Oi, espero que vocês estejam bem. Hoje vim trazer a segunda parte, já que vi que vocês gostaram da primeira, então aqui começo com a segunda parte, ou melhor, a segunda vez que tive esse acontecimento. Eram umas 5 da tarde, quase 6 da noite, meu pai já tinha ido trabalhar, minha mãe aproveitou o momento e se preparou pra sair com umas amigas dela, ia nos deixar sozinhos de novo. Minha mãe se arrumando pra sair às 7 da noite, e minha irmã já começou a tramar comigo. Ela sentou do meu lado e disse: — Hoje você me ajuda de novo? Eu: — Tá bom, mas você tem que continuar me ensinando mais. — Tá bom, hoje vou te ensinar uma coisa que você vai gostar. Eu sorri, pensando em algo novo, tipo uma posição ou um jeito de terminar mais rápido. O tempo passou rápido e minha mãe já tava se despedindo da gente. Quando minha irmã sentou do meu lado e começou a acariciar minha perna, eu quase endureci porque sabia o que ia rolar. Ela me disse: — Seu pau já responde às minhas carícias, que bom saber disso. Você me ama, irmãozinho? Eu: — Claro que te amo, faria qualquer coisa por você. — É que hoje eu quero e preciso sentir você de outro jeito... Eu: — Qual? De que forma você tá falando? Uma pose ou um jeito de te fazer sentir melhor? Ela começou a se despir e optou por ficar assim:
- Já encheu minha buceta, agora quero pelo cu.
Eu: mas como vou entrar aí? Meu pau parece muito grande, como a gente vai fazer?
- Eu cuido disso, você só garante que entre e faz o que tem que fazer.
Ela começou a reboltar a bunda de um jeito muito gostoso, era tipo uma dança, a bunda dela quicava, pulava sem parar e aí com as duas mãos abriu o cu dela assim:
- Vi que você ficou duro enquanto me olhava, agora vamos te preparar, quero que entre inteiro em mim. Ela se virou e me olhou nos olhos enquanto descia devagar para abrir minha calça, tirou meu pau e colocou no rosto dela, começou a lamber meu pau pra molhar a ponta e de repente enfiou a cabeça do meu pau na boca dela e começou a chupar, começou a brincar com minhas bolas e não parava de me olhar, meu coração batia rápido e escapou um "Te amo, irmãzinha", ela sorriu enquanto tinha meu pênis na boca, eu ao ver o rosto dela com os olhos lacrimejando e cheio de saliva, fiquei mais excitado que o normal, estava tão molhado que sentia que poderia entrar nela sem problemas, até que aconteceu o inesperado:
Gozei na boca dela e, quando ela sentiu o gosto do meu sêmen, rapidamente tirou meu pau da boca e colocou na cara dela pra cair no rostinho dela. Ela sorriu e falou: — Meu ex não passava de uma transa e você ainda tá duro. Vamos pro que eu preparei pra você. Ela se deitou na cama e mandou eu colocar no cu dela. Ela molhou a mão com saliva e passou no cu dela, enfiou dois dedos lá dentro, depois pegou meu pau e guiou. Fui entrando devagar nela e vi como a cara dela passou de sexy pra dolorida. Eu, me deixando levar pelo tesão, fui entrando lentamente.
Meu pau começou a pulsar forte e isso tava doendo nela, ela falou: - Por que sinto que tá crescendo, você vai rasgar minha bunda. Eu quieto, sem falar nada, só continuei metendo mais fundo, ela pediu pra eu tirar, mas não sei por que tive a ideia idiota de enfiar mais e mais, ela reclamava e tentava se soltar, eu sentia os movimentos dela e curti a sensação, mas parei. Ela disse: - Vamos tentar mais uma vez, se não der, é encher minha buceta de novo. E eu tipo "Ok", até porque era ela quem tava me ensinando, mas dessa vez eu deitei e ela virou de costas pra mim e montou como se fosse um cavalo, colocou meu pau no buraco dela e sentou devagar. Eu curti tanto a sensação que quando ela enfiou tudo, comecei a mexer devagar pra cima e ela começou a rebolar sentando, gemia tão gostoso que sentia que queria gozar de novo, mas segurei a respiração, pensei em outra coisa pra não gozar e depois de um tempo ela irritada fala: - Tá doendo minha bunda, outro dia a gente continua por aqui. Ela tava assim:
Então eu tirei do cu dela e coloquei na buceta dela e voltei a fazer aquele movimento de sentar que me deixava louco, falei que tava quase gozando e ela tentou se soltar, mas eu segurei ela porque adorei a sensação de gozar dentro. A cena foi mais ou menos assim: Eu: Sinto que vou gozar, comecei a gozar dentro e ela, então: Ela fez:
Exatamente quando ela ia sair, eu:
Quando eu a fiz descer de novo, não sei se ela gostou da sensação, mas ela começou a se mexer enquanto eu estava enchendo ela.
