Quando acordei, tava vendo meio embaçado e com uma dor forte na lateral da cabeça, no parietal. Na minha frente, uma lanterninha se mexia, um médico tava me examinando, eu tava na emergência de um hospital. O que eu não sabia é que um amigo desse covarde me acertou por trás, e quando eu já tava no chão, eles pegaram pesado comigo.
Por quê? Simplesmente porque a Laurita terminou com ele, e ele achou que eu era o culpado. Eu queria ir embora, mas não me deixaram. Por segurança, por ser menor de idade e por causa do seguro da escola, fizeram um raio-X e fiquei umas horas em observação. Claro que meu pai tava lá, e também um representante da escola. Meu pai foi bem seco, só perguntou como eu tava. O diretor da escola queria saber o que tinha rolado, já que me encontraram assim e ninguém tinha visto nada, coincidentemente.EU:Não sei, não vi nada, só senti uma pancada forte na cabeça e acordei aqui.
Meu pai ficou me olhando, sem acreditar.
O diretor disse que teria que fazer o boletim de ocorrência pra polícia, então se eu lembrasse de algo, teria que contar e avisar as autoridades da escola.
Me deram alta depois de algumas horas. O rosto todo inchado, um corte no osso da bochecha com três pontos, o lábio rachado, e todas as costelas roxas dos chutes que levei. Doía até a alma, me deram uns calmantes, mas ainda doía pra caralho. Na caminhonete, meu pai estava sério, com o olhar fixo na frente. Num semáforo, ele para e me diz:Padre:Com alguém você vai ter que falar sobre o que tá rolando com você. E eu, sou a única pessoa que pode te apoiar sem condições, sempre.EU:Sim, eu sei, valeu.Padre:Se precisar de ajuda, ou precisar conversar, quando estiver pronto pra falar, me procura.
Foi a primeira vez que vi meu pai tão perto de mim, mas também vi outras coisas, o olhar dele, vi no olhar dele uma mistura de decepção e vergonha. Eu sentia muita impotência, vergonha, medo, e me sentia fraco, frágil, um monte de sentimentos que não curti nada. E não queria falar com meu pai, que pra ele eu já era uma decepção. Eu sempre sofri bullying, mas além de zoarem de mim ou me ridicularizarem, nunca tinha passado disso, a surra que levei nunca esteve nos meus planos. Segui o resto do caminho até em casa em silêncio, meu pai não disse nada. Só me deu um tapinha nas costas quando descemos da caminhonete. Na minha cabeça, eu fiz um juramento: nunca mais me sentir assim de novo, era algo que não queria pra mim, algo com que não me sentia confortável, com essas sensações, com o que sentia naquele momento.
Ao entrar em casa, estavam Gabriela e Laura na entrada, se surpreenderam com o estado do meu rosto, e acho que vi um olhar de culpa ou pena na Laura. Quando me cumprimentou, Gabriela foi carinhosa comigo como sempre, o que não esperava era que Laura também fosse, e me abraçasse, notei os olhos dela levemente marejados. Diante das perguntas de Gabriela, meu pai respondeu.Padre:Tá tranquilo, tudo bem. Na porrada que se fazem os homens.
Na mesma hora, minha madrasta deu uma bronca nele e abriu espaço no sofá pra mim. Eu queria sumir dali, sair do centro das atenções. Mas ela me acomodou no sofá, e a Laura me trouxe um chocolate quente com biscoitos. Laura, sim, aquela Laura, que nem conseguia me olhar na cara.Gabriela:Fica um tempinho no sofá vendo TV. Eu e a Laura estamos fazendo frango assado pro jantar.
Aí me toquei da hora que era, com toda essa dança já tinha passado um tempão. E pro jantar estavam fazendo minha comida favorita.
Meu pai me olhou e falou
Pai: você não vai pra escola por uma semana, vai vir comigo amanhã. Você tem uma semaninha pra essas feridas sararem.
