Ao sair no 3º andar, levei ela pela mão até as escadas de serviço. Subimos um andar pela escada e no 4º andar ainda não tinham montado nada, só o teto e as janelas de vidro colocadas, com as ferramentas dos pedreiros de um lado, materiais do outro, terra e umas mesas de madeira improvisadas com tábuas... Mas com uma vista panorâmica para todos os lados e, claro, no escuro. Fomos andando com cuidado até um canto onde tinha uns materiais, ela não soltava minha mão, parecia não acreditar, o lugar era incrível, então ali mesmo nos beijamos, mais calmos e mais suaves.
Começamos a tirar a roupa, devagar, eu aproveitando para olhar o corpo todo dela, passar a mão suavemente onde dava. Ela tinha uns pezinhos durinhos e lindos. No momento em que ficamos os dois pelados, nos beijamos de novo e, devagar, virei ela de costas. Ela apoiou as mãos no vidro e, bem lentinho, enfiei a cabeça da piroca na buceta dela, depois o tronco todo, e tirava de volta pra brincar com a cabeça nos lábios dela, umas quantas vezes enquanto ela se esticava pra eu meter mais fundo, com uma vista de tudo que rolava lá embaixo na rua.
Quanto mais eu bombava, mais ia enfiando o dedo no cuzinho dela — sempre faço isso pra ver se elas gostam — e numa hora aquela raba comeu meu dedo inteiro. Foi quando comecei a meter mais forte até quase gozar, mas ela saiu, virou de frente pra mim e começou a me beijar de novo. Fomos até uma das tábuas, ela sentou, abrindo as pernas, se oferecendo toda, e eu, louco por ela, fui sem pensar. Beijei cada peito, cada ombro, o pescoço todo, mordi as orelhas, os bicos dos peitos, os dedos. Ela me masturbava e me acariciava ou arranhava as costas, dependendo do que mais gostava que eu fizesse, eu fazia com mais intensidade. Ela pegou na minha piroca e enfiou de uma vez, jogando o corpo pra trás e abraçando as pernas na minha cintura. Já tava no meu limite, dei umas 4 ou 5 bombadas nessa buceta e gozei, explodindo toda a barriga dela com porra, espirrando jorros pelo corpo todo minha tesão, e ela cruelmente me dizendo "já queria ela toda, mas agora quero mais". Passando a mão pela barriga dela, recolhendo os restos de sêmen e levando a mão à boca para provar um pouco de tudo que ela tinha me provocado. Ela se levanta na minha frente e diz: "agora senta você". Dou um tapinha suave nela e falo: "não esquece quem manda aqui". Ela sorri e responde: "eu sei, mas quero te chupar muito porque sou uma puta, mas limpa, e não quero deixar nada sujo em você". Sentei e ela começou a chupar meu pau como uma gênia, primeiro me masturbando sem parar porque achava que ia broxar depois de ter gozado, depois brincando com a língua e a cabeça do pau, descendo até as bolas e enfiando elas inteiras na boca, sempre constante na masturbação, na saliva e naqueles barulhos lindos que fazem quando chupam seu pau e gemendo. De vez em quando, passava o pau nos peitos enquanto cuspia neles. Era difícil de ver porque estava tudo escuro, mas relaxei e me deixei levar. Num momento, ele estava duríssimo de novo. Ela tentou subir na mesa pra sentar no meu pau, mas ia cair, então levantamos, pegamos a roupa e saímos correndo pelados pelas escadas de serviço até o segundo andar, onde entramos no apartamento. Deixei minha roupa em cima da cama e coloquei ela no banheiro. Começamos a nos beijar de novo e ela jogou a roupa dela em cima do móvel do banheiro. Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau de novo, agora mais forte, como uma puta bem tesuda. Ela enfiava o pau até o fundo, o máximo que podia, pra provocar ânsia. Agora tinha luz, então eu podia ver tudo. Pedi pra ela colocar os óculos enquanto me chupava, isso me deixou louco, era um sonho ver como ela me olhava bem puta enquanto me chupava. Mandei ela levantar e comecei a beijar o pescoço dela, beliscar os mamilos e esticá-los, enquanto a beijava e a masturbava. Na frente do espelho pra ela se ver e a gente se ver, entramos no chuveiro com água quente, ela ficou de quatro e começamos a trepar de novo, mas dessa vez eu não ia ficar na vontade, aproveitei pra enfiar o dedo no cu dela, agora dava pra ver com luz, um furinho rosado brilhante em volta daquela pele branca e macia, quando entrei inteiro falei pra ela ficar de quatro, subi em cima dela e meti a pica no cu dela, custou, mas entrou, ela gemia enquanto a água caía na gente, eu saio e ela levanta, eu deito e ela começa a montar em mim, a rebolando de um lado pro outro enquanto a água escorria no corpo dela e eu apertava as pernas dela, as coxas, levantava pra chupar os peitos dela, até que ela joga o corpo pra frente e começa a me foder com força sem deixar minha pica sair de dentro dela, uma vez e outra e outra e outra até que eu seguro ela pela cintura e faço força pra ela levantar e gozo tudo assim que sai, ela começa a esfregar a bucetinha dela na minha pica toda melada de leite, até que se joga de novo em cima de mim e fala "gozei um monte de vezes essa noite", a gente levantou, tomou banho enquanto se beijava, se vestiu e eu saí do banheiro pra pegar meu celular e tinha uma mensagem da minha namorada dizendo "te espero no apê de cima com meus pais, fui te procurar no apê mas vi a roupa na cama e você tava no chuveiro, então vim tomar um café". Meu sangue gelou, então, com maior disfarce, a "J" saiu do banheiro, entrou no elevador e foi embora, enquanto eu subi de boa pro apê do meu sogro tomar café...
