Desde a noite de sexta-feira, eu estava arrumando as malas pra nossa viagem de formatura. As conversas entre os grupos tavam rolando soltas, tanto nos chats privados quanto nos grupos. Tudo começou duas semanas antes, quando a gente tava escolhendo a mãe/pai responsável que ia acompanhar os alunos pra garantir que ninguém se metesse em encrenca. Minha mãe, "A rabuda", ganhou quase por unanimidade, a votação foi arrasadora; eu entendia o motivo dessa escolha e, mesmo fingindo que tava incomodado, via isso como uma oportunidade foda e até um negócio pra mim. Era preciso ser discreto e não deixar vazar nada, não dava pra deixar uma turma de trinta pessoas comerem minha mãe à vontade, vazar fotos, vídeos, comentários, etc. Mas uma coisa era certa: num hotel cheio de desconhecidos, dava pra organizar algo pra meu plano (meio improvisado) dar certo. A ideia era simples: vinte e quatro horas antes da viagem, consegui alguns grupos através de conhecidos de outros viajantes que iam ficar no mesmo hotel que a gente. Tinha gente de outras cidades, e pelo boca a boca discreto, até cheguei nos grupos de WhatsApp de outros estados. Deixando de lado os mais próximos (pra evitar fofoca), espalhei nudes da minha mãe que eu mesmo tirei, essas fotos vinham com um texto que dizia: - Essa mãe é uma escort que vai estar na viagem acompanhando o grupo 33 (os números eram da empresa pra organizar melhor), ela vai ficar num quarto a confirmar. Se tiver interesse, é importante manter isso em segredo, porque só esse grupo foi informado, não os outros; é essencial que não corra boato no hotel. Umas horas antes da viagem, conferi a lista de novo e os grupos interessados eram mais de dez. Tava claro que aquele O mês de férias ia ser cheio de histórias e momentos. Fiz um esquema sobre as formas de pagamento, como iam chegar no quarto secreto sem chamar atenção, mais precauções pra evitar que meu grupo descobrisse essa informação e, por último, um acordo com os intermediários entre os interessados e eu. Tava claro que não ia ficar na cara de todo mundo num hotel, tipo aquele que tem uma mãe que é uma puta, então só esses mediadores iam saber quem era o filho dessa mulher, também seriam os que receberiam o dinheiro que depois me entregariam, os que me acompanhariam pra garantir que não desse confusão com meu plano e os que, contra todas as expectativas, não queriam uma porcentagem do dinheiro como pagamento; queriam noites com a minha mãe de graça, com tudo liberado, e eu aceitei.
— Cê acha que isso tudo é suficiente? — Minha mãe não tinha parado de guardar conjuntos e roupas provocantes dentro da bolsa dela. Na real, 80% de toda a bagagem dela era isso, tirando uns casacos pra caso fizesse frio, o que pouco me importava e ela sabia. — Acho que sim, já tá tudo resolvido da minha parte, além de que já tem muitos interessados em você. O acordo com a minha mãe era dividir 50/50, ela tinha um tesão enorme em tudo que eu planejava, na verdade o tempo todo. Mas ela sabia que nada era de graça e também queria a parte dela, que era óbvio que ia ganhar.
O dinheiro começou a chegar assim que aterrissamos no aeroporto, depositaram uns três mil dólares no total entre os intermediários, fiquei surpreso com a rapidez. Aproveitamos porque, na maioria, os outros alunos que se juntaram à viagem vinham de colégios particulares e pouco entendiam o valor de uma mulher que cobra por sexo, então foi fácil arrancar muito deles. Quando subimos no avião, minha mãe já chamava toda a atenção dos meus colegas de classe. Era uma mulher que exalava feminilidade o tempo todo, qualquer coisa que vestisse dava vontade de tirar, mesmo que estivesse coberta. Seja o que for. Ela usava uma saia bege meio discreta que ia até a metade das coxas, umas botas pretas não muito altas, junto com uma camisa cujo último botão estava