fantasia com um caminhoneiro

num sábado de manhã eu disse pra ela preparar o mate e me acompanhar pra resolver umas coisas, sem dar muita explicação.
Entramos no carro e comecei a dirigir. Ela me perguntava para onde a gente ia, mas eu disse que ela ia ver, que aguentasse. Saímos na estrada e começamos a andar sem rumo, digamos, mas eu sabia bem onde a gente estava indo.

A gente rodou vários quilômetros, e mesmo que ela estivesse começando a desconfiar de alguma coisa, não conseguia adivinhar o plano todo. Depois de mais de 45 minutos de viagem, eu falei:
Eu: aqui perto tem um posto de gasolina onde param muitos caminhões, vamos dar uma olhada pra ver se você acha algo que te agrada.
Mica: o quê?!?!?! você tá doido?!?!
Eu: por quê? você não queria fazer com um caminhoneiro?
Mica: É, mas não assim... o que eu vou fazer? Parar e procurar um que eu goste e falar "me leva pro caminhão"?
Eu: kkkkkk nãooooo.... eu vou abastecer, você entra na loja e dá uma olhada pra ver se alguma coisa te agrada, e se alguma te interessar tenta puxar papo, depois eu entro.
Mica: sei lá, não tenho coragem. E o que você vai dizer se eu gostar de algum? "Come minha esposa"? não dá...
Eu: mas não, fica tranquila, olha o clima.

Naqueles poucos quilômetros, o nervosismo dela era visível. Chegamos ao posto e fizemos o que combinamos: eu fiquei abastecendo o carro e ela entrou no mercadinho para comprar alguma coisa.
Deixei ela um tempo prudente, uns 10 minutos mais ou menos, e entrei. Na hora notei a cara de nervosa dela e minha decepção foi que ela estava sozinha sentada numa mesa tomando um refri. Quando sentei perguntei e ela disse que não tinha gostado de nenhum, e de fato dei uma olhada e realmente não tinha nada interessante também. Ela disse que queria ir embora, que não estava confortável, e foi isso que fizemos.
O caminho todo de volta ela ficou quieta, mesmo eu tentando animar ela, mas foi em vão, ela não queria falar sobre o assunto.

A semana passou como qualquer outra, e no sábado quase ao meio-dia ela me solta:
Mica: amor, já preparei o mate, vamos dar uma volta?
Me: Come on, let's get out of the house for a bit. Anywhere specific?
Mica: não, né, vamos dar uma volta pra conhecer um pouco os arredores, o que você acha?
Eu: Vamo, vou me trocar e a gente vai (eu já imaginava que ela queria)
Mica: sim, eu também, vou colocar algo mais confortável.

Como de costume, tive que esperar ela terminar de se trocar, e quando ela apareceu a primeira coisa que eu disse foi "opa opa, você tá arrasando, gata!!". Ela só sorriu e disse "naaa, é roupa confortável".
Aquela roupa confortável que eu tava falando era uma camiseta, meio curtinha por sinal, que deixava ver perfeitamente aquele bumbum lindo bem delineado por uma legging de lycra que desenhava as nádegas perfeitamente.

Já no carro, perguntei se ela queria ir pro mesmo lugar da outra vez, mas ela disse pra gente conhecer pro outro lado, então começamos a percorrer a estrada. Cada vez que víamos um posto de gasolina, ela me pedia pra parar, dizia que ia dar uma olhada na lojinha e que me avisava se precisasse entrar.
A gente parou em 3 postos diferentes, mas nada. Ela saía poucos minutos depois de entrar. Mas olha, os olhares que os frentistas, os caminhoneiros, os caras em geral e qualquer um que passava dava nela eram de matar. E não era pra menos, aquela legging era uma tentação.

