mi marido me sigue entregando y me gusta

Naquela semana, lá pela quarta ou quinta, uma das minhas amigas mais próximas me liga pra avisar que no sábado a Paula, uma amiga nossa da faculdade que mora na Europa há tempos, ia estar na cidade, e que estavam organizando um jantar de boas-vindas. Obviamente falei pra ela me incluir, sem lembrar da possível festa que o ale tava organizando.
A semana passou sem grandes novidades, e quando chega a sexta eu comento pra Ale que no outro dia ia sair pra jantar com minhas amigas. É nesse momento que o Ale me lembra que no sábado o Seba viria jantar em casa, mas que eu ficasse tranquila que eles pediriam uma pizza e tomariam umas cervejas sozinhos.
Aquele sábado foi como qualquer outro. De manhã, atividades em família, no meio da manhã meu marido e meu filho foram para um churrasco que teriam no campo de esportes da escola, já que os pais tinham organizado uma partida de futebol. Como a presença das mães não era obrigatória, e eu já tenho meus sábados organizados, segui com minha rotina normal.
No meio-dia academia, depois almoço em algum restaurante da região e no início da tarde cabeleireira. Como não estava muito tarde, aproveitei para fazer o que nós mulheres gostamos de fazer. Fui fazer umas compras.
Com a desculpa do jantar com minhas amigas da faculdade, comprei um vestido super lindo, na altura dos joelhos, soltinho, com um decote lindo e que não era nem muito chique nem muito casual. Exatamente o que eu precisava para aquela noite com as amigas.
Cheguei em casa, preparei uns mates e logo chegaram o Ale e meu menino depois de passar o dia no campo de esportes da escola.


Então fui tomar banho e comecei a me arrumar para a noite. Pelo que tinha visto no grupo do WhatsApp do jantar, éramos umas 12 convidadas, várias das quais eu não tinha notícias há anos. Pra ser sincera, não era o melhor programa, mas tava com vontade de ver a Paula e mais duas amigas minhas. O resto não me importava nem um pouco, mas sabendo como nós mulheres somos, me arrumei pra que me olhassem de cima a baixo.
O vestido ficou colado em mim. Coloquei ele com umas sandálias altas, e por cima uma jaqueta de couro preta. No começo usei com sutiã, mas o decote era fundo e dava pra ver, então acabei tirando.
Pouco antes de sair, a campainha tocou. Era o Seba. Ele sempre aparece relativamente cedo quando vem aqui em casa. Como eu estava saindo com meu menino, falei pra Ale que ela podia abrir.
Encontrei ele na porta e, enquanto meu filho subia no carro, Seba aproveitou para me soltar umas sacanagens, já que eu saí com o casaco na mão e meu decote estava à mostra. Troquei umas piadas com ele, e ele terminou com um "não volte tarde que vamos estar te esperando". Levei como piada e nada mais. Mas no final, não seria bem assim.
Depois de deixar meu filho, segui para o restaurante. No caminho, peguei uma amiga, a Daniela, então fomos conversando animadamente até o bar. A Dani é muito gata, mas não se esforça muito pra se arrumar, então do lado dela eu parecia que estava indo pra um casamento.
Ao chegar no lugar logo encontramos a mesa onde estavam as meninas. Algumas já tinham chegado, então me sentei do lado da Dani e deixei um lugar pra Luciana. Depois de um tempo chegou a Pau, e foi ela quem sentou no lugar que eu tinha deixado livre.
Levantei pra ir ao banheiro. Como sempre, antes de levantar peguei o celular e pra minha surpresa vi que tinha umas 10 mensagens da Ale. Comecei a me divertir e a entrar na brincadeira. Primeiro mandei uma selfie minha pra ela ver que eu tava bem. Obviamente aproveitei e fiz a melhor cara de puta e tirei de cima assim dava pra ver meu decote. As meninas estavam me olhando, mas eu nem liguei. Na segunda mensagem, disse que tinha dado uma olhada em uns caras, mas que até agora nenhum tinha se aproximado. Na seguinte, falei que um tinha chegado em mim e me convidado pra um drink, mas que eu tinha dito que com um drink a gente não fazia nada. Depois de um tempo mandei outra dizendo que agora além do drink estavam me oferecendo grana, e que eu tava pensando.
