Não entendia o que tinha feito, minha parte racional não funcionava. Tinha cedido à luxúria, ao tesão e à raiva contida. Tinha trocado dinheiro por uma mulher. Tudo isso pensava enquanto dirigia pra casa, atrás de mim vinha a Ana, minha escrava por um mês, dirigindo a caminhonete que me entregaram como parte do pagamento. Qualquer decisão que eu tomasse a partir de agora tinha que ser bem planejada, e com a cabeça, não com o coração, nem com a entreperna. No caminho, liguei pra um conhecido do submundo da cidade, embora não gostasse de me envolver com eles, me deviam um favor. Eu sabia que o Juan Carlos me devia, e ao banco, a hipoteca da casa, mas aí descobri que ele também devia pra gente muito pesada, daquelas que você não quer fazer raivar. Essa galera tava metida em apostas, empréstimos e tinha começado a vender maconha, aí liguei os pontos e percebi quem eram os clientes do meu amigo.
Chegamos em casa, guardamos as caminhonetes. Minha casa é menor que a do Juan Carlos, fica num condomínio novo, com muito espaço verde, e as propriedades têm bastante jardim na frente e quintal nos fundos, 120 metros quadrados contando a garagem dupla. Deixei a Ana na cozinha, preparando um café, mostrei onde ela podia encontrar tudo. E fui pro meu escritório, não muito grande, mas ali eu tinha as coisas importantes, sem janelas e com porta de segurança. Atrás de uma estante, tinha escondido um cofre pequeno, guardei todos os papéis que tinha trazido, tirei a pistola Glock 17 que estava na minha maleta, e coloquei na gaveta da minha mesa, que era reforçada, de segurança, e abria com minha digital. Baixei no meu computador toda a filmagem produzida por uma câmera pequena que eu carregava, disfarçada de botão do meu sobretudo. Quando fui na casa do meu amigo, tentei ver todas as possibilidades, não achava que ele fosse me matar, mas por causa das dívidas tomei precauções, mas por via das dúvidas e se surgisse algo, fui preparado.
Ao chegar na cozinha, a Ana Ela estava de pé, me esperando com as duas xícaras de café. Mandei ela sentar e pedi o celular dela. Dei uma olhada por cima, não tinha redes sociais, os e-mails eram só de imposto ou propaganda. O Juan Carlos tinha colocado no nome dela dois apartamentos, que eram dos pais dele, e depositavam o aluguel pra ela, pra não serem penhorados. O WhatsApp era uma tristeza: 5 contatos de parentes, primos e tios, com quem ela se falava pouco, e mais uns três ou quatro. Mas não tinha amigos, só o Juan Carlos. Vi as mensagens desse último, copiei tudo e mandei pra mim.
Ela estava calada, olhando pra xícara dela, que já ia pela metade. Estava um pouco nervosa, e era lógico — tava num lugar estranho, com uma pessoa que mal conhecia e à disposição dela por completo.Esteban:O que o Juan Carlos te falou sobre isso?Ana:que devia obedecer sempreEsteban:Vamos ver, tenta com outra coisa... Eu queria conhecer tudo com mais profundidade. Como você acabou virando escrava do Juan Carlos? Quero saber sua história.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Bom, eu- percebia ela confusa, não sabia muito bem o que fazer.Esteban:De onde você é?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sou de um povoado, bem bem pequenininho no norte de Santa Fé — ela relaxou um pouco, e até pareceu gostar de falar das suas origens — morei quase toda a minha vida lá, até os 21 anos, quando vim morar na capital com o Juan Carlos.Esteban:Seus pais ainda moram aí?Ana:Não... os olhos dela se encheram de tristeza. Eles morreram, os dois num acidente de trânsito junto com meu irmão mais novo. Juan Carlos é minha única família direta.