Já um pouco desiludidos e meio longe de casa, vimos a placa de um posto de gasolina que estava a 5 quilômetros, ela me disse "a última". Quando chegamos, era bem pequeno e bem velho, mas tinha vários caminhões parados, até mais do que nos anteriores. Ela entrou na lojinha, mas saiu rápido e me disse: vou dar uma olhada naquele restaurante, te mando uma mensagem se rolar alguma coisa.

Eu não tinha muita esperança, mas depois de uns 5 minutos comecei a perceber que algo estava acontecendo. Mandei algumas mensagens, mas ela não lia, até que respondeu: "Entra, o lugar tá legal pra comer alguma coisa". Tentei não me empolgar muito e entrei o mais tranquilo que pude.
Logo que entrei vi que tinha muita gente comendo, a maioria caminhoneiros ou viajantes porque estavam sentados sozinhos, até que olhando um pouco mais vejo minha esposa e um cara sentados numa mesa.

Quando eu me aproximava, a Mica me fez sinais e quando cheguei à mesa ela nos apresentou.
Mica: amor, te apresento o Marcelo. Ele é meu marido (apontando para mim).
Marcelo: e aí, como você tá?
Eu: Tudo bem, e você?
Marcelo: bem, obrigado.
Mica: você senta, amor? Tô morrendo de fome e o Marcelo falou que come bem aqui.
Eu: É? Come bem? (com um tom meio cortante, queria dar uma marcada no território)
Marcelo: o melhor parador da estrada. Se te incomoda, eu vou pra outra mesa, ela me disse que me sento.
Eu: mas não, fica tranquilo. O que você me recomenda?
Marcelo: o que você quiser, mas o churrasco é foda.
Mica: mmmm que delícia!!! O chori é bom?
Marcelo: o melhor, pede de boa.

A conversa seguiu bem agradável, falamos um pouco sobre cada um, claro que nós dissemos que estávamos viajando para Córdoba e ele nos contou que ia até a Bolívia. Era um cara de 35 anos, divorciado, alto, grandão, moreno e um pouco desleixado (tinha uma barriguinha, mas nada exagerado). A Mica perguntou como ele fazia para dormir e ele explicou que o caminhão dele tinha cama e várias comodidades, que era um caminhão grande. Ele até falou o modelo e tal, mas eu não entendo nada de caminhões e essas coisas. Nunca falamos de sexo nem nada do tipo, foi uma conversa amigável por todos os ângulos, mesmo com a Mica soltando uns comentários de duplo sentido, que não eram respondidos pelo caminhoneiro.

Quando terminamos, a gente quis pagar a conta, mas ele recusou e cada um pagou o seu. Nos despedimos, eu observei bem qual era o caminhão dele (era um azul com vermelho) e saímos. Nós fomos na frente dele e, pela velocidade, tiramos vários quilômetros de vantagem, tempo que aproveitei pra conversar com a Mica sobre o assunto.

Eu: E aí? Curtiu o Marcelito?
Mica: hmm, pode ser...
Eu: E aí... vai ou não vai?
Mica: bom, sim, mas não sei se ele vai querer.
Eu: ok, agora vou parar e vou fingir que o carro tá com problema, você se vira aí, agora é trabalho seu isso.
Mica: o quê?!?! e o que eu vou dizer pra ele?
Eu: sei lá, é problema seu, não posso fazer tudo, se vira, você tem uns 10 ou 15 minutos pra pensar até a gente se encontrar.

Fiz o que falei, parei no acostamento, levantei o capô, coloquei o pisca-alerta e fiquei parado atrás do carro esperando. Mesmo a estrada não sendo muito movimentada, passaram alguns carros e caminhões, até alguns fizeram sinal perguntando se eu precisava de ajuda, mas eu acenei que não com a mão, até que lá longe avistei um caminhão azul.
Eu não tinha certeza se ia dar certo, mas acabou que deu. Quando o Marcelo viu nosso carro parado, reduziu a velocidade e estacionou no acostamento uns 100 metros à nossa frente.
Ela desceu e veio perguntar o que aconteceu. Aí a Mica desceu do carro e testemunhou nossa conversa.

