Dois dias se passaram e minha mina não dava sinal de vida, a pika implorava por uma buceta, tava muito afim dessa mina, então pra me distrair fui pro centro, tinha uns tramites pra resolver, verdadeiro tédio, mas fazer o que, entre tanto reclamar por súplicas da minha pika a mina me escreve, respondo na hora, oi papi sinto sua falta, quero te ver Já vem pro centro almoçamos algo Ok vou voando Combinamos de nos ver num restaurante, na hora marcada ela apareceu, e quase que a pika morre, não acreditava, umas botas com as pernas marcadas, lindas, uma mini jeans e uma regatinha justa no corpo a filha da puta não tava de sutiã, os bicos marcados na pele, era uma bomba, chegou me comeu a boca de beijo, com língua, nos pegamos os dois, sentou, não conseguia parar de olhar pra ela, mina demais e me excita como ninguém, Só me disse papi não aguento mais, vamos pro banheiro, e assim como se nada se levantou e foi, a pika explodia então segui ela, tranquei a porta e nos pegamos, apalpei os peitos, são uma loucura, nos devoramos, coloquei ela contra a parede, mãos nos azulejos, tirei a pika levantei a saia dela tinha um fiozinho minúsculo segurando a buceta e tava melada, desviei e enfiei a pika de uma vez, deu um grito misturado com prazer e comecei a foder ela, a buceta dela é muito apertada me dá um prazer indescritível, ela gostosa como louca e mais louco eu ficava, continuei metendo era uma situação muito quente, assim ficamos um bom tempo até baterem na porta e entre gemidos ela respondeu ocupadooo, eu continuava fodendo ela e ela gritando sim papi arrebenta bem essa buceta, não aguentava mais quando senti o gozo dela, parecia que tava mijando, escorria sucos pra caralho e mais lubrificada tava a buceta continuei metendo forte obedecendo os gritos dela, os gemidos eram imparáveis e aí comecei a descarregar todo o leite, enchi bem de porra essa buceta ela gostosa aos gritos recebendo toda a porra que eu tava jogando nela, gozei igual um touro, ela se virou, me abraçou e me beijou de língua gostoso, guardou meu pau na calça e abriu a porta, tinha dois caras lá fora que falaram alguma coisa, ela xingou eles e saímos, todo mundo no salão olhando pra gente, na rua ela me deu a mão e falou "agora sou sua namorada, papi". E a gente foi andando assim, verdade seja dita, o pau não sossega, ela me deixa louco, a desgraçada, e partimos pelo centro feito dois apaixonados, o povo não parava de olhar pras tetas dela, os bicos estavam durinhos, bem marcados, é uma loucura transar com essa mina, mas não consigo negar. Comemos alguma coisa numa barraca de rua, em pé, e ficamos nos apalpando, percebi que ela não liga se tão olhando, é ousada, metida e totalmente sem vergonha, é uma mudança enorme desde que eu andava com a mãe dela, mas sem dúvida criei ela bem. Caminhamos de mãos dadas um tempo, e ela disse "vamos pra sua casa, papi", então fomos pra lá, chegamos nos agarrando e com tesão, fomos tomar banho juntos, pelada ela é uma gostosa, se ajoelhou pra chupar meu pau como se tivesse faminta. Percebi que não era a primeira vez, ela chupa que é uma deusa, levantei ela, virei e ela parou sozinha com a bundinha pequena, abriu a bunda sozinha e eu não recusei, segurei firme nos quadris dela e comecei a meter, ela gritava desesperada e rebocava mais a raba contra meu pau, tava doendo mas ela tava me oferecendo, não liguei que ela gritasse, dali não saía, então meti igual um desesperado, enfiei tudo, sentia o anelzinho dela cortando meu pau, adoro isso e comi ela sem piedade, ela empinava mais e eu metia até sentir que não cabia mais, ela apoiava as tetas nos azulejos e eu ficava louco, ficamos um tempão assim até eu começar a brincar e encher a bunda dela de porra, prazer do caralho, continuei metendo mesmo sem gozar mais e tirei, era uma cachoeira de porra saindo dela, dava pra ver que tava doendo mas ela tava feliz, terminamos de tomar banho e fomos pra cama, ela colocou a cabeça no meu peito e dormiu assim, minha bebezona.
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