Paraíso Proibido - Capítulo 1

Paraíso Proibido - Capítulo 1CAPÍTULO 1













A verdade é que são sombras borrosas... de um corpo meio indefinido, mas que pra mim fica ainda mais tarado, e mais ainda minha mente imagina todo o resto...








Mas a verdade é que a imagem da mamãe através do vidro embaçado do box não permite ver muita coisa, e é aí que minha imaginação entra em ação. Sempre que ela fica ali, do outro lado daquele vidro branco fosco, eu consigo imaginar e intuir seu corpo nu, seus peitões enormes, seus quadris largos e harmoniosos, sua cintura...










Adoro observá-la, ver como ela se move atrás daquele vidro enquanto se ouve a água caindo sobre seu corpo, momento que aproveito para me masturbar imaginando dentro do cubículo com ela, abraçando-a, sentindo as gotas de água caindo sobre nossos corpos nus abraçados, imaginá-la assim pelada e sem divisória, é uma delícia, quase posso tocá-la, ver suas curvas sem roupa nenhuma, aproveitar seu corpo inteiro só para mim, sentir que ela está bem quente, tanto quanto eu...












A torneira desliga de repente e eu saio correndo do banheiro, tentando enfiar meu pau o mais rápido possível dentro da calça com dificuldade.










Eu me sento no sofá e finjo ler uma revista como se nada tivesse acontecido, me cobrindo com a almofada na virilha.










Mamãe sai do banho envolta no seu roupão, que quase não mostra nada, é verdade, mas pra mim parece que estou vendo uma escultura viva...










Seu cabelo castanho molhado, o decote que deixa entrever o início de seus seios fartos e suas pernas morenas aparecendo por baixo são imagens que me perturbam, que despertam meu instinto mais animal.










- Tem certeza que consegue ficar sozinho alguns dias, querido? - ela pergunta com a cabeça inclinada, escovando seus cabelos por todo o comprimento. Essa pose me parece a mais erótica do mundo.










- Que siiiiiiiiiii, mãe, eu tô bem, já sou grandinho…!! - respondo com a mesma cantiga de sempre.










Mamãe se vira e continua escovando seu cabelo molhado a caminho do quarto, enquanto minha mente excitada não para de imaginar tirar seu roupão e acariciar todo o seu corpo nu, podendo admirar ela assim, refletida no espelho do guarda-roupa, sonhando com seus peitos enormes, suas coxas fortes e redondas.














Só de imaginar isso já fico com outra ereção monumental, me acaricio por cima da calça do pijama.












Nunca a vi pelada, mas quase nem preciso, minha imaginação já fez o resto pra gravar ela a ferro na minha mente como se ela tivesse peladona pela casa todo dia.












Minha mãe, como acho que todos os filhos dizem, é a pessoa mais importante da minha vida e alguém que você ama e que te ama acima de todas as coisas, isso é claro. No entanto, de um tempo pra cá, pra não dizer nos últimos seis anos, minha mãe passou a fazer parte de algo muito mais especial pra mim, algo além de um amor e que ultrapassa de longe essa fronteira...












Tudo o que eu vejo nela, além dessa parte, é o de uma mulher gostosa que me atrai sexualmente por todos os lados.












Com 42 anos, minha mãe está especialmente gostosa e pode ser que isso não seja objetivo vindo de mim, claro, mas posso jurar que ela se conserva maravilhosamente bem.












Olha só que figura excepcional, com um corpo estilizado e harmonioso. Não é excessivamente magra, porque acho que uma mulher deve ter carne e curvas... muitas curvas.










E assim é minha mãe, dona de curvas harmoniosas e na medida certa, como tem que ser... e olha! não sou só eu que penso isso, pois ela desperta atração por onde quer que passe.










Seu cabelo preto e comprido, seus olhos cor de mel, sua boca de lábios carnudos, seu peito tamanho 110, uma cintura que, sem ser aquela de quando eu nasci, ainda mantém aquela proporção perfeita em relação ao peito e aos quadris.










Também é verdade que ela sempre se esforçou muito nos cuidados pessoais e, além disso, seu trabalho como vendedora externa a obriga a ficar subindo e descendo o dia todo, percorrendo vários quilômetros diários, sem falar no trabalho em casa, para o qual ela sempre dedica mais tempo do que deveria.












