este relatonão tem relaçãoNem com a série nem com os livros de "O Problema dos Três Corpos".Tudo começou quando a Valentina mudou de repente as férias. Bom, a empresa dela mudou, mas já foderam nossos planos. A ideia era a gente passar quinze dias juntos na praia, desligar do mundo e meter um atrás do outro no quarto do hotel como se estivéssemos no cio. Não é que a gente seja namorados, ela é minha parceira de foda. Faz um ano que a gente se vê com certa frequência pra transar.
Mas no fim, como eu disse, não deu. Adiaram a viagem dela por uns assuntos de trabalho "muito importantes", então combinamos que a gente ia aproveitar as respectivas ausências (ela ia depois, e se cancelasse o hotel, não devolviam o dinheiro) pra foder com quem desse, e na volta a gente se esfregava.
Minhas duas semanas na costa foram... bom, legais. Não é que eu tenha comido pra caralho, mas alguma caiu e a gente se divertiu pra cacete. No melhor contexto, ainda: festa, fazendo loucuras, e sabendo que não precisa rolar nada depois. Acho que nem preciso dizer que, enquanto isso, a Valentina na nossa cidade tava fodendo mais que eu, mas a realidade é essa.
Então, depois de voltar pra casa, pra minha rotina, e bem no dia que a Valentina foi curtir as férias dela, eu tava babando pra chegar sexta à noite, pra ver se a coisa rendia. Bom, pelo menos, tomar um drink e ouvir música no talo, mas se eu conhecesse alguém, win-win. Me vestiminha roupa(um polo branco de marca boa e calças combinando) e fui aoCopeo, um lugar a vinte minutos da minha casa.
Nem a roupa nem o lugar eu escolhi aleatoriamente, mas porque já tinha comprovado que aqueleroupaFazia maravilhas naquele lugar de copos. A mesma roupa não funcionava igual em outros lugares, nem eu conseguia grande coisa naquele bar quando não a usava. Conheci a Valentina lá, assim como praticamente todas as minhas ficadas do último ano, então ia tentar jogar no seguro.
Paguei (de má vontade) o preço da entrada, e atravessei com cuidado a galera que estava se acabando na pista de dança. Fui dando uma olhada. Me parecia que toda roupa de mulher tava cada vez mais curta. Que decotes, e que booties. Olhei o relógio. Não era tão tarde pra uma mina de repente gritar eufórica e arrancar a camiseta, mostrando os peitos pra todo mundo. Mas ela tava se divertindo, e além disso tinha uns peitões bonitos.
Cheguei no balcão, e alguém me chamou a atenção. Uma morena, com uns olhos verdes lindos, tava sentada tomando um drink. Vestia um vestido vermelho inteiro, que parecia novo (e que ela tinha errado no tamanho), e que mostrava um decote interessante. Não eram os maiores peitos do mundo, mas juro que aquela rabuda dela compensava com vontade. E uma bolsinha, onde guardou o celular (e, pelo tamanho, não cabia mais nada).
Pedi meu gin-tônica e fui me aproximando dela. Devagar. Me distraí com uma música que tava tocando, e finalmente acabei do lado dela, bem na hora que ela deu o último gole.
"Outro drink", pediu pro garçom, e teve que repetir gritando pra ele ouvir. Tinha uma expressão serena, mas algo me dizia que na real ela não queria estar ali.
"Quer que eu pague?", ofereci na hora. Vamos ver como ia ser.
"Não, obrigada", respondeu ela, e se apressou em esticar a nota pra pagar.
"E dançar?"
"Desculpa, mas não"
Frustração. Bom. Comecei a olhar o horizonte, pra ver se achava alguma...
"Como você desiste fácil", ela falou de repente.
"Como é?"
"Só te falei que não quero convite nem dançar. Mas não que você não possa ficar", sugeriu. Aquilo me surpreendeu, mas eu sorri. Joguinhos, então vamos jogar. Localizei um banquinho que não quebrou (da última vez naquele bar, a cadeira que tentei usar quebrou a perna quando sentei; obviamente, aquele ridículo me fez perder as oportunidades de sexo) e fiquei com ela.
“Me chamo JP”, me apresentei.
“Eu sou Dani… Daniela”, ela respondeu. Pareceu hesitar e, no fim, decidiu se inclinar para frente e me dar dois beijos nas bochechas.
“Acho que não te vi muito por aqui”
“É a primeira vez, sim. Não costumo sair muito pra festa”
“E por quê?”
“Antes eu saía com minha namorada, mas… desde que terminamos, fiquei um tempão em casa”, ela me contou.Namorada". Ela é lésbica. Ou, talvezThe term "bi" in Spanish translates to "bi" in Brazilian Portuguese as well, referring to bisexuality. If you need a more natural or slang adaptation, it would remain "bi" in most contexts. For example: "Ela é bi" (She is bi).Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação., pensei. Bem. Valia a pena tentar. Embora houvesse algo em Daniela que não me tirava a vontade de bater um papo com ela, mesmo que não acabássemos nos pegando.
"E você decidiu sair pra se divertir, então?"
"Mais ou menos, mas a verdade é que esses lugares não são minha praia."
"Dani... desculpa, Daniela..."
"Relaxa, Dani tá de boa."
"Nesses lugares a gente vem pra pegar alguém."
"É, pois é. Talvez fosse isso que eu tava procurando", ela revelou. "Mas esse lugar, tão... sei lá. Não me convence."
"Bom. A noite é jovem", falei, enquanto terminava minha bebida. Levantei o copo vazio pro garçom, pra ele me servir outro. "Se você não tá confortável aqui, pode procurar onde se sentir mais à vontade."
"Difícil. Não conheço a noite sozinha."
"E seu grupo de amigas?", perguntei curioso.
Daniela pareceu pensar na resposta, e deu um gole. Mal tinha bebido o segundo copo. Pelo menos, que eu visse.
"Agora... tão com meu ex", respondeu num tom melancólico. "Sei lá... Talvez não tenha sido uma boa ideia vir."
"Bom. Se você quiser companhia, eu tô livre essa noite", me ofereci. Foda-se, já que não ia vê-la de novo, não custava arriscar. Se ela só curtia minas, que fosse procurar uma.
