Como vocês leram, esse casal chegou ao fim, mas por motivos lógicos que vou contar agora.
Depois da última vez que ela me chupou em casa enquanto eu tava trabalhando, no fim de semana passado, na sexta, ela me mandou uma mensagem dizendo que queria fazer algo especial pro corno.
Falei que claro, podia contar comigo, e ela me chamou na casa dela pras 22h. Eu tava sem muita energia nem vontade naquele dia, mas fazer o quê, tem que saber levar o papel de bull, então lá pras 21h tomei um tadalafila pra não decepcionar e fui pra casa dela.
Quando ela desceu pra me abrir, tava com uma jaqueta oversized que cobria ela toda. Me deu um beijo como se fôssemos namorados e, quando subimos no elevador, mostrou que por baixo tava usando meias 7/8 com liga e um sutiã de renda todo preto que ficava uma delícia nela. Começamos a nos pegar no elevador enquanto eu passava a mão nela, e ela tava super molhada.
Ela disse: "Hoje é um castigo pro cuck, mas também um presente pra você, love."
Eu não entendia direito, até que entramos no apartamento. O corno tava amarrado sentado numa cadeira daquelas com braço, com as pernas presas, as mãos amarradas na cadeira e uma venda nos olhos, mas por cima dos olhos, ou seja, ele conseguia ver. Fiquei surpreso porque nunca me disseram que ele era bi, nem eu falei que era.
Então perguntei por que ele tava daquele jeito e amarrado. Ele me olhou, mas não falou nada. Foi ela quem se aproximou dele e disse: "O cuck se comportou mal, então tem que aprender", e deu um tapa na cara dele, mas com raiva de verdade, marcando os dedos no rosto.
Depois veio até mim e me beijou com uma fúria quase adolescente. Eu já não aguentava mais de tesão naquele momento, e claro, com o tadalafila, tava durasso. Ela abaixou minha calça, pegou uma almofada do sofá, colocou no chão, se ajoelhou e disse pro corno: "Quem dera você tivesse uma rola tão gostosa assim e que me fizesse sentir tão puta." Em seguida, começou a me chupar como nunca, ia e voltava da cabeça até a base, se engasgava de propósito. com a pica, ela chupava minhas bolas deixando tudo molhado, e enquanto passava a mão na minha bunda ia enfiando um dedo.
Eu tava no céu, acho que nunca tinha ficado tão dura e cheia de veia.
Ficou uns 5 minutos chupando, eu gemendo e aproveitando, e o cuck em silêncio.
Avisei que ia gozar, e ela falou espera.
Foi até onde tava o cuck, baixou a venda dele, e mandou abre a boca e não ousa fechar senão você vai embora de casa (aí percebi que tava tudo podre entre eles), fez sinal pra eu chegar perto e começou a bater uma pra mim do lado do marido, enquanto me beijava e falava no ouvido — me avisa quando for gozar que quero que você jogue tudo na boca dele —
Foram mais 2 minutos e avisei, continuei batendo uma e coloquei a pica perto da boca do corno, e quando saiu o primeiro jato de porra na boca dele, ela agarrou a nuca dele e enfiou a boca inteira na minha pica, e gritou, vai, cuck de merda, deixa limpinha e não deixa cair uma gota.
Sinceramente, não parecia que era a primeira pica que ela chupava porque sabia bem o que tava fazendo e continuou chupando até não sair mais nada e engoliu tudo sem nem fazer cara de nojo.
Fui no banheiro me lavar, e quando saí ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, e gritou pro cuck trazer vinho (aí percebi que tinha soltado ele), estávamos os dois deitados com ela no meu peito feito casal, veio o corno de tanga, nos deu as taças, e foi embora fechando a porta.
Começamos a beber, e claro que perguntei o que houve, que onda é essa? porque acima de tudo a curiosidade. E ela me contou que dentro do pacto deles não tava ele ficar com outra gostosa e ela achou mensagens no celular dele de uma colega de trabalho que tinham se beijado mas não transado ainda e isso fez ela se sentir muito traída por ele. E que não botou ele pra fora de casa só porque segundo o cuck só tinham se beijado, mas que tava tudo podre. E que ele implorou pra ela não ir embora, que faria qualquer coisa por continuar ficando com ela. E aí, naquela noite, ela teve a ideia de humilhar ele e se divertir comigo.
Claramente, só escutei sem julgar, porque não é algo que me interesse. Continuamos conversando e bebendo vinho, e começamos a nos beijar. A cock estava meia-bomba por causa do álcool, e ela perguntou se eu queria um boquete duplo. Falei que não tinha problema, então ela chamou o cuck (a propósito, ele não disse uma palavra a noite toda), e ela disse: "Vem aqui e me ajuda a chupar ele pra deixar a cock do meu macho bem dura e encher meu cu de cum."
