Uma competição e tanto/Cap1

 
Uma competição e tanto/Cap1CAPÍTULO 1









Nasci com uma particularidade que me destaca desde muito nova, sou bunda grande, a verdade é que não me incomoda mas me acompanha como uma marca registrada na minha família, quase uma questão de herança genética, as mulheres carregávamos a bunda grande no nosso sangue.










Minha avó era bunduda, minha mãe é bunduda, eu sou bunduda. Na real não me incomoda, mas é meio desconfortável ter um farol que atrai o olhar de homens e mulheres. Já na adolescência chamava a atenção de professores e dos pais das minhas amigas, muitas vezes eu escondia com algum moletom ou uma camiseta amarrada na cintura.










O tempo foi passando e eu tive que aceitar minha herança, conviver com minha bunda enorme, até aprender a gostar dela. Soube transformá-la na minha arma de sedução e numa ferramenta para conseguir o que quero.










Uma das coisas mais importantes da minha vida foi conseguir meu marido, se eu o peguei com a bunda, ele era o mais gato e mais desejado pelas minhas amigas. Desde o primeiro momento eu o enlouqueci, ele beijava minha bunda e chupava ela o tempo todo, enquanto éramos namorados ele sempre pedia minha raba e eu nunca dava, acho que manter o desejo vivo fez com que eu o levasse ao altar.












O tempo passou e com meu marido a gente se dá super bem, mas claro que no primeiro ano tive que dar o cu, senão acho que ele me matava. Tivemos dois filhos, Gabriela e Martín, que são a luz dos meus olhos. Agora são dois adolescentes estudiosos. Gabriela é a preferida do meu marido, Martín sempre briga com ele e chegam a ficar meses sem se falar quando rola treta.












O Martín, de 19 anos, está a um ano de entrar na faculdade, e a Gabriela, de 18, é a caçula da família. Ele não é muito estudioso, mas se vira bem nas notas e passa de ano, o oposto da irmã, que sempre tira notas boas, igualzinho a mim quando era mais nova.














Não quero esquecer de dizer que meu nome é Paula, tenho 36 anos e quero descrever um pouco meu corpo, embora já tenha dito que a bunda é a cereja do bolo, meu corpo é o bolo inteiro. Peitos proporcionais com uma queda natural, mamilos não muito escuros mas bem pontudos quando fico excitada e, por sorte, tenho uma cintura de pilão. Tudo aqui é natural.










Como descrever uma bunda sem uma foto? Bom, façam o seguinte: coloquem as mãos à frente e separem elas uns quarenta centímetros. Façam o teste, vão conseguir sentir. Abram os dedos das mãos o máximo que puderem e agora, mantendo os braços fixos, levantem as mãos para o céu, como se estivessem rezando para o Deus bunda. Essa é a minha bunda, sei que conseguem sentir ela entre suas mãos. Imaginem que com o movimento das mãos podem abrir e fechar para ver o pequeno asterisco rosado que os gordos pães protegem. Assim sou eu...

Todos em casa me pegam na bunda, vão rir, mas é verdade, quase como um Buda da sorte... Meu marido, quando chega do trabalho, me dá um beijo e uma palmada na bunda. Meu filho muitas vezes passa correndo e entra na cozinha quando estou cozinhando e... plaft! Em vez de me cumprimentar, me dá um tapa na bunda. Minha filha é mais carinhosa e me belisca. São terríveis, mas não me incomoda, eu rio e levo como algo natural.













Mas de repente, um dia a inocência mudou. Eu estava prestes a começar a lavar roupa quando o Martín passou correndo atrás de mim em direção à porta.








- Pra onde você vai?








- Meu nome é Javier, temos um jogo.








- Se tiver roupa sucia, traz...






- Não sei. Acho que tem alguma coisa. Vai lá buscar ela.






- Mas você poderia fazer isso!!!






- Não, preciso ir.








Ele terminou de me dizer isso quase na porta, como sempre tive que ir ao quarto dele pra ver se tinha deixado roupa suja. Termino de colocar a roupa que tinha na máquina e vou pro quarto dele.

Como sempre, tudo jogado no chão: cuecas, camisetas, meias e calças.











Pego eles do chão e começo a colocar na cama, enquanto faço isso vejo que o idiota deixou o computador ligado. Me aproximo para sair da sessão e desligar.












Quando olho a tela, vejo que tem o que parecia ser uma página pornô, presto atenção e não era isso, era a página de uma rede social onde os amigos de escola dela tinham formado um grupo para compartir fotos, mas não era só isso.












Pego a cadeira da escrivaninha dele e me sento para investigar o que ele estava vendo. Afinal, sou a mãe dele e queria saber no que andavam os amigos dele. Sabia que ele via pornografia e nunca me deixa ver o que faz, mas agora eu tinha a oportunidade. Não ia ficar brava com o que veria, mas era melhor saber.










Era uma lista de comentários sexuais entre os colegas e fotos de mulheres de costas, especificamente das bundas, mas não nuas, eram fotos que pareciam caseiras, a curiosidade não me deixava parar...