A troca de mensagens foi constante. Eu tava mais com o celular na mão do que conversando com minhas ex-colegas da faculdade. Pra falar a verdade, era bem mais divertido. Em um momento, o Ale me desafia, dizendo que eu tava mentindo e que nenhum cara tava me dando bola. Na hora, e como eu não gosto de perder, me levantei, cheguei numa mesa onde estavam sentados 3 caras sozinhos e, explicando que era uma brincadeira, pedi permissão pra sentar com eles e tirar umas fotos. Claro que eles toparam, menos um que me pediu, por favor, pra não postar em nenhuma rede social. Hahaha, que safado!
Tirei três ou quatro fotos e mandei pra Ale. Obviamente, nas fotos, um aproveitou pra me abraçar, o outro se jogou um pouco em cima de mim, etc. Por um momento não teve resposta da mensagem, então imaginei que ela estaria pensando na próxima jogada. O primeiro desafio eu já tinha superado e até diria que ganhei. Os três caras aproveitaram pra me convidar pra uma cerveja, e depois de olhar pra mesa das minhas amigas, onde de longe dava pra ver a Daniela quase bocejando, aceitei o convite. A conversa foi super de boa, sem que nenhum deles se atrevesse a dar um passo a mais.
Aí me chega uma nova mensagem do Ale, e dessa vez ele dobrou a aposta, dizendo que sabia que a foto era montagem ou que eram colegas da faculdade. Pra rebater, não me ocorreu nada melhor do que sentar em cima de um dos caras e tirar uma nova foto. Sem dúvida, as quatro cervejas que já tinha tomado estavam me soltando. Escolhi um dos caras aleatoriamente e contei a ideia que tinha pra calar a aposta dele. Sem resistir, e sem nem me dar tempo de explicar direito, num pulo me acomodei em cima dos joelhos dele. Os amigos ficaram olhando a situação e, entregando meu celular pra um deles, pedi que tirasse uma foto.
Como o cara, que se não me engano se chamava Martin, era muito tímido e não me tocava, peguei as mãos dele e fiz ele me abraçar de um jeito que o antebraço dele fez uma das minhas tetas quase explodir pelo decote. Vi como os dois amigos olharam esperando ver algo mais, mas infelizmente o mamilo não quis aparecer. De qualquer forma, a foto ficou ótima e foi assim que mandei pra ele. Com meio mamilo à mostra teria sido demais.
Ficamos Dani, Pau, Luciana, mais duas meninas e eu. Então, pra dar uma animada na noite, chamei um champanhe.

O primeiro champanhe acabou rapidinho, então pedi mais um. Isso foi nos soltando um pouco, e mesmo não sendo o grupo mais divertido que já saí, pelo menos começamos a rir de besteiras. O segundo champanhe com certeza foi demais. Primeiro porque percebi que as meninas, exceto a Dani, já não estavam mais bebendo. Segundo, porque quando me levantei para ir ao banheiro percebi que estava realmente tonta.
Assim que chego no banheiro, começo a olhar meu celular e vejo que tinha três mensagens da Ale. A primeira perguntando a que horas eu ia voltar, a segunda perguntando se eu estava me comportando direito, e a terceira dizendo que se eu me comportasse mal, mandasse uma foto pra ela.
A verdade é que eu teria adorado continuar a brincadeira, mas o bar não era um lugar com muita zoeira onde eu poderia ter mandado alguma foto hot me comportando mal, mas para não cortar o clima, e já que eu estava no banheiro, e o vestido tinha um decote bom, decidi puxar uma gola pelo decote e mandar uma foto. Tive tanta má sorte que quando estava tirando a foto na frente do espelho, a Dani entrou me procurando. Como pude, tentei me cobrir enquanto morria de rir e a Dani não conseguia disfarçar sua cara de espanto. Depois de explicar como pude o que estava fazendo, a Dani se ofereceu para tirar a foto para mim, para que meu marido não soubesse quem tinha tirado. A ideia me pareceu genial, então dessa vez não só puxei uma gola, mas puxei as duas, e a Dani tirou várias fotos. Quando éramos mais novas, a Dani e eu já tínhamos feito várias travessuras, então mesmo fazendo muito tempo que ela não me via pelada, a verdade é que com ela eu não tinha vergonha. Assim que ela tirou as fotos, eu as mandei para o Ale, que não demorou a me responder me chamando de vadia e um monte de coisas mais. "Quem tirou?", "Com quem você está?", "Me conta". Eram as mensagens que ele me mandava.




