Boa tarde, sua comunidade linda do P! 😍 O conto a seguir (100% ficção) faz parte de um romance erótico que deixei incompleto, aí pensei: por que não compartilhar com vocês e esquentar essa sexta-feira 🔥? Tô deixando aqui, aproveitem 😘
PS: As imagens são de IA ou tiradas da internet.
Contexto: O Pablo é piloto de aviação comercial e, poucos dias antes do casamento, descobre a futura esposa transando com outro. Magoado, ele decide pagar por um encontro sexual pra perder a virgindade, com uma escort que ele vinha seguindo há várias semanas no X.Como pode ser que eu fique tão nervoso com isso e não pilotando um avião de 317 milhões de dólares? Deve ser que pra estar no comando do Airbus A350, tive que engolir centenas de horas de treinamento no simulador. Mas de nada adiantam as horas de voo nem as licenças aeronáuticas pra o que estou prestes a fazer. O coração bate forte enquanto viajo no banco de trás de um táxi que me leva pela Avenida Cabildo até um dos tantos apartamentos que tem no bairro de Palermo. Lá me espera alguém que não conheço, mas quero conhecer. Um rosto que me é familiar, embora nunca tenha visto pessoalmente. Uma mulher que, por 100 dólares americanos, promete me dar a noite da minha vida.
Chego com mais expectativas do que certezas e pago o taxista por ter me trazido até o lugar. Uma mistura de ansiedade e adrenalina corre nas minhas veias, como se eu estivesse prestes a aterrissar com 300 passageiros a bordo. Minto, porque fazer isso não me deixa com os nervos à flor da pele, igual saber que quatro andares e uma porta me separam de transar pela primeira vez na vida. Coloco uma bala de menta na boca e ando hesitante, com medo, mas decidido. Não tem volta. Eu tinha sonhado com uma primeira vez rolando na noite de núpcias com quem seria minha esposa. Que idiota que fui. Pelo menos quero acreditar que a noite de hoje vai compensar ter chegado virgem aos 26.
Olhei pela última vez pro celular, respirei fundo e bati na porta dela.–Oi! O que cê tá fazendo? – Sorridente, me deu um beijo na bochecha.
–Oi! Como cê tá?
–Bem, e você?
–Bem também. Nervoso! – Confessei com um pouco de timidez.
–Nervoso? Por quê? Não, vem, entra.
Gentilmente, ela pegou na minha mão direita e me convidou pra entrar no apartamento dela. Tava arrumado e limpo, cheirava a Saphirus, mas no ar ainda dava pra sentir o cheiro de que mais cedo, naquele conjugado, a Milu tinha fritado uns bifes à milanesa. Conheço esse cheiro, como todo argentino, é familiar pra mim. Ela perguntou se eu queria Coca Booty ou Cerveja, mas eram sete da noite, cedo demais pra beber álcool, pelo menos pra mim, então aceitei o refrigerante. Ela me serviu a bebida escura e refrescante com dois cubos de gelo e, ela sim, abriu uma latinha de Quilmes. De repente:– Kkkk! – Ela riu –. Relaxa um pouco! Tu tá mó tenso.
– Kkkk! – Eu ri, meio sem graça –. É que não tô acostumado.
– Com o quê? A ficar com uma mina ou a transar?Quando ela disse a palavra "sexo", minhas mãos começaram a suar e minha voz tremeu.–As duas coisas. Bah, na real é estranho pra mim ficar com outra mina, porque fiquei 12 anos namorando, e nesse tempo todo, não fiquei a sós com nenhuma outra mulher que não fosse minha namorada.
–E o que aconteceu com ela?
–A gente terminou.
–Ah, sinto muito. Bom, mas melhor, porque agora você tá comigo – ela sentou mais perto, acariciando minhas bochechas com o dedo indicador –, pra gente se divertir.
–É, mas também nunca transei na vida, então não sei como é que fica…
–O quê? – Ela gritou surpresa. – Cê é virgem?
–Sim.
–Ha, ha, ha! – Ela soltou uma gargalhada.
–Pô, não ri!
–Mas você não disse que ficou 12 anos namorando?
–Sim, mas a gente queria que a primeira vez fosse na noite de núpcias, bem romântico. A gente tava noivo.
–Ah, mas você é um baita dum otário!
–Pois é, por isso tô aqui.
