Fui pra sala, e um instante depois minha filha apareceu, vestindo uma saia curta e uma camiseta apertada e transparente. Parecia que não tava usando sutiã. Ela se jogou no sofá do meu lado e se aninhou em mim. Sim, isso ia ser um baita desafio.

Tá bom, querida, o que você quer saber?" eu perguntei.
"Tudo, acho. Quer dizer, eu sei como as pessoas fazem bebês e o processo do sexo e tal, mas não entendo nada sobre como meu corpo deveria reagir. Tipo, o que eu deveria sentir?" ela perguntou.
"Bem, hum, é pra ser gostoso. Mas você deveria pensar muito bem antes de transar com alguém. Sexo devia ser entre duas pessoas que se importam uma com a outra, que se amam. Afinal, existe todo tipo de doença, e tem a chance da garota engravidar, então é uma responsabilidade grande. Mesmo que todo mundo seja saudável, um bebê precisa de uma mãe e um pai pra criar ele," eu falei.
"Eu não tive uma mãe pra me criar, e acho que tô crescendo bem," disse Ella.
"Você tá crescendo bem, querida, mas às vezes eu achei difícil fazer por você as coisas que uma mãe é mais preparada pra fazer."
"Não consigo imaginar o que uma mãe melhor do que você poderia ter feito," ela disse.
"Eu poderia ter te ensinado coisas sobre seu corpo e as mudanças que ele passou."
"Você quer dizer tipo minha menstruação, meus peitos crescendo, ter pelos lá embaixo e essas coisas?"
"Exatamente."
"Mas você me explicou. Eu tava completamente preparada quando tive minha primeira menstruação. Pô, fui eu que tive que explicar pra Melody o que tava rolando quando ela menstruou. Ela achou que tava morrendo ou algo assim porque a mãe dela não contou. Fui eu que tive que levar ela na enfermaria da escola pra pegar os negócios na primeira vez. Então acho que você fez um bom trabalho," minha filha disse enquanto abraçava meu braço.
Porra, eu podia sentir os peitos dela contra mim de novo.

Então, pode me dizer o que você quer saber?" perguntei.
"Não sei. Acho que só quero entender melhor por que meu corpo reage de certas vezes," disse Ella.
"Pode me dar um exemplo?"
"Bem, tipo por que meus mamilos ficam duros."
Merda. Preciso mesmo fazer isso?
"Acho que pode ter vários motivos. Um, que com certeza você já notou, é quando está com frio. A maioria das pessoas tem os mamilos endurecendo no frio. É como um arrepio grande," respondi.
"Mas às vezes eles ficam duros mesmo sem eu estar com frio," disse minha filha. "Por quê?"
"Seus mamilos também podem endurecer quando você está, hmm, excitada."
"Quer dizer quando estou feliz com alguma coisa? Não tinha percebido."
"Bem, não, quero dizer quando você está se sentindo bem."
"Não entendo," disse Ella, me encarando com seus olhos azuis brilhantes e brincando com uma mecha do cabelo loiro ondulado.

“Seus mamilos ficam duros quando você beija um menino?” perguntei.
“Eu só beijei uns poucos meninos. Não tenho certeza se gosto,” ela disse.
“Sério? Por que não?”
“Não sei. Acho que fico nervosa. Tenho medo de fazer algo errado.
Tipo, eu já vi como eles beijam nos filmes e tal, mas não sei o que fazer. Tipo, eu devo usar a língua?”
“Beijo de língua pode ser muito gostoso.” “É mais íntimo e sexual do que beijar de boca fechada, então não é algo que você deva fazer em público ou com alguém que você não gosta de verdade,” respondi.
“Beijo de língua é a mesma coisa que beijar de boca, mas com a língua dentro, né?” Sarah perguntou.
“Sim.”
“Não sei como fazer. Você me ensinaria a beijar de língua?”
“Ah, querida, não sei…”
“Pai, vai!” “Eu quero muito saber, e você disse que ia me ajudar,” ela reclamou.
Fiquei ali parado, olhando para minha adorável filha loira, agora muito mais mulher do que criança, tão linda, tão desejável, seus lábios carnudos e macios parecendo molhados e prontos, seus grandes olhos azuis parecendo preocupados, e seu peito enorme pressionado contra meu braço.
Eu queria muito beijá-la, e não do jeito que um pai deveria. “Você percebe, querida, que isso não é algo que pais e filhas normalmente fazem.”
“Tá bom.”
“Isso precisa ficar estritamente entre nós. Você não pode contar para a Melody, nem para a Kiara, nem para ninguém,” eu disse.
“Não vou. Agora, por favor, papai, me ensina a beijar.”
Eu estava suando. Uma grande parte de mim queria sair correndo do quarto, mas uma parte que estava crescendo queria que eu ficasse ali.
“Nem uma palavra,” eu disse enquanto acariciava o queixo da minha filha com a ponta dos dedos.
“Eu juro,” ela disse, o olhar dela indo e vindo entre os meus olhos.
“Tá bom, me segue,” eu disse, abaixando meus lábios até os dela.

O primeiro beijo não foi muito mais do que aquele selinho de sempre que trocávamos de vez em quando. Segurei por mais tempo que o normal, mas tava me esforçando pra me segurar. Quando me afastei, ela disse: "Foi gostoso."
"Foi sim," concordei, inclinando-me pra beijá-la de novo.
Dessa vez, minha mão foi pro ombro dela pra puxá-la um pouco mais pra perto. Ainda de boca colada, trocamos uns beijos. A mão dela subiu pra acariciar meu cabelo. Ai, meu Deus, no que é que eu tô me metendo?
"Relaxa os lábios," sussurrei, deixando só a ponta da língua tocar os dela.
Senti um arrepiozinho percorrer o corpo dela quando minha língua provou a dela pela primeira vez.

