Olá a todos, me chamo Alex e tenho 20 anos, e essa é minha história. Vou começar dizendo que sou dos EUA 🇺🇸 e moro numa cidade. Naquela época, eu tinha uma namorada muito gostosa, dois anos mais nova que eu, chamada Violeta. Deixo uma imagem pra vocês terem uma ideia.
Ter ela com certeza me dava muita confiança. Eu, por minha parte, morava sozinho num apartamento e trabalhava num hotel. Mas enfim, nós, como todo casal jovem da nossa idade, éramos super ativos sexualmente e pervertidos. Às vezes, a gente brincava de ser desconhecidos, ou de que ela era uma menina vendendo biscoitos, ou o bombeiro sexy, etc. No entanto, dava pra dizer que éramos pervertidos discretos, porque, mesmo adorando sexo, na frente dos outros éramos um casal normal e nunca faríamos nada de errado.
Um dia, quando estávamos voltando de uma festa à noite, bem alterados por causa do álcool – tínhamos bebido demais –, ambos estávamos bêbados e com tesão, andando pelas ruas à noite. Começamos a nos beijar e a brincar. O que poderia dar errado? Com tesão e bêbados, nas ruas, não tinha ninguém. Quando chegamos na esquina do parque de um bairro, consegui ver um velho, um mendigo. Aí, com tesão e bêbado, me veio uma ideia na cabeça.
Eu: Amor, tenho uma ideia daquelas que você e eu adoramos.
Violeta (Namorada): Mmm, deixa eu ver, do que se trata?
Eu: Já viu aquele velho que está parado perto da fogueira?
Violeta (Namorada): Sim, tô vendo.
Eu: Quero que você vá lá e deixe ele com ainda mais tesão do que já está. Dá umas voltinhas pra ele poder te ver e ficar excitado com seu corpo, ainda mais vestida super gostosa assim.
Ela fez exatamente o que eu pedi: foi e se aproximou do velho disfarçadamente, como se estivesse tentando se esquentar no fogo. Acho que para me dar um bom espetáculo, minha namorada chegou mais perto do velho para se aquecer e eles ficaram conversando um bom tempo. Aquele velho deu o casaco dele pra ela – eu poderia jurar que fedia, porque a cara da minha namorada dizia tudo. Eu observava de longe e já estava meio excitado com o espetáculo, quando vejo minha namorada e o mendigo se aproximando e se beijando de língua. Ficaram uns 5 minutos se beijando, até que aquele velho falou algo no ouvido dela e pegou na mão dela. Começaram a andar, minha namorada e aquele velho de mãos dadas – era algo contrastante: uma mulher como minha namorada, bem vestida, cheirosa, de mãos dadas com um velho que era muito mais velho, sujo e fedorento.
Eu os seguia de longe, eles andaram por várias ruas até entrarem num beco onde pude ver à distância como minha namorada e aquele velho se beijavam de língua e se acariciavam. Quando minha namorada tirou a camiseta do velho, que deixou à vista seus peitos lindos que saíram balançando, o velho imediatamente começou a chupá-los e lambê-los. Foi quando pude ver claramente seus dentes amarelos. Mas depois disso pude ver como minha namorada acariciava o volume que havia entre as pernas daquele velho, me excitou bastante, pois minha namorada parecia muito excitada. Então minha namorada baixou a calça daquele velho e pude notar sua monstruosa rola de 22 cm. Minha namorada começou a chupá-la como uma louca que nunca tinha feito sexo, uma cachorra no cio. Era uma delícia ver aquilo, minha namorada chupando aquela pica como se fosse um picolé ou um sorvete. Dava pra ver a cara de prazer do velho quando enfiou a pica na boca da minha namorada. Dava pra ver como minha namorada lambia as bolas do velho e pegava sua pica, lambia da base até a ponta, aproveitando cada lambida que dava. Minha namorada curtia muito e dava pra notar em seu rosto, em seus olhos, até que depois de um tempo o velho gozou na sua boca, segurando sua cabeça e não permitindo que derramasse uma única gota.
Depois de engolir a porra do velho, ele levantou minha namorada do chão e a encostou na parede. Ele puxou a calcinha que ela estava usando enquanto beijava todo o corpo dela. Então, o velho apontou o pau pra buceta da minha namorada e de uma vez só enfiou tudo. Minha namorada soltou um gemido baixo, daqueles que só quem já sentiu sabe como é. Mas quando olhei pra ela, era óbvio que tinha me esquecido completamente, porque ela estava gemendo como uma louca. Depois do pau entrando e saindo por uns 15 minutos, ela gozou feito maluca, gemendo e jorrando porra. O velho segurou ela pelo cabelo, cuspiu na boca dela, deu beijos no pescoço todo, lambeu as costas dela... foi super excitante de ver. Depois de gozar pela primeira vez, ela ficou super sensível. Depois disso, o velho colocou ela de quatro e começou a meter de novo, tão forte que ela gemeu de dor, mas tenho certeza que ela adorou, porque era uma putinha. A sorte foi que não tinha ninguém por perto, porque senão teria sido um espetáculo, já que os gemidos dela davam pra ouvir de longe. Nessa segunda posição, minha namorada gozou pela segunda vez. E nessa hora, o velho gozou pela primeira vez. Foi excitante ver ele jorrando como um touro inseminando uma vaca, enquanto minha namorada gemía como louca — afinal, era uma puta no cio. Tudo em volta deles estava molhado dos fluidos, e o cheiro era penetrante. No final, o velho gozou três vezes, e minha namorada umas dez. Mas eu tive que ir embora, porque não queria ser descoberto. Só notei que o velho falou alguma coisa pra ela. Fui pra casa e fiquei esperando minha namorada me ligar. Sabia que não podia fazer mais nada — a única coisa que deu foi me masturbar em casa, lembrando de toda aquela cena.
