O sonho era ficar com o papai. Oi, meu nome é Nancy, essa é uma história real de quando eu tinha 16 anos. Minha descrição é assim: sou de pele clara, olhos castanhos claros, cabelo curto, tenho 1,53m. Uso copa D porque tenho peitos grandes e bonitos, e também tenho uma bunda boa. Da minha família, sou a que tem mais corpo. Tudo começou quando eu cheguei nos Estados Unidos. Eu sou originalmente do México, Veracruz. Minha mãe há anos tinha se divorciado do meu pai e decidiu me trazer. Quando ela me trouxe, já tinha um marido e estava grávida. Quando o conheci, ele era alto, gostoso, corpo bonito e, obviamente, com um baita volume entre as pernas. Quando o vi pela primeira vez, não vou negar que foi a primeira coisa que notei. Desde criança, sempre fui muito safada, imaginando cenários fictícios onde transava com qualquer pau grande que via nos jovens. Muitas vezes, me gravava me masturbando com roupas dos meus tios ou primos enquanto estava nos quartos deles, cheirando as cuecas. Eu era virgem, mas comecei a me masturbar aos 9 anos. Bom, continuando a história, eu sempre espiava meu padrasto se masturbando, já que ele não transava com minha mãe há muito tempo. Um dia de manhã, minha mãe sentiu que já era hora do meu irmão nascer, então foi para o hospital acompanhada do meu padrasto. A noite chegou, e meu padrasto voltou para casa porque minha mãe ia ficar uns dias no hospital. Em casa, estávamos só eu e ele. Eu queria aproveitar que minha mãe não estava para seduzi-lo. Naquela noite, escolhi uma camisola rosa, curtinha e decotada, e coloquei uma calcinha de renda que era da minha mãe. Também passei batom nos lábios e foi só. Não precisava de mais nada. Eu já sabia o que chamava a atenção do papai no meu físico e não tinha vergonha de mostrar. Quem aproveitou foi ele. Enquanto estávamos na cozinha, ele começou a me perguntar se eu já tinha ficado com alguém. Eu disse que não. Ele veio com histórias de que transar fazia o corpo mudar para melhor, que minhas nádegas podiam crescer e meus peitos também. Eu falei sério pra ele, e ele disse: "sim, também tem remédio pra fazer crescer isso aí". Eu falei: "ah, é?" Ele disse: "quer ir? Vou sair e compro pra você". Eu, zoando, falei: "siim, beleza" kkkkk. Quando vi que ele chegou e trouxe os remédios de verdade, fiquei surpresa. Eu tava de novo na cozinha quando ele chegou. Ele se colocou atrás de mim e apertou meus peitos com as duas mãos; eu me assustei e tentei me afastar, mas ele puxou meu cabelo e fez "psiu" no meu ouvido, como um aviso. Apertou meus peitos de novo, e a força das mãos dele me fez entender uma ameaça implícita se eu resistisse, mas eu gostei, haha. Ele me deu um tapa na bunda e me entregou os remédios. Li que não eram pra aquilo que ele tinha falado, mas sim pra me deixar com tesão. Ele disse: "toma". Passou a mão por cima do tecido e desenhou com os dedos a borda do meu decote, depois repetiu a ação por dentro do meu sutiã, quase roçando meus bicos. Comecei a tremer de nervoso quando ele tentou segurar todo o volume dos meus peitos entre as mãos. Eu, já sabendo o que ele queria, tomei. Fiquei com muito tesão, ele percebeu na hora, porque minha cara mudou de cor e comecei a morder o lábio. Ele viu a vontade que eu tava sentindo por ele, me pegou pelo pescoço e me puxou contra os lábios dele pra gente se beijar.