Esteban: Me conta como era sua vida na cidade.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Eu não morava na cidade, na verdade era nos arredores, uma fazenda. A região é muito bonita, com vários riachos e um grande rio perto — de novo o rosto dela se iluminou — a gente morava junto, nós quatro, meus pais e eu e meu irmãozinho. Perto moravam uns tios, com minhas três primas, eu tinha que atravessar um grande campo de trigo pra chegar na casa deles. Não sei mais o que te dizer — ela já estava relaxada.Esteban:E quando o Juan Carlos apareceu na sua vida?Ana:Ele era conhecido do meu pai, às vezes faziam negócios juntos. A gente não era grande produtor, era mais pequeno, e vivia na mão dos intermediários. Juan Carlos apareceu na cidade como comprador de trigo de uma empresa da capital. Foi umas vezes lá em casa, adiantou dinheiro pro meu pai pagar uns empréstimos. Naquele ano teve uma enchente e a gente perdeu tudo, e ele não conseguiu pagar. Meu pai trabalhava extra em outros campos, dirigindo uma colheitadeira pra conseguir cobrir as dívidas. Tinha dias que pareciam não ter fim. Um dia ele chegou exausto de tanto trabalhar e meu irmão tava com febre altíssima, aí foram pro hospital da cidade, e foi lá que aconteceu a tragédia. Quando aconteceu o acidente, Juan Carlos ficou com o campo e assumiu a responsabilidade por mim, me trouxe pra capital. O campo ele vendeu logo depois, pra recuperar o dinheiro, então eu assinei todos os documentos que ele precisava pra vender a propriedade. E acabei me tornando mulher dele. Ele me ajudou pra caralho em tudo, foi quem me tirou do fundo do poço. Eu tava começando a ver que tipo de cobra era o meu amigo.Esteban:E aí, não tinha vida social lá, namorado, amigos, parentes?
Ana: Namorados tive dois antes do Juan Carlos. E amigos, tinha da escola, e meus únicos parentes eram o primo do meu pai, que era nosso vizinho. Ele tinha três filhas que eram minhas amigas, minhas melhores amigas. Eu não podia ficar com ele, naquela época eles estavam mais pobres que a gente. Além disso, ele tinha começado a me olhar estranho fazia um tempo, por isso minha mãe tinha me dito pra não ficar sozinha com o tio.Esteban:Então você não era virgem quando o JuanCarlos te conheceu?Ana:Não, já tinha transado com meus dois namorados, não era nenhuma expert e era bem careta — uma risada estranha passou pelo rosto dela.Esteban:Algo mais, não me minta, o que é esse sorriso safado?Ana:Nada, uma bobagem — ela estava falando, já bem mais relaxada, como se fôssemos amigos — Uma das minhas primas, a Maite, que tem a minha idade — sorriu de novo, feito boba — a gente teve um rolo, nada demais, mas transamos umas duas vezes, mais por tédio mesmo.Esteban:E como é o sexo com o Juan Carlos?Ana:Bem— Disse com desânimo, fiz sinal com a mão pra ela continuar— eu gosto pra caralho de sexo, é uma coisa que eu curto. Mesmo não tendo ficado com muitos caras, é a única coisa que sei fazer direito.Esteban:Você não respondeu exatamente o que eu perguntei, mas é interessante, ou seja, você curtiu com os quatro caras que já pegou, se minhas contas não tão erradas eu seria o quarto.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Não, eu estive com cinco homens. Miguel foi o quarto, você é o quinto.Esteban:Miguel? O funcionário do Juan Carlos, aquele que parece viado?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Bom, ele é gay, mas- percebi algo estranho, que ele não queria me contar.Esteban:Ana, olha pra mim—ergo o olhar, minha voz é forte e grave, muitos diziam que eu dava medo ou intimidava as pessoas—você é minha escrava por um mês inteiro, e deve me obedecer como seu dono, ou o Juan Carlos te disse alguma coisa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Não, ele não me disse nada, na verdade foi tudo muito repentino, ele não pretendia me entregar pra você, achava que você ia aceitar o negócio dele. Sempre me falou que, se chegasse o caso, numa emergência, me usaria pra pagar a dívida com outros caras, uns que me dão muito medo e me olham com uns olhos... sei lá, o olhar deles é muito feio, parece que querem me machucar — dava pra ver que ela tava muito nervosa e até com medo —. Ele não me conta muita coisa, me mantém de fora de tudo, só conta tudo pro Miguel, que é o outro escravo dele.Esteban:Juan Carlos é gay?
