Já era tarde, estava quase saindo do trabalho quando me chamaram pra dar uma olhada num notebook. Alguém tinha me ferrado. Quando cheguei no andar de cima, a secretária da presidência me entregou um portfólio e disse que a presidente queria aquilo arrumado até amanhã, que era prioridade. Adeus descanso e folga.
Pra vocês entenderem, trabalho numa empresa que lida com comércio exterior, burocracia, logística, fretes, tudo pra mercadoria que entra e sai do país. Um negócio muito lucrativo.
A empresa foi fundada pelo Seu Segundo Aritmendia, era uma das várias que esse homem tinha, já velho, perto dos setenta anos. Como o Seu Segundo tava se aposentando, essa empresa de uns quarenta funcionários ia ficar nas mãos da filha mais nova. O velho tinha criado os quatro filhos de forma muito rígida, e eles sempre trabalharam nas empresas dele desde pequenos, fazendo várias funções.
Dentre eles, Valentina, a filha mais nova, se formou com honras e era formada em Comércio Exterior, sempre se aperfeiçoou, até chegou a trabalhar numa grande montadora, e quando tava pronta, passou pra empresa da família.
A menina era uma gostosa de trinta anos, corpo tonificado e estilizado, magra mas com as curvas bem marcadas, peitos feitos, muito bonita de rosto, com traços bem delicados, e cabelo castanho claro, que ela escurecia. O temperamento dela é o mesmo de um doberman, sempre vigilante e séria. Nunca vi ela sorrir, nem nada parecido. Não tô dizendo que ela é má, mas sim distante e fria. Quanto à capacidade, era uma espécie de gênio, a empresa tinha crescido muito no último ano da gestão dela.
Por mim, era tudo mais simples. Eu tinha quarenta anos, divorciado, uns quilos a mais, meio solitário. Profissionalmente, sou técnico de informática, e já tinha tentado abrir meu próprio negócio duas vezes e tinha falido. Por isso arrumei um trabalho de meio período, tinha chegado a um acordo com o Seu Segundo, eu trabalhava umas poucas horas na empresa e, em caso de emergência, tinha que fazer hora extra até resolver. Era um acordo muito vantajoso pra mim, já que eu ajustava meus horários.
Paralelo a isso, eu tinha começado com meu irmão minha empresa de Segurança da Informação. A terceira tinha que ser a vez. Embora fosse uma empresa engatinhando, a gente tinha alguns clientes pequenos, mas ainda não dava pra sustentar nós dois.
Decidi levar o notebook com a maleta pra minha casa, assim podia trabalhar mais à vontade. O reparo em si era uma bobagem, levei quase duas horas pra resolver, nada demais. Depois de terminar meu trabalho, a curiosidade bateu. Nunca tinha ultrapassado o estritamente profissional, mas minha curiosidade falou mais alto.
Comecei a ver que fotos ela tinha, e olha, fiquei surpreso. Não tinha fotos pornô, mas muitas de biquíni, maiô e lingerie. Como a desgraçada enganava, era de matar, tinha um corpaço. Até que apareceu uma pasta de umas férias na Polinésia. Nelas, ela aparecia posando de topless e com uma tanga bem minúscula. Meu pinto nessa hora parecia um cassetete da polícia de choque. Minha excitação tava no talo, ela era um anjo, com corpo do pecado, dava pra ver que se cuidava muito. Magra, mas bem tonificada, bem definida, umas nádegas redondas e empinadas, e os peitos dela, com certeza o cirurgião era a reencarnação do Michelangelo. O rosto dela muito bonito e delicado, mas com um sorriso quase forçado.
Tive que me concentrar porque minha excitação tava nas alturas, senão ia acabar me tocando. Comecei a olhar as redes sociais dela, todas sem senha. TikTok sem atividade, Facebook com pouquíssimas publicações e menos amigos ainda, Instagram tinha umas fotos, mas aconteceu uma coisa estranha: eram fotos dela, muitas bem cuidadas e com o rosto meio coberto, nunca aparecia o rosto completo. Tinha várias conversas de putaria com vários caras. Mas não foi até eu ir fechar que Dicuenta, não era o nome dela, ela tinha criado um perfil falso, achei estranho. Mas fui ligando os pontos, ela não queria ficar marcada ou que o nome dela fosse manchado.
Já era uma da manhã e me deu na telha de revisar o Gmail dela, já que a gente fazia algo ilegal, a gente fazia bem feito. Me surpreendeu que uma Neurologista tivesse mandado um arquivo pra ela e esse tinha sido encaminhado pra uma psicóloga. Era um prontuário médico e detalhava o tratamento que ela tinha tido, a Valentina estava no Espectro Autista, e detalhava através dos vários testes que ela tinha dificuldade de socializar, focava nas coisas que considerava importantes, o trabalho, e as que não, não dava a mínima, tinha um item pra relacionamentos amorosos, onde ela deixava a iniciativa e as decisões nas mãos do parceiro, ela precisava de um homem que propusesse, a dominasse e resolvesse.
Continuei revisando vários relatórios que tinham feito com ela ao longo dos anos, e ela tinha vários TOCs separados, lembro que pensei "essa mulher é completa" e ri. Cheguei num relatório feito por uma psicóloga e uma psiquiatra, falava de muito comportamento e repetia mais do mesmo, ia largar até que li a palavra estupro, comecei a ler com atenção e descobri que minha chefe tinha a fantasia de ser estuprada, sonhava com isso e ficava excitada, também li que sexo convencional a entediava, a conclusão das duas profissionais era que ela buscava um homem que tomasse as rédeas da vida sexual ou do relacionamento dela. Cada vez mais me surpreendia.