Chegando em casa, e como tinha combinado com o Ale, liguei pra avisar que estava a uma quadra. Ao dobrar a esquina, vejo ele parado na porta, com um sorrisão de orelha a orelha, e com alguma coisa na mão que não deu pra ver direito. Ele faz sinal pra eu parar e, mal encosto o carro, ele já sobe no banco do passageiro. Não me deu tempo de falar nada, mas ele indicou pra eu entrar com o carro na garagem. Ele tava com cheiro de álcool, o que era sinal de que, ou ele não estava sozinho, ou o Seba tinha acabado de ir embora.
Mal saímos do carro, e depois de me fazer algumas perguntas, ela me mostrou o que tinha na mão. Era uma máscara de dormir daquelas que costumam dar nos aviões e que a gente usava pra brincar. Aí entendi por que as risadas e o mistério de tantas mensagens me perguntando quando eu chegava. A intenção era me enfiestar com o Seba. A verdade é que aquela brincadeira prévia com os caras da mesa, e a coisa das fotos, já tinham me deixado um pouco excitada. Então, mesmo que não estivesse explodindo de tesão, estava com vontade de que alguma coisa acontecesse.
Peguei a máscara sorrindo para a Ale e perguntei se eu tinha que colocar naquele momento. Ela indicou que sim, então obedientemente a coloquei. A Ale me ajudou a subir as escadas que vão da garagem até o hall do primeiro andar. Enquanto subia, pude ouvir música. A Ale me auxiliava com os degraus, e quando chegamos lá em cima, ela tirou minha jaqueta de couro que eu estava usando. Fiquei ali parada, esperando que alguém se aproximasse. Tinha certeza de que o Seba estava por perto. Dava pra sentir a presença dele.
Ele agarra minha mão, coloca a taça nela e, no mesmo movimento, leva até minha boca, deixando claro que eu tinha que beber. Era champanhe. Não estava com muita vontade de continuar bebendo, mas aceitei o desafio.
Tomei o máximo que consegui, mas algo estava me distraindo. Naquela sala não havia apenas dois homens. Tinha mais gente. Alguém se aproxima e, repetindo o mesmo ritual, agarra minha mão, coloca a taça e me indica para beber de novo. Tinha tomado duas taças de champanhe em menos de dois minutos. Sentia que havia duas pessoas na minha frente, e outras atrás, mas de repente ouço a porta do banheiro. Na minha cabeça não havia mais dúvidas de que tinha várias pessoas na minha casa. Pelo menos 4. Enquanto tentava ver algo pelo canto da venda, e ouvir mais alguma coisa para deduzir quantas pessoas estavam ali. Continuei dançando e me entregando àquele êxtase que pouco a pouco o ambiente ia gerando.
Senti o pau dele duro encostado na minha bunda. Por ser um vestido solto, dava pra sentir tudo. Foi aí que ele me perguntou no ouvido se estava tudo bem. Ele sempre aproveitava esses momentos pra me perguntar. Se em algum momento eu dissesse que não, ele cortava a situação na hora. Era tipo o nosso sinal.
Eu balancei a cabeça, então isso deu sinal verde para ela começar a levantar meu vestido.
Não hesitei em me virar e começar a beijá-lo. Podia sentir minha bunda completamente exposta e à vista de pelo menos três pessoas. Continuei dançando como se estivesse sozinha com meu marido. Então me afasto dele, empurrando com uma mão no peito, e sigo dançando na frente de quem estiver ali. Não me importo com nada. Sou só eu e a música. Tento dançar da forma mais sexy possível. Em alguns momentos aproveito para levantar meu vestido ou me virar e agachar flexionando os joelhos para que possam me apreciar ainda mais.
Dou umas voltas e fico tonta. Aí sinto alguém me agarrar ou começar a me tocar.