Minhas primeiras sensações de atração ou de ver minha mãe como uma mulher desejável devem ter sido na pré-adolescência, fase em que a gente não sabe onde está enfiado e acha que tudo é fruto de uma mente tarada e de um excesso de testosterona, que tudo vai se acalmar mais pra frente com o passar dos anos, que são coisas próprias da idade e que em algum momento de sanidade eu voltaria a vê-la dentro do que é considerado "normal".










Mas sempre foi algo que eu não consegui controlar, e olha que eu tento continuamente tirar isso da minha cabeça por todos os meios.










Agora, que já tenho 19 e ela 42, não só essa ideia não desapareceu da minha mente, como ainda se multiplicou, apesar dessas negações internas.










Ouço minha mãe fazendo barulho no quarto arrumando as malas, dá pra ver que ela tá nervosa, porque não para de cantarolar e isso é algo que ela só faz quando tá especialmente feliz.










Não é pra menos, depois de tantos anos, meu pai reservou um voo e hotel num lugar paradisíaco numa ilha linda para viverem só os dois, como uma segunda lua de mel, mais do que merecida, diga-se de passagem.








- Víctor, não acho o secador de mão, você viu? - ela pergunta, espiando a cabeça atrás da porta.






- Nããão, mãe. - respondo como um robô.






Ver sua cabeça do outro lado da porta me faz pensar que ela está de calcinha ou até mesmo pelada, e isso faz brotar um volume na minha calça de pijama que me deixa a mil.








Acaricio meu pau, que está duro e ansioso por outra boa gozada em homenagem à mamãe.






- Seu pai já chegou? - ela pergunta de novo, nervosa, com a cabeça de fora, sem me deixar ver mais nada.






- Ainda nãoããããã!! - respondo novamente de forma cansada.






Tô distraído jogando videogame, quando ouço uns barulhos estranhos vindo do quarto da mamãe.






Coloco o volume no mudo e afino o ouvido. Sim, não há dúvida, são gemidos, mas... A mamãe está sozinha... e... Ela está se masturbando??!








Encosto meu ouvido na porta, sabendo com certeza que ela deve estar esparramada na cama e também imagino que peladinha. Meu Deus, essa mulher me deixa louco!








Seus gemidos são suaves no começo, acho que ela não quer ser ouvida, mas deve estar tão focada no dedinho que não consegue disfarçar os arfos, as respirações ofegantes e alguns suspiros mais fortes que o normal.












Não há dúvida: ela está fazendo uma masturbação daquelas boas. Meu pau está para fora do pijama e minha mão se agarra a ele freneticamente, acompanhando os gemidos dela, como se fosse eu quem estivesse em cima dela na cama, metendo a cada respiração, sentindo como eu entro na buceta dela e me sinto abençoado, feliz...










De repente, o telefone toca, cortando o clima para nós dois, cada um do seu lado da porta.
Ela parou de gemer.











Eu me apresso para enfiar meu pau de volta dentro do pijama, mal e porcamente, antes que ela apareça na sala para atender a ligação.








Eu que faço... É meu pai, que eu percebo sério, bem sério. Tem coisa errada rolando.






- Passe-me com sua mãe, Victor. - diz ele, seco.
Dou duas batidinhas com os nós dos dedos na porta do quarto da minha mãe e grito do outro lado.









- É o papai no telefone! - Ao dizer isso, não consigo evitar sentir um formigamento lá embaixo, pensando naquela masturbação simultânea que a mamãe e eu acabamos de fazer.

Ela estica o braço pelo pequeno espaço da porta entreaberta, mas isso me permite ver parte do seu sutiã e quase dá pra adivinhar a auréola do seu mamilo. Nossa.









A partir daquele momento, a coisa muda e eu ouço ela discutir com o papai.








Não entendo o que meu pai está falando do outro lado, mas pelas palavras dela, parece que deu alguma merda no trabalho dele.










Naquele momento minha mãe abre a porta do quarto dela, vestindo seu roupão curto, ainda com o telefone sem fio na mão e chorando desconsolada.

Me abraço a ela imediatamente.





- O que foi, mamãe?








- Seu pai, que diz que surgiu um problema enorme no trabalho - ela fala entre soluços, sem parar de chorar e agarrada forte em mim.










