Ainda tinha o gosto de porra fresca na boca do Ivan quando ele me segurou pelo corpo e, com os dedos ainda enfiados no meu cu, me manobrou igual um fantoche. Quando me dei conta, já estava com as mãos apoiadas nos braços do sofá do Raul, que não demorou pra baixar a calça e mostrar uma rola quase igual à do Ivan, mas mais escura, depilada e cheia de veias. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele me puxou pela nuca e comecei a chupar a rola dele, que ia endurecendo a cada subida e descida. Enquanto isso, os dedos do Ivan entravam e saíam do meu cu sem parar. Por causa da minha inexperiência, eu raspava a rola toda com os dentes, além de ter ânsia toda vez que ele enfiava até o fundo. E o Raul comenta:
— Fica tranquilo, bebê, chupa de boa que é toda sua.
E aí, olhando pro Ivan, continuou:
— Sei que você é amigo da minha esposa, mas por favor, nem uma palavra. A gente tava meio distante ultimamente e faz um mês que não como ninguém. Esse desabafo tá me fazendo um bem danado.
Ivan:
— É... Não... Sem problemas — respondeu meio sem saber o que dizer. — Da minha parte ela não vai ficar sabendo.
Raul:
— Se quiser, também tenho pra você, hein?!
Ivan:
— NÃO, não, obrigado. Eu gosto de... Sou ativo — respondeu nervoso, quase se atrapalhando.
Não sei se foi pelo nervosismo, mas ele começou a enfiar três dedos em mim, bem na hora que eu tava me acostumando com o cu. Queria parar de chupar de tanta dor, mas a mão na nuca e a rola enfiada até onde dava não me deixavam escolha. Tentei empurrar a mão dele, mas ele pegou a minha e levou até minha própria rola pra eu me masturbar. E pra minha surpresa, eu tava durasso. Abaixei a calça de vez e deixei à mostra que tava usando meia 3/4.
Raul:
— Uff, mas que coisa linda!
Ele começou a alternar entre passar a mão e chupar meu cu, umas boas vezes. Num momento, ele enfiou o que pareciam ser quatro dedos, ou sei lá. Mas fazia muita pressão pra entrar. E enquanto com uma mão ele me masturbava, com a outra me segurava pela cintura, começando a bombar, primeiro devagar, mas depois aumentando e aumentando. o ritmo até soltar minha mão e agarrar minha cintura com as duas mãos. Enquanto a pica dele entrava e saía quase completamente do meu cu e voltava a meter. Eu não podia fazer nada além de me agarrar nos braços do sofá. Não conseguia acreditar que o Ivan estava me comendo no pelo, enquanto tinha a pica de um desconhecido enfiada até a garganta. Meus gemidos e choramingos não demoraram a aparecer, e o Raul comentou:
Raul: - Como você geme de prazer, sua putinha... Que lindo!
E ele se levantou, de modo que eu fiquei no meio de uma comendo no cu e o outro na boca. Com um ritmo cada vez mais rápido e forte. Não sabia se o que doía mais era o cu ou a mandíbula. E o Raul volta a comentar:
Raul: - Posso dar uma pegada daqui a pouco... Porque esses gemidos estão me deixando louco.
Com um tom extasiado, o Ivan diminuiu o ritmo, mais lento, mas colocando muita intensidade em cada bombada, e respondeu com a voz ofegante e excitadíssimo:
Ivan: - Sim, claro... Me dá uns minutos que já vou gozar.
Eles estavam pedindo meu cu emprestado como se não fosse meu. E ele voltou a aumentar o ritmo, tirava a pica completamente e metia de uma vez, me fazendo quase chorar de dor, e comentava:
Ivan: - Esses gemidos, você gosta...???
E continuava metendo.
Raul: - Sim, adoro que ela curta assim.
Respondeu, entrando no jogo de excitação. Poucos segundos depois, ele me agarrou com força pela cintura e eu senti a pica dele endurecer e começar a encher meu cu de porra, como se não tivesse gozado na minha boca há pouco. Continuou bombando por mais alguns segundos e, assim que tirou, o Raul me endireitou e tirou minha calça completamente, levantou uma perna até a altura do quadril dele. Tateou até encontrar meu cu e meteu sem mais delongas. Meu cu ainda pulsava de dor e escorria a porra quente do Ivan. Mas já tinha a pica do Raul enfiada, bombando sem parar, me fazendo ver estrelas de dor e me deixando como uma super puta com a perna levantada. Enquanto o Ivan foi ao banheiro se lavar, o Raul me mudou de posição de novo, agora com as mãos no braço do sofá, enquanto me segurava pela cintura. e aumentava mais e mais o ritmo. Meus gemidos enchiam ele de euforia e eu queria segurar, mas não conseguia por causa da dor e da excitação. Depois de uns minutos, sinto ele também ficar todo tenso e a pica vira uma pedra. E enquanto ele enche meu cu de porra de novo, o Ivan volta do banheiro e comenta. Ivan: - Você tá sem água de novo. E olhando pra mim, continua: - Você vai ter que chupar até deixar limpa. Raul: - Os dois! Enquanto tira a pica do meu cu banhada de porra. Fiquei uns minutos chupando os dois até que as duas picas ficaram babadas, mas limpas. Dá pra ouvir o elevador parar no 11º andar e claramente era a Gabriela voltando. Eles se trocaram rapidão. Eu vesti a calça e a camiseta, nem percebi quando tirei, e fomos pra mesa. A Gabriela encontrou o entregador e subiu com tudo. E lá estava eu, com a mandíbula toda dolorida e um gosto de pica na boca, o cu pulsando forte de dor e escorrendo porra dos dois. Enquanto eles comiam, comentavam e riam. Como se nada tivesse acontecido, e estavam super relaxados. Eu tinha sido a putinha complacente deles. A noite passou, ela me mandou pra cozinha lavar a louça com a Gabriela enquanto ele ficava com o Raul, e no final fomos embora.