Ana: não, acho que o mais próximo seria bissexual — disse com um sorrisinho — a gente transa os três, embora ultimamente — fez uma pausa e eu incentivei ela a continuar com a mão — ele tá adorando que o Miguel beije a bunda dele e meta os dedos enquanto eu chupo ele, é o único jeito dele ter algo parecido com uma ereção.Esteban:Não tá subindo?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.O médico diz que o uso excessivo de maconha, misturada com os outros vícios dele, fez aumentar a chance de disfunção erétil. Às vezes o pau não sobe, outras vezes sobe mas murcha — ela fez o gesto com o dedo, de duro e caído, o que me arrancou uma risada e ela também riu. Isso foi há quase um ano, e desde então incluí o Miguel na nossa cama. Então a gente faz sexo a três, embora na maioria das vezes seja o Miguel que me penetra, o que não curto muito porque ele é muito viado, mas a gente se diverte.Esteban:Quando te penetrei, notei que você era bem apertadinha.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah, isso, cê vai ver como eu tô te falando, Juan Carlos e Miguel não têm o mesmo tamanho que o seu — Isso me surpreendeu porque eu tinha um tamanho bem mediano, na real, por ser um pouco grande e corpulento, ela parecia pequena em comparação com meu corpo, gira mais ou menos nos 16x7 — ou seja, eles são menores, além de que não recebi tantas penetrações ultimamente. Juan Carlos é obcecado pelo Miguel, adora machucar ele, e o Miguel adora isso.Esteban:Como seria o estrago?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Uma vez, o Juan Carlos me mandou ir na quitanda e comprar o pepino mais grandão que eu encontrasse. Era enorme, devia ter uns 30 cm e a grossura do meu pulso. De noite, ele penetrou ela com aquele pepino e muito óleo de bebê, enquanto eu chupava ele e batia uma pro Miguel, que gritava de dor. Mas depois de um tempo, ele gozou muito forte. O Juan Carlos tirou o pepino e, com o pau dele meio duro, penetrou ela. Ele exigiu que eu continuasse batendo uma pro Miguel e enfiasse dois dedos no cu dele. Uns minutos depois, os dois gozaram, mas eu fiquei na mão e tive que me segurar, porque levamos o Miguel pro hospital pra remendar o rabo dele — ele terminou dizendo com um sorriso de canto.
Já era noite e a gente tinha conversado por mais de duas horas. Mostrei a casa pra ela, o quarto dela, embora tenha dito que ela ia dormir comigo. Dei o outro quarto pra ela guardar as poucas coisas dela, ela só tinha trazido uma mochila com uma muda de roupa. Ela pediu pra tomar banho, e foi o que fez.
Eu, enquanto isso, ficava pensando em tudo. Nela, ela realmente me parecia uma coitada, que tinha visto no Juan Carlos um salvador, com autoestima baixíssima. Eu via ela como um pintinho molhado, uma mulher que dava muita importância pro sexo e que, ultimamente, tava muito insatisfeita. E a outra parada é que ela era totalmente submissa ao dono dela, era uma sumissa, mas também tava com ele por comodidade. Também vi medo quando ela falou dos homens maus que o dono dela devia, e um toque de irritação ou nojo do Miguel. Outra coisa que notei é que o Juan Carlos mantinha ela longe dos excessos, mal saía de casa com ela, deixava ela isolada do mundo e dos problemas dela.
Quanto ao Juan Carlos, vi que ele era pior do que eu imaginava. Eu já sabia que ele era uma víbora, mas isso confirmou que eu não podia confiar nele. Ele tava desesperado e tomando decisão errada atrás de decisão errada. Esse tipo de pilantra é capaz de qualquer coisa.
Quanto a mim, eu não sabia ser um dono. Se por minhas circunstâncias estranhas... Ele era um homem direto e pouco demonstrativo. Mas daí a ser um babaca, tinha uma grande diferença. Eu teria que ver o que fazer, queria ficar com a Ana, ia planejar algo pra isso.
Um pouco mais tarde, chegou a pizza que eu tinha pedido. Enquanto a gente conversava aquele tempo todo, a conversa era leve, mas agradável. Avisei que ela trabalharia pra mim naquele mês, que eu ia ensinar ela, e ela concordou. Terminando, preparei uns drinks, vodka com suco de laranja. Ela disse que não tava acostumada a beber, mas aceitou mesmo assim. A gente conversou mais um pouco na sala e, sem perceber, ela já tinha tomado três copos. A ideia não era embebedar ela, mas sim fazer ela relaxar e se soltar.
Já no quarto, dava pra notar que ela tava um pouco afetada pela bebida. Mas não chegava a estar bêbada perdida. Puxei ela pra perto de mim, segurando pela cintura. Quando nossos corpos estavam colados, peguei ela pelo pescoço, sem violência, com meu polegar acariciando a bochecha dela e fazendo ela levantar a cabeça pra me olhar, enquanto minha outra mão continuava acariciando a cintura dela. Via os olhos lindos dela, o cabelo castanho claro. Não me segurei mais, não precisei me abaixar muito porque ela é bem alta. Me aproximei da boca dela e dei uma longa lambida nos lábios dela, tão lindos e tentadores, pra continuar com um beijo possessivo. Queria devorar ela naquele beijo. Enquanto isso, minha mão tinha descido da cintura e tinha feito uma das bundas dela de prisioneira, apertando. Depois de uns minutos nos comendo de boca, porque sim, ela também colaborava e muito, dava pra ver que era uma mulher carente. Puxei as alças do vestido dela e ele caiu no chão. Ela tava com um conjunto de lingerie bem simples.Esteban:Termina de se despir.
