Aqui, a gostosacapítulo 1Finalmente decidi ir tomar uma ducha. Peguei uma cueca limpa no armário e fui direto pro chuveiro. A água me ajudou a clarear a mente, mas ainda não entendia a atitude da Daniela. Será que fiz algo errado? Entendo que não deve ser muito legal ver a foto de uma buceta alheia no celular da pessoa com quem você passou a noite. Mas ela e eu só tínhamos transado. Fui legal com ela. Não tínhamos falado em ter nada mais, a gente nem se conhecia direito!
Tava pensando nisso quando a Valentina me ligou. Ela repetiu a mesma coisa das mensagens desesperadas de ontem à noite, e depois me perguntou o que eu tinha feito. Me parabenizou pela Daniela, mas me deu uma bronca quando falei que ela tinha ido embora de manhã.
"Quando é que você vai me ouvir, JP? A única mina com quem você pode foder a vida toda sem ter esses problemas sou eu", ela riu.
"Sei não. Quando é que você vai me dar exclusividade?", rebati. Ela parou de rir.
"Bla, bla, bla. Que chato você é", respondeu. "Beleza, então. Vamos fazer uma aposta? Eu digo que hoje à noite eu pego alguém e você não", brincou.
"Olha só, eu acho que hoje à noite a gente vai foder os dois", respondi, saindo do banheiro. Não me cobri mais, não gosto de andar de roupa na minha casa.
"Uau, que confiante você tá. Beleza. Se você ganhar, te devo uma hora de boquete sem parar. E se eu ganhar, você me chupa a buceta por uma hora inteira."
"Perfeito. Já tô ficando de pau duro só de imaginar você uma hora me chupando."
Chegou uma mensagem. Era uma foto da Valentina, abrindo bem a boca com cara de putinha.
"Pra te motivar. Amanhã te ligo pra ver quem ganha."
"Se diverte, putinha."
"E é por isso que você gosta de mim."
Desligamos. Passei o resto do dia dando uma limpada na casa. A vantagem de ser pequena é que não demorei muito. Depois preparei algo leve pra comer e tirei um cochilo.
Pensei em mandar mensagem pra Daniela, mas aí lembrei que ela não tinha me dado o número dela.Melhor esquecer ela. E se prepara pra sair, porque a Valentina te deve um boquete de uma hora., pensei. Não é que a gente precisasse de apostas pra fazer algo assim, mas a "picuinha" dava um gosto a mais.
E quando eu vesti a calça, tocaram a campainha. Fui abrir. Era estranho. Fim de semana só chamavam os entregadores. E me surpreendi pra caralho quando dei uma olhada pelo olho mágico. Abri a porta, de peito nu.
"Boa tarde"
"Oi, JP", cumprimentou a Daniela. Ela tinha vestido uma camiseta branca e uma jeans pra vir me ver. E um tênis. "Ia sair?"
"Tava me arrumando... o que você quer?"
"Conversar. Deixa eu entrar?"
"Entra", falei.
Me surpreendi ao ver que, além disso, ela trazia uma mochila. Não falei nada. Convidei ela pra sentar no sofá, e eu fiz o mesmo.
"Quer beber algo?", lembrei de oferecer.
"Você..."
"Se você estivesse receptiva, adoraria acreditar. Mas depois do que rolou de manhã, já não entendo mais nada", falei pra ela.
"Vou te explicar. Mas antes preciso saber o que tem entre você e a Valentina. É importante pra mim saber. Por favor..."
Ela baixou a cabeça. Sabia que não era da conta dela. Mas suspirei, e contei de novo o que tinha rolado naquela manhã. Contei como a gente se conheceu há um ano, como se via com certa frequência (e contei também que eu era só mais um dos vários parceiros de foda que ela tinha admitido). Contei das férias frustradas. E, já que tava nessa, contei da aposta daquela manhã.
"Impressionante...", ela disse.
"Agora você"
"O quê?"
"Sua história. Eu te contei a minha"
"Não tem muito o que contar... comecei a namorar meu ex aos 17. Foi minha única experiência sexual nos últimos 7 anos, até ele me largar... bom, não me largou. Ele... me traiu", suspirou, tentando segurar as lágrimas. "Com um cara. E, bom... esse último ano fiquei sozinha. Morando de novo na casa dos meus pais. Me animei a sair ontem à noite porque precisava de uma mudança"
"Ele te trai com um cara e você decide experimentar transar com um, pra ver como é?"
"Ela sempre admitiu pra mim que erabiEu… não sei. Depois de um ano sozinha, comecei a pensar um monte de coisas. Achei que ia passar se eu me decepcionasse ontem à noite. E no fim, te conheci, mudou tudo… e isso me deu um medo danado.”
“Não vai botar a culpa em mim…”
“Não, a culpa foi minha por fazer besteira. Mas… Passei a manhã inteira pensando”, agora ela olhava nos meus olhos. “O que rolou ontem à noite eu gostei pra caralho. A única coisa que não curti foi… não ter me deixado levar mais. Porque eu queria, de verdade. Se você topa tentar com uma novata…”
“Reconheço que essa ideia me excita pra cacete”, falei. Ela me lançou um olhar de raiva. “Quê? Prefere que seja algo desagradável pra mim?”
“Disfarça um pouco, piranha, que já foi um parto dar esse passo”, murmurou.
“Não vou disfarçar nada com você, Daniela. Você pediu sinceridade, e vai ter. Se veio pra continuar de onde paramos ontem, vou adorar. Mas por favor, seja clara comigo. Não consigo adivinhar seus pensamentos.”
“Eu sei…”, disse. E naquele momento, ela se ajoelhou no sofá e começou a engatinhar na minha direção. “E se eu fizer isso, adivinha meus pensamentos?”
Me adiantei pra beijá-la. Ela correspondeu aos meus lábios e, sem perceber, foi se colocando por cima de mim. Puxei ela pra perto, segurando firme na bunda dela. Dani se esticou pra trás e tirou a camiseta.