O jantar foi agradável, tentaram não tocar no assunto. Quando eu estava me deitando, comecei a responder os WhatsApp dos meus amigos, meus dois únicos amigos, as únicas pessoas que se preocuparam comigo. Não conseguia dormir, estava agitado. E continuava pensando no que aconteceu, ou no que eu não lembrava, ter ficado à mercê daqueles energúmenos me fazia sentir mal. Quando já era bem tarde, ouvi baterem na porta.Laura:Pode sim.Eu:Sim, Laura, entra.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Queria te pedir desculpas pelo jeito que te tratei e pela surra que te deram. — Disse isso olhando pro chão — Mas eu te avisei pra não se meter.Eu:Pois é, foi mais forte que eu. Não aguento esses metidos a valentão.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu por não falar nada, teria me metido em encrenca com a mãe. Sei que me odeia, mas vamos tentar nos dar bem.Eu:Ei, eu não te odeio. Só acho que você é uma metida e insuportável. Ela me olhou como se não soubesse se ria ou ficava brava.Laura:Se você não me odeia, por que não fala comigo desde que a gente se mudou e fica me evitando o tempo todo, sempre trancado no seu quarto?Eu:por que você me disse que eu não era ninguém na sua vida.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isso eu falei porque tava puta com a minha mãe, por causa do casamento.Eu:Bom, agora vejo que começamos com o pé esquerdo.
—Estendeu minha mão— Fernando, prazer. De agora em diante, prometo tentar me dar melhor com você e não ser um ermitão.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Laura, prazer. Vou tentar não ser tão metida e insuportável e colaborar pra gente se dar bem, hahaha.Eu:E o CaverníBooty, por que ele tava tão puto.Laura:É que eu terminei com ele, era um idiota que só queria me usar.Eu:Vamos ver, Laurita, se você escolhe melhor seus namorados, ou um que lute limpo kkkkkkkkLaura:Ei, vocês estão se familiarizando muito rápido. Melhor deixarmos assim, e você descansa.
Quando ela foi embora, fiquei pensando: Laura parecia uma garota legal. Vamos ver aonde isso vai dar. Depois disso, caí no sono profundo.
Meu pai me acordou cedo, dirigiu a caminhonete em silêncio, e saímos da cidade, até pararmos num campo cercado por um bosque de eucaliptos. Ele me mandou descer e, na caçamba da caminhonete, começou a colocar várias armas: um revólver, duas pistolas, uma escopeta e um rifle. Começou a me explicar a diferença entre elas, as munições, o uso mais adequado, em que caso usá-las e como usá-las. Olhamos para o bosque e havia vários alvos pregados nas árvores. Ele atirava com uma arma, me mostrava como fazer e me fazia repetir o procedimento: carregar, mirar, atirar e verificar se a arma estava vazia, e assim por diante, uma por uma. A sensação de poder, de segurança a cada tiro, é única.Padre:Isso aqui é uma ferramenta, você decide se usa pro bem ou pro mal. Nunca, mas nunca brinca com ela, tem que pegar com toda responsabilidade.Eu:sim, papaiPadre:Quando eu era moleque, me batiam na escola e fora dela, até que peguei a arma do meu pai. Ele me descobriu e me deu uma surra. Depois de me interrogar e descobrir meus motivos, me levou pra uma academia e começou a me treinar, me levava todo dia pra escola pra não dar chance pros valentões. Quando ele achou que já era o suficiente, me levou pra praça onde eles se juntavam e encarei eles, e falei pro líder: um contra um. Moí ele de porrada e desde então nunca mais me encheram o saco, me respeitaram, e cada um que me faltava com respeito, eu ganhava na base dos meus punhos. Então, filho, eu sei o que você tá passando. Eu já estive no seu lugar, eu já estive aí, onde você esteve.Eu:Não quero mais me sentir fraco, não quero me sentir indefeso.Padre:eu posso te ajudar, filho.
Peguei uma geladeira, coloquei na caçamba da caminhonete e mandei uma coca Booty.Padre:foi pela Laura, não é verdade, kkkkkEu:masPadre:Nem preciso dizer, vi os olhares dela.
