Já tinha passado uma semana desde que meu avô descobriu as mensagens e fotos do meu celular, assim como o caderno onde escrevo as planilhas que me passam de tarefa, uma semana desde que fomos à praça e aconteceu aquela coisa com o vendedor e com os amigos dele.
Depois desses eventos, tudo estava entre aspas normal.
Voltando ao dia de hoje, já tinham passado alguns dias e nem os velhos nem meu avô tinham aparecido na minha casa, nem tinham falado comigo, exceto por algumas mensagens dos velhos para marcar minhas planilhas e algumas tarefas, então eu estava relativamente tranquila.
Naquela manhã, meus pais me avisaram que iríamos à casa de um dos amigos deles, um casal da mesma idade do meu pai, aparentemente eram amigos desde jovens. Acontece que era aniversário de um deles e teria festa.
Coloquei um vestido de alcinhas verde pistache, meio curto mas bem fresco, uns sapatos tipo sandálias prateadas e uma calcinha fio-dental vermelha com bolinhas brancas. Me sentia bem confortável e gostosa para a festa.
Chegamos na festa por volta das 11h, um pouco antes para ajudar a arrumar as coisas na casa do casal. Eles têm um sítio grande de vários hectares e, no meio, uma casa bem grande de dois andares com um pátio enorme cercado, separado do resto do sítio. Quando chegamos, os garçons estavam descendo as mesas e cadeiras do caminhão. Ao descer da caminhonete, foi bem óbvio como eles ficaram olhando pra mim e pra minha mãe sem disfarçar nem um pouco. Cumprimentamos os garçons e eles demoraram uns segundos para responder, até pareceu que a gente acordou eles. Entramos na casa e cumprimentamos o casal, que nos contou que tinha mandado matar dois porcos para fazer carnitas, e que daqui a pouco chegariam os que iam cozinhar e servir na festa. Eu gosto muito, então fiquei animada. Meus pais ficaram conversando na sala com o casal, enquanto pra mim pediram o favor A senhora pôde ver que estavam arrumando tudo, então passei para a parte de trás da casa onde colocavam as coisas. Via como os garçons viravam para me olhar, a maioria eram jovens e um ou outro mais velho. Eles carregavam as cadeiras e viravam para me encarar. Me senti meio estranha, entre envergonhada e com calor no corpo, então andei por todo o lugar observando o que faziam e como todos me observavam.
Depois de um bom tempo, tendo terminado de arrumar tudo, os convidados começaram a chegar. Foram se acomodando nas mesas e eu cumprimentei algumas pessoas que conhecia, mas no geral me sentia meio entediada, pois todos eram adultos. Dá uma certa vergonha admitir, mas os momentos em que me divertia eram quando os homens ficavam me encarando — mais de um vi sendo repreendido pela esposa por olhar para mim ou para minha mãe também.
Os garçons começaram a servir bebidas a todos os convidados. Tomavam cerveja ou drinks, o que pedissem. Como eu não bebo, só me traziam refrigerante. Depois de algumas horas, o garçom me traz meu refrigerante junto com as bebidas dos outros. A maioria da mesa estava dançando, pois tinha um grupo tocando e o ambiente era dos mais agradáveis. Meus pais dançavam juntos, às vezes eu dançava com meu pai ou com minha mãe, ou algum amigo deles me dizia para não ficar entediada, para levantar e dançar, e eu dançava uma ou duas músicas. Mas já tinha me cansado um pouco, então sentei na mesa enquanto serviam as bebidas.
Foi aí que o garçom, junto com meu copo, me entrega um papel e se retira. Abro e vejo que no pedaço de papel está escrito o seguinte: — "Que linda, hoje você tá muito gostosa, vai pra cozinha". Naquele momento, me senti meio assustada, pois sei muito bem quem são os únicos que falam comigo assim.
Fiquei muito nervosa porque meus pais estavam ali, mas mesmo assim aquilo me deixou um pouco excitada. Então me levantei melhor, atravessei as mesas e entrei na casa, onde havia uma grande agitação por causa dos garçons que entravam e saíam. Atravessei essa parte e, do lado de fora da casa... Na parte da frente tinha um toldo com várias mesas onde estavam todas as comidas e bebidas que iam servindo. Enquanto me aproximava, vi que estavam o Bacal e o Cochino, e mais dois caras que não reconheci na hora. Quando me viu, o Bacal me chamou com a mão. Chegando perto dele, ele disse: "Que gostosa você tá assim, putinha. Parece uma menina direitinha, mas daquelas direitinhas que pedem pica por todo lado, né, compadre?".
O Cochino completou: "É isso aí, compadre. Olha só pra nossa putinha. Com esse vestido, é só levantar um pouquinho e rachar o cu dela".