Quem diria que eu estaria prestes a foder com meu pai. Ele se chama Thomas, o corpo dele era enorme, já que media 1,90 e tinha um pau de 20 cm. Ele tinha 35. — Que gostosa você ficou, meus peitões — ele zombou por não conseguir cobri-los completamente e os levantou para deixá-los cair; eu abaixei o rosto, envergonhada de ver meus peitos quicando nas mãos dele — Adoro ver como você se exibe, linda, mas ficar mostrando os peitos e a bunda na frente do papai é perigoso, não sou de pedra — as palavras dele me deixaram mais nervosa e de repente ele baixou as alças da minha camisola e do meu sutiã — Gosto do que você oferece pra tentar me seduzir, carninha jovem e virgem pra eu estrear do meu jeito — ele me avisou, beijando meus ombros e passou uma mão na minha buceta, ação que me fez apertar as pernas e gemer inquieta — Mal tem 16 anos e já se acha capaz de tentar um homem no território dele. Pois hoje vou te dar uma lição e vou te usar como depósito de porra — ele disse, puxando meu cabelo com a outra mão pra me intimidar, e eu assenti, insegura, e com a força dele me carregou contra a mesa. Ele arrancou minha camisola de um puxão e me fez virar pra ficar de frente. Os olhos e as mãos dele pousaram nos meus peitos, apertando e fazendo eles quicarem pra fora do sutiã; um dos meus mamilos apareceu e meu pai chupou ele, antes de lamber como se estivesse saboreando um chocolate, o que provocou meus primeiros gemidos de prazer.
Meu pai, ao me ver, ficou ainda mais excitado. Minutos depois, ele baixou minha calcinha, apalpou meu corpo de cima a baixo e de lado a lado; me senti vulnerável, mas não ousei reclamar, entendi o papel que eu tinha pra ele. Como homem que foi provocado, está no direito dele de avaliar e curtir meu corpo à vontade; num nível instintivo, como macho, ele merece uma mulher do jeito dele que se submeta a ele pra ser prenha; e sendo meu pai, impõe a autoridade dele pra me fazer cumprir meu dever. Dever que adquiri desde que papai me enxergou como uma mulher atraente pra saciar ele, uma mulher ideal pra fertilizar o esperma dele e, sendo filha dele, adolescente e virgem, ele viu em mim um afrodisíaco proibido — Você vai aprender qual é o seu lugar e suas obrigações como minha mulher — eu não sabia tudo que isso envolvia, mas já previa que ele queria obediência total da minha parte. Sem soltar meus peitos, ele me guiou pra trás, me encurralando num canto, juntou meus seios pra unir os dois mamilos e lambeu os dois ao mesmo tempo, me fazendo gemer ansiosa — Me amamenta com essas tetonas! — exigiu, manhoso, chupando e sugando meus mamilos; faminto por peitos grandes — nhammm tetonas! ME DÁ PEITO, MAMÃE! — gritou sem se preocupar, o que me angustiou por algum motivo, a atitude dele me deu ternura e excitação. Aos poucos, me animei a abraçar ele e acariciar o rosto dele. Acho que pra ele foi um sinal, porque na hora enfiou dois dedos na minha buceta, gemi envergonhada e senti uma leve queimação lá dentro, mas gostei quando ele abriu os dedos pra me esticar. — Você molhou rápido, meu amor. Já quer que papai te meta, né? — disse com carinho. Ele, com uma força danada, me carregou nos braços e, enquanto me levantava cada vez mais, começou a beijar meus lábios vaginais, eu já tava super molhada. O beijo do papai foi perfeito, explorou toda a minha buceta por uns minutos, até me deixar sem fôlego, isso desceu pelo meu corpo criando um caminho de beijos na minha barriga, meu púbis e minhas coxas. Ele tirou a roupa, eu comecei a gemer mais alto quando A língua dele roçou meu clitóris — É a bucetinha mais novinha que já provei, quero meter até o saco. — Vou receber tudo — tentei usar a mesma linguagem safada que ele — Me enche de porra, papai — falei provocante, segurando a vergonha de falar assim com ele.
Quando ouviu isso, ele parou de me atender, se levantou e puxou meu cabelo, me manipulando bruto pra me ajoelhar na frente dele. Me dizendo — hoje vou te encher de porra do seu papai. O pau dele tinha 20 cm de comprimento e era bem grosso.