— Fica tranquilo, bebê, chupa de boa que é toda sua.
E aí, olhando pro Ivan, continuou:
— Sei que você é amigo da minha esposa, mas por favor, nem uma palavra. A gente tava meio distante ultimamente e faz um mês que não como ninguém. Esse desabafo tá me fazendo um bem danado.
Ivan:
— É... Não... Sem problemas — respondeu meio sem saber o que dizer. — Da minha parte ela não vai ficar sabendo.
Raul:
— Se quiser, também tenho pra você, hein?!
Ivan:
— NÃO, não, obrigado. Eu gosto de... Sou ativo — respondeu nervoso, quase se atrapalhando.
Não sei se foi pelo nervosismo, mas ele começou a enfiar três dedos em mim, bem na hora que eu tava me acostumando com o cu. Queria parar de chupar de tanta dor, mas a mão na nuca e a rola enfiada até onde dava não me deixavam escolha. Tentei empurrar a mão dele, mas ele pegou a minha e levou até minha própria rola pra eu me masturbar. E pra minha surpresa, eu tava durasso. Abaixei a calça de vez e deixei à mostra que tava usando meia 3/4.
Raul:
— Uff, mas que coisa linda!
Ele começou a alternar entre passar a mão e chupar meu cu, umas boas vezes. Num momento, ele enfiou o que pareciam ser quatro dedos, ou sei lá. Mas fazia muita pressão pra entrar. E enquanto com uma mão ele me masturbava, com a outra me segurava pela cintura, começando a bombar, primeiro devagar, mas depois aumentando e aumentando. o ritmo até soltar minha mão e agarrar minha cintura com as duas mãos. Enquanto a pica dele entrava e saía quase completamente do meu cu e voltava a meter. Eu não podia fazer nada além de me agarrar nos braços do sofá. Não conseguia acreditar que o Ivan estava me comendo no pelo, enquanto tinha a pica de um desconhecido enfiada até a garganta. Meus gemidos e choramingos não demoraram a aparecer, e o Raul comentou:
Raul: - Como você geme de prazer, sua putinha... Que lindo!
E ele se levantou, de modo que eu fiquei no meio de uma comendo no cu e o outro na boca. Com um ritmo cada vez mais rápido e forte. Não sabia se o que doía mais era o cu ou a mandíbula. E o Raul volta a comentar:
Raul: - Posso dar uma pegada daqui a pouco... Porque esses gemidos estão me deixando louco.
Com um tom extasiado, o Ivan diminuiu o ritmo, mais lento, mas colocando muita intensidade em cada bombada, e respondeu com a voz ofegante e excitadíssimo:
Ivan: - Sim, claro... Me dá uns minutos que já vou gozar.
Eles estavam pedindo meu cu emprestado como se não fosse meu. E ele voltou a aumentar o ritmo, tirava a pica completamente e metia de uma vez, me fazendo quase chorar de dor, e comentava:
Ivan: - Esses gemidos, você gosta...???
E continuava metendo.
Raul: - Sim, adoro que ela curta assim.
Respondeu, entrando no jogo de excitação. Poucos segundos depois, ele me agarrou com força pela cintura e eu senti a pica dele endurecer e começar a encher meu cu de porra, como se não tivesse gozado na minha boca há pouco. Continuou bombando por mais alguns segundos e, assim que tirou, o Raul me endireitou e tirou minha calça completamente, levantou uma perna até a altura do quadril dele. Tateou até encontrar meu cu e meteu sem mais delongas. Meu cu ainda pulsava de dor e escorria a porra quente do Ivan. Mas já tinha a pica do Raul enfiada, bombando sem parar, me fazendo ver estrelas de dor e me deixando como uma super puta com a perna levantada. Enquanto o Ivan foi ao banheiro se lavar, o Raul me mudou de posição de novo, agora com as mãos no braço do sofá, enquanto me segurava pela cintura. e aumentava mais e mais o ritmo. Meus gemidos enchiam ele de euforia e eu queria segurar, mas não conseguia por causa da dor e da excitação. Depois de uns minutos, sinto ele também ficar todo tenso e a pica vira uma pedra. E enquanto ele enche meu cu de porra de novo, o Ivan volta do banheiro e comenta. Ivan: - Você tá sem água de novo. E olhando pra mim, continua: - Você vai ter que chupar até deixar limpa. Raul: - Os dois! Enquanto tira a pica do meu cu banhada de porra. Fiquei uns minutos chupando os dois até que as duas picas ficaram babadas, mas limpas. Dá pra ouvir o elevador parar no 11º andar e claramente era a Gabriela voltando. Eles se trocaram rapidão. Eu vesti a calça e a camiseta, nem percebi quando tirei, e fomos pra mesa. A Gabriela encontrou o entregador e subiu com tudo. E lá estava eu, com a mandíbula toda dolorida e um gosto de pica na boca, o cu pulsando forte de dor e escorrendo porra dos dois. Enquanto eles comiam, comentavam e riam. Como se nada tivesse acontecido, e estavam super relaxados. Eu tinha sido a putinha complacente deles. A noite passou, ela me mandou pra cozinha lavar a louça com a Gabriela enquanto ele ficava com o Raul, e no final fomos embora.
2 comentários - Da simulação à submissão (conto gay) parte 2
que lindo!!