Ter ela com certeza me dava muita confiança. Eu, por minha parte, morava sozinho num apartamento e trabalhava num hotel. Mas enfim, nós, como todo casal jovem da nossa idade, éramos super ativos sexualmente e pervertidos. Às vezes, a gente brincava de ser desconhecidos, ou de que ela era uma menina vendendo biscoitos, ou o bombeiro sexy, etc. No entanto, dava pra dizer que éramos pervertidos discretos, porque, mesmo adorando sexo, na frente dos outros éramos um casal normal e nunca faríamos nada de errado.Um dia, quando estávamos voltando de uma festa à noite, bem alterados por causa do álcool – tínhamos bebido demais –, ambos estávamos bêbados e com tesão, andando pelas ruas à noite. Começamos a nos beijar e a brincar. O que poderia dar errado? Com tesão e bêbados, nas ruas, não tinha ninguém. Quando chegamos na esquina do parque de um bairro, consegui ver um velho, um mendigo. Aí, com tesão e bêbado, me veio uma ideia na cabeça.
Eu: Amor, tenho uma ideia daquelas que você e eu adoramos.
Violeta (Namorada): Mmm, deixa eu ver, do que se trata?
Eu: Já viu aquele velho que está parado perto da fogueira?
Violeta (Namorada): Sim, tô vendo.
Eu: Quero que você vá lá e deixe ele com ainda mais tesão do que já está. Dá umas voltinhas pra ele poder te ver e ficar excitado com seu corpo, ainda mais vestida super gostosa assim.
Ela fez exatamente o que eu pedi: foi e se aproximou do velho disfarçadamente, como se estivesse tentando se esquentar no fogo. Acho que para me dar um bom espetáculo, minha namorada chegou mais perto do velho para se aquecer e eles ficaram conversando um bom tempo. Aquele velho deu o casaco dele pra ela – eu poderia jurar que fedia, porque a cara da minha namorada dizia tudo. Eu observava de longe e já estava meio excitado com o espetáculo, quando vejo minha namorada e o mendigo se aproximando e se beijando de língua. Ficaram uns 5 minutos se beijando, até que aquele velho falou algo no ouvido dela e pegou na mão dela. Começaram a andar, minha namorada e aquele velho de mãos dadas – era algo contrastante: uma mulher como minha namorada, bem vestida, cheirosa, de mãos dadas com um velho que era muito mais velho, sujo e fedorento.
Eu os seguia de longe, eles andaram por várias ruas até entrarem num beco onde pude ver à distância como minha namorada e aquele velho se beijavam de língua e se acariciavam. Quando minha namorada tirou a camiseta do velho, que deixou à vista seus peitos lindos que saíram balançando, o velho imediatamente começou a chupá-los e lambê-los. Foi quando pude ver claramente seus dentes amarelos. Mas depois disso pude ver como minha namorada acariciava o volume que havia entre as pernas daquele velho, me excitou bastante, pois minha namorada parecia muito excitada. Então minha namorada baixou a calça daquele velho e pude notar sua monstruosa rola de 22 cm. Minha namorada começou a chupá-la como uma louca que nunca tinha feito sexo, uma cachorra no cio. Era uma delícia ver aquilo, minha namorada chupando aquela pica como se fosse um picolé ou um sorvete. Dava pra ver a cara de prazer do velho quando enfiou a pica na boca da minha namorada. Dava pra ver como minha namorada lambia as bolas do velho e pegava sua pica, lambia da base até a ponta, aproveitando cada lambida que dava. Minha namorada curtia muito e dava pra notar em seu rosto, em seus olhos, até que depois de um tempo o velho gozou na sua boca, segurando sua cabeça e não permitindo que derramasse uma única gota.
Depois de engolir a porra do velho, ele levantou minha namorada do chão e a encostou na parede. Ele puxou a calcinha que ela estava usando enquanto beijava todo o corpo dela. Então, o velho apontou o pau pra buceta da minha namorada e de uma vez só enfiou tudo. Minha namorada soltou um gemido baixo, daqueles que só quem já sentiu sabe como é. Mas quando olhei pra ela, era óbvio que tinha me esquecido completamente, porque ela estava gemendo como uma louca. Depois do pau entrando e saindo por uns 15 minutos, ela gozou feito maluca, gemendo e jorrando porra. O velho segurou ela pelo cabelo, cuspiu na boca dela, deu beijos no pescoço todo, lambeu as costas dela... foi super excitante de ver. Depois de gozar pela primeira vez, ela ficou super sensível. Depois disso, o velho colocou ela de quatro e começou a meter de novo, tão forte que ela gemeu de dor, mas tenho certeza que ela adorou, porque era uma putinha. A sorte foi que não tinha ninguém por perto, porque senão teria sido um espetáculo, já que os gemidos dela davam pra ouvir de longe. Nessa segunda posição, minha namorada gozou pela segunda vez. E nessa hora, o velho gozou pela primeira vez. Foi excitante ver ele jorrando como um touro inseminando uma vaca, enquanto minha namorada gemía como louca — afinal, era uma puta no cio. Tudo em volta deles estava molhado dos fluidos, e o cheiro era penetrante. No final, o velho gozou três vezes, e minha namorada umas dez. Mas eu tive que ir embora, porque não queria ser descoberto. Só notei que o velho falou alguma coisa pra ela. Fui pra casa e fiquei esperando minha namorada me ligar. Sabia que não podia fazer mais nada — a única coisa que deu foi me masturbar em casa, lembrando de toda aquela cena.
1 comentários - O maior erro da minha vida