Falei enquanto fazia o mesmo. Voltamos a nos beijar com paixão, nos separamos para respirar. Levantei ela como se fosse uma pluma e a levei pra cama, ela era alta, mas magra, com uns peitos médios bem tentadores e uma bunda pequena, mas empinada, que me deixava louco. Já na cama, pedi pra ela subir em cima de mim pra fazer um 69, ela ficou me olhando, como se não entendesse, tive que repetir e ela fez na hora. Senti sobre mim o corpo quente dela, como ela se esticava, como com as mãos delicadas pegava meu pau, e a boca dela engolia ele aos poucos, chegou um pouco além da metade, mas começou um trabalho muito bom de meter e tirar, e muito prazeroso, principalmente.
Eu, como sou grande, tinha de cada lado as pernas dela bem abertas, me mostrando uma paisagem das mais lindas que um homem pode ver, uma vulva rosada e molhada, um pouco mais acima o asterisco do cu dela, tudo a centímetros do meu rosto. Comecei a saborear essa iguaria com lambidas que iam do monte de Vênus até o cu dela, no começo ela abafou um gemido no meu pau, mas se recuperou e continuou com a tarefa de me chupar. Segui com meu objetivo mais umas duas vezes, pra me concentrar exclusivamente nos lábios dela. Ana tentava se concentrar, mas o tesão dela tava no auge, então foquei no clitóris dela, brincando com minha língua nele. Nessa hora, ela não conseguiu mais continuar o boquete, apoiou a cabeça na minha virilha e continuou estimulando meu pau com a mão. Já era hora, ataquei o clitóris dela chupando, a buceta dela era uma fonte, ela não se segurou e, como pôde, me pediu permissão pra gozar, claro que deixei. Ela teve um orgasmo espetacular, mesmo tendo molhado minha cara toda, foi realmente forte e ela cravou as unhas nas minhas coxas, a buceta dela se contraía e jorrava fluido a centímetros do meu rosto, enquanto eu passava a língua por toda a área pra prolongar o orgasmo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Desculpa, meu senhor, me perdoa, eu não consegui me segurar— foi a primeira coisa que ele me disse assim que se recuperou um pouco.EstebanDe quatro, sua puta, que vou te castigar.
Ela obedeceu na hora, que vista gostosa. Sem perder tempo, dei um tapa com a mão em cada uma daquelas bundas lindas, ela nem reclamou. Na sequência, me aproximei do cu dela e comecei a chupar, dando muita língua e saliva, fiquei ali um tempão. A buceta dela não parava de escorrer fluxo. Fui por trás dela, meu pau tava explodindo, duríssimo e com todas as veias saltadas, parecia o cassetete de um policial de choque pronto pra quebrar alguma coisa, e eu sabia que era. Enfiei na buceta dela de uma estocada, tava bem lubrificada mas era muito apertada, foi muito gostoso, ela soltou um gemido. Peguei um pouco do fluxo que saía cada vez que eu metia e levei pro cu dela, e com o polegar comecei a penetrar ele, e mesmo parecendo que não podia escorrer mais fluxo, a buceta dela virou um vulcão, que jorrava lava quente, aproveitei e enfiei dois dedos no cu dela, e a coisa tava muito quente entre nós.Esteban:Passa o pote de creme que tá na gaveta do criado-mudo.
Pego um pote de creme lubrificante, ela já sacou pra que era, vi um pouco de medo na cara dela olhando pro meu pau como tava. Fiz sinal pra ela e ela voltou a ficar de quatro, lubrifiquei bem o meu membro, e também os dedos, peguei dois dedos e enfiei no cu dela, e outros dois na buceta, enquanto a outra mão massageava o clitóris dela. Uns dois minutos depois ela já tava tão molhada quanto antes de tudo ter parado. Eu já não aguentava mais, me posicionei atrás dela e apontei meu pau, fiz força e entrou só um pouco, fiz mais força e a cabeça entrou, realmente tava muito apertado aquilo, desci a mão e comecei a estimular o clitóris dela, enquanto aos poucos ia enfiando mais carne naquele buraco apertado. Umas palmadas na bunda e ela relaxou um pouco o cu e entrou tudo, ela ainda tava tensa então esperei ela relaxar, estimulava os peitos dela, clitóris, me abaixei e beijei o pescoço e as orelhas dela. Aí ela relaxou.Esteban:Agora você vai ver o que é um macho de verdade.