Fechei tudo aquilo, e fui pra parte profissional, ela era muito caprichosa e organizada, dava pra ver a dedicação dela, parei num arquivo escrito por ela que dizia "pessoal da empresa". Abri e tinha quarenta páginas, uma pra cada funcionário, nela tinha os pontos fortes, os fracos e uma observação pessoal bem extensa, como se ela tivesse nos estudado muito. Comecei a rir dessas à medida que ia lendo.
A secretária dela vivia catando meleca do nariz e toda vez que vinha de vestido e Muito maquiada, ia se encontrar com o amante. Ela achava que ele era casado.
O gerente de contabilidade era gay e fumava maconha escondido.
O administrativo de compras tava deprimido porque a mulher dele o traía e ele achava que o filho não era dele. Tinha uma observação avaliando o desempenho dele e, se não melhorasse, era candidato a ser mandado embora da empresa.
Claro que a curiosidade matou a puta. Procurei minha ficha e fiquei congelado. Os pontos positivos é que eu fazia meu trabalho direito e não gerava conflito na empresa. O ponto negativo é que eu tratava meu trabalho como algo temporário e me pagavam muito. No pessoal, eu era uma pessoa irrelevante, um gordinho que tinha fracassado na vida profissional e amorosa, alguém descartável se fosse preciso.
Era o que tinha menos escrito. Aquilo me irritou pra caralho. Fiquei puto. "Menina mimada, o que ela sabe da vida?" Queria zuar ela. Tava prestes a explodir de raiva e nem sabia direito por quê.
Peguei as fotos e os arquivos médicos dela, passei tudo pro meu computador, abri a conta falsa de Instagram dela e comecei a ler as conversas em detalhe. A maioria era com caras mais velhos, pervertidos ou punheteiros que falavam um monte de besteira e ela dava corda pra eles continuarem interessados. Pesquisei os perfis deles: eram homens solteiros entre quarenta e cinquenta anos, muitos com denúncia por assédio ou abuso sexual. Não foi difícil substituir o que mais conversava com ela. Ele falava umas coisas de putaria, mas também batia um papo variado com ela.
No dia seguinte, me apresentei cedo no escritório da presidência. Tinha dormido muito pouco, quase nada. Bem na hora que eu tava entregando a maleta pra secretária, a presidente entrou. Cumprimentou muito friamente. Aproveitei pra entregar o notebook pessoalmente e explicar o que tinha feito. Enquanto ela me agradecia, não consegui me segurar e dei uma olhada nela. Ela tava vestida com sapatos de salto baixo — ela é alta —, calça social daquelas que marcam bem a bunda, um blazer do mesmo azul escuro que a calça. calça e uma camisa branca, tudo combinado com o cabelo preso e umas poucas joias.
Vale: é só isso, Tomas, pode se retirar – eu continuava nas nuvens, desfrutando da vista.
Tomas: Obrigado, com licença.
Fui pro escritório e abri meu computador, tinha instalado um programa espião nele, com ele dava pra ver tudo que ela fazia no notebook, até funções básicas como ligar a câmera. Aí percebi o erro grave que tinha cometido, por tarado, não revisei o computador inteiro dela, ela tinha acesso a todas as câmeras de segurança da empresa, e naquele exato momento estava olhando a câmera do corredor. Meu escritório é do tipo aquário, com duas das quatro paredes de vidro, então dava pra ver a maioria das coisas que eu fazia do corredor e, claro, pela câmera que ficava lá. Entendi naquela hora por que ela estava tão por dentro de todos os movimentos dos funcionários. Quando me deram esse escritório, cuidei pra que todos os monitores não pudessem ser vistos de fora, então ela não via que eu estava espiando ela.
Já notei que na hora do almoço ela não saía, pediu uma salada no escritório. Observo as câmeras e ela parou na minha, o único que ainda estava trabalhando, além dela. Ela se distraiu um pouco mais no trabalho, pegou o celular e mandou uma foto pro notebook, passou pra um programa de editar fotos, alguns filtros que não precisava. Era uma foto tirada numa espreguiçadeira, devia ter tirado na altura do peito e dava pra ver a barriga dela, uma calcinha fio dental bem pequena que mal cobria o necessário, e as pernas longas. Ela publica na conta falsa do Instagram e revisa todos os seguidores. Decido usar o perfil do seguidor dela, Ricardo1980, um gordo de quarenta e cinco anos que mora no outro lado do país, e no perfil dele só seguia mina ou mulher com página azul, um punheteiro. Minha ideia era conversar com ela e conhecer ela melhor, já que era com quem ela mais falava. Tentei imitar o estilo dele.
Ricardo: Oi Beleza, como cê tá?
Vale: Oi, tudo bem. No trampo, puta com os moleques que tão na minha responsa. – Eu tava vendo ela bem mais solta, talvez o anonimato e não conhecer ninguém desse mais confiança.
Ricardo: Calma aí, vai ficar feia de tanto se estressar, embora isso seja difícil.
Vale: Sempre tão puxa-saco, tô ficando velha, esse é um termo que minha mãe usa, ha ha.
Ricardo: O que te fizeram?
Vale: Tenho que decidir sobre um funcionário, tô pensando em mandar ele embora e contratar um serviço técnico de fora da empresa pra fazer a manutenção, mas isso vai rolar daqui uns meses. – Tava falando de mim.
Ricardo: Mas ele é um funcionário ruim.
Vale: Não, nada disso. Mas sai caro pra mim, acho que seria melhor com um serviço externo. Ainda hoje de manhã, pela primeira vez, ele ficou me olhando de cima a baixo, como se me despisse com o olhar, pra mim o tarado viu alguma das minhas fotos quando tava arrumando o Notebook. – Fui pego.
Ricardo: Se eu fosse ele, faria o mesmo, não me cansaria de te olhar. Quando a gente vai se encontrar pra eu fazer tudo que te falo?