"Você não marcou com ninguém?"
"Às vezes venho com uma amiga, mas ela tá de férias."
"Ah, então você veio caçar..."
"Pode ser", respondi, e terminei a bebida. Ela deixou o copo, quase intocado, no balcão. "Vou no banheiro rapidinho", falei.
Levantei e fui. Parte porque tava com vontade de mijar. Parte pra ver se ela me esperava. Cheguei no banheiro. Claro, era proibido foder e se drogar lá, e claro, dava pra ouvir uma mina gemendo encostada na porta de um dos cubículos, além de um moleque preparando uma carreira na pia. Tentando não me meter em encrenca, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos longe do cara da carreira, e saí de lá enquanto a mina não tinha sossego e juntava o orgasmo com um segundo. fodida.
E quando saí do banheiro, a Daniela tava me esperando.
“O que rolou?”
“Quando você foi, veio outro cara e me cantou”
“Pô. E o que você fez?”
E como resposta, ela segurou minhas bochechas e me beijou. Porra, que beijo mais gostoso. Os lábios dela tinham gosto de morango. E a técnica dela me agradou pra caralho. Não sou de reclamar, mas a Valentina respeitava muito nosso acordo de que a gente tava só pra foder, e era raro ela me dar um beijo. E essa mina, do nada, me chupava a boca de um jeito foda. Uau. Até a língua dela entrou na minha boca.
Não sei quanto tempo a gente ficou assim, até algum otário esbarrou na gente pra entrar ou sair do banheiro, mas ela e eu mantivemos o beijo até eu desgrudar devagar.
“Minha casa fica a meia hora de táxi…”, ela soltou.
“A minha a vinte”, sugeri. Ela pareceu pensar antes de responder.
“Vamos”
Saímos de lá. Demos as mãos, ou melhor, tentamos, porque no meio da multidão era difícil se mexer. Não sei se alguém se confundiu e queria apalpar ela, ou se eu que agradei, porque senti uma mão se esfregando na minha bunda, mas tava nem aí. A Daniela parecia puxar eu, e finalmente chegamos na rua.
Mal entramos no táxi e eu dei meu endereço, ela perguntou:
“O senhor se importa se a gente se pegar aqui atrás?”
“Desde que não sujem nada…”, respondeu o taxista com voz rouca, e arrancou pra minha casa. Então eu e Dani aproveitamos pra nos beijar de novo. Eu tentava ser discreto, mas ela parecia querer sugar minha alma. Sentia a língua dela passando pelos meus lábios antes de se esfregar na minha de novo. O trajeto pareceu curto (apesar de eu ficar de olho no retrovisor, e o taxista parecer desaprovar nossa atitude), e finalmente chegamos na minha rua.
Bem antes de entrar no prédio, ela me parou, segurando minha mão. Não seria a primeira vez que alguém desiste, mas normalmente prefiro que façam isso antes mesmo de vir pra minha casa.
“JP, isso tá de boa pra você?” perguntou, meio preocupada.
“O quê?”
“Isso que a gente tá fazendo. O que a gente vai fazer…”
“Tia, depois daquele beijo, não consigo pensar em outra coisa”
Ela sorriu, e a gente entrou no portão. No elevador, ela me perguntou de novo.
“Tem certeza que não tem namorada?”
“Eu ia saber se tivesse uma”, brinquei.
Chegamos no meu apê. Não era lá essas coisas, mas era meu. Tudo certo.loftAssim que você entrava, já dava de cara com o sofá, a mesinha de jantar e a televisão, além de um móvel onde eu guardava umas louças. Do lado esquerdo ficava a "cozinha" (uma bancada, um cooktop com forno embaixo, um micro-ondas, uma cafeteira, a pia, tudo enfileirado). Usei dois biombos pra separar minha cama (ao lado de um armário embutido, que era bem espaçoso) e minha mesa de trabalho. No fundo, ficava o banheiro.
"Bem-vinda", falei.
Daniela pareceu recuperar a paixão e a confiança naquele momento. Me beijou de novo. Eu a levantei com cuidado (aproveitando pra passar a mão na bunda dela) e ela fechou as pernas na minha cintura enquanto eu a levava pra cama. Quando a deitei no colchão, ela largou a bolsa no chão e depois tirou minha camisa. Parecia me avaliar, mas sorriu satisfeita. Ficou de joelhos no colchão, de costas pra mim, me oferecendo o zíper do vestido. Fiquei atrás dela e fui descendo enquanto provava o sabor do pescoço dela. Quando o vestido já tinha descido o suficiente, segurei os peitos dela por cima do sutiã. Ela gemeu. Colocou as mãos sobre as minhas, me convidando a continuar.
"Tira isso", pediu, e eu desabotoei o sutiã. Agora podia tocar ela com as mãos nuas. "Aaaaah, eles tão sensíveis…"
"E se eu fizer isso?", perguntei, virando ela e deitando na cama. Fiquei por cima e comecei a lamber os peitos dela, brincando muito com os bicos, o que a fazia gemer. Terminei de tirar o vestido dela, e ela juntou as pernas, meio envergonhada. Parecia lutar entre a luxúria e o medo. E eu ia cuidar pra ela não ter mais medo. Ela mesma tinha colocado as mãos no meu rosto, me incentivando a continuar, e depois pediu outro beijo, com nossas línguas brigando com força.
"Ei… você tem peitos?", ela perguntou naquele momento.
Levantei e fui até o criado-mudo, onde guardava eles. Separei um da fileira e fiquei na frente dela. Daniela, de novo, parecia assustada, pois Ela segurou minhas mãos de novo quando fui tirar a calça.
“Tem certeza disso?”, perguntei.Porra, se ela disser que não, nem dez punhetas vão me fazer broxar., pensei.
"Não tenho experiência... com homens", ela me disse, bem devagar. "Só com minha ex-namorada. Isso é... um problema pra você?", perguntou, com a voz trêmula.
"Claro que não. A pergunta é se você quer que eu continue", respondi, enquanto na minha cabeça agradecia a Deus por aquela garota.
"Quero fazer. Mas por favor, com calma..."