Começam a me beijar. Eu retribuo o beijo com paixão. Mas não é meu marido. Não sei quem é. Não importa. Sinto que já são várias mãos me tocando. Eu tento tocar também. A única coisa que posso ter certeza é que todos os corpos que consigo tocar são masculinos. Tenho certeza de que são 4 homens. Mas são realmente quatro? Já perdi toda a referência.
Continuo dançando e cada vez mais mãos me apalpam. De repente, deslizo uma alça do vestido e com um movimento deixo que ele caia. Fico parada de fio-dental e sandálias na frente desses homens.
Alguém agarra meus ombros e gentilmente me empurra para baixo, sinal de que devo me ajoelhar. O famoso gang bang que tanto fantasiávamos está prestes a acontecer. Eu entendo e sei o que tenho que fazer. Então, como posso, começo a procurar o primeiro pau. Encontro um, que já está exposto, então começo a chupá-lo imediatamente. Sinto como ele agarra minha cabeça, me empurrando e fazendo com que quase entre todo na minha boca. Não é muito grande. Diria que é normal. Continuo chupando com vontade. Sinto a presença de alguém à minha direita, então com minha mão tateio para ver se encontro algo. Logo sinto outro corpo nu. Empurrando sua bunda com minha mão direita, aproximo-o do meu rosto. Agora tenho dois. Começo o jogo de um e um. Fico assim por alguns minutos chupando os dois paus. Um terceiro se aproxima. Este diretamente me bate com o pau no rosto. Então, só precisei mover minha cabeça para a esquerda para começar a chupá-lo. O tamanho da cabeça me chamou a atenção. Este sim era grande, porque tive que abrir a boca mais que o normal. Se não fizesse, iria machucá-lo com meus dentes. Não sei quanto tempo fiquei assim. Do que tinha certeza era de que eram pelo menos 5 homens. Me sinto possuída, tentando deixar todos satisfeitos. Vou revezando como posso, me ajudando com minhas mãos.
Nisso, sinto que alguém mais se aproxima. Estou numa espécie de rodízio. Meus joelhos já estão doendo, então, como posso, peço que me passem uma almofada de um dos sofás. Alguém, que não é nenhum dos três que estou chupando, me entrega. Assim que ele me entrega, eu seguro como se quisesse que ele ficasse. Ele também está pelado, então começo a chupar ele também. Já são 4. Mas ainda tem mais alguém atrás de mim. Eu me viro e, como dá, começo a chupar ele também. Esse parece ser o Seba. Não tenho certeza e também não me importo. A essa altura, não me importa saber quem é quem, só me entrego completamente à situação. Algo que muitas vezes imaginei e fantasiei, e que agora está se realizando.
Vou tentando chupar um pouco cada um deles. Eles também, como podem, me tocam e começam a me penetrar com os dedos. Estou molhada. Tão molhada que, quando alguém tira os dedos de dentro de mim, sinto parte do meu mel escorrendo pela minha perna. Estou cercada por 5 homens. Sei que meu marido está ali, vendo tudo.