Começamos a tirar a roupa, devagar, eu aproveitando para olhar o corpo todo dela, passar a mão suavemente onde dava. Ela tinha uns pezinhos durinhos e lindos. No momento em que ficamos os dois pelados, nos beijamos de novo e, devagar, virei ela de costas. Ela apoiou as mãos no vidro e, bem lentinho, enfiei a cabeça da piroca na buceta dela, depois o tronco todo, e tirava de volta pra brincar com a cabeça nos lábios dela, umas quantas vezes enquanto ela se esticava pra eu meter mais fundo, com uma vista de tudo que rolava lá embaixo na rua.
Quanto mais eu bombava, mais ia enfiando o dedo no cuzinho dela — sempre faço isso pra ver se elas gostam — e numa hora aquela raba comeu meu dedo inteiro. Foi quando comecei a meter mais forte até quase gozar, mas ela saiu, virou de frente pra mim e começou a me beijar de novo. Fomos até uma das tábuas, ela sentou, abrindo as pernas, se oferecendo toda, e eu, louco por ela, fui sem pensar. Beijei cada peito, cada ombro, o pescoço todo, mordi as orelhas, os bicos dos peitos, os dedos. Ela me masturbava e me acariciava ou arranhava as costas, dependendo do que mais gostava que eu fizesse, eu fazia com mais intensidade. Ela pegou na minha piroca e enfiou de uma vez, jogando o corpo pra trás e abraçando as pernas na minha cintura. Já tava no meu limite, dei umas 4 ou 5 bombadas nessa buceta e gozei, explodindo toda a barriga dela com porra, espirrando jorros pelo corpo todo minha tesão, e ela cruelmente me dizendo "já queria ela toda, mas agora quero mais". Passando a mão pela barriga dela, recolhendo os restos de sêmen e levando a mão à boca para provar um pouco de tudo que ela tinha me provocado. Ela se levanta na minha frente e diz: "agora senta você". Dou um tapinha suave nela e falo: "não esquece quem manda aqui". Ela sorri e responde: "eu sei, mas quero te chupar muito porque sou uma puta, mas limpa, e não quero deixar nada sujo em você". Sentei e ela começou a chupar meu pau como uma gênia, primeiro me masturbando sem parar porque achava que ia broxar depois de ter gozado, depois brincando com a língua e a cabeça do pau, descendo até as bolas e enfiando elas inteiras na boca, sempre constante na masturbação, na saliva e naqueles barulhos lindos que fazem quando chupam seu pau e gemendo. De vez em quando, passava o pau nos peitos enquanto cuspia neles. Era difícil de ver porque estava tudo escuro, mas relaxei e me deixei levar. Num momento, ele estava duríssimo de novo. Ela tentou subir na mesa pra sentar no meu pau, mas ia cair, então levantamos, pegamos a roupa e saímos correndo pelados pelas escadas de serviço até o segundo andar, onde entramos no apartamento. Deixei minha roupa em cima da cama e coloquei ela no banheiro. Começamos a nos beijar de novo e ela jogou a roupa dela em cima do móvel do banheiro. Ela se ajoelhou e começou a chupar meu pau de novo, agora mais forte, como uma puta bem tesuda. Ela enfiava o pau até o fundo, o máximo que podia, pra provocar ânsia. Agora tinha luz, então eu podia ver tudo. Pedi pra ela colocar os óculos enquanto me chupava, isso me deixou louco, era um sonho ver como ela me olhava bem puta enquanto me chupava. Mandei ela levantar e comecei a beijar o pescoço dela, beliscar os mamilos e esticá-los, enquanto a beijava e a masturbava. Na frente do espelho pra ela se ver e a gente se ver, entramos no chuveiro com água quente, ela ficou de quatro e começamos a trepar de novo, mas dessa vez eu não ia ficar na vontade, aproveitei pra enfiar o dedo no cu dela, agora dava pra ver com luz, um furinho rosado brilhante em volta daquela pele branca e macia, quando entrei inteiro falei pra ela ficar de quatro, subi em cima dela e meti a pica no cu dela, custou, mas entrou, ela gemia enquanto a água caía na gente, eu saio e ela levanta, eu deito e ela começa a montar em mim, a rebolando de um lado pro outro enquanto a água escorria no corpo dela e eu apertava as pernas dela, as coxas, levantava pra chupar os peitos dela, até que ela joga o corpo pra frente e começa a me foder com força sem deixar minha pica sair de dentro dela, uma vez e outra e outra e outra até que eu seguro ela pela cintura e faço força pra ela levantar e gozo tudo assim que sai, ela começa a esfregar a bucetinha dela na minha pica toda melada de leite, até que se joga de novo em cima de mim e fala "gozei um monte de vezes essa noite", a gente levantou, tomou banho enquanto se beijava, se vestiu e eu saí do banheiro pra pegar meu celular e tinha uma mensagem da minha namorada dizendo "te espero no apê de cima com meus pais, fui te procurar no apê mas vi a roupa na cama e você tava no chuveiro, então vim tomar um café". Meu sangue gelou, então, com maior disfarce, a "J" saiu do banheiro, entrou no elevador e foi embora, enquanto eu subi de boa pro apê do meu sogro tomar café...
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