“Uau. Minhas amigas preciosas”, brinquei ao ver os peitos dela. Ela não tinha colocado sutiã.
“Hoje sou sua, JP… me mostra o que você faz com a Valentina…”
Na hora, coloquei um dedo nos lábios dela.
“Não se compara com ela, ok? Ela não tá aqui. É você que tá. E quero foder com você.”
“E ganhar a aposta pra ela te chupar, né?”
“Talvez eu tenha que comer sua buceta pra você calar a boca”, sugeri.
Dani ficou vermelha com meu comentário. Ela se curvou sobre mim e falou no meu ouvido.Acho que isso eu ia gostar pra caralho, mas… só quero que você me ajude a superar meus medos.”, ela sussurrou. E começou a morder minha orelha. Os dentes dela brincavam com meu lóbulo. Eu me deixei levar, Daniela acariciou meu corpo com as mãos macias. Facilitei o trabalho dela, abrindo minha calça, e ela pôde tocar meu pau. “Uf”
“O que foi?”
“Que você tá muito duro… espera…”
Com cuidado, ela tirou minha calça. Depois, colocou a mão de novo na minha ereção, apalpando devagar. Apertando de leve. Começou a sorrir. Ela gostava da minha reação. Então tirou minha cueca, liberando minha pica.
“Ontem não consegui reparar direito no seu cock. Nossa, ele tá pegando fogo”, comentou enquanto começava a me masturbar.
“Pode apertar um pouco mais com a mão. Assim, bem”, suspirei.
“Não tô te machucando, né?”
“Não, é gostoso pra caralho. Você não quer tirar a calça?”
Daniela pensou e, num instante, se levantou, tirou o jeans, e voltou a se deitar como antes. Se acomodou nas minhas pernas e continuou me masturbando. Eu ficava louco vendo ela em cima de mim, com os peitos de fora, e aquele sorriso que não saía do rosto dela.
“Você gosta da minha pica?”, perguntei.
“Sim… eu…” ela engoliu saliva. “Gosto. Gosto do seu cock. Gosto do seu cock. Gosto do seu cock”, repetiu mais uma vez, falando mais devagar mas aumentando o ritmo da masturbação. “JP… é normal eu querer chupar ela?”, perguntou, engolindo saliva. A mão dela se moveu mais devagar, enquanto ela me olhava, envergonhada de novo.
“Não sei… ontem eu tava com vontade de comer sua buceta”, respondi.
“Não sou uma puta se eu chupar você, né?”, insistiu.
“Claro que não, Dani. Aliás, eu quero que você faça isso”
Ela concordou e abriu minhas pernas. Parecia hesitar onde se posicionar, mas no fim se esticou no meu sofá. Se aproximou da minha pica, e começou me dando um beijo nas bolas. Depois outro. E um terceiro. Colocou a língua pra fora, e com ela acariciou minhas bolas. Eu me deixei levar, e suspirei e gemi enquanto ela ia subindo devagar pelo meu pau. Um último beijo na ponta, e ela enfiou na boca. boca. Só um pouco, mas o suficiente pra acariciar meu prepúcio com a língua e os lábios. Outra chupada. Mais uma. Aos poucos, ela ia metendo mais na boca.
"Porra, Dani… tô gostando muito…", suspirei. Ela compensava a falta de experiência com vontade. Porra, e muita vontade. Tava começando a acelerar cada vez mais. "Ei, calma… bom, ou não", aceitei.
Olhei melhor pra ela, tava numa posição estranha, de lado. E naquele momento percebi. Ela tava se tocando enquanto me fazia um boquete. Ai, meu Deus. Me ajeitei melhor e coloquei as mãos na nuca, pronto pra aproveitar. A boca dela era quente e molhada, e ela chupava com muito carinho. Com cuidado, afastei uma mecha de cabelo que caía nos olhos dela, e nessa hora ela me olhou.
"Slurp… aaaaaah… porra…"
"O que foi?"
"Que tô gostando…", suspirou. E não devia estar mentindo, porque começou a me masturbar na hora. "Por quê? É, nunca curti paus. Mas…"
"Quer parar?"
"É… quando você gozar…", suspirou e voltou a chupar. Num ritmo bom. E se ajudando com a mão.
A combinação da boca dela com a masturbação já era demais. Eu tentava me segurar, mas não dava mais. Ela tava solta. E ainda queria que eu gozasse, então melhor não fazer ela esperar. Mesmo que eu passasse horas curtindo a boca dela no meu pau.
"Daniela, vou gozar… tô falando sério… vou gozar, vou gozar!", exclamei, e mesmo avisando com tempo ela não parou. Só quando sentiu meu primeiro jato na boca dela é que se afastou, e o resto do meu gozo caiu no rosto dela. "Caralho, mina… desculpa, eu…"
"Cala a boca…", pediu. Sentou de joelhos no sofá. "Tô… processando"
"O quê?"
"Como perdi a cabeça assim… puta merda, se eu tava enfiando os dedos e gozei…"
"Então, quer dizer que vou ter que trocar as capas do sofá"
Aquela piada arrancou uma gargalhada dela. Daquelas boas. Até lacrimejou.
"Espera, vou te ajudar com isso", falei. Levantei e fui pegar uns lenços pra ela. Daniela se limpou. carinha.
“Valeu. Fez bem pra mim. Não o lenço. Bom, também. Quero dizer. Sua piada. O que aconteceu… tá tudo bem, né?”
“Tão bem quanto você gostou.”
“Massa”, ela disse, balançando a cabeça. “Então, já que você gosta tanto da Daniela que se deixa levar…”, continuou enquanto tirava a calcinha, “senta aí. Porque tô morrendo de vontade de montar em você…”
“Vou pegar as boobs!”
“Não vai tão longe. Na minha… na minha mochila, no bolso da frente”, ela me indicou.
“Sério?”, perguntei enquanto levantava a mochila dela e tirava uma caixinha nova de camisinhas.