desabotoado, destacando o decote, e um casaco fino da mesma cor. Quando nos hospedamos no hotel, eu e minha mãe ficamos no mesmo quarto, o que nos dava muitas vantagens, já que os quartos geralmente eram divididos entre quatro e seis pessoas, mas tínhamos esse privilégio por eu ser o pai responsável pelo curso. No resto daquele dia e no seguinte, não houve surpresas; passamos o tempo em excursões e em festas diferentes durante a noite. Eram daquelas férias livres onde você podia fazer o que quisesse com o básico pago, e o resto das coisas que quisesse fazer já corria por sua conta. No segundo dia, queria começar a avivar a chama para iniciar o jogo. Antes, um pouco de contexto: o quarto onde estávamos tinha espaços separados, o quarto e o banheiro. Este último tinha uma banheira do tipo trio com uma janela ao lado, que permitia perfeitamente a visão de quem estava ali. Por esse motivo, e por ter quartos paralelos, os outros podiam ver quem estava tomando banho se a pessoa não fosse discreta e não fechasse as cortinas. Quando anoiteceu, preparamos o banheiro, enchemos a banheira de água com espuma e escolhemos um conjunto fino preto que ficaria coberto por um roupão que a mãe usaria até decidir se molhar. Na lista, os grupos eram o 11, 14 e 24. Eu ia respeitar a ordem como se fosse "de chegada". Quando saí do quarto, fui para o corredor e me conectei à videochamada que o medium fazia para entender como estava a situação com o grupo que seria hoje. Enquanto isso, eles avisaram que por volta das 20h o grupo 11 poderia ver uma prévia do seu novo brinquedo do quarto em frente ao 122. Não demorou muito até que os três participantes que pagaram... Estavam lá com o médium pela janela. A sequência foi a seguinte: Minha mãe entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si enquanto tirava o roupão, deixando em primeiro plano aquela bunda enorme e gorda que só era contida pela tanga, que quase sumia entre as nádegas. Ela tirou o sutiã devagar, com um sorriso safado, enquanto se virava e se aproximava lentamente da banheira, deixando a parte de baixo da calcinha cair. Entrou na água, molhando o corpo inteiro, brincando com os peitos e mordendo o lábio — foi um espetáculo completo. Foram uns 20 minutos desse joguinho, onde os caras não aguentaram a vontade de se masturbar e fizeram isso sem se importar de estarem juntos. A última coisa que minha mãe fez antes de sair da banheira foi olhar direto para a janela onde eles estavam e piscar um olho enquanto mordia o dedo, mostrando que sabia que estavam vendo ela. Uma mensagem do médium chegou logo depois: — M: Não sei como você vai fazer para que não comam ela no corredor, esses caras estão fascinadíssimos. — Eu: Diz pra eles que vão ter que aguentar. Vamos fazer quando o resto do hotel for pra festa depois do jantar, assim evitamos barulhos suspeitos. Vai ser lá pelas 2 da manhã, no máximo. E foi assim que esses três se infiltraram no hotel para aparecer no horário combinado. Cada um com seu estilo: um alto e musculoso, com um sorriso arrogante; outro mais magro, de olhar intenso e cabelo bagunçado; e o terceiro, de aparência bruta, com barba por fazer e tatuagens aparecendo por baixo da camisa. Minha mãe estava no corredor fora do quarto quando eles apareceram na frente dela (não avisamos, mas o médium e eu demos sinal verde para eles aparecerem no local, já que não tinha mais ninguém por perto). Estavam bem bêbados porque planejavam sair pra festa depois da diversão. Minha mãe já tinha notado eles desde o começo, E eles, por sua vez, não tiravam os olhos dela. — Você vai ficar aí a noite toda ou vai vir brincar com a gente? — perguntou o mais alto, se aproximando dela com uma taça na mão. A voz dele era grave e segura, como se estivesse acostumado a conseguir o que queria. Minha mãe sorriu, deixando o olhar