Olá, meu nome é Daniel. O que vou contar é uma história real minha.
Eu sou do Chaco, mas morei a vida toda no litoral. Aconteceu em 2017, pra ser mais exato, maio. A gente foi de férias pra Santa Fé e pro Chaco. Primeiro passamos dois dias em Santa Fé na casa da minha tia, depois fomos pro Chaco, onde minhas primas moram. Chegamos cansados na casa da minha tia, onde moravam meus tios com as três filhas deles e um primo que tava de visita. Bom, conversamos, cumprimentamos toda a família, e aquele dia terminou numa boa. No outro dia, conversando com meu primo que tava de passagem, ele me conta que minhas primas estavam sendo comidas pelo vizinho. Eu falei: "Sério?" E ele respondeu: "Sim, mano. Faz três dias, a tia me pediu pra ir buscar ela ali do lado, que tava com a vizinha. Fui lá, chamei a Andrea, mas ela não respondia. Como ninguém respondia, eu passei pelo lado. Fui tranquilo pra parte de trás e ouvi uns gemidos. Quanto mais perto eu chegava, mais alto ficava. Cheguei e vi pela janela o vizinho comendo a Andrea. Eu voltei pra casa da tia e falei: 'Acho que não tem ninguém.'"
Nessa época, a Andrea era uma menina magrinha, de uns 1,60m, morena, e tinha 15 anos, uma gostosa. Bom, depois do que meu primo me contou, comecei a reparar mais na minha prima. Fiquei pensando a tarde inteira. À noite, comecei a me aproximar mais da Andrea, a gente zoava o tempo todo. Até que passaram uns dias, e eu comecei a dar uns tapas na bunda dela de brincadeira, e ela não falou nada. Depois, eu passava a mão na bunda dela do jeito que eu queria, e parecia que ela gostava. Passou uma semana, e eu era virgem e não sabia como lidar com a situação.
Pensando nisso, uma tarde, fiquei pra dormir uma soneca na casa da minha tia, no quarto da minha outra prima, que se chama Maira. Eu achava que tava sozinho porque meus pais e meus tios tinham ido passear pela cidade. Dormi um pouco e, quando acordei, me deparei com minha prima Maira, só de toalha. Ela cobria as partes íntimas dela e me fala: "Danielzinho, pode ir embora, quero me trocar." Eu falo: "Se troca tranquila, não vou olhar, tô com sono" e fecho os olhos. Ela fala: "Beleza, vou me trocar aqui, mas não olha." Mal ela tirou a toalha, eu meio que abri os olhos e vi ela pelada. Tinha uns peitos redondos lindos e uma buceta peludinha. Era a primeira vez que eu via uma mina pelada. Bom, só me limitei a olhar um pouquinho, nada mais. Ela se trocou e foi embora. A Maira era a mais velha das filhas dos meus tios. Era uma baixinha de 1,50 de altura, bundão, peitão e morena, uma brasa, pra ser sincero. Depois daquela tarde, fui com meus pais pra casa dos meus avós. Fiquei dormindo lá. Passaram dois dias e chegou meu aniversário de 15 anos. De manhã até a tarde, passei com meus avós e meus pais. À noite, fomos comemorar na casa da minha tia, porque no dia seguinte a gente já ia embora. Resumo: comemos um churrasco, cantamos parabéns e pintou um torneio de PlayStation com meu primo, os sobrinhos da minha tia e meu irmão. Joguei primeiro com meu irmão e perdi de propósito. Fui pro quarto da Andrea e a gente conversou um pouco sobre tudo. Comecei a passar a mão na bunda dela, nas pernas. Dava pra ver que ela tava gostando. Até que, do nada, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar de língua. Ela passou a mão no meu pau inteiro, e eu já tava duro. Enfiei a mão na calça dela, comecei a descer mais até chegar na buceta, que nem a da irmã, peludinha. Peguei e perguntei se ela já tinha dado antes. Ela falou que não. Tava mentindo pra caralho. Naquele momento, eu queria comer ela, mas tinha uns problemas: um, os pais estavam no quarto ao lado; outro, ainda tavam jogando o torneio de PlayStation quase do lado também; e eu não tinha camisinha. Peguei e falei pra ela chupar meu pau um pouco. Ela começou a chupar. Até aquele momento, era o maior prazer que eu já tinha sentido. Sentir ela me chupando era tipo estar no céu. Não consegui gozar porque, bem na hora, a gente ouviu alguém entrando. Era a A irmã mais nova, que tinha 13 anos, falou: "Não consigo dormir no meu quarto, posso dormir aqui?" Ele respondeu: "Pode, sem problema." Enquanto isso, eu fingia que tava dormindo num colchão no chão. A irmã ficou lá, eu dormi. Acordei no dia seguinte, já tava na hora de voltar pra minha casa. A gente se despediu de todo mundo, menos da Andrea, que supostamente tava dormindo. Eu não acreditei, fui até o quarto dela — ela tava acordada, triste porque eu tava indo embora. Falei pra ela não ficar assim, que os pais dela disseram que no verão seguinte iam fazer uma visita. Aí ela meio que se animou, me deu um beijo na bochecha e eu fui embora. Continua na praia a aventura com minhas primas — no final, o vizinho comeu as três irmãs.
