Templo dos Deuses 2 (na fossa)

Fala, gurias!!!
Lembram de mim, né? Se leram "O templo dos deuses" e "Primeira vez num posto de gasolina" já sabem que sou um cara másculo na rua, bom, quase, dá pra perceber um pouquinho, e na intimidade uma garota de calcinha e sutiã, como tem que ser. Sempre, sempre uso minha fio dental por baixo da cueca e, assim que chego em casa, jogo pra lá essa roupa de mentira que uso na rua e me visto como a menina que sou.
Lembram quando contei da minha primeira visita ao "templo dos deuses", aquele borracheiro na esquina de casa, claro!, e de como o Matías, um dos três deuses, meteu na minha bucetinha até se cansar? (bom, é um jeito de dizer, meu Deus é um Deus e os deuses não se cansam. O Mati não se cansa de me atravessar com a espada dele e de descarregar os raios quentes dele na minha bucetinha, e eu nunca, nunca vou me cansar de ser adoradora dele e de chupar a lança dele). Lembram que ele me deixou na porta de casa com a bucetinha cheia de porra dele e que prometeu que no sábado eu ia "ser atendida" pelos 3 Deuses daquele Olimpo? Então, agora vou contar como continuou.
Naquela noite, com o gozo do Mati dentro da minha barriguinha, dormi relaxada como nunca, mas às 6 não consegui mais pegar no sono. Só de pensar que naquele dia os 3 Deuses iam me premiar com seus elixires, fiquei desesperada demais. Tinha que lavar minha bucetinha por dentro como nunca, depilar tudo, escolher a roupinha, me perfumar inteira, ai, vocês não têm ideia do louca que fiquei!!! A reunião no Olimpo era às 7 da noite!!!!! Como ia passar o dia inteiro se a xereca já tava formigando? Tomei café, tomei banho e sentei no vaso, vendo triste o elixir que meu Deus tinha me dado na noite anterior escorrer. Fiz 3 enemas de água morna. Ai, meninas!, a buceta tava pulsando, o que eu fazia? Peguei meus dilatadores de coração e coloquei um médio, não queria chegar muito aberta no templo, mas se os três tinham o mesmo tamanho do Mati, melhor dar uma dilatadinha. Foi o dia mais longo da minha vida, tomei banho três vezes, escovei os dentes 5 vezes, me depilei toda toda toda, fiz mais dois enemas, passei cremes pra deixar minha pele macia demais. Se coloquem no meu lugar, meninas!, por mais puta que eu me sinta, poucas vezes tinha dado, já contei pra vocês. E agora ter esses 3 caras, esses 3 deuses, e na esquina da minha casa. Já não ligava pras velhas fofoqueiras do bairro, já não ligava de ser "aquele negão de gravata, aquele da outra quadra que anda meio estranho", já não ligava pros sorrisos maldosos das vizinhas quando me viam passar. Se os 3 Deuses começassem a me servir, até me animava a ir no mercado de minissaia!!!, Ai, não!!, é brincadeira meninas, sempre fui muito discreta, nem louca me mostro. Se as velhas suspeitam é porque, bom, já falei, não sou um caminhoneiro machão, mas também não sou um viadinho.
Finalmente, depois de hesitar muito, me decidi: um conjuntinho de renda com fio dental Booty Less azul celeste, divina. Tirei o plug, enfiei mais duas perinhas, e passei o Kenzo nos mamilos e em volta da minha bucetinha de cadela. Por fora, simples: uma camisa justa que insinuava as alças do sutiã e a calça jeans de cintura baixa que deixava minha raba minúscula de filme pornô. Tava frio, então consegui disfarçar com uma jaqueta pra as vizinhas não me esculacharem.
Às 7 em ponto chegou o zap do Mati: "vem, já estamos fechando e a gente te atende". Aii!!, pulei do sofá como se minha bunda tivesse uma mola, me olhei no espelho, passei mais um pouco de Kenzo, arrumei as sobrancelhas e, me mentalizando pra não mexer a bunda, fui pro borracheiro, pro templo dos meus deuses. Uma quadra, amores, só uma quadra, mas quando cheguei já sentia a buceta molhada, sou uma mesmo!!!