Primeiro, comecei com um mete e tira suave, pra ela dilatar bem, enquanto derramava lubrificante no cu dela. Eu já não aguentava mais, então parti pra uma penetração mais funda e forte. Enquanto beliscava com uma mão o peito dela e com a outra a bunda, ela não parava de gemer, e quando senti um calor insuportável nas minhas costas que descia pros meus ovos, ela começou com um gemido longo e o cu dela apertou forte meu pau, eu não aguentei mais e gozei dentro das tripas dela. Tinha sido tudo muito intenso, nós dois caímos na cama, quase mortos, e eu pensei: essa gostosa tem que ser minha.
Chegamos em casa, guardamos as caminhonetes. Minha casa é menor que a do Juan Carlos, fica num condomínio novo, com muito espaço verde, e as propriedades têm bastante jardim na frente e quintal nos fundos, 120 metros quadrados contando a garagem dupla. Deixei a Ana na cozinha, preparando um café, mostrei onde ela podia encontrar tudo. E fui pro meu escritório, não muito grande, mas ali eu tinha as coisas importantes, sem janelas e com porta de segurança. Atrás de uma estante, tinha escondido um cofre pequeno, guardei todos os papéis que tinha trazido, tirei a pistola Glock 17 que estava na minha maleta, e coloquei na gaveta da minha mesa, que era reforçada, de segurança, e abria com minha digital. Baixei no meu computador toda a filmagem produzida por uma câmera pequena que eu carregava, disfarçada de botão do meu sobretudo. Quando fui na casa do meu amigo, tentei ver todas as possibilidades, não achava que ele fosse me matar, mas por causa das dívidas tomei precauções, mas por via das dúvidas e se surgisse algo, fui preparado.
Ao chegar na cozinha, a Ana Ela estava de pé, me esperando com as duas xícaras de café. Mandei ela sentar e pedi o celular dela. Dei uma olhada por cima, não tinha redes sociais, os e-mails eram só de imposto ou propaganda. O Juan Carlos tinha colocado no nome dela dois apartamentos, que eram dos pais dele, e depositavam o aluguel pra ela, pra não serem penhorados. O WhatsApp era uma tristeza: 5 contatos de parentes, primos e tios, com quem ela se falava pouco, e mais uns três ou quatro. Mas não tinha amigos, só o Juan Carlos. Vi as mensagens desse último, copiei tudo e mandei pra mim.
Ela estava calada, olhando pra xícara dela, que já ia pela metade. Estava um pouco nervosa, e era lógico — tava num lugar estranho, com uma pessoa que mal conhecia e à disposição dela por completo.Esteban:O que o Juan Carlos te falou sobre isso?Ana:que devia obedecer sempreEsteban:Vamos ver, tenta com outra coisa... Eu queria conhecer tudo com mais profundidade. Como você acabou virando escrava do Juan Carlos? Quero saber sua história.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Bom, eu- percebia ela confusa, não sabia muito bem o que fazer.Esteban:De onde você é?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Sou de um povoado, bem bem pequenininho no norte de Santa Fé — ela relaxou um pouco, e até pareceu gostar de falar das suas origens — morei quase toda a minha vida lá, até os 21 anos, quando vim morar na capital com o Juan Carlos.Esteban:Seus pais ainda moram aí?Ana:Não... os olhos dela se encheram de tristeza. Eles morreram, os dois num acidente de trânsito junto com meu irmão mais novo. Juan Carlos é minha única família direta.
Esteban: Me conta como era sua vida na cidade.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Eu não morava na cidade, na verdade era nos arredores, uma fazenda. A região é muito bonita, com vários riachos e um grande rio perto — de novo o rosto dela se iluminou — a gente morava junto, nós quatro, meus pais e eu e meu irmãozinho. Perto moravam uns tios, com minhas três primas, eu tinha que atravessar um grande campo de trigo pra chegar na casa deles. Não sei mais o que te dizer — ela já estava relaxada.Esteban:E quando o Juan Carlos apareceu na sua vida?Ana:Ele era conhecido do meu pai, às vezes faziam negócios juntos. A gente não era grande produtor, era mais pequeno, e vivia na mão dos intermediários. Juan Carlos apareceu na cidade como comprador de trigo de uma empresa da capital. Foi umas vezes lá em casa, adiantou dinheiro pro meu pai pagar uns empréstimos. Naquele ano teve uma enchente e a gente perdeu tudo, e ele não conseguiu pagar. Meu pai trabalhava extra em outros campos, dirigindo uma colheitadeira pra conseguir cobrir as dívidas. Tinha dias que pareciam não ter fim. Um dia ele chegou exausto de tanto trabalhar e meu irmão tava com febre altíssima, aí foram pro hospital da cidade, e foi lá que aconteceu a tragédia. Quando aconteceu o acidente, Juan Carlos ficou com o campo e assumiu a responsabilidade por mim, me trouxe pra capital. O campo ele vendeu logo depois, pra recuperar o dinheiro, então eu assinei todos os documentos que ele precisava pra vender a propriedade. E acabei me tornando mulher dele. Ele me ajudou pra caralho em tudo, foi quem me tirou do fundo do poço. Eu tava começando a ver que tipo de cobra era o meu amigo.Esteban:E aí, não tinha vida social lá, namorado, amigos, parentes?