percorrer os três homens antes de responder. — Depende do que vocês têm em mente — disse, com um tom que deixava claro que estava disposta a tudo. O homem da barba rala se aproximou, a respiração quente roçando a orelha dela. — A gente tem em mente te usar como a putinha que você é — murmurou, e minha mãe sentiu um arrepio de prazer percorrer suas costas. Ela não respondeu com palavras, só mordeu o lábio e assentiu, deixando os homens a guiarem até a entrada do quarto. Eles se posicionaram no meio, de frente para a cama. Os três homens a cercaram, os olhares famintos percorrendo o corpo dela como se já fosse deles. Ela sabia que estava prestes a ser usada, dominada, e isso a excitava mais do que conseguia expressar. — Tira a roupa, putinha — ordenou o homem magro, a voz cortante como um chicote. Minha mãe não pensou duas vezes. Com movimentos lentos e deliberados, se livrou do vestido, deixando-o cair no chão. Por baixo, usava só um conjunto de lingerie preta, que contrastava com a pele clara dela. Os homens a observaram em silêncio, as respirações acelerando enquanto ela ficava parada na frente deles, desafiadora e submisso ao mesmo tempo. O musculoso se aproximou, a mão grande e quente fechando em volta do pescoço dela. Puxou-a com força até que os lábios deles estivessem a centímetros dos dela. — Você tá pronta pra ser nossa putinha essa noite? — perguntou, a respiração quente no rosto dela. — Sim — respondeu Lúcia, a voz rouca de desejo. — Sou a putinha de vocês. Façam comigo o que quiserem. Sem mais delongas, o homem a empurrou contra a parede, o corpo dele pressionando o dela. A mão dele desceu até a buceta dela, e ela gemeu quando os dedos dele se... deslizaram entre suas dobras molhadas. —Já tá molhada, foxy —murmurou, antes de dar um tapa que ecoou no quarto. Minha mãe virou a cabeça, a bochecha ardendo com o golpe, mas a expressão dela era de puro prazer. —Mais —sussurrou, e o homem sorriu antes de dar outro tapa, dessa vez mais forte. O homem magro se aproximou então, a mão deslizando pelas costas dela até alcançar a bunda. Apertou com força, fazendo-a gemer de novo. —Essa buceta é nossa esta noite —disse, a voz carregada de promessa. O terceiro, o barbudo, se ajoelhou na frente dela, o olhar fixo na boceta dela. Sem dizer uma palavra, enterrou o rosto entre as pernas dela, a língua quente e molhada deslizando sobre o clitóris. Minha mãe arqueou as costas, as mãos agarrando o cabelo do homem enquanto ele lambia, enfiando a língua. —Não goza ainda, puta —ordenou o musculoso, a mão apertando o pescoço dela com mais força. —Ainda não ganhou esse direito. Tentou obedecer, mas o prazer era avassalador. O homem magro a girou então, empurrando-a contra a parede de novo, e ela sentiu a ereção dura e quente contra as costas. —Se prepara pra gente —murmurou, antes de cuspir na mão e começar a esfregar o pau. O barbudo se levantou, o olhar escuro e cheio de intenção. —Primeiro, vamos abrir essa boca —disse, e Lúcia abriu os lábios sem hesitar, sabendo o que vinha. O homem se colocou na frente dela, a ereção imponente e cheia de veias. —Chupa, puta —ordenou, e Lúcia obedeceu, envolvendo os lábios no pau dele com avidez. Saboreou, a língua deslizando pelo comprimento enquanto ele grunhia de prazer. —Mais fundo —exigiu o musculoso, e minha mãe assentiu, deixando o pênis do homem desaparecer na boca dela até o nariz tocar a pélvis dele. Sentiu a garganta se fechar em volta, mas não parou, movendo a cabeça pra cima e pra baixo num ritmo. O homem magro se colocou atrás de Ela, com a mão agarrando o cabelo dela com força. —Agora olha pra ele — disse, e Lúcia obedeceu, levantando o olhar pra ver o musculoso observando ela com uma mistura de desejo e dominação. —Você é uma puta barata — murmurou ele, antes de dar outro tapa que fez a cabeça dela virar. O barbudo soltou