Laura agiu estranho comigo por uns dias, o que me deixou alerta e meio paranóico. Será que ela tinha me visto, ou suspeitava de algo. A coisa ficou por isso, e em uns dias tudo voltou ao normal. No sábado seguinte, tudo se repetiu. Laura se masturbando com a cortina aberta e eu de voyeur. Isso não foi o estranho, mas sim que todo sábado de manhã, mais ou menos no mesmo horário, acontecia a mesma coisa. Na verdade, me dava muito tesão a ideia de ser descoberto, de fazer algo proibido. Laura virou a musa das minhas punhetas, e substituiu a mãe dela. Era demais pra mim, embora a relação com a Laura não tivesse mudado, a gente se dava bem e ponto final, não éramos superamigos nem nada, nosso relacionamento era bom, por isso eu não podia fazer nada, por mais que muitas vezes fantasiava entrar no quarto dela e perguntar se precisava de ajuda. Era algo ridículo e que meu ser não permitia, eu continuava sendo o garoto tímido de sempre.
Poderia dizer que minha vida continuava igual, mas não era bem assim. Em alguns meses, eu tinha dado um estirão danado, quase 1,85 metro, ir todo dia na academia me deixou com um corpo mais atlético, a barriguinha que eu tinha sumiu, assim como as espinhas no rosto. Quando estávamos jantando, Gabriela comenta com meu paiGabriela:Fernando precisa de roupa nova, quase nada serve mais nele. Ele cresceu muito, agora tá maior e mais forte. – Isso ele falou mais pra me encher o saco por causa da academia.LauraSe é verdade, mudou pra caralho. Pra minhas amigas, ele passou de ser o nerd esquisito pra ser AQUELE nerd.
Todo mundo riu, até meu pai. Na hora eu não entendi muito bem, mas percebi que era um elogio, e como sou tímido, fiquei vermelho de vergonha. O que eu reparei foi que a Laura ria, mas não parava de me olhar, e eu fiquei muito desconfortável.
Na faculdade também as coisas não eram mais as mesmas. Laura se aproximava de mim e até batia papo sobre coisas bestas de vez em quando. Quase todo mundo já tinha ficado sabendo, por ela, que a gente morava junto e que nossos pais tinham casado. O Clube dos Nerds Antissociais ganhou uma nova integrante, a Flor, o que no começo o Tomas e o Pedro acharam demais, mas depois de um tempo a gente não conseguia fazer muitas das atividades que a gente fazia por causa de uma mina no meio. Sem dúvida, eu era o líder do grupo, mas algumas coisas escapavam do meu controle.
Florencia era uma garota magra, mas igual a mim, tava crescendo pra caramba. A estrutura física dela tinha mudado bastante: era magra, mas tinha uns peitos médios que se destacavam justamente por causa do corpo dela. Tinha uma bunda empinada, que sem ser tão gostosa quanto a da Laura, era muito boa. A pele branca e o cabelo preto formavam um contraste lindo. Ela era muito, muito tímida, e sempre aceitava o que eu propunha. E às vezes, enquanto eu falava, ela ficava me encarando como se estivesse em outro lugar ou pensando em outra coisa. A gente tava organizando um torneio de videogame pro fim de semana, e justo nessa hora a Flor não estava.Pedro:Podemos fazer na sua casa, Fernando, e a gente vê a gostosura da Laura, essa é uma peça rara.Tomás:kkkkkk você é mau, não tá vendo que ele vai ficar com ciúme.Fernando:Não sejam idiotas, na minha casa prefiro que não. A gente pode fazer na casa de um de vocês ou perguntar pra Flor se dá na casa dela.Pedro:Não, Flor, não. Eu tava pensando que se a gente não convidar ela, isso nos limita muito. Além disso, ela tá no grupo só pra ficar perto de você, Fer.Fernando:O quê, o que cê tá dizendo? Tá viajando.Tomas:Sério, Fer, tão inteligente que você é pra umas coisas. Não acredito que você não percebeu. Ela é louca por você, e não é de agora não, faz tempo.Fernando:Não, vocês tão errados, já tão ficando mal de tanto tomar Red Bull. Melhor eu vazar antes que pegue.
Os dois riram e me mandaram um aviso, que mais cedo ou mais tarde eu ia dar razão pra eles. E aqui dava pra ver o quanto a gente era virgem. Continuávamos sendo os mesmos nerds, em vez de sair como todo mundo, ficávamos jogando. A verdade é que uma vez a gente até falou em pagar uma profissional, mas a gente foi enrolando.
Caminhando pra casa, minha cabeça não parava de pensar. Tava tão obcecado pela Laura que não enxergava as coisas ao meu redor com clareza. Tava tão focado nela, na academia e em evitar os valentões que não via mais nada. E se eu parasse pra pensar friamente, sim, a resposta era sim. A Flor tinha me dado mil indiretas, mas por ser tão tímida, eu não tinha deixado ela ir além. O problema é que ela não me desagradava, eu gostava bastante da Flor, e focar nela me faria esquecer um pouco a Laura. Tava com medo de ficar obcecado demais por ela. Ia tão concentrado nisso que nem percebi onde me meti. Os valentões estavam sentados no capô dos carros deles, me vendo chegar.Musculito:Olha que ovelhinha gostosa que chegou.Brabucon:A ovelhinha veio se meter com os lobos.Musculito:Olha, estranho, a gente não terminou não.
Eu fiquei branco, sem saber o que fazer. Por mais que eu malhasse e fizesse arte marcial, naquele momento eles eram quatro, bem mais velhos e maiores de porte físico. Mas bem na hora passou uma professora por ali, a gente ainda tava perto da escola. Quando ela percebeu que tinha algo errado, me chamou e eu fui com ela. Tive que aguentar um pouco o interrogatório dela, mas consegui mentir e me safar. De noite, meu pai me viu calado e, depois da janta, me pediu pra acompanhá-lo a lavar a caminhonete. E aí contei tudo pra ele.Padre:Filho, não se preocupa, a gente vai fazer alguma coisa e eu vou te ajudar pra que tudo fique mais controlado e a gente limite os danos ao mínimo.