“Não sabia quantas tinham sobrado, e não era justo você gastar todas. Além disso, comprei as extra-lubrificadas”, disse com um tom sugestivo.
Sorri enquanto abria a embalagem. Ela me fez uma punheta revitalizante de pau, e coloquei a camisinha assim que ficou dura. Sentei no sofá, e ela subiu em cima de mim. Me deu outro beijo enquanto tateava com a mão. Ajudei a guiar meu pau pra dentro da bucetinha dela, e ela começou a descer, devagar.
“Ai!”, reclamou. Ela se deixou cair de repente, e doeu. “Auuuuu…”
“Calma, Dani…”
“Não… fica tranquilo”, ela engoliu seco. “Faz carinho em mim… me faz sentir bem”, pediu.
E foi o que fiz. Passei as mãos pelo corpo dela, provei de novo o gostinho gostoso dos peitos dela enquanto tocava a bunda, com meu pau dentro dela. Daniela envolveu meu pescoço com os braços e nos beijamos de novo, dessa vez mais devagar enquanto ela tentava mexer o corpo em cima de mim.
Deixei ela fazer no começo, pra ver como se virava. Ela custou um pouco no início, mas não demorou a encontrar um ritmo que parecia funcionar pra ela. Aí comecei a ajudar ela a subir e descer o corpo, e nós dois gemíamos juntos.
“Ahh… ahh… como isso é bom”, suspirou Daniela.
“Ah, sim… adoro sua buceta”
“Sério?”
“Tão molhadinha… tão apertadinha…”
“E meus peitos?”
“São perfeitos”, respondi enquanto os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo a cada investida.
“Vou gozar… me Corro, JP, Deus..."
"Eu também... vai, gata, goza..."
"Aaahhh... aaahhh... aaaaaahhhh...", ela começou a jorrar na minha pélvis enquanto eu gozava na camisinha. "Aaaaaah, que delíciaaaa..."
Ela parou de se mexer, deitada sobre meu corpo. Eu a ouvi ofegar. Ela me olhou e me beijou de novo, embora fosse difícil porque a gente precisava recuperar o fôlego. No fim, ela se levantou e ficou sentada nas minhas pernas. E, com cuidado, tirou a borrachinha de mim. Sujou um pouco a capa do sofá, mas já não importava muito.
"Você já me perdoou? Pelo que aconteceu de manhã?", ela perguntou.
"Tá tudo esquecido", garanti. "Vi que na mochila você trouxe... roupa"
"Sim. A gente ia foder a noite toda, queria ter algo limpo pra vestir amanhã", respondeu.
"Beleza. E agora..."
"Quer que eu fique de quatro? Gostei dessa posição ontem à noite, era uma delícia...", admitiu.
"Eu tava pensando em pedir um jantar", falei. "Mas se você quiser, posso te foder de quatro enquanto a gente espera"
"E se quando chegar a gente não tiver gozado?"
"Que espere", brinquei.
Pedimos comida chinesa por um aplicativo. Dizia que chegava em 45 minutos. Daniela e eu nos olhamos, e sorrimos. Era um desafio.
Pra minha surpresa, ela me chupou de novo. Um pouco, até eu ficar duro, e depois um pouco mais por prazer dela, antes de se posicionar enquanto eu colocava a camisinha. Ela apoiou o tronco no encosto do sofá, bem acomodada, e eu fiquei atrás dela. Apalpei com cuidado entre as pernas dela até achar a bucetinha deliciosa, e com um movimento de baixo pra cima, enfiei.
Ainda estava apertadinha, mas dava pra ver que ela se acostumava melhor a me ter dentro, fodendo ela. Não demorei a encontrar um ritmo gostoso, e ela mesma se deixava levar. Pegou minhas mãos pra eu apertar os peitos dela, e virou a cabeça pra mim pedindo meus beijos. Achava estranho que ela gostasse tanto de me beijar, e pela primeira vez me preocupei um pouco que ela estivesse se apaixonando por mim tão cedo. Se o sexo fosse sempre assim, isso era um ponto a favor, mas eu não queria arrumar uma namorada só pra foder. Pra isso tinha a Valentina.
Enquanto com uma mão eu acariciava um peito dela, com a outra eu apertava a bunda dela. Ela parecia gostar mais quando eu estimulava vários pontos ao mesmo tempo, e gemeu enquanto os dois se preparavam pra gozar. Dessa vez sem falar nada, só se deixando levar pelo prazer. Dessa vez eu gozei primeiro, mas dei mais algumas enfiadas e consegui que ela gozasse também. Ela caiu nos meus braços, os dois de lado no sofá.
Eu vi ela rir. Me deu uma ternura danada. Os olhinhos dela brilhavam. Uma lágrima escorreu. E ela colocou um dedo nos meus lábios, pra evitar que eu fizesse perguntas, e me beijou de novo. Enquanto a gente se olhava em silêncio, o interfone quebrou a magia. Era a janta. Atendi o entregador e corri pra vestir a cueca e uma calça de pijama pra abrir a porta.
Como no sofá já não dava mais pra ficar sem nos molharmos com os jatos da Daniela (toda minha porra tava bem guardada nas duas camisinhas que a gente tinha usado), decidimos jantar na cama. Ela achou que, por higiene, o melhor era pelo menos colocar a calcinha, e eu fiquei só de cueca pra ela.
"Ela não baixa totalmente?", perguntou enquanto a gente curtia o macarrão.
"Com uma mina gostosa pelada me fazendo companhia, difícil", respondi.
"Sou gostosa?", perguntou.
"Claro que sim"
"Você não precisa me puxar o saco pra foder... já sabe que eu quero"
"Não é puxação de saco"
"Valeu..."
Terminamos de jantar em silêncio. Depois, Daniela se ofereceu pra limpar tudo, então eu esperei na cama, me masturbando.
"Essa rola é pra mim?", perguntou, se animando pra brincar.