Depois disso, tudo ficou mais que tranquilo. Agora, à distância, entendo o que meu pai fez: criou um cenário propício para uma aproximação, e fez isso com o que ele sabia e tinha à mão.
Comecei a ir todo dia na academia de um amigo e funcionário do meu pai, o braço direito dele, tanto na empresa quanto nas forças especiais. Na academia, ele era o mestre, dava MMA, mas não tão focado no esporte, e sim na defesa pessoal e no combate. A maioria dos funcionários do meu pai treinava lá. A academia foi puxada pra mim, não tava acostumado. Só jogava basquete na escola. Aqui era diferente: 45 minutos de exercício, 30 minutos de técnica, 20 minutos de treino em sacos ou com um parceiro, e 10 minutos de combate. E pra fechar com chave de ouro, 15 minutos de abdominal. No total, 2 horas. Perguntei pro meu pai, que tava com um shape foda.EU:é sempre assim.Padre:Não, varia conforme o dia. Às vezes é mais físico, outras mais técnico e outras mais de combate, o que nunca muda são os abdominais.
Parecia piada. Mas pude ver o nível que tinha, que era realmente muito bom. A maioria estava em ótima forma, incluindo meu pai, que estava num nível altíssimo.
Comecei a me exercitar todo dia, praticar artes marciais, o videogame ficou de lado, assim como a comida porcaria. Não que eu seguisse uma dieta rigorosa, só me cuidava em algumas coisas. Ir pra academia cada vez custava menos, e eu comecei a curtir. Voltei pra escola umas duas semanas depois, meu pai me levava e buscava. Nos primeiros dias não cruzei com o ex da Laura, mas quando vi, ele tinha um sorriso debochado e eu evitei ele. Não tava preparado e tava em desvantagem.
Várias coisas estranhas aconteceram. Uma é que a Laura vinha com a gente e até falava comigo, e não evitava contato, coisa rara, mas nos demos muito melhor. A segunda coisa estranha quando voltei foi a Flor, uma colega muito bonita de rosto, bem magrinha, e pelo jeito de se vestir e ser bem infantil, ela chegou perto de mim, assim que me viu, me abraçou bem forte.Flor:Graças a Deus você tá bem, fiquei muito preocupada com você.
Meu relacionamento com ela era normal, eu falava com ela, e a gente já tinha feito trabalhos juntos, mas não era tão próxima. E percebi que ela era igual a gente, uns nerds antissociais.
O tempo e os meses foram passando, e cada vez eu tava melhor na academia.
Além da academia, meu pai tinha me dado algumas tarefas, uns trabalhos simples na empresa dele e em casa. Por isso, ele me dava uma graninha como compensação.
Um fim de semana, já no inverno, meu pai me mandou cortar um galho da árvore que tava no quintal. Era um trabalho simples, o galho não era grande e eu tinha que subir numa escada. No meio da árvore tinha uma plataforma que eu usava quando criança pra brincar, que era a entrada da minha casa na árvore. Eu paro em cima da plataforma e me preparo pra cortar o galho, quando vejo pela janela do quarto da Laura que o monitor do computador tava passando um filme pornô. Fiquei meio surpreso, não via ninguém no quarto, ou melhor, minha visão era limitada, até que a Laura apareceu em cena. Ela tava vestida só com um conjuntinho de lingerie, bem pequenininho, vermelho. Ela sentou na cadeira dela na frente do computador e trocou o vídeo, colocou um onde dava pra ver um cara alto, musculoso, interagindo com duas gatinhas. Eu não podia acreditar, a Laura tava vendo um pornô, um ménage. Eu me ajeitei melhor na proteção da minha casa na árvore pra não ser visto. As gatinhas pararam de interagir com o cara e começaram a se beijar, tudo isso enquanto a Laura se acariciava os peitos e a barriga lisa e definida. Depois de anos indo pra dança e pra academia com a mãe. O corpo dela é uma delícia. Ela olhava como hipnotizada pra tela, enquanto se acariciava suavemente o peito e o abdômen. Na tela, as duas protagonistas faziam um 69 enquanto o cara passava creme no pau dele e se masturbava. A Laura se acariciava. Por cima da calcinha, enquanto apertava os peitos com força. O cara se posicionou atrás da mina que tava por cima e enfiou a cara na bunda dela, fazendo a garota soltar um grito de prazer, e um gemido na Laura que me fez prestar mais atenção nela. Ela começou a tirar o sutiã, me mostrando uns peitos pequenos coroados com um mamilo muito bonito, rosa escuro. Também tirou a calcinha e jogou pro lado. Não dava pra ver a buceta dela, mas vi que tinha um triângulo de pelos no monte de Vênus, bem cuidado. Ela enfiou a mão entre as pernas e com a outra apertava os mamilos com força. Era uma gostosa, tava sensual pra caralho. Enquanto isso, Laura acelerava o ritmo da punheta enquanto diziaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Assim, enfia. Com força.