Meu pai falava e parecia mais uma operação militar do que uma vingança contra os valentões ou contra o líder deles, o marombinha. Ele me disse algo que me deixou pensando, como muitas coisas que meu pai dizia.Padre:Filho, às vezes é melhor passar despercebido, que ninguém te veja chegar, que não reparem em você, entendeu? Mas outras vezes você tem que aparentar mais do que é, e fazer com que te respeitem, não que tenham medo de você. Às vezes convém ser bem pequenininho e às vezes ser um gigante. Mas tem que tomar cuidado: na hora de ser um gigante, você também precisa saber bancar essas ações e realmente ser um gigante. Vamos fazer o musculoso descobrir com quem ele se meteu.
Meu pai tinha uma empresa de segurança, focada na instalação de alarmes e equipamentos de videovigilância, além do pessoal para monitorar esses alarmes e câmeras. Ele só atendia uma empresa, fornecendo esses sistemas e também guardas perfeitamente treinados e armados para proteger as instalações e o pessoal de alto escalão. Era uma multinacional enorme, com sede na nossa cidade. O responsável por essa multinacional era o braço direito dele, que era meu professor de artes marciais. Meu pai sabia quem era o musculoso e quem era a família dele: era a família Lavalle. E, embora não fossem multimilionários, estavam muito bem de vida financeiramente. Justamente, eles queriam prestar serviços para a multinacional, e meu pai conversou com um dos gerentes para pedir um favor. Esse gerente era um grande amigo do meu pai. Acontece que, num jantar na casa da família Lavalle, esse gerente perguntou ao musculoso em que escola ele estudava. O musculoso respondeu com orgulho, já que é uma instituição de muito prestígio, e ainda completou que jogava no time de rugby da escola.Gerente:Haa, o filho do meu amigo, Fernando Vargas, estuda na mesma faculdade, você conhece ele.Musculito:Não, senhor, nunca ouvi esse nome. – Mentiu com um sorriso.Gerente:É uma instituição muito grande. Aliás, o Fernando teve um acidente lá uns meses atrás — disse ela, chamando a atenção de todo mundo na mesa. — Talvez você conheça de lá.Sr. Lavalle:Um acidente?Gerente:Sim, nada comparado com o acidente que vai acontecer com quem fez isso com o filho do meu amigo se ele descobrir. Ele é um homem perigoso, daqueles perigosos de verdade.Sr. Lavalle:Beleza, mas de que tipo de acidente a gente tá falando?Gerente:Uns caras de pau bateram no filho dela e mandaram ele pro hospital, e o moleque, pra não deixar os pais se vingarem, não falou nada.Sr. Lavalle:É lamentável, e numa instituição de tanto prestígio acontecer uma coisa dessas. Mas quem são os pais dela e por que são tão perigosos?Gerente:A mãe dele é uma alta funcionária diplomática, com muitos contatos no governo e nos serviços de inteligência. E o pai dele é um ex-membro das forças especiais, que tem uma empresa de segurança privada e trabalha principalmente fazendo negócios com o governo e os serviços de inteligência. Você já sabe que tipo de negócio estou falando, são pessoas muito bem relacionadas e com muitos favores a cobrar.
Sr. Lavalle: É, parece que são pessoas muito influentes, gente com quem não é bom se meter. Sério, filho, você não ouviu nada disso.
O musculinho branco como papel balançou a cabeça negando. E pensou que talvez os motivos pelos quais o Nerd não o dedurou fossem bem diferentes do que ele imaginava, e não foi por medo dele. Quando meu pai me contou tudo isso rindo, eu disse que ele era um exagerado e que não cumpria o requisito de me deixar gigante e depois conseguir bancar isso.Padre:Você nunca prestou atenção no trabalho da sua mãe e nas pessoas com quem ela anda, e muito menos no meu trabalho.
Dito isso, peguei o celular dele e procurei uma foto de um aniversário meu na infância. Tinha muitos amigos dos meus pais, e como muitos eram muito próximos, eu os chamava de tios. Meu pai foi me dizendo um por um o trabalho dos meus tios: Inteligência, Contra-Inteligência, Unidade Antiterrorismo, Forças Especiais, Secretaria de Inteligência, Chancelaria e um monte de gente realmente importante que mexe os pauzinhos nos bastidores. Ele riu e me deixou pensando se aquilo de meus pais se vingarem era real.
Outra coisa é que eu e meu pai nos aproximamos mais: ir acampar, praticar tiro no campo, ir trabalhar na empresa dele quando dava tempo, ou ir pra academia todo dia. Em tudo isso, meu pai me dava coisas pra pensar, ou pra ler as pessoas, coisas que eu não aplicava até aquele momento.
Isso eu deixei no freezer, até surgir a oportunidade de me vingar. Enquanto isso, na minha cabeça rondava o que meus amigos tinham me falado sobre a Flor, e que ela estava apaixonada por mim. Segundo eles, a Flor fazia tudo que eu mandava de forma automática. Analisando tudo que rolou com a Flor, nos conhecíamos desde o primário, e eu sempre estive perto dela, não com ela, mas vendo em perspectiva, eu era o mais próximo dela, o que mostra o quanto ela era solitária. Outra coisa era a família dela: o pai dela tinha lá seus sessenta e tantos, e a mãe era muito jovem, eu calculava que tinha menos de quarenta. Vendo de longe, o pai dela mal me conheceu e ficou me encarando um tempão, como se estivesse me analisando ou estudando, e depois notei certas atitudes com elas: ele não pedia as coisas, ele ordenava, e praticamente não fazia nada em casa, ele era servido, a mãe dela era extremamente obediente e carinhosa com ele, quando ele falava, ela escutava e olhava pro chão. Ultimamente, sendo eu um estudioso de pornô e sexo, já tinha visto e lido Muito, talvez até demais. E eu achava que a mãe da Flor era uma submissa, e o pai dela, um dono. E queria descobrir se eu tava certo, e se a Florencia era igual à mãe dela.