Vale: Um dia, hahaha, a gente se fala de noite que tenho que trabalhar, beijos.
Olhei pra tela e vi ela com um sorriso, nunca tinha visto ela daquele jeito. Não conseguia acreditar que ela gostava de provocar os homens e, pior, meu trampo tava em risco, e eu não podia me dar ao luxo disso por enquanto, já que minha empresa não rendia o suficiente pra eu viver disso. Saí de lá meio preocupado e fui pros escritórios de vários clientes fazer o serviço da minha pequena empresa. Na real, não via nada de errado no que ela queria fazer, era basicamente o trampo que eu oferecia na minha empresa. O problema é que duvidava que ela fosse nos contratar e que eu conseguisse me manter com o que eu ganhava agora.
Cheguei em casa moído, depois de visitar os clientes. Tomei banho e preparei algo pra comer. Liguei a câmera da minha chefe e ela tava trabalhando. Jantei algo e eu fazia o mesmo ao mesmo tempo, como se a gente tivesse junto. Ela não parava de trabalhar. 100% focada nisso. Depois de comer, parei e pude ver a casa dela, tava na sala e a decoração era minimalista.
Ela voltou vestindo uma camiseta grande e de fio dental, a camiseta tampava tudo. Sentou e começou a ver o que os seguidores tinham escrito e as reações que a foto do meio-dia dela tinha dado. A verdade é que eram só barbaridades do que fariam com ela e o que não fariam. Um mais vulgar que o outro, mas ela lia todos, se acomodava no sofá, mexia no cabelo e se ajeitava, serviu uma taça, e aí percebi uma coisa: os bicos do peito dela estavam durinhos. Ela tava se excitando com o que tava lendo. Eu tinha que aproveitar isso, e como sabia de cor a relação e o jeito que o Ricardo tratava ela, ia botar meu plano em prática.
Ricardo: Oi gata, como cê tá?
Vale: Oi, o que cê tá fazendo?
Ricardo: Acabei de pegar um pote de óleo e me fez lembrar de você. – Vi o sorriso dela, e ela mordeu um dedo.
Vale: ha ha e isso?
Ricardo: Você, eu e um pote de óleo, a gente faria loucura. – e botei um emoji babando.
Vale: ah é, o que cê faria comigo com ele?
Ricardo: Serve pra várias coisas, pra dar uns massagens do caralho, o prazer e o calor que dá nos peitos, na buceta e na bunda é impressionante, além de quando abre a bunda por trás dá pra perder líquido na racha e no cu até escorrer pra vulva, acompanhando com uma massagem suave é muito gostoso, também serve pra abrir portas que parecem fechadas, tipo o cu, sou expert nessa área haha.
Eu olhava ela e ela mordia os lábios, os peitos dela pareciam mais inchados que antes, e a respiração dela tava cada vez mais pesada, ela soltou um suspiro e respondeu.
Vale: tem portas que tão fechadas e não dá pra abrir, tipo o cu.
Ricardo: a mulher que tiver comigo tem que saber que tudo nela me pertence e isso inclui o cu, ela tem que ser uma gostosa sexy pronta pro dono montar nela quando quiser, todas que conheço acabam adorando, mesmo que custe a admitir, que um homem possua elas, domine elas, é um prazer que Muito poucas estão dispostas a escolher, mas quando escolhem, são felizes, se entregar completamente a um homem.
- Ela começou a tocar os próprios peitos e uma mão desapareceu para baixo, ela estava se masturbando.
- Eu agora mesmo poderia entrar na sua casa e te pegar, e te fazer minha de todas as formas possíveis sem que você possa evitar. O que acha?
Vale: E seria algo perigoso.
- Ela continuava se tocando bem devagar.
- E também novo, nunca estive com um desconhecido.
Ricardo: Te proponho um jogo.
Vale: Qual.
- Ela quase não conseguia digitar porque tinha as mãos ocupadas.
Ricardo: Vai e tira o seguro da sua porta que dá pra rua, e talvez eu te visite hoje ou algum dia, eu ou um vizinho, um amigo ou um mendigo, entre na sua casa enquanto você está dormindo, te ataque na sua cama, te force a engolir o pau dele até as bolas baterem em você.
- Mandei uma foto que tinha preparada do meu pau em plena ereção, 18x7.5, não era comprido mas bem grosso, com uma grande curva, a ponta em forma de coração e cheia de líquido pré-seminal.
- Algo assim, e te force a engolir tudo, e use sua boca como um depósito de porra, que olhe suas pernas abertas e veja seus dois buracos feitos pra satisfazer homens e os use à vontade. Vai, abre e dorme com essa sensação de pensar que qualquer um pode entrar.
Nessa altura ela já se masturbava furiosamente, tinha subido uma perna no sofá e, embora eu não pudesse ver bem a buceta dela, via seus movimentos frenéticos. Ela levantou a camiseta e eu vi os peitos dela, lindos. Gozou pra caralho, com um gemido longo, tirou a mão e os dedos estavam melados de fluidos. Nessa hora eu também gozei.
Ricardo: Querida, espero que me deixe a porta aberta porque me toquei pensando em como abusaria de você.
Ao ler isso, Valentina se levantou e voltou em alguns minutos.
Vale: Se deixei aberto, você vai ter que descobrir na marra, haha. Tchau, seu degenerado.
No dia seguinte, tudo foi normal na empresa, exceto que a chefe chegou um pouco mais tarde, de óculos. escuros e com cara de quem dormiu pouco. Depois eu ficaria sabendo que ela teve uma noite agitada com um brinquedo. Eu cumpri meu horário de trabalho e fui trabalhar na minha empresa, naquela tarde visitaria uns clientes bem especiais, porque faziam presentes personalizados, e pensei em um para a minha chefe querida. À noite a rotina se repetiu, pedindo a mesma coisa, que ela deixasse a porta aberta.
