Quando eu era adolescente, lá por 1985, quando não tinha grana, saía pra dançar num clube em San Miguel chamado Ma Club, que antes era um clube lendário chamado Delio Club ou algo assim. Não era um lugar que eu curtia, porque eu gostava de outro tipo de música. Ia pra lá porque uns manos amigos meus trabalhavam lá — um na entrada e outro no bar. Então a gente entrava de graça e, pra não queimar eles, comprava refrigerante pra mostrar que dava o ticket, mas depois tomava bebida muito mais cara. Também ia porque, mesmo eu aparentando ser mais velho, ninguém controlava a idade pra entrar. Naquela época, era comum sair pra dançar com 15 ou 16 anos. Era normal trabalhar o sábado inteiro, já que durante a semana eu estudava e nos fins de semana trabalhava. Quase sempre trabalhava com o pai de um amigo, que consertava máquinas de encher garrafas. Um sábado, depois de ter trabalhado o dia todo, voltei de trem já tarde com um amigo e, como não tínhamos grana, não íamos sair. De repente, propus pro meu amigo: em vez de ir dormir, a gente come uma pizza e depois vai pro Ma Club. Então, sem passar em casa, depois de comer, fomos pro clube. Naquela época, era comum ter fila do lado de fora pra entrar cedo, tipo 23h/24h. Era normal ter fila porque casais e mulheres sozinhas podiam entrar de graça antes da meia-noite. Quando chegamos no clube, a gente não fazia fila porque meu amigo tava na porta. Foi aí que, enquanto conversava com ele, vi na fila uma vizinha do bairro com outra mulher. Era uma correntina de uns 35/36 anos, casada com um padeiro, que morava nuns apartamentos alugados no fundo de umas lojas. Me chamou a atenção vê-la na fila, vestida bem provocante. Ela tava com umas botas longas, uma minissaia de couro preta e um cinto grosso preto, com uma blusa bem decotada que marcava os peitões dela. Depois de conversar um pouco na no momento em que estávamos prestes a entrar, ela se aproximou de mim e começou a falar. Depois do cumprimento de praxe e ao perceber que estavam nos deixando entrar sem fazer o Booty, ela me perguntou se ela e a amiga podiam entrar comigo. Então peguei ela pela mão e entramos. A balada tinha umas escadas subindo para o primeiro andar, onde ficavam os banheiros e a pista onde tocava rock and roll. E no segundo andar ficava a pista onde tocava música disco. Elas ficaram no primeiro andar, onde normalmente ficava o pessoal mais velho. Nós subimos e, depois de um tempo, quando o lugar já estava lotado, começamos a tomar uns drinks. Naquela época, o Alexander estava na moda, então a gente pegava ticket de refrigerante e nosso amigo nos dava Alexander. Depois de dançar um pouco, eu e meu amigo paramos num canto com nossos drinks e, de repente, a correntina apareceu com a amiga. Ao ver que a gente tinha bebida, se juntaram a nós. Oferecemos nossos drinks e elas ficaram com a gente, vendo que podiam beber de graça. Depois de vários drinks, nós quatro estávamos meio bêbados e começamos a dançar. Até que num momento começaram as músicas lentas e a correntina me agarrou e envolveu meu pescoço com os braços dela. Enquanto dançávamos, minha boca se perdia entre o pescoço dela e o cabelo preto cacheado. No começo, eu me contentava em sentir o cheiro dela e os peitos dela pressionados contra meu peito. Umas duas vezes virei a cabeça como se fosse ficar de frente para ela, mas não tive coragem de beijá-la, porque pensei: como é que uma gostosa daquelas ia dar bola pra um cara como eu? Num momento, mudou a música, não lembro qual, e ela falou no meu ouvido que aquela música a deixava muito romântica. Então me abraçou mais forte e assim pude sentir meu pau meio duro. Aí criei coragem, desci um pouco a mão e coloquei na bunda dela. Ela respondeu a isso procurando minha boca com a dela. Começou a me beijar bem fundo, enfiando a língua até o fundo da minha garganta. Ficamos assim um tempão no meio da pista. Pista se beijando, bem agarradinhos. Eu tava segurando ela com as duas mãos na bunda enquanto ela continuava enfiando a língua na minha boca, passando a saliva dela e aquele cheiro de cigarro. Nessa hora, os lentos acabaram, e aí eu olhei pra ela, peguei na mão dela e levei pros reservados. Era um lugar quase totalmente escuro, com uns sofás cagados que quando você se jogava neles quase não conseguia levantar. Ali a gente continuou se beijando, e eu aproveitava e, com muito esforço, enfiava a mão por baixo da blusa dela pra apertar os peitos dela. Aí ela começou a respirar mais acelerado, o que me mostrava que tava na hora do próximo passo. Então eu coloquei a mão na coxa dela, e ela concordou, colocando a mão dela em cima do meu pau. Bem devagar, comecei a subir a mão pela coxa dela, por baixo da minissaia. Ela respondeu ao meu movimento abrindo as pernas. Quando minha mão chegou lá embaixo, com os dedos eu tentava mexer na calcinha dela pra enfiar os dedos na pussy dela. Por mais que eu tentasse, no máximo consegui deslocar um pouco a calcinha, tocar nos pelos pubianos grossos dela e roçar um pouco no lábio vaginal dela. Meu amigo que tinha ido comigo tava jogado em outro sofá, se beijando com a amiga da correntina. Aí a amiga levantou, veio até a gente e falou no