Me sinto a maior puta. Eu adoro. Eu me levanto e me deixo levar. Eles me levam até o sofá e me indicam para sentar. De novo eles começam a se aproximar para que eu os chupe. Já não sei quem é quem, exceto quando a grandona aparece. Essa é impossível não identificar. Enquanto chupo, me pergunto se vai doer. Se vai ser como a do sócio do meu chefe no Uruguai. Aquela sim me partiu ao meio, mas acabei gostando pra caralho. Já não sei quanto tempo faz que estou assim, mas quero que alguém me penetre. Eu também quero gozar. Num momento, e me ajudando com as mãos, afasto quem tenho na frente e, sem hesitar, me levanto e me viro. Fico de quatro com os joelhos sobre o sofá e meus braços sobre o encosto. Apresento a bunda e espero que alguém entenda minha mensagem me penetrando. Não terão passado nem 30 segundos quando sinto alguém começando a me tocar. Seus dedos entram facilmente devido à lubrificação que tenho. O fio dental está totalmente deslocado, então começam a tirá-lo. Eu me mexo para facilitar, ficando apenas com as sandálias. Tenho a parte interna das coxas molhadas do fluxo que estou deixando. É inegável que gosto de gang bang. O morbo de não saber com quem estou, mais a segurança de estar ali com meu marido é impagável. Estou entregue e ao mesmo tempo me sinto segura. De repente, sinto que alguém tenta me penetrar. Não demora nem custa. Ele me penetra imediatamente. Colocou preservativo. Posso sentir. Não gosto, mas é necessário. Como o sofá não está contra a parede, minha posição é ideal para continuar chupando alguém. Minha mandíbula já descansou pelo menos 5 minutos e sinto que tenho alguém na minha frente. Começo a chupá-lo, e imediatamente alguém também se coloca à frente. Então, como posso, alterno entre os dois. Em pouco tempo, percebo que quem está atrás de mim está prestes a gozar. Ele me agarra pelos quadris com força. Está acabando. Ele sai e atrás outro me penetra rapidamente. Também está de camisinha. Esse é um pouco... mais bruto e faz com um ritmo mais frenético. Cada vez que ele empurra pra dentro, meu rosto bate no corpo de quem está na minha frente. Às vezes consigo me segurar com as mãos, fazendo um pouco de resistência, outras engulo direto até o fundo, me fazendo engasgar um pouco. Ele goza e logo outro me penetra. Me sinto usada e adoro. Enquanto faço o que estou fazendo, penso nas minhas amigas. No que elas estão perdendo e se alguma é como eu. Talvez eu tenha uma amiga mais puta que eu e não saiba.

Uma das picas que estou chupando é a XXL. É difícil e quero que quem está atrás de mim goze logo pra que ele me penetre. Levanto a bunda e começo a me mexer também, tipo apressando a situação. Funciona. Logo eles gozam e a XXL sai da minha boca. Passam uns segundos em que imagino que ele está colocando a camisinha e começa a me penetrar. Mas não tem dificuldade além do tamanho. Logo sinto que está toda dentro de mim. Não me dá mais prazer que as outras nem dói, mas é mais grossa, me preenche mais. Alguém se coloca na minha frente, do lado de quem ainda não me penetrou. Começo a chupar e logo reconheço. É o Ale. Me dedico a ele e esqueço o resto. Chupo ele do jeito que ele gosta. Ele se afasta e no meu ouvido pergunta de novo se está tudo bem. Eu volto a acenar com a cabeça bem quando estão me bombando magistralmente. Sinto os ovos da XXL se mexendo debaixo de mim. Estou gozando e cada enfiada faz meu corpo sair do sofá.

XXL goza. Eu percebo porque ele me agarra com força. Fui comida por 5 caras em menos de 20 minutos. Adorei. Nunca tinha vivido algo assim e já estou pensando quando vamos repetir. Eu ainda não consegui gozar. Não sei se é porque não estou confortável nessa posição ou se porque me concentro mais neles do que em mim. O último goza e se afasta. Eu fico parada nessa posição como se estivesse esperando instruções. Sei que estão me olhando e que a vista é a melhor. Estou de quatro com a bunda apontando pra eles. Percebo que estão tirando fotos de mim. Não me incomoda. Tenho milhares. Mas não gosto de não saber quem está ali. Eu aguento, são as regras do jogo.
Devem ter passado uns 2 minutos e alguém agarra minha mão. Acho que é meu marido, mas ele não fala nada, então não tenho certeza.
Me deita em um colchão. Reconheço. É um colchão inflável que a gente tem há muito tempo. Alguém se deu o trabalho de encher. Já estava tudo preparado!!!
Deito e logo alguém se deita ao meu lado. Me agarram e me colocam por cima. E já me penetram. Começo a cavalgar como gosto. Apertam meus peitos. Beliscam meus mamilos. Agora estou gozando como uma puta. Adoro estar por cima. Sinto que meu primeiro orgasmo está chegando. Eu me movo porque ninguém vai roubar isso de mim. Acho que fazia tempo que não gritava com tanta força enquanto gozava. É que em casa, com meu filho no quarto ao lado, é difícil fazer um show desses. Aproveitei de um jeito tremendo. Alguém se coloca na minha frente para que eu chupe. Não tenho drama e faço. Está mole, mas aos poucos vai acordando. Sinto que o Seba está pra gozar, e como não tem camisinha ele me empurra pra sair. Não me importo, me ajeito e começo a chupar bem quando ele começa a gozar. Metade do gozo termina no meu rosto e cabelo. O resto eu engulo enquanto limpo ele. Eu continuo chupando o que está ao meu lado. Alguém começa a brincar com meu cu. No início timidamente, um dedo, depois dois. Acho que vão me fazer dupla penetração. Adoro, desde que façam com cuidado.