Ricardo: Amor, já era hora de você me dizer seu nome e endereço, assim eu te mando um presentinho.
Valentina: Isso seria um passo muito grande — Ela ficou nervosa, sentou-se bem na frente do computador, parecia pensativa.
Ricardo: E como vou saber se sua porta está aberta — ele se remexia nervoso — haha não amor, estou muito longe, 800 km é demais pra uma bunda. Mas não quer dizer que um dia eu não dê uma escapadinha. Por enquanto quero te mandar um presente meu e não sei onde enviar.
Ela pensou por alguns segundos, parecia hesitante pela primeira vez desde que a conhecia. Até que finalmente digitou, e apareceu na minha frente o nome completo e endereço verdadeiros dela, mas o do prédio onde trabalhávamos, e disse pra deixar na recepção, talvez se sentisse mais protegida ali.
Ricardo: Perfeito, minha putinha. Entrei em contato com uma loja da sua cidade, e amanhã vão te entregar o presente que comprei — ela fez um sorriso falso e cara de pouca graça, com certeza pensando que eram flores ou bombons — até amanhã, a gente se fala.
No dia seguinte me apresentei para trabalhar à tarde, já que sabia que ela receberia o pacote num horário determinado. Ela estava como sempre, com uma atitude séria, concentrada no trabalho, de vez em quando olhava as câmeras de segurança e continuava com o que estava fazendo. Eu tinha visto as redes sociais dela e ela não tinha postado nada hoje, na verdade não tinha postado nada desde que eu escrevi pra ela. Todos os funcionários saíam às 20 horas, às 19:45 a secretária bateu na porta dela pra avisar que na recepção tinha um pacote no nome dela. Pude notar como ela se arrepiou, talvez Pensou que eu nunca teria coragem de mandar algo pra ela, pediu que subissem. Poucos minutos depois, a secretária entrou com o pacote na mão e depositou na mesa dela. Ficou uns segundos pra ver o que tinha dentro, mas Valentina, sem olhar pra ela, fez um gesto com a mão mandando ela sair. O pacote era comum, só com o destinatário, uma caixa branca. Depois de alguns segundos, não aguentou mais a curiosidade e abriu. Lá dentro, uma caixa de madeira escura muito elegante, com um cartão.
Para minha putinha Valentina, aproveita.
Ela deu duas voltas em volta da mesa e bateu três vezes com o punho antes de se animar a abrir. Dentro, um lenço de seda azul. Quando tirou, ficou surpresa, sem reação. Depois de alguns segundos, timidamente, com uma mão, começou a tocar o objeto, até que, já recuperada, pegou com as duas mãos firmemente. Era uma cópia exata do meu pau, feita de um material composto, muito melhor que borracha. Tinha a textura e não era frio ao toque, era praticamente igual. Ela olhou de vários ângulos, tocou com os dedos. Num dado momento, guardou tudo, arrumou suas coisas e saiu do escritório. Eu fiz o mesmo. Já em casa, ela se conectou e, antes que escrevesse algo, eu mandei mensagem.
Ricardo: Recebeu meu presente, sua putinha?
Valentina: Sim, nunca pensei que você teria coragem. Tô meio desconcertada.
Ricardo: É um presente bem especial, porque é um brinquedo feito com minhas medidas exatas, um clone do meu pau. Tive que escanear várias vezes pra fazer uma cópia 3D. Então agora você pode se penetrar como se fosse eu fazendo.
Ela não disse nada, se despediu com o emoji de um beijo. E vi que saiu do quarto, mas na mão dela ia bem agarrado o pau de borracha.
Isso se repetiu por três noites. Na sexta, a terceira noite, a última, eu cometeria uma loucura. Começamos a falar de tudo um pouco e algo desencadeou a conversa quente. Ela, como sempre, linda com sua camiseta longa e... De calcinha fio dental, pedindo pra ela deixar a porta aberta que eu ia visitar ela pra abusar. Eu tava do lado de fora da casa dela com meu celular vendo tudo, e quando ela desligou a ligação, vi que apagou a luz do térreo e acendeu a do andar de cima, no quarto dela.
Esperei meia hora, tentando não ser visto por ninguém. Não era uma rua muito movimentada, e era quase uma da manhã. Meu carro eu tinha deixado a umas duas quadras. Com os nervos à flor da pele, me aproximei da porta dela, desviei da câmera de um vizinho, tava com um lenço cobrindo boa parte do rosto e um boné. Cheguei na porta principal, meu coração tava a mil, estiquei a mão, peguei a maçaneta e a porta abriu. Entrei num hallzinho, onde tinha um espelho grande e um armário pra pendurar casacos. A segunda porta me dava acesso à casa e também tava aberta pra minha sorte. Olhei tudo com cuidado, me enfiei num canto, tirei o lenço e coloquei uma máscara. Revistei o térreo e tava vazio, subi pela escada e ouvi gemidos vindo do quarto principal, revirei o resto e também não tinha ninguém, mas eu sabia que ela morava sozinha, tinha que ter certeza.
Me preparei direitinho, tirei da mochila tudo que precisava, tinha trazido uns arreios de couro que pareciam algemas, cordas e uma mordaça de bola pra boca, assim evitava que ela gritasse, também tinha uma faca, mas o fio era cego, ou seja, não cortava nada. Passei um gel nas mãos que quando secava evitava reconhecer suas digitais. Ia ver como ela se comportava. Espiei, a porta dela tava aberta e vi ela, tava se masturbando com um brinquedo chamado vibralush, com as pernas dobradas e o brinquedo na buceta, um pote de creme do lado e um dedo no cu, tava no momento mais intenso da masturbação. Me aproximei devagar, ela tava no mundinho dela metendo forte nos dois buracos, de olhos fechados, fiquei do lado dela e ela nem percebeu. Ricardo: Que delícia, sua putinha, que você tá me esperando assim. Valeu por deixar a porta aberta.