Sentir o corpo dela colado no meu é uma explosão de sensações. Por um lado, tem a ajuda que presto como filho, mas tem outra coisa que não me deixa pensar com racionalidade: sentir o corpo de uma mulher excepcional, que eu adoro, abraçada a mim.










- Mas por que você tá chorando? É tão complicado assim, mãe? - pergunto, segurando seu rosto e tentando apagar suas lágrimas com meus polegares.








- Víctor, seu pai me disse que temos que cancelar a viagem.








- Como? A viagem? Não pode ser, mas é amanhã... - digo, tentando entender toda a confusão.








- Ele disse que tem que ficar, que é impossível, que sente muito, que... - minha mãe não consegue continuar, se abraça com mais força e apoia a cabeça no meu ombro, enquanto eu não paro de acariciar seu cabelo.










Que bom me sinto tendo ela assim abraçada.
Por um momento não penso que é minha mãe, mas sim minha namorada.











Não sei quanto tempo ficamos assim abraçados, mas depois de um bom tempo, nos sentamos no sofá esperando meu pai voltar e nos confirmar que a coisa realmente complicou tanto pra ele e eles têm que cancelar a viagem.










Quando ele aparece na porta, mamãe levanta o olhar tentando ver no rosto dele que tudo está resolvido e que finalmente podem ir embora. Meu pai se senta do outro lado segurando a mão dela.








- Laura, sinto muito mesmo. - diz ele, abraçando-a.






Ela afasta ele e olha nos olhos dele, esperando alguma solução pra esse problemão.






- Olha, eu sinto muito mesmo, querida, mas tenho que ficar, deu uma treta no trabalho e preciso resolver essa semana. É impossível eu me ausentar agora. - ele completa.








- Mas, meu bem, não dá pra adiar, não vão devolver nosso dinheiro. É amanhã! - diz ela, tentando convencê-lo, segurando as lágrimas e a raiva.






- Eu sei e prometo que da próxima vez, eu te compenso.








Minha mãe começa a chorar de novo e meu pai a consola como eu fiz momentos antes, acariciando seu cabelo.








Eu, ao mesmo tempo, olho pro pai e ele me encara com uma cara de cachorro abandonado. Sei que o trampo é muito importante pra ele e que ele tá realmente chateado por não conseguir agradar a mãe.

De certa forma, não culpo ele, entendo que deve ser algo importante, mas por outro lado sinto que ele tá machucando a mãe e isso me irrita.









- Olha, acho que podemos fazer alguma coisa - diz meu pai de repente. Ela se afasta dele, encarando-o fixamente, esperando qual possa ser essa solução.






- O quê? - pergunta ela, impaciente.






- Então você pode ir com o Víctor. - Nesse momento, um silêncio bem longo se instala.






Nós três nos entreolhamos, esperando que alguém falasse alguma coisa depois daquela bomba.








Por minha parte, nem mesmo assimilei ainda que posso viajar exclusivamente com minha mãe para um lugar paradisíaco, por outro lado, a confiança que meu pai deposita em mim, sabendo que vou cuidar da minha mãe como ela merece e mesmo não sendo a mesma coisa, vou dar o meu melhor para que sejam férias maravilhosas.








Em terceiro lugar está minha mãe, que ainda não sei se aceita essa solução alternativa ou se vai mandar meu pai direto pra puta que pariu.










- Já sei que te devo, querida - responde meu pai quebrando o silêncio - e prometo que faremos essa viagem em outro momento, mas agora, em vez de perder o dinheiro das passagens, o melhor é vocês irem sozinhos na viagem. Você não se importa de acompanhar sua mãe, Victor? - ele me pergunta.








Mamãe se vira esperando minha resposta e eu estou tão confuso quanto feliz, porque eu simplesmente não consigo acreditar nisso.










- Claro que não, vai ser um prazer acompanhá-la - respondo sorrindo, mas logo percebo se fui muito efusivo na resposta, porque minhas pernas ainda estão tremendo só de pensar que vou passar uma semana sozinho com a mamãe.










Ela se agarra em mim, e ainda consigo ver as lágrimas nos olhos dela, não diz nada, mas não precisa, sei que ela aprova que eu faça o papel do meu pai e entende que não é a mesma coisa, que não vai ser uma lua de mel, mas no fim das contas, tem que aproveitar aquelas passagens de avião e aquele hotel que já não dá mais pra cancelar.