As cortinas já estavam abaixadas, bati e quem veio me abrir foi o Mati. A gente se cumprimentou só com um selinho, eu tava cagando de nervoso... e acho que ele também. Meu carro ainda no poço. No escritório, os outros dois Deuses, Lucas e Fabião, parecia que tavam discutindo entre si. Foi tudo muito rápido, o Fabião saiu do escritório, me olhou de canto de olho com raiva, abriu a porta da cortina de metal, saiu e bateu com tudo. Fiquei preocupada.
—Fica tranquila —disse Mati, segurando minha mão —, vem que vou te apresentar o Lucas. Eu não sabia se apertava a mão dele, dava um beijo no rosto ou um selinho, não tô acostumada com essas coisas!
Mati me deu uma ajudinha, enfiou a mão bem forte na minha bunda e disse - hoje a gente te atende nós dois, Cari. Lucas sorriu, pegou minha mão, levou até o volume dele e falou com aquela voz tão grave, tão máscula, com aquela voz de Deus do Olimpo - com essa ferramenta vou te atender, promíscua, quer ver ela?-
Me incomodou um pouco aquela parte de "promíscua", eu não sou promíscua, sou uma puta, mas não deu tempo de falar nada, ele me pegou pelos ombros, me fez ajoelhar e claro que sei fazer meu trabalho, abri o zíper, tirei pra fora e uau!!, outra lança tremenda igual a do Mati, já molhada de pré-gozo. Não falei pra vocês, meninas, mas eu curto mais pré-gozo do que coca com fernet, juro! Primeiro lambi cada gotinha. Depois fechei meus lábios devagar e apoiei na ponta da glande enorme dele. Fui empurrando e abrindo meus lábios, e gozei com o primeiro "ahhh" do Lucas. Fui engolindo devagar, acariciando cada centímetro com meus lábios, indo e vindo. E meninas, sou muito puta, no começo penso "vou fazer isso e aquilo", mas me empolgo e em dois minutos já tava chupando, lambendo, beijando desesperada aqueles 25 cm de carne como se minha vida dependesse disso.
-Mmm, putinha, como você faz bem isso, mas melhor vem, vamos que o Mati já tá esperando a gente.
Ele me levou pro quartinho escondido que eu já conhecia. Lá, no meio da cama, se masturbando devagarzinho a vara, tava meu outro Deus, Mati. E eu toda vestida!!! A sacerdotisa tinha que ficar na sua roupa ritual, voei minha blusa e minha calça, quando os caras viram meu conjuntinho e eu dei uma voltinha, eles se jogaram em cima de mim, um me beijava, o outro pegava nas minhas tetas e encostava a vara na minha bunda, as quatro mãos me percorriam, eu tava no Olimpo e meus Deuses me possuíam. Não demorou muito pra eu ficar de quatro na cama e sentir na porta da minha buceta a vara enorme do Lucas, lubrificante?, pra quê?, e eu já tava toda aberta e molhada. Ele me pegou pela cintura e meteu de uma vez, que bruto!, mas que delíciaaaa!, doeu, vi estrelas, até uma lagriminha escorreu, mas em um minuto já tava gemendo e gozando como a puta que eu sou. Mati, um doce, secou minha lagriminha, me deu um beijinho suave e arrancou um sorriso de mim, em segundos nossas bocas tavam se comendo como nunca, só tinha que parar pra gemer quando o prazer que o Lucas dava na minha buceta era forte demais. Mati deitado passou as pernas pelos lados do meu corpo e deixou o pau dele bem na altura da minha boca, engoli ele inteiro, a vara de um Deus na minha boca, a espada do outro Deus na minha bunda, o que mais uma Sacerdotisa do Olimpo podia pedir?
—Vamos trocar? — ouvi, e com tristeza senti minha buceta vazia, quase chorei, mas em segundos a pica do Mati já estava me enchendo e comendo furiosamente, e minha boca fazia o que podia pra engolir a lança do Lucas que, sempre bruto, me puxava pelos cabelos e tentava fazer ela entrar toda na minha boca, me fazia tossir pra caralho, dava ânsia e, desculpem, meninas, eu tinha vindo pra gozar e não pra sofrer, tirei ela da boca, sim, nunca pensei que faria isso!
—Ai Mati, dá uma segurada, amor, não tira ela de dentro, mas deixa ela paradinha, tenho que fazer uma parada com o Lucas, e você solta meu cabelo que tá doendo.