–Bom, não fica na bad – ela sentou de pernas abertas na minha cintura e segurou meu rosto com as mãos –, eu vou te dar tudo o que ela não te deu.Ela começou me beijando ternamente na boca. O "trato de namorada" tava incluído no nosso acordo, mas nunca pensei que ela fosse levar tão a sério. Me beijava como se me conhecesse a vida inteira. Sentir o peso dela, o calor, o cabelo loiro caindo no meu rosto, aquele cheiro de mina caseira, tudo isso me deu uma broxada na hora. Provavelmente ela sentiu meu pau crescer por baixo da calça, porque enquanto me beijava, deu uma risadinha sem desgrudar os lábios da minha boca. A Milu continuou me comendo de beijo e levou minhas mãos até os peitos dela, que eu acariciava por cima da blusa preta. Ela fez o mesmo, passando a mão na minha barriga e nos meus peitorais por baixo da minha camisa.—Ainda na cama? —Ela me perguntou.
—Bora, vamos.
Sentia o cheiro da Milu por todo lado. Na cama dela, no quarto dela, e em cima de mim, claro, já que a gente tava deitado se pegando. O tesão que eu sentia era indescritível. Tava realmente transando pela primeira vez na vida e a simples ideia era grande demais pra caber na minha cabeça. O cabelo loiro dela envolvia minha cabeça, e a única coisa que eu respirava era o hálito dela enquanto ela me devorava de beijo. Tão quente, tão feminina, tão irresistível. Aquele beijo foi 100 vezes mais intenso e poderoso do que qualquer um que a Marisol me deu em 12 anos de relacionamento. Os peitos da Milagros faziam cócegas no meu peito, meu pau esfregava na barriga dela, nossas pernas estavam entrelaçadas. Sentir o peso de uma garota em cima do meu corpo foi outra sensação espetacular que me chamou a atenção naquele exato momento.
A sessão de beijos acabou, e nem 20 minutos tinham passado desde que começamos o encontro. A Mili foi na minha orelha, deu umas mordidinhas e com uma voz super gostosa me perguntou:– O que você gostaria de fazer comigo?
– Posso chupar seus peitos?
– Umm, vai fundo, adoraria.A Milu apoiou os braços no travesseiro e fez um pouco de força pra se sentar mais pra cima no meu torso, cavalgando na altura do plexo. Dessa posição, ela se jogou pra frente e os peitos dela se espremeram no meu rosto. Na hora, eu estiquei a língua e peguei um dos mamilos dela, começando a chupar.– Tão gostosos, bebê?
– Sim, linda, deliciosos – respondi enquanto os fios de baba escorriam pelo canto dos meus lábios.
– Minha outra teta também quer sua babinha – ela disse, ofegante.
– Uff, pode vir, claro que sim…Chupei o outro peito dela, completamente entregue a um prazer que nunca tinha sentido na vida. Num instante ela se endireitou, e dava pra ver os dois peitos dela brilhando, cheios de baba. Aí, ela se afastou um pouco e com a mão direita pegou no meu pau, que, por sinal, estava encharcado de líquido pré-gozo. Ela começou a bater uma pra mim bem devagarzinho.– Vamos acordar seu amiguinho?
– O que você quiser – falei, de olho arregalado.
– Mmm, tá bom, mas vamos usar algo pra te deixar motivado, hein – ela mordeu o lábio inferior.Milu saiu de cima de mim e procurou alguma coisa no chão.–Aqui está!Ela se abaixou pra pegar e, quando se levantou de novo, percebi que tava falando da calcinha fio dental azul celeste dela, a mesma que tinha tirado uns minutos antes. Me olhou com um olhar cheio de sadismo e um sorriso provocador. Foi pro lado da cama, amassou a calcinha com uma mão e esfregou ela na minha cara toda. Meu Deus, aquele cheiro, tão difícil de descrever, único, mágico, fantástico. Era tipo uma mistura de perfume de mulher, com aquele que deixa uma mancha seca de iogurte na roupa, dava pra sentir uma presença forte de alguma coisa, tipo almíscar talvez, e dependendo de que parte daquela peça passava pelo meu nariz, também sentia um cheirinho de xixi, igual ao que a ponta do pau deixa numa cueca de homem, e a parte mais fina da calcinha tinha cheiro de cu. Tava completamente embriagado por aquele elixir aromático. Com a outra mão, a Milu começou a me dar prazer no pau, mas não passou nem um minuto até eu começar a gozar. Enchi a cara dela de porra, o cabelo, as mãos dela, até os lençóis. Gozei como nunca, uma quantidade impressionante de sêmen, e a Milu me soltou como se tivesse assustada.— Ah não, mas a gente tava só começando! — Ela disse entre risadas.