Pra vocês entenderem, trabalho numa empresa que lida com comércio exterior, burocracia, logística, fretes, tudo pra mercadoria que entra e sai do país. Um negócio muito lucrativo.
A empresa foi fundada pelo Seu Segundo Aritmendia, era uma das várias que esse homem tinha, já velho, perto dos setenta anos. Como o Seu Segundo tava se aposentando, essa empresa de uns quarenta funcionários ia ficar nas mãos da filha mais nova. O velho tinha criado os quatro filhos de forma muito rígida, e eles sempre trabalharam nas empresas dele desde pequenos, fazendo várias funções.
Dentre eles, Valentina, a filha mais nova, se formou com honras e era formada em Comércio Exterior, sempre se aperfeiçoou, até chegou a trabalhar numa grande montadora, e quando tava pronta, passou pra empresa da família.
A menina era uma gostosa de trinta anos, corpo tonificado e estilizado, magra mas com as curvas bem marcadas, peitos feitos, muito bonita de rosto, com traços bem delicados, e cabelo castanho claro, que ela escurecia. O temperamento dela é o mesmo de um doberman, sempre vigilante e séria. Nunca vi ela sorrir, nem nada parecido. Não tô dizendo que ela é má, mas sim distante e fria. Quanto à capacidade, era uma espécie de gênio, a empresa tinha crescido muito no último ano da gestão dela.
Por mim, era tudo mais simples. Eu tinha quarenta anos, divorciado, uns quilos a mais, meio solitário. Profissionalmente, sou técnico de informática, e já tinha tentado abrir meu próprio negócio duas vezes e tinha falido. Por isso arrumei um trabalho de meio período, tinha chegado a um acordo com o Seu Segundo, eu trabalhava umas poucas horas na empresa e, em caso de emergência, tinha que fazer hora extra até resolver. Era um acordo muito vantajoso pra mim, já que eu ajustava meus horários.
Paralelo a isso, eu tinha começado com meu irmão minha empresa de Segurança da Informação. A terceira tinha que ser a vez. Embora fosse uma empresa engatinhando, a gente tinha alguns clientes pequenos, mas ainda não dava pra sustentar nós dois.
Decidi levar o notebook com a maleta pra minha casa, assim podia trabalhar mais à vontade. O reparo em si era uma bobagem, levei quase duas horas pra resolver, nada demais. Depois de terminar meu trabalho, a curiosidade bateu. Nunca tinha ultrapassado o estritamente profissional, mas minha curiosidade falou mais alto.
Comecei a ver que fotos ela tinha, e olha, fiquei surpreso. Não tinha fotos pornô, mas muitas de biquíni, maiô e lingerie. Como a desgraçada enganava, era de matar, tinha um corpaço. Até que apareceu uma pasta de umas férias na Polinésia. Nelas, ela aparecia posando de topless e com uma tanga bem minúscula. Meu pinto nessa hora parecia um cassetete da polícia de choque. Minha excitação tava no talo, ela era um anjo, com corpo do pecado, dava pra ver que se cuidava muito. Magra, mas bem tonificada, bem definida, umas nádegas redondas e empinadas, e os peitos dela, com certeza o cirurgião era a reencarnação do Michelangelo. O rosto dela muito bonito e delicado, mas com um sorriso quase forçado.
Tive que me concentrar porque minha excitação tava nas alturas, senão ia acabar me tocando. Comecei a olhar as redes sociais dela, todas sem senha. TikTok sem atividade, Facebook com pouquíssimas publicações e menos amigos ainda, Instagram tinha umas fotos, mas aconteceu uma coisa estranha: eram fotos dela, muitas bem cuidadas e com o rosto meio coberto, nunca aparecia o rosto completo. Tinha várias conversas de putaria com vários caras. Mas não foi até eu ir fechar que Dicuenta, não era o nome dela, ela tinha criado um perfil falso, achei estranho. Mas fui ligando os pontos, ela não queria ficar marcada ou que o nome dela fosse manchado.
Já era uma da manhã e me deu na telha de revisar o Gmail dela, já que a gente fazia algo ilegal, a gente fazia bem feito. Me surpreendeu que uma Neurologista tivesse mandado um arquivo pra ela e esse tinha sido encaminhado pra uma psicóloga. Era um prontuário médico e detalhava o tratamento que ela tinha tido, a Valentina estava no Espectro Autista, e detalhava através dos vários testes que ela tinha dificuldade de socializar, focava nas coisas que considerava importantes, o trabalho, e as que não, não dava a mínima, tinha um item pra relacionamentos amorosos, onde ela deixava a iniciativa e as decisões nas mãos do parceiro, ela precisava de um homem que propusesse, a dominasse e resolvesse.
Continuei revisando vários relatórios que tinham feito com ela ao longo dos anos, e ela tinha vários TOCs separados, lembro que pensei "essa mulher é completa" e ri. Cheguei num relatório feito por uma psicóloga e uma psiquiatra, falava de muito comportamento e repetia mais do mesmo, ia largar até que li a palavra estupro, comecei a ler com atenção e descobri que minha chefe tinha a fantasia de ser estuprada, sonhava com isso e ficava excitada, também li que sexo convencional a entediava, a conclusão das duas profissionais era que ela buscava um homem que tomasse as rédeas da vida sexual ou do relacionamento dela. Cada vez mais me surpreendia.
Fechei tudo aquilo, e fui pra parte profissional, ela era muito caprichosa e organizada, dava pra ver a dedicação dela, parei num arquivo escrito por ela que dizia "pessoal da empresa". Abri e tinha quarenta páginas, uma pra cada funcionário, nela tinha os pontos fortes, os fracos e uma observação pessoal bem extensa, como se ela tivesse nos estudado muito. Comecei a rir dessas à medida que ia lendo.