Ana: Namorados tive dois antes do Juan Carlos. E amigos, tinha da escola, e meus únicos parentes eram o primo do meu pai, que era nosso vizinho. Ele tinha três filhas que eram minhas amigas, minhas melhores amigas. Eu não podia ficar com ele, naquela época eles estavam mais pobres que a gente. Além disso, ele tinha começado a me olhar estranho fazia um tempo, por isso minha mãe tinha me dito pra não ficar sozinha com o tio.Esteban:Então você não era virgem quando o JuanCarlos te conheceu?Ana:Não, já tinha transado com meus dois namorados, não era nenhuma expert e era bem careta — uma risada estranha passou pelo rosto dela.Esteban:Algo mais, não me minta, o que é esse sorriso safado?Ana:Nada, uma bobagem — ela estava falando, já bem mais relaxada, como se fôssemos amigos — Uma das minhas primas, a Maite, que tem a minha idade — sorriu de novo, feito boba — a gente teve um rolo, nada demais, mas transamos umas duas vezes, mais por tédio mesmo.Esteban:E como é o sexo com o Juan Carlos?Ana:Bem— Disse com desânimo, fiz sinal com a mão pra ela continuar— eu gosto pra caralho de sexo, é uma coisa que eu curto. Mesmo não tendo ficado com muitos caras, é a única coisa que sei fazer direito.Esteban:Você não respondeu exatamente o que eu perguntei, mas é interessante, ou seja, você curtiu com os quatro caras que já pegou, se minhas contas não tão erradas eu seria o quarto.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Não, eu estive com cinco homens. Miguel foi o quarto, você é o quinto.Esteban:Miguel? O funcionário do Juan Carlos, aquele que parece viado?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Bom, ele é gay, mas- percebi algo estranho, que ele não queria me contar.Esteban:Ana, olha pra mim—ergo o olhar, minha voz é forte e grave, muitos diziam que eu dava medo ou intimidava as pessoas—você é minha escrava por um mês inteiro, e deve me obedecer como seu dono, ou o Juan Carlos te disse alguma coisa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Não, ele não me disse nada, na verdade foi tudo muito repentino, ele não pretendia me entregar pra você, achava que você ia aceitar o negócio dele. Sempre me falou que, se chegasse o caso, numa emergência, me usaria pra pagar a dívida com outros caras, uns que me dão muito medo e me olham com uns olhos... sei lá, o olhar deles é muito feio, parece que querem me machucar — dava pra ver que ela tava muito nervosa e até com medo —. Ele não me conta muita coisa, me mantém de fora de tudo, só conta tudo pro Miguel, que é o outro escravo dele.Esteban:Juan Carlos é gay?
Ana: não, acho que o mais próximo seria bissexual — disse com um sorrisinho — a gente transa os três, embora ultimamente — fez uma pausa e eu incentivei ela a continuar com a mão — ele tá adorando que o Miguel beije a bunda dele e meta os dedos enquanto eu chupo ele, é o único jeito dele ter algo parecido com uma ereção.Esteban:Não tá subindo?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.O médico diz que o uso excessivo de maconha, misturada com os outros vícios dele, fez aumentar a chance de disfunção erétil. Às vezes o pau não sobe, outras vezes sobe mas murcha — ela fez o gesto com o dedo, de duro e caído, o que me arrancou uma risada e ela também riu. Isso foi há quase um ano, e desde então incluí o Miguel na nossa cama. Então a gente faz sexo a três, embora na maioria das vezes seja o Miguel que me penetra, o que não curto muito porque ele é muito viado, mas a gente se diverte.Esteban:Quando te penetrei, notei que você era bem apertadinha.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah, isso, cê vai ver como eu tô te falando, Juan Carlos e Miguel não têm o mesmo tamanho que o seu — Isso me surpreendeu porque eu tinha um tamanho bem mediano, na real, por ser um pouco grande e corpulento, ela parecia pequena em comparação com meu corpo, gira mais ou menos nos 16x7 — ou seja, eles são menores, além de que não recebi tantas penetrações ultimamente. Juan Carlos é obcecado pelo Miguel, adora machucar ele, e o Miguel adora isso.Esteban:Como seria o estrago?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Uma vez, o Juan Carlos me mandou ir na quitanda e comprar o pepino mais grandão que eu encontrasse. Era enorme, devia ter uns 30 cm e a grossura do meu pulso. De noite, ele penetrou ela com aquele pepino e muito óleo de bebê, enquanto eu chupava ele e batia uma pro Miguel, que gritava de dor. Mas depois de um tempo, ele gozou muito forte. O Juan Carlos tirou o pepino e, com o pau dele meio duro, penetrou ela. Ele exigiu que eu continuasse batendo uma pro Miguel e enfiasse dois dedos no cu dele. Uns minutos depois, os dois gozaram, mas eu fiquei na mão e tive que me segurar, porque levamos o Miguel pro hospital pra remendar o rabo dele — ele terminou dizendo com um sorriso de canto.