Começo a ler os comentários e percebo que havia uma discussão entre eles ou melhor, uma competência, não conseguia entender sobre o que era e continuei lendo. Havia um link que me levava a um blog e lá estavam carregadas um monte de fotos de mulheres ou mais especificamente dos seus bundões, estavam classificados, pelos próprios caras com números que representavam votos.










Na segunda página estava minha foto, eu estava de costas com um moletom que uso em casa, fiquei gelada...!! Não conseguia acreditar que a foto da minha bunda estava na internet e eu estava competindo sem saber com outras mulheres, sendo julgada pelo meu filho e pelos amigos dele.

Continuo lendo e o título do blog era "bundas de mães gostosas" e a quantidade de votos não se limitava só aos colegas do meu filho, os números não batiam, eram muito mais.













Volto a ler os comentários na rede social do meu filho e percebo que havia uma competição clandestina entre vários institutos e colégios, sempre citavam a Natalie e havia muitas brigas entre eles.










Decido copiar as páginas num papel pra ter acesso do meu PC, desligo o laptop dela e tento apagar os rastros da minha navegação.

No começo fiquei puta, mas a raiva passou rápido... gostei da ideia de ser o desejo de uns adolescentes. A vontade de contar pro Martín e dar uma bronca nele não durou nem um minuto na minha cabeça. Mas o que eu faria? Minha curiosidade era mais forte.

Não sabia o que fazer com essa informação que me atormentava.













Vou pro meu quarto e me tranco, sabia que não tinha ninguém em casa mas mesmo assim dou a volta na chave. Ligo meu notebook e copio os links, minha curiosidade não me faz perder tempo.














Logo me posiciono na minha foto e vejo a quantidade de votos que tinha, 2436. Primeiro sinto vergonha, mas passa na hora quando vejo em que posição estava, 14. Eu, sempre orgulhosa do meu rabão gigante, redondo, macio, quase comestível, não conseguia acreditar como tinha sido humilhada por outros 13 bundões, como se fossem os 13 Ronin que deram um golpe letal no meu orgulho.












Isso não podia ficar assim, eu tinha que pensar em algo para ocupar um lugar no pódio, e que melhor ainda se eu conseguisse o primeiro lugar. Mas como eu faria ou o que eu inventaria, era algo que naquele momento eu ainda não sabia...!!












Comecei a observar minha concorrência, quem eu teria que superar e a tão falada Natalie. Havia bundas de todos os tamanhos, mas elas tinham uma vantagem: muitas apareciam quase por completo, de shorts, com leggings, em calças justas, até a mencionada bunda da Natalie, coberta apenas por um fio dental vermelho. Era algo imbatível, um biquíni fio-dental minúsculo era o maiô de uma mãe, era dourado, como a bunda de uma garota da Playboy, lindo, trabalhado na academia.












- Quem era essa Natalie...? Mãe de quem ela era...? Como eu poderia descobrir sem levantar suspeitas do meu filho?!!










- Mas me veio uma ideia: quando chegasse, perguntaria ao meu filho se ele sabia se alguma mãe dos colegas dele estava indo à academia porque eu queria fazer aulas. Tinha certeza de que conseguiria tirar dele onde a Natalie malhava.












Espero até o Martin chegar e encaro ele quando vejo que está sozinho.








- Oi, você tá cansado?








- Mais ou menos.






- Tô com vontade de fazer umas aulas de ginástica, não conhece alguma mãe dos seus amigos que vá pra academia?








- Nnnnão, para ninguém








- seguro...?!








- Não, dos meus amigos não, mas sei que a mãe de um cara do San Agustín pratica crossfit








- O que é isso...?






- É tipo um treinamento militar.








- Você pode perguntar onde ela malha?






- Mas eu não conheço ela....








- Mas como você sabe que ele treina?






- Todo mundo sabe, tá no Facebook








- ela é gostosa?






- Sim...






- mais que sua mãe...?








- kkkk Sim...!!!!








- Que maldade... Eu sou sua mãe, eu é que deveria ser a mais gostosa!!












- Bom, sua BUNDA é mais bonita...










- kkkk, achei que você ia dizer meus olhos!!










Foi uma conversinha rápida que me serviu pra tirar uns poucos dados sobre a Natalie e como encontrá-la, mas o principal foi descobrir o interesse que eu podia despertar com essa minha bunda enorme.












Entrei na rede social e consegui descobrir informações sobre essa mamãe. Ela tinha uma ampla variedade de amizades e era quase uma celebridade no mundo do crossfit. Era uma competição bem acirrada pelo que vi, ia ser quase impossível conseguir competir. Decidi localizar a academia para vê-la de perto e ver se tudo que ela tinha era real.










Consegui descobrir até os horários em que ela malhava. A ideia era aparecer na academia e treinar junto, usando a desculpa de que estava escolhendo uma academia para começar a frequentar.










Quando chego na academia e, depois de conversar com várias pessoas que me explicaram o tipo de treino que faziam, me deixam participar de uma das aulas, foi algo pesado pra mim, que fazia muito tempo que não treinava, mas o objetivo era outro: era ir para o vestiário e poder ver minha competição.