"Claro", falei, e baixei a calça. Minha pica agradeceu por se libertar da pressão. Daniela arregalou os olhos, e mais ainda quando tirei a cueca. Meu pau duro apontava direto pra ela, mas fui com calma e me sentei na cama.
"Com licença", disse, e me estiquei pra tirar a calcinha dela. Ela se deixou fazer, embora depois eu tivesse que afastar as mãos dela com cuidado, porque ela tava tampando a bucetinha. "Que tal se eu fizer isso?", perguntei enquanto começava a acariciar a xereca dela. Fui deslizando um dedo entre os lábios inferiores dela. Ela jogou a cabeça pra trás, curtindo.
"Muito bom... ah!", encontrei um pouco de resistência pra enfiar o dedo, mas a Dani relaxou o corpo e eu consegui continuar. "Nossa, que delícia..."
"Toca em mim", pedi. "Vê se você gosta."
Ela seguiu minhas instruções e começou a me masturbar. Porra. Pra nunca ter provado uma pica, ela me masturbava maravilhosamente bem. Eu continuei brincando com a boceta dela, garantindo que ficasse bem molhadinha.
Quando não aguentei mais, rasguei o pacotinho brilhante e coloquei a camisinha. Ela se posicionou de missionário pra mim, abrindo bem as pernas. Com cuidado, esfreguei a bucetinha dela com meu pau, suavemente, enquanto ela gemia.
"Você quer?", perguntei brincando.
"Por favor... faz isso...", ela tremia debaixo de mim.
E devagar, empurrei meu pau dentro dela. Só a ponta. O suficiente pra fazê-la gemer. A respiração dela ficou mais ofegante. Com cuidado, pra trás... e de novo pra frente. Até que encontrei um pouco de resistência. A Dani ofegava. Tirei ele, e ela murmurou de novo:continua…Voltei a enfiar, um pouco mais. Fui mais fundo. Que bucetinha apertada, pelo amor de Deus. Uau, agora deslizava melhor. E me afundei completamente dentro dela.
“Aaaaah…”, ela gemeu.
“Tá doendo?”, perguntei, e fui tirar.
“Espera… É grande”, ela suspirou. “Mas… Deus, não entendo…”
“O quê?”
“Que seja tão gostoso…”
“Então você gosta”, falei, e acariciei a bochecha dela. “E se eu fizer isso?”, enfiei e tirei, não inteira, só um pouco, o suficiente pra ela sentir eu me mexendo dentro dela. Daniela tava completamente vermelha. Tentava segurar os gemidos enquanto eu enfiava.
“JP, espera… não faz isso”, ela pediu. Parei na hora, pensando que tinha acabado. “Faz direito… por favor”
“Sério?”
“Quero que você me coma”
E me curvei sobre ela e comecei a comê-la. Comecei devagar, a buceta dela ainda tava se acostumando com meu pau. Que gostoso o apertado que era. Mas se adaptava bem ao ritmo. E de repente notei que ela puxava eu pra perto dela, e me beijou de novo. Assim, nossas línguas dançaram juntas enquanto eu enfiava nela uma vez atrás da outra. Percebi que o corpo dela ia se soltando a cada movimento, e sentia ela gemer contra minha boca toda vez que eu entrava completamente dentro dela.
“Quero ir mais rápido”, pedi. Ela me parou por um momento.
“Não fala… só… vai até o fim, tá?”, ela perguntou.
“E se eu gozar?”
“Tá de camisinha… e agora continua, por favor, preciso disso”, ela pediu e a gente se beijou de novo.
Então continuei mais rápido. Esse ritmo eu gostava mais. De novo encontrei um pouco de resistência que foi passando enquanto eu metia. Ela não parecia disposta a parar de me beijar. Não tava acostumado com tanta coisa, mas tava pouco me lixando. Procurei os peitos dela com uma mão e acariciei enquanto a comia. Quando separamos a boca pra respirar, ela continuou procurando minha língua com os lábios.
E naquele momento, senti algo molhado na minha pélvis. Daniela parecia assustada. Inacreditável. Ela tinha gozado e jorrado. sobre mim.
“D-deus… me des-desculpe…”, ela tentou se desculpar, mas eu continuei penetrando ela.
“Adoro que você gozou”, falei.
“Sé-sério?”, ela perguntou. Parecia que ia chorar.
“Isso significa que você tá gostando…”
“E você não goza porque não tá gostando?”, ela gaguejou.
“Claro que gosto… Posso continuar?”
“Faz!”
E eu aumentei o ritmo. Não fazia mais sentido me segurar. Além disso, tava de camisinha, então meti fundo nela, bem firme na cintura dela, até gozar. Segurei mais uns segundos, prolongando o orgasmo enquanto esvaziava a pica dentro da borracha. Ela gemia e respirava ofegante.
Ofegamos juntos, e tirei com cuidado, antes de tirar a camisinha e dar um nó. Depois joguei no chão e me deitei sobre ela, que parecia bem agitada.
“E aí?”, perguntei.
“Estranho…” ela respondeu. “Tipo, foi gostoso pra caralho… mas por quê?”
“Por quê? Isso importa?”, perguntei, confuso. “Você gostou, é disso que se trata”
“Mas eu…”
“Você é lésbica?”
“Eu… achava que só gostava de mulher”, ela me contou. “Mas faz dias que tô pensando… hoje saí pensando que não ia gostar de ninguém e que ia passar essa besteira. Mas te beijar foi… foi foda, sabe? E pensei que a qualquer hora ia precisar parar, mas gostei pra caralho, e agora me sinto mal por ter te usado, e…”
“Calma, calma, calma”, falei, e coloquei as mãos nos ombros dela, com carinho. “Você não me usou. Aliás, me lisonjeia se você diz que gostou de mim o suficiente pra chegar até o fim. Você tinha terminado com sua namorada, né?”
“Sim…”
“Então não tem nada de errado no que a gente fez”
“É… E querer repetir?”, ela perguntou.
“Quer outra?”
“Quero, mas… não sei como. Apesar de ter gostado, não… não tô preparada pra fazer outras coisas…”
“Bom, faz uma coisa. Vira de costas”
“Você não vai me comer o cu!”, ela disse, indignada.
