Lá estava ela bem na minha frente, minha mãe mostrando a buceta molhada dela, louca por uma pica que penetrasse e fizesse ela se sentir mulher.
Quando eu ia chupar a buceta da minha mãe, ela me disse que primeiro queria tomar um banho porque vinha do trabalho e que a buceta dela estava suja. Eu pedi pra ela, por favor, não fazer isso, que meu desejo mais profundo era cheirar, ver e provar a buceta dela bem na hora que ela chegasse do trampo. Ela disse que ficava com vergonha, que tinha acabado de mijar e que o cheiro ia ser forte, que talvez eu não gostasse. Peguei minha mãe e a levei pro meu quarto, deitei ela na cama, ela ainda com a calcinha no meio da perna, se sentindo envergonhada e me pedindo pra deixar ela se lavar, pelo menos um pouquinho.
Não deixei, abri as pernas dela e tirei a calcinha, que claramente tinha uma mancha de fluxo vaginal e urina na parte do reforço, bem onde fica a buceta dela. Foi quando me ajoelhei e pedi pra ver e sentir pela primeira vez a origem do aroma gostoso que me enlouquecia. Na minha frente estava a buceta molhada e cheirosa da minha mãe, só pra mim. Foi quando provei o sabor e senti o cheiro forte dela.
Enfiei meu rosto entre as pernas dela, meus lábios se uniram aos lábios da buceta da minha mãe e, num beijo demorado, bebi da buceta dela os fluidos que ela exalava.
Cada lambida que eu dava, minha mãe se arrepiada e gemia, me dizia que tinha vergonha de estar daquele jeito, mas eu me agarrava mais e com a ponta da língua eu penetrava ela, minha mãe se arrepiada ainda mais.
Meu rosto, meu nariz e meus lábios estavam com o cheiro da minha mãe, foi quando ela segurou minha cabeça e me apertou mais contra a buceta e o clitóris dela, pude sentir quando ela gozou pela primeira vez nos meus lábios, um jorro forte de leite materno inundou meu rosto e minha boca. Eu, com toda a sede, tomei a vacina dela.
Minha mãe ficou na cama como se estivesse dormindo. Deixei ela aproveitar o orgasmo dela, e virei minha mãe de lado. Uma bunda enorme que se formava, os quadris dela e ela abriu as nádegas pra eu ver o que eu ia pegar...
A bunda grande e gostosa da minha mãe, louca por uma pica, ela me pediu pra meter de uma vez, mas eu pedi pra ela realizar um desejo que eu sempre tive e sonhei... Ela me perguntou qual era, esse desejo, e eu pedi sem rodeios: queria que ela sentasse na minha cara. Ela, com muita vergonha, disse que podia me machucar, que pesava muito, e além disso, como ela ia sentar na minha cara. Eu falei que ia explicar como... Minha mãe, com muita vergonha, se levantou em cima da cama e eu me deitei de barriga pra baixo debaixo das pernas dela, foi quando pedi que ela se abaixasse e encostasse a buceta nos meus lábios... Ela obedeceu.
A vista que eu tinha no momento em que minha mãe se abaixava e chegava perto do meu rosto...
As pernas dela se abrindo de par em par e ver os lábios da buceta dela se abrindo pra me dar um beijo foi a coisa mais gostosa que já vi e senti. E chupei a buceta da minha mãe de novo, minha mãe mexia a cintura esfregando a buceta dela nos meus lábios e no meu nariz...
Minha mãe parou e disse que queria chupar minha pica, foi quando pela primeira vez a gente fez um 69...
Minha mãe, toda puta, chupava e enfiava meu pau na boca e na garganta, beijava, lambia, passava o nariz por todo o meu pau, enquanto eu chupava a buceta e o clitóris dela e comia com minha língua... Pedi pra minha mãe ficar de quatro e ela, com gosto, se posicionou, e aquele rabão enorme estava ao meu alcance, à minha disposição pra eu fazer o que quisesse, e foi aí que lambi o cu e a buceta dela, enfiando minha cara entre aquelas nádegas enormes...