- Você vai ver como a gente vai se divertir, mamãe - digo por fim, animando-a, e ela me mostra seu sorriso maravilhoso.










O jantar transcorre em silêncio e imagino que cada um está mergulhado em seus próprios pensamentos.






Meu pai se xingando por dentro pelo pedaço de viagem que vai perder e pela raiva que a esposa dele tá por causa disso. Ela, por outro lado, pensando em tudo que tinha planejado, mas olhando pelo lado bom: tem com quem ficar, e que melhor companhia que eu, né? E eu, o que vou dizer? Bom, tô feliz pra caralho, acompanhar minha mãe nessa viagem é a melhor coisa que eu poderia sonhar.










Ela se levanta da cadeira e fica atrás de mim. Me abraça com sua ternura de sempre, mas eu só percebo os seios dela colados no meu pescoço e aquela maciez tão deliciosa.

Em seguida, me dá um beijo na bochecha.











- Tem certeza que quer vir com a chata da sua mãe? - ela me pergunta com aquele olhar que me derrete.








- Que nada, mãe, adoro te acompanhar, não tinha nada pra fazer mesmo.










- Tem certeza? Talvez você podia estar com sua amiga, aquela loirinha, como é o nome? - insiste mamãe, sem parar de me abraçar e com seus peitões colados entre meu pescoço e o começo das minhas costas.










Minha rola começa a dizer "aqui estou eu" enquanto eu disfarçadamente cubro esse volume com o guardanapo.






- Alicia, mamãe, ela se chama Alicia. - respondo - e ela é... só uma amiga.








- Então é isso, ela vai pensar que você podia ficar com ela e agora você vai embora com a chata da sua mãe.






- Mãe - digo num tom irritado - não tenho nada com a Alicia, além do mais você não é nenhuma chata. Ela até acha que você é super legal e que não parece minha mãe, e sim minha irmã, então não acho que você pareça uma chata pra ela, exatamente.






- Sério que ele te falou isso?






- Pois é claro... e é verdade - interveio meu pai - você é uma mulher muito simpática, atraente e não aparenta nem um pouco a idade que tem.








Minha mãe franze a testa olhando pro meu pai, porque não tem muita certeza se aquilo foi um elogio, uma forma de apagar o fogo ou se é verdade mesmo, mas ela não retribui o sorriso do meu pai.








Sem dúvida ela está bem chateada com ele. Acho que no fundo ela quer viajar e deixá-lo sozinho com os problemas, como vingança por tê-la largado na mão.










Assim que chego no meu quarto, me despeço de toda a roupa, me jogo na cama e, olhando pro teto, não consigo tirar a imagem da minha mãe da cabeça.










Começo a me masturbar e meu pau logo atinge o ápice, sentindo como se estivesse entre os peitos dela, que dá um beijinho doce na ponta e me diz o quanto ela está com vontade de ficar comigo, mal aguento muito mais pois gozo em jatos abundantes que saem por todo lado.












Hoje à noite quase não consigo dormir, estou nerviosíssimo. Primeiro porque fiz a mala correndo, já que de manhã cedo vamos para o aeroporto. Mas não paro de pensar nessa viagem e na possibilidade de ficar perto da mamãe tanto tempo, vinte e quatro horas por dia. Poder curtir o rosto lindo dela sem parar, o corpo maravilhoso que já imagino com o biquíni florido, passando protetor nas costas dela…










Acho que durmo quase às quatro da manhã e às seis o despertador toca.








Eu levanto que nem um zumbi e quando vou pra sala, a mamãe já tá arrumando as malas na sala.








Acho que ela acordou há um tempo, com certeza não conseguiu dormir a noite toda, sempre tão nervosinha quando faz algo fora do normal.








Ela está de roupão de ficar em casa, mas dá pra ver que já tomou banho.






- Bom dia, mamãe.




- Oi, querido. Anda logo que a gente já vai.




- Já?!!




- Vamos, toma um banho que em quinze minutos o táxi chega. - ela insiste comigo.






- E o papai?!






- Ele foi pra escritório há um tempo com aquele rolo que ele tem... - completa.






Vou tomar um banho e continuo pensando que a sorte sorriu para mim como nunca imaginei.