“Claro que não. Só vira de costas”, falei, enquanto me virava. Uma punheta. Não demorei muito pra ter outra ereção. Voltei pro criado-mudo pegar outro camisinha, coloquei, e voltei com ela pro colchão. Ela tinha se ajoelhado de quatro. Deus, que rabo. E que pena perder aquilo naquela noite. Mas pelo menos eu podia apalpar muito.
Separei as pernas dela devagar pra ter acesso à bucetinha. Com cuidado, penetrei ela de novo. Dessa vez o corpo dela me aceitou com mais facilidade.
“Aaaah! Tá diferente!”, gemeu Daniela.
“Diferente bom?”
“Di... Diferente muito bom”, admitiu. “Tava com tanta vontade de provar meu cu?”, perguntou, enquanto minhas mãos percorriam ele todo. “Por favor, não”, pediu quando sentiu meu dedo acariciando o ânus dela. “Não estraga isso...”
“Calma, Dani. Não vou fazer nada no seu cu se você não quiser. Porque você prefere assim, né?”, perguntei enquanto começava a meter e tirar.
“Ah, sim... continua...” pediu enquanto arqueava as costas e me deixava agir. Me segurei na bunda dela pra foder. Ela soltou a tensão que sentia nas nádegas, e pude reparar bem no ânus rosado dela. Que pena, sempre tinha lubrificante pra foder bem no anal. Mas não podia reclamar da bucetinha dela, nem do jeito que o corpo dela começava a responder, a se acostumar com meus movimentos e a acompanhá-los.
“Tá gostando, gostosa?”, perguntei. “Quero ir mais rápido...”
“Espera... antes tira”, pediu.
Não entendi nada. Mas quando tirei, ela se virou pra me beijar de novo. Deixamos nossas línguas fazerem o que mais gostavam naquela noite, e depois ela voltou a ficar de quatro pra mim. Apoiei um pé no colchão e puxei ela mais pra perto, conseguindo penetrar com mais vontade.Incrível, quando vou meter, ela mesma joga a bunda pra trás., pensei. Quis bater nela, mas me segurei, não ia estragar tudo naquele momento. A ponto de gozar…
Aumentei a velocidade das minhas estocadas, e quando gozei, senti de novo algo molhado nas minhas pernas. Mantive o ritmo, fodendo a Daniela enquanto ela jorrava na minha perna (a outra eu tinha levantado, apoiando o pé na cama) enquanto eu enchia a camisinha com meu leite.
Ofegante, Daniela se deixou cair de frente no colchão. Eu tirei a borrachuda e, depois de garantir que não tinha vazado, me deitei na cama ao lado dela.
“Quer ficar pra dormir?”, ofereci.
“Você tava pensando em me mandar embora?”, murmurou. “Depois de ter me fodido…”
“Claro que não. Gosto da sua companhia.”
“E de mais coisa”, disse ela. E rastejou até mim, apoiou a cabeça no meu peito. “Ei, desculpa… é que tô muito confusa…”
“Entendo. Não se preocupa. Pensa no que precisar pensar.”
Ela concordou. Se esticou pra me dar um último beijo e fechou os olhos no meu peito. Olhei o relógio. Não era uma hora ruim. Me acomodei pra dormir.
“JP…”
“Fala”
“Precisa mesmo colocar a mão na minha teta pra dormir?”
“Te incomoda muito?”
“… Na real, não. Mas tenta não me deixar com tesão”, pediu.
E assim, a gente dormiu.
De manhã, Daniela tinha se mexido, e agora descansava do meu lado. Olhei a carinha linda dela. Depois saí da cama com cuidado, peguei minha calça, e tirei meu celular. Me deitei de novo na cama, enquanto minha parceira dormia, e comecei a ver as mensagens.
A verdade é que não tinha muitas. Um grupo de amigos (com quem só conseguia sair tipo uma vez por mês), um colega de trabalho com problemas pra dormir que achou que eu podia responder às duas da manhã pra mandar um arquivo, e a Valentina. Isso me surpreendeu, não era comum ela me escrever de noite.
Mas tinha mensagens dela… pela hora, começou a escrever quando eu tava no táxi com a Dani. Fui ver as mensagens. “Porra, que Que merda de noite, todo mundo aqui era casal ou gay." Uma foto de peitos. "Não sente falta deles?" Um nude. "Vai, amor, se você vai se tocar, pelo menos me dá algo pra mim." Outro nude, mas com close na buceta dela. "Olha como tá molhadinho de sentir sua falta..."
"Você me disse que não tinha namorada", disse uma vozinha do meu lado. Dani tinha acordado e espiado meu celular.
"Não é minha namorada. É uma amiga de foda", respondi calmo.
"Você que sabe. Mas quem tá sendo enganada é ela...", suspirou.
"Você não parece muito brava. Mas te garanto que entre eu e a Valentina é só sexo. Tipo, eu gosto dela e tal, mas não tem nada sério. A gente só se diverte."
"E você não quer algo mais sério com ela?"
"Por que tá perguntando?"
"Por nada... Pra saber se uma hora você vai sumir com ela e me deixar na mão, acho."
Olhei pra Daniela. Ela me encarou de volta, bem séria.
"Valentina e eu só transamos. E ela, além disso, tá de férias. E mesmo se estivesse aqui, eu não te largaria agora pra foder com ela..."
"Por que não? Ela deve ter mais experiência... pode te chupar, você pode comer o cu dela se quiser..."
"Por que você tá se comparando com ela? Você não queria fazer essas coisas..."
"Sei lá... Olha, JP, você é um puta de um cara gostoso, ok? Mas eu tô cheia de inseguranças agora. E ficar aqui, com você, acho que não vai me ajudar a me achar... Desculpa..."
"Relaxa..."
"Melhor eu ir", ela disse. Fiquei parado enquanto ela vestia a calcinha e depois o vestido por cima. Meio amassado, mas tudo bem. Pegou a bolsa, achou, e chamou um táxi.
"Quer pelo menos um café?", ofereci.
"Desculpa..."
E ela foi embora. Fiquei pelado na cama mais um tempo até resolver me mexer. Com o quanto a noite tinha terminado bem, e como a manhã começava mal...CONTINUAEsta primeira história pode ser lida de forma independente. Nos próximos capítulos também vão rolar cenas de sexo entre homens e entre mulheres.