— Primeiro me mostra respeito, gostosa, me cumprimenta com um beijo e faz essa boquinha servir pra algo útil — ordenou, passando a mão no próprio pau na frente do meu rosto corado. E ele me agarrou pela cabeça com as mãos e, num gesto descontrolado, empurrou o pauzão pra dentro e pra fora da minha boca. Senti ele endurecer e tentei deslizar o membro inteiro na minha boca, mas é grosso. Me segurando pela cabeça, forçou o pau todo na minha garganta, me sufocando com estocadas violentas enquanto minha saliva e minhas lágrimas escorriam, mal me dando um segundo pra respirar. Me senti meio violentada, mas não pude fazer nada pra impedir, só me render à dominação dele e continuar chupando o papi.
e começou a gozar dentro da minha boca
não cabia inteiro em mim e eu já tava me afogando porque ele enfiava até a garganta (não cabia tudo, era muito grande). depois da primeira enfiada descontrolada, ele aliviou a pressão e continuou se movendo devagar, me fodendo pela boca enquanto despejava todo o gozo dele dentro de mim. por causa da posição, mesmo eu engolindo tudo que dava, uma quantidade enorme escorria pelas minhas mãos e caía no púbis dele, que fiquei toda molhada. eu continuei chupando um tempo depois que ele gozou, e aí, sem soltar o pau dele já murchinho, ele me olhou com um sorriso cúmplice, com meus lábios lambuzados de porra.
como me dizendo que é hora do ato. ele de repente me jogou na mesa da cozinha e nós dois caímos pra trás, ficando ele por cima de mim. Depois largou minha boca, desceu até meus peitos e começou a chupá-los como um louco, hummmmm... Não podia acreditar que meu pai chupava meus biquinhos, alternando um e outro, enquanto eu gemia e mexia o corpo todo, buscando mais contato com o dele... de repente ele abriu minhas pernas e eu falei espera, vamos pro quarto. Ele me carregou nos braços enquanto me beijava. Ao chegar no meu quarto, desci dos braços dele e fui até minha gaveta, onde tinha um vibrador. Tirei ele e falei: mete o vibrador no meu cu enquanto me fode pela minha buceta virgem. — QUE buceta GOSTOSA ENROSCA! É UMA BOA RABA PRA ARROMBAR E ESTUPRAR! TOMA! — ele me cravou com brutalidade, uma e outra vez até romper meu hímen. Gritei de dor, enquanto ele gemeu satisfeito, revirando os olhos pra trás e me mostrou o pau dele impregnado com o sangue do meu hímen rompido — INCRÍVEL buceta APERTADA-GOSTOSA-NOVA! — gritou excitado, tirando o membro inteiro pra enfiar de uma vez várias vezes e me desvirginar cruelmente prazer e ego dele. buceta. — De quem você é, peituda? — na hora entendi o que ele queria ouvir. — Sua, papai, sou sua — era a verdade. Ele sorriu com minha resposta e acelerou o ritmo, me fazendo gritar por ele — AI-PAPI-PAPI-AI-AH!
Eu só consegui gritar bem alto porque ele meteu de uma vez só. Eu só senti como se algo tivesse se rompido dentro de mim, e ele disse: "Vou te foder sem piedade, mesmo que você implore pra parar." Eu me contorcia de dor enquanto, ao mesmo tempo, curtia. Papai tinha encontrado em mim o que ela não oferecia, e além disso, ele curtiu eu ser virgem; até por instinto, era o que ele preferia pra se apossar de mim. Ele parou de repente e perguntou: "Quer que eu use camisinha pra não engravidar ou prefere pílula?" Eu disse: "Me deixa grávida." Ele respondeu: "Claro", e continuou. O pau dele tava duro e doía. Depois de um tempo, ele disse: "Vou gozar, vou gozar", e me encheu de porra. Continuou metendo e tirando o pau até parar. Ele chupou e engoliu o néctar delicioso que saía da minha bucetinha, com verdadeiro prazer. E quando soltei a cabeça dele e relaxei o corpo todo, entendi que meu orgasmo tinha acabado. De repente, ele enfiou na minha boca. O sêmen dele tinha um gosto tão gostoso. Depois, pra minha surpresa — porque eu achei que agora era hora de relaxar um pouco — ele me agarrou e me virou como se eu fosse uma boneca, me colocou de joelhos. Aí eu já entendi qual era a dele. Peguei o travesseiro pra me apoiar e levantei a bunda, deixando ela à disposição dele... E ele não passou óleo ou creme nenhum pra não doer, porque queria me comer no cu. Ele só passou saliva e colocou as mãos nas minhas nádegas enquanto dava tapas e dizia: "Que gostoso, essas são muito bonitas." De repente, puxou meu cabelo e meteu sem piedade.