ela então, e Lúcia gemeu de frustração ao perder o contato. Mas não teve tempo de reclamar, porque o magrelo já tava empurrando o pau dele no cu dela. —Relaxa, puta — ordenou, e Lúcia tentou obedecer, respirando fundo enquanto ele pressionava com força. A dor inicial foi aguda, mas rapidamente virou prazer quando o corpo dela se adaptou à invasão. —Me fode — sussurrou, e o homem sorriu antes de começar a se mover, as estocadas lentas e controladas. O musculoso se colocou na frente dela de novo, o pau ainda duro e brilhante. —Agora chupa — ordenou, e Lúcia obedeceu, pegando o pinto dele na boca enquanto o outro homem penetrava ela por trás. O quarto se encheu de gemidos e ordens roucas. Lúcia se sentia completa, usada e dominada do jeito que tanto queria. O magrelo aumentou o ritmo, as estocadas mais rápidas e profundas, enquanto o musculoso agarrou o cabelo dela, guiando os movimentos. —Não ousa gozar sem permissão, vagabunda — avisou o barbudo, a voz rouca de tesão. Lúcia tentou obedecer, mas o prazer era forte demais. O corpo dela tremia, à beira do orgasmo, quando o magrelo parou de repente. —Ainda não — disse, a voz cortante. O musculoso soltou ela então, e Lúcia gemeu de frustração ao perder o contato. Mas antes que pudesse reclamar, o barbudo empurrou ela pra cama, mandando ela ficar de quatro. —Agora vamos te foder como a puta que você é — disse, e Lúcia sorriu, o corpo queimando de antecipação. O musculoso se colocou atrás dela, o pau alinhado com a entrada traseira. —Se prepara — murmurou, antes de empurrar com força. Lúcia gemeu, o corpo dela se esticando pra acomodar a dupla penetração. A dor e o prazer se misturaram numa sensação avassaladora, e ela se deixou levar, mexendo os quadris pra trás pra encontrar cada estocada. O homem magro se colocou na frente dela, o pau ereto e pronto. —Chupa —ordenou, e Lúcia obedeceu, pegando o pinto na boca enquanto os outros dois a preenchiam por completo. Os homens usavam ela sem piedade, os movimentos sincronizados num ritmo frenético. Lúcia se sentia à beira da loucura, o corpo tremendo e a mente nublada pelo prazer. —Vamos gozar em você, putinha —rosnou o musculoso, a voz rouca de desejo. —Vamos encher você de porra. Lúcia gemeu, o corpo se contorcendo ao ouvir essas palavras. —Sim, por favor —implorou, a voz quase um sussurro. Os homens aumentaram o ritmo, as estocadas mais rápidas e profundas. Lúcia sentiu o orgasmo se aproximando, inevitável e intenso, e dessa vez não tentou segurar. —Tô gozando —gemeu, e os homens sorriram, os movimentos acelerando. O prazer a inundou, uma onda avassaladora que a deixou sem fôlego. O corpo dela tremeu, os músculos se contraíram, e ela gritou de puro êxtase enquanto os homens gozavam dentro dela, enchendo ela com o esperma quente e grosso. —Boa putinha —murmurou o barbudo, a voz cheia de aprovação. Lúcia caiu na cama, o corpo exausto mas satisfeito. Os homens cuspiram nela antes de se vestir e depois foram embora, deixando a porta aberta. Minha mãe tinha ficado estirada, escorrendo a porra que há instantes tinham deixado dentro dela, e assim termina o segundo dia dessas férias. Continua.
— Cê acha que isso tudo é suficiente? — Minha mãe não tinha parado de guardar conjuntos e roupas provocantes dentro da bolsa dela. Na real, 80% de toda a bagagem dela era isso, tirando uns casacos pra caso fizesse frio, o que pouco me importava e ela sabia. — Acho que sim, já tá tudo resolvido da minha parte, além de que já tem muitos interessados em você. O acordo com a minha mãe era dividir 50/50, ela tinha um tesão enorme em tudo que eu planejava, na verdade o tempo todo. Mas ela sabia que nada era de graça e também queria a parte dela, que era óbvio que ia ganhar.