Na tela, o cara fica atrás da mina que tá por cima, e mudando o ângulo da câmera, dá pra ver de baixo como ele aponta o pau no cu dela, fica apontando várias vezes até que, com uma batida de quadril, enfia até a metade do pau, e na sequência mete tudo até bater as bolas na buceta dela. Aparece em cena a cabeça da outra mina, pra chupar a buceta e as bolas do cara, deixando tudo coberto de saliva. Quando olho pra Laura, ela tinha colocado os dois pés nos apoios de braço da cadeira gamer dela, deixando toda a buceta e o cu expostos. Não sei de onde ela tirou um pote plástico, tipo uns 12 cm e um pouco mais grosso que um dedo, ela pegou dois dedos cheios de saliva e passou em volta do cu dela, esfregou bem o pote plástico na buceta molhada e babada dela e, na sequência, enfiou no cu dela. A puta tava adorando o que tava vendo, eu já tava com o pau doendo de tanto esfregar. Ela soltou um gemido gutural bem forte, arqueou as costas com a cabeça jogada pra trás e os olhinhos fechados. Ela começou a mexer o brinquedo improvisado no cu dela, enquanto se massageava o clitóris. Na tela, o cara tava metendo forte na mina, enquanto a mina que tava embaixo tinha saído e se posicionado de lado, e com uma mão masturbava ela e com a outra massageava um peito, a mina, com tudo isso, gritava que nem uma louca.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, isso aí, metam forte nessa puta.
A Laura acompanhava o ritmo do vídeo pornô, com penetrações igualmente fortes e uma punheta furiosa, seus gemidos também eram altos. Ela não aguentava mais e, assim como eu, estava prestes a gozar. Isso aconteceu quando o protagonista começou a encher de leite o cu da garota, e o leite escorria a cada estocada. Ele tirou o pau do cu, e a outra garota começou a chupar o pau com tudo o que tinha de gozo. Ela tirou o pau da boca e foi direto pro cu da amiga, cheio de porra, e começou a lamber e comer toda a gozada.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Siiiiiiiii, sim, muito gostosa. Siiiiii
Eu, ao ver a Laura daquele jeito, gozei na hora, foi prazer demais, ver uma criatura daquelas se satisfazendo. Foi demais pra mim. Rapidamente saí do meu transe, e desci da árvore, pra ela não me ver. Fui pro meu quarto e troquei de roupa. Meu quarto é o único que fica no térreo. Fiquei um tempinho lá me acalmando. Tudo que tinha acabado de acontecer era muito intenso. Quando saí, a Laura tava saindo da lavanderia, e ficou surpresa.Laura:O que você tá fazendo aqui, não tava com seu pai.EuNão, não. Me deixou fazendo tarefas em casa.
Ela foi embora surpresa e subiu rápido pro quarto dela. Entrei na lavanderia com minha roupa e vi no cesto de roupa suja o conjuntinho vermelho da Laurita. Peguei a calcinha dela, levei ao nariz e percebi que tava bem molhada. Passei a língua e o cheiro e o gosto me invadiram com o aroma da Laura. Meu pau ficou duro de novo e não tive outra escolha a não ser me masturbar de novo com aquela peça.