— Me desculpa! Não consegui evitar, foi demais pra mim — Respondi ofegante e exausto.
— Demais? Você não sabe o que é demais. Se prepara porque eu tô é muito puta e não fiquei satisfeita.Milu subiu na cama e ficou bem em cima da minha cabeça, ou seja, colocando cada pé do lado das minhas orelhas. Dava pra ver ela me encarando lá de cima, cheia de maldade, mas eu não conseguia adivinhar o que ela estava tramando. De repente, ela se abaixa e fica de quatro pra me fazer um oral, só que a parada é que, ao fazer isso, a gente formou a famosa posição do "69", onde a buceta dela acabou apoiada na minha boca. Ela tava toda melada, quente e soltava um cheiro forte, meio azedo ou leitoso, que não era desagradável, mas sim afrodisíaco. Meu pau ficou duro na hora e a Milu mexia a bunda de propósito pra esfregar a vulva dela no meu rosto inteiro.–Vai, chupa minha buceta! –Ela me dizia.
Acatei sua ordem e comecei a lamber a buceta dela. Passei minha língua pelos lábios, no clitóris, e saboreava aqueles deliciosos fluidos vaginais como se estivesse provando a fruta mais gostosa e suculenta.Mete mais a língua, bebê" – Disse ela com a boca cheia do meu pau.Enfiei minha língua no canal da buceta dela e fiquei beijando a vulva, tentando abocanhar tudo. Dei o meu melhor pra dar prazer pra ela e percebi que a Milu começou a gemer. Tudo isso me deu uma ereção meio dolorida, porque meu pau tava lutando pra se recuperar da primeira gozada. Ardia, mas eu não conseguia parar, tava no paraíso. Chupar a buceta da Milu é daquelas coisas que eu poderia fazer por horas sem cansar.
Com o passar dos minutos, percebi que a vulva da Milu tava cada vez mais inchada e molhada, mostrando que ela tava excitada. Num certo momento, a gente parou e ela pegou um negócio no criado-mudo: um camisinha. Ela colocou em mim como se fosse uma massagista profissional, e eu me senti no Olimpo do prazer, acompanhado pela deusa da paixão. Depois, ela virou e ficou de quatro, na posição de "vaqueira", e meu pau protegido entrou na buceta dela. A sensação foi magnífica. Tava quentinho, mas não "apertado" no sentido estrito da palavra. Na minha cabeça de virjão, eu achava que a buceta estrangulava o pau, e que uma vulva tão esticada não daria prazer. Mas a sensação que eu tive foi de "sucção", parecia que a buceta da Milu era um aspirador que sugava meu pau a cada movimento da bacia. Meu coração tava a mil, eu tava perdendo minha virgindade de um jeito tão, mas tão sublime…
A cama rangia e a cabeceira batia na parede de drywall. Pela primeira vez, eu era o protagonista daqueles sons que por anos ouvi vindo dos apartamentos vizinhos. Dessa vez, o virjão, o perdedor,o NPC, era outro, não eu. E sim, isso aumentou bastante meu ego, pra quê negar? Eu penetrava com força a Milu enquanto ela gemia, apoiada com as mãos no meu peito. Às vezes eu entrava com tudo e ela soltava uns gritos que ecoavam pelo quarto inteiro. Era tão gostoso que meu pau já se preparou pra gozar de novo. Enquanto a gente transava, a Milu chupou os dedos da mão direita, enchendo eles de saliva, e depois enfiou na minha boca pra eu limpar. Dá pra ver que a gatinha tem muita experiência no sexo, é uma profissional no que faz.–Ah… Ah… ¡Ah!... ¡Não aguento mais, vou gozar! – Exclamei.
–Ah, ah, ah, ah… Ai, sim!... Vai, gostoso! Me enche de porra!
–Ahh! – Gritei.Gozei pela segunda vez, dessa vez dentro da Milu. Tirei meu pau da buceta dela e percebi que a camisinha tava cheia de porra. Fiquei surpreso, já que uns minutos antes eu tinha gozado uma quantidade enorme.—Ah, mas tu é um garanhão filho da puta! —Disse Milu, banhada em suor e completamente ofegante.