Queria experimentar com a Flor, e comecei mandando ela fazer umas coisas simples pra ver como ela reagia, e ela fazia na hora, ou então falava que queria comer uns bolos de uma padaria que era bem longe pra gente, e no dia seguinte ela já trazia os bolos. Quando a gente se encontrava no Clube dos Nerds, eu começava a falar umas coisas mais desconfortáveis pra ela, pra ver como ela reagia, tipo que eu gostava das tetas de fulana, ou da bunda de sicrana, e ela não falava nada, só ficava quieta. Uma vez que a gente tava sentado num parque, cheguei a deitar a cabeça no colo dela, me esticando no banco, e pedi pra ela fazer carinho na minha cabeça enquanto eu descansava, e ela fez sem dizer nada, de vez em quando eu abria os olhos e via um sorriso de satisfação no rosto dela. Sempre tentava deixar ela desconfortável, dava beijos na bochecha dela, bem perto da boca, abraçava ela, até cheguei a abraçar ela por trás e encostar meu pau na bunda dela, e ela não falava nada, só sorria. Cada vez mais eu tava convencido de que tava certo.
A oportunidade de confirmar minhas suspeitas chegou com um trabalho da faculdade, chato e longo. Simplesmente falei pra ela que a gente faria na casa dela às cinco, quando saísse. Quando chegou o dia, a gente foi andando até a casa dela, vale dizer que a Florencia é a pessoa mais gostosa da escola, o pai dela tem muita grana. Isso eu fui perceber depois, porque ela é bem simples. No caminho pra casa dela, eu queria continuar sondando.EU:Flor, você não tem mais irmãos.Flor:Tenho dois meio-irmãos, mas não tenho muito contato com eles, são mais velhos, na casa dos trinta e poucos, são do casamento anterior do meu pai.Eu:Você não tem amigos fora do Clube dos Nerds, nenhuma amiga ou algo assim?
Flor: Tenho, minha prima, mas ela mora longe.Eu:E com ela você fala ou conta tudo, por que pra gente não.Flor:Falo muitas coisas com ela, outras que me dão vergonha eu escrevo no meu diário íntimo.
Chegamos na casa dela, e fomos pro quarto dela, é enorme. Tem uma salinha de estar, o quarto em si, um closet e um cômodo só pras roupas. A gente sempre tinha ficado no térreo, na biblioteca da casa, agora a gente tava no quarto dela, o que achei estranho. Ela deixou a porta aberta e a mãe dela passou pra nos cumprimentar. Depois de um tempo, ela me perguntou se eu queria um lanche da tarde, eu disse que sim, e ela foi preparar. Eu comecei uma espécie de busca curiosa pra ver o que podia achar, no quarto tinha poucas coisas, mas tinha uma escrivaninha com um notebook, e uns livros muito bem arrumados, mas tinha um livro que não tava no lugar. Dele saía uma caneta rosa, eu abri e a caneta era uma caneta com formato de pena, não era um livro, era o diário íntimo da Florencia, eu não podia acreditar que ela deixava ele ali em cima como se nada fosse, bom, pra ser sincero, eu não devia estar no quarto, e sim na sala de estar.
Comecei a ler antes que alguém me visse, a última coisa que ela tinha escrito era:
"Tô muito animada, essa tarde ele vai vir na minha casa. Espero que ele crie coragem pra me beijar, ou algo mais, não aguento mais de nervoso, quase não dormi."
Virei a página rapidinho, enquanto olhava pra entrada.
"Tive uma das noites mais quentes da minha vida. Mal parei de pensar nele, desde ontem quando ele me abraçou por trás, apertou meus peitos com as mãos, e encostou o pau dele na minha bunda, pra me dar um beijo na bochecha, fiquei toda molhada na hora, já me masturbei cinco vezes pensando nele e no que ele faria comigo, essa manhã tive que fazer de novo. Como eu preciso dele."
Virei a página de novo, e olhei na direção da porta.hoje me senti suja, e adorei. Tava sozinha em casa e o clube dos Nerds tava jogando call of duty online, eu entrei, mas menti e falei que os controles não tavam funcionando. Fiquei pelada e me masturbei ouvindo a voz dele e como ele mandava, enquanto olhava uma foto dele no meu celular e imaginava o pau dele, e que ele tava me dando ordens, que eu virava a putinha dele. Tive o melhor orgasmo com a voz e a foto do Fernando.Eu não podia acreditar, fiquei em choque. Fui mais atrás no diário.Sou propriedade do Fernando, ainda não sou digna dele, mas vou ser. Vou me manter pura e virgem pra ele, pra quando ele decidir. Sou igual minha mãe e vou esperar o tempo que for preciso, assim como ela esperou pelo meu pai.Nessa hora, ouvi passos na escada e voltei pra sala de estar. Ela viu que eu saí do quarto, mas não falou nada, tava acompanhada da mãe dela, que trazia outra bandeja. Ela começou a descrever o que tava trazendo, era um monte de coisa, a mãe dela deixou a gente sozinho. Ela falava comigo, mas eu tava em outro mundo, ainda em choque, e não tava pensando direito, ou melhor, não tava pensando com a cabeça, e sim com o pau.Flor:Tá acontecendo alguma coisa? Precisa de mais alguma coisa?Eu:Vem cá.Flor:Como?
Voltei a falar com voz calma, pausada mas firmeEU:Para e vem aqui.
Florencia obedeceu, se levantou e ficou do meu lado. Com as mãozinhas ao lado do corpo e o olhar fixo no chão. Vestia um vestidinho bem simples que batia no joelho.Eu:Senta aqui
Em seguida, bati nas minhas coxas pra ela sentar em cima. Ela sentou na hora e ficou de lado pra mim. Peguei uma torta das que eu gostava, coberta com frutas vermelhas e uma calda das mesmas. Mordi a torta. Senti ela tremendo.Eu:Mmmmm, que delícia.