Por quê? Simplesmente porque a Laurita terminou com ele, e ele achou que eu era o culpado. Eu queria ir embora, mas não me deixaram. Por segurança, por ser menor de idade e por causa do seguro da escola, fizeram um raio-X e fiquei umas horas em observação. Claro que meu pai tava lá, e também um representante da escola. Meu pai foi bem seco, só perguntou como eu tava. O diretor da escola queria saber o que tinha rolado, já que me encontraram assim e ninguém tinha visto nada, coincidentemente.EU:Não sei, não vi nada, só senti uma pancada forte na cabeça e acordei aqui.
Meu pai ficou me olhando, sem acreditar.
O diretor disse que teria que fazer o boletim de ocorrência pra polícia, então se eu lembrasse de algo, teria que contar e avisar as autoridades da escola.
Me deram alta depois de algumas horas. O rosto todo inchado, um corte no osso da bochecha com três pontos, o lábio rachado, e todas as costelas roxas dos chutes que levei. Doía até a alma, me deram uns calmantes, mas ainda doía pra caralho. Na caminhonete, meu pai estava sério, com o olhar fixo na frente. Num semáforo, ele para e me diz:Padre:Com alguém você vai ter que falar sobre o que tá rolando com você. E eu, sou a única pessoa que pode te apoiar sem condições, sempre.EU:Sim, eu sei, valeu.Padre:Se precisar de ajuda, ou precisar conversar, quando estiver pronto pra falar, me procura.
Foi a primeira vez que vi meu pai tão perto de mim, mas também vi outras coisas, o olhar dele, vi no olhar dele uma mistura de decepção e vergonha. Eu sentia muita impotência, vergonha, medo, e me sentia fraco, frágil, um monte de sentimentos que não curti nada. E não queria falar com meu pai, que pra ele eu já era uma decepção. Eu sempre sofri bullying, mas além de zoarem de mim ou me ridicularizarem, nunca tinha passado disso, a surra que levei nunca esteve nos meus planos. Segui o resto do caminho até em casa em silêncio, meu pai não disse nada. Só me deu um tapinha nas costas quando descemos da caminhonete. Na minha cabeça, eu fiz um juramento: nunca mais me sentir assim de novo, era algo que não queria pra mim, algo com que não me sentia confortável, com essas sensações, com o que sentia naquele momento.
Ao entrar em casa, estavam Gabriela e Laura na entrada, se surpreenderam com o estado do meu rosto, e acho que vi um olhar de culpa ou pena na Laura. Quando me cumprimentou, Gabriela foi carinhosa comigo como sempre, o que não esperava era que Laura também fosse, e me abraçasse, notei os olhos dela levemente marejados. Diante das perguntas de Gabriela, meu pai respondeu.Padre:Tá tranquilo, tudo bem. Na porrada que se fazem os homens.
Na mesma hora, minha madrasta deu uma bronca nele e abriu espaço no sofá pra mim. Eu queria sumir dali, sair do centro das atenções. Mas ela me acomodou no sofá, e a Laura me trouxe um chocolate quente com biscoitos. Laura, sim, aquela Laura, que nem conseguia me olhar na cara.Gabriela:Fica um tempinho no sofá vendo TV. Eu e a Laura estamos fazendo frango assado pro jantar.
Aí me toquei da hora que era, com toda essa dança já tinha passado um tempão. E pro jantar estavam fazendo minha comida favorita.
Meu pai me olhou e falou
Pai: você não vai pra escola por uma semana, vai vir comigo amanhã. Você tem uma semaninha pra essas feridas sararem.