ele começou o movimento de mete e tira rápido, com penetrações rápidas e profundas, e ele curtindo enquanto eu também curtia cada centímetro daquela rola apertada e quente dentro de mim. Ummmmm, que prazerrrrr... eu comecei a chorar de dor e ao mesmo tempo de prazer, sentia que algo se rompia em mim, e ao mesmo tempo gritava Siiiiim... Me fode, papaiii... Como se fosse sua mamãe... Agora eu sou sua mulher... Siiiiim... Faz, por favor... Faz, papai.... Ahahah... ele gozou dentro de mim de novo
e eu, e aí ele me levanta abrindo minhas pernas enquanto eu me segurava nos ombros dele e ele enfiou de novo. gostei dessa posição, sendo sincera 😩 ele me subia e descia nos braços dele
Pra tentar evitar que eu continuasse gritando, ela começou a me beijar apaixonadamente, e eu correspondi com vontade, nossas línguas se enroscaram numa luta entre gemidos e suspiros de prazer dos dois lados.
Eu queria ter ficado mais tempo com meu pai, mas a natureza manda e sem conseguir segurar mais, ele gozou dentro de mim. Senti a chegada da gozada iminente dele, então... Ele apertou minha bunda contra ele e enfiou o pau dele até o fundo, começando a disparar jatos de porra "desnatada" dentro do meu útero virgem de menina... Ahahahah Depois ele tirou.
E aí ele falou: "Ei, vem, vamos pra cozinha, tô com fome."
— Agora?
— Vem, sim.
Ele me pegou no colo e me levou pra cozinha, meu corpo não aguentava mais. Do nada, me sentou na mesa, que tava cheia de frutas e comida, e falou: "Espera aí, vou fazer um jantar delicioso." Eu fiquei confusa, mas esperei pra ver o que ele ia fazer. De repente, ele descascou um pepino e enfiou em mim. Ele disse: "Não se mexe, come alguma coisa." Tirou o pepino e enfiou mais legumes, junto com umas frutas. Algumas frutas ele deixou lá dentro. Eu só sentia um prazer inegável, mesmo estando cansada e sentindo dor. Depois, ele fez a comida dele com aquilo e falou: "Cuidado pra não se mexer." Eu fiquei parada.
De repente, ele disse: "Pronto, você já é a comida. Agora vou me servir." E enfiou toda a comida dentro da minha buceta com as mãos, bem fundo.
Ela abriu minhas pernas e disse "vai comer", começou a me lamber e a comer tudo o que tinha lá dentro.
Até que chegou onde estavam as frutas, pegou elas, mordeu e colocou uma na minha boca. Disse: "Não sabia que cabia em você", e riu. Depois me beijou e me levou pra cama dele, onde dormimos completamente pelados os dois.
Já era de manhã, acordamos e começamos a nos beijar com paixão.
Com o que deduzi que ele também estava excitado. Assim, sem parar de me beijar, ele se enfiou entre minhas pernas e, na posição do missionário, a vara dura dele encontrou a entrada molhada da minha buceta, enfiou tudo pra dentro e começou a me foder de novo, como se minha vida dependesse disso...
Nós dois tínhamos entrado num loop de paixão e sexo que parecia não ter fim... então os dois estavam super excitados... Ele apoiava o corpo nos cotovelos, pra não me esmagar com o peso, enquanto mexia os quadris enfiando e tirando o pau dentro da minha buceta e devorando a boca dele com a minha... De vez em quando a gente parava de se beijar pra respirar fundo, mas era tanto desejo e paixão, que a gente voltava a juntar as bocas na hora pra continuar se comendo de beijo, respirando mal pelo nariz... Bufffff... Que loucuraaa... comecei muito excitada, mas o negócio é que ele começou a gozar antes de mim de novo, ele continuou me fodendo enquanto esguichava o leite dele dentro da minha buceta,
com o barulho do chapôteo da pica entrando e saindo da minha bucetinha... Plaft.. Plaft.. Plaft... Eu, ao sentir de novo o calor do esperma dele inundando meu corpo, comecei a gozar também, com um orgasmo escandaloso que ele tentava silenciar tampando minha boca com a dele, mas como nós dois estávamos descontrolados, era impossível e meus gemidos ficaram evidentes... Por outro lado, como ele não parava de gozar, as contrações da minha buceta causadas pelo meu orgasmo não estavam nem um pouco sincronizadas com as penetrações dele, então o atrito da pica dele com as paredes contraídas da minha buceta fazia com que as penetrações entrassem mais apertadas, nos dando um prazer ainda mais intenso, e foi algo realmente incrível... Eu tinha trocado os gemidos dele por bufadas de mulher no cio e eu também bufava como um garanhão... Estávamos alucinados... Ele terminou de gozar e continuou me fodendo sem nenhuma intenção de parar, eu o abraçava e também não soltava, porque também queria que ele continuasse me dando o prazer que eu estava sentindo com as penetrações dele... Buffffff... Assim continuamos por um tempo, até que ele não aguentou mais, tirou a pica ainda dura da minha bucetinha encharcada e eu desabei ao lado dele, totalmente exausta... Depois de descansar um pouco, nos levantamos e tomamos banho juntos.