A secretária dela vivia catando meleca do nariz e toda vez que vinha de vestido e Muito maquiada, ia se encontrar com o amante. Ela achava que ele era casado.
O gerente de contabilidade era gay e fumava maconha escondido.
O administrativo de compras tava deprimido porque a mulher dele o traía e ele achava que o filho não era dele. Tinha uma observação avaliando o desempenho dele e, se não melhorasse, era candidato a ser mandado embora da empresa.
Claro que a curiosidade matou a puta. Procurei minha ficha e fiquei congelado. Os pontos positivos é que eu fazia meu trabalho direito e não gerava conflito na empresa. O ponto negativo é que eu tratava meu trabalho como algo temporário e me pagavam muito. No pessoal, eu era uma pessoa irrelevante, um gordinho que tinha fracassado na vida profissional e amorosa, alguém descartável se fosse preciso.
Era o que tinha menos escrito. Aquilo me irritou pra caralho. Fiquei puto. "Menina mimada, o que ela sabe da vida?" Queria zuar ela. Tava prestes a explodir de raiva e nem sabia direito por quê.
Peguei as fotos e os arquivos médicos dela, passei tudo pro meu computador, abri a conta falsa de Instagram dela e comecei a ler as conversas em detalhe. A maioria era com caras mais velhos, pervertidos ou punheteiros que falavam um monte de besteira e ela dava corda pra eles continuarem interessados. Pesquisei os perfis deles: eram homens solteiros entre quarenta e cinquenta anos, muitos com denúncia por assédio ou abuso sexual. Não foi difícil substituir o que mais conversava com ela. Ele falava umas coisas de putaria, mas também batia um papo variado com ela.
No dia seguinte, me apresentei cedo no escritório da presidência. Tinha dormido muito pouco, quase nada. Bem na hora que eu tava entregando a maleta pra secretária, a presidente entrou. Cumprimentou muito friamente. Aproveitei pra entregar o notebook pessoalmente e explicar o que tinha feito. Enquanto ela me agradecia, não consegui me segurar e dei uma olhada nela. Ela tava vestida com sapatos de salto baixo — ela é alta —, calça social daquelas que marcam bem a bunda, um blazer do mesmo azul escuro que a calça. calça e uma camisa branca, tudo combinado com o cabelo preso e umas poucas joias.
Vale: é só isso, Tomas, pode se retirar – eu continuava nas nuvens, desfrutando da vista.
Tomas: Obrigado, com licença.
Fui pro escritório e abri meu computador, tinha instalado um programa espião nele, com ele dava pra ver tudo que ela fazia no notebook, até funções básicas como ligar a câmera. Aí percebi o erro grave que tinha cometido, por tarado, não revisei o computador inteiro dela, ela tinha acesso a todas as câmeras de segurança da empresa, e naquele exato momento estava olhando a câmera do corredor. Meu escritório é do tipo aquário, com duas das quatro paredes de vidro, então dava pra ver a maioria das coisas que eu fazia do corredor e, claro, pela câmera que ficava lá. Entendi naquela hora por que ela estava tão por dentro de todos os movimentos dos funcionários. Quando me deram esse escritório, cuidei pra que todos os monitores não pudessem ser vistos de fora, então ela não via que eu estava espiando ela.
Já notei que na hora do almoço ela não saía, pediu uma salada no escritório. Observo as câmeras e ela parou na minha, o único que ainda estava trabalhando, além dela. Ela se distraiu um pouco mais no trabalho, pegou o celular e mandou uma foto pro notebook, passou pra um programa de editar fotos, alguns filtros que não precisava. Era uma foto tirada numa espreguiçadeira, devia ter tirado na altura do peito e dava pra ver a barriga dela, uma calcinha fio dental bem pequena que mal cobria o necessário, e as pernas longas. Ela publica na conta falsa do Instagram e revisa todos os seguidores. Decido usar o perfil do seguidor dela, Ricardo1980, um gordo de quarenta e cinco anos que mora no outro lado do país, e no perfil dele só seguia mina ou mulher com página azul, um punheteiro. Minha ideia era conversar com ela e conhecer ela melhor, já que era com quem ela mais falava. Tentei imitar o estilo dele.
Ricardo: Oi Beleza, como cê tá?
Vale: Oi, tudo bem. No trampo, puta com os moleques que tão na minha responsa. – Eu tava vendo ela bem mais solta, talvez o anonimato e não conhecer ninguém desse mais confiança.
Ricardo: Calma aí, vai ficar feia de tanto se estressar, embora isso seja difícil.
Vale: Sempre tão puxa-saco, tô ficando velha, esse é um termo que minha mãe usa, ha ha.
Ricardo: O que te fizeram?
Vale: Tenho que decidir sobre um funcionário, tô pensando em mandar ele embora e contratar um serviço técnico de fora da empresa pra fazer a manutenção, mas isso vai rolar daqui uns meses. – Tava falando de mim.
Ricardo: Mas ele é um funcionário ruim.
Vale: Não, nada disso. Mas sai caro pra mim, acho que seria melhor com um serviço externo. Ainda hoje de manhã, pela primeira vez, ele ficou me olhando de cima a baixo, como se me despisse com o olhar, pra mim o tarado viu alguma das minhas fotos quando tava arrumando o Notebook. – Fui pego.
Ricardo: Se eu fosse ele, faria o mesmo, não me cansaria de te olhar. Quando a gente vai se encontrar pra eu fazer tudo que te falo?
Vale: Um dia, hahaha, a gente se fala de noite que tenho que trabalhar, beijos.