Os dois morriam de rir. Aí ele falou: "Olha aqui, putinha. De agora em diante, quando for pegar alguma coisa pra beber você ou sua mãe, quero que venha buscar pessoalmente, putinha. Entendeu?". Eu não sabia o que dizer, tava meio assustada de eles estarem ali, mas não tinha muita opção. Só consegui balançar a cabeça que sim. Aí o Bacal falou: "Isso aqui é o uísque que sua mãe pediu". Vi que ele pegou um copo, botou gelo, bastante uísque, e sacou o pau dele. O pouco que faltava pra encher o copo, ele completou com a urina dele e me entregou. "É pra putinha da sua mãe. Vê se ela saboreia direitinho e fala que tem mais, sem problema. Tudo que a putinha quiser beber", disse ele rindo. Agora não só o Bacal e o Cochino riam, mas os outros dois caras que estavam naquela cozinha improvisada também.
A única coisa que consegui falar foi: "Mas não posso dar isso pra ela, ela vai perceber. E se ela disser alguma coisa? Não, por favor, sério, outra coisa melhor". Vi todos rirem do que eu tinha acabado de dizer. Aí o Cochino pegou o copo da minha mão, levou até a cara e cuspiu dentro. O Bacal fez o mesmo e me devolveram o copo. Entre risadas, ele disse: "Olha aqui, putinha. Sua mãe já tá há duas horas bebendo nossos mijos e cuspes. A putinha não falou nada, então não se preocupa com essa putinha. É uma garotinha direitinha igual a filha. Olha só, todos os copos de refrigerante que você tomou a gente encheu metade com nossa... xixi, né gente? E eu só via todo mundo continuando fazendo suas coisas enquanto riam e diziam que sim, fiquei chocada, não sabia o que pensar. Foi aí que o Bacal me tirou do transe, dizendo: "Viu só como você tá bem, gata? Já foram 8 copos e você nem percebeu que engoliu nossos mijos, putinha. E deixa eu te falar, a festa toda vai ser assim. Você vai vir ver a gente preparando sua bebida e a da sua mãe e vai tomar tudinho, puta. Isso e tudo mais que a gente quiser. E você já sabe, putinha, aqui você não opina, só obedece, puta. Se a gente tá te contando, não é pra pedir sua permissão, é só pra você saber. O que as duas putinhas que esquentam paus engolem é o que merecem por serem umas vadias que deixam a pica dura, filhas da puta. Então vai lá buscar a pica que a gente tá trabalhando, e você já sabe, volta pra buscar os copos". Não soube mais o que dizer, ainda estava incrédula com o que estava acontecendo e com o que estavam fazendo. Então só peguei o copo e voltei pra mesa. Quando cheguei, meus pais estavam sentados e me viram chegar com o copo na mão, então me perguntaram o que eu estava fazendo com aquele copo, se eu estava bebendo. Respondi sem pensar: "Não, nãooo, é que o copo do garçom caiu e eu fui pegar outro pra ser mais rápido". E coloquei na frente dele. Vi ele dar um gole, tomando a urina e a saliva daqueles dois. Esperei alguma reação, mas ele não disse nada. Fiquei olhando pro meu copo e tomei também, não senti nada. Quis acreditar que não tinham feito nada com meu copo. Depois de um tempinho, minha mãe ia pedir outra bebida ao garçom, e eu imediatamente disse: "Não, espera, esse... eu quero ir buscar sua bebida, sim? É que assim eu não fico entediada e a gorjeta fica pra mim". Minha mãe e meu pai só riram e, entre risadas, disseram que sim.
Me levantei e fui com os dois copos, e ali num canto vi ele sacando o pau nojento e mijando no meu copo e no da minha mãe. Depois colocaram gelo e refrigerante no meu e, no da minha mãe, refrigerante e bastante álcool. E pra finalizar, cuspiram nos nossos copos. Entreguei e voltei para a mesa, isso praticamente foi durante a festa toda, entre minha mãe e eu não sei quanto da nossa urina nós bebemos.
Depois de várias horas de música e dança, chegou a hora da comida, então a música parou e todos foram para suas mesas esperar a comida, enquanto faziam um brinde para o aniversariante.
Nisso, me chamam de novo na cozinha por meio de outro bilhete e acabo voltando, chego até onde eles estão e vejo que estão servindo tacos ou prato com carnitas, dependia do que cada pessoa pedia. Ao entrar onde eles estão trabalhando, Bacal me pega pela mão e me coloca num canto onde não dava para ser vista de dentro da casa.