O jantar foi agradável, tentaram não tocar no assunto. Quando eu estava me deitando, comecei a responder os WhatsApp dos meus amigos, meus dois únicos amigos, as únicas pessoas que se preocuparam comigo. Não conseguia dormir, estava agitado. E continuava pensando no que aconteceu, ou no que eu não lembrava, ter ficado à mercê daqueles energúmenos me fazia sentir mal. Quando já era bem tarde, ouvi baterem na porta.Laura:Pode sim.Eu:Sim, Laura, entra.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Queria te pedir desculpas pelo jeito que te tratei e pela surra que te deram. — Disse isso olhando pro chão — Mas eu te avisei pra não se meter.Eu:Pois é, foi mais forte que eu. Não aguento esses metidos a valentão.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Valeu por não falar nada, teria me metido em encrenca com a mãe. Sei que me odeia, mas vamos tentar nos dar bem.Eu:Ei, eu não te odeio. Só acho que você é uma metida e insuportável. Ela me olhou como se não soubesse se ria ou ficava brava.Laura:Se você não me odeia, por que não fala comigo desde que a gente se mudou e fica me evitando o tempo todo, sempre trancado no seu quarto?Eu:por que você me disse que eu não era ninguém na sua vida.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isso eu falei porque tava puta com a minha mãe, por causa do casamento.Eu:Bom, agora vejo que começamos com o pé esquerdo.
—Estendeu minha mão— Fernando, prazer. De agora em diante, prometo tentar me dar melhor com você e não ser um ermitão.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Laura, prazer. Vou tentar não ser tão metida e insuportável e colaborar pra gente se dar bem, hahaha.Eu:E o CaverníBooty, por que ele tava tão puto.Laura:É que eu terminei com ele, era um idiota que só queria me usar.Eu:Vamos ver, Laurita, se você escolhe melhor seus namorados, ou um que lute limpo kkkkkkkkLaura:Ei, vocês estão se familiarizando muito rápido. Melhor deixarmos assim, e você descansa.
Quando ela foi embora, fiquei pensando: Laura parecia uma garota legal. Vamos ver aonde isso vai dar. Depois disso, caí no sono profundo.
Meu pai me acordou cedo, dirigiu a caminhonete em silêncio, e saímos da cidade, até pararmos num campo cercado por um bosque de eucaliptos. Ele me mandou descer e, na caçamba da caminhonete, começou a colocar várias armas: um revólver, duas pistolas, uma escopeta e um rifle. Começou a me explicar a diferença entre elas, as munições, o uso mais adequado, em que caso usá-las e como usá-las. Olhamos para o bosque e havia vários alvos pregados nas árvores. Ele atirava com uma arma, me mostrava como fazer e me fazia repetir o procedimento: carregar, mirar, atirar e verificar se a arma estava vazia, e assim por diante, uma por uma. A sensação de poder, de segurança a cada tiro, é única.Padre:Isso aqui é uma ferramenta, você decide se usa pro bem ou pro mal. Nunca, mas nunca brinca com ela, tem que pegar com toda responsabilidade.Eu:sim, papaiPadre:Quando eu era moleque, me batiam na escola e fora dela, até que peguei a arma do meu pai. Ele me descobriu e me deu uma surra. Depois de me interrogar e descobrir meus motivos, me levou pra uma academia e começou a me treinar, me levava todo dia pra escola pra não dar chance pros valentões. Quando ele achou que já era o suficiente, me levou pra praça onde eles se juntavam e encarei eles, e falei pro líder: um contra um. Moí ele de porrada e desde então nunca mais me encheram o saco, me respeitaram, e cada um que me faltava com respeito, eu ganhava na base dos meus punhos. Então, filho, eu sei o que você tá passando. Eu já estive no seu lugar, eu já estive aí, onde você esteve.Eu:Não quero mais me sentir fraco, não quero me sentir indefeso.Padre:eu posso te ajudar, filho.
Peguei uma geladeira, coloquei na caçamba da caminhonete e mandei uma coca Booty.Padre:foi pela Laura, não é verdade, kkkkkEu:masPadre:Nem preciso dizer, vi os olhares dela.
Depois disso, tudo ficou mais que tranquilo. Agora, à distância, entendo o que meu pai fez: criou um cenário propício para uma aproximação, e fez isso com o que ele sabia e tinha à mão.