Olhei pra tela e vi ela com um sorriso, nunca tinha visto ela daquele jeito. Não conseguia acreditar que ela gostava de provocar os homens e, pior, meu trampo tava em risco, e eu não podia me dar ao luxo disso por enquanto, já que minha empresa não rendia o suficiente pra eu viver disso. Saí de lá meio preocupado e fui pros escritórios de vários clientes fazer o serviço da minha pequena empresa. Na real, não via nada de errado no que ela queria fazer, era basicamente o trampo que eu oferecia na minha empresa. O problema é que duvidava que ela fosse nos contratar e que eu conseguisse me manter com o que eu ganhava agora.
Cheguei em casa moído, depois de visitar os clientes. Tomei banho e preparei algo pra comer. Liguei a câmera da minha chefe e ela tava trabalhando. Jantei algo e eu fazia o mesmo ao mesmo tempo, como se a gente tivesse junto. Ela não parava de trabalhar. 100% focada nisso. Depois de comer, parei e pude ver a casa dela, tava na sala e a decoração era minimalista.
Ela voltou vestindo uma camiseta grande e de fio dental, a camiseta tampava tudo. Sentou e começou a ver o que os seguidores tinham escrito e as reações que a foto do meio-dia dela tinha dado. A verdade é que eram só barbaridades do que fariam com ela e o que não fariam. Um mais vulgar que o outro, mas ela lia todos, se acomodava no sofá, mexia no cabelo e se ajeitava, serviu uma taça, e aí percebi uma coisa: os bicos do peito dela estavam durinhos. Ela tava se excitando com o que tava lendo. Eu tinha que aproveitar isso, e como sabia de cor a relação e o jeito que o Ricardo tratava ela, ia botar meu plano em prática.
Ricardo: Oi gata, como cê tá?
Vale: Oi, o que cê tá fazendo?
Ricardo: Acabei de pegar um pote de óleo e me fez lembrar de você. – Vi o sorriso dela, e ela mordeu um dedo.
Vale: ha ha e isso?
Ricardo: Você, eu e um pote de óleo, a gente faria loucura. – e botei um emoji babando.
Vale: ah é, o que cê faria comigo com ele?
Ricardo: Serve pra várias coisas, pra dar uns massagens do caralho, o prazer e o calor que dá nos peitos, na buceta e na bunda é impressionante, além de quando abre a bunda por trás dá pra perder líquido na racha e no cu até escorrer pra vulva, acompanhando com uma massagem suave é muito gostoso, também serve pra abrir portas que parecem fechadas, tipo o cu, sou expert nessa área haha.
Eu olhava ela e ela mordia os lábios, os peitos dela pareciam mais inchados que antes, e a respiração dela tava cada vez mais pesada, ela soltou um suspiro e respondeu.
Vale: tem portas que tão fechadas e não dá pra abrir, tipo o cu.
Ricardo: a mulher que tiver comigo tem que saber que tudo nela me pertence e isso inclui o cu, ela tem que ser uma gostosa sexy pronta pro dono montar nela quando quiser, todas que conheço acabam adorando, mesmo que custe a admitir, que um homem possua elas, domine elas, é um prazer que Muito poucas estão dispostas a escolher, mas quando escolhem, são felizes, se entregar completamente a um homem.
- Ela começou a tocar os próprios peitos e uma mão desapareceu para baixo, ela estava se masturbando.
- Eu agora mesmo poderia entrar na sua casa e te pegar, e te fazer minha de todas as formas possíveis sem que você possa evitar. O que acha?
Vale: E seria algo perigoso.
- Ela continuava se tocando bem devagar.
- E também novo, nunca estive com um desconhecido.
Ricardo: Te proponho um jogo.
Vale: Qual.
- Ela quase não conseguia digitar porque tinha as mãos ocupadas.
Ricardo: Vai e tira o seguro da sua porta que dá pra rua, e talvez eu te visite hoje ou algum dia, eu ou um vizinho, um amigo ou um mendigo, entre na sua casa enquanto você está dormindo, te ataque na sua cama, te force a engolir o pau dele até as bolas baterem em você.
- Mandei uma foto que tinha preparada do meu pau em plena ereção, 18x7.5, não era comprido mas bem grosso, com uma grande curva, a ponta em forma de coração e cheia de líquido pré-seminal.
- Algo assim, e te force a engolir tudo, e use sua boca como um depósito de porra, que olhe suas pernas abertas e veja seus dois buracos feitos pra satisfazer homens e os use à vontade. Vai, abre e dorme com essa sensação de pensar que qualquer um pode entrar.
Nessa altura ela já se masturbava furiosamente, tinha subido uma perna no sofá e, embora eu não pudesse ver bem a buceta dela, via seus movimentos frenéticos. Ela levantou a camiseta e eu vi os peitos dela, lindos. Gozou pra caralho, com um gemido longo, tirou a mão e os dedos estavam melados de fluidos. Nessa hora eu também gozei.
Ricardo: Querida, espero que me deixe a porta aberta porque me toquei pensando em como abusaria de você.
Ao ler isso, Valentina se levantou e voltou em alguns minutos.
Vale: Se deixei aberto, você vai ter que descobrir na marra, haha. Tchau, seu degenerado.
No dia seguinte, tudo foi normal na empresa, exceto que a chefe chegou um pouco mais tarde, de óculos. escuros e com cara de quem dormiu pouco. Depois eu ficaria sabendo que ela teve uma noite agitada com um brinquedo. Eu cumpri meu horário de trabalho e fui trabalhar na minha empresa, naquela tarde visitaria uns clientes bem especiais, porque faziam presentes personalizados, e pensei em um para a minha chefe querida. À noite a rotina se repetiu, pedindo a mesma coisa, que ela deixasse a porta aberta.
Ricardo: Amor, já era hora de você me dizer seu nome e endereço, assim eu te mando um presentinho.
Valentina: Isso seria um passo muito grande — Ela ficou nervosa, sentou-se bem na frente do computador, parecia pensativa.