Ela me olhava de perfil, sem coragem de me encarar de frente. Na sequência, passei o dedo no que restava do bolo, peguei todos os frutos vermelhos e coloquei na boca dela. Ela me olhou, levou o dedo à boca, fechou os olhos e chupou meu dedo, devorando tudo. Olhei para o peito dela e os mamões queriam furar o sutiã e a blusa, estavam enormes. A respiração dela ficou ofegante. Tirei o dedo da boca dela, todo babado, e na mesma hora levei à minha boca e chupei. Senti um arrepio nela, e a pele dela ficou toda arrepiada.Eu:Mmm, com sua saliva fica ainda mais gostosa.
Repeti a operação com um bolo que estava em cima da mesa, peguei os frutos vermelhos com os dedos e levei até a boca dela. Ela abriu a boca, enfiou os dedos e fechou os olhos. Mas eu queria fazer algo diferente. Segurei o queixo dela com força e puxei pra perto de mim, fazendo com que ela olhasse nos meus olhos. Lambi os lábios dela uma vez, outra, até que ela abriu um pouco a boca e deu passagem pra minha língua. Comecei um beijo lento, mas com muita língua e saliva. Quando me afastei, ela estava ofegante. Abriu os olhos e tinha um olhar estranho, um que eu nunca tinha visto nela antes, era tipo de felicidade misturada com desejo, e um sorrisinho safado.Eu:da sua boca é ainda mais gostosa, adoro comer essa torta assim.
Coloquei minha mão nos joelhos dela e comecei a acariciar a coxa, ela abriu um pouco as pernas pra me dar acesso. Puxei ela pelo queixo e comecei a beijá-la de novo, enquanto acariciava as coxas dela, cada vez mais fundo e pra dentro, roçava a coxa dela de um lado pro outro e ela, entre um beijo e outro, gemia e suspirava fundo. Numa dessas carícias, toquei a calcinha dela e tava encharcada, a buceta dela exalava um calor danado, era fogo. Eu, por minha vez, não tava melhor, meu pau tava duríssimo e sei que ela percebeu porque tava sentada em cima dele. Eu acariciava a buceta dela por cima da calcinha, que molhava cada vez mais. Sabia, por tudo que já tinha lido, que o limite era eu quem colocava, então tinha que pensar bem no que ia fazer. Me afastei dela, mas não tirei a mão da buceta dela.Eu:Gostei dos teus lábios — falei, passando meu dedo sobre eles — Agora quero provar teus outros lábios, disse isso apertando os lábios da buceta com meus dedos. — Posso?Flor:Siiii—disse ela, quase num sussurro.
Ela se levantou, olhou pra porta, pegou na minha mão e fomos pro quarto dela. Ela ficou parada do lado da cama, com a respiração muito ofegante. Eu queria que ela fosse minha à base de orgasmos. Cheguei e empurrei ela de leve, e ela se deixou cair na cama. Levantei o vestido dela e ela tava com uma calcinha bem infantil, cheia de corações e arco-íris. Tirei a calcinha e guardei no meu bolso. Olhei pra buceta dela e tinha uns lábios bem pequenininhos, rosadinhos, quase sem volume. O que tinha era muito pelo, algo que não me agradou. Na minha cabeça, estavam as bucetas da Laura e da Gabriela, perfeitamente depiladas e arrumadas, mas dava pra resolver isso mais tarde.
Comecei a lamber ela de baixo pra cima, usando a língua toda. A cada passada, a Flor gemia mais, até que parou de gemer. Quando olhei, ela tinha colocado um travesseiro na boca. Percebi uma coisa: quando abri a buceta dela, o clitóris apareceu, do tamanho de uma pérola. Concentrei minha língua ali. Não demorou muito pra ela gozar, e foi devastador. Ela fechou as pernas, e eu me esforcei ainda mais pra chupar o clitóris dela até que ela disse "chega" e relaxou. Olhei pra ela, que estava de olhos fechados, com um sorriso no rosto. Quando me olhou, levantou na hora e abaixou o vestido.Eu:De joelhos, agora é minha vez.
Ela obedeceu na hora. Eu baixei minha calça e meu pau saltou feito mola. De propósito, me aproximei o bastante pra ele bater na bochecha dela. Ela ficou olhando com cara de espanto, meio na dúvida.Flor:É enorme, não sei se vai caber tudo.
Ela começou a tocar nele com as duas mãos, sem jeito, tava duríssimo, babando e cheio de líquido pré-seminal. Ela masturbava devagar, aproximou a língua da cabeça, provou, não pareceu desgostar porque continuou, depois enfiou a cabeça na boca, fazia errado, mas o tesão era maior naquele momento e eu tava muito excitado, ela ia com calma, e eu sabia que era algo que a gente não tinha combinado, ela enfiava um pouco mais que a cabeça, era meu primeiro boquete, e eu não tava achando ruim, a gente tinha ficado muito tempo sozinhos, tirei meu pau da boca dela e comecei a me masturbar furiosamente, ela ao ver isso abriu bem a boca e colocou a língua pra fora, mais tarde me disse que viu isso num pornô. Em uns dois segundos eu tava pronto e apontei pra boca dela, o que veio depois foi uma descarga enorme de porra, que acertou a boca dela, as bochechas, o olho e o cabelo, não satisfeito com isso enfiei meu pau na boca dela e me movi um pouco no ritmo das minhas últimas contrações, ela deixou. Tava suspirando e eu vendo como ela tava linda com minha porra na cara, quando a gente ouviu.Mãe:Florzinha, desce logo, que seu pai já chegou.