Quando desço, ela está me esperando impaciente com a bolsa pendurada no ombro e os braços cruzados, assim como as pernas na altura das panturrilhas.








Parece uma ninfa pra mim. Ela está impressionante: colocou uma blusa branca, meio justa, que destaca os peitos dela de um jeito maravilhoso e um decote em que eu me perderia.








Mas o melhor de tudo é que ela colocou uma calça jeans justa que eu nunca tinha visto nela antes. Ela está uma gostosa, com uns sapatos de salto alto que também não costuma usar. Minha nossa! (Nunca melhor dito)








- Mãe... - digo, admirando-a e segurando a mala que esconde minha ereção inevitável.










- E aí? - ela responde sem me olhar, enquanto guarda as notas na bolsa.






- Você está uma gostosa.




- Obrigado, filho. - mostra seu sorriso radiante.






- Nunca te vi com essa calça jeans.






- Você gosta? - diz ela, girando sobre si mesma e mostrando aquela calça jeans bem justinha...






- Muito, são alucinantes!






- Hehehe... tenho eles faz um tempo, mas seu pai nunca me deixa usar.






- Por quê? Você está uma gostosa, mamãe.






- Obrigada, querido. Você sabe como seu pai é... por isso aproveitei que ele não está me vendo.








Fico hipnotizado. Nesse momento, ela levanta a cabeça e me dá um sorriso.






Ele se aproxima de mim e me beija na testa, consigo sentir seus lábios quentes. Seus peitos ficam na altura da minha visão e não consigo evitar que meu pau dê mais um pulo dentro da minha calça.








Se não fosse pela mala, daria pra notar na hora.








A viagem até o aeroporto está sendo estranha, ainda não consigo acreditar que vou ficar sozinho com a mamãe por alguns dias. É um sonho... meu sonho!








Dou uma olhada de soslaio no seu decote, aproveitando que ela está olhando pela janela. Abaixo o olhar e ver suas pernas cruzadas marcadas naquela calça jeans tão justa é outra maravilha para meus olhos.










De repente ela me pega olhando pra ela. Por um instante acho que ela vai me dar uma bronca, mas em vez disso ela sorri pra mim.








- Obrigado por me acompanhar, Víctor, você é um amor. - em seguida, ela me beija na bochecha e sinto um dos peitões dela encostar no meu ombro.








Quando descemos do táxi e ela segue com a mala, eu fico pagando o taxista, que não tira os olhos da bunda da minha mãe. Não é pra menos.

De repente, ele percebe que eu vi.











- Sério que é sua mãe? - me pergunta sem tirar os olhos do rabão da minha mãe.






- Sim. - respondo sério.






Eu avanço atrás dela, mas antes o taxista acrescenta.






- Caralho, ela tá uma gostosa da porra! - Boa, mano.
Ela não ouviu e eu tô quase falando alguma coisa, mas é que... pussy!, ele tem razão. Não consigo evitar de dar um sorriso orgulhoso pra ele.







O voo é longo, por isso minha mãe, mais relaxada, adormeceu placidamente, o que me permite apreciar a vista do corpo dela com atenção.










Acho que minha mente está atarantada por um monte de sensações, primeiro porque ela é minha mãe, quase como um impedimento pra enxergá-la como a mulher desejável que ela é... por outro lado, me sinto feliz que seja assim, porque senão eu não teria a sorte de contemplá-la tanto tempo, ainda mais agora, nessa viagem, que a tenho em exclusividade.












Acordo, sem saber quanto tempo fiquei boquiaberto olhando pra ela, acho que o sono me venceu enquanto meus olhos percorriam sua anatomia deliciosa.








Chegamos ao destino, em menos tempo do que esperávamos, pelo menos pra mim essa viagem passou voando.
Acho que as férias vão passar num piscar de olhos.









Quando estamos no terminal esperando as maletas, mamãe segura meu braço com força, num sinal de agradecimento.










O sorriso dela brilha e ela me olha com aqueles olhões que me deixam louco. Seus peitões estão colados no meu antebraço, sinto a maciez deles e me sinto no paraíso.










Todos os outros passageiros já foram embora e só ficamos ela e eu.
Minha mala já saiu, mas a dela não.









Depois de uma longa espera, fomos até o balcão da companhia e reclamamos a mala, mas parece que ela sumiu e não aparece em lugar nenhum.