Marcelo: o que rolou?
Eu: nada, só deu uma esquentadinha, só isso.
Marcelo: mas quebrou alguma coisa? Deixa eu ver... (começou a olhar o motor)
Eu: não não, de boa, isso sempre acontece, esse carro esquenta mesmo, tenho que esperar meia hora mais ou menos e seguimos viagem.
Marcelo: você vai ter que fazer ele ver, não é normal ficar com tanto tesão do nada assim.
(a conversa seguiu pelo caminho mecânico do qual não entendo nada, até que eu disse de novo)
Eu: de boa, é só pra esquentar na estrada. (aí minha esposa entrou na conversa)
Mica: igual a mim!

Nós dois olhamos para ela, principalmente o Marcelo, que ficou completamente sem reação com o comentário.

Mica: E sim, tá um calor do caralho aqui e sem ar nem nada. Já te falei pra trocar de carro.
Eu: e o que você quer que eu faça, não dá pra ligar o ar-condicionado com o carro assim.
Mica: nossa, tô morrendo de calor aqui, olha como eu tô toda suada.
Eu: bom, amor, sei lá, vai pra sombra, não posso fazer mais.
Mica: (com tom de irritação) Que porra de sombra, não tem uma árvore aqui, preciso de um ar-condicionado, meu bem... (a atuação da minha esposa era digna de um Oscar).
Eu: e o que você quer que eu faça, amor.
Mica: Marce, você tem ar-condicionado no caminhão?
Marcelo: eita, claro que vai ter, po.
Mica: me empresta um pouco?
Marcelo: ehhh, sei lá (olhou pra mim)
Eu: talvez ele tenha que ir rápido, não coloque ele em compromissos, amor.
Mica: você tem que ir embora? Ou me empresta sua caminhonete um pouco?
Marcelo: (ele hesitou bastante, talvez achou que a gente queria roubar ele ou algo assim): ehh bom, mas eu fico na caminhonete, não posso deixar ela sozinha ligada, desculpa.
Eu: Se não tiver drama, eu fico aqui esperando pra ver se a temperatura baixa
Macerlo: Beleza, vai lá.

Enquanto o Marcelo ia embora, agarrei a Mica e falei: "Olha só, se ele for embora a gente tá fudido". Ela me disse pra me acalmar, que ele parecia um cara legal. Dei camisinhas pra ela e falei pra se cuidar, a gente nem conhecia ele. Ela toda animada foi se aproximando do caminhão.
Marcelo entrou pelo lado do motorista e abriu a porta por dentro para minha esposa, que subiu na hora.
Passou mais de meia hora e meus nervos só aumentavam, até que vejo a porta abrir e a Mica descer. Enquanto se aproximava, ela foi se arrumando um pouco e vinha toda sorridente.

Quando ela estava quase chegando onde eu estava, vejo o Marcelo descer e vir na nossa direção. Perguntei como pude pra Mica se tava tudo bem e ela fez sinal de que sim, enquanto me mostrava a língua sorrindo.

Marcelo: e já tentou arrancar? Aposto que a tesão já passou.
Eu: não não, agora eu experimento.

Subi no carro e liguei, que obviamente ligou perfeito, não tinha nada de errado. Desci e ficamos conversando um pouco, tipo disfarçando, e depois nos despedimos.
Quando entrei no carro, a primeira coisa que perguntei à minha esposa foi
Eu: E aí? comeu ela?
Mica: jaaa... óbvio, amor.
Eu: me conta o que rolou?
Mica: vai saindo que eu vou te contando

Foi isso que fiz e quando passamos por Marcelo, que estava esperando a gente arrancar, dei uma buzinada e fomos nos afastando, até chegarmos num povoado, entramos e esperamos um tempinho ele passar pra voltar pra casa, já que era na direção contrária.
Já na estrada de novo, eu disse pra minha esposa: "E aí?!?!? Conta o que aconteceu!