Ela ficou toda nervosa e começou a limpar o rosto com os lençóis da cama, enquanto eu subia as calças devagar, ouvindo o carro entrar na garagem. Ela se olhava no espelho e tinha leite no cabelo. Se limpou e começou a procurar a calcinha dela.Eu:Não, essas eu tenho aqui. Vou levar pra bater uma punheta hoje à noite, devolvo amanhã cheias da minha porra pra você usar.
Ela me olhou e ficou com um sorriso meio torto. Descemos e o pai nos cumprimentou, tava apressado com alguma coisa e chamou a mãe dele pro escritório. Eu aproveitei pra vazar.
Poderia dizer que minha vida continuava igual, mas não era bem assim. Em alguns meses, eu tinha dado um estirão danado, quase 1,85 metro, ir todo dia na academia me deixou com um corpo mais atlético, a barriguinha que eu tinha sumiu, assim como as espinhas no rosto. Quando estávamos jantando, Gabriela comenta com meu paiGabriela:Fernando precisa de roupa nova, quase nada serve mais nele. Ele cresceu muito, agora tá maior e mais forte. – Isso ele falou mais pra me encher o saco por causa da academia.LauraSe é verdade, mudou pra caralho. Pra minhas amigas, ele passou de ser o nerd esquisito pra ser AQUELE nerd.
Todo mundo riu, até meu pai. Na hora eu não entendi muito bem, mas percebi que era um elogio, e como sou tímido, fiquei vermelho de vergonha. O que eu reparei foi que a Laura ria, mas não parava de me olhar, e eu fiquei muito desconfortável.
Na faculdade também as coisas não eram mais as mesmas. Laura se aproximava de mim e até batia papo sobre coisas bestas de vez em quando. Quase todo mundo já tinha ficado sabendo, por ela, que a gente morava junto e que nossos pais tinham casado. O Clube dos Nerds Antissociais ganhou uma nova integrante, a Flor, o que no começo o Tomas e o Pedro acharam demais, mas depois de um tempo a gente não conseguia fazer muitas das atividades que a gente fazia por causa de uma mina no meio. Sem dúvida, eu era o líder do grupo, mas algumas coisas escapavam do meu controle.
Florencia era uma garota magra, mas igual a mim, tava crescendo pra caramba. A estrutura física dela tinha mudado bastante: era magra, mas tinha uns peitos médios que se destacavam justamente por causa do corpo dela. Tinha uma bunda empinada, que sem ser tão gostosa quanto a da Laura, era muito boa. A pele branca e o cabelo preto formavam um contraste lindo. Ela era muito, muito tímida, e sempre aceitava o que eu propunha. E às vezes, enquanto eu falava, ela ficava me encarando como se estivesse em outro lugar ou pensando em outra coisa. A gente tava organizando um torneio de videogame pro fim de semana, e justo nessa hora a Flor não estava.Pedro:Podemos fazer na sua casa, Fernando, e a gente vê a gostosura da Laura, essa é uma peça rara.Tomás:kkkkkk você é mau, não tá vendo que ele vai ficar com ciúme.Fernando:Não sejam idiotas, na minha casa prefiro que não. A gente pode fazer na casa de um de vocês ou perguntar pra Flor se dá na casa dela.Pedro:Não, Flor, não. Eu tava pensando que se a gente não convidar ela, isso nos limita muito. Além disso, ela tá no grupo só pra ficar perto de você, Fer.Fernando:O quê, o que cê tá dizendo? Tá viajando.Tomas:Sério, Fer, tão inteligente que você é pra umas coisas. Não acredito que você não percebeu. Ela é louca por você, e não é de agora não, faz tempo.Fernando:Não, vocês tão errados, já tão ficando mal de tanto tomar Red Bull. Melhor eu vazar antes que pegue.
Os dois riram e me mandaram um aviso, que mais cedo ou mais tarde eu ia dar razão pra eles. E aqui dava pra ver o quanto a gente era virgem. Continuávamos sendo os mesmos nerds, em vez de sair como todo mundo, ficávamos jogando. A verdade é que uma vez a gente até falou em pagar uma profissional, mas a gente foi enrolando.
Caminhando pra casa, minha cabeça não parava de pensar. Tava tão obcecado pela Laura que não enxergava as coisas ao meu redor com clareza. Tava tão focado nela, na academia e em evitar os valentões que não via mais nada. E se eu parasse pra pensar friamente, sim, a resposta era sim. A Flor tinha me dado mil indiretas, mas por ser tão tímida, eu não tinha deixado ela ir além. O problema é que ela não me desagradava, eu gostava bastante da Flor, e focar nela me faria esquecer um pouco a Laura. Tava com medo de ficar obcecado demais por ela. Ia tão concentrado nisso que nem percebi onde me meti. Os valentões estavam sentados no capô dos carros deles, me vendo chegar.Musculito:Olha que ovelhinha gostosa que chegou.Brabucon:A ovelhinha veio se meter com os lobos.Musculito:Olha, estranho, a gente não terminou não.
Eu fiquei branco, sem saber o que fazer. Por mais que eu malhasse e fizesse arte marcial, naquele momento eles eram quatro, bem mais velhos e maiores de porte físico. Mas bem na hora passou uma professora por ali, a gente ainda tava perto da escola. Quando ela percebeu que tinha algo errado, me chamou e eu fui com ela. Tive que aguentar um pouco o interrogatório dela, mas consegui mentir e me safar. De noite, meu pai me viu calado e, depois da janta, me pediu pra acompanhá-lo a lavar a caminhonete. E aí contei tudo pra ele.Padre:Filho, não se preocupa, a gente vai fazer alguma coisa e eu vou te ajudar pra que tudo fique mais controlado e a gente limite os danos ao mínimo.