"Pode ser mais tarde. Vem", falei, estendendo a mão.
Ela subiu na cama comigo, e eu a deitei de barriga pra cima. Num movimento só, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela. De repente, a respiração dela acelerou.
"JP, espera... você não precisa Fazer isso."
"Eu sei. Mas quero fazer. E quero que você prove também", respondi, e comecei a brincar com um dedo na bucetinha dela. "Isso você gosta, não é?"
"Porra... sim...", ela suspirou.
Me inclinei um pouco mais pra frente. Separei os lábios dela com cuidado e comecei a usar minha língua. Sorri satisfeito, antes ela não gemia tão agudo assim. Continuei comendo a buceta dela, como se desse um beijo de língua, e me segurei nas pernas dela, porque ela gostava tanto que se mexia com vontade por causa do prazer. Senti o gosto dos fluidos dela percorrendo minha língua enquanto continuava aproveitando a boceta dela.
Olhei pra cima e vi que ela estava se estimulando os mamilos. Estendi uma mão pra tocar também, e ela deixou. Ela se tocava num peito enquanto eu tocava no outro e continuava devorando a xereca dela. Dava pra ouvir ela gemendo meu nome, suspirando, chamando por Deus, ofegando, e de repente gemeu que ia gozar. E claro, continuei usando minha boca até sentir ela jorrar na minha cara toda. Pelo menos fechei os olhos a tempo. E continuei usando minha língua, cada vez mais devagar.
Quando me levantei, Daniela parecia em êxtase. Ela me olhou e levou as mãos à boca.
"Meu Deus... como te deixei... me desculpa muito..."
"Tudo bem. Eu fiz o mesmo quando você me chupou", lembrei. "Você me aguenta um segundo, que vou lavar o rosto?"
"Só um segundo... você me prometeu seu pau", ela lembrou.
Em dois pulos cheguei ao banheiro, lavei o rosto, e voltei pra cama com Daniela. E, como ela me indicou, sentei na cama com as pernas esticadas e abertas, de modo que ela pudesse se deitar no colchão e voltar a me chupar. Bem, era um jeito suave de dizer. Dani estava se perdendo no prazer de curtir meu pau. Senti a boca dela nas minhas bolas, com meu falo apoiado no rosto dela enquanto chupava. Depois passava a língua no meu pinto de baixo pra cima e enfiava de novo na boca. A língua dela acariciava minha glande, os lábios molhavam todo meu pau quando ela o metia.Desculpe, não entendi. Você poderia repetir ou corrigir a palavra "Eshto"? Parece que pode ser um erro de digitação.Não.eshtáBem…", ela ofegou, tirando ele da boca. "Porra, como eu gosto tanto disso?"
"Se preferir, a gente pode transar normal de novo. Não quero que você se sinta mal por me chupar", falei. Ela me olhou com olhos de pena. "Sério, Dani. Se você se sente culpada, não deveria. Mas não tem nada de errado em você gostar. Eu adorei chupar sua buceta"
"Tá bom. Só… mais um pouco, tá?", ela pediu, e sem esperar resposta, voltou a me chupar. Mais devagar, mais contida, mas curtindo do mesmo jeito. Fazia barulhinhos, gemia com meu pau na boca. Lambeu mais umas duas vezes, e parou, com vontade de mais.
Então me deitei de barriga pra cima pra ela — Daniela lembrou no último momento da camisinha, e eu coloquei com certa pressa, e ela montou em mim, na mesma posição. Senti as costas dela contra meu peito, e ajudei a guiar meu pau até a buceta dela. Ela começou a se mexer em cima de mim, devagar, e eu aproveitava pra acariciar a rachinha dela enquanto metia, além de apertar um peito de cada vez. A gente se sentia maravilhosamente bem. Nossos corpos encontraram o ritmo juntos, eu debaixo dela, empurrando meu pau na bucetinha dela que vinha pra aproveitar.
"JP… se você continuar assim…", Dani ofegou. Eu tava beijando o pescoço dela, e ela já não aguentava mais tanto estímulo.
"Se vai gozar… goza", lembrei enquanto continuava curtindo o gosto da pele dela, o molhado da bocetinha dela, e a dureza do mamilo.
E a gente gozou pela última vez, dessa vez quase ao mesmo tempo. Eu joguei toda minha porra na camisinha de novo, e ela me molhou, um pouco menos que das outras vezes. Deixei meu pau sair devagar dela, e Dani tirou a camisinha de novo e deu um nó bem feito antes de se aninhar comigo.
Ela me olhou, e a gente caiu na risada, cúmplices. E quando pensei que talvez essa garota pudesse sera indicada, a risa dela deu lugar ao choro. Não um choro de emoção, mas de pena.
"Ei, ei, ei. O que foi?", perguntei alarmado.
"Desculpa... me desculpa muito", ela soluçou. "Sou um monstro, JP, me desculpa..."
"Dani, o que tá rolando?"
"Eu não sou quem você pensa. E quando você descobrir, a gente nunca mais vai se ver"
"Por que você tá dizendo isso?"
"Porque eu mereço... não devia ter te arrastado pra isso", ela suspirou. "Ah... é melhor eu ir embora"
"Como vou deixar você ir tão tarde? Além disso... se você me contar, talvez a gente ache uma solução"
"Para de falar coisas bonitas, que me sinto mais culpada. Eu... te usei"
"Pra dar ciúme no seu ex?"
"Quem dera... Olha, não dá mais pra esconder. Você não merece que eu minta", ela disse, e se levantou. "Só me promete que quando você ver quem eu sou... vai me deixar ir embora sem mais nada. Por favor"
"Tô entendendo nada, mas tá. Prometo"
"Vem comigo"
Eu segui ela quando entrou no meu banheiro. Vi ela entrar no chuveiro. Eu não tava entendendo nada. Ela ligou a água quente e se meteu debaixo do jato. E, diante dos meus olhos, a gostosa que eu conheci tomando uma dose na noite anterior se transformou num cara.CONTINUAEsse foi o último capítulo 100% hétero dessa série, os próximos vão ter gender-bender 😉
E o resto das minhas histórias, pra todos os gostos, você encontra por aí.neste link🙂
Tava pensando nisso quando a Valentina me ligou. Ela repetiu a mesma coisa das mensagens desesperadas de ontem à noite, e depois me perguntou o que eu tinha feito. Me parabenizou pela Daniela, mas me deu uma bronca quando falei que ela tinha ido embora de manhã.
