2. Noite de troca em hotel de San Telmo

Nós nos acomodamos no sofão, suados, quentes. As minas se olham, com aquelas caras safadas que já não precisam de palavras. Elas se aproximam uma da outra, enquanto cada uma está ajoelhada entre as pernas do seu cara.


Flor continua chupando meu pau, firme, mostrando pra todo mundo as melhores habilidades dela, com movimentos suaves e profundos. A morena faz o mesmo com o namorado dela, engole como se não houvesse amanhã, os lábios apertados, o olhar pra cima.


Pouco a pouco elas vão se aproximando. Entre elas rola uma atração, dá pra ver que tão afim. Num instante se olham fixamente, sorriem e suas bocas se conectam, começam a se dar um beijo de lína lindo que incendiou tudo, pra caralho. Se comem, se devoram, se dão beijos cheios de língua, de saliva, de desejo, de fogo. É uma cena de outro mundo, tavam se comendo a boca enquanto seguravam nossas picas duras nas mãos.


Flor chupa a língua dela enquanto acaricia os peitos. A morena agarra o rosto da Flor e dá um beijo profundo, molhado, quente, sem parar de punhetar o namorado com a outra mão. Elas tão pegando fogo. Se desejam. Nos desejam. O clima é puro inferno sexual.


—Isso te excita, amor? —Flor me pergunta com a voz cheia de tesão, agora na minha frente, com a rola roçando nos lábios dela.


—Isso me enlouquece… —digo, sem conseguir tirar os olhos daquela pintura divina.


Flor sorri pra mim com a boca brilhando de saliva, e enfia de novo na boca dela, quando de repente a morena pergunta:


—Posso pegar no pau do seu namorado? —fala pra Flor. Tá comendo ela com os olhos.


Flor olha pra ele, devolve aquele olhar cúmplice que só tem quando tá no modo puta, balança a cabeça devagar, com um sorriso cheio de fogo.


—Sim… quero ver isso.


E naquele instante, sinto a mão da morena envolver minha pica com uma suavidade que me faz tremer. A palma morna dela, úmida, começa a subir e descer num ritmo que me pegava fogo vivo. Ela me olha com uma mistura de tesão e safadeza, enquanto Flor não perde um detalhe.


Meu corpo inteiro vibra. O tesão me atravessa como um raio. Um dos momentos mais quentes da minha vida. Ver a Flor se exibindo assim pra mim, brincando, se excitando com a cena, me faz o peito explodir. Tudo pega fogo.


Flor não perde um segundo e faz o mesmo: agarra a pica do namorado e começa a bater uma punheta pra ele sem tirar os olhos da morena, tão brincando com fogo. Quatro corpos trocando olhares, mãos, saliva, gemidos. Um vulcão prestes a explodir.


Cada um tá batendo punheta pro outro. Devagar. Cruel. Doentio.


Elas se olham. Riem, cúmplices. Se desejam. Nos desejam.


E de repente, eles se beijam. De novo. Mas dessa vez é mais profundo. Mais quente. Eles acariciam o rosto um do outro enquanto devoram a boca, com nossas picas duras nas mãos deles, batendo uma pra gente devagar, gostoso, no limite do tesão.


E de repente, a morena sobe ainda mais a aposta com uma bomba:


—Quer dar um beijo na buceta do meu namorado?


Flor me olha, tem um brilho nos olhos dela que já me diz tudo. Eu concordo em silêncio, com a respiração tremendo de tesão.


Eles trocam de lugar, Flor se ajoelha na frente dele, olhando nos olhos dele, com uma lentidão de matar, dá um beijo suave na ponta da piroca. Depois, sem quebrar o contato visual, passa a língua de cima a baixo por toda a piroca, ele geme com o toque. Todo mundo olha pra ela. Ela sabe disso. E se exibe.


—Agora você… — diz Flor, dobrando a aposta, olhando pra morena. Dá um beijo no meu namorado.