—Ufa… Ufa… —Ela lutava para respirar normalmente—. Você me secou, me esvaziou as bolas.
—Ha, ha, ha! —Ela soltou uma gargalhada.Entrei no banho e pensei que a Milu ia vir comigo, mas ela disse que não gosta de dividir o chuveiro. Então tomei banho sozinho, mas todo felizão, feito um soldado voltando triunfante da guerra. Enquanto enxaguava o xampu, sorria de felicidade e não acreditava. Tinha transado pela primeira vez, e tinha sido um sucesso total... Não, mentira, não foi um sucesso total, porque gozei nos primeiros minutos. Se não fosse pela Milu, que levantou esse defunto com o 69 e esticou a sessão até cumprir o tempo combinado, eu teria saído de lá ainda virgem.
Saí do banho, vi que a Milu tinha se coberto com uma toalha, o cabelo preso, e tinha arrumado um pouco o quarto, separando a roupa suja e os lençóis pra lavar. Eu me vesti e chegou a hora da despedida.—Foi mágico, Milu. Adoraria repetir um dia, se você não se importar.
—Claro! Lógico, enquanto me pagar, sou toda sua, ha, ha, ha.
—Perfeito! Volto logo então.
—Bom, vou tomar um banho, bebê. Foi um prazer, espero sua mensagem quando quiser.
—Fechou, gostosa, a gente se vê.Ela ficou esperando e eu só olhava pra ela–Dale, boludo! Me cumprimenta…
–Ah, mas eu pensei que!...
–Lavei a cara, punheteiro! Kkkk, não vai acreditar que vou te cumprimentar com a cara cheia de porra.
–Kkkk, desculpa!Dei um beijo na bochecha da Milu e a gente se despediu. Me virei e comecei a andar até o elevador, ouvindo a porta do apartamento dela trancar. Tava saindo como um verdadeiro vencedor, nascia um Pablo novo, um homem de verdade. Sentia o quadril meio dolorido, talvez por ter usado músculos que não costumo exercitar. Voltei de Uber até meu apê em Monte Grande e me joguei na cama, morto de cansado, mas feliz como não me sentia há muito tempo. Acabei dormindo.
PS: As imagens são de IA ou tiradas da internet.
Contexto: O Pablo é piloto de aviação comercial e, poucos dias antes do casamento, descobre a futura esposa transando com outro. Magoado, ele decide pagar por um encontro sexual pra perder a virgindade, com uma escort que ele vinha seguindo há várias semanas no X.Como pode ser que eu fique tão nervoso com isso e não pilotando um avião de 317 milhões de dólares? Deve ser que pra estar no comando do Airbus A350, tive que engolir centenas de horas de treinamento no simulador. Mas de nada adiantam as horas de voo nem as licenças aeronáuticas pra o que estou prestes a fazer. O coração bate forte enquanto viajo no banco de trás de um táxi que me leva pela Avenida Cabildo até um dos tantos apartamentos que tem no bairro de Palermo. Lá me espera alguém que não conheço, mas quero conhecer. Um rosto que me é familiar, embora nunca tenha visto pessoalmente. Uma mulher que, por 100 dólares americanos, promete me dar a noite da minha vida.
Chego com mais expectativas do que certezas e pago o taxista por ter me trazido até o lugar. Uma mistura de ansiedade e adrenalina corre nas minhas veias, como se eu estivesse prestes a aterrissar com 300 passageiros a bordo. Minto, porque fazer isso não me deixa com os nervos à flor da pele, igual saber que quatro andares e uma porta me separam de transar pela primeira vez na vida. Coloco uma bala de menta na boca e ando hesitante, com medo, mas decidido. Não tem volta. Eu tinha sonhado com uma primeira vez rolando na noite de núpcias com quem seria minha esposa. Que idiota que fui. Pelo menos quero acreditar que a noite de hoje vai compensar ter chegado virgem aos 26.
Olhei pela última vez pro celular, respirei fundo e bati na porta dela.–Oi! O que cê tá fazendo? – Sorridente, me deu um beijo na bochecha.
–Oi! Como cê tá?
–Bem, e você?
–Bem também. Nervoso! – Confessei com um pouco de timidez.
–Nervoso? Por quê? Não, vem, entra.