Eu sou do Chaco, mas morei a vida toda no litoral. Aconteceu em 2017, pra ser mais exato, maio. A gente foi de férias pra Santa Fé e pro Chaco. Primeiro passamos dois dias em Santa Fé na casa da minha tia, depois fomos pro Chaco, onde minhas primas moram. Chegamos cansados na casa da minha tia, onde moravam meus tios com as três filhas deles e um primo que tava de visita. Bom, conversamos, cumprimentamos toda a família, e aquele dia terminou numa boa. No outro dia, conversando com meu primo que tava de passagem, ele me conta que minhas primas estavam sendo comidas pelo vizinho. Eu falei: "Sério?" E ele respondeu: "Sim, mano. Faz três dias, a tia me pediu pra ir buscar ela ali do lado, que tava com a vizinha. Fui lá, chamei a Andrea, mas ela não respondia. Como ninguém respondia, eu passei pelo lado. Fui tranquilo pra parte de trás e ouvi uns gemidos. Quanto mais perto eu chegava, mais alto ficava. Cheguei e vi pela janela o vizinho comendo a Andrea. Eu voltei pra casa da tia e falei: 'Acho que não tem ninguém.'"
Nessa época, a Andrea era uma menina magrinha, de uns 1,60m, morena, e tinha 15 anos, uma gostosa. Bom, depois do que meu primo me contou, comecei a reparar mais na minha prima. Fiquei pensando a tarde inteira. À noite, comecei a me aproximar mais da Andrea, a gente zoava o tempo todo. Até que passaram uns dias, e eu comecei a dar uns tapas na bunda dela de brincadeira, e ela não falou nada. Depois, eu passava a mão na bunda dela do jeito que eu queria, e parecia que ela gostava. Passou uma semana, e eu era virgem e não sabia como lidar com a situação.
Pensando nisso, uma tarde, fiquei pra dormir uma soneca na casa da minha tia, no quarto da minha outra prima, que se chama Maira. Eu achava que tava sozinho porque meus pais e meus tios tinham ido passear pela cidade. Dormi um pouco e, quando acordei, me deparei com minha prima Maira, só de toalha. Ela cobria as partes íntimas dela e me fala: "Danielzinho, pode ir embora, quero me trocar." Eu falo: "Se troca tranquila, não vou olhar, tô com sono" e fecho os olhos. Ela fala: "Beleza, vou me trocar aqui, mas não olha." Mal ela tirou a toalha, eu meio que abri os olhos e vi ela pelada. Tinha uns peitos redondos lindos e uma buceta peludinha. Era a primeira vez que eu via uma mina pelada. Bom, só me limitei a olhar um pouquinho, nada mais. Ela se trocou e foi embora. A Maira era a mais velha das filhas dos meus tios. Era uma baixinha de 1,50 de altura, bundão, peitão e morena, uma brasa, pra ser sincero. Depois daquela tarde, fui com meus pais pra casa dos meus avós. Fiquei dormindo lá. Passaram dois dias e chegou meu aniversário de 15 anos. De manhã até a tarde, passei com meus avós e meus pais. À noite, fomos comemorar na casa da minha tia, porque no dia seguinte a gente já ia embora. Resumo: comemos um churrasco, cantamos parabéns e pintou um torneio de PlayStation com meu primo, os sobrinhos da minha tia e meu irmão. Joguei primeiro com meu irmão e perdi de propósito. Fui pro quarto da Andrea e a gente conversou um pouco sobre tudo. Comecei a passar a mão na bunda dela, nas pernas. Dava pra ver que ela tava gostando. Até que, do nada, ela subiu em cima de mim e começou a me beijar de língua. Ela passou a mão no meu pau inteiro, e eu já tava duro. Enfiei a mão na calça dela, comecei a descer mais até chegar na buceta, que nem a da irmã, peludinha. Peguei e perguntei se ela já tinha dado antes. Ela falou que não. Tava mentindo pra caralho. Naquele momento, eu queria comer ela, mas tinha uns problemas: um, os pais estavam no quarto ao lado; outro, ainda tavam jogando o torneio de PlayStation quase do lado também; e eu não tinha camisinha. Peguei e falei pra ela chupar meu pau um pouco. Ela começou a chupar. Até aquele momento, era o maior prazer que eu já tinha sentido. Sentir ela me chupando era tipo estar no céu. Não consegui gozar porque, bem na hora, a gente ouviu alguém entrando. Era a A irmã mais nova, que tinha 13 anos, falou: "Não consigo dormir no meu quarto, posso dormir aqui?" Ele respondeu: "Pode, sem problema." Enquanto isso, eu fingia que tava dormindo num colchão no chão. A irmã ficou lá, eu dormi. Acordei no dia seguinte, já tava na hora de voltar pra minha casa. A gente se despediu de todo mundo, menos da Andrea, que supostamente tava dormindo. Eu não acreditei, fui até o quarto dela — ela tava acordada, triste porque eu tava indo embora. Falei pra ela não ficar assim, que os pais dela disseram que no verão seguinte iam fazer uma visita. Aí ela meio que se animou, me deu um beijo na bochecha e eu fui embora. Continua na praia a aventura com minhas primas — no final, o vizinho comeu as três irmãs.
1 comentários - A vez que quase comi minhas duas primas