Ricardo: E como vou saber se sua porta está aberta — ele se remexia nervoso — haha não amor, estou muito longe, 800 km é demais pra uma bunda. Mas não quer dizer que um dia eu não dê uma escapadinha. Por enquanto quero te mandar um presente meu e não sei onde enviar.
Ela pensou por alguns segundos, parecia hesitante pela primeira vez desde que a conhecia. Até que finalmente digitou, e apareceu na minha frente o nome completo e endereço verdadeiros dela, mas o do prédio onde trabalhávamos, e disse pra deixar na recepção, talvez se sentisse mais protegida ali.
Ricardo: Perfeito, minha putinha. Entrei em contato com uma loja da sua cidade, e amanhã vão te entregar o presente que comprei — ela fez um sorriso falso e cara de pouca graça, com certeza pensando que eram flores ou bombons — até amanhã, a gente se fala.
No dia seguinte me apresentei para trabalhar à tarde, já que sabia que ela receberia o pacote num horário determinado. Ela estava como sempre, com uma atitude séria, concentrada no trabalho, de vez em quando olhava as câmeras de segurança e continuava com o que estava fazendo. Eu tinha visto as redes sociais dela e ela não tinha postado nada hoje, na verdade não tinha postado nada desde que eu escrevi pra ela. Todos os funcionários saíam às 20 horas, às 19:45 a secretária bateu na porta dela pra avisar que na recepção tinha um pacote no nome dela. Pude notar como ela se arrepiou, talvez Pensou que eu nunca teria coragem de mandar algo pra ela, pediu que subissem. Poucos minutos depois, a secretária entrou com o pacote na mão e depositou na mesa dela. Ficou uns segundos pra ver o que tinha dentro, mas Valentina, sem olhar pra ela, fez um gesto com a mão mandando ela sair. O pacote era comum, só com o destinatário, uma caixa branca. Depois de alguns segundos, não aguentou mais a curiosidade e abriu. Lá dentro, uma caixa de madeira escura muito elegante, com um cartão.
Para minha putinha Valentina, aproveita.
Ela deu duas voltas em volta da mesa e bateu três vezes com o punho antes de se animar a abrir. Dentro, um lenço de seda azul. Quando tirou, ficou surpresa, sem reação. Depois de alguns segundos, timidamente, com uma mão, começou a tocar o objeto, até que, já recuperada, pegou com as duas mãos firmemente. Era uma cópia exata do meu pau, feita de um material composto, muito melhor que borracha. Tinha a textura e não era frio ao toque, era praticamente igual. Ela olhou de vários ângulos, tocou com os dedos. Num dado momento, guardou tudo, arrumou suas coisas e saiu do escritório. Eu fiz o mesmo. Já em casa, ela se conectou e, antes que escrevesse algo, eu mandei mensagem.
Ricardo: Recebeu meu presente, sua putinha?
Valentina: Sim, nunca pensei que você teria coragem. Tô meio desconcertada.
Ricardo: É um presente bem especial, porque é um brinquedo feito com minhas medidas exatas, um clone do meu pau. Tive que escanear várias vezes pra fazer uma cópia 3D. Então agora você pode se penetrar como se fosse eu fazendo.
Ela não disse nada, se despediu com o emoji de um beijo. E vi que saiu do quarto, mas na mão dela ia bem agarrado o pau de borracha.
Isso se repetiu por três noites. Na sexta, a terceira noite, a última, eu cometeria uma loucura. Começamos a falar de tudo um pouco e algo desencadeou a conversa quente. Ela, como sempre, linda com sua camiseta longa e... De calcinha fio dental, pedindo pra ela deixar a porta aberta que eu ia visitar ela pra abusar. Eu tava do lado de fora da casa dela com meu celular vendo tudo, e quando ela desligou a ligação, vi que apagou a luz do térreo e acendeu a do andar de cima, no quarto dela.
Esperei meia hora, tentando não ser visto por ninguém. Não era uma rua muito movimentada, e era quase uma da manhã. Meu carro eu tinha deixado a umas duas quadras. Com os nervos à flor da pele, me aproximei da porta dela, desviei da câmera de um vizinho, tava com um lenço cobrindo boa parte do rosto e um boné. Cheguei na porta principal, meu coração tava a mil, estiquei a mão, peguei a maçaneta e a porta abriu. Entrei num hallzinho, onde tinha um espelho grande e um armário pra pendurar casacos. A segunda porta me dava acesso à casa e também tava aberta pra minha sorte. Olhei tudo com cuidado, me enfiei num canto, tirei o lenço e coloquei uma máscara. Revistei o térreo e tava vazio, subi pela escada e ouvi gemidos vindo do quarto principal, revirei o resto e também não tinha ninguém, mas eu sabia que ela morava sozinha, tinha que ter certeza.
Me preparei direitinho, tirei da mochila tudo que precisava, tinha trazido uns arreios de couro que pareciam algemas, cordas e uma mordaça de bola pra boca, assim evitava que ela gritasse, também tinha uma faca, mas o fio era cego, ou seja, não cortava nada. Passei um gel nas mãos que quando secava evitava reconhecer suas digitais. Ia ver como ela se comportava. Espiei, a porta dela tava aberta e vi ela, tava se masturbando com um brinquedo chamado vibralush, com as pernas dobradas e o brinquedo na buceta, um pote de creme do lado e um dedo no cu, tava no momento mais intenso da masturbação. Me aproximei devagar, ela tava no mundinho dela metendo forte nos dois buracos, de olhos fechados, fiquei do lado dela e ela nem percebeu. Ricardo: Que delícia, sua putinha, que você tá me esperando assim. Valeu por deixar a porta aberta.
1 comentários - Minha chefe gostosa, abuso ou fantasia?