E lembra, todos os contos que publiquei no Poringa! você pode conferir.neste link🙂
Mas no fim, como eu disse, não deu. Adiaram a viagem dela por uns assuntos de trabalho "muito importantes", então combinamos que a gente ia aproveitar as respectivas ausências (ela ia depois, e se cancelasse o hotel, não devolviam o dinheiro) pra foder com quem desse, e na volta a gente se esfregava.
Minhas duas semanas na costa foram... bom, legais. Não é que eu tenha comido pra caralho, mas alguma caiu e a gente se divertiu pra cacete. No melhor contexto, ainda: festa, fazendo loucuras, e sabendo que não precisa rolar nada depois. Acho que nem preciso dizer que, enquanto isso, a Valentina na nossa cidade tava fodendo mais que eu, mas a realidade é essa.
Então, depois de voltar pra casa, pra minha rotina, e bem no dia que a Valentina foi curtir as férias dela, eu tava babando pra chegar sexta à noite, pra ver se a coisa rendia. Bom, pelo menos, tomar um drink e ouvir música no talo, mas se eu conhecesse alguém, win-win. Me vestiminha roupa(um polo branco de marca boa e calças combinando) e fui aoCopeo, um lugar a vinte minutos da minha casa.
Nem a roupa nem o lugar eu escolhi aleatoriamente, mas porque já tinha comprovado que aqueleroupaFazia maravilhas naquele lugar de copos. A mesma roupa não funcionava igual em outros lugares, nem eu conseguia grande coisa naquele bar quando não a usava. Conheci a Valentina lá, assim como praticamente todas as minhas ficadas do último ano, então ia tentar jogar no seguro.
Paguei (de má vontade) o preço da entrada, e atravessei com cuidado a galera que estava se acabando na pista de dança. Fui dando uma olhada. Me parecia que toda roupa de mulher tava cada vez mais curta. Que decotes, e que booties. Olhei o relógio. Não era tão tarde pra uma mina de repente gritar eufórica e arrancar a camiseta, mostrando os peitos pra todo mundo. Mas ela tava se divertindo, e além disso tinha uns peitões bonitos.
Cheguei no balcão, e alguém me chamou a atenção. Uma morena, com uns olhos verdes lindos, tava sentada tomando um drink. Vestia um vestido vermelho inteiro, que parecia novo (e que ela tinha errado no tamanho), e que mostrava um decote interessante. Não eram os maiores peitos do mundo, mas juro que aquela rabuda dela compensava com vontade. E uma bolsinha, onde guardou o celular (e, pelo tamanho, não cabia mais nada).
Pedi meu gin-tônica e fui me aproximando dela. Devagar. Me distraí com uma música que tava tocando, e finalmente acabei do lado dela, bem na hora que ela deu o último gole.
"Outro drink", pediu pro garçom, e teve que repetir gritando pra ele ouvir. Tinha uma expressão serena, mas algo me dizia que na real ela não queria estar ali.
"Quer que eu pague?", ofereci na hora. Vamos ver como ia ser.
"Não, obrigada", respondeu ela, e se apressou em esticar a nota pra pagar.
"E dançar?"
"Desculpa, mas não"
Frustração. Bom. Comecei a olhar o horizonte, pra ver se achava alguma...
"Como você desiste fácil", ela falou de repente.
"Como é?"
"Só te falei que não quero convite nem dançar. Mas não que você não possa ficar", sugeriu. Aquilo me surpreendeu, mas eu sorri. Joguinhos, então vamos jogar. Localizei um banquinho que não quebrou (da última vez naquele bar, a cadeira que tentei usar quebrou a perna quando sentei; obviamente, aquele ridículo me fez perder as oportunidades de sexo) e fiquei com ela.
“Me chamo JP”, me apresentei.
“Eu sou Dani… Daniela”, ela respondeu. Pareceu hesitar e, no fim, decidiu se inclinar para frente e me dar dois beijos nas bochechas.
“Acho que não te vi muito por aqui”
“É a primeira vez, sim. Não costumo sair muito pra festa”
“E por quê?”
“Antes eu saía com minha namorada, mas… desde que terminamos, fiquei um tempão em casa”, ela me contou.Namorada". Ela é lésbica. Ou, talvezThe term "bi" in Spanish translates to "bi" in Brazilian Portuguese as well, referring to bisexuality. If you need a more natural or slang adaptation, it would remain "bi" in most contexts. For example: "Ela é bi" (She is bi).Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação., pensei. Bem. Valia a pena tentar. Embora houvesse algo em Daniela que não me tirava a vontade de bater um papo com ela, mesmo que não acabássemos nos pegando.
"E você decidiu sair pra se divertir, então?"
"Mais ou menos, mas a verdade é que esses lugares não são minha praia."
"Dani... desculpa, Daniela..."
"Relaxa, Dani tá de boa."
"Nesses lugares a gente vem pra pegar alguém."
"É, pois é. Talvez fosse isso que eu tava procurando", ela revelou. "Mas esse lugar, tão... sei lá. Não me convence."
"Bom. A noite é jovem", falei, enquanto terminava minha bebida. Levantei o copo vazio pro garçom, pra ele me servir outro. "Se você não tá confortável aqui, pode procurar onde se sentir mais à vontade."
"Difícil. Não conheço a noite sozinha."
"E seu grupo de amigas?", perguntei curioso.
Daniela pareceu pensar na resposta, e deu um gole. Mal tinha bebido o segundo copo. Pelo menos, que eu visse.
"Agora... tão com meu ex", respondeu num tom melancólico. "Sei lá... Talvez não tenha sido uma boa ideia vir."
"Bom. Se você quiser companhia, eu tô livre essa noite", me ofereci. Foda-se, já que não ia vê-la de novo, não custava arriscar. Se ela só curtia minas, que fosse procurar uma.
"Você não marcou com ninguém?"
"Às vezes venho com uma amiga, mas ela tá de férias."
"Ah, então você veio caçar..."
"Pode ser", respondi, e terminei a bebida. Ela deixou o copo, quase intocado, no balcão. "Vou no banheiro rapidinho", falei.