Fiquei chupando um bom tempo até que eu e minha mãe não aguentamos mais e ela pediu pra eu meter, que precisava do meu pau no fundo da buceta e do útero dela, que eu podia comer ela o mais forte possível e que queria meu leite dentro, eu já não aguentei mais e assim de quatro nos unimos pela primeira vez...
Ajeitei ela bem pra ela sentir minha penetração, e eu poder segurar na cintura dela enquanto metia na buceta dela, gostosa, molhada e quente... Apontei pra entrada da buceta dela com meu pau e acariciei a entrada e o clitóris com a cabeça do meu pau, e aos poucos fui enfiando centímetro por centímetro do meu pau, dava pra sentir a umidade, o calor das paredes da buceta dela, e como eu ia abrindo caminho nas entranhas da minha mãe. Até minhas bolas baterem na buceta dela, finalmente tinha meu pau dentro da minha amada mãe.

Em cada investida, minha mãe empurrava e gemia, apertava os lençóis e gemia. Me pedia pra meter mais forte e mais fundo com meu pauzão, dizia que sentia a ponta da minha roça pegando na entrada do útero dela. Eu sentia como minha mãe, com as paredes da buceta dela, me apertava e chupava meu pau. Via e sentia as pernas e as nádegas dela tremendo de tanto orgasmo que minhas penetrações causavam. Parei e virei ela de barriga pra cima e meti nela...

Enfiei a pica na minha mãe de papo pra cima, e a puta da minha mãe abria mais as pernas pra facilitar ainda mais a penetração. Ela gemia, e foi quando pediu pra eu dar meu gozo nela. Eu, ao ouvir isso, aumentei a velocidade da penetração...


Na minha mãe eu queria meter até os meus ovos, a puta da minha mãe abria mais as pernas pra eu ir mais fundo e pegar a entrada do útero dela, que era o que fazia ela tremer de prazer e soltar uns gemidos profundos...
Me dá teu gozo, filho meu, enche tua mãe com teu gozo quente.... Faz isso, buceta, deixa teu gozo no fundo da minha buceta.... Minha mãe, quase sem voz, me dizia isso, eu não aguentei mais.....
Me agarrei a ela e beijava o pescoço da minha mãe, enquanto ela, com as mãos, abria cada vez mais as pernas e as nádegas... O momento tinha chegado. Jorros do meu esperma quente, disparados com força, batiam no fundo da buceta da minha mãe, colidindo com a entrada do útero dela. Minha mãe sentia claramente os jorros de porra quente, porque eu tinha ficado bem no fundo da sua buceta quente. Minha mãe teve um orgasmo igual ao meu e, com a buceta dela, podia sentir como me espremia o pau, tentando tirar até a última gota de leite do seu amado filho...
Foi tanta porra que eu gozei dentro da minha mãe que escorria entre os lábios da buceta dela, descia da vagina dela até o cu, ficamos juntos por mais tempo, eu com meu pau dentro da minha mãe e ela me segurando pra não sair de dentro dela.
Aproveitando nossos orgasmos, ficamos um descansando no outro, ainda ligados pelos nossos sexos. Finalmente conseguimos nos separar, minha mãe deitada na cama com a buceta cheia de porra.
Minha mãe, completamente exausta e cheia de porra, estava linda. Finalmente tinha sido minha mulher, e meu gozo confirmava isso...
Minha mãe falou que ia no banheiro se limpar e que voltava... Eu segui ela e falei que queria ver ela mijar... Minha mãe topou.
Enquanto eu a via mijando, um jato de porra saiu lá do fundo da buceta dela...
Nós dois ficamos nos olhando e soubemos que aquela não seria a última vez que minha mãe tiraria minha porra da buceta dela...