Já eu, com o pau dormindo dentro dela e ela praticamente cansada em cima de mim, nós dois dormimos na mesma posição que usamos pra transar. Ela se levantou rapidamente, fazendo meu pau sentir o movimento brusco ao sair dela. Começou a se levantar de novo, e minha irmã estava me mostrando como eu a deixei na calcinha dela, algo tipo:
Eu, sem forças, pedi pra ela me trazer água. Na hora que ela trouxe a água, a gente ouviu as chaves batendo — minha mãe tava chegando em casa. A sorte é que a gente tinha uma grade e uma porta, uma atrás da outra, então ela precisava abrir uma e depois a outra. Eu corri pro banheiro com minhas roupas, e ela arrumou a cama e se vestiu rápido. Comecei a tomar banho pra não levantar suspeitas, e ela fingiu que tava limpando. Quando saí e olhei o relógio, já eram 11 da noite — nessa hora a gente já devia estar banhado e ter jantado. Espero que vocês curtam minha segunda vez com minha irmã, porque isso só rolou comigo três vezes. Mas não se preocupem, ainda tenho mais pra contar. Quando ficar sem histórias, não estranhem — quis compartilhar minhas experiências sexuais com vocês.
- Já encheu minha buceta, agora quero pelo cu. Eu: mas como vou entrar aí? Meu pau parece muito grande, como a gente vai fazer?
- Eu cuido disso, você só garante que entre e faz o que tem que fazer.
Ela começou a reboltar a bunda de um jeito muito gostoso, era tipo uma dança, a bunda dela quicava, pulava sem parar e aí com as duas mãos abriu o cu dela assim:
- Vi que você ficou duro enquanto me olhava, agora vamos te preparar, quero que entre inteiro em mim. Ela se virou e me olhou nos olhos enquanto descia devagar para abrir minha calça, tirou meu pau e colocou no rosto dela, começou a lamber meu pau pra molhar a ponta e de repente enfiou a cabeça do meu pau na boca dela e começou a chupar, começou a brincar com minhas bolas e não parava de me olhar, meu coração batia rápido e escapou um "Te amo, irmãzinha", ela sorriu enquanto tinha meu pênis na boca, eu ao ver o rosto dela com os olhos lacrimejando e cheio de saliva, fiquei mais excitado que o normal, estava tão molhado que sentia que poderia entrar nela sem problemas, até que aconteceu o inesperado:
Gozei na boca dela e, quando ela sentiu o gosto do meu sêmen, rapidamente tirou meu pau da boca e colocou na cara dela pra cair no rostinho dela. Ela sorriu e falou: — Meu ex não passava de uma transa e você ainda tá duro. Vamos pro que eu preparei pra você. Ela se deitou na cama e mandou eu colocar no cu dela. Ela molhou a mão com saliva e passou no cu dela, enfiou dois dedos lá dentro, depois pegou meu pau e guiou. Fui entrando devagar nela e vi como a cara dela passou de sexy pra dolorida. Eu, me deixando levar pelo tesão, fui entrando lentamente.
Meu pau começou a pulsar forte e isso tava doendo nela, ela falou: - Por que sinto que tá crescendo, você vai rasgar minha bunda. Eu quieto, sem falar nada, só continuei metendo mais fundo, ela pediu pra eu tirar, mas não sei por que tive a ideia idiota de enfiar mais e mais, ela reclamava e tentava se soltar, eu sentia os movimentos dela e curti a sensação, mas parei. Ela disse: - Vamos tentar mais uma vez, se não der, é encher minha buceta de novo. E eu tipo "Ok", até porque era ela quem tava me ensinando, mas dessa vez eu deitei e ela virou de costas pra mim e montou como se fosse um cavalo, colocou meu pau no buraco dela e sentou devagar. Eu curti tanto a sensação que quando ela enfiou tudo, comecei a mexer devagar pra cima e ela começou a rebolar sentando, gemia tão gostoso que sentia que queria gozar de novo, mas segurei a respiração, pensei em outra coisa pra não gozar e depois de um tempo ela irritada fala: - Tá doendo minha bunda, outro dia a gente continua por aqui. Ela tava assim:
Então eu tirei do cu dela e coloquei na buceta dela e voltei a fazer aquele movimento de sentar que me deixava louco, falei que tava quase gozando e ela tentou se soltar, mas eu segurei ela porque adorei a sensação de gozar dentro. A cena foi mais ou menos assim: Eu: Sinto que vou gozar, comecei a gozar dentro e ela, então: Ela fez:
Exatamente quando ela ia sair, eu:
Quando eu a fiz descer de novo, não sei se ela gostou da sensação, mas ela começou a se mexer enquanto eu estava enchendo ela.
Já eu, com o pau dormindo dentro dela e ela praticamente cansada em cima de mim, nós dois dormimos na mesma posição que usamos pra transar. Ela se levantou rapidamente, fazendo meu pau sentir o movimento brusco ao sair dela. Começou a se levantar de novo, e minha irmã estava me mostrando como eu a deixei na calcinha dela, algo tipo:
Eu, sem forças, pedi pra ela me trazer água. Na hora que ela trouxe a água, a gente ouviu as chaves batendo — minha mãe tava chegando em casa. A sorte é que a gente tinha uma grade e uma porta, uma atrás da outra, então ela precisava abrir uma e depois a outra. Eu corri pro banheiro com minhas roupas, e ela arrumou a cama e se vestiu rápido. Comecei a tomar banho pra não levantar suspeitas, e ela fingiu que tava limpando. Quando saí e olhei o relógio, já eram 11 da noite — nessa hora a gente já devia estar banhado e ter jantado. Espero que vocês curtam minha segunda vez com minha irmã, porque isso só rolou comigo três vezes. Mas não se preocupem, ainda tenho mais pra contar. Quando ficar sem histórias, não estranhem — quis compartilhar minhas experiências sexuais com vocês.
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