Antes de me contar tudo que aconteceu, ela disse: "calma, eu conto, mas não interrompe, tá?". Dei o OK e ela começou a me contar (relato conforme ela ia me dizendo).

Subi na caminhonete e fiquei sentada no lugar do carona, e o Marce me perguntou se a temperatura estava boa ou se eu queria mais frio no ar. Eu disse que estava bom assim, senão ia pegar um resfriado, mas que estava com muito calor acumulado e perguntei se ele podia tirar minha camiseta.

Ele me disse que sim, óbvio, e até me ajudou a tirar ela. Continuamos conversando por uns minutos, principalmente eu falando que o caminhão era bonito e outras bobagens, e perguntei onde era que ele dormia. Ele apontou que era atrás, e puxou uma cortininha. Aí eu vi a cama e comecei a perguntar bobagens, se era confortável e essas coisas.
Num momento ele me pergunta se o calor tinha passado e eu disse que não totalmente, que a legging não estava me deixando refrescar completamente e ele, num tom de brincadeira, disse "então tira ela". Eu respondi que seria uma boa ideia, mas que precisava de um lugar mais confortável que o banco para tirar, se ele me emprestava a cama. Ele quase morreu quando eu disse isso, e óbvio que respondeu que sim, que fique à vontade.

Ele me ajudou a passar para trás e, como pude, puxei minha legging para baixo dando as costas pra ele, óbvio que minha bunda ficou em primeiro plano. Quando terminei de tirar, perguntei se podia deitar um pouco e ele disse que claro, então me deitei de bruços e comecei a dizer que a cama era muito confortável, me mexendo como se estivesse curtindo o colchão.

(Eu a interrompi e, agarrando seu braço, disse "me faz um boquete agora, não aguento mais". Ela disse que não, que era perigoso porque eu estava dirigindo, então parei no acostamento, desabotoei o cinto e tirei o pau enquanto pedia "vai, por favor, não aguento mais". Ela, rindo, se inclinou sobre minhas pernas e começou a me chupar bem devagar enquanto eu continuava dirigindo).

Enquanto eu continuava curtindo a cama, ele me perguntou: "seu marido não vai ter problema de você estar pelada aqui?" e eu respondi: "isso é problema do meu marido, não meu nem seu". Ele esboçou um sorriso sem tirar os olhos da minha bunda nem por um segundo, babando de vontade.
Eu já estava bem excitada com a situação e perguntei se ele não podia me fazer uma massagem. Em poucos segundos ele já estava ajoelhado na frente da cama, obviamente de frente pra mim, e pediu permissão pra me massagear. Eu respondi: "Claro, vai logo senão o carro esfria", dando a entender que ele devia se apressar um pouco.
Ele começou massageando minhas costas e desceu até minha cintura, até que em um momento passou as mãos pela minha bunda e continuou até meus pés.

Eu disse "hmmm que massagem gostosa" quando ele passou pela minha bunda minúscula e ele entendeu minha indireta, porque nos meus ombros ele nem chegava mais com as massagens, eram todas entre minhas pernas e minha bunda. Eu ficava falando "hmmm que delícia" e ele cada vez mexia mais, até já passava as mãos pela minha virilha e roçava minha buceta. Em um momento ele me disse "que bunda linda que você tem, a mais bonita que vi na vida" e eu que já estava muito excitada disse "obrigada!! não quer comer minha buceta?" Ele soltou uma gargalhada e disse "sério? posso?" e eu respondi "é toda sua". Ele subiu em cima de mim, vamos dizer, se posicionou mais pra baixo, e sem muita enrolação puxou minha calcinha e começou a chupar minha bunda minúscula como um louco.

(Nessa altura eu já tava de olhos fechados imaginando a cena e com o pau quase explodindo, mesmo a Mica mal tendo me chupado, e eu falei "ahhh que putinha safada você é, amor, ele comeu bem?" Ela deu uma risadinha e continuou contando).