Levantei e fui. Parte porque tava com vontade de mijar. Parte pra ver se ela me esperava. Cheguei no banheiro. Claro, era proibido foder e se drogar lá, e claro, dava pra ouvir uma mina gemendo encostada na porta de um dos cubículos, além de um moleque preparando uma carreira na pia. Tentando não me meter em encrenca, fiz o que tinha que fazer, lavei as mãos longe do cara da carreira, e saí de lá enquanto a mina não tinha sossego e juntava o orgasmo com um segundo. fodida.
E quando saí do banheiro, a Daniela tava me esperando.
“O que rolou?”
“Quando você foi, veio outro cara e me cantou”
“Pô. E o que você fez?”
E como resposta, ela segurou minhas bochechas e me beijou. Porra, que beijo mais gostoso. Os lábios dela tinham gosto de morango. E a técnica dela me agradou pra caralho. Não sou de reclamar, mas a Valentina respeitava muito nosso acordo de que a gente tava só pra foder, e era raro ela me dar um beijo. E essa mina, do nada, me chupava a boca de um jeito foda. Uau. Até a língua dela entrou na minha boca.
Não sei quanto tempo a gente ficou assim, até algum otário esbarrou na gente pra entrar ou sair do banheiro, mas ela e eu mantivemos o beijo até eu desgrudar devagar.
“Minha casa fica a meia hora de táxi…”, ela soltou.
“A minha a vinte”, sugeri. Ela pareceu pensar antes de responder.
“Vamos”
Saímos de lá. Demos as mãos, ou melhor, tentamos, porque no meio da multidão era difícil se mexer. Não sei se alguém se confundiu e queria apalpar ela, ou se eu que agradei, porque senti uma mão se esfregando na minha bunda, mas tava nem aí. A Daniela parecia puxar eu, e finalmente chegamos na rua.
Mal entramos no táxi e eu dei meu endereço, ela perguntou:
“O senhor se importa se a gente se pegar aqui atrás?”
“Desde que não sujem nada…”, respondeu o taxista com voz rouca, e arrancou pra minha casa. Então eu e Dani aproveitamos pra nos beijar de novo. Eu tentava ser discreto, mas ela parecia querer sugar minha alma. Sentia a língua dela passando pelos meus lábios antes de se esfregar na minha de novo. O trajeto pareceu curto (apesar de eu ficar de olho no retrovisor, e o taxista parecer desaprovar nossa atitude), e finalmente chegamos na minha rua.
Bem antes de entrar no prédio, ela me parou, segurando minha mão. Não seria a primeira vez que alguém desiste, mas normalmente prefiro que façam isso antes mesmo de vir pra minha casa.
“JP, isso tá de boa pra você?” perguntou, meio preocupada.
“O quê?”
“Isso que a gente tá fazendo. O que a gente vai fazer…”
“Tia, depois daquele beijo, não consigo pensar em outra coisa”
Ela sorriu, e a gente entrou no portão. No elevador, ela me perguntou de novo.
“Tem certeza que não tem namorada?”
“Eu ia saber se tivesse uma”, brinquei.
Chegamos no meu apê. Não era lá essas coisas, mas era meu. Tudo certo.loftAssim que você entrava, já dava de cara com o sofá, a mesinha de jantar e a televisão, além de um móvel onde eu guardava umas louças. Do lado esquerdo ficava a "cozinha" (uma bancada, um cooktop com forno embaixo, um micro-ondas, uma cafeteira, a pia, tudo enfileirado). Usei dois biombos pra separar minha cama (ao lado de um armário embutido, que era bem espaçoso) e minha mesa de trabalho. No fundo, ficava o banheiro.
"Bem-vinda", falei.
Daniela pareceu recuperar a paixão e a confiança naquele momento. Me beijou de novo. Eu a levantei com cuidado (aproveitando pra passar a mão na bunda dela) e ela fechou as pernas na minha cintura enquanto eu a levava pra cama. Quando a deitei no colchão, ela largou a bolsa no chão e depois tirou minha camisa. Parecia me avaliar, mas sorriu satisfeita. Ficou de joelhos no colchão, de costas pra mim, me oferecendo o zíper do vestido. Fiquei atrás dela e fui descendo enquanto provava o sabor do pescoço dela. Quando o vestido já tinha descido o suficiente, segurei os peitos dela por cima do sutiã. Ela gemeu. Colocou as mãos sobre as minhas, me convidando a continuar.
"Tira isso", pediu, e eu desabotoei o sutiã. Agora podia tocar ela com as mãos nuas. "Aaaaah, eles tão sensíveis…"
"E se eu fizer isso?", perguntei, virando ela e deitando na cama. Fiquei por cima e comecei a lamber os peitos dela, brincando muito com os bicos, o que a fazia gemer. Terminei de tirar o vestido dela, e ela juntou as pernas, meio envergonhada. Parecia lutar entre a luxúria e o medo. E eu ia cuidar pra ela não ter mais medo. Ela mesma tinha colocado as mãos no meu rosto, me incentivando a continuar, e depois pediu outro beijo, com nossas línguas brigando com força.
"Ei… você tem peitos?", ela perguntou naquele momento.
Levantei e fui até o criado-mudo, onde guardava eles. Separei um da fileira e fiquei na frente dela. Daniela, de novo, parecia assustada, pois Ela segurou minhas mãos de novo quando fui tirar a calça.
“Tem certeza disso?”, perguntei.Porra, se ela disser que não, nem dez punhetas vão me fazer broxar., pensei.
"Não tenho experiência... com homens", ela me disse, bem devagar. "Só com minha ex-namorada. Isso é... um problema pra você?", perguntou, com a voz trêmula.
"Claro que não. A pergunta é se você quer que eu continue", respondi, enquanto na minha cabeça agradecia a Deus por aquela garota.
"Quero fazer. Mas por favor, com calma..."
"Claro", falei, e baixei a calça. Minha pica agradeceu por se libertar da pressão. Daniela arregalou os olhos, e mais ainda quando tirei a cueca. Meu pau duro apontava direto pra ela, mas fui com calma e me sentei na cama.