Meu pai falava e parecia mais uma operação militar do que uma vingança contra os valentões ou contra o líder deles, o marombinha. Ele me disse algo que me deixou pensando, como muitas coisas que meu pai dizia.Padre:Filho, às vezes é melhor passar despercebido, que ninguém te veja chegar, que não reparem em você, entendeu? Mas outras vezes você tem que aparentar mais do que é, e fazer com que te respeitem, não que tenham medo de você. Às vezes convém ser bem pequenininho e às vezes ser um gigante. Mas tem que tomar cuidado: na hora de ser um gigante, você também precisa saber bancar essas ações e realmente ser um gigante. Vamos fazer o musculoso descobrir com quem ele se meteu.
Meu pai tinha uma empresa de segurança, focada na instalação de alarmes e equipamentos de videovigilância, além do pessoal para monitorar esses alarmes e câmeras. Ele só atendia uma empresa, fornecendo esses sistemas e também guardas perfeitamente treinados e armados para proteger as instalações e o pessoal de alto escalão. Era uma multinacional enorme, com sede na nossa cidade. O responsável por essa multinacional era o braço direito dele, que era meu professor de artes marciais. Meu pai sabia quem era o musculoso e quem era a família dele: era a família Lavalle. E, embora não fossem multimilionários, estavam muito bem de vida financeiramente. Justamente, eles queriam prestar serviços para a multinacional, e meu pai conversou com um dos gerentes para pedir um favor. Esse gerente era um grande amigo do meu pai. Acontece que, num jantar na casa da família Lavalle, esse gerente perguntou ao musculoso em que escola ele estudava. O musculoso respondeu com orgulho, já que é uma instituição de muito prestígio, e ainda completou que jogava no time de rugby da escola.Gerente:Haa, o filho do meu amigo, Fernando Vargas, estuda na mesma faculdade, você conhece ele.Musculito:Não, senhor, nunca ouvi esse nome. – Mentiu com um sorriso.Gerente:É uma instituição muito grande. Aliás, o Fernando teve um acidente lá uns meses atrás — disse ela, chamando a atenção de todo mundo na mesa. — Talvez você conheça de lá.Sr. Lavalle:Um acidente?Gerente:Sim, nada comparado com o acidente que vai acontecer com quem fez isso com o filho do meu amigo se ele descobrir. Ele é um homem perigoso, daqueles perigosos de verdade.Sr. Lavalle:Beleza, mas de que tipo de acidente a gente tá falando?Gerente:Uns caras de pau bateram no filho dela e mandaram ele pro hospital, e o moleque, pra não deixar os pais se vingarem, não falou nada.Sr. Lavalle:É lamentável, e numa instituição de tanto prestígio acontecer uma coisa dessas. Mas quem são os pais dela e por que são tão perigosos?Gerente:A mãe dele é uma alta funcionária diplomática, com muitos contatos no governo e nos serviços de inteligência. E o pai dele é um ex-membro das forças especiais, que tem uma empresa de segurança privada e trabalha principalmente fazendo negócios com o governo e os serviços de inteligência. Você já sabe que tipo de negócio estou falando, são pessoas muito bem relacionadas e com muitos favores a cobrar.
Sr. Lavalle: É, parece que são pessoas muito influentes, gente com quem não é bom se meter. Sério, filho, você não ouviu nada disso.
O musculinho branco como papel balançou a cabeça negando. E pensou que talvez os motivos pelos quais o Nerd não o dedurou fossem bem diferentes do que ele imaginava, e não foi por medo dele. Quando meu pai me contou tudo isso rindo, eu disse que ele era um exagerado e que não cumpria o requisito de me deixar gigante e depois conseguir bancar isso.Padre:Você nunca prestou atenção no trabalho da sua mãe e nas pessoas com quem ela anda, e muito menos no meu trabalho.
Dito isso, peguei o celular dele e procurei uma foto de um aniversário meu na infância. Tinha muitos amigos dos meus pais, e como muitos eram muito próximos, eu os chamava de tios. Meu pai foi me dizendo um por um o trabalho dos meus tios: Inteligência, Contra-Inteligência, Unidade Antiterrorismo, Forças Especiais, Secretaria de Inteligência, Chancelaria e um monte de gente realmente importante que mexe os pauzinhos nos bastidores. Ele riu e me deixou pensando se aquilo de meus pais se vingarem era real.
Outra coisa é que eu e meu pai nos aproximamos mais: ir acampar, praticar tiro no campo, ir trabalhar na empresa dele quando dava tempo, ou ir pra academia todo dia. Em tudo isso, meu pai me dava coisas pra pensar, ou pra ler as pessoas, coisas que eu não aplicava até aquele momento.
Isso eu deixei no freezer, até surgir a oportunidade de me vingar. Enquanto isso, na minha cabeça rondava o que meus amigos tinham me falado sobre a Flor, e que ela estava apaixonada por mim. Segundo eles, a Flor fazia tudo que eu mandava de forma automática. Analisando tudo que rolou com a Flor, nos conhecíamos desde o primário, e eu sempre estive perto dela, não com ela, mas vendo em perspectiva, eu era o mais próximo dela, o que mostra o quanto ela era solitária. Outra coisa era a família dela: o pai dela tinha lá seus sessenta e tantos, e a mãe era muito jovem, eu calculava que tinha menos de quarenta. Vendo de longe, o pai dela mal me conheceu e ficou me encarando um tempão, como se estivesse me analisando ou estudando, e depois notei certas atitudes com elas: ele não pedia as coisas, ele ordenava, e praticamente não fazia nada em casa, ele era servido, a mãe dela era extremamente obediente e carinhosa com ele, quando ele falava, ela escutava e olhava pro chão. Ultimamente, sendo eu um estudioso de pornô e sexo, já tinha visto e lido Muito, talvez até demais. E eu achava que a mãe da Flor era uma submissa, e o pai dela, um dono. E queria descobrir se eu tava certo, e se a Florencia era igual à mãe dela.