Ele fez uma cara meio de nojo e ficou parado por uns 2 ou 3 segundos. E não sei por que, entrei no jogo e soltei sem pensar: "Anda, seu otário, não ouviu sua mulher? Vem chupar minha pica senão vai se foder." O cara arregalou os olhos de surpresa (até eu fiquei surpreso por ter falado isso, haha), e ele veio todo submisso pra cama chupar junto com ela.
Quando ele colocou a boca e começou a chupar, confirmei que não era a primeira cock que ele pegava. E a maldita começou a rir e disse: "Viu? Comigo você não mente, senão vai se dar mal, seu putinho." E começou a empurrar a cabeça dele pra ele engasgar com minha cock. Depois de 3 ou 4 chupadas, quando já tava bem dura, ela mandou: "Vai, fica parado na porta."
O cara, humilhado e obediente, obedeceu. Dava pra ver que ele tava excitado porque, mesmo com a thong, a cock dele tava dura pra caralho, apesar de ser meio pequena.
Aí ela pegou lubrificante na mesinha de cabeceira, passou na minha cock toda, e sentou na Booty. Ela sentou de costas pra mim, tampando minha visão da porta, e foi enfiando a cock bem devagar na Booty. Doeu um pouco, mas ela não parou até ficar totalmente empalada.
E ela me deu a cavalgada da minha vida, gritando de dor e prazer o tempo todo, e dizendo:
"Viu por que você não pode mentir pra mim? Porque senão meu macho vai vir e arrebentar meu cu assim, e vai deixar bem cheio de cum. Agora fecha a porta e vai embora. Não quero te ver até amanhã.
Quando fechou a porta, ela saiu de cima de mim e disse: "Meu Deus, não pode ser o quanto eu tô molhada." Ela se ajoelhou de quatro e falou: "Por favor, me deixa sem conseguir sentar." E eu obedeci as ordens dela. Meti até o fundo, bem violento, enquanto puxava o cabelo dela e dava tapas na bunda dela. Ela gritava cada vez mais, óbvio que algum vizinho devia estar batendo uma ouvindo aqueles gritos. Era tanta violência que a cama saiu do lugar e dava pra ouvir o barulho da cama batendo na parede a cada metida que eu dava.
Devo ter ficado uns 15 minutos até não aguentar mais e deixei o cu dela cheio de porra. Quando tirei, percebi que tinha machucado alguma coisa porque tinha umas gotinhas de sangue misturado com a porra, e o cu todo aberto e irritado.
Ela foi mancando mesmo pro banheiro se limpar, eu arrumei a cama e deitei. Quando voltou, me deu uma camiseta do marido dela e disse: "Toma, limpa a pica com isso." E foi assim, imaginem como ficou aquela camiseta.
Ela deitou no meu peito e disse: "Nunca me arrebentaram tanto o cu, amor, juro que fui no banheiro e tô ardendo e doendo até pra sentar, como você me come gostoso."
Ficamos conversando um tempo, a pica ainda não tinha baixado por causa do tadala, e enquanto a gente conversava ela ficava acariciando ela. Eu, depois daqueles dois gozos quase seguidos, não queria mais. E ela disse: "Quer ficar pra dormir? Afinal, esse otário aí tem ordem de não voltar até amanhã ao meio-dia."
Não tinha nada melhor pra fazer, e além disso, mesmo depois de ter esvaziado, nunca se recusa um bom matinal, então fiquei dormindo lá.
No outro dia de manhã, quis começar um matinal, mas ela pediu: "Por favor, não, porque com o cu arrebentado, não consigo nem me mexer." Então ela me chupou até engolir tudo e eu fui embora.
Quando ela me acompanhou até a porta, vi que ela mancava forte e com dor. Ela disse que talvez fosse se separar ou pelo menos parar com essas coisas, porque algo no relacionamento dela A confiança tinha se quebrado. Eu disse pra ela que não tinha problema, que entendia claramente a situação e meu papel ali, que não ia ficar mandando mensagem nem nada, mas que quando ela quisesse, sabia que eu tava disponível pra satisfazer ela.
A gente se despediu com um beijo bem de namorados, de língua e tudo. E fui embora. Até hoje, uma semana depois, não recebi mensagem nenhuma, então acho que foi o fim dessa casal que me proporcionou experiências maravilhosas. Por sorte, tô reativando um papo com outro casal que já postei uma história aqui. Então, quando tiver novidades, aviso vocês.
Enquanto isso, já sabem: se quiserem um bull bem dotado, de confiança e sem neuras pra sua parceira, é só me chamar. Abraço.