Gentilmente, ela pegou na minha mão direita e me convidou pra entrar no apartamento dela. Tava arrumado e limpo, cheirava a Saphirus, mas no ar ainda dava pra sentir o cheiro de que mais cedo, naquele conjugado, a Milu tinha fritado uns bifes à milanesa. Conheço esse cheiro, como todo argentino, é familiar pra mim. Ela perguntou se eu queria Coca Booty ou Cerveja, mas eram sete da noite, cedo demais pra beber álcool, pelo menos pra mim, então aceitei o refrigerante. Ela me serviu a bebida escura e refrescante com dois cubos de gelo e, ela sim, abriu uma latinha de Quilmes. De repente:– Kkkk! – Ela riu –. Relaxa um pouco! Tu tá mó tenso. – Kkkk! – Eu ri, meio sem graça –. É que não tô acostumado.
– Com o quê? A ficar com uma mina ou a transar?Quando ela disse a palavra "sexo", minhas mãos começaram a suar e minha voz tremeu.–As duas coisas. Bah, na real é estranho pra mim ficar com outra mina, porque fiquei 12 anos namorando, e nesse tempo todo, não fiquei a sós com nenhuma outra mulher que não fosse minha namorada.
–E o que aconteceu com ela?
–A gente terminou.
–Ah, sinto muito. Bom, mas melhor, porque agora você tá comigo – ela sentou mais perto, acariciando minhas bochechas com o dedo indicador –, pra gente se divertir.
–É, mas também nunca transei na vida, então não sei como é que fica…
–O quê? – Ela gritou surpresa. – Cê é virgem?
–Sim.
–Ha, ha, ha! – Ela soltou uma gargalhada.
–Pô, não ri!
–Mas você não disse que ficou 12 anos namorando?
–Sim, mas a gente queria que a primeira vez fosse na noite de núpcias, bem romântico. A gente tava noivo.
–Ah, mas você é um baita dum otário!
–Pois é, por isso tô aqui.
–Bom, não fica na bad – ela sentou de pernas abertas na minha cintura e segurou meu rosto com as mãos –, eu vou te dar tudo o que ela não te deu.Ela começou me beijando ternamente na boca. O "trato de namorada" tava incluído no nosso acordo, mas nunca pensei que ela fosse levar tão a sério. Me beijava como se me conhecesse a vida inteira. Sentir o peso dela, o calor, o cabelo loiro caindo no meu rosto, aquele cheiro de mina caseira, tudo isso me deu uma broxada na hora. Provavelmente ela sentiu meu pau crescer por baixo da calça, porque enquanto me beijava, deu uma risadinha sem desgrudar os lábios da minha boca. A Milu continuou me comendo de beijo e levou minhas mãos até os peitos dela, que eu acariciava por cima da blusa preta. Ela fez o mesmo, passando a mão na minha barriga e nos meus peitorais por baixo da minha camisa.—Ainda na cama? —Ela me perguntou.
—Bora, vamos.
Sentia o cheiro da Milu por todo lado. Na cama dela, no quarto dela, e em cima de mim, claro, já que a gente tava deitado se pegando. O tesão que eu sentia era indescritível. Tava realmente transando pela primeira vez na vida e a simples ideia era grande demais pra caber na minha cabeça. O cabelo loiro dela envolvia minha cabeça, e a única coisa que eu respirava era o hálito dela enquanto ela me devorava de beijo. Tão quente, tão feminina, tão irresistível. Aquele beijo foi 100 vezes mais intenso e poderoso do que qualquer um que a Marisol me deu em 12 anos de relacionamento. Os peitos da Milagros faziam cócegas no meu peito, meu pau esfregava na barriga dela, nossas pernas estavam entrelaçadas. Sentir o peso de uma garota em cima do meu corpo foi outra sensação espetacular que me chamou a atenção naquele exato momento.
A sessão de beijos acabou, e nem 20 minutos tinham passado desde que começamos o encontro. A Mili foi na minha orelha, deu umas mordidinhas e com uma voz super gostosa me perguntou:– O que você gostaria de fazer comigo? – Posso chupar seus peitos?
– Umm, vai fundo, adoraria.A Milu apoiou os braços no travesseiro e fez um pouco de força pra se sentar mais pra cima no meu torso, cavalgando na altura do plexo. Dessa posição, ela se jogou pra frente e os peitos dela se espremeram no meu rosto. Na hora, eu estiquei a língua e peguei um dos mamilos dela, começando a chupar.– Tão gostosos, bebê?