O dinheiro começou a chegar assim que aterrissamos no aeroporto, depositaram uns três mil dólares no total entre os intermediários, fiquei surpreso com a rapidez. Aproveitamos porque, na maioria, os outros alunos que se juntaram à viagem vinham de colégios particulares e pouco entendiam o valor de uma mulher que cobra por sexo, então foi fácil arrancar muito deles. Quando subimos no avião, minha mãe já chamava toda a atenção dos meus colegas de classe. Era uma mulher que exalava feminilidade o tempo todo, qualquer coisa que vestisse dava vontade de tirar, mesmo que estivesse coberta. Seja o que for. Ela usava uma saia bege meio discreta que ia até a metade das coxas, umas botas pretas não muito altas, junto com uma camisa cujo último botão estava desabotoado, destacando o decote, e um casaco fino da mesma cor. Quando nos hospedamos no hotel, eu e minha mãe ficamos no mesmo quarto, o que nos dava muitas vantagens, já que os quartos geralmente eram divididos entre quatro e seis pessoas, mas tínhamos esse privilégio por eu ser o pai responsável pelo curso. No resto daquele dia e no seguinte, não houve surpresas; passamos o tempo em excursões e em festas diferentes durante a noite. Eram daquelas férias livres onde você podia fazer o que quisesse com o básico pago, e o resto das coisas que quisesse fazer já corria por sua conta. No segundo dia, queria começar a avivar a chama para iniciar o jogo. Antes, um pouco de contexto: o quarto onde estávamos tinha espaços separados, o quarto e o banheiro. Este último tinha uma banheira do tipo trio com uma janela ao lado, que permitia perfeitamente a visão de quem estava ali. Por esse motivo, e por ter quartos paralelos, os outros podiam ver quem estava tomando banho se a pessoa não fosse discreta e não fechasse as cortinas. Quando anoiteceu, preparamos o banheiro, enchemos a banheira de água com espuma e escolhemos um conjunto fino preto que ficaria coberto por um roupão que a mãe usaria até decidir se molhar. Na lista, os grupos eram o 11, 14 e 24. Eu ia respeitar a ordem como se fosse "de chegada". Quando saí do quarto, fui para o corredor e me conectei à videochamada que o medium fazia para entender como estava a situação com o grupo que seria hoje. Enquanto isso, eles avisaram que por volta das 20h o grupo 11 poderia ver uma prévia do seu novo brinquedo do quarto em frente ao 122. Não demorou muito até que os três participantes que pagaram... Estavam lá com o médium pela janela. A sequência foi a seguinte: Minha mãe entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si enquanto tirava o roupão, deixando em primeiro plano aquela bunda enorme e gorda que só era contida pela tanga, que quase sumia entre as nádegas. Ela tirou o sutiã devagar, com um sorriso safado, enquanto se virava e se aproximava lentamente da banheira, deixando a parte de baixo da calcinha cair. Entrou na água, molhando o corpo inteiro, brincando com os peitos e mordendo o lábio — foi um espetáculo completo. Foram uns 20 minutos desse joguinho, onde os caras não aguentaram a vontade de se masturbar e fizeram isso sem se importar de estarem juntos. A última coisa que minha mãe fez antes de sair da banheira foi olhar direto para a janela onde eles estavam e piscar um olho enquanto mordia o dedo, mostrando que sabia que estavam vendo ela. Uma mensagem do médium chegou logo depois: — M: Não sei como você vai fazer para que não comam ela no corredor, esses caras estão fascinadíssimos. — Eu: Diz pra eles que vão ter que aguentar. Vamos fazer quando o resto do hotel for pra festa depois do jantar, assim evitamos barulhos suspeitos. Vai ser lá pelas 2 da manhã, no máximo. E foi assim que esses três se infiltraram no hotel para aparecer no horário combinado. Cada um com seu estilo: um alto e musculoso, com um sorriso arrogante; outro mais magro, de olhar intenso e cabelo bagunçado; e o terceiro, de aparência bruta, com barba por fazer e tatuagens aparecendo por baixo