Sai e ninguém ocupa o lugar dele. Enquanto isso, alguém continua brincando com meu cu. Já não são dois dedos, agora são três e até quatro. Não sei o que estão usando, mas me lubrificaram com alguma coisa.
Fico rebolando a bunda, tipo ajudando na situação. Tenho as costas arqueadas e ouço comentários sobre minha posição. Sinto a boca pastosa, mistura de sede, álcool e porra do Seba. Pela primeira vez me animo a falar e peço se alguém pode me dar um copo d'água. Não respondem, mas logo alguém me entrega uma garrafinha aberta. Bebo o máximo possível sem sair da posição de quatro. Alguém se acomoda ao meu lado e começa a massagear meus peitos. Em nenhum momento pararam de me penetrar analmente com uma mão. Nesse instante sinto que já não é uma mão. Parece um pau, mas não sinto ninguém atrás de mim. Continuo rebolando e me entregando à situação, e depois de um tempo percebo que estão me penetrando com um consolo. Deve ser um dos meus que a Alê deve ter pegado do armário.
Sinto que está cada vez mais fundo e já não dói nem incomoda. Isso é sinal de que minha bunda já se acostumou e agora é hora de curtir o sexo anal no talo.
De repente sinto alguém na minha frente. Estico a mão e toco um corpo. Logo algo se aproxima do meu rosto e eu procuro com a boca como posso. É um pau. Tem um gosto estranho, produto de ter estado com uma camisinha em algum momento recente. Eu chupo como posso tentando acordá-lo, e aos poucos consigo. Logo alguém se acomoda ao lado, então volto ao jogo de alternar um a um como posso. Percebo que quem se juntou por último é XXL, mas não consigo fazê-lo acordar. Mesmo dormindo, é grande. Às vezes gosto de chupá-los quando estão dormindo. Este é o caso.
Nisso, alguém se encaixa atrás de mim e eu percebo que o que está me penetrando analmente agora é um pau de verdade. Não sei quem é, mas eu adoro. Ele me agarra firme pela cintura, me empurrando contra ele. Sinto meu cu ficar completamente preenchido e em algum momento eu me jogo pra frente porque sinto um pouco de dor. Mas são só duas ou três enfiadas. Depois eu me acostumo e acompanho o movimento. Alguém tenta se encaixar embaixo, mas é impossível, então desiste. Quem está me penetrando sai e alguém me pega pela mão como pra me levantar um pouco e deixar alguém se encaixar debaixo de mim. Me arrumam de novo e de repente estou sendo penetrada vaginalmente. Sei que a qualquer momento vem a dupla penetração e estou esperando por ela. Começo a me mexer porque já estou quase chegando ao clímax de novo. É que a situação está me deixando louca. Estão me comendo em grupo e estou gostando. Não sei quem são, nem quantos são, mas estou gozando como nunca. Nisso, alguém se encaixa atrás de mim de novo e tenta me penetrar analmente. Não consegue. Eu faço força e consigo que quem está me penetrando vaginalmente saia. Levanto a bunda em sinal de "é agora", e quem está atrás de mim me penetra com um empurrão. Como posso, pego o pau do de baixo e começo, suavemente, a enfiar em mim. Logo conseguimos e ficamos parados os três, como esperando tudo se acomodar. Eu gozo sem nem mesmo me mexer. Não acredito. Todos percebem e alguém me diz algo no ouvido que não consigo entender. Aos poucos, quem está atrás de mim começa a se mexer, pegando um ritmo lento, mas ritmo enfim. Estou no céu. Como posso, estico o rosto pra tentar chupar algo, mas quem estava na minha frente antes parece que não está mais. Sinceramente, não sei quanto tempo durou essa dupla penetração, mas quem está atrás de mim começa a gozar porque me aperta com força e para de se mexer.