– Sim, linda, deliciosos – respondi enquanto os fios de baba escorriam pelo canto dos meus lábios.
– Minha outra teta também quer sua babinha – ela disse, ofegante.
– Uff, pode vir, claro que sim…Chupei o outro peito dela, completamente entregue a um prazer que nunca tinha sentido na vida. Num instante ela se endireitou, e dava pra ver os dois peitos dela brilhando, cheios de baba. Aí, ela se afastou um pouco e com a mão direita pegou no meu pau, que, por sinal, estava encharcado de líquido pré-gozo. Ela começou a bater uma pra mim bem devagarzinho.– Vamos acordar seu amiguinho?
– O que você quiser – falei, de olho arregalado.
– Mmm, tá bom, mas vamos usar algo pra te deixar motivado, hein – ela mordeu o lábio inferior.Milu saiu de cima de mim e procurou alguma coisa no chão.–Aqui está!Ela se abaixou pra pegar e, quando se levantou de novo, percebi que tava falando da calcinha fio dental azul celeste dela, a mesma que tinha tirado uns minutos antes. Me olhou com um olhar cheio de sadismo e um sorriso provocador. Foi pro lado da cama, amassou a calcinha com uma mão e esfregou ela na minha cara toda. Meu Deus, aquele cheiro, tão difícil de descrever, único, mágico, fantástico. Era tipo uma mistura de perfume de mulher, com aquele que deixa uma mancha seca de iogurte na roupa, dava pra sentir uma presença forte de alguma coisa, tipo almíscar talvez, e dependendo de que parte daquela peça passava pelo meu nariz, também sentia um cheirinho de xixi, igual ao que a ponta do pau deixa numa cueca de homem, e a parte mais fina da calcinha tinha cheiro de cu. Tava completamente embriagado por aquele elixir aromático. Com a outra mão, a Milu começou a me dar prazer no pau, mas não passou nem um minuto até eu começar a gozar. Enchi a cara dela de porra, o cabelo, as mãos dela, até os lençóis. Gozei como nunca, uma quantidade impressionante de sêmen, e a Milu me soltou como se tivesse assustada.— Ah não, mas a gente tava só começando! — Ela disse entre risadas.
— Me desculpa! Não consegui evitar, foi demais pra mim — Respondi ofegante e exausto.
— Demais? Você não sabe o que é demais. Se prepara porque eu tô é muito puta e não fiquei satisfeita.Milu subiu na cama e ficou bem em cima da minha cabeça, ou seja, colocando cada pé do lado das minhas orelhas. Dava pra ver ela me encarando lá de cima, cheia de maldade, mas eu não conseguia adivinhar o que ela estava tramando. De repente, ela se abaixa e fica de quatro pra me fazer um oral, só que a parada é que, ao fazer isso, a gente formou a famosa posição do "69", onde a buceta dela acabou apoiada na minha boca. Ela tava toda melada, quente e soltava um cheiro forte, meio azedo ou leitoso, que não era desagradável, mas sim afrodisíaco. Meu pau ficou duro na hora e a Milu mexia a bunda de propósito pra esfregar a vulva dela no meu rosto inteiro.–Vai, chupa minha buceta! –Ela me dizia.