Depois da última vez que ela me chupou em casa enquanto eu tava trabalhando, no fim de semana passado, na sexta, ela me mandou uma mensagem dizendo que queria fazer algo especial pro corno.
Falei que claro, podia contar comigo, e ela me chamou na casa dela pras 22h. Eu tava sem muita energia nem vontade naquele dia, mas fazer o quê, tem que saber levar o papel de bull, então lá pras 21h tomei um tadalafila pra não decepcionar e fui pra casa dela.
Quando ela desceu pra me abrir, tava com uma jaqueta oversized que cobria ela toda. Me deu um beijo como se fôssemos namorados e, quando subimos no elevador, mostrou que por baixo tava usando meias 7/8 com liga e um sutiã de renda todo preto que ficava uma delícia nela. Começamos a nos pegar no elevador enquanto eu passava a mão nela, e ela tava super molhada.
Ela disse: "Hoje é um castigo pro cuck, mas também um presente pra você, love."
Eu não entendia direito, até que entramos no apartamento. O corno tava amarrado sentado numa cadeira daquelas com braço, com as pernas presas, as mãos amarradas na cadeira e uma venda nos olhos, mas por cima dos olhos, ou seja, ele conseguia ver. Fiquei surpreso porque nunca me disseram que ele era bi, nem eu falei que era.
Então perguntei por que ele tava daquele jeito e amarrado. Ele me olhou, mas não falou nada. Foi ela quem se aproximou dele e disse: "O cuck se comportou mal, então tem que aprender", e deu um tapa na cara dele, mas com raiva de verdade, marcando os dedos no rosto.
Depois veio até mim e me beijou com uma fúria quase adolescente. Eu já não aguentava mais de tesão naquele momento, e claro, com o tadalafila, tava durasso. Ela abaixou minha calça, pegou uma almofada do sofá, colocou no chão, se ajoelhou e disse pro corno: "Quem dera você tivesse uma rola tão gostosa assim e que me fizesse sentir tão puta." Em seguida, começou a me chupar como nunca, ia e voltava da cabeça até a base, se engasgava de propósito. com a pica, ela chupava minhas bolas deixando tudo molhado, e enquanto passava a mão na minha bunda ia enfiando um dedo.
Eu tava no céu, acho que nunca tinha ficado tão dura e cheia de veia.
Ficou uns 5 minutos chupando, eu gemendo e aproveitando, e o cuck em silêncio.
Avisei que ia gozar, e ela falou espera.
Foi até onde tava o cuck, baixou a venda dele, e mandou abre a boca e não ousa fechar senão você vai embora de casa (aí percebi que tava tudo podre entre eles), fez sinal pra eu chegar perto e começou a bater uma pra mim do lado do marido, enquanto me beijava e falava no ouvido — me avisa quando for gozar que quero que você jogue tudo na boca dele —
Foram mais 2 minutos e avisei, continuei batendo uma e coloquei a pica perto da boca do corno, e quando saiu o primeiro jato de porra na boca dele, ela agarrou a nuca dele e enfiou a boca inteira na minha pica, e gritou, vai, cuck de merda, deixa limpinha e não deixa cair uma gota.
Sinceramente, não parecia que era a primeira pica que ela chupava porque sabia bem o que tava fazendo e continuou chupando até não sair mais nada e engoliu tudo sem nem fazer cara de nojo.
Fui no banheiro me lavar, e quando saí ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, e gritou pro cuck trazer vinho (aí percebi que tinha soltado ele), estávamos os dois deitados com ela no meu peito feito casal, veio o corno de tanga, nos deu as taças, e foi embora fechando a porta.
Começamos a beber, e claro que perguntei o que houve, que onda é essa? porque acima de tudo a curiosidade. E ela me contou que dentro do pacto deles não tava ele ficar com outra gostosa e ela achou mensagens no celular dele de uma colega de trabalho que tinham se beijado mas não transado ainda e isso fez ela se sentir muito traída por ele. E que não botou ele pra fora de casa só porque segundo o cuck só tinham se beijado, mas que tava tudo podre. E que ele implorou pra ela não ir embora, que faria qualquer coisa por continuar ficando com ela. E aí, naquela noite, ela teve a ideia de humilhar ele e se divertir comigo.
Claramente, só escutei sem julgar, porque não é algo que me interesse. Continuamos conversando e bebendo vinho, e começamos a nos beijar. A cock estava meia-bomba por causa do álcool, e ela perguntou se eu queria um boquete duplo. Falei que não tinha problema, então ela chamou o cuck (a propósito, ele não disse uma palavra a noite toda), e ela disse: "Vem aqui e me ajuda a chupar ele pra deixar a cock do meu macho bem dura e encher meu cu de cum."