Vou para o vestiário e tiro a roupa para tomar banho, vejo que a Natalie estava tomando banho a alguns metros de mim, me aproximo para poder vê-la.
Ela era realmente linda, a bunda parecia esculpida em mármore, as pernas musculosas brilhavam por causa da água.
Me aproximo e percebo que sou muito mais alta, graças a Deus em algo eu podia ganhar dela.









Decido puxar conversa enquanto a gente toma banho.








- Oi, sou a Paula!






- Natalie.






- Você treina há muito tempo?






- Sim. Faz anos. É a sua primeira vez?






- Sim, quero diminuir essa bunda um pouco...








Enquanto dizia isso, eu me virava e mostrava a bunda pra ele, agarrando ela com as duas mãos.








- Por quê? O que tem de errado...?








- Mas o seu é perfeito.








- Kkk, nem acredita, é por causa da academia, mas metade do tempo eu tô com dor, alongamento, distensão, prefiro ter um igual ao seu que é lindo, natural, mais macio.










Enquanto ela me dizia isso, ela estava me tocando, eu deixei, estava admirando a número um, voltei a ter esperanças de poder tirar o primeiro lugar dela. Mas para isso teria que trabalhar.










Já tinha visto minha concorrência, agora precisava de um plano para entrar na disputa, subir posições rápido, e meu filho era o único que tinha a chave para essa competição.












Meu objetivo era fazer o Martín me fotografar, eu sei que quando ele está em casa fica o tempo todo com o celular na mão, então eu teria que mostrar um pouco mais de pele pra ele me fotografar...










No dia seguinte, meu filho estava deitado no sofá da sala com o celular na mão. Aproveitei a situação para ser seu modelo e entrar na competição. Estava usando apenas uma camiseta e calcinha - a camiseta é longa e muitas vezes fico assim em casa. Sabia que se me abaixasse um pouco, poderia deixar minhas nádegas expostas para ele fotografar, então comecei a pegar umas caixas que estavam sobre um móvel na frente do meu filho.












Me estiquei várias vezes, esperando dar tempo para me fotografarem, o resultado eu poderia ver no dia seguinte, um tempo prudente para que as fotos fossem postadas no blog, se é que elas foram tiradas.










A hora não passava, as expectativas eram muitas, só quando estou sozinha em casa posso revisar a página e ver se conseguiu carregar as fotos...
A decepção foi grande, o masturbador não tirou nenhuma foto ou não carregou, não sei, mas eu estava ficando fora do jogo, pelo menos mantive a posição.













Eu teria que usar outra estratégia, já que em quatro dias iríamos para a casa de um amigo do meu marido passar dez dias, aproveitando as férias de verão dos meus filhos. Tinha me ocorrido uma ideia...!!










Eu tinha uma casa a poucos metros de uma praia espetacular, um verdadeiro paraíso.
A praia era minha desculpa para planejar algo com meu filho. Primeiro, eu tinha que preparar o terreno na cabeça do meu marido e da minha filha. Eu sei o que eles gostam e o que não gostam, o que querem fazer e o que não querem — essa era minha vantagem.













Estávamos jantando nós quatro e eu peço ajuda já sabendo a resposta, primeiro pra minha filha e depois pro meu marido.










- Gaby, amanhã quero ir cedo ao shopping pra comprar um biquíni pra usar na casa do Rubén (aquele amigo do Ricardo, meu marido), os que eu tenho estão todos gastos.










- Não, Mãe, eu não posso e você sabe que me cansa escolher roupa pra você, você nunca se contenta com nada...










- Mas não posso ir sozinha, tenho que experimentar vários e não posso ficar entrando e saindo do provador toda hora pra buscar outro modelo. Se você não me acompanhar (disse olhando para Ricardo)






- Não, por que eu?! Você sabe que não posso amanhã, tenho que ir trabalhar de manhã.










- Mas se ninguém quiser me acompanhar, não vou ser seu amigo.








- Mas não seja chata, porque o Martín não te acompanha, se ele está aí sem fazer nada.








- Não, eu que vou fazer, isso é coisa de mulher...








- Vai lá, tarado, você não vai virar viado só porque acompanha sua mãe. Aproveita e pede pra ela te comprar alguma coisa!








- Você me acompanharia...?








- Se você me comprar alguma coisa, sim!






- Vê que seu filho é mais fácil que a tabuada do 1. Com um presente ele muda de opinião na hora. Kkk!




Finalmente, todos felizes, consegui meu objetivo sem muito esforço. Agora eu tinha que pensar em como poderia manipular meu próprio filho...








De manhãzinha eu acordo meu filho para levá-lo às compras, queria que tivesse pouca gente nas lojas de roupa, para poder escolher sem ninguém nos incomodar.












CONTINUA



milf
Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história está mais adiantada por lá.
E o cronograma deste mês está publicado. Tem dois níveis: diamante e platino.
Toda história vai ser longa.
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3 comentários - Uma competição e tanto/Cap1

Que rico post, más ese gran culo que da la bienvenida, 10 de 10 avisas cuando subas otro cap y si tienes telegram lo pasas bro, saludos