66📑La Azafata 2

66📑La Azafata 2O voo 792 de Madri para CancĂșn estava quase lotado. A classe executiva estava em silĂȘncio, e no corredor central deslizava ela: Valeria, a aeromoça mais desejada da companhia aĂ©rea. Uniforme justo, saia curta, coque no pescoço. Olhos verdes. Quadris de parar o trĂąnsito. E um jeito de andar que deixava mais de um sem fĂŽlego.vadiaEle, Alejandro, viajava sozinho. Camisa branca aberta no colarinho, barba de trĂȘs dias, e um olhar desafiador. Desde que a viu servir o primeiro cafĂ©, nĂŁo parou de observĂĄ-la. E ela... tambĂ©m percebeu. No segundo atendimento, Valeria se inclinou mais do que o necessĂĄrio ao se aproximar.
— Mais alguma coisa que eu possa oferecer, senhor? — perguntou com voz doce.
Alejandro manteve o olhar fixo nela, direto.
— Aceita gorjetas... em forma de convite?
Valeria sorriu, sem se envergonhar.
— Depende do lugar e da hora.
— Meu hotel tem piscina privativa... e uma cama enorme. Chegamos às 19h30. Tempo suficiente?
Ela se inclinou um pouco mais, deixando o decote falar por si.
— Se vocĂȘ estĂĄ na linha de largada, eu sou a primeira a descer.
Ao chegar, ele a esperava ao lado do carro com um sorriso. Ela tinha trocado o uniforme por um vestido vermelho curto e sandĂĄlias de salto.
Subiram no elevador sem falar. Mas assim que a porta da suĂ­te se fechou, Valeria o empurrou contra a parede, beijou-o com fĂșria e começou a desabotoar sua camisa.
— Te desejei desde o ar — sussurrou.
Alejandro baixou o zĂ­per do vestido, deixando-a sĂł na lingerie preta. Olhou para ela com fome: corpo tonificado, peitos firmes, pernas longas, olhar voraz.
— Então vamos aterrissar como deve ser — disse ele, pegando-a pela cintura e levantando-a.
Levou-a atĂ© a cama. Despiu-a lentamente. Ajoelhou-se e começou a beijar suas coxas, subindo, acariciando com a lĂ­ngua. Valeria ofegava, com as mĂŁos em seus cabelos.comissaria de bordo—Mais
 aí
 isso
 Quando ela estava completamente molhada, ele abaixou a calça, libertando sua ereção, posicionou-se sobre ela e penetrou sua buceta com uma Ășnica investida. ValĂ©ria arqueou as costas. —Deus! Que delĂ­cia vocĂȘ tem
! Alexandre começou a se mover com ritmo, lento e profundo. Ela o envolvia com as pernas, suas unhas marcavam suas costas. —Mais forte
 me dĂĄ tudo
 As investidas se tornaram selvagens, molhadas, com batidas surdas contra a pele. Ela montou nele entĂŁo, cavalgando seu pau como se estivesse em plena turbulĂȘncia. Seus peitos saltavam, seus gemidos enchiam o quarto. —Me dĂĄ na boca —ordenou de repente, descendo de um salto. Ajoelhou-se diante da cama e abriu a boca. Alexandre nĂŁo demorou. Gozou com um gemido, enchendo sua lĂ­ngua e rosto. Ela o saboreou olhando em seus olhos, lambendo os lĂĄbios com descaramento. —Isso Ă© primeira classe —disse ela, limpando-se com um dedo que depois chupou lentamente. Passaram a noite entre lençóis suados, banhos quentes e sexo na varanda com vista para o mar. Quando ela foi embora de manhĂŁ, deixou um bilhete: “O voo de volta Ă© segunda-feira. Espero que voe comigo
 de novo.” O voo de volta saĂ­a Ă  meia-noite. Alexandre embarcou com um sorriso malicioso, e nĂŁo precisou procurĂĄ-la: ValĂ©ria o esperava logo na entrada do aviĂŁo. Ela vestia seu uniforme novamente, o cabelo preso, lĂĄbios vermelhos. —Bem-vindo a bordo, senhor
 de novo em primeira classe —disse ela, quase sussurrando. —Espero que haja turbulĂȘncias —respondeu ele, olhando descaradamente para suas pernas. Durante as primeiras horas do voo, tudo parecia normal. Mas a tensĂŁo crescia. Cada vez que passava para servi-lo, ValĂ©ria o roçava mais do que o necessĂĄrio. Ele respondia com olhares sujos, gestos sutis. Ao chegar a madrugada, com as luzes baixas e os passageiros dormindo, ValĂ©ria se aproximou por trĂĄs e deixou um bilhete na bandeja: “Banheiro de trĂĄs. 10 minutos.” O banheiro era pequeno, mas o desejo enorme. Quando Alexandre entrou, ela Eu estava de costas esperando por ele, levantando a saia. Sem dizer uma palavra, ele segurou meus quadris e puxou minha calcinha para baixo. —Foi assim que vocĂȘ sentiu minha falta? —ela sussurrou.cogidaEle a penetrou imediatamente, com uma força contida. Ela cobria a boca com uma mĂŁo para nĂŁo gritar, enquanto a outra mĂŁo se apoiava na parede do banheiro, aguentando cada embate. O barulho do aviĂŁo abafava os gemidos. Ele a pegou pelo pescoço com uma mĂŁo, a puxou para perto e mordeu seu lĂłbulo enquanto a fodia com mais profundidade. ValĂ©ria tremia, suas pernas Ă  beira do colapso. Quando acabaram, ofegantes, se olharam no espelho embaçado. —Isso nĂŁo termina aqui —disse ele, beijando-a novamente. E nĂŁo terminou.vadiaUma hora depois, foi anunciado um pouso tĂ©cnico de emergĂȘncia numa pequena ilha do Caribe por causa de um defeito menor. Os passageiros foram acomodados num hotel prĂłximo, e o destino realinhou as coisas: ValĂ©ria e Alexandre tiveram que dividir o quarto.
— CoincidĂȘncia? — ele brincou ao entrar.
— Não. Ordem minha — disse ela, tirando o casaco.
ValĂ©ria se despiu sem pressa. Aproximou-se dele em lingerie. Empurrou-o para a beira da cama, ajoelhou-se e começou a chupar seu pau com luxĂșria, profunda e lentamente, sentindo-o endurecer por completo em sua boca.
— Não parei de pensar nisso — murmurou entre uma chupada e outra.
Depois, subiu nele, cara a cara, introduzindo seu pĂȘnis na sua buceta, cavalgando-o com um ritmo perfeito. Alexandre a segurou pela cintura, beijou seus peitos, chupou seus mamilos enquanto ela cavalgava forte, molhada, descontrolada.
— Mais! Não para! — ela gritou, já sem controle.
Ele a pegou, jogou-a de costas e abriu suas pernas na beira da cama, investindo contra sua buceta com todo seu peso. Valéria gemeu como nunca, com as mãos em seu pescoço, pedindo que não a soltasse, que desse mais.
— Goza dentro de mim. Faz agora!
Ele empurrou atĂ© as bolas, uma e outra vez, atĂ© enchĂȘ-la por completo. CaĂ­ram exaustos, suados, satisfeitos.
Na manhã seguinte, ela o beijou com doçura.
— Volta a voar comigo. Sempre.
Alexandre a olhou, sorrindo.
— Agora tenho um novo motivo para viajar
 e não tem nada a ver com o destino.Relatos eroticos



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