Pronto, vou contar pra vocês, quando minha mãe me entregou a bunda apertada dela "O cu da minha mãe parte 1 e 2
Quando eu ia chupar a buceta da minha mãe, ela me disse que primeiro queria tomar um banho porque vinha do trabalho e que a buceta dela estava suja. Eu pedi pra ela, por favor, não fazer isso, que meu desejo mais profundo era cheirar, ver e provar a buceta dela bem na hora que ela chegasse do trampo. Ela disse que ficava com vergonha, que tinha acabado de mijar e que o cheiro ia ser forte, que talvez eu não gostasse. Peguei minha mãe e a levei pro meu quarto, deitei ela na cama, ela ainda com a calcinha no meio da perna, se sentindo envergonhada e me pedindo pra deixar ela se lavar, pelo menos um pouquinho.
Não deixei, abri as pernas dela e tirei a calcinha, que claramente tinha uma mancha de fluxo vaginal e urina na parte do reforço, bem onde fica a buceta dela. Foi quando me ajoelhei e pedi pra ver e sentir pela primeira vez a origem do aroma gostoso que me enlouquecia. Na minha frente estava a buceta molhada e cheirosa da minha mãe, só pra mim. Foi quando provei o sabor e senti o cheiro forte dela.
Enfiei meu rosto entre as pernas dela, meus lábios se uniram aos lábios da buceta da minha mãe e, num beijo demorado, bebi da buceta dela os fluidos que ela exalava.
Cada lambida que eu dava, minha mãe se arrepiada e gemia, me dizia que tinha vergonha de estar daquele jeito, mas eu me agarrava mais e com a ponta da língua eu penetrava ela, minha mãe se arrepiada ainda mais.
Meu rosto, meu nariz e meus lábios estavam com o cheiro da minha mãe, foi quando ela segurou minha cabeça e me apertou mais contra a buceta e o clitóris dela, pude sentir quando ela gozou pela primeira vez nos meus lábios, um jorro forte de leite materno inundou meu rosto e minha boca. Eu, com toda a sede, tomei a vacina dela.
Minha mãe ficou na cama como se estivesse dormindo. Deixei ela aproveitar o orgasmo dela, e virei minha mãe de lado. Uma bunda enorme que se formava, os quadris dela e ela abriu as nádegas pra eu ver o que eu ia pegar...
A bunda grande e gostosa da minha mãe, louca por uma pica, ela me pediu pra meter de uma vez, mas eu pedi pra ela realizar um desejo que eu sempre tive e sonhei... Ela me perguntou qual era, esse desejo, e eu pedi sem rodeios: queria que ela sentasse na minha cara. Ela, com muita vergonha, disse que podia me machucar, que pesava muito, e além disso, como ela ia sentar na minha cara. Eu falei que ia explicar como... Minha mãe, com muita vergonha, se levantou em cima da cama e eu me deitei de barriga pra baixo debaixo das pernas dela, foi quando pedi que ela se abaixasse e encostasse a buceta nos meus lábios... Ela obedeceu.
A vista que eu tinha no momento em que minha mãe se abaixava e chegava perto do meu rosto...
As pernas dela se abrindo de par em par e ver os lábios da buceta dela se abrindo pra me dar um beijo foi a coisa mais gostosa que já vi e senti. E chupei a buceta da minha mãe de novo, minha mãe mexia a cintura esfregando a buceta dela nos meus lábios e no meu nariz...
Minha mãe parou e disse que queria chupar minha pica, foi quando pela primeira vez a gente fez um 69...
Minha mãe, toda puta, chupava e enfiava meu pau na boca e na garganta, beijava, lambia, passava o nariz por todo o meu pau, enquanto eu chupava a buceta e o clitóris dela e comia com minha língua... Pedi pra minha mãe ficar de quatro e ela, com gosto, se posicionou, e aquele rabão enorme estava ao meu alcance, à minha disposição pra eu fazer o que quisesse, e foi aí que lambi o cu e a buceta dela, enfiando minha cara entre aquelas nádegas enormes...