onde pela primeira vez pude ver e acariciar o corpo todo dela, aquele corpo com o qual tanto tinha aproveitado e com o qual continuei aproveitando no banho também, a gente transou e também durante os últimos anos…
Mas, pra falar a verdade, depois dos primeiros meses, aquele corpo que eu já tinha pegado começou a mudar, enchendo e ganhando mais curvas por todo lado... Meus peitos cresceram, meus quadris, minha bunda, até eu me tornar uma mulher impressionante. Hoje ainda sou a amante do meu pai e vou continuar sendo. Depois, meu pai teve que ir pro hospital e à noite voltou, e durante todo o tempo que minha mãe estava fora, eu e meu pai transávamos. Até que minha mãe chegou e a gente não podia mais fazer. Quando ficávamos sozinhos em casa, a gente trepava sem piedade até não aguentar mais. Depois de um tempo, descobri que estava grávida, já que não usava proteção. Eu estava grávida do homem da minha mãe, não podia acreditar. Contei pra minha mãe e pro meu pai, e eles me apoiaram, embora minha mãe não soubesse quem era o pai. Eu continuei estudando, agora tenho um trabalho e continuo sendo a amante do meu pai.
Quem diria que eu estaria prestes a foder com meu pai. Ele se chama Thomas, o corpo dele era enorme, já que media 1,90 e tinha um pau de 20 cm. Ele tinha 35. — Que gostosa você ficou, meus peitões — ele zombou por não conseguir cobri-los completamente e os levantou para deixá-los cair; eu abaixei o rosto, envergonhada de ver meus peitos quicando nas mãos dele — Adoro ver como você se exibe, linda, mas ficar mostrando os peitos e a bunda na frente do papai é perigoso, não sou de pedra — as palavras dele me deixaram mais nervosa e de repente ele baixou as alças da minha camisola e do meu sutiã — Gosto do que você oferece pra tentar me seduzir, carninha jovem e virgem pra eu estrear do meu jeito — ele me avisou, beijando meus ombros e passou uma mão na minha buceta, ação que me fez apertar as pernas e gemer inquieta — Mal tem 16 anos e já se acha capaz de tentar um homem no território dele. Pois hoje vou te dar uma lição e vou te usar como depósito de porra — ele disse, puxando meu cabelo com a outra mão pra me intimidar, e eu assenti, insegura, e com a força dele me carregou contra a mesa. Ele arrancou minha camisola de um puxão e me fez virar pra ficar de frente. Os olhos e as mãos dele pousaram nos meus peitos, apertando e fazendo eles quicarem pra fora do sutiã; um dos meus mamilos apareceu e meu pai chupou ele, antes de lamber como se estivesse saboreando um chocolate, o que provocou meus primeiros gemidos de prazer.