"Quando é que você vai me ouvir, JP? A única mina com quem você pode foder a vida toda sem ter esses problemas sou eu", ela riu.
"Sei não. Quando é que você vai me dar exclusividade?", rebati. Ela parou de rir.
"Bla, bla, bla. Que chato você é", respondeu. "Beleza, então. Vamos fazer uma aposta? Eu digo que hoje à noite eu pego alguém e você não", brincou.
"Olha só, eu acho que hoje à noite a gente vai foder os dois", respondi, saindo do banheiro. Não me cobri mais, não gosto de andar de roupa na minha casa.
"Uau, que confiante você tá. Beleza. Se você ganhar, te devo uma hora de boquete sem parar. E se eu ganhar, você me chupa a buceta por uma hora inteira."
"Perfeito. Já tô ficando de pau duro só de imaginar você uma hora me chupando."
Chegou uma mensagem. Era uma foto da Valentina, abrindo bem a boca com cara de putinha.
"Pra te motivar. Amanhã te ligo pra ver quem ganha."
"Se diverte, putinha."
"E é por isso que você gosta de mim."
Desligamos. Passei o resto do dia dando uma limpada na casa. A vantagem de ser pequena é que não demorei muito. Depois preparei algo leve pra comer e tirei um cochilo.
Pensei em mandar mensagem pra Daniela, mas aí lembrei que ela não tinha me dado o número dela.Melhor esquecer ela. E se prepara pra sair, porque a Valentina te deve um boquete de uma hora., pensei. Não é que a gente precisasse de apostas pra fazer algo assim, mas a "picuinha" dava um gosto a mais.
E quando eu vesti a calça, tocaram a campainha. Fui abrir. Era estranho. Fim de semana só chamavam os entregadores. E me surpreendi pra caralho quando dei uma olhada pelo olho mágico. Abri a porta, de peito nu.
"Boa tarde"
"Oi, JP", cumprimentou a Daniela. Ela tinha vestido uma camiseta branca e uma jeans pra vir me ver. E um tênis. "Ia sair?"
"Tava me arrumando... o que você quer?"
"Conversar. Deixa eu entrar?"
"Entra", falei.
Me surpreendi ao ver que, além disso, ela trazia uma mochila. Não falei nada. Convidei ela pra sentar no sofá, e eu fiz o mesmo.
"Quer beber algo?", lembrei de oferecer.
"Você..."
"Se você estivesse receptiva, adoraria acreditar. Mas depois do que rolou de manhã, já não entendo mais nada", falei pra ela.
"Vou te explicar. Mas antes preciso saber o que tem entre você e a Valentina. É importante pra mim saber. Por favor..."
Ela baixou a cabeça. Sabia que não era da conta dela. Mas suspirei, e contei de novo o que tinha rolado naquela manhã. Contei como a gente se conheceu há um ano, como se via com certa frequência (e contei também que eu era só mais um dos vários parceiros de foda que ela tinha admitido). Contei das férias frustradas. E, já que tava nessa, contei da aposta daquela manhã.
"Impressionante...", ela disse.
"Agora você"
"O quê?"
"Sua história. Eu te contei a minha"
"Não tem muito o que contar... comecei a namorar meu ex aos 17. Foi minha única experiência sexual nos últimos 7 anos, até ele me largar... bom, não me largou. Ele... me traiu", suspirou, tentando segurar as lágrimas. "Com um cara. E, bom... esse último ano fiquei sozinha. Morando de novo na casa dos meus pais. Me animei a sair ontem à noite porque precisava de uma mudança"
"Ele te trai com um cara e você decide experimentar transar com um, pra ver como é?"
"Ela sempre admitiu pra mim que erabiEu… não sei. Depois de um ano sozinha, comecei a pensar um monte de coisas. Achei que ia passar se eu me decepcionasse ontem à noite. E no fim, te conheci, mudou tudo… e isso me deu um medo danado.”
“Não vai botar a culpa em mim…”
“Não, a culpa foi minha por fazer besteira. Mas… Passei a manhã inteira pensando”, agora ela olhava nos meus olhos. “O que rolou ontem à noite eu gostei pra caralho. A única coisa que não curti foi… não ter me deixado levar mais. Porque eu queria, de verdade. Se você topa tentar com uma novata…”
“Reconheço que essa ideia me excita pra cacete”, falei. Ela me lançou um olhar de raiva. “Quê? Prefere que seja algo desagradável pra mim?”
“Disfarça um pouco, piranha, que já foi um parto dar esse passo”, murmurou.
“Não vou disfarçar nada com você, Daniela. Você pediu sinceridade, e vai ter. Se veio pra continuar de onde paramos ontem, vou adorar. Mas por favor, seja clara comigo. Não consigo adivinhar seus pensamentos.”
“Eu sei…”, disse. E naquele momento, ela se ajoelhou no sofá e começou a engatinhar na minha direção. “E se eu fizer isso, adivinha meus pensamentos?”
Me adiantei pra beijá-la. Ela correspondeu aos meus lábios e, sem perceber, foi se colocando por cima de mim. Puxei ela pra perto, segurando firme na bunda dela. Dani se esticou pra trás e tirou a camiseta.
“Uau. Minhas amigas preciosas”, brinquei ao ver os peitos dela. Ela não tinha colocado sutiã.
“Hoje sou sua, JP… me mostra o que você faz com a Valentina…”
Na hora, coloquei um dedo nos lábios dela.
