Segunda-feira no cinema pornô de Mendoza geralmente não rola nada. Nas poucas vezes que fui, no máximo tem umas 4 ou 5 pessoas. É jogar dinheiro fora na entrada, por isso nunca ia às segundas. Nessa segunda em especial, eu tinha que visitar uns clientes e um deles cancelou, então fiquei com várias horas livres. Aí, lá pelas 16h, entrei no cinema de última pra bater uma punheta. Só tinha mais três pessoas: duas delas estavam fazendo uma punheta cruzada nas poltronas e o outro tava dormindo sentado. Passou mais de uma hora até que alguém entrou na sala. Era um cara de uns 40 anos, dava pra ver que era a primeira vez que entrava num cinema desses. Assim que entrou na sala, olhou pra todo lado e, meio tímido, sentou numa poltrona e ficou vendo o filme. Eu tava vendo o filme enquanto batia uma na minha poltrona. O casal que tava na punheta cruzada foi pros reservados e o outro continuava dormindo. Então só nós dois estávamos vendo o filme. De vez em quando eu olhava pro cara novo, que tava se massageando o pau por cima da calça. Aí ele levantou e, com um medo visível, foi pro banheiro. Quando saiu do banheiro, sentou em outra poltrona diferente da que tava antes. Sentou lá no fundo, do lado do corredor, onde a sala era mais escura. Às vezes, quando eu olhava, dava pra ver que ele tinha tirado o pau pra fora e tava se masturbando. Quando percebia que eu tava olhando, escondia o pau rapidinho na calça. Dava pra ver que o cara tava muito nervoso e não conhecia bem o lugar. Eu entendia o nervosismo dele, porque já passei por isso na primeira vez que fui ao cinema e também não sabia direito o que tava procurando ali. Então levantei da minha poltrona, fui ao banheiro e, na volta, passei do lado dele e sentei ao lado. Ali mesmo perguntei se era a primeira vez que ele vinha. Com a voz bem trêmula, ele disse que sim. Aí comecei a contar algumas regras do lugar pra quando tem mais gente. Ele ouvia sem dizer nada, só olhando pro filme enquanto escutava. Então de repente ele começou a falar. Me perguntou se vinham mulheres ou travestis. Aí perguntei o que ele procurava, ele não dizia nada. Então falei que naquele lugar ele podia experimentar o que quisesse e ninguém ia falar nada. Isso pareceu acalmá-lo, porque ele me contou que era casado, tinha filhos e que há tempos queria experimentar, que sempre que podia enfiava os dedos no cu e se masturbava procurando a próstata. Aí eu puxei meu pau e comecei a bater uma pra ele, e mandei ele puxar o dele. Ele me obedeceu, abriu a braguilha e tirou um pau curto e grosso. Depois começou a se masturbar bem devagar, olhando como eu fazia também. Então peguei a mão dele e levei até meu pau, fazendo ele me masturbar. Com minha mão, guiei ele de cima pra baixo no meu pau. Quando ele começou a bater uma direitinho, estendi minha mão e comecei a bater uma pra ele também. Ficamos um tempão assim, até que entraram na sala mais dois caras. Ele soltou meu pau e tentou guardar o dele. Aí falei pra ele não se preocupar, que ninguém ia olhar. Peguei a mão dele de novo pra ele continuar me masturbando. Como vi que ele tava muito nervoso, falei pra ele me acompanhar até o quartinho escuro. Guardei meu pau e fomos direto. Ao entrar, dava pra ouvir gemidos, era um casal que tinha entrado há um tempo. Fomos pra um canto, eu puxei meu pau e mandei ele me masturbar de novo enquanto eu abaixava a braguilha dele, tirava o pau dele e começava a bater uma pra ele. Ficamos um bom tempo nos masturbando um ao outro bem devagar. Aí eu abaixei bem minha calça e guiei a mão dele pra ele também massagear minhas bolas. Como dava pra ver que ele não tinha experiência e tava nervoso, eu tentava guiar ele. Abaixei a calça dele também. Com uma mão eu batia uma pra ele e com a outra eu tocava nas bolas dele e no cu dele. Meu pau já não aguentava mais, então peguei ele pelo ombro e fiz ele se inclinar na direção do meu pau. Quando o rosto dele chegou na frente do meu pau, eu podia sentir a respiração dele na minha glande. Como tava escuro, imagino que ele só ficou olhando. Então peguei meu pau e levei até a boca dele. Ele começou a chupar meio sem jeito. Depois de alguns minutos, perdeu um pouco o medo e já chupava meu pau e minhas bolas como se tivesse experiência. Eu aproveitava e esticava a mão pra enfiar no cu dele. Molhava os dedos com saliva e enfiava devagar no cu dele. Às vezes, quando eu enfiava, ele ficava parado com meu pau na boca. Num momento, o casal que estava transando saiu do lugar e ficamos só nós. Então levei ele pro fundo do local e coloquei ele de frente pra parede, com a bunda virada pra mim. Enfiei meu pau entre as pernas dele e comecei a comer as coxas dele, encaixando bem minha pélvis na bunda dele. Ele ficava parado, apoiando as mãos na parede. Aí falei no ouvido dele que não ia rolar nada que ele não quisesse. Então peguei a camisinha que davam na entrada e coloquei no meu pau. Apoiei a mão nas costas dele e guiei ele pra se inclinar pra frente. Também mandei ele abrir as nádegas. Ele se inclinou pra frente e abriu bem o cu. Cuspi na mão e passei bem no cu dele. Depois encostei meu pau na porta do cu dele e, bem devagarinho, comecei a enfiar. Assim que a cabeça entrou, fiquei parado um tempo. Ele continuava com as mãos abrindo as nádegas. Aí comecei a me mexer bem devagar pra frente e pra trás, enfiando o pau no cu dele aos poucos. Quase sem perceber, já tinha enfiado tudo até o fundo. Eu sentia o cu dele dando espasmos que apertavam meu pau. Então comecei a comer ele com mais força. Ele não fazia nenhum som. Só se ouvia algum gemido meu, misturado com o som do filme. Falei pra ele abrir mais as pernas e se apoiar na parede. O corpo dele ficou mais firme apoiado na parede, e aí comi ele com força. Batia forte na bunda dele. Depois de um tempo, já tinha outras pessoas no quartinho. Ele continuava sem fazer nenhum som, e de repente... murmurou que tava doendo muito. Isso me deixou mais excitado e depois de mais 3 metidas violentas, gozei no cu dele. Aí tirei meu pau do cu dele e dei um guardanapo de papel que ele sempre carrega pra ele se limpar. Enquanto ele fazia isso, eu me ajoelhei, agarrei o pau dele e meti na minha boca. Tava úmido, como se tivessem saído umas gotas de porra enquanto eu tava comendo ele. Apertei as bolas dele de leve enquanto chupava o pau, e não demorou muito pra ele gozar. Soltou um jorro forte que me deu ânsia, porque foi direto pra minha garganta. Fiz ele gozar bem e, assim que o pau dele amoleceu, soltei e cuspi a porra. Ele subiu a calça e saiu rapidinho do lugar. Quando voltei pra sala, não vi ele em lugar nenhum. Parece que tinha ido embora. Nunca mais vi ele no cinema. Pelo visto, o heterocurioso se assustou e vazou.
2 comentários - Comi um heterocurioso
y encontrarme uno como vos
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