Ele fez uma cara meio de nojo e ficou parado por uns 2 ou 3 segundos. E não sei por que, entrei no jogo e soltei sem pensar: "Anda, seu otário, não ouviu sua mulher? Vem chupar minha pica senão vai se foder." O cara arregalou os olhos de surpresa (até eu fiquei surpreso por ter falado isso, haha), e ele veio todo submisso pra cama chupar junto com ela.
Quando ele colocou a boca e começou a chupar, confirmei que não era a primeira cock que ele pegava. E a maldita começou a rir e disse: "Viu? Comigo você não mente, senão vai se dar mal, seu putinho." E começou a empurrar a cabeça dele pra ele engasgar com minha cock. Depois de 3 ou 4 chupadas, quando já tava bem dura, ela mandou: "Vai, fica parado na porta."
O cara, humilhado e obediente, obedeceu. Dava pra ver que ele tava excitado porque, mesmo com a thong, a cock dele tava dura pra caralho, apesar de ser meio pequena.
Aí ela pegou lubrificante na mesinha de cabeceira, passou na minha cock toda, e sentou na Booty. Ela sentou de costas pra mim, tampando minha visão da porta, e foi enfiando a cock bem devagar na Booty. Doeu um pouco, mas ela não parou até ficar totalmente empalada.
E ela me deu a cavalgada da minha vida, gritando de dor e prazer o tempo todo, e dizendo:
"Viu por que você não pode mentir pra mim? Porque senão meu macho vai vir e arrebentar meu cu assim, e vai deixar bem cheio de cum. Agora fecha a porta e vai embora. Não quero te ver até amanhã.
Quando fechou a porta, ela saiu de cima de mim e disse: "Meu Deus, não pode ser o quanto eu tô molhada." Ela se ajoelhou de quatro e falou: "Por favor, me deixa sem conseguir sentar." E eu obedeci as ordens dela. Meti até o fundo, bem violento, enquanto puxava o cabelo dela e dava tapas na bunda dela. Ela gritava cada vez mais, óbvio que algum vizinho devia estar batendo uma ouvindo aqueles gritos. Era tanta violência que a cama saiu do lugar e dava pra ouvir o barulho da cama batendo na parede a cada metida que eu dava.
Devo ter ficado uns 15 minutos até não aguentar mais e deixei o cu dela cheio de porra. Quando tirei, percebi que tinha machucado alguma coisa porque tinha umas gotinhas de sangue misturado com a porra, e o cu todo aberto e irritado.
Ela foi mancando mesmo pro banheiro se limpar, eu arrumei a cama e deitei. Quando voltou, me deu uma camiseta do marido dela e disse: "Toma, limpa a pica com isso." E foi assim, imaginem como ficou aquela camiseta.
Ela deitou no meu peito e disse: "Nunca me arrebentaram tanto o cu, amor, juro que fui no banheiro e tô ardendo e doendo até pra sentar, como você me come gostoso."
Ficamos conversando um tempo, a pica ainda não tinha baixado por causa do tadala, e enquanto a gente conversava ela ficava acariciando ela. Eu, depois daqueles dois gozos quase seguidos, não queria mais. E ela disse: "Quer ficar pra dormir? Afinal, esse otário aí tem ordem de não voltar até amanhã ao meio-dia."
Não tinha nada melhor pra fazer, e além disso, mesmo depois de ter esvaziado, nunca se recusa um bom matinal, então fiquei dormindo lá.
No outro dia de manhã, quis começar um matinal, mas ela pediu: "Por favor, não, porque com o cu arrebentado, não consigo nem me mexer." Então ela me chupou até engolir tudo e eu fui embora.
Quando ela me acompanhou até a porta, vi que ela mancava forte e com dor. Ela disse que talvez fosse se separar ou pelo menos parar com essas coisas, porque algo no relacionamento dela A confiança tinha se quebrado. Eu disse pra ela que não tinha problema, que entendia claramente a situação e meu papel ali, que não ia ficar mandando mensagem nem nada, mas que quando ela quisesse, sabia que eu tava disponível pra satisfazer ela.
A gente se despediu com um beijo bem de namorados, de língua e tudo. E fui embora. Até hoje, uma semana depois, não recebi mensagem nenhuma, então acho que foi o fim dessa casal que me proporcionou experiências maravilhosas. Por sorte, tô reativando um papo com outro casal que já postei uma história aqui. Então, quando tiver novidades, aviso vocês.
Enquanto isso, já sabem: se quiserem um bull bem dotado, de confiança e sem neuras pra sua parceira, é só me chamar. Abraço.
1 comentários - Chamei um Poringa boy cuck pra ficar com a mulher P6