Fiquei chupando um bom tempo até que eu e minha mãe não aguentamos mais e ela pediu pra eu meter, que precisava do meu pau no fundo da buceta e do útero dela, que eu podia comer ela o mais forte possível e que queria meu leite dentro, eu já não aguentei mais e assim de quatro nos unimos pela primeira vez...
Ajeitei ela bem pra ela sentir minha penetração, e eu poder segurar na cintura dela enquanto metia na buceta dela, gostosa, molhada e quente... Apontei pra entrada da buceta dela com meu pau e acariciei a entrada e o clitóris com a cabeça do meu pau, e aos poucos fui enfiando centímetro por centímetro do meu pau, dava pra sentir a umidade, o calor das paredes da buceta dela, e como eu ia abrindo caminho nas entranhas da minha mãe. Até minhas bolas baterem na buceta dela, finalmente tinha meu pau dentro da minha amada mãe.

Em cada investida, minha mãe empurrava e gemia, apertava os lençóis e gemia. Me pedia pra meter mais forte e mais fundo com meu pauzão, dizia que sentia a ponta da minha roça pegando na entrada do útero dela. Eu sentia como minha mãe, com as paredes da buceta dela, me apertava e chupava meu pau. Via e sentia as pernas e as nádegas dela tremendo de tanto orgasmo que minhas penetrações causavam. Parei e virei ela de barriga pra cima e meti nela...

Enfiei a pica na minha mãe de papo pra cima, e a puta da minha mãe abria mais as pernas pra facilitar ainda mais a penetração. Ela gemia, e foi quando pediu pra eu dar meu gozo nela. Eu, ao ouvir isso, aumentei a velocidade da penetração...


Na minha mãe eu queria meter até os meus ovos, a puta da minha mãe abria mais as pernas pra eu ir mais fundo e pegar a entrada do útero dela, que era o que fazia ela tremer de prazer e soltar uns gemidos profundos...
Me dá teu gozo, filho meu, enche tua mãe com teu gozo quente.... Faz isso, buceta, deixa teu gozo no fundo da minha buceta.... Minha mãe, quase sem voz, me dizia isso, eu não aguentei mais.....
Me agarrei a ela e beijava o pescoço da minha mãe, enquanto ela, com as mãos, abria cada vez mais as pernas e as nádegas... O momento tinha chegado. Jorros do meu esperma quente, disparados com força, batiam no fundo da buceta da minha mãe, colidindo com a entrada do útero dela. Minha mãe sentia claramente os jorros de porra quente, porque eu tinha ficado bem no fundo da sua buceta quente. Minha mãe teve um orgasmo igual ao meu e, com a buceta dela, podia sentir como me espremia o pau, tentando tirar até a última gota de leite do seu amado filho...
Foi tanta porra que eu gozei dentro da minha mãe que escorria entre os lábios da buceta dela, descia da vagina dela até o cu, ficamos juntos por mais tempo, eu com meu pau dentro da minha mãe e ela me segurando pra não sair de dentro dela.
Aproveitando nossos orgasmos, ficamos um descansando no outro, ainda ligados pelos nossos sexos. Finalmente conseguimos nos separar, minha mãe deitada na cama com a buceta cheia de porra.
Minha mãe, completamente exausta e cheia de porra, estava linda. Finalmente tinha sido minha mulher, e meu gozo confirmava isso...
Minha mãe falou que ia no banheiro se limpar e que voltava... Eu segui ela e falei que queria ver ela mijar... Minha mãe topou.
Enquanto eu a via mijando, um jato de porra saiu lá do fundo da buceta dela...
Nós dois ficamos nos olhando e soubemos que aquela não seria a última vez que minha mãe tiraria minha porra da buceta dela...
Pronto, vou contar pra vocês, quando minha mãe me entregou a bunda apertada dela "O cu da minha mãe parte 1 e 2
4 comentários - A buceta da minha mãe parte 2