Queria experimentar com a Flor, e comecei mandando ela fazer umas coisas simples pra ver como ela reagia, e ela fazia na hora, ou então falava que queria comer uns bolos de uma padaria que era bem longe pra gente, e no dia seguinte ela já trazia os bolos. Quando a gente se encontrava no Clube dos Nerds, eu começava a falar umas coisas mais desconfortáveis pra ela, pra ver como ela reagia, tipo que eu gostava das tetas de fulana, ou da bunda de sicrana, e ela não falava nada, só ficava quieta. Uma vez que a gente tava sentado num parque, cheguei a deitar a cabeça no colo dela, me esticando no banco, e pedi pra ela fazer carinho na minha cabeça enquanto eu descansava, e ela fez sem dizer nada, de vez em quando eu abria os olhos e via um sorriso de satisfação no rosto dela. Sempre tentava deixar ela desconfortável, dava beijos na bochecha dela, bem perto da boca, abraçava ela, até cheguei a abraçar ela por trás e encostar meu pau na bunda dela, e ela não falava nada, só sorria. Cada vez mais eu tava convencido de que tava certo.
A oportunidade de confirmar minhas suspeitas chegou com um trabalho da faculdade, chato e longo. Simplesmente falei pra ela que a gente faria na casa dela às cinco, quando saísse. Quando chegou o dia, a gente foi andando até a casa dela, vale dizer que a Florencia é a pessoa mais gostosa da escola, o pai dela tem muita grana. Isso eu fui perceber depois, porque ela é bem simples. No caminho pra casa dela, eu queria continuar sondando.EU:Flor, você não tem mais irmãos.Flor:Tenho dois meio-irmãos, mas não tenho muito contato com eles, são mais velhos, na casa dos trinta e poucos, são do casamento anterior do meu pai.Eu:Você não tem amigos fora do Clube dos Nerds, nenhuma amiga ou algo assim?
Flor: Tenho, minha prima, mas ela mora longe.Eu:E com ela você fala ou conta tudo, por que pra gente não.Flor:Falo muitas coisas com ela, outras que me dão vergonha eu escrevo no meu diário íntimo.
Chegamos na casa dela, e fomos pro quarto dela, é enorme. Tem uma salinha de estar, o quarto em si, um closet e um cômodo só pras roupas. A gente sempre tinha ficado no térreo, na biblioteca da casa, agora a gente tava no quarto dela, o que achei estranho. Ela deixou a porta aberta e a mãe dela passou pra nos cumprimentar. Depois de um tempo, ela me perguntou se eu queria um lanche da tarde, eu disse que sim, e ela foi preparar. Eu comecei uma espécie de busca curiosa pra ver o que podia achar, no quarto tinha poucas coisas, mas tinha uma escrivaninha com um notebook, e uns livros muito bem arrumados, mas tinha um livro que não tava no lugar. Dele saía uma caneta rosa, eu abri e a caneta era uma caneta com formato de pena, não era um livro, era o diário íntimo da Florencia, eu não podia acreditar que ela deixava ele ali em cima como se nada fosse, bom, pra ser sincero, eu não devia estar no quarto, e sim na sala de estar.
Comecei a ler antes que alguém me visse, a última coisa que ela tinha escrito era:
"Tô muito animada, essa tarde ele vai vir na minha casa. Espero que ele crie coragem pra me beijar, ou algo mais, não aguento mais de nervoso, quase não dormi."
Virei a página rapidinho, enquanto olhava pra entrada.
"Tive uma das noites mais quentes da minha vida. Mal parei de pensar nele, desde ontem quando ele me abraçou por trás, apertou meus peitos com as mãos, e encostou o pau dele na minha bunda, pra me dar um beijo na bochecha, fiquei toda molhada na hora, já me masturbei cinco vezes pensando nele e no que ele faria comigo, essa manhã tive que fazer de novo. Como eu preciso dele."
Virei a página de novo, e olhei na direção da porta.hoje me senti suja, e adorei. Tava sozinha em casa e o clube dos Nerds tava jogando call of duty online, eu entrei, mas menti e falei que os controles não tavam funcionando. Fiquei pelada e me masturbei ouvindo a voz dele e como ele mandava, enquanto olhava uma foto dele no meu celular e imaginava o pau dele, e que ele tava me dando ordens, que eu virava a putinha dele. Tive o melhor orgasmo com a voz e a foto do Fernando.Eu não podia acreditar, fiquei em choque. Fui mais atrás no diário.Sou propriedade do Fernando, ainda não sou digna dele, mas vou ser. Vou me manter pura e virgem pra ele, pra quando ele decidir. Sou igual minha mãe e vou esperar o tempo que for preciso, assim como ela esperou pelo meu pai.Nessa hora, ouvi passos na escada e voltei pra sala de estar. Ela viu que eu saí do quarto, mas não falou nada, tava acompanhada da mãe dela, que trazia outra bandeja. Ela começou a descrever o que tava trazendo, era um monte de coisa, a mãe dela deixou a gente sozinho. Ela falava comigo, mas eu tava em outro mundo, ainda em choque, e não tava pensando direito, ou melhor, não tava pensando com a cabeça, e sim com o pau.Flor:Tá acontecendo alguma coisa? Precisa de mais alguma coisa?Eu:Vem cá.Flor:Como?
Voltei a falar com voz calma, pausada mas firmeEU:Para e vem aqui.
Florencia obedeceu, se levantou e ficou do meu lado. Com as mãozinhas ao lado do corpo e o olhar fixo no chão. Vestia um vestidinho bem simples que batia no joelho.Eu:Senta aqui
Em seguida, bati nas minhas coxas pra ela sentar em cima. Ela sentou na hora e ficou de lado pra mim. Peguei uma torta das que eu gostava, coberta com frutas vermelhas e uma calda das mesmas. Mordi a torta. Senti ela tremendo.Eu:Mmmmm, que delícia.