“Não se compara com ela, ok? Ela não tá aqui. É você que tá. E quero foder com você.”
“E ganhar a aposta pra ela te chupar, né?”
“Talvez eu tenha que comer sua buceta pra você calar a boca”, sugeri.
Dani ficou vermelha com meu comentário. Ela se curvou sobre mim e falou no meu ouvido.Acho que isso eu ia gostar pra caralho, mas… só quero que você me ajude a superar meus medos.”, ela sussurrou. E começou a morder minha orelha. Os dentes dela brincavam com meu lóbulo. Eu me deixei levar, Daniela acariciou meu corpo com as mãos macias. Facilitei o trabalho dela, abrindo minha calça, e ela pôde tocar meu pau. “Uf”
“O que foi?”
“Que você tá muito duro… espera…”
Com cuidado, ela tirou minha calça. Depois, colocou a mão de novo na minha ereção, apalpando devagar. Apertando de leve. Começou a sorrir. Ela gostava da minha reação. Então tirou minha cueca, liberando minha pica.
“Ontem não consegui reparar direito no seu cock. Nossa, ele tá pegando fogo”, comentou enquanto começava a me masturbar.
“Pode apertar um pouco mais com a mão. Assim, bem”, suspirei.
“Não tô te machucando, né?”
“Não, é gostoso pra caralho. Você não quer tirar a calça?”
Daniela pensou e, num instante, se levantou, tirou o jeans, e voltou a se deitar como antes. Se acomodou nas minhas pernas e continuou me masturbando. Eu ficava louco vendo ela em cima de mim, com os peitos de fora, e aquele sorriso que não saía do rosto dela.
“Você gosta da minha pica?”, perguntei.
“Sim… eu…” ela engoliu saliva. “Gosto. Gosto do seu cock. Gosto do seu cock. Gosto do seu cock”, repetiu mais uma vez, falando mais devagar mas aumentando o ritmo da masturbação. “JP… é normal eu querer chupar ela?”, perguntou, engolindo saliva. A mão dela se moveu mais devagar, enquanto ela me olhava, envergonhada de novo.
“Não sei… ontem eu tava com vontade de comer sua buceta”, respondi.
“Não sou uma puta se eu chupar você, né?”, insistiu.
“Claro que não, Dani. Aliás, eu quero que você faça isso”
Ela concordou e abriu minhas pernas. Parecia hesitar onde se posicionar, mas no fim se esticou no meu sofá. Se aproximou da minha pica, e começou me dando um beijo nas bolas. Depois outro. E um terceiro. Colocou a língua pra fora, e com ela acariciou minhas bolas. Eu me deixei levar, e suspirei e gemi enquanto ela ia subindo devagar pelo meu pau. Um último beijo na ponta, e ela enfiou na boca. boca. Só um pouco, mas o suficiente pra acariciar meu prepúcio com a língua e os lábios. Outra chupada. Mais uma. Aos poucos, ela ia metendo mais na boca.
"Porra, Dani… tô gostando muito…", suspirei. Ela compensava a falta de experiência com vontade. Porra, e muita vontade. Tava começando a acelerar cada vez mais. "Ei, calma… bom, ou não", aceitei.
Olhei melhor pra ela, tava numa posição estranha, de lado. E naquele momento percebi. Ela tava se tocando enquanto me fazia um boquete. Ai, meu Deus. Me ajeitei melhor e coloquei as mãos na nuca, pronto pra aproveitar. A boca dela era quente e molhada, e ela chupava com muito carinho. Com cuidado, afastei uma mecha de cabelo que caía nos olhos dela, e nessa hora ela me olhou.
"Slurp… aaaaaah… porra…"
"O que foi?"
"Que tô gostando…", suspirou. E não devia estar mentindo, porque começou a me masturbar na hora. "Por quê? É, nunca curti paus. Mas…"
"Quer parar?"
"É… quando você gozar…", suspirou e voltou a chupar. Num ritmo bom. E se ajudando com a mão.
A combinação da boca dela com a masturbação já era demais. Eu tentava me segurar, mas não dava mais. Ela tava solta. E ainda queria que eu gozasse, então melhor não fazer ela esperar. Mesmo que eu passasse horas curtindo a boca dela no meu pau.
"Daniela, vou gozar… tô falando sério… vou gozar, vou gozar!", exclamei, e mesmo avisando com tempo ela não parou. Só quando sentiu meu primeiro jato na boca dela é que se afastou, e o resto do meu gozo caiu no rosto dela. "Caralho, mina… desculpa, eu…"
"Cala a boca…", pediu. Sentou de joelhos no sofá. "Tô… processando"
"O quê?"
"Como perdi a cabeça assim… puta merda, se eu tava enfiando os dedos e gozei…"
"Então, quer dizer que vou ter que trocar as capas do sofá"
Aquela piada arrancou uma gargalhada dela. Daquelas boas. Até lacrimejou.
"Espera, vou te ajudar com isso", falei. Levantei e fui pegar uns lenços pra ela. Daniela se limpou. carinha.
“Valeu. Fez bem pra mim. Não o lenço. Bom, também. Quero dizer. Sua piada. O que aconteceu… tá tudo bem, né?”
“Tão bem quanto você gostou.”
“Massa”, ela disse, balançando a cabeça. “Então, já que você gosta tanto da Daniela que se deixa levar…”, continuou enquanto tirava a calcinha, “senta aí. Porque tô morrendo de vontade de montar em você…”
“Vou pegar as boobs!”
“Não vai tão longe. Na minha… na minha mochila, no bolso da frente”, ela me indicou.
“Sério?”, perguntei enquanto levantava a mochila dela e tirava uma caixinha nova de camisinhas.
“Não sabia quantas tinham sobrado, e não era justo você gastar todas. Além disso, comprei as extra-lubrificadas”, disse com um tom sugestivo.