Meu pai, ao me ver, ficou ainda mais excitado. Minutos depois, ele baixou minha calcinha, apalpou meu corpo de cima a baixo e de lado a lado; me senti vulnerável, mas não ousei reclamar, entendi o papel que eu tinha pra ele. Como homem que foi provocado, está no direito dele de avaliar e curtir meu corpo à vontade; num nível instintivo, como macho, ele merece uma mulher do jeito dele que se submeta a ele pra ser prenha; e sendo meu pai, impõe a autoridade dele pra me fazer cumprir meu dever. Dever que adquiri desde que papai me enxergou como uma mulher atraente pra saciar ele, uma mulher ideal pra fertilizar o esperma dele e, sendo filha dele, adolescente e virgem, ele viu em mim um afrodisíaco proibido — Você vai aprender qual é o seu lugar e suas obrigações como minha mulher — eu não sabia tudo que isso envolvia, mas já previa que ele queria obediência total da minha parte. Sem soltar meus peitos, ele me guiou pra trás, me encurralando num canto, juntou meus seios pra unir os dois mamilos e lambeu os dois ao mesmo tempo, me fazendo gemer ansiosa — Me amamenta com essas tetonas! — exigiu, manhoso, chupando e sugando meus mamilos; faminto por peitos grandes — nhammm tetonas! ME DÁ PEITO, MAMÃE! — gritou sem se preocupar, o que me angustiou por algum motivo, a atitude dele me deu ternura e excitação. Aos poucos, me animei a abraçar ele e acariciar o rosto dele. Acho que pra ele foi um sinal, porque na hora enfiou dois dedos na minha buceta, gemi envergonhada e senti uma leve queimação lá dentro, mas gostei quando ele abriu os dedos pra me esticar. — Você molhou rápido, meu amor. Já quer que papai te meta, né? — disse com carinho. Ele, com uma força danada, me carregou nos braços e, enquanto me levantava cada vez mais, começou a beijar meus lábios vaginais, eu já tava super molhada. O beijo do papai foi perfeito, explorou toda a minha buceta por uns minutos, até me deixar sem fôlego, isso desceu pelo meu corpo criando um caminho de beijos na minha barriga, meu púbis e minhas coxas. Ele tirou a roupa, eu comecei a gemer mais alto quando A língua dele roçou meu clitóris — É a bucetinha mais novinha que já provei, quero meter até o saco. — Vou receber tudo — tentei usar a mesma linguagem safada que ele — Me enche de porra, papai — falei provocante, segurando a vergonha de falar assim com ele. Quando ouviu isso, ele parou de me atender, se levantou e puxou meu cabelo, me manipulando bruto pra me ajoelhar na frente dele. Me dizendo — hoje vou te encher de porra do seu papai. O pau dele tinha 20 cm de comprimento e era bem grosso.
— Primeiro me mostra respeito, gostosa, me cumprimenta com um beijo e faz essa boquinha servir pra algo útil — ordenou, passando a mão no próprio pau na frente do meu rosto corado. E ele me agarrou pela cabeça com as mãos e, num gesto descontrolado, empurrou o pauzão pra dentro e pra fora da minha boca. Senti ele endurecer e tentei deslizar o membro inteiro na minha boca, mas é grosso. Me segurando pela cabeça, forçou o pau todo na minha garganta, me sufocando com estocadas violentas enquanto minha saliva e minhas lágrimas escorriam, mal me dando um segundo pra respirar. Me senti meio violentada, mas não pude fazer nada pra impedir, só me render à dominação dele e continuar chupando o papi.
e começou a gozar dentro da minha boca
não cabia inteiro em mim e eu já tava me afogando porque ele enfiava até a garganta (não cabia tudo, era muito grande). depois da primeira enfiada descontrolada, ele aliviou a pressão e continuou se movendo devagar, me fodendo pela boca enquanto despejava todo o gozo dele dentro de mim. por causa da posição, mesmo eu engolindo tudo que dava, uma quantidade enorme escorria pelas minhas mãos e caía no púbis dele, que fiquei toda molhada. eu continuei chupando um tempo depois que ele gozou, e aí, sem soltar o pau dele já murchinho, ele me olhou com um sorriso cúmplice, com meus lábios lambuzados de porra.
como me dizendo que é hora do ato. ele de repente me jogou na mesa da cozinha e nós dois caímos pra trás, ficando ele por cima de mim. Depois largou minha boca, desceu até meus peitos e começou a chupá-los como um louco, hummmmm... Não podia acreditar que meu pai chupava meus biquinhos, alternando um e outro, enquanto eu gemia e mexia o corpo todo, buscando mais contato com o dele... de repente ele abriu minhas pernas e eu falei espera, vamos pro quarto. Ele me carregou nos braços enquanto me beijava. Ao chegar no meu quarto, desci dos braços dele e fui até minha gaveta, onde tinha um vibrador. Tirei ele e falei: mete o vibrador no meu cu enquanto me fode pela minha buceta virgem. — QUE buceta GOSTOSA ENROSCA! É UMA BOA RABA PRA ARROMBAR E ESTUPRAR! TOMA! — ele me cravou com brutalidade, uma e outra vez até romper meu hímen. Gritei de dor, enquanto ele gemeu satisfeito, revirando os olhos pra trás e me mostrou o pau dele impregnado com o sangue do meu hímen rompido — INCRÍVEL buceta APERTADA-GOSTOSA-NOVA! — gritou excitado, tirando o membro inteiro pra enfiar de uma vez várias vezes e me desvirginar cruelmente prazer e ego dele. buceta. — De quem você é, peituda? — na hora entendi o que ele queria ouvir. — Sua, papai, sou sua — era a verdade. Ele sorriu com minha resposta e acelerou o ritmo, me fazendo gritar por ele — AI-PAPI-PAPI-AI-AH!