"Com licença", disse, e me estiquei pra tirar a calcinha dela. Ela se deixou fazer, embora depois eu tivesse que afastar as mãos dela com cuidado, porque ela tava tampando a bucetinha. "Que tal se eu fizer isso?", perguntei enquanto começava a acariciar a xereca dela. Fui deslizando um dedo entre os lábios inferiores dela. Ela jogou a cabeça pra trás, curtindo.
"Muito bom... ah!", encontrei um pouco de resistência pra enfiar o dedo, mas a Dani relaxou o corpo e eu consegui continuar. "Nossa, que delícia..."
"Toca em mim", pedi. "Vê se você gosta."
Ela seguiu minhas instruções e começou a me masturbar. Porra. Pra nunca ter provado uma pica, ela me masturbava maravilhosamente bem. Eu continuei brincando com a boceta dela, garantindo que ficasse bem molhadinha.
Quando não aguentei mais, rasguei o pacotinho brilhante e coloquei a camisinha. Ela se posicionou de missionário pra mim, abrindo bem as pernas. Com cuidado, esfreguei a bucetinha dela com meu pau, suavemente, enquanto ela gemia.
"Você quer?", perguntei brincando.
"Por favor... faz isso...", ela tremia debaixo de mim.
E devagar, empurrei meu pau dentro dela. Só a ponta. O suficiente pra fazê-la gemer. A respiração dela ficou mais ofegante. Com cuidado, pra trás... e de novo pra frente. Até que encontrei um pouco de resistência. A Dani ofegava. Tirei ele, e ela murmurou de novo:continua…Voltei a enfiar, um pouco mais. Fui mais fundo. Que bucetinha apertada, pelo amor de Deus. Uau, agora deslizava melhor. E me afundei completamente dentro dela.
“Aaaaah…”, ela gemeu.
“Tá doendo?”, perguntei, e fui tirar.
“Espera… É grande”, ela suspirou. “Mas… Deus, não entendo…”
“O quê?”
“Que seja tão gostoso…”
“Então você gosta”, falei, e acariciei a bochecha dela. “E se eu fizer isso?”, enfiei e tirei, não inteira, só um pouco, o suficiente pra ela sentir eu me mexendo dentro dela. Daniela tava completamente vermelha. Tentava segurar os gemidos enquanto eu enfiava.
“JP, espera… não faz isso”, ela pediu. Parei na hora, pensando que tinha acabado. “Faz direito… por favor”
“Sério?”
“Quero que você me coma”
E me curvei sobre ela e comecei a comê-la. Comecei devagar, a buceta dela ainda tava se acostumando com meu pau. Que gostoso o apertado que era. Mas se adaptava bem ao ritmo. E de repente notei que ela puxava eu pra perto dela, e me beijou de novo. Assim, nossas línguas dançaram juntas enquanto eu enfiava nela uma vez atrás da outra. Percebi que o corpo dela ia se soltando a cada movimento, e sentia ela gemer contra minha boca toda vez que eu entrava completamente dentro dela.
“Quero ir mais rápido”, pedi. Ela me parou por um momento.
“Não fala… só… vai até o fim, tá?”, ela perguntou.
“E se eu gozar?”
“Tá de camisinha… e agora continua, por favor, preciso disso”, ela pediu e a gente se beijou de novo.
Então continuei mais rápido. Esse ritmo eu gostava mais. De novo encontrei um pouco de resistência que foi passando enquanto eu metia. Ela não parecia disposta a parar de me beijar. Não tava acostumado com tanta coisa, mas tava pouco me lixando. Procurei os peitos dela com uma mão e acariciei enquanto a comia. Quando separamos a boca pra respirar, ela continuou procurando minha língua com os lábios.
E naquele momento, senti algo molhado na minha pélvis. Daniela parecia assustada. Inacreditável. Ela tinha gozado e jorrado. sobre mim.
“D-deus… me des-desculpe…”, ela tentou se desculpar, mas eu continuei penetrando ela.
“Adoro que você gozou”, falei.
“Sé-sério?”, ela perguntou. Parecia que ia chorar.
“Isso significa que você tá gostando…”
“E você não goza porque não tá gostando?”, ela gaguejou.
“Claro que gosto… Posso continuar?”
“Faz!”
E eu aumentei o ritmo. Não fazia mais sentido me segurar. Além disso, tava de camisinha, então meti fundo nela, bem firme na cintura dela, até gozar. Segurei mais uns segundos, prolongando o orgasmo enquanto esvaziava a pica dentro da borracha. Ela gemia e respirava ofegante.
Ofegamos juntos, e tirei com cuidado, antes de tirar a camisinha e dar um nó. Depois joguei no chão e me deitei sobre ela, que parecia bem agitada.
“E aí?”, perguntei.
“Estranho…” ela respondeu. “Tipo, foi gostoso pra caralho… mas por quê?”
“Por quê? Isso importa?”, perguntei, confuso. “Você gostou, é disso que se trata”
“Mas eu…”
“Você é lésbica?”
“Eu… achava que só gostava de mulher”, ela me contou. “Mas faz dias que tô pensando… hoje saí pensando que não ia gostar de ninguém e que ia passar essa besteira. Mas te beijar foi… foi foda, sabe? E pensei que a qualquer hora ia precisar parar, mas gostei pra caralho, e agora me sinto mal por ter te usado, e…”
“Calma, calma, calma”, falei, e coloquei as mãos nos ombros dela, com carinho. “Você não me usou. Aliás, me lisonjeia se você diz que gostou de mim o suficiente pra chegar até o fim. Você tinha terminado com sua namorada, né?”
“Sim…”
“Então não tem nada de errado no que a gente fez”
“É… E querer repetir?”, ela perguntou.
“Quer outra?”
“Quero, mas… não sei como. Apesar de ter gostado, não… não tô preparada pra fazer outras coisas…”
“Bom, faz uma coisa. Vira de costas”
“Você não vai me comer o cu!”, ela disse, indignada.
“Claro que não. Só vira de costas”, falei, enquanto me virava. Uma punheta. Não demorei muito pra ter outra ereção. Voltei pro criado-mudo pegar outro camisinha, coloquei, e voltei com ela pro colchão. Ela tinha se ajoelhado de quatro. Deus, que rabo. E que pena perder aquilo naquela noite. Mas pelo menos eu podia apalpar muito.