Já era noite e a gente tinha conversado por mais de duas horas. Mostrei a casa pra ela, o quarto dela, embora tenha dito que ela ia dormir comigo. Dei o outro quarto pra ela guardar as poucas coisas dela, ela só tinha trazido uma mochila com uma muda de roupa. Ela pediu pra tomar banho, e foi o que fez.
Eu, enquanto isso, ficava pensando em tudo. Nela, ela realmente me parecia uma coitada, que tinha visto no Juan Carlos um salvador, com autoestima baixíssima. Eu via ela como um pintinho molhado, uma mulher que dava muita importância pro sexo e que, ultimamente, tava muito insatisfeita. E a outra parada é que ela era totalmente submissa ao dono dela, era uma sumissa, mas também tava com ele por comodidade. Também vi medo quando ela falou dos homens maus que o dono dela devia, e um toque de irritação ou nojo do Miguel. Outra coisa que notei é que o Juan Carlos mantinha ela longe dos excessos, mal saía de casa com ela, deixava ela isolada do mundo e dos problemas dela.
Quanto ao Juan Carlos, vi que ele era pior do que eu imaginava. Eu já sabia que ele era uma víbora, mas isso confirmou que eu não podia confiar nele. Ele tava desesperado e tomando decisão errada atrás de decisão errada. Esse tipo de pilantra é capaz de qualquer coisa.
Quanto a mim, eu não sabia ser um dono. Se por minhas circunstâncias estranhas... Ele era um homem direto e pouco demonstrativo. Mas daí a ser um babaca, tinha uma grande diferença. Eu teria que ver o que fazer, queria ficar com a Ana, ia planejar algo pra isso.
Um pouco mais tarde, chegou a pizza que eu tinha pedido. Enquanto a gente conversava aquele tempo todo, a conversa era leve, mas agradável. Avisei que ela trabalharia pra mim naquele mês, que eu ia ensinar ela, e ela concordou. Terminando, preparei uns drinks, vodka com suco de laranja. Ela disse que não tava acostumada a beber, mas aceitou mesmo assim. A gente conversou mais um pouco na sala e, sem perceber, ela já tinha tomado três copos. A ideia não era embebedar ela, mas sim fazer ela relaxar e se soltar.
Já no quarto, dava pra notar que ela tava um pouco afetada pela bebida. Mas não chegava a estar bêbada perdida. Puxei ela pra perto de mim, segurando pela cintura. Quando nossos corpos estavam colados, peguei ela pelo pescoço, sem violência, com meu polegar acariciando a bochecha dela e fazendo ela levantar a cabeça pra me olhar, enquanto minha outra mão continuava acariciando a cintura dela. Via os olhos lindos dela, o cabelo castanho claro. Não me segurei mais, não precisei me abaixar muito porque ela é bem alta. Me aproximei da boca dela e dei uma longa lambida nos lábios dela, tão lindos e tentadores, pra continuar com um beijo possessivo. Queria devorar ela naquele beijo. Enquanto isso, minha mão tinha descido da cintura e tinha feito uma das bundas dela de prisioneira, apertando. Depois de uns minutos nos comendo de boca, porque sim, ela também colaborava e muito, dava pra ver que era uma mulher carente. Puxei as alças do vestido dela e ele caiu no chão. Ela tava com um conjunto de lingerie bem simples.Esteban:Termina de se despir.
Falei enquanto fazia o mesmo. Voltamos a nos beijar com paixão, nos separamos para respirar. Levantei ela como se fosse uma pluma e a levei pra cama, ela era alta, mas magra, com uns peitos médios bem tentadores e uma bunda pequena, mas empinada, que me deixava louco. Já na cama, pedi pra ela subir em cima de mim pra fazer um 69, ela ficou me olhando, como se não entendesse, tive que repetir e ela fez na hora. Senti sobre mim o corpo quente dela, como ela se esticava, como com as mãos delicadas pegava meu pau, e a boca dela engolia ele aos poucos, chegou um pouco além da metade, mas começou um trabalho muito bom de meter e tirar, e muito prazeroso, principalmente.