Sorri enquanto abria a embalagem. Ela me fez uma punheta revitalizante de pau, e coloquei a camisinha assim que ficou dura. Sentei no sofá, e ela subiu em cima de mim. Me deu outro beijo enquanto tateava com a mão. Ajudei a guiar meu pau pra dentro da bucetinha dela, e ela começou a descer, devagar.
“Ai!”, reclamou. Ela se deixou cair de repente, e doeu. “Auuuuu…”
“Calma, Dani…”
“Não… fica tranquilo”, ela engoliu seco. “Faz carinho em mim… me faz sentir bem”, pediu.
E foi o que fiz. Passei as mãos pelo corpo dela, provei de novo o gostinho gostoso dos peitos dela enquanto tocava a bunda, com meu pau dentro dela. Daniela envolveu meu pescoço com os braços e nos beijamos de novo, dessa vez mais devagar enquanto ela tentava mexer o corpo em cima de mim.
Deixei ela fazer no começo, pra ver como se virava. Ela custou um pouco no início, mas não demorou a encontrar um ritmo que parecia funcionar pra ela. Aí comecei a ajudar ela a subir e descer o corpo, e nós dois gemíamos juntos.
“Ahh… ahh… como isso é bom”, suspirou Daniela.
“Ah, sim… adoro sua buceta”
“Sério?”
“Tão molhadinha… tão apertadinha…”
“E meus peitos?”
“São perfeitos”, respondi enquanto os peitos dela balançavam pra cima e pra baixo a cada investida.
“Vou gozar… me Corro, JP, Deus..."
"Eu também... vai, gata, goza..."
"Aaahhh... aaahhh... aaaaaahhhh...", ela começou a jorrar na minha pélvis enquanto eu gozava na camisinha. "Aaaaaah, que delíciaaaa..."
Ela parou de se mexer, deitada sobre meu corpo. Eu a ouvi ofegar. Ela me olhou e me beijou de novo, embora fosse difícil porque a gente precisava recuperar o fôlego. No fim, ela se levantou e ficou sentada nas minhas pernas. E, com cuidado, tirou a borrachinha de mim. Sujou um pouco a capa do sofá, mas já não importava muito.
"Você já me perdoou? Pelo que aconteceu de manhã?", ela perguntou.
"Tá tudo esquecido", garanti. "Vi que na mochila você trouxe... roupa"
"Sim. A gente ia foder a noite toda, queria ter algo limpo pra vestir amanhã", respondeu.
"Beleza. E agora..."
"Quer que eu fique de quatro? Gostei dessa posição ontem à noite, era uma delícia...", admitiu.
"Eu tava pensando em pedir um jantar", falei. "Mas se você quiser, posso te foder de quatro enquanto a gente espera"
"E se quando chegar a gente não tiver gozado?"
"Que espere", brinquei.
Pedimos comida chinesa por um aplicativo. Dizia que chegava em 45 minutos. Daniela e eu nos olhamos, e sorrimos. Era um desafio.
Pra minha surpresa, ela me chupou de novo. Um pouco, até eu ficar duro, e depois um pouco mais por prazer dela, antes de se posicionar enquanto eu colocava a camisinha. Ela apoiou o tronco no encosto do sofá, bem acomodada, e eu fiquei atrás dela. Apalpei com cuidado entre as pernas dela até achar a bucetinha deliciosa, e com um movimento de baixo pra cima, enfiei.
Ainda estava apertadinha, mas dava pra ver que ela se acostumava melhor a me ter dentro, fodendo ela. Não demorei a encontrar um ritmo gostoso, e ela mesma se deixava levar. Pegou minhas mãos pra eu apertar os peitos dela, e virou a cabeça pra mim pedindo meus beijos. Achava estranho que ela gostasse tanto de me beijar, e pela primeira vez me preocupei um pouco que ela estivesse se apaixonando por mim tão cedo. Se o sexo fosse sempre assim, isso era um ponto a favor, mas eu não queria arrumar uma namorada só pra foder. Pra isso tinha a Valentina.
Enquanto com uma mão eu acariciava um peito dela, com a outra eu apertava a bunda dela. Ela parecia gostar mais quando eu estimulava vários pontos ao mesmo tempo, e gemeu enquanto os dois se preparavam pra gozar. Dessa vez sem falar nada, só se deixando levar pelo prazer. Dessa vez eu gozei primeiro, mas dei mais algumas enfiadas e consegui que ela gozasse também. Ela caiu nos meus braços, os dois de lado no sofá.
Eu vi ela rir. Me deu uma ternura danada. Os olhinhos dela brilhavam. Uma lágrima escorreu. E ela colocou um dedo nos meus lábios, pra evitar que eu fizesse perguntas, e me beijou de novo. Enquanto a gente se olhava em silêncio, o interfone quebrou a magia. Era a janta. Atendi o entregador e corri pra vestir a cueca e uma calça de pijama pra abrir a porta.
Como no sofá já não dava mais pra ficar sem nos molharmos com os jatos da Daniela (toda minha porra tava bem guardada nas duas camisinhas que a gente tinha usado), decidimos jantar na cama. Ela achou que, por higiene, o melhor era pelo menos colocar a calcinha, e eu fiquei só de cueca pra ela.
"Ela não baixa totalmente?", perguntou enquanto a gente curtia o macarrão.
"Com uma mina gostosa pelada me fazendo companhia, difícil", respondi.
"Sou gostosa?", perguntou.
"Claro que sim"
"Você não precisa me puxar o saco pra foder... já sabe que eu quero"
"Não é puxação de saco"
"Valeu..."
Terminamos de jantar em silêncio. Depois, Daniela se ofereceu pra limpar tudo, então eu esperei na cama, me masturbando.
"Essa rola é pra mim?", perguntou, se animando pra brincar.
"Pode ser mais tarde. Vem", falei, estendendo a mão.
Ela subiu na cama comigo, e eu a deitei de barriga pra cima. Num movimento só, tirei a calcinha dela e enfiei a cabeça entre as pernas dela. De repente, a respiração dela acelerou.