Acatei sua ordem e comecei a lamber a buceta dela. Passei minha língua pelos lábios, no clitóris, e saboreava aqueles deliciosos fluidos vaginais como se estivesse provando a fruta mais gostosa e suculenta.Mete mais a língua, bebê" – Disse ela com a boca cheia do meu pau.Enfiei minha língua no canal da buceta dela e fiquei beijando a vulva, tentando abocanhar tudo. Dei o meu melhor pra dar prazer pra ela e percebi que a Milu começou a gemer. Tudo isso me deu uma ereção meio dolorida, porque meu pau tava lutando pra se recuperar da primeira gozada. Ardia, mas eu não conseguia parar, tava no paraíso. Chupar a buceta da Milu é daquelas coisas que eu poderia fazer por horas sem cansar.Com o passar dos minutos, percebi que a vulva da Milu tava cada vez mais inchada e molhada, mostrando que ela tava excitada. Num certo momento, a gente parou e ela pegou um negócio no criado-mudo: um camisinha. Ela colocou em mim como se fosse uma massagista profissional, e eu me senti no Olimpo do prazer, acompanhado pela deusa da paixão. Depois, ela virou e ficou de quatro, na posição de "vaqueira", e meu pau protegido entrou na buceta dela. A sensação foi magnífica. Tava quentinho, mas não "apertado" no sentido estrito da palavra. Na minha cabeça de virjão, eu achava que a buceta estrangulava o pau, e que uma vulva tão esticada não daria prazer. Mas a sensação que eu tive foi de "sucção", parecia que a buceta da Milu era um aspirador que sugava meu pau a cada movimento da bacia. Meu coração tava a mil, eu tava perdendo minha virgindade de um jeito tão, mas tão sublime…
A cama rangia e a cabeceira batia na parede de drywall. Pela primeira vez, eu era o protagonista daqueles sons que por anos ouvi vindo dos apartamentos vizinhos. Dessa vez, o virjão, o perdedor,o NPC, era outro, não eu. E sim, isso aumentou bastante meu ego, pra quê negar? Eu penetrava com força a Milu enquanto ela gemia, apoiada com as mãos no meu peito. Às vezes eu entrava com tudo e ela soltava uns gritos que ecoavam pelo quarto inteiro. Era tão gostoso que meu pau já se preparou pra gozar de novo. Enquanto a gente transava, a Milu chupou os dedos da mão direita, enchendo eles de saliva, e depois enfiou na minha boca pra eu limpar. Dá pra ver que a gatinha tem muita experiência no sexo, é uma profissional no que faz.–Ah… Ah… ¡Ah!... ¡Não aguento mais, vou gozar! – Exclamei.
–Ah, ah, ah, ah… Ai, sim!... Vai, gostoso! Me enche de porra!
–Ahh! – Gritei.Gozei pela segunda vez, dessa vez dentro da Milu. Tirei meu pau da buceta dela e percebi que a camisinha tava cheia de porra. Fiquei surpreso, já que uns minutos antes eu tinha gozado uma quantidade enorme.—Ah, mas tu é um garanhão filho da puta! —Disse Milu, banhada em suor e completamente ofegante.
—Ufa… Ufa… —Ela lutava para respirar normalmente—. Você me secou, me esvaziou as bolas.
—Ha, ha, ha! —Ela soltou uma gargalhada.Entrei no banho e pensei que a Milu ia vir comigo, mas ela disse que não gosta de dividir o chuveiro. Então tomei banho sozinho, mas todo felizão, feito um soldado voltando triunfante da guerra. Enquanto enxaguava o xampu, sorria de felicidade e não acreditava. Tinha transado pela primeira vez, e tinha sido um sucesso total... Não, mentira, não foi um sucesso total, porque gozei nos primeiros minutos. Se não fosse pela Milu, que levantou esse defunto com o 69 e esticou a sessão até cumprir o tempo combinado, eu teria saído de lá ainda virgem.
Saí do banho, vi que a Milu tinha se coberto com uma toalha, o cabelo preso, e tinha arrumado um pouco o quarto, separando a roupa suja e os lençóis pra lavar. Eu me vesti e chegou a hora da despedida.—Foi mágico, Milu. Adoraria repetir um dia, se você não se importar.
—Claro! Lógico, enquanto me pagar, sou toda sua, ha, ha, ha.
—Perfeito! Volto logo então.
—Bom, vou tomar um banho, bebê. Foi um prazer, espero sua mensagem quando quiser.
—Fechou, gostosa, a gente se vê.Ela ficou esperando e eu só olhava pra ela–Dale, boludo! Me cumprimenta…
–Ah, mas eu pensei que!...
–Lavei a cara, punheteiro! Kkkk, não vai acreditar que vou te cumprimentar com a cara cheia de porra.
–Kkkk, desculpa!Dei um beijo na bochecha da Milu e a gente se despediu. Me virei e comecei a andar até o elevador, ouvindo a porta do apartamento dela trancar. Tava saindo como um verdadeiro vencedor, nascia um Pablo novo, um homem de verdade. Sentia o quadril meio dolorido, talvez por ter usado músculos que não costumo exercitar. Voltei de Uber até meu apê em Monte Grande e me joguei na cama, morto de cansado, mas feliz como não me sentia há muito tempo. Acabei dormindo.
1 comentários - Estreando com a Milu (conto ilustrado)