Eu só consegui gritar bem alto porque ele meteu de uma vez só. Eu só senti como se algo tivesse se rompido dentro de mim, e ele disse: "Vou te foder sem piedade, mesmo que você implore pra parar." Eu me contorcia de dor enquanto, ao mesmo tempo, curtia. Papai tinha encontrado em mim o que ela não oferecia, e além disso, ele curtiu eu ser virgem; até por instinto, era o que ele preferia pra se apossar de mim. Ele parou de repente e perguntou: "Quer que eu use camisinha pra não engravidar ou prefere pílula?" Eu disse: "Me deixa grávida." Ele respondeu: "Claro", e continuou. O pau dele tava duro e doía. Depois de um tempo, ele disse: "Vou gozar, vou gozar", e me encheu de porra. Continuou metendo e tirando o pau até parar. Ele chupou e engoliu o néctar delicioso que saía da minha bucetinha, com verdadeiro prazer. E quando soltei a cabeça dele e relaxei o corpo todo, entendi que meu orgasmo tinha acabado. De repente, ele enfiou na minha boca. O sêmen dele tinha um gosto tão gostoso. Depois, pra minha surpresa — porque eu achei que agora era hora de relaxar um pouco — ele me agarrou e me virou como se eu fosse uma boneca, me colocou de joelhos. Aí eu já entendi qual era a dele. Peguei o travesseiro pra me apoiar e levantei a bunda, deixando ela à disposição dele... E ele não passou óleo ou creme nenhum pra não doer, porque queria me comer no cu. Ele só passou saliva e colocou as mãos nas minhas nádegas enquanto dava tapas e dizia: "Que gostoso, essas são muito bonitas." De repente, puxou meu cabelo e meteu sem piedade.
ele começou o movimento de mete e tira rápido, com penetrações rápidas e profundas, e ele curtindo enquanto eu também curtia cada centímetro daquela rola apertada e quente dentro de mim. Ummmmm, que prazerrrrr... eu comecei a chorar de dor e ao mesmo tempo de prazer, sentia que algo se rompia em mim, e ao mesmo tempo gritava Siiiiim... Me fode, papaiii... Como se fosse sua mamãe... Agora eu sou sua mulher... Siiiiim... Faz, por favor... Faz, papai.... Ahahah... ele gozou dentro de mim de novo
e eu, e aí ele me levanta abrindo minhas pernas enquanto eu me segurava nos ombros dele e ele enfiou de novo. gostei dessa posição, sendo sincera 😩 ele me subia e descia nos braços dele
Pra tentar evitar que eu continuasse gritando, ela começou a me beijar apaixonadamente, e eu correspondi com vontade, nossas línguas se enroscaram numa luta entre gemidos e suspiros de prazer dos dois lados.
Eu queria ter ficado mais tempo com meu pai, mas a natureza manda e sem conseguir segurar mais, ele gozou dentro de mim. Senti a chegada da gozada iminente dele, então... Ele apertou minha bunda contra ele e enfiou o pau dele até o fundo, começando a disparar jatos de porra "desnatada" dentro do meu útero virgem de menina... Ahahahah Depois ele tirou.
E aí ele falou: "Ei, vem, vamos pra cozinha, tô com fome." — Agora?
— Vem, sim.
Ele me pegou no colo e me levou pra cozinha, meu corpo não aguentava mais. Do nada, me sentou na mesa, que tava cheia de frutas e comida, e falou: "Espera aí, vou fazer um jantar delicioso." Eu fiquei confusa, mas esperei pra ver o que ele ia fazer. De repente, ele descascou um pepino e enfiou em mim. Ele disse: "Não