Ela me olhava de perfil, sem coragem de me encarar de frente. Na sequência, passei o dedo no que restava do bolo, peguei todos os frutos vermelhos e coloquei na boca dela. Ela me olhou, levou o dedo à boca, fechou os olhos e chupou meu dedo, devorando tudo. Olhei para o peito dela e os mamões queriam furar o sutiã e a blusa, estavam enormes. A respiração dela ficou ofegante. Tirei o dedo da boca dela, todo babado, e na mesma hora levei à minha boca e chupei. Senti um arrepio nela, e a pele dela ficou toda arrepiada.Eu:Mmm, com sua saliva fica ainda mais gostosa.
Repeti a operação com um bolo que estava em cima da mesa, peguei os frutos vermelhos com os dedos e levei até a boca dela. Ela abriu a boca, enfiou os dedos e fechou os olhos. Mas eu queria fazer algo diferente. Segurei o queixo dela com força e puxei pra perto de mim, fazendo com que ela olhasse nos meus olhos. Lambi os lábios dela uma vez, outra, até que ela abriu um pouco a boca e deu passagem pra minha língua. Comecei um beijo lento, mas com muita língua e saliva. Quando me afastei, ela estava ofegante. Abriu os olhos e tinha um olhar estranho, um que eu nunca tinha visto nela antes, era tipo de felicidade misturada com desejo, e um sorrisinho safado.Eu:da sua boca é ainda mais gostosa, adoro comer essa torta assim.
Coloquei minha mão nos joelhos dela e comecei a acariciar a coxa, ela abriu um pouco as pernas pra me dar acesso. Puxei ela pelo queixo e comecei a beijá-la de novo, enquanto acariciava as coxas dela, cada vez mais fundo e pra dentro, roçava a coxa dela de um lado pro outro e ela, entre um beijo e outro, gemia e suspirava fundo. Numa dessas carícias, toquei a calcinha dela e tava encharcada, a buceta dela exalava um calor danado, era fogo. Eu, por minha vez, não tava melhor, meu pau tava duríssimo e sei que ela percebeu porque tava sentada em cima dele. Eu acariciava a buceta dela por cima da calcinha, que molhava cada vez mais. Sabia, por tudo que já tinha lido, que o limite era eu quem colocava, então tinha que pensar bem no que ia fazer. Me afastei dela, mas não tirei a mão da buceta dela.Eu:Gostei dos teus lábios — falei, passando meu dedo sobre eles — Agora quero provar teus outros lábios, disse isso apertando os lábios da buceta com meus dedos. — Posso?Flor:Siiii—disse ela, quase num sussurro.
Ela se levantou, olhou pra porta, pegou na minha mão e fomos pro quarto dela. Ela ficou parada do lado da cama, com a respiração muito ofegante. Eu queria que ela fosse minha à base de orgasmos. Cheguei e empurrei ela de leve, e ela se deixou cair na cama. Levantei o vestido dela e ela tava com uma calcinha bem infantil, cheia de corações e arco-íris. Tirei a calcinha e guardei no meu bolso. Olhei pra buceta dela e tinha uns lábios bem pequenininhos, rosadinhos, quase sem volume. O que tinha era muito pelo, algo que não me agradou. Na minha cabeça, estavam as bucetas da Laura e da Gabriela, perfeitamente depiladas e arrumadas, mas dava pra resolver isso mais tarde.
Comecei a lamber ela de baixo pra cima, usando a língua toda. A cada passada, a Flor gemia mais, até que parou de gemer. Quando olhei, ela tinha colocado um travesseiro na boca. Percebi uma coisa: quando abri a buceta dela, o clitóris apareceu, do tamanho de uma pérola. Concentrei minha língua ali. Não demorou muito pra ela gozar, e foi devastador. Ela fechou as pernas, e eu me esforcei ainda mais pra chupar o clitóris dela até que ela disse "chega" e relaxou. Olhei pra ela, que estava de olhos fechados, com um sorriso no rosto. Quando me olhou, levantou na hora e abaixou o vestido.Eu:De joelhos, agora é minha vez.
Ela obedeceu na hora. Eu baixei minha calça e meu pau saltou feito mola. De propósito, me aproximei o bastante pra ele bater na bochecha dela. Ela ficou olhando com cara de espanto, meio na dúvida.Flor:É enorme, não sei se vai caber tudo.
Ela começou a tocar nele com as duas mãos, sem jeito, tava duríssimo, babando e cheio de líquido pré-seminal. Ela masturbava devagar, aproximou a língua da cabeça, provou, não pareceu desgostar porque continuou, depois enfiou a cabeça na boca, fazia errado, mas o tesão era maior naquele momento e eu tava muito excitado, ela ia com calma, e eu sabia que era algo que a gente não tinha combinado, ela enfiava um pouco mais que a cabeça, era meu primeiro boquete, e eu não tava achando ruim, a gente tinha ficado muito tempo sozinhos, tirei meu pau da boca dela e comecei a me masturbar furiosamente, ela ao ver isso abriu bem a boca e colocou a língua pra fora, mais tarde me disse que viu isso num pornô. Em uns dois segundos eu tava pronto e apontei pra boca dela, o que veio depois foi uma descarga enorme de porra, que acertou a boca dela, as bochechas, o olho e o cabelo, não satisfeito com isso enfiei meu pau na boca dela e me movi um pouco no ritmo das minhas últimas contrações, ela deixou. Tava suspirando e eu vendo como ela tava linda com minha porra na cara, quando a gente ouviu.Mãe:Florzinha, desce logo, que seu pai já chegou.
Ela ficou toda nervosa e começou a limpar o rosto com os lençóis da cama, enquanto eu subia as calças devagar, ouvindo o carro entrar na garagem. Ela se olhava no espelho e tinha leite no cabelo. Se limpou e começou a procurar a calcinha dela.Eu:Não, essas eu tenho aqui. Vou levar pra bater uma punheta hoje à noite, devolvo amanhã cheias da minha porra pra você usar.
Ela me olhou e ficou com um sorriso meio torto. Descemos e o pai nos cumprimentou, tava apressado com alguma coisa e chamou a mãe dele pro escritório. Eu aproveitei pra vazar.
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