"JP, espera... você não precisa Fazer isso."
"Eu sei. Mas quero fazer. E quero que você prove também", respondi, e comecei a brincar com um dedo na bucetinha dela. "Isso você gosta, não é?"
"Porra... sim...", ela suspirou.
Me inclinei um pouco mais pra frente. Separei os lábios dela com cuidado e comecei a usar minha língua. Sorri satisfeito, antes ela não gemia tão agudo assim. Continuei comendo a buceta dela, como se desse um beijo de língua, e me segurei nas pernas dela, porque ela gostava tanto que se mexia com vontade por causa do prazer. Senti o gosto dos fluidos dela percorrendo minha língua enquanto continuava aproveitando a boceta dela.
Olhei pra cima e vi que ela estava se estimulando os mamilos. Estendi uma mão pra tocar também, e ela deixou. Ela se tocava num peito enquanto eu tocava no outro e continuava devorando a xereca dela. Dava pra ouvir ela gemendo meu nome, suspirando, chamando por Deus, ofegando, e de repente gemeu que ia gozar. E claro, continuei usando minha boca até sentir ela jorrar na minha cara toda. Pelo menos fechei os olhos a tempo. E continuei usando minha língua, cada vez mais devagar.
Quando me levantei, Daniela parecia em êxtase. Ela me olhou e levou as mãos à boca.
"Meu Deus... como te deixei... me desculpa muito..."
"Tudo bem. Eu fiz o mesmo quando você me chupou", lembrei. "Você me aguenta um segundo, que vou lavar o rosto?"
"Só um segundo... você me prometeu seu pau", ela lembrou.
Em dois pulos cheguei ao banheiro, lavei o rosto, e voltei pra cama com Daniela. E, como ela me indicou, sentei na cama com as pernas esticadas e abertas, de modo que ela pudesse se deitar no colchão e voltar a me chupar. Bem, era um jeito suave de dizer. Dani estava se perdendo no prazer de curtir meu pau. Senti a boca dela nas minhas bolas, com meu falo apoiado no rosto dela enquanto chupava. Depois passava a língua no meu pinto de baixo pra cima e enfiava de novo na boca. A língua dela acariciava minha glande, os lábios molhavam todo meu pau quando ela o metia.Desculpe, não entendi. Você poderia repetir ou corrigir a palavra "Eshto"? Parece que pode ser um erro de digitação.Não.eshtáBem…", ela ofegou, tirando ele da boca. "Porra, como eu gosto tanto disso?"
"Se preferir, a gente pode transar normal de novo. Não quero que você se sinta mal por me chupar", falei. Ela me olhou com olhos de pena. "Sério, Dani. Se você se sente culpada, não deveria. Mas não tem nada de errado em você gostar. Eu adorei chupar sua buceta"
"Tá bom. Só… mais um pouco, tá?", ela pediu, e sem esperar resposta, voltou a me chupar. Mais devagar, mais contida, mas curtindo do mesmo jeito. Fazia barulhinhos, gemia com meu pau na boca. Lambeu mais umas duas vezes, e parou, com vontade de mais.
Então me deitei de barriga pra cima pra ela — Daniela lembrou no último momento da camisinha, e eu coloquei com certa pressa, e ela montou em mim, na mesma posição. Senti as costas dela contra meu peito, e ajudei a guiar meu pau até a buceta dela. Ela começou a se mexer em cima de mim, devagar, e eu aproveitava pra acariciar a rachinha dela enquanto metia, além de apertar um peito de cada vez. A gente se sentia maravilhosamente bem. Nossos corpos encontraram o ritmo juntos, eu debaixo dela, empurrando meu pau na bucetinha dela que vinha pra aproveitar.
"JP… se você continuar assim…", Dani ofegou. Eu tava beijando o pescoço dela, e ela já não aguentava mais tanto estímulo.
"Se vai gozar… goza", lembrei enquanto continuava curtindo o gosto da pele dela, o molhado da bocetinha dela, e a dureza do mamilo.
E a gente gozou pela última vez, dessa vez quase ao mesmo tempo. Eu joguei toda minha porra na camisinha de novo, e ela me molhou, um pouco menos que das outras vezes. Deixei meu pau sair devagar dela, e Dani tirou a camisinha de novo e deu um nó bem feito antes de se aninhar comigo.
Ela me olhou, e a gente caiu na risada, cúmplices. E quando pensei que talvez essa garota pudesse sera indicada, a risa dela deu lugar ao choro. Não um choro de emoção, mas de pena.
"Ei, ei, ei. O que foi?", perguntei alarmado.
"Desculpa... me desculpa muito", ela soluçou. "Sou um monstro, JP, me desculpa..."
"Dani, o que tá rolando?"
"Eu não sou quem você pensa. E quando você descobrir, a gente nunca mais vai se ver"
"Por que você tá dizendo isso?"
"Porque eu mereço... não devia ter te arrastado pra isso", ela suspirou. "Ah... é melhor eu ir embora"
"Como vou deixar você ir tão tarde? Além disso... se você me contar, talvez a gente ache uma solução"
"Para de falar coisas bonitas, que me sinto mais culpada. Eu... te usei"
"Pra dar ciúme no seu ex?"
"Quem dera... Olha, não dá mais pra esconder. Você não merece que eu minta", ela disse, e se levantou. "Só me promete que quando você ver quem eu sou... vai me deixar ir embora sem mais nada. Por favor"
"Tô entendendo nada, mas tá. Prometo"
"Vem comigo"
Eu segui ela quando entrou no meu banheiro. Vi ela entrar no chuveiro. Eu não tava entendendo nada. Ela ligou a água quente e se meteu debaixo do jato. E, diante dos meus olhos, a gostosa que eu conheci tomando uma dose na noite anterior se transformou num cara.CONTINUAEsse foi o último capítulo 100% hétero dessa série, os próximos vão ter gender-bender 😉
E o resto das minhas histórias, pra todos os gostos, você encontra por aí.neste link🙂
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