Eu, como sou grande, tinha de cada lado as pernas dela bem abertas, me mostrando uma paisagem das mais lindas que um homem pode ver, uma vulva rosada e molhada, um pouco mais acima o asterisco do cu dela, tudo a centímetros do meu rosto. Comecei a saborear essa iguaria com lambidas que iam do monte de Vênus até o cu dela, no começo ela abafou um gemido no meu pau, mas se recuperou e continuou com a tarefa de me chupar. Segui com meu objetivo mais umas duas vezes, pra me concentrar exclusivamente nos lábios dela. Ana tentava se concentrar, mas o tesão dela tava no auge, então foquei no clitóris dela, brincando com minha língua nele. Nessa hora, ela não conseguiu mais continuar o boquete, apoiou a cabeça na minha virilha e continuou estimulando meu pau com a mão. Já era hora, ataquei o clitóris dela chupando, a buceta dela era uma fonte, ela não se segurou e, como pôde, me pediu permissão pra gozar, claro que deixei. Ela teve um orgasmo espetacular, mesmo tendo molhado minha cara toda, foi realmente forte e ela cravou as unhas nas minhas coxas, a buceta dela se contraía e jorrava fluido a centímetros do meu rosto, enquanto eu passava a língua por toda a área pra prolongar o orgasmo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Desculpa, meu senhor, me perdoa, eu não consegui me segurar— foi a primeira coisa que ele me disse assim que se recuperou um pouco.EstebanDe quatro, sua puta, que vou te castigar.
Ela obedeceu na hora, que vista gostosa. Sem perder tempo, dei um tapa com a mão em cada uma daquelas bundas lindas, ela nem reclamou. Na sequência, me aproximei do cu dela e comecei a chupar, dando muita língua e saliva, fiquei ali um tempão. A buceta dela não parava de escorrer fluxo. Fui por trás dela, meu pau tava explodindo, duríssimo e com todas as veias saltadas, parecia o cassetete de um policial de choque pronto pra quebrar alguma coisa, e eu sabia que era. Enfiei na buceta dela de uma estocada, tava bem lubrificada mas era muito apertada, foi muito gostoso, ela soltou um gemido. Peguei um pouco do fluxo que saía cada vez que eu metia e levei pro cu dela, e com o polegar comecei a penetrar ele, e mesmo parecendo que não podia escorrer mais fluxo, a buceta dela virou um vulcão, que jorrava lava quente, aproveitei e enfiei dois dedos no cu dela, e a coisa tava muito quente entre nós.Esteban:Passa o pote de creme que tá na gaveta do criado-mudo.
Pego um pote de creme lubrificante, ela já sacou pra que era, vi um pouco de medo na cara dela olhando pro meu pau como tava. Fiz sinal pra ela e ela voltou a ficar de quatro, lubrifiquei bem o meu membro, e também os dedos, peguei dois dedos e enfiei no cu dela, e outros dois na buceta, enquanto a outra mão massageava o clitóris dela. Uns dois minutos depois ela já tava tão molhada quanto antes de tudo ter parado. Eu já não aguentava mais, me posicionei atrás dela e apontei meu pau, fiz força e entrou só um pouco, fiz mais força e a cabeça entrou, realmente tava muito apertado aquilo, desci a mão e comecei a estimular o clitóris dela, enquanto aos poucos ia enfiando mais carne naquele buraco apertado. Umas palmadas na bunda e ela relaxou um pouco o cu e entrou tudo, ela ainda tava tensa então esperei ela relaxar, estimulava os peitos dela, clitóris, me abaixei e beijei o pescoço e as orelhas dela. Aí ela relaxou.Esteban:Agora você vai ver o que é um macho de verdade.
Primeiro, comecei com um mete e tira suave, pra ela dilatar bem, enquanto derramava lubrificante no cu dela. Eu já não aguentava mais, então parti pra uma penetração mais funda e forte. Enquanto beliscava com uma mão o peito dela e com a outra a bunda, ela não parava de gemer, e quando senti um calor insuportável nas minhas costas que descia pros meus ovos, ela começou com um gemido longo e o cu dela apertou forte meu pau, eu não aguentei mais e gozei dentro das tripas dela. Tinha sido tudo muito intenso, nós dois caímos na cama, quase mortos, e eu pensei: essa gostosa tem que ser minha.
3 comentários - Paguei uma dívida com uma gostosa