Lá pelas 22 ela me avisa que tava chegando, chega, beijo de leve, mochilinha no ombro, devia ter o uniforme dela. "Já volto, vou ficar confortável", ela fala. "Fala", eu respondo enquanto cozinho, e ela sai pelada. Não era mentira quando eu disse que queria ficar pelada com você. "Já somos dois", falo e tiro tudo, e começamos a cozinhar. "Não gosta do que vê?", ela pergunta, porque a pica tava morta. "Gosto, sim, mas é que não tenho mais resto desde ontem, a gente vem metendo sem parar", falo. "Já deve estar saindo aguinha", ela diz, "adoro tomar água", e se ajoelha pra chupar minha pica enquanto eu fazia a torta. No tempo que levei pra colocar no forno, ela chupando sem parar. Coloco a torta no forno, acendo a luz do mesmo e coloco ela de barriga na mesa. "Até a torta ficar pronta, não tiro de você", falo e começo a comer ela de novo. Devo ter ficado uns 5 minutos, e quando vi que a torta já tava quase pronta, ela mesma encaixou no cu e começou a rebolando, enfiando sozinha. Aaaaaa uuuuu, ela suspirava. Aaaaaa uuuuu, suspirava. Na terceira tentativa, já aaaaaa mmm mmm, sim, aí devagar, aaaaa. E ela controlava o ritmo de se enfiar no cu. Não passou de 2 minutos e eu já tava gozando dentro do cu dela, e ela saiu sozinha quando a pica caiu, como se nada. "Pronto, a torta já tá, vamos comer." Como aquilo me excitou, então a gente se jogou no sofá pra comer, os dois pelados, um de frente pro outro, e enquanto comíamos, dava pra ver o cum saindo aguado do cu dela. "Acho que tô sujando o sofá", ela fala, e o que ela fez depois me deixou louco. Ela passa a mão no cu, pega o que tava saindo, abre a torta, coloca lá dentro e come. "Me dá tesão levantar quando como", ela fala. "Aaaa, não pode ser tão puta", falo e coloco ela deitada de barriga pra cima, só a cabeça dela saindo do sofá. Assim, com a cabeça pendurada, começo a meter a pica na boca dela e via ela aparecendo na garganta. Entre engasgada e os olhos lacrimejando, metia até ela fazer ânsia e gozei bem fundo, que saiu cum pelo nariz dela. A torta ficou em segundo plano, a gente ficou assim mesmo. Depois de um tempo, Vou no banheiro tomar um banho pra gente deitar e ela aparece. Começou a me tocar, mas falei que já era demais, que minha pica tava ardendo, então fiquei de boa e a gente deitou. Ficamos conversando sobre tudo um pouco até que ela perguntou o que houve com a Lau, minha namorada. Falei que era por causa do negócio e que eu tenho minhas economias pra trocar de carro, até podia ajudar ela, mas não bancar tudo sozinho. Ela também me contou que com o Pedro vieram morar aqui porque ele tinha se dado mal na colheita uns anos atrás por causa de uns sócios que o foderam, e que ele tava muito mal, por isso decidiram vir. E eu lá trabalhava muito bem, hoje aqui tô tendo dificuldade pra entrar, mas vamos levando com as economias que tenho, por isso ela me falou dos boletos naquela vez que me ligou. Mas fazer o quê, é questão de aguentar, porque a coisa vai melhorar e a gente vai se recuperar. Nisso já eram 2 da manhã e a gente continuava conversando sobre tudo um pouco e dormimos de conchinha. No outro dia, às 7, meu alarme toca, levanto, preparo o café, levo pra cama e a gente toma. Nos arrumamos, nos abraçamos forte e cada um segue seu rumo, sabendo que era uma despedida, pelo menos por um tempo. Pelo menos foi assim que eu senti. A semana foi tranquila, com poucas mensagens, sem ficar enchendo o saco um do outro e sem se ver, o que foi difícil, tenho que admitir, mas fazer o quê, a vida segue. No meu trabalho, me mandaram pra uma filial que tava mudando de galpão e era uma bagunça operacional (muito estoque vencido e negativo, essas coisas), então a gente aproveitava e corrigia isso. Depois de