- Mas o que eu vou fazer sem a minha mala???!! - ela protesta, alarmada, para a moça que nos atende.

- Não se preocupe, temos o telefone do seu hotel. Assim que aparecer, a gente liga. - responde a atendente.

- Mas eu não tenho mais roupa além das que estavam na minha mala! - diz a mamãe quase chorando.

A moça da companhia aérea faz mais algumas ligações e a última deve ser com o chefe dela. Depois de vários minutos, ela nos olha com cara de preocupação. Finalmente, nos diz:







- Me disseram que estão fazendo o possível para encontrá-la e provavelmente ela aparecerá amanhã ou depois, mas não é totalmente certo.








Minha mãe me olha e, depois de fazer a reclamação pertinente, vamos para o hotel, porque já está tarde e não podemos fazer mais nada naquele momento.










Ao chegar no hotel em questão, minha mãe parece ter esquecido todo o aborrecimento da perda da mala, e não é pra menos, porque chegamos num resort de luxo, pelo menos me parece, com dois grandes edifícios que são o hotel e uma piscina enorme no centro, cercada de espreguiçadeiras, uma quadra de pádel, um jacuzzi e uma grade no fundo que leva direto a uma pequena praia privativa do complexo hoteleiro.










- Que lindo! - ela exclama enquanto seguimos para fazer o check-in na recepção








- Vocês são... os senhores Palacios. - afirma o recepcionista, conferindo a ficha.






Nos olhamos e sorrimos um para o outro.




- Víctor e Laura Palacios - acrescenta o funcionário.






- Sim - responde mamãe sem apagar seu sorriso, agarrada firmemente ao meu brazo.








É verdade, ele não mentiu, eu me chamo igual ao meu pai, Víctor Palacios, e ela é Laura, senhora Palacios. Então o recepcionista entendeu que somos o casal que tinha a reserva.










É curioso, ela não parece ter notado a diferença de idade entre a gente, bem, acho que... suponho que sim, mas a verdade é que minha mãe não aparenta a idade dela e eu sou alto, forte, com uma barba por fazer, o que me dá uma aparência mais velha do que realmente sou. "Podemos ser um casal perfeitamente".










Pelo menos é o que eu penso e gosto, porque é uma sensação que eu sempre sonhei e agora estou realizando, de verdade!








Ao chegar no nosso quarto, o carregador de malas nos mostra onde fica o banheiro, as luzes... e depois nos mostra a cama.










Sim, uma cama de casal só! Depois ele me mostra como trocar os canais da TV e a grande varanda lá fora, com duas espreguiçadeiras. Dou uma gorjeta pro moleque, que deve ter a minha idade, e fecho a porta.








Estamos sozinhos!!

Há um longo silêncio quando volto para o centro do quarto.

Minha mãe olha para a cama e depois para mim.











- Vamos ter que dormir juntos. - ele diz, minimizando um fato que me parece mais que um sonho, um milagre do céu. - Como nos velhos tempos, lembra quando você vinha pra minha cama dormir comigo? - ele pergunta.










Claro que eu lembro, mas isso foi há muito tempo. Agora eu sou um homem, ela uma mulher, claro. Mas o problema é que eu não sou um filho normal, eu sinto algo por ela que me desnorteia. E agora pensar que tenho que dormir ao lado dela... me atordoa, me deixa louco.






- O que foi, meu bem? - diz, me abraçando ao ver minha cara de susto.






- Não, nada.






- Eu me mexo muito, mas não se preocupa, se ver que não paro, me empurra como seu pai faz e pronto.






Ela fala com tanta naturalidade que eu quase não acredito, mas não paro de pensar em tê-la ao meu lado debaixo dos lençóis, exatamente como sempre imaginei nos meus pensamentos idílicos e libidinosos.

- Não te incomoda a gente dormir junto. - e ela completa rápido.





- Nãããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããã




- Não, claro. - digo, pensando se fui muito efusivo de novo.








- Além disso, somos o casal Palacios - diz sorrindo e acariciando meu nariz, rindo com uma gargalhada que eu adoro...










CONTINUA


milf


Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história está mais adiantada por lá.
E o cronograma deste mês está publicado. Tem dois níveis: diamante e platino.
Toda história vai ser longa.
Nas páginas gratuitas vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
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0 comentários - Paraíso Proibido - Capítulo 1