da camisa. Minha mãe estava no corredor fora do quarto quando eles apareceram na frente dela (não avisamos, mas o médium e eu demos sinal verde para eles aparecerem no local, já que não tinha mais ninguém por perto). Estavam bem bêbados porque planejavam sair pra festa depois da diversão. Minha mãe já tinha notado eles desde o começo, E eles, por sua vez, não tiravam os olhos dela. — Você vai ficar aí a noite toda ou vai vir brincar com a gente? — perguntou o mais alto, se aproximando dela com uma taça na mão. A voz dele era grave e segura, como se estivesse acostumado a conseguir o que queria. Minha mãe sorriu, deixando o olhar percorrer os três homens antes de responder. — Depende do que vocês têm em mente — disse, com um tom que deixava claro que estava disposta a tudo. O homem da barba rala se aproximou, a respiração quente roçando a orelha dela. — A gente tem em mente te usar como a putinha que você é — murmurou, e minha mãe sentiu um arrepio de prazer percorrer suas costas. Ela não respondeu com palavras, só mordeu o lábio e assentiu, deixando os homens a guiarem até a entrada do quarto. Eles se posicionaram no meio, de frente para a cama. Os três homens a cercaram, os olhares famintos percorrendo o corpo dela como se já fosse deles. Ela sabia que estava prestes a ser usada, dominada, e isso a excitava mais do que conseguia expressar. — Tira a roupa, putinha — ordenou o homem magro, a voz cortante como um chicote. Minha mãe não pensou duas vezes. Com movimentos lentos e deliberados, se livrou do vestido, deixando-o cair no chão. Por baixo, usava só um conjunto de lingerie preta, que contrastava com a pele clara dela. Os homens a observaram em silêncio, as respirações acelerando enquanto ela ficava parada na frente deles, desafiadora e submisso ao mesmo tempo. O musculoso se aproximou, a mão grande e quente fechando em volta do pescoço dela. Puxou-a com força até que os lábios deles estivessem a centímetros dos dela. — Você tá pronta pra ser nossa putinha essa noite? — perguntou, a respiração quente no rosto dela. — Sim — respondeu Lúcia, a voz rouca de desejo. — Sou a putinha de vocês. Façam comigo o que quiserem. Sem mais delongas, o homem a empurrou contra a parede, o corpo dele pressionando o dela. A mão dele desceu até a buceta dela, e ela gemeu quando os dedos dele se... deslizaram entre suas dobras molhadas. —Já tá molhada, foxy —murmurou, antes de dar um tapa que ecoou no quarto. Minha mãe virou a cabeça, a bochecha ardendo com o golpe, mas a expressão dela era de puro prazer. —Mais —sussurrou, e o homem sorriu antes de dar outro tapa, dessa vez mais forte. O homem magro se aproximou então, a mão deslizando pelas costas dela até alcançar a bunda. Apertou com força, fazendo-a gemer de novo. —Essa buceta é nossa esta noite —disse, a voz carregada de promessa. O terceiro, o barbudo, se ajoelhou na frente dela, o olhar fixo na boceta dela. Sem dizer uma palavra, enterrou o rosto entre as pernas dela, a língua quente e molhada deslizando sobre o clitóris. Minha mãe arqueou as costas, as mãos agarrando o cabelo do homem enquanto ele lambia, enfiando a língua. —Não goza ainda, puta —ordenou o musculoso, a mão apertando o pescoço dela com mais força. —Ainda não ganhou esse direito. Tentou obedecer, mas o prazer era avassalador. O homem magro a girou então, empurrando-a contra a parede de novo, e ela sentiu a ereção dura e quente contra as costas. —Se prepara pra gente —murmurou, antes de cuspir na mão e começar a esfregar o pau. O barbudo se levantou, o olhar escuro e cheio de intenção. —Primeiro, vamos abrir essa boca —disse, e Lúcia abriu os lábios sem hesitar, sabendo o que vinha. O homem se colocou na frente dela, a ereção imponente e cheia de veias. —Chupa, puta —ordenou, e Lúcia obedeceu, envolvendo os lábios no pau dele com avidez. Saboreou, a