Estão beliscando meus mamilos. Aos poucos vai se ajustando e entra. Parece que entro toda, mas sei que não é assim porque ainda estou segurando com minha mão. Começo a empurrar, mas percebo que vai doer. Saio de um movimento e volto a empinar a bunda para começar a sequência. Dessa vez parece mais fácil e aos poucos vai entrando. Sinto que estão me partindo ao meio, mas não quero que parem. De repente esqueço de todos. Agora precisam me penetrar vaginalmente. Pego quem está debaixo de mim, que já está esperando há um tempinho para o XXL conseguir me penetrar, e com minha mão começo a guiá-lo. Não custa nada. Pelo contrário. Entra fácil. Novamente a sequência de esperar tudo se ajustar e depois começar com o movimento rítmico. Essa sensação de estar sendo arrebentada é única. Sinto os dois paus quase se roçando dentro de mim. Quem está embaixo começa a gozar.
Alguém segura minha mão e me faz sentar de novo. Eu me sento e logo colocam um pau na minha cara. Começo a chupar. Tem gosto de camisinha. Sinceramente é nojento, mas eu aguento. Chupo com vontade como se me obrigassem a fazer isso. Sinto várias mãos me apalpando, mas agora está tudo mais calmo que antes. Quem está na minha boca depois de um tempo se afasta dando lugar a outro. Outro que também tem gosto de camisinha. Alguém começa a me fazer sexo oral, mas a posição não ajuda e logo desiste. Eu me jogo para trás levantando a pélvis, o que facilita a tarefa. Não sei se é o mesmo ou outro, mas de novo começam a me dar sexo oral. Eu continuo chupando um pau que começa a gozar. Ele tenta puxar para fora para não gozar na minha boca, mas é tarde demais. De novo parte fica na minha boca, e um pouco nos meus peitos. Mas não é muita quantidade. Enquanto isso, continuam me dando uma sessão muito boa de sexo oral. Eu adoro.
Eu esvazio minha mente enquanto repasso a situação. Já perdi a conta de quantos homens me penetraram. Já ultrapassei todos os limites que um dia achei que nunca ultrapassaria. E o que me assusta é que eu gosto. Gosto do que está acontecendo. Gosto de ser a putinha de todos esses homens na minha casa. Gosto de aproveitar ao máximo sem nenhum risco, pela segurança de saber que meu marido está presente.
Continuo chupando um pau. Tem gosto de sêmen com camisinha. Uma mistura mortal, mas que não consigo evitar curtir na hora. Não está duro, mas também não está morto. Na minha cabeça, meu objetivo é fazê-lo gozar, então ajudo bastante com a mão, masturbando ele. Dá resultado. Ele começa a gozar na minha boca, mas me afasto rapidamente, deixando que ele goze nos meus peitos. Sinto que não é muito o que cai, sinal de que deve ser a segunda vez que ele goza. O sêmen dos meus peitos começa a escorrer em direção ao umbigo. Tento arrumar meu cabelo e sinto que também tenho sêmen ali. Sem perceber, espalho um pouco mais. Alguém se aproxima novamente e me toca um pouco nos peitos. Já o menor toque me dói, mas eu aguento. Ele aproxima um pouco o pau, mas mal consigo chupar. Percebo que ele está se masturbando na minha frente. Me toco um pouco para estimulá-lo e também toco nele. Está mole, mas se estimula rapidamente. Em pouco tempo, sinto sêmen nos meus peitos novamente. De novo é pouco, mas sinto escorrendo para o umbigo também.
Percebo que a intensidade vai diminuindo aos poucos porque ninguém se aproxima.
Ninguém mais me penetra. Continuo de máscara e sandálias. A música está alta, então não tem como eu entender o que eles falam, mesmo ouvindo a conversa.