Comecei a ir todo dia na academia de um amigo e funcionário do meu pai, o braço direito dele, tanto na empresa quanto nas forças especiais. Na academia, ele era o mestre, dava MMA, mas não tão focado no esporte, e sim na defesa pessoal e no combate. A maioria dos funcionários do meu pai treinava lá. A academia foi puxada pra mim, não tava acostumado. Só jogava basquete na escola. Aqui era diferente: 45 minutos de exercício, 30 minutos de técnica, 20 minutos de treino em sacos ou com um parceiro, e 10 minutos de combate. E pra fechar com chave de ouro, 15 minutos de abdominal. No total, 2 horas. Perguntei pro meu pai, que tava com um shape foda.EU:é sempre assim.Padre:Não, varia conforme o dia. Às vezes é mais físico, outras mais técnico e outras mais de combate, o que nunca muda são os abdominais.
Parecia piada. Mas pude ver o nível que tinha, que era realmente muito bom. A maioria estava em ótima forma, incluindo meu pai, que estava num nível altíssimo.
Comecei a me exercitar todo dia, praticar artes marciais, o videogame ficou de lado, assim como a comida porcaria. Não que eu seguisse uma dieta rigorosa, só me cuidava em algumas coisas. Ir pra academia cada vez custava menos, e eu comecei a curtir. Voltei pra escola umas duas semanas depois, meu pai me levava e buscava. Nos primeiros dias não cruzei com o ex da Laura, mas quando vi, ele tinha um sorriso debochado e eu evitei ele. Não tava preparado e tava em desvantagem.
Várias coisas estranhas aconteceram. Uma é que a Laura vinha com a gente e até falava comigo, e não evitava contato, coisa rara, mas nos demos muito melhor. A segunda coisa estranha quando voltei foi a Flor, uma colega muito bonita de rosto, bem magrinha, e pelo jeito de se vestir e ser bem infantil, ela chegou perto de mim, assim que me viu, me abraçou bem forte.Flor:Graças a Deus você tá bem, fiquei muito preocupada com você.
Meu relacionamento com ela era normal, eu falava com ela, e a gente já tinha feito trabalhos juntos, mas não era tão próxima. E percebi que ela era igual a gente, uns nerds antissociais.
O tempo e os meses foram passando, e cada vez eu tava melhor na academia.
Além da academia, meu pai tinha me dado algumas tarefas, uns trabalhos simples na empresa dele e em casa. Por isso, ele me dava uma graninha como compensação.
Um fim de semana, já no inverno, meu pai me mandou cortar um galho da árvore que tava no quintal. Era um trabalho simples, o galho não era grande e eu tinha que subir numa escada. No meio da árvore tinha uma plataforma que eu usava quando criança pra brincar, que era a entrada da minha casa na árvore. Eu paro em cima da plataforma e me preparo pra cortar o galho, quando vejo pela janela do quarto da Laura que o monitor do computador tava passando um filme pornô. Fiquei meio surpreso, não via ninguém no quarto, ou melhor, minha visão era limitada, até que a Laura apareceu em cena. Ela tava vestida só com um conjuntinho de lingerie, bem pequenininho, vermelho. Ela sentou na cadeira dela na frente do computador e trocou o vídeo, colocou um onde dava pra ver um cara alto, musculoso, interagindo com duas gatinhas. Eu não podia acreditar, a Laura tava vendo um pornô, um ménage. Eu me ajeitei melhor na proteção da minha casa na árvore pra não ser visto. As gatinhas pararam de interagir com o cara e começaram a se beijar, tudo isso enquanto a Laura se acariciava os peitos e a barriga lisa e definida. Depois de anos indo pra dança e pra academia com a mãe. O corpo dela é uma delícia. Ela olhava como hipnotizada pra tela, enquanto se acariciava suavemente o peito e o abdômen. Na tela, as duas protagonistas faziam um 69 enquanto o cara passava creme no pau dele e se masturbava. A Laura se acariciava. Por cima da calcinha, enquanto apertava os peitos com força. O cara se posicionou atrás da mina que tava por cima e enfiou a cara na bunda dela, fazendo a garota soltar um grito de prazer, e um gemido na Laura que me fez prestar mais atenção nela. Ela começou a tirar o sutiã, me mostrando uns peitos pequenos coroados com um mamilo muito bonito, rosa escuro. Também tirou a calcinha e jogou pro lado. Não dava pra ver a buceta dela, mas vi que tinha um triângulo de pelos no monte de Vênus, bem cuidado. Ela enfiou a mão entre as pernas e com a outra apertava os mamilos com força. Era uma gostosa, tava sensual pra caralho. Enquanto isso, Laura acelerava o ritmo da punheta enquanto diziaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Assim, enfia. Com força.