Fechei os olhos, relaxei e comecei a chupar devagarinho, engolindo o máximo que conseguia, mas não tinha jeito, não dava pra engolir tudo. Peguei na base com uma mão e fui mudando a posição da boca até que, finalmente, finalmente!, senti que conseguia passar pela garganta sem ânsia e assim meus lábios chegaram no púbis dele. Levantei o olhar, vi o sorriso do Lucas, senti as mãos dele agora acariciando minha cabeça. Claro, tinha que respirar!, mas por um tempinho pelo menos meu boquete nos 25 cm dele foi completo. Olhei pro Mati, ele começou a bombar devagarinho, eu comecei a rebolhar a bunda. Sentia!!, como sentia a carne quente, a espada fervente do meu Deus perfurando minhas entranhas, voava pelo céu daquele Olimpo, servindo meus dois Deuses. Pelas minhas coxas escorriam os sucos retais que a espada do meu Deus fazia jorrar da minha pussy, minha boca se deliciava com o pré-gozo do outro Deus. Meu clitóris inútil endureceu e eu gozei como nunca, jorros de porra contra os lençóis, minhas pernas amoleceram, caí rendida no peito do Lucas. E assim fiquei, empalada pelo Mati e feita um sanduíche entre os corpos dos meus dois deuses. O Mati continuou, mas as contrações da minha buceta na gozada levaram ele ao limite e em uns dois minutos ele me encheu com o elixir de Deus dele. Ele se levantou devagar, ai!, que triste ficar vazia, mas a verdade é que eu tava morta. Sentia a cock enorme do Lucas balançando na minha barriguinha e a mão dele percorrendo suave meu corpo, tava exausta, mas uma sacerdotisa tem que cumprir com seu Deus. Me sentei, deitei de bruços e olhei pra ele.
—Vai, Lu, me engravida.
Lucas se sentou e, de novo, de uma vez só, enfiou os 25 cm em mim. Dessa vez não doeu, eu estava tão aberta, tão molhada, que mesmo que tivesse 40 cm, teria entrado sem dor. Ele me bombou forte, a cama rangia, eu gemia e, puta que sou, pedia mais. Mais de 25? Lucas me bombou furiosamente por uns 15 minutos até que finalmente senti ele engrossar e todo o elixir dele me inundando, me enchendo de paz, me enchendo daquilo tão especial que só os putinhos sabem sentir. Ele se levantou devagar de cima de mim, fechei os olhos e em um minuto já estava dormindo. Literalmente, ele tinha me destruído.
Acordei sozinha na cama, já tinham se passado umas 2 horas. Vi os lençóis com meu esperma, a poça de meleca retal entre minhas pernas. Me sentei, e de tão aberta que eu tava, começou a escorrer a porra dos meus deuses da buceta. Vi uma toalha, me limpei como deu. Ainda tava com os joelhos meio bambos, nunca tinha me sentido tão aberta, nem naquelas noites furiosas de maxi consolos que eu já tinha me dado. Saí pro escritório. Lá estavam meus deuses sentados na mesa-escrivaninha, pelados, e sorriram pra mim — Finalmente, dorminhoca!
Na mesa, sanduíches de pão de forma, salgadinhos, refrigerante e uma garrafa daquele branco doce tão gostosinho.
-Ai, gente, tô escorrendo porra de vocês, vou sujar tudo.
-Põe a toalha, vai, vem Cari, o que você vai tomar?
Nem vou contar o que veio depois, mas vocês já imaginam. Só vou dizer que fui pra casa, eles dirigiram meu carro, com 6 gozadas dos meus deuses, tudo no meu cuzinho minúsculo, e que no domingo nem levantei da cama, tava acabada, meninas, mas feliiiiizzzz! Só um fofoca: Mati e Lucas me contaram que às vezes, quando tão com tesão, eles se batem uma punheta um pro outro, inacreditável!! Mas a sacerdotisa vai cuidar pra eles não precisarem se punhetar, minha buceta vai estar sempre à disposição desses deuses cheios de testosterona.
Só me restava uma tristezinha, Fabián, ai!!!, por que será que ele me olhou assim?, por que saiu batendo a porta? Será que era homofóbico?
E como sempre, sou uma tagarela e isso ficou comprido demais. Na próxima, conto pra vocês sobre a fossa e como continuou minha adoração aos Deuses daquele Olimpo.
Besis, meninaaas!!!

2 comentários - Templo dos Deuses 2 (na fossa)

uuu bb que lindo te culearon...segui contando
van 10