A posição não era muito confortável, mas o cara me deu umas lambidas tão profundas que me fizeram começar a gemer que nem uma louca. Em um momento ele me disse para sentar na cama e abrir as pernas, ele mergulhou no meio e começou a comer minha buceta como um desesperado. Eu agarrava a cabeça dele e pressionava enquanto gemia feito doida, e em um momento falei: "Come toda minha buceta, me faz sua". Pela cara que ele fez, não podia acreditar, ele baixou as calças até os joelhos e quis me enfiar, mas eu disse para ele pegar minha mochila que tinha camisinhas. Ele disse: "É verdade, para aqui eu tenho", e abriu uma bolsa e tirou um monte de preservativos. Colocou um às pressas e se jogou em cima de mim.

Soltei um grito de prazer, mas ele achou que tinha me machucado e parou, mas logo eu disse "vai, me come, me comeeee" e ele ficou doido e começou a me foder com tudo enquanto agarrava meus peitos e tentava me arrebentar.
Ele não aguentou muito, dava pra ver que ele estava muito excitado e em poucos minutos ele gozou e ficou deitado nos meus peitos enquanto eu acariciava as costas dele.
Pouco tempo depois, ele se levantou e saiu da minha buceta, e pude ver a quantidade de porra que tinha na camisinha, era impressionante. Eu peguei no pau dele, tirei a camisinha e fiquei olhando a quantidade de sêmen que tinha, e disse: "Epa, você tava carregado, hein!", mas ele me respondeu que não, que ele sempre gozava assim, uma quantidade enorme.

Eu não conseguia acreditar, amor, pra falar a verdade devia ser fácil o triplo de porra que você solta. Ele pegou a camisinha e jogou num saquinho de lixo. Me olhou e disse: "vamos de novo?". Eu falei: "claro que sim". Na hora ele se jogou entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta, uns minutinhos e o pau dele já estava duro de novo. Colocou outra camisinha e começou a me comer com vontade. Por sorte agora ele aguentou um pouco mais e eu consegui gozar também. Daqui a pouco ele gozou de novo e quando tirou mostrou a camisinha pra mim e era verdade, tinha a mesma quantidade de porra que a anterior, era uma loucura... quer ver?

(abri os olhos, olhei pra ela e disse: "como assim, quero ver?". Ela falou: "trouxe de presente pra você, corno, tá na mochila". Pedi pra ela me mostrar e era verdade, tava na mochila com um nó, a putinha, e ela me mostrava dizendo: "olha quanto porra, e essa era só a segunda". Na real era uma nojeira de porra. Falei: "joga isso fora, puta, e vem engolir a minha enquanto me conta, vai". Ela continuou contando e me chupando)

Depois disso ele voltou a dar umas lambidas na minha buceta, mas disse que já tinha passado meia hora, que você ia desconfiar, então começamos a nos vestir. Ele falou que se tivesse mais meia hora ele gozava mais duas vezes, que eu era uma deusa e coisas assim, nada muito além... ahhh ele me convidou pra viajar com ele pra me foder várias vezes por dia hahaha.

Agarrei ela pela nuca e fiz ela terminar o boquete enquanto perguntava se ela queria ser a putinha do caminhoneiro. Ela não dizia nada, tinha meu pau na boca, mas quando acabou tudo e enquanto limpava meus restos de porra que estavam nos lábios dela...
fantasia com um caminhoneiro

8 comentários - fantasia com um caminhoneiro

tremendo relato!!! Me calenté mal!!! jajaja
Diosa Mica +10!!!
Que bestia por dios.lo que debe ser en acción esa mujer.ya la veo provocando.con este relato me sacaron leche
Esa colita necesita un buen Macho q la domine...
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Excelente relato excelente Mika saludos dejo puntos 10