uma reunião curta, me organizo pra ir com a caminhonete da empresa ver as opções de casa que tinham pra mim. Embora fossem 3 semanas a princípio, dava pra esticar pra 4. Então me ocorre convidar a doutora. De horário ela não tem problema e de se ausentar de casa também não. Boa noite, doutora, como vai? Desculpa incomodar nesse horário, só pra saber se por acaso ela tá com o Pedro. Oi, como vai? Não é incômodo não, a gente ia jantar aqui com o Pedro, mas pode falar. Era pra consultar porque tô com um desconforto e na QUINTA vou viajar por uns dias, queria ver se eu... Pude ver cedo, Sisi. Te espero amanhã às 11. Naquela mesma noite, tipo 23:40, chega um WhatsApp dela: "Tá?" "Tô sim, preparando umas coisas que tenho que levar. Desculpa te escrever a essa hora, o Pedro acabou de dormir e vim pra sala te escrever. Como assim você vai? Pra onde e por quanto tempo?" "Vou amanhã, mas volto logo. Tenho que ir dar um treinamento e arrumar uma empresa de um cliente. Por enquanto, vou procurar um lugar pra ficar." "Bom, se você me aguentar e voltar em dois dias, vou com você. O Pedro tá full trilhando milho, então vai passar a semana toda no campo." "Beleza, fica tranquila. Amanhã te espero e a gente vai." "Ok, passo aí pra te pegar. No que a gente vai?", ela pergunta. "No meu carro, se ele aguentar, haha." "Tô com a caminhonete. Passo aí e a gente vai nela, mas você dirige, ok? A empresa paga o combustível e as despesas."
No outro dia, ela me busca e pergunta por que tenho que ir. Expliquei que parte do meu trampo é consultoria empresarial, gestão contábil, de pessoal e logística. Que é um cliente grande, cuja filial tava no prejuízo há um tempão e eu queria dar um jeito nisso. A questão é que fomos viajando, conversando sobre tudo um pouco e, sem perceber, chegamos. Fui dar uma olhada nos apartamentos que tinha no Nocutie, eram bonitos, mas tinha uma cabaninha meio afastada, com a vantagem de ter churrasqueira e piscina. Então ela escolheu essa, com a ideia de curtir no mesmo dia. Deixei ela se acomodando e fui me apresentar na empresa. Fiquei até umas 8 da noite conversando com o encarregado e depois fui buscá-la. Ela já tava dentro da piscina com uma caipirinha. "Que corpaço, hein! No mínimo um biquíni, fala sério!", falei. "Não tô nem aí, o Pedro não gosta que eu ande assim." "Eu não sou o Pedro", respondi, "e adoro te ver gostosa assim." "Valeu por me fazer sentir desejada", e me deu um baita beijo. A gente se trocou e fui perguntar: "Vamos comer por aí?" "Vamos sim!" Mas isso já é parte de outra história.
No outro dia, ela me busca e pergunta por que tenho que ir. Expliquei que parte do meu trampo é consultoria empresarial, gestão contábil, de pessoal e logística. Que é um cliente grande, cuja filial tava no prejuízo há um tempão e eu queria dar um jeito nisso. A questão é que fomos viajando, conversando sobre tudo um pouco e, sem perceber, chegamos. Fui dar uma olhada nos apartamentos que tinha no Nocutie, eram bonitos, mas tinha uma cabaninha meio afastada, com a vantagem de ter churrasqueira e piscina. Então ela escolheu essa, com a ideia de curtir no mesmo dia. Deixei ela se acomodando e fui me apresentar na empresa. Fiquei até umas 8 da noite conversando com o encarregado e depois fui buscá-la. Ela já tava dentro da piscina com uma caipirinha. "Que corpaço, hein! No mínimo um biquíni, fala sério!", falei. "Não tô nem aí, o Pedro não gosta que eu ande assim." "Eu não sou o Pedro", respondi, "e adoro te ver gostosa assim." "Valeu por me fazer sentir desejada", e me deu um baita beijo. A gente se trocou e fui perguntar: "Vamos comer por aí?" "Vamos sim!" Mas isso já é parte de outra história.
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