Depois de um tempo, tudo parece ter terminado. Como posso, me ajeito e sento no sofá com as pernas cruzadas. Não tenho problemas em ficar nua na frente de outras pessoas, mas não poder ver nem ouvir não me agrada. Me sinto vulnerável. De repente, o volume da música baixa um pouco e consigo ouvir um pouco mais. Quero tirar a venda e descobrir quem me comeu, mas sei que não posso. Vou conhecê-los? Alguém se senta ao meu lado. É meu marido. Ele pergunta como foi e se estava tudo bem. Digo que foi muito bom, e que estava mais do que bem. Ele se levanta e ouço ele conversando com alguém. Alguém pega minha mão e me faz levantar. Sei que todos estão me olhando, mas minha nudez me agrada. Gosto porque sei que eles me acham gostosa e isso me faz sentir sexy. Sempre gostei de ser o centro das atenções. De mão dada, me guiam até a escada que leva ao andar de cima, onde ficam os quartos. Me levam para o nosso quarto e me deitam na cama. É ele. Ele diz que vai despedir todo mundo e sobe. Que quando fechar a porta, posso tirar a venda.
Fico jogada na cama pelada, nem me cobro, e assim que ouço o Ale se afastando e fechando a porta, tiro a venda. A luz me incomoda. Não sei quanto tempo fiquei com a venda. Olho a hora e são quase 5 da manhã. O que pra mim foi rapidíssimo na verdade durou mais de 2 horas. Tenho mil dúvidas na cabeça. Quem foram? Quantos foram?
Quero que o Ale suba logo, mas ainda escuto ele lá embaixo conversando com alguém. Visto uma camiseta e me aproximo da escada tentando ouvir. Eles estão limpando enquanto conversam. Desço alguns degraus, espiro e vejo o Ale limpando com o Seba. Como temos intimidade, depois de me certificar de que não tem mais ninguém, decido descer.
A sala parece uma zona de guerra. Tem um colchão inflável jogado no meio, um sofá foi empurrado de lado - pelo que entendi, foi nele que me comeram. Na mesa dá pra ver um monte de latas de cerveja, pacotes de camisinha abertos e fechados, caixas, etc. Também vejo dois baldes com garrafas de champanhe vazias, um monte de copos e alguns refris e garrafas de água.
S. Assim que me vê, já se aproxima e me dá um beijo. Pergunta se quero alguma coisa e eu peço um copo d'água. Ele vai buscar na cozinha e volta com o Seba. Como estou sem calcinha e numa posição que dá pra ver tudo, me ajeito um pouco e me cubro com a própria camiseta. Ele senta do meu lado e o Seba numa cadeira a uns metros de distância.
Ficam me olhando como se esperassem que eu diga alguma coisa, mas eu faço exatamente a mesma coisa.
meu marido quebra o silêncio e me pergunta como estou. Digo que estou bem. E a segunda pergunta é como foi. Eu rio e, olhando para os dois, digo que foi muito bom.
Aí decido tomar a iniciativa e pergunto quantos eles já foram. Eles riem e dizem que não vão me contar. Quero matar eles. Quero saber com quantos eu fiquei. Não é que mude muita coisa, mas tô curiosa. É como se eu sentisse que quero bater meu recorde. Quem sabe se tiver outro, não quero que seja só mais um do que na vez anterior. Não sei. Sou ambiciosa e muito competitiva. Sempre fui.
Insisto, mas não tem jeito. Faço outra pergunta. Vocês conheciam eles? Eles dão risada de novo e me respondem a mesma coisa. Não vão me contar. Isso me gera um tesão adicional. Quero saber quem eram. Não quero ficar com alguém sem saber se me comeu ou não. Na minha cabeça começo a tentar imaginar quem poderia ser. Quem meu marido pode ter convidado, mas não fecho o número. Ele não tem tantos amigos assim com tanta intimidade. Ou pelo menos eu não sei.
Como sou orgulhosa, não insisto muito. Talvez quando o Seba for embora e eu ficar sozinha, ele me conte tudo.
Enquanto sinto que não aguento mais de cansaço e só quero ir me deitar. Me levanto e dou um beijo de língua e tudo na Ale. Um beijo curto mas intenso. Passo do lado do Seba e dou um tapa na cabeça dele. Subo a escada e enquanto subo sinto que minha cabeça vai explodir se eu não descobrir quem me comeu aquela noite.

4 comentários - mi marido me sigue entregando y me gusta

Que lindo tener amigos así que te inviten a cogerte a la señora,y que a la mujer le guste la pija como a vos🥒🥒🥒🥒💦