá doendo muito? Quer parar?
Só relaxa, não esquece que você quis isso...
Tiro ela e paramos por aqui?
Andrea: Não, pussy... Não para...
Eu quis isso e tô gostando, mesmo que doa.
Minha buceta estava aberta e molhada demais.
Não dava pra parar, e aquela sensação estranha me deu tanto prazer que eu tive outro orgasmo.
Ainda não tinha conseguido engolir ela toda.
Mudamos de posição, ele sentou na cama, e era minha vez de cavalgar.
Sem hesitar, sentei nele e, me ajudando com a mão,
enfiei a pica colossal dele dentro de mim de novo.
Aos poucos, fui me empalando sozinha com a porra do pau dele.
Assim fui enfiando devagarzinho. Quando finalmente pude comer ela inteirinha.
Mil orgasmos lubrificavam seu poste gostoso que me preenchia por completo.
Meus sucos molhavam o pau dele e até as bolas.
O quarto inteiro se enchia de gemidos dos dois.
Nossos perfumes e o cheiro de sexo naquele cômodo era a atmosfera perfeita.
Outra posição, outro jeito de aproveitar.
Cada vez que ele tirava, eu ficava desesperada, como se minha buceta sentisse falta.
Ele me curtia em todas as posições. Nossos corpos suados não conseguiam se desgrudar.
Meu corpo e minha bucetinha destruída não aguentavam mais.
Ele tirou uma camisinha e colocou.
Me colocou de quatro e meteu sem piedade.
Sabia que ia me foder com tudo, então me preparei.
Do mesmo jeito que fazia com minha mãe, me fez gritar que nem uma louca.
Tomei uma enfiada tão forte que senti que o pau dele ia sair pela minha boca. Meu corpo já não aguentava mais.
Ele me segurava e me acariciava toda.
Depois de um tempo, pude sentir o pau enorme dele gozando dentro de mim.
Se não fosse pela camisinha, eu teria engravidado.
Ele grunhia como um animal enquanto me comia sem parar.
A ternura dele não parou, e até tomamos banho juntos enquanto ele me enchia de carinhos, beijos e cafunés.
Passamos a noite juntos, onde ele me comeu sem piedade, me aproveitando toda.
Me transformou na puta dele durante os 4 dias que a mamãe não estava. Me comia toda hora como se fosse a minha mãe.
Me viciando na rola dele e submissa aos pedidos dele.
Uma tarde vendo minha total entrega enquanto me comia de quatro.
Onde nós dois curtíamos muito nessa posição.
Eu gemendo igual uma puta.
Senti uma dor aguda que me fez gritar ainda mais.
O dedo dele bem lubrificado com gel.
Entrava no meu cu.
Andrea: Ai... Não, pussy, isso dói... Por aí não...
Ai... não seja malvado...
Dani: Como você me excita, neném, quando fala assim...
Mmmm... essa bunda é minha...
Não importa se é virgem, tem que ser minha.
Andrea: Não... pussy... por aí não...
Um jato de gel frio me paralisou, sabia que não teria escapatória alguma. Comecei a relaxar minha bunda pequenininha e a respirar, tentando não pensar.
Mas ao mesmo tempo, ansiava que ele me comesse do jeito que quisesse.
A dor me fez gritar.
Ele me comia com seu dedo grande.
Quando ele tirou os dedos, um pouco mais de gel entrava no meu cuzinho.
Consegui sentir como estava entrando.
Mordi o travesseiro, mas minha bunda sentiu a cabeçona dele fazendo força.
Meus músculos anais se abriam e recebiam, com dor e prazer ao mesmo tempo, a piroca da minha buceta.
Gritei, chorei e xinguei tudo ao mesmo tempo. O pau dele entrou todo, sem miséria, ele passava gel no pau e na bunda.
Uma sensação estranha de dor e prazer me invadia.
Isso me deu um orgasmo e aí a dor foi embora e o prazer começou.
Submissa e sendo comida, minha buceta levava pica atrás de pica.
Logo ele começou a grunhir e eu senti o pau dele cuspindo porra dentro de mim.
Isso me esquentou ainda mais e eu tive outro orgasmo.
Enquanto ele me comia, eu me masturbava desesperadamente.
Tive um orgasmo enquanto ele continuava me enchendo com aquela porra grossa.
Foi o melhor e minha bunda dolorida. Ele derramava o leite dele e eu gostei tanto que aqueles dias foram só sexo.
A gente fez de tudo e repetia cada coisa.
Se ele não me procurava, eu procurava ele.
Assim, cada vez mais viciada na pica dele.
Eu gostava que ele me comesse, mas chupar ele era o que eu mais gostava.
Onde aprendi a engolir toda a porra dele. Assim se passaram os 4 dias, sexo e aprendizado total.
Quando a mamãe chegou, tentamos voltar ao normal.
Mas a gente sofria pra caralho pra não se olhar com tesão.
Mesmo nos cuidando, nossos corpos pediam sexo.
Se não dava pra ficar sozinho.
Em qualquer descuido da Mamãe, eu tava sempre pronta. Pra um rapidinha.
Chupava ele escondido em algum canto onde ele enchia minha boca de porra.
A gente procurava qualquer desculpa pra ficar junto e gozar como sempre. Era bem comum sair de carro e, onde dava, a gente parava e ele me comia.
Eu curtia tanto que não conseguia parar.
Amava ser amante e putinha dele a qualquer hora e em qualquer lugar. Pra mamãe não perceber, a gente marcava dias e horários pra se ver.
Onde eu era só dele e ele só meu.
Assim conheceu hotéis, motéis e tudo que os amantes fazem. Nos dias que não comia com o papai, comia com meu namorado.
Assim os anos passaram, eu casei.
Mas nunca deixei de ser a amante do meu padrasto.
Uma vez quase fomos descobertos pelo meu marido.
Mas ele jamais desconfiaria do meu papai.
Assim como minha mãe, que quando eu a visitava,
Muitas vezes esteve prestes a nos descobrir
Quando eu sumia da vista dela.
A relação com Dani continua até hoje. Vivo me perguntando por quê? já que sou feliz com meu marido.
Mas sei que amo ele e nosso amor é com sentimento, sexo e tesão.
Por isso não consigo largar ele.
Talvez acabe quando nos descobrirem, mas até agora ninguém soube de nada. Nem desconfiam.
----------Fim----------Pd: É assim que termina essa história. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.
Não esqueçam de deixar seus comentários mais quentes pra motivar as minas a escreverem mais.
Desde já, muito obrigado.
Até a próxima.
Maury-só-eu.
3 comentários - Confissões das Minhas Leitoras 5: Andrea