Separei as pernas dela devagar pra ter acesso à bucetinha. Com cuidado, penetrei ela de novo. Dessa vez o corpo dela me aceitou com mais facilidade.
“Aaaah! Tá diferente!”, gemeu Daniela.
“Diferente bom?”
“Di... Diferente muito bom”, admitiu. “Tava com tanta vontade de provar meu cu?”, perguntou, enquanto minhas mãos percorriam ele todo. “Por favor, não”, pediu quando sentiu meu dedo acariciando o ânus dela. “Não estraga isso...”
“Calma, Dani. Não vou fazer nada no seu cu se você não quiser. Porque você prefere assim, né?”, perguntei enquanto começava a meter e tirar.
“Ah, sim... continua...” pediu enquanto arqueava as costas e me deixava agir. Me segurei na bunda dela pra foder. Ela soltou a tensão que sentia nas nádegas, e pude reparar bem no ânus rosado dela. Que pena, sempre tinha lubrificante pra foder bem no anal. Mas não podia reclamar da bucetinha dela, nem do jeito que o corpo dela começava a responder, a se acostumar com meus movimentos e a acompanhá-los.
“Tá gostando, gostosa?”, perguntei. “Quero ir mais rápido...”
“Espera... antes tira”, pediu.
Não entendi nada. Mas quando tirei, ela se virou pra me beijar de novo. Deixamos nossas línguas fazerem o que mais gostavam naquela noite, e depois ela voltou a ficar de quatro pra mim. Apoiei um pé no colchão e puxei ela mais pra perto, conseguindo penetrar com mais vontade.Incrível, quando vou meter, ela mesma joga a bunda pra trás., pensei. Quis bater nela, mas me segurei, não ia estragar tudo naquele momento. A ponto de gozar…
Aumentei a velocidade das minhas estocadas, e quando gozei, senti de novo algo molhado nas minhas pernas. Mantive o ritmo, fodendo a Daniela enquanto ela jorrava na minha perna (a outra eu tinha levantado, apoiando o pé na cama) enquanto eu enchia a camisinha com meu leite.
Ofegante, Daniela se deixou cair de frente no colchão. Eu tirei a borrachuda e, depois de garantir que não tinha vazado, me deitei na cama ao lado dela.
“Quer ficar pra dormir?”, ofereci.
“Você tava pensando em me mandar embora?”, murmurou. “Depois de ter me fodido…”
“Claro que não. Gosto da sua companhia.”
“E de mais coisa”, disse ela. E rastejou até mim, apoiou a cabeça no meu peito. “Ei, desculpa… é que tô muito confusa…”
“Entendo. Não se preocupa. Pensa no que precisar pensar.”
Ela concordou. Se esticou pra me dar um último beijo e fechou os olhos no meu peito. Olhei o relógio. Não era uma hora ruim. Me acomodei pra dormir.
“JP…”
“Fala”
“Precisa mesmo colocar a mão na minha teta pra dormir?”
“Te incomoda muito?”
“… Na real, não. Mas tenta não me deixar com tesão”, pediu.
E assim, a gente dormiu.
De manhã, Daniela tinha se mexido, e agora descansava do meu lado. Olhei a carinha linda dela. Depois saí da cama com cuidado, peguei minha calça, e tirei meu celular. Me deitei de novo na cama, enquanto minha parceira dormia, e comecei a ver as mensagens.
A verdade é que não tinha muitas. Um grupo de amigos (com quem só conseguia sair tipo uma vez por mês), um colega de trabalho com problemas pra dormir que achou que eu podia responder às duas da manhã pra mandar um arquivo, e a Valentina. Isso me surpreendeu, não era comum ela me escrever de noite.
Mas tinha mensagens dela… pela hora, começou a escrever quando eu tava no táxi com a Dani. Fui ver as mensagens. “Porra, que Que merda de noite, todo mundo aqui era casal ou gay." Uma foto de peitos. "Não sente falta deles?" Um nude. "Vai, amor, se você vai se tocar, pelo menos me dá algo pra mim." Outro nude, mas com close na buceta dela. "Olha como tá molhadinho de sentir sua falta..."
"Você me disse que não tinha namorada", disse uma vozinha do meu lado. Dani tinha acordado e espiado meu celular.
"Não é minha namorada. É uma amiga de foda", respondi calmo.
"Você que sabe. Mas quem tá sendo enganada é ela...", suspirou.
"Você não parece muito brava. Mas te garanto que entre eu e a Valentina é só sexo. Tipo, eu gosto dela e tal, mas não tem nada sério. A gente só se diverte."
"E você não quer algo mais sério com ela?"
"Por que tá perguntando?"
"Por nada... Pra saber se uma hora você vai sumir com ela e me deixar na mão, acho."
Olhei pra Daniela. Ela me encarou de volta, bem séria.
"Valentina e eu só transamos. E ela, além disso, tá de férias. E mesmo se estivesse aqui, eu não te largaria agora pra foder com ela..."
"Por que não? Ela deve ter mais experiência... pode te chupar, você pode comer o cu dela se quiser..."
"Por que você tá se comparando com ela? Você não queria fazer essas coisas..."
"Sei lá... Olha, JP, você é um puta de um cara gostoso, ok? Mas eu tô cheia de inseguranças agora. E ficar aqui, com você, acho que não vai me ajudar a me achar... Desculpa..."
"Relaxa..."
"Melhor eu ir", ela disse. Fiquei parado enquanto ela vestia a calcinha e depois o vestido por cima. Meio amassado, mas tudo bem. Pegou a bolsa, achou, e chamou um táxi.
"Quer pelo menos um café?", ofereci.
"Desculpa..."
E ela foi embora. Fiquei pelado na cama mais um tempo até resolver me mexer. Com o quanto a noite tinha terminado bem, e como a manhã começava mal...CONTINUAEsta primeira história pode ser lida de forma independente. Nos próximos capítulos também vão rolar cenas de sexo entre homens e entre mulheres.
E lembra, todos os contos que publiquei no Poringa! você pode conferir.neste link🙂
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