língua deslizando pelo comprimento enquanto ele grunhia de prazer. —Mais fundo —exigiu o musculoso, e minha mãe assentiu, deixando o pênis do homem desaparecer na boca dela até o nariz tocar a pélvis dele. Sentiu a garganta se fechar em volta, mas não parou, movendo a cabeça pra cima e pra baixo num ritmo. O homem magro se colocou atrás de Ela, com a mão agarrando o cabelo dela com força. —Agora olha pra ele — disse, e Lúcia obedeceu, levantando o olhar pra ver o musculoso observando ela com uma mistura de desejo e dominação. —Você é uma puta barata — murmurou ele, antes de dar outro tapa que fez a cabeça dela virar. O barbudo soltou ela então, e Lúcia gemeu de frustração ao perder o contato. Mas não teve tempo de reclamar, porque o magrelo já tava empurrando o pau dele no cu dela. —Relaxa, puta — ordenou, e Lúcia tentou obedecer, respirando fundo enquanto ele pressionava com força. A dor inicial foi aguda, mas rapidamente virou prazer quando o corpo dela se adaptou à invasão. —Me fode — sussurrou, e o homem sorriu antes de começar a se mover, as estocadas lentas e controladas. O musculoso se colocou na frente dela de novo, o pau ainda duro e brilhante. —Agora chupa — ordenou, e Lúcia obedeceu, pegando o pinto dele na boca enquanto o outro homem penetrava ela por trás. O quarto se encheu de gemidos e ordens roucas. Lúcia se sentia completa, usada e dominada do jeito que tanto queria. O magrelo aumentou o ritmo, as estocadas mais rápidas e profundas, enquanto o musculoso agarrou o cabelo dela, guiando os movimentos. —Não ousa gozar sem permissão, vagabunda — avisou o barbudo, a voz rouca de tesão. Lúcia tentou obedecer, mas o prazer era forte demais. O corpo dela tremia, à beira do orgasmo, quando o magrelo parou de repente. —Ainda não — disse, a voz cortante. O musculoso soltou ela então, e Lúcia gemeu de frustração ao perder o contato. Mas antes que pudesse reclamar, o barbudo empurrou ela pra cama, mandando ela ficar de quatro. —Agora vamos te foder como a puta que você é — disse, e Lúcia sorriu, o corpo queimando de antecipação. O musculoso se colocou atrás dela, o pau alinhado com a entrada traseira. —Se prepara — murmurou, antes de empurrar com força. Lúcia gemeu, o corpo dela se esticando pra acomodar a dupla penetração. A dor e o prazer se misturaram numa sensação avassaladora, e ela se deixou levar, mexendo os quadris pra trás pra encontrar cada estocada. O homem magro se colocou na frente dela, o pau ereto e pronto. —Chupa —ordenou, e Lúcia obedeceu, pegando o pinto na boca enquanto os outros dois a preenchiam por completo. Os homens usavam ela sem piedade, os movimentos sincronizados num ritmo frenético. Lúcia se sentia à beira da loucura, o corpo tremendo e a mente nublada pelo prazer. —Vamos gozar em você, putinha —rosnou o musculoso, a voz rouca de desejo. —Vamos encher você de porra. Lúcia gemeu, o corpo se contorcendo ao ouvir essas palavras. —Sim, por favor —implorou, a voz quase um sussurro. Os homens aumentaram o ritmo, as estocadas mais rápidas e profundas. Lúcia sentiu o orgasmo se aproximando, inevitável e intenso, e dessa vez não tentou segurar. —Tô gozando —gemeu, e os homens sorriram, os movimentos acelerando. O prazer a inundou, uma onda avassaladora que a deixou sem fôlego. O corpo dela tremeu, os músculos se contraíram, e ela gritou de puro êxtase enquanto os homens gozavam dentro dela, enchendo ela com o esperma quente e grosso. —Boa putinha —murmurou o barbudo, a voz cheia de aprovação. Lúcia caiu na cama, o corpo exausto mas satisfeito. Os homens cuspiram nela antes de se vestir e depois foram embora, deixando a porta aberta. Minha mãe tinha ficado estirada, escorrendo a porra que há instantes tinham deixado dentro dela, e assim termina o segundo dia dessas férias. Continua.
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