A morena me encarou. Um sorriso diabólico se desenha no rosto dela enquanto agarra meu pau e se aproxima da minha boca.


Sem soltar minha pica, ele me beija. Primeiro, roça meus lábios, brincando. Depois, morde meu lábio e enfia a língua inteira na minha boca, molhada, profunda, desesperada. Me beija com vontade, com fogo.


A piroca tá pulsando igual louca entre os dedos dela.


Sem beijinho. Não. Ela me devora.


A morena ajoelhada na minha frente com aquele olhar cheio de tesão, enfia na boca sem hesitar. Os lábios se fecham apertados, quentes, e a língua dela começa a se mexer de um jeito que me deixa louco.


Ela chupa devagar no começo, saboreando cada centímetro, molhando tudo. Olha pra mim de baixo enquanto mete e tira, deixando um fio de saliva brilhante pendurado no lábio. Tira, chupa da base até a ponta com a língua bem esticada, e depois engole de novo com força, fundo, sem mãos, gemendo baixinho com o pau enterrado.


Me chupa a pica como se não houvesse amanhã. Boca quente, lábios apertados, língua inquieta. Engole a cabeça inteira e depois enfia até a garganta como se fosse um doce. Me babuca, me cospe, acaricia minhas bolas. Me olha com os olhos cheios de tesão.


Flor nos olha. Ela morde o lábio. Os olhos dela brilham.


— Cê tá gostando, meu amor? — Flor me pergunta, com a voz cheia de tesão.


—Tão me matando… — falo, sem acreditar no que tava rolando.


E assim com essa carinha inocente, Flor volta a chupar a pica do outro cara, engolindo ela do jeito que tanto gosta. Olha pra ele de baixo com aquela cara de putinha submissa que me faz derreter. Chupa a cabeça dele, lambe, aperta com os lábios, deixa a boca ser comida com total entrega.


Segura ele pela base com uma mão, dá umas lambidinhas suaves na ponta, como se tivesse saboreando, e depois enfia devagar, bem devagar, metendo ele até o fundo, como se estivesse medindo com a garganta. Se deixa usar, e adora.


A morena tá cada vez mais entregue, mais ousada. Ela me olha de boca cheia, e depois levanta o olhar pra Flor pra ver o que ela tá fazendo com o namorado dela.


Então a morena tira ele da boca, limpa a boca com a língua e fala pra Flor, com um sorriso perverso:


—Vem… vamos chupar o pau do teu namorado juntas.


Flor não hesita. Ela se abaixa na hora e se ajoelha ao lado dela, as duas de frente pra minha rola encharcada, dura igual pedra, pulsando de tesão e safadeza.


Vocês vão me enlouquecer. E estão conseguindo.


As duas se revezam, se beijam, chupam ela, passam uma pra outra. Primeiro uma chupa a cabeça enquanto a outra dá beijos no tronco. Depois se cruzam, cospem nela, acariciam com a língua, vão enfiando aos poucos. Olham pra mim, sorriem, se beijam com a pica no meio, se olhando, rindo. E não têm pressa. Me fazem sofrer. Têm uma coordenação perfeita, como se já tivessem feito isso mil vezes juntas.


—Você gosta de amor? —Flor me pergunta enquanto passa a língua na minha pica antes de enfiar de novo, devagar, até a garganta.


Não consigo nem falar. Minha respiração treme. Ela também não precisava da minha resposta, já sabia.


O loiro tá sentado do lado, com as pernas abertas, olhando pra gente fascinado. Ele tá batendo uma devagar, sem tirar os olhos da cena toda. Tem a pica brilhando, dura, pronta. Lambe os lábios, sem perder um único detalhe.


É um delírio.


E foi justo quando eu achava que não podia ficar mais excitado, a morena abre a boca e faz aquela pergunta que começa a tornar real tudo o que sempre quis, mas nunca disse.


—Quer sentar na pica do meu namorado?


E aqui, tudo vai pro caralho mais uma vez.

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