Na tela, o cara fica atrás da mina que tá por cima, e mudando o ângulo da câmera, dá pra ver de baixo como ele aponta o pau no cu dela, fica apontando várias vezes até que, com uma batida de quadril, enfia até a metade do pau, e na sequência mete tudo até bater as bolas na buceta dela. Aparece em cena a cabeça da outra mina, pra chupar a buceta e as bolas do cara, deixando tudo coberto de saliva. Quando olho pra Laura, ela tinha colocado os dois pés nos apoios de braço da cadeira gamer dela, deixando toda a buceta e o cu expostos. Não sei de onde ela tirou um pote plástico, tipo uns 12 cm e um pouco mais grosso que um dedo, ela pegou dois dedos cheios de saliva e passou em volta do cu dela, esfregou bem o pote plástico na buceta molhada e babada dela e, na sequência, enfiou no cu dela. A puta tava adorando o que tava vendo, eu já tava com o pau doendo de tanto esfregar. Ela soltou um gemido gutural bem forte, arqueou as costas com a cabeça jogada pra trás e os olhinhos fechados. Ela começou a mexer o brinquedo improvisado no cu dela, enquanto se massageava o clitóris. Na tela, o cara tava metendo forte na mina, enquanto a mina que tava embaixo tinha saído e se posicionado de lado, e com uma mão masturbava ela e com a outra massageava um peito, a mina, com tudo isso, gritava que nem uma louca.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, isso aí, metam forte nessa puta.
A Laura acompanhava o ritmo do vídeo pornô, com penetrações igualmente fortes e uma punheta furiosa, seus gemidos também eram altos. Ela não aguentava mais e, assim como eu, estava prestes a gozar. Isso aconteceu quando o protagonista começou a encher de leite o cu da garota, e o leite escorria a cada estocada. Ele tirou o pau do cu, e a outra garota começou a chupar o pau com tudo o que tinha de gozo. Ela tirou o pau da boca e foi direto pro cu da amiga, cheio de porra, e começou a lamber e comer toda a gozada.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Siiiiiiiii, sim, muito gostosa. Siiiiii
Eu, ao ver a Laura daquele jeito, gozei na hora, foi prazer demais, ver uma criatura daquelas se satisfazendo. Foi demais pra mim. Rapidamente saí do meu transe, e desci da árvore, pra ela não me ver. Fui pro meu quarto e troquei de roupa. Meu quarto é o único que fica no térreo. Fiquei um tempinho lá me acalmando. Tudo que tinha acabado de acontecer era muito intenso. Quando saí, a Laura tava saindo da lavanderia, e ficou surpresa.Laura:O que você tá fazendo aqui, não tava com seu pai.EuNão, não. Me deixou fazendo tarefas em casa.
Ela foi embora surpresa e subiu rápido pro quarto dela. Entrei na lavanderia com minha roupa e vi no cesto de roupa suja o conjuntinho vermelho da Laurita. Peguei a calcinha dela, levei ao nariz e percebi que tava bem molhada. Passei a língua e o cheiro e o gosto me invadiram com o aroma da Laura. Meu pau ficou duro de novo e não tive outra escolha a não ser me masturbar de novo com aquela peça.
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