ouvido da correntina. Depois disso, ela me ofereceu pra ir pro hotel da esquina. Quase me matei porque não tinha grana. Ela tava no ponto, me oferecendo pra ir transar, e eu sem um puto. Aí falei que não dava porque não tinha dinheiro. Então, ali no escuro, nós quatro começamos a juntar toda a grana que a gente tinha pra pagar dois quartos. Na esquina tem um hotel que acho que ainda existe, chamava Rodaro ou algo assim. Aí fomos no guarda-roupas pegar nossas mochilas e as bolsas delas, e saímos andando até o hotel. Deu certinho pra pagar os dois quartos. O quarto era bem simples, uma cama de cimento com um colchão fino, uma luz com um abajur pintado com esmalte. unhas vermelhas e na cabeceira da cama um pequeno alto-falante com um potenciômetro pra baixar o volume da música. Ao entrar no quarto, depois de fechar a porta, começamos a nos beijar freneticamente enquanto eu tentava tirar o cinto dela pela frente, mas ele estava preso por trás. Quase sem perceber, ela tirou a roupa dela e a minha também. Ela se deitou na cama, eu subi em cima e comecei a morder os mamilos enquanto ela tirava a calcinha. Então ela começou a empurrar minha cabeça pra baixo, guiando até a pussy dela. Foi assim que, ajoelhado no chão, enfiei meu rosto entre as pernas dela, chupando aquela pussy peluda pra ela gozar na minha boca umas duas vezes. Eu tava com a cock que não aguentava mais. Então tirei a cueca e subi em cima dela, e ela pegou minha cock e enfiou na pussy dela. Assim que enfiou até o fundo, eu não aguentei e gozei. Me fiz de besta e não falei nada, já que os dois estavam meio bêbados, ela nem percebeu que eu tinha gozado, e naquela idade era comum que depois de gozar minha cock continuasse dura. Então comecei a meter forte nela, os gritos e gemidos dela, acho que dava pra ouvir lá da balada. Eu beijava e mordia ela enquanto quicava nas coxas dela. Até que gozamos juntos ao mesmo tempo. Fiquei exausto em cima dela, e ela se levantou e acendeu um cigarro, dizendo que loucura o que a gente tava fazendo. Quando terminou o cigarro, deitei ela de novo na cama e comecei a chupar os peitos dela de novo, e na hora que ela começava a gemer e se contorcer de novo, bateram na porta. Pensei que tinha acabado o turno, porque avisavam assim. Mas na verdade era a amiga avisando que já tava pronta, porque meu amigo tinha dormido. A correntina, com a porta meio aberta, disse que a gente ainda tinha um tempinho. Então a amiga entrou e sentou na cadeira, e falou pra gente continuar tranquilo que ela esperava. Aí a correntina veio. Fui pra cama e subiu em cima de mim, começou a bater uma pro meu pau e, quando ele ficou bem duro, ela encostou o rosto no meu pau e cuspiu um monte de saliva, depois sentou em cima. Foi enfiando devagar, meio de lado, enquanto eu olhava pra amiga que tinha dormido na cadeira. Assim, enquanto me montava, ela ria da situação, de estar me comendo com a amiga bêbada dormindo na cadeira, e também gemia cada vez que descia o corpo pra meu pau entrar até o fundo da buceta. Minhas bolas estavam encharcadas de fluido e da porra anterior que escorria da buceta dela. Ela começou a cavalgar mais forte, feito um ginete, até que eu soltei toda a porra que ainda tinha, bem na hora que meu pau tava enterrado fundo. Quando gozei, ela se jogou em cima de mim e me beijava enquanto contava que o marido não sabia que ela tinha saído. Que como ele trabalha sempre de noite, quase não comia ela. Então me ofereceu que, nas noites, depois que o marido fosse embora, eu podia passar na casa dela e ter um bom tempo. Aí acendeu outro cigarro enquanto ajeitávamos os detalhes de como ir visitá-la de noite sem ninguém me ver. Enquanto ela terminava o cigarro, eu batia uma pra endurecer meu pau de novo. Quando ficou bem duro, ela ficou de quatro e eu peguei na cintura dela e enfiei com força na buceta. Comecei a comer ela bem forte, inclinando meu corpo pra frente pra pegar nos peitos dela. Ela arqueou as costas pra virar a cabeça e me beijar, bem na hora que eu quase desmaiei de gozar. Com nossos gemidos, a amiga acordou e ficou nos olhando transar, bem quando bateram na porta pra avisar que nosso tempo tinha acabado. Depois que acordamos meu amigo, saímos do hotel e fomos pra lados diferentes pra ninguém nos ver. A partir daí, uma ou duas vezes por semana, quando o marido dela saía pra trabalhar depois das 23h, eu aproveitava a escuridão do corredor do apartamento dela pra passar um tempo e ter um momento sexual bem fogoso. Até que um dia, voltando pra casa umas 2 da manhã, minha mãe tava me esperando com uma mala cheia das minhas roupas. Ela tava me expulsando de casa se eu continuasse vendo a correntina. Ela disse que o bairro inteiro sabia que eu tava botando chifre no marido dela comigo. E que se o correntino descobrisse, ia me matar. Então era melhor eu vazar de casa. Foi assim que parei de vê-la também, porque descobri que, além de mim, tinha outros caras se esgueirando de noite no apartamento dela. Depois de um tempo, encontrei ela de novo no baile e ela foi com outra pessoa, e a amiga dela foi comigo e me comeu. Depois disso, peguei a amiga dela várias vezes.
1 comentários - A esposa gostosa do padeiro