5. Noite de troca em hotel de San Telmo

E aí está minha namorada… toda cheia de porra, com a bunda coberta de porra de outro.


E eu, no sofá, com a pica na mão, a cabeça flutuando num mar de tesão.


Aí, a morena aparece saindo do banheiro, com aquela silhueta matadora.


Ela caminha devagar, com aquela sensualidade felina que já me deixou todo fodido. Nua, fresca, com a pele molhada e o cabelo escorrendo pelas costas. Ela para de repente ao ver uma cena linda: Flor de quatro, a buceta coberta e cheia de porra, sorrindo com aquela cara de puta, colada no colchão. O loiro do lado, respirando igual um touro, ainda com o pau gotejando.
Eu no sofá, batendo uma punheta que nem um tarado doente.


A morena não fala nada. Só sorri. Chega perto da cama, sobe devagar, entrando na zona de guerra. Ajoelha atrás da Flor e, sem avisar, dá um beijo suave na bunda dela, bem no meio da mancha branca. Flor solta um gemido, meio surpresa, meio em êxtase com o que tava rolando.


A morena passa a língua nela. Devagar. Bem devagar. Da lombar até a racha da bunda, lambendo toda a buceta com uma dedicação doentia.
Flor se arqueia, geme, se contorce.


Ai, que puta que você é..." — diz Flor, baixinho, entre risadas e gemidos.


A morena sorri e continua. Chupa cada cantinho, deixa ela limpinha, molhada, quente de novo. Dá beijos, mordidinhas suaves, abre as nádegas dela e enfia a língua até o fundo.
E eu… tô que não aguento mais e prestes a explodir só de olhar pra ela.


Mas de repente, ela para.
Ela se vira. Me olha.


—Agora é sua vez.


Ela se levanta, sai da cama, anda até mim e agarra minha pica. Aperta ela forte, com o olhar fixo no meu.


—Agora é você quem me come.


Não tem dúvida. Ele me tira do sofá, me beija e me arrasta até a cama segurando minha rola dura.


Ela fica de quatro do lado da Flor e me diz:


—Me mostra como você fode… enquanto ele nos olha.


Agarro ela firme pela cintura, encosto a ponta do meu pau na buceta dela, ardendo, e empurro devagar, sentindo ela se abrir pra me receber inteiro. Tá toda molhada, apertadinha, úmida, uma delícia total. Essa bunda é dinamite pura, e eu tava com o isqueiro na mão.


Entra fácil, como se tivesse me esperando desde sempre. A bunda redonda e firme bate em mim a cada vai e vem, devagar, quente, cheia de tesão.


Agarro ela com as duas mãos na bunda, saboreando essa delícia, e meto tudo até o fundo. Começo a foder ela num ritmo constante, firme, e aos poucos aumento a velocidade, a intensidade. Vou e volto, com mais vontade, mais força, mais sede.


—Cê gostou de como deixaram a porra na bunda da sua namorada? — ela me fala com voz de putona, virando só um pouco pra cravar aquele olhar em mim.


E é que toda vez que essa morena abre a boca, solta o inferno. Principalmente na minha cabeça. Ela fode minha mente.


É tanto o tesão e a putaria que eu fico louco.
Começo a foder ela com mais força. Meto a pica na buceta dela. Ela geme, se sacode, fica louca.
Nós nos perdemos. Começamos a ficar completamente selvagens.


Dou um tapa seco e forte nela que ecoa por todo o quarto.


Pah!


Flor e o namorado da morena nos encaram. Ligados em cada detalhe.
E com a Flor a gente tem aquele olhar quente, cúmplice. É uma bomba silenciosa que diz “continua comendo ela”.


Eu não aguentava mais de tesão. Tava prestes a gozar que nem um animal.
Tava quente igual panela de pressão prestes a explodir.


Pego ela pelo cabelo, puxo a cabeça dela pra trás e meto com toda a minha força. Sem parar. Enfio a pica a cada estocada e ela geme que nem uma endemoniada.


Então ela vira a cabeça e me diz:


—Goza dentro do meu cu! Que ele também adora!


E aí, sem aguentar nem mais um segundo, tiro a pica da buceta dela, aponto e gozo no cu dela.
Deixo a bunda dela branquinha, escorrendo porra. Gozo forte, com tudo, sentindo a alma saindo pela piroca.
Encho essa bunda gostosa que me deixava doido desde que vi ela.


E aí mesmo, Flor se aproxima se lambendo toda.
É a sua vez.


Ela se agacha, abre as nádegas dela com as mãos e chupa o cu dela, juntando a porra com a língua, engolindo tudo como ela tanto gosta.
Ela me olha enquanto faz isso. E deixa escapar um sorriso safado.


Que gostosa, meu amor" — a Flor fala pra mim.




E essa foi a nossa noite de troca num hotel em San Telmo.


Uma loucura gostosa.
Um antes e um depois.
O começo de tudo que viria depois.

2 comentários - 5. Noite de troca em hotel de San Telmo

Me leí todos sus relatos muy buenos les dejé Puntos en cada uno espero poder leer más... Pasen por mis post