4. Noite de troca em hotel de San Telmo

—Deixa eu fazer ele gozar? — pergunta a puta gostosa da minha namorada.


Não precisa dizer nada. Absolutamente nada.


Naquele quarto de hotel, tava rolando a guerra que sempre quis.


Me acomodo no sofá com a buceta ainda molhada, respirando fundo, mas sem perder nada. Porque o que tenho na minha frente é arte. O show estava prestes a começar de novo e eu tenho o melhor lugar.


Flor agarra ele pela pica, que continua dura como uma lança, e sem dizer nada, guia ele até a cama. Sobe, fica de quatro, arqueia bem as costas e empina a bunda.


—Me come de quatro —ela diz, sem olhar pra ele, com aquela voz de puta que me quebra a cabeça.


O loiro se acomoda atrás, segura a própria pica com uma mão e com a outra abre os lábios da buceta dela, que brilha toda molhada. Encosta na entrada e começa a empurrar devagar, brincando.


Vejo como a cabeça da piroca dele vai entrando, roçando os lábios rosados, que se abrem igual uma flor. Entra devagar, com aquela pressão gostosa que faz ela soltar um gemido baixinho, cheio de prazer.


E eu ali, olhando eles, não aguento mais. Pego minha pica com uma mão e começo a bater uma, devagar, vendo como ele mete nela. Tô vendo pornô ao vivo, mas com a minha mina, e me excita como nada no mundo.


Ele agarra a cintura dela com as duas mãos, se firma bem e começa a meter nela com mais força. As estocadas ficam rítmicas, sujas, com aquele som molhado de pele contra pele. Flor geme a cada golpe, cada vez mais alto, como se estivessem arrancando o prazer dela. O corpo treme. A bunda dela sacode a cada bombada.


E eu… não consigo parar de bater uma.


Ele continua comendo ela de quatro, aumentando a intensidade. Já não tem mais ritmo lento nem movimento suave: ele tá metendo como um animal, com as mãos cravadas na cintura dela, fazendo cada estocada soar molhada, violenta, deliciosa.


Flor geme descontrolada. Cada golpe arranca um gemido diferente, profundo, sujo. O corpo treme, a bunda balança, e ela pede tudo. Não esconde nada.


—Me come como uma puta! — ela grita de repente, com aquela voz de puta, louca, como se precisasse de mais, como se não fosse o suficiente.


Eu já tava de novo era puta que pariu de tesão. Sentado no sofão, batendo uma pra cena mais safada que eu já vi na vida. Tava com lugar vip pra um filme que era melhor que qualquer putaria que eu já imaginei. Tava batendo uma com gosto, vendo a Flor ser macetada sem dó por outro cara, e aquilo fodia minha cabeça.


Ela vira o rosto pra me olhar, gemendo, com a boca entreaberta e os olhos molhados. Morde o lábio enquanto geme, como se ficasse ainda mais excitada ao me ver batendo uma pra ela. Tá comendo com os olhos, mas também tá me fazendo isso, de longe.


De repente ele dá um tapa na bunda dela. PÁ! O som ecoa pelo quarto inteiro. Flor treme toda e solta um gemido agudo, quase um grito. Ele dá outro. E mais outro. E a cada tapa ela fica mais louca, mais puta, mais entregue, mais vadia.


Ele agarra ela pelo cabelo, forte, puxa pra trás e enfia com toda força. A pica entra inteira, até o fundo, uma vez e outra, como se quisesse partir ela de prazer. Ele fode com força, e ela recebe toda feliz, gemendo igual uma puta.


E eu… batendo uma punheta à beira de gozar, olhando pra eles como se tivesse na frente de um incêndio. Um que eu não queria apagar.


O loiro continua metendo forte com toda a força dele.


Cada estocada no corpo dela é êxtase pra todo mundo. A cena de ver ela sendo macetada de quatro, gemendo, arqueando as costas e toda putinha é sublime.


—Me dá toda essa porra! — pede ela, sabendo o que estava pra rolar.


Ele aperta os dentes, agarra ela com força pela cintura e mete as últimas estocadas fundas, quase desesperadas. A pica dele tá mais inchada, mais tensa, prestes a explodir.


Ele tira ela de uma vez, molhada, vermelha, pulsando.


E num segundo, com um gemido forte, goza dentro do cu da Flor.


Começa a gozar em cima dela, sem dó. Um primeiro jato grosso e quente cai direto no meio da bunda dela, e depois outro, e mais um. Enche a bunda toda de porra quente, branca, grossa. Cobre ela inteira, da lombar até as curvas redondas da bunda linda da minha mina.


Flor, com a cabeça apoiada no colchão, olha pra ele e sorri entre gemidos baixinhos. Morde o lábio ao sentir a porra escorrendo nela, descendo devagar, pegajosa, morna.


E aí está minha mina... toda cheia de porra, com a bunda coberta de porra de outro. E isso me esquenta a alma!


Ele fica ali recuperando o fôlego, acabado, com o pau ainda escorrendo, olhando pra obra de arte que acabou de assinar. Respirando pesado, como se tivessem arrancado a alma dele naquele orgasmo.


E eu… continuo recebendo esse show como um presente.
Com a pica na mão, a cabeça prestes a explodir… e a morena saindo do banheiro...

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