Tá bom, querida, o que você quer saber?" eu perguntei.
"Tudo, acho. Quer dizer, eu sei como as pessoas fazem bebês e o processo do sexo e tal, mas não entendo nada sobre como meu corpo deveria reagir. Tipo, o que eu deveria sentir?" ela perguntou.
"Bem, hum, é pra ser gostoso. Mas você deveria pensar muito bem antes de transar com alguém. Sexo devia ser entre duas pessoas que se importam uma com a outra, que se amam. Afinal, existe todo tipo de doença, e tem a chance da garota engravidar, então é uma responsabilidade grande. Mesmo que todo mundo seja saudável, um bebê precisa de uma mãe e um pai pra criar ele," eu falei.
"Eu não tive uma mãe pra me criar, e acho que tô crescendo bem," disse Ella.
"Você tá crescendo bem, querida, mas às vezes eu achei difícil fazer por você as coisas que uma mãe é mais preparada pra fazer."
"Não consigo imaginar o que uma mãe melhor do que você poderia ter feito," ela disse.
"Eu poderia ter te ensinado coisas sobre seu corpo e as mudanças que ele passou."
"Você quer dizer tipo minha menstruação, meus peitos crescendo, ter pelos lá embaixo e essas coisas?"
"Exatamente."
"Mas você me explicou. Eu tava completamente preparada quando tive minha primeira menstruação. Pô, fui eu que tive que explicar pra Melody o que tava rolando quando ela menstruou. Ela achou que tava morrendo ou algo assim porque a mãe dela não contou. Fui eu que tive que levar ela na enfermaria da escola pra pegar os negócios na primeira vez. Então acho que você fez um bom trabalho," minha filha disse enquanto abraçava meu braço.
Porra, eu podia sentir os peitos dela contra mim de novo.

Então, pode me dizer o que você quer saber?" perguntei.
"Não sei. Acho que só quero entender melhor por que meu corpo reage de certas vezes," disse Ella.
"Pode me dar um exemplo?"
"Bem, tipo por que meus mamilos ficam duros."
Merda. Preciso mesmo fazer isso?
"Acho que pode ter vários motivos. Um, que com certeza você já notou, é quando está com frio. A maioria das pessoas tem os mamilos endurecendo no frio. É como um arrepio grande," respondi.
"Mas às vezes eles ficam duros mesmo sem eu estar com frio," disse minha filha. "Por quê?"
"Seus mamilos também podem endurecer quando você está, hmm, excitada."
"Quer dizer quando estou feliz com alguma coisa? Não tinha percebido."
"Bem, não, quero dizer quando você está se sentindo bem."
"Não entendo," disse Ella, me encarando com seus olhos azuis brilhantes e brincando com uma mecha do cabelo loiro ondulado.

“Seus mamilos ficam duros quando você beija um menino?” perguntei.
“Eu só beijei uns poucos meninos. Não tenho certeza se gosto,” ela disse.
“Sério? Por que não?”
“Não sei. Acho que fico nervosa. Tenho medo de fazer algo errado.
Tipo, eu já vi como eles beijam nos filmes e tal, mas não sei o que fazer. Tipo, eu devo usar a língua?”
“Beijo de língua pode ser muito gostoso.” “É mais íntimo e sexual do que beijar de boca fechada, então não é algo que você deva fazer em público ou com alguém que você não gosta de verdade,” respondi.
“Beijo de língua é a mesma coisa que beijar de boca, mas com a língua dentro, né?” Sarah perguntou.
“Sim.”
“Não sei como fazer. Você me ensinaria a beijar de língua?”
“Ah, querida, não sei…”
“Pai, vai!” “Eu quero muito saber, e você disse que ia me ajudar,” ela reclamou.
Fiquei ali parado, olhando para minha adorável filha loira, agora muito mais mulher do que criança, tão linda, tão desejável, seus lábios carnudos e macios parecendo molhados e prontos, seus grandes olhos azuis parecendo preocupados, e seu peito enorme pressionado contra meu braço.
Eu queria muito beijá-la, e não do jeito que um pai deveria. “Você percebe, querida, que isso não é algo que pais e filhas normalmente fazem.”
“Tá bom.”
“Isso precisa ficar estritamente entre nós. Você não pode contar para a Melody, nem para a Kiara, nem para ninguém,” eu disse.
“Não vou. Agora, por favor, papai, me ensina a beijar.”
Eu estava suando. Uma grande parte de mim queria sair correndo do quarto, mas uma parte que estava crescendo queria que eu ficasse ali.
“Nem uma palavra,” eu disse enquanto acariciava o queixo da minha filha com a ponta dos dedos.
“Eu juro,” ela disse, o olhar dela indo e vindo entre os meus olhos.
“Tá bom, me segue,” eu disse, abaixando meus lábios até os dela.

O primeiro beijo não foi muito mais do que aquele selinho de sempre que trocávamos de vez em quando. Segurei por mais tempo que o normal, mas tava me esforçando pra me segurar. Quando me afastei, ela disse: "Foi gostoso."
"Foi sim," concordei, inclinando-me pra beijá-la de novo.
Dessa vez, minha mão foi pro ombro dela pra puxá-la um pouco mais pra perto. Ainda de boca colada, trocamos uns beijos. A mão dela subiu pra acariciar meu cabelo. Ai, meu Deus, no que é que eu tô me metendo?
"Relaxa os lábios," sussurrei, deixando só a ponta da língua tocar os dela.
Senti um arrepiozinho percorrer o corpo dela quando minha língua provou a dela pela primeira vez.
55 comentários - Minha filha virgem no cio (Episódio 3)