"Vamos ver, putinha, não se mexe", ele diz enquanto levanta meu vestido até a cintura e puxa minha calcinha fio dental para baixo. Sem avisar, sinto ele procurando a entrada da minha buceta até que enfia de uma vez. Dei um gemido que tentei silenciar, enquanto ele começava a meter com força seu pau, dando socadas bem agressivas. Sentia que estava rasgando minha buceta, mas não consegui evitar gemer. Sentia vergonha de estar tão perto dos meus pais e de muita gente conhecida na festa, morria de vergonha ao pensar que alguém podia nos ver, além da vergonha de estar sendo comida na frente dos outros dois cozinheiros que eu não sabia quem eram.
Para minha sorte, ele não durou muito como em outras vezes, foram só uns minutos quando senti que ele ia gozar, mas nesse instante ele tirou o pau e mirou num copo, soltando toda a porra nele.
Mal ele terminou e saiu de lado, vejo que Cochino vem e toma o lugar dele, tirando o pau e me enfiando de uma vez. Eu estava muito excitada por toda a vergonha que sentia, então não aguentei mais e tive um orgasmo muito forte. Sentia Cochino me comendo muito forte sem parar, até que ele tirou o pau de uma vez e gozou no mesmo copo onde estava a porra do Bacal.
Ele se afastou de mim e disse: "Me dá sua calcinha". O que eu obedeci, entreguei e ele guardou na bolsa. Ele disse: "Vamos ver, passa pro outro lado". Eu saí. Da cozinha, vejo que o Cochino dá um prato cheio de tacos e percebo que o Bacal começa a despejar a porra do copo sobre os tacos, encharcando todos eles. Era muita porra que eles tinham esvaziado, e ele me entrega o prato dizendo: "É pra sua mãe, vai levar pra ela e volta pra pegar os seus, mas rápido, sua putinha".
Eu só olhava e implorava: "Não, por favor, ela vai perceber, não faça isso. Deixa que eu como, não ela". Mas minha súplica só fez eles rirem, zombando de mim: "Calma, putinha, pra você também tem, não fica com ciúme", e todos riam... Nisso, o outro garçom joga cebola, coentro e molho por cima e me diz: "Olha, assim não vai dar pra ver", e me entrega o prato...
Então, com muita pena e vergonha, fui andando. Tinha vergonha de olhar nos olhos deles, pois tinham acabado de me foder dois caras a menos de 30 metros dali, e não só isso: estava levando a porra deles pra minha mãe comer. Ao chegar, não tinha certeza do que fazer, mas quando me viram na mesa, todos riram de mim. Diziam: "Olha só, ela não é boba, não esperou o garçom e foi buscar os dela", e todos riam...
Meu pai então falou: "Muito bem, essa é minha filha. Não seja má, já que tá indo e voltando, dá esse prato pra sua mãe e vai pegar outro pra você". Ele pegou o prato e entregou pra ela, e eu só disse: "Tá bom, ok".
Nisso, volto pra cozinha como me mandaram, e o Bacal me puxa de novo pro canto. Vejo que ele acena com a mão pra um dos outros dois cozinheiros, olha pros lados e corre. Sem perguntar nem dizer nada, ele puxa o pau dele e enfia na minha buceta, sentindo como ele me abre de novo. Ele me segurava pelo quadril enquanto ofegava e empurrava com força, até eu sentir o pau dele pulsando. Ele tira e goza dentro de um copo. Aí vejo o outro cozinheiro vindo e tomando o lugar do amigo, e do mesmo jeito rápido e violento, sou comida por aquele cara. A situação me deixou muito excitada, sentia medo, mas não aguentei mais e acabei tendo um orgasmo quase ao mesmo tempo que ele tirou pra gozar no copo.
Ajeitei minha roupa e... Fiquei do outro lado e vi como faziam a mesma coisa nos meus tacos, me entregando um prato cheio de porra. Vi os quatro olhando com risadas debochadas e fui embora.
Ao chegar na mesa, todos já tinham seus pratos e minha mãe me disse: "Demorou mais do que pensei, amor, o que aconteceu?" Nervosa, eu disse: "É que estavam preparando especialmente para mim, por isso demorei" e todos riram. Nisso, vejo minha mãe pegar um taco e dar uma mordida, saboreando tudo. Eu estava morrendo de medo, mas imediatamente ela diz: "Hmmmmm... Que tasty isso aqui" e dá outra mordida. A situação era estranha e eu não entendia por que comecei a sentir minha buceta de novo ficando quente. Então, agora eu peguei meu taco e comecei a comer tudo. No final, tanto minha mãe quanto eu acabamos com todo nosso prato, não deixamos nada, e ambas concordamos que estava muito tasty.
Depois da comida, a música voltou e a festa continuou, já que as festas aqui duram até a madrugada. Então, todos continuaram bebendo e dançando. Voltei a dançar com meus pais e com mais convidados. Por momentos, eu descansava e voltava para pegar mais bebidas para mim e minha mãe, preparadas especialmente para nós duas. Assim continuou por um bom tempo.
Já era bem tarde e todos os convidados estavam bastante bêbados, mas continuavam dançando e bebendo como se tivessem acabado de começar. Eu dançava com quem me convidasse, assim como minha mãe, já que meu pai foi com uns senhores conversar em uma mesa. Em um momento, muita gente se juntou para dançar na pequena pista improvisada no quintal, e já meio escuro pela hora e pela pouca luz, comecei a notar como alguns dos conhecidos com quem eu dançava aproveitavam para baixar um pouco a mão e me pegar na minha bundinha ou roçar com os dedos minhas nádegas por cima do vestido. Eu tinha um pouco de vergonha ao pensar que pudessem perceber a situação ou algo assim, mas também me aliviava que estivesse cheio de gente e meio escuro. Tentava discretamente subir as mãos deles, mas no final eles as colocavam de volta, enquanto conversavam comigo como se nada tivesse acontecido.
Já era cerca de 1h ou quase 2h da manhã e a festa... A festa estava a todo vapor, o clima estava mais animado porque muitos convidados já estavam mais bêbados, então todo mundo estava mais solto. Tinha chegado mais gente e agora sim tinha uma aglomeração grande na pista de dança, mal dava pra se mexer. E no meio de toda essa bagunça foi quando vi que um senhor com quem minha mãe estava dançando estava disfarçadamente apalpando a bunda dela enquanto dançavam. Aí comecei a prestar mais atenção e vi que vários com quem ela dançava aproveitavam pra colocar as mãos na bunda dela ou passar a mão um pouco a mais.
Foi aí que o aniversariante, amigo dos meus pais, se levantou da mesa onde os senhores estavam conversando e bebendo, entrou na pista e foi dançar com minha mãe. E do mesmo jeito, vi que ele a segurava com uma mão na cintura e a outra direto na bunda da minha mãe, enquanto apertava e massageava toda a bunda dela. Ficou assim por algumas músicas, sem disfarçar nenhum pouco. Pensei que fosse por causa do álcool, já que o senhor estava bem bêbado. Não dei muita importância, já que comigo também estava acontecendo a mesma coisa. Muitos com quem dancei, senti a mão deles roçando na minha bunda, apertando demais minha cintura ou passando perto da base dos meus peitos. E os mais atrevidos colocavam a mão inteira na minha bunda, coisa que antes não faziam. Então pensei de novo que era por causa do álcool.
Já estava quase indo me sentar quando vejo o aniversariante se aproximando e ele me diz: "Como assim já vai sentar, Janice? Vamos, vem dançar comigo". Ele me pegou pela mão e me levou pro meio da multidão. Começamos a dançar um pouco separados, mas ele me puxou pela mão e me jogou contra ele, ficando colada no corpo dele. Aí ele me envolveu com a outra mão, impedindo que eu me afastasse. Ele puxava papo sobre a comida, sobre se eu tinha bebido coisas, assuntos simples e bobos, enquanto eu sentia a mão dele descendo até ficar na minha bunda. Como não estava usando fio dental, senti que, ao apertar minha nádega e com o movimento da dança, os dedos dele que seguravam uma das minhas nádegas entravam entre as duas. Nesse momento, ele só sorria olhando pra minha cara enquanto dançávamos.
Al... Terminar a música me soltou e senti que o vestido tinha ficado todo enfiado na minha bunda, então tive que puxar pra tirar, fiquei com vergonha e esperei que ninguém tivesse visto.
A festa já estava uma loucura, tinha convidado demais, parecia festa de 15 anos ou um casamento, mesmo sendo de madrugada o pessoal continuava bebendo e dançando como se nada. Aí meu pai chegou perto de mim na pista e perguntou onde estava minha mãe, que já estava tarde e ele meio cansado, então me pediu pra procurá-la. Andei por todo lado e não a vi, então pensei que ela estivesse dentro de casa, no banheiro da Booty, e entrei, mas não estava. Foi quando vi ela descendo as escadas do segundo andar, arrumando o vestido, e perguntei onde ela estava, que estávamos procurando. Ela, já meio bêbada, só disse: "Ahh, é que lá em cima tem banheiro e como temos intimidade com os compadres, subi porque já não aguentava mais, hehehe". Sorri pra ela e fomos sentar na mesa, onde meu pai estava de novo conversando com mais gente.
Pouco depois, meus pais já mais bêbados decidiram que era hora de ir embora, então nos despedimos de todo mundo e fomos descansar. Eu já não aguentava mais, meus pés doíam e estava com sono, então fiquei feliz de ir embora já bem dançada, bem hidratada e bem alimentada...
Por favor, comentem o que acham de tudo até agora, adoraria ler as opiniões de vocês. Obrigada 🙂




Depois desses eventos, tudo estava entre aspas normal.
Voltando ao dia de hoje, já tinham passado alguns dias e nem os velhos nem meu avô tinham aparecido na minha casa, nem tinham falado comigo, exceto por algumas mensagens dos velhos para marcar minhas planilhas e algumas tarefas, então eu estava relativamente tranquila.
Naquela manhã, meus pais me avisaram que iríamos à casa de um dos amigos deles, um casal da mesma idade do meu pai, aparentemente eram amigos desde jovens. Acontece que era aniversário de um deles e teria festa.
Coloquei um vestido de alcinhas verde pistache, meio curto mas bem fresco, uns sapatos tipo sandálias prateadas e uma calcinha fio-dental vermelha com bolinhas brancas. Me sentia bem confortável e gostosa para a festa.
Chegamos na festa por volta das 11h, um pouco antes para ajudar a arrumar as coisas na casa do casal. Eles têm um sítio grande de vários hectares e, no meio, uma casa bem grande de dois andares com um pátio enorme cercado, separado do resto do sítio. Quando chegamos, os garçons estavam descendo as mesas e cadeiras do caminhão. Ao descer da caminhonete, foi bem óbvio como eles ficaram olhando pra mim e pra minha mãe sem disfarçar nem um pouco. Cumprimentamos os garçons e eles demoraram uns segundos para responder, até pareceu que a gente acordou eles. Entramos na casa e cumprimentamos o casal, que nos contou que tinha mandado matar dois porcos para fazer carnitas, e que daqui a pouco chegariam os que iam cozinhar e servir na festa. Eu gosto muito, então fiquei animada. Meus pais ficaram conversando na sala com o casal, enquanto pra mim pediram o favor A senhora pôde ver que estavam arrumando tudo, então passei para a parte de trás da casa onde colocavam as coisas. Via como os garçons viravam para me olhar, a maioria eram jovens e um ou outro mais velho. Eles carregavam as cadeiras e viravam para me encarar. Me senti meio estranha, entre envergonhada e com calor no corpo, então andei por todo o lugar observando o que faziam e como todos me observavam.
Depois de um bom tempo, tendo terminado de arrumar tudo, os convidados começaram a chegar. Foram se acomodando nas mesas e eu cumprimentei algumas pessoas que conhecia, mas no geral me sentia meio entediada, pois todos eram adultos. Dá uma certa vergonha admitir, mas os momentos em que me divertia eram quando os homens ficavam me encarando — mais de um vi sendo repreendido pela esposa por olhar para mim ou para minha mãe também.
Os garçons começaram a servir bebidas a todos os convidados. Tomavam cerveja ou drinks, o que pedissem. Como eu não bebo, só me traziam refrigerante. Depois de algumas horas, o garçom me traz meu refrigerante junto com as bebidas dos outros. A maioria da mesa estava dançando, pois tinha um grupo tocando e o ambiente era dos mais agradáveis. Meus pais dançavam juntos, às vezes eu dançava com meu pai ou com minha mãe, ou algum amigo deles me dizia para não ficar entediada, para levantar e dançar, e eu dançava uma ou duas músicas. Mas já tinha me cansado um pouco, então sentei na mesa enquanto serviam as bebidas.
Foi aí que o garçom, junto com meu copo, me entrega um papel e se retira. Abro e vejo que no pedaço de papel está escrito o seguinte: — "Que linda, hoje você tá muito gostosa, vai pra cozinha". Naquele momento, me senti meio assustada, pois sei muito bem quem são os únicos que falam comigo assim.
Fiquei muito nervosa porque meus pais estavam ali, mas mesmo assim aquilo me deixou um pouco excitada. Então me levantei melhor, atravessei as mesas e entrei na casa, onde havia uma grande agitação por causa dos garçons que entravam e saíam. Atravessei essa parte e, do lado de fora da casa... Na parte da frente tinha um toldo com várias mesas onde estavam todas as comidas e bebidas que iam servindo. Enquanto me aproximava, vi que estavam o Bacal e o Cochino, e mais dois caras que não reconheci na hora. Quando me viu, o Bacal me chamou com a mão. Chegando perto dele, ele disse: "Que gostosa você tá assim, putinha. Parece uma menina direitinha, mas daquelas direitinhas que pedem pica por todo lado, né, compadre?".
O Cochino completou: "É isso aí, compadre. Olha só pra nossa putinha. Com esse vestido, é só levantar um pouquinho e rachar o cu dela".
Os dois morriam de rir. Aí ele falou: "Olha aqui, putinha. De agora em diante, quando for pegar alguma coisa pra beber você ou sua mãe, quero que venha buscar pessoalmente, putinha. Entendeu?". Eu não sabia o que dizer, tava meio assustada de eles estarem ali, mas não tinha muita opção. Só consegui balançar a cabeça que sim. Aí o Bacal falou: "Isso aqui é o uísque que sua mãe pediu". Vi que ele pegou um copo, botou gelo, bastante uísque, e sacou o pau dele. O pouco que faltava pra encher o copo, ele completou com a urina dele e me entregou. "É pra putinha da sua mãe. Vê se ela saboreia direitinho e fala que tem mais, sem problema. Tudo que a putinha quiser beber", disse ele rindo. Agora não só o Bacal e o Cochino riam, mas os outros dois caras que estavam naquela cozinha improvisada também.
A única coisa que consegui falar foi: "Mas não posso dar isso pra ela, ela vai perceber. E se ela disser alguma coisa? Não, por favor, sério, outra coisa melhor". Vi todos rirem do que eu tinha acabado de dizer. Aí o Cochino pegou o copo da minha mão, levou até a cara e cuspiu dentro. O Bacal fez o mesmo e me devolveram o copo. Entre risadas, ele disse: "Olha aqui, putinha. Sua mãe já tá há duas horas bebendo nossos mijos e cuspes. A putinha não falou nada, então não se preocupa com essa putinha. É uma garotinha direitinha igual a filha. Olha só, todos os copos de refrigerante que você tomou a gente encheu metade com nossa... xixi, né gente? E eu só via todo mundo continuando fazendo suas coisas enquanto riam e diziam que sim, fiquei chocada, não sabia o que pensar. Foi aí que o Bacal me tirou do transe, dizendo: "Viu só como você tá bem, gata? Já foram 8 copos e você nem percebeu que engoliu nossos mijos, putinha. E deixa eu te falar, a festa toda vai ser assim. Você vai vir ver a gente preparando sua bebida e a da sua mãe e vai tomar tudinho, puta. Isso e tudo mais que a gente quiser. E você já sabe, putinha, aqui você não opina, só obedece, puta. Se a gente tá te contando, não é pra pedir sua permissão, é só pra você saber. O que as duas putinhas que esquentam paus engolem é o que merecem por serem umas vadias que deixam a pica dura, filhas da puta. Então vai lá buscar a pica que a gente tá trabalhando, e você já sabe, volta pra buscar os copos". Não soube mais o que dizer, ainda estava incrédula com o que estava acontecendo e com o que estavam fazendo. Então só peguei o copo e voltei pra mesa. Quando cheguei, meus pais estavam sentados e me viram chegar com o copo na mão, então me perguntaram o que eu estava fazendo com aquele copo, se eu estava bebendo. Respondi sem pensar: "Não, nãooo, é que o copo do garçom caiu e eu fui pegar outro pra ser mais rápido". E coloquei na frente dele. Vi ele dar um gole, tomando a urina e a saliva daqueles dois. Esperei alguma reação, mas ele não disse nada. Fiquei olhando pro meu copo e tomei também, não senti nada. Quis acreditar que não tinham feito nada com meu copo. Depois de um tempinho, minha mãe ia pedir outra bebida ao garçom, e eu imediatamente disse: "Não, espera, esse... eu quero ir buscar sua bebida, sim? É que assim eu não fico entediada e a gorjeta fica pra mim". Minha mãe e meu pai só riram e, entre risadas, disseram que sim.
Me levantei e fui com os dois copos, e ali num canto vi ele sacando o pau nojento e mijando no meu copo e no da minha mãe. Depois colocaram gelo e refrigerante no meu e, no da minha mãe, refrigerante e bastante álcool. E pra finalizar, cuspiram nos nossos copos. Entreguei e voltei para a mesa, isso praticamente foi durante a festa toda, entre minha mãe e eu não sei quanto da nossa urina nós bebemos.
Depois de várias horas de música e dança, chegou a hora da comida, então a música parou e todos foram para suas mesas esperar a comida, enquanto faziam um brinde para o aniversariante.
Nisso, me chamam de novo na cozinha por meio de outro bilhete e acabo voltando, chego até onde eles estão e vejo que estão servindo tacos ou prato com carnitas, dependia do que cada pessoa pedia. Ao entrar onde eles estão trabalhando, Bacal me pega pela mão e me coloca num canto onde não dava para ser vista de dentro da casa.
"Vamos ver, putinha, não se mexe", ele diz enquanto levanta meu vestido até a cintura e puxa minha calcinha fio dental para baixo. Sem avisar, sinto ele procurando a entrada da minha buceta até que enfia de uma vez. Dei um gemido que tentei silenciar, enquanto ele começava a meter com força seu pau, dando socadas bem agressivas. Sentia que estava rasgando minha buceta, mas não consegui evitar gemer. Sentia vergonha de estar tão perto dos meus pais e de muita gente conhecida na festa, morria de vergonha ao pensar que alguém podia nos ver, além da vergonha de estar sendo comida na frente dos outros dois cozinheiros que eu não sabia quem eram.
Para minha sorte, ele não durou muito como em outras vezes, foram só uns minutos quando senti que ele ia gozar, mas nesse instante ele tirou o pau e mirou num copo, soltando toda a porra nele.
Mal ele terminou e saiu de lado, vejo que Cochino vem e toma o lugar dele, tirando o pau e me enfiando de uma vez. Eu estava muito excitada por toda a vergonha que sentia, então não aguentei mais e tive um orgasmo muito forte. Sentia Cochino me comendo muito forte sem parar, até que ele tirou o pau de uma vez e gozou no mesmo copo onde estava a porra do Bacal.
Ele se afastou de mim e disse: "Me dá sua calcinha". O que eu obedeci, entreguei e ele guardou na bolsa. Ele disse: "Vamos ver, passa pro outro lado". Eu saí. Da cozinha, vejo que o Cochino dá um prato cheio de tacos e percebo que o Bacal começa a despejar a porra do copo sobre os tacos, encharcando todos eles. Era muita porra que eles tinham esvaziado, e ele me entrega o prato dizendo: "É pra sua mãe, vai levar pra ela e volta pra pegar os seus, mas rápido, sua putinha".
Eu só olhava e implorava: "Não, por favor, ela vai perceber, não faça isso. Deixa que eu como, não ela". Mas minha súplica só fez eles rirem, zombando de mim: "Calma, putinha, pra você também tem, não fica com ciúme", e todos riam... Nisso, o outro garçom joga cebola, coentro e molho por cima e me diz: "Olha, assim não vai dar pra ver", e me entrega o prato...
Então, com muita pena e vergonha, fui andando. Tinha vergonha de olhar nos olhos deles, pois tinham acabado de me foder dois caras a menos de 30 metros dali, e não só isso: estava levando a porra deles pra minha mãe comer. Ao chegar, não tinha certeza do que fazer, mas quando me viram na mesa, todos riram de mim. Diziam: "Olha só, ela não é boba, não esperou o garçom e foi buscar os dela", e todos riam...
Meu pai então falou: "Muito bem, essa é minha filha. Não seja má, já que tá indo e voltando, dá esse prato pra sua mãe e vai pegar outro pra você". Ele pegou o prato e entregou pra ela, e eu só disse: "Tá bom, ok".
Nisso, volto pra cozinha como me mandaram, e o Bacal me puxa de novo pro canto. Vejo que ele acena com a mão pra um dos outros dois cozinheiros, olha pros lados e corre. Sem perguntar nem dizer nada, ele puxa o pau dele e enfia na minha buceta, sentindo como ele me abre de novo. Ele me segurava pelo quadril enquanto ofegava e empurrava com força, até eu sentir o pau dele pulsando. Ele tira e goza dentro de um copo. Aí vejo o outro cozinheiro vindo e tomando o lugar do amigo, e do mesmo jeito rápido e violento, sou comida por aquele cara. A situação me deixou muito excitada, sentia medo, mas não aguentei mais e acabei tendo um orgasmo quase ao mesmo tempo que ele tirou pra gozar no copo.
Ajeitei minha roupa e... Fiquei do outro lado e vi como faziam a mesma coisa nos meus tacos, me entregando um prato cheio de porra. Vi os quatro olhando com risadas debochadas e fui embora.
Ao chegar na mesa, todos já tinham seus pratos e minha mãe me disse: "Demorou mais do que pensei, amor, o que aconteceu?" Nervosa, eu disse: "É que estavam preparando especialmente para mim, por isso demorei" e todos riram. Nisso, vejo minha mãe pegar um taco e dar uma mordida, saboreando tudo. Eu estava morrendo de medo, mas imediatamente ela diz: "Hmmmmm... Que tasty isso aqui" e dá outra mordida. A situação era estranha e eu não entendia por que comecei a sentir minha buceta de novo ficando quente. Então, agora eu peguei meu taco e comecei a comer tudo. No final, tanto minha mãe quanto eu acabamos com todo nosso prato, não deixamos nada, e ambas concordamos que estava muito tasty.
Depois da comida, a música voltou e a festa continuou, já que as festas aqui duram até a madrugada. Então, todos continuaram bebendo e dançando. Voltei a dançar com meus pais e com mais convidados. Por momentos, eu descansava e voltava para pegar mais bebidas para mim e minha mãe, preparadas especialmente para nós duas. Assim continuou por um bom tempo.
Já era bem tarde e todos os convidados estavam bastante bêbados, mas continuavam dançando e bebendo como se tivessem acabado de começar. Eu dançava com quem me convidasse, assim como minha mãe, já que meu pai foi com uns senhores conversar em uma mesa. Em um momento, muita gente se juntou para dançar na pequena pista improvisada no quintal, e já meio escuro pela hora e pela pouca luz, comecei a notar como alguns dos conhecidos com quem eu dançava aproveitavam para baixar um pouco a mão e me pegar na minha bundinha ou roçar com os dedos minhas nádegas por cima do vestido. Eu tinha um pouco de vergonha ao pensar que pudessem perceber a situação ou algo assim, mas também me aliviava que estivesse cheio de gente e meio escuro. Tentava discretamente subir as mãos deles, mas no final eles as colocavam de volta, enquanto conversavam comigo como se nada tivesse acontecido.
Já era cerca de 1h ou quase 2h da manhã e a festa... A festa estava a todo vapor, o clima estava mais animado porque muitos convidados já estavam mais bêbados, então todo mundo estava mais solto. Tinha chegado mais gente e agora sim tinha uma aglomeração grande na pista de dança, mal dava pra se mexer. E no meio de toda essa bagunça foi quando vi que um senhor com quem minha mãe estava dançando estava disfarçadamente apalpando a bunda dela enquanto dançavam. Aí comecei a prestar mais atenção e vi que vários com quem ela dançava aproveitavam pra colocar as mãos na bunda dela ou passar a mão um pouco a mais.
Foi aí que o aniversariante, amigo dos meus pais, se levantou da mesa onde os senhores estavam conversando e bebendo, entrou na pista e foi dançar com minha mãe. E do mesmo jeito, vi que ele a segurava com uma mão na cintura e a outra direto na bunda da minha mãe, enquanto apertava e massageava toda a bunda dela. Ficou assim por algumas músicas, sem disfarçar nenhum pouco. Pensei que fosse por causa do álcool, já que o senhor estava bem bêbado. Não dei muita importância, já que comigo também estava acontecendo a mesma coisa. Muitos com quem dancei, senti a mão deles roçando na minha bunda, apertando demais minha cintura ou passando perto da base dos meus peitos. E os mais atrevidos colocavam a mão inteira na minha bunda, coisa que antes não faziam. Então pensei de novo que era por causa do álcool.
Já estava quase indo me sentar quando vejo o aniversariante se aproximando e ele me diz: "Como assim já vai sentar, Janice? Vamos, vem dançar comigo". Ele me pegou pela mão e me levou pro meio da multidão. Começamos a dançar um pouco separados, mas ele me puxou pela mão e me jogou contra ele, ficando colada no corpo dele. Aí ele me envolveu com a outra mão, impedindo que eu me afastasse. Ele puxava papo sobre a comida, sobre se eu tinha bebido coisas, assuntos simples e bobos, enquanto eu sentia a mão dele descendo até ficar na minha bunda. Como não estava usando fio dental, senti que, ao apertar minha nádega e com o movimento da dança, os dedos dele que seguravam uma das minhas nádegas entravam entre as duas. Nesse momento, ele só sorria olhando pra minha cara enquanto dançávamos.
Al... Terminar a música me soltou e senti que o vestido tinha ficado todo enfiado na minha bunda, então tive que puxar pra tirar, fiquei com vergonha e esperei que ninguém tivesse visto.
A festa já estava uma loucura, tinha convidado demais, parecia festa de 15 anos ou um casamento, mesmo sendo de madrugada o pessoal continuava bebendo e dançando como se nada. Aí meu pai chegou perto de mim na pista e perguntou onde estava minha mãe, que já estava tarde e ele meio cansado, então me pediu pra procurá-la. Andei por todo lado e não a vi, então pensei que ela estivesse dentro de casa, no banheiro da Booty, e entrei, mas não estava. Foi quando vi ela descendo as escadas do segundo andar, arrumando o vestido, e perguntei onde ela estava, que estávamos procurando. Ela, já meio bêbada, só disse: "Ahh, é que lá em cima tem banheiro e como temos intimidade com os compadres, subi porque já não aguentava mais, hehehe". Sorri pra ela e fomos sentar na mesa, onde meu pai estava de novo conversando com mais gente.
Pouco depois, meus pais já mais bêbados decidiram que era hora de ir embora, então nos despedimos de todo mundo e fomos descansar. Eu já não aguentava mais, meus pés doíam e estava com sono, então fiquei feliz de ir embora já bem dançada, bem hidratada e bem alimentada...
Por favor, comentem o que acham de tudo até agora, adoraria ler as opiniões de vocês. Obrigada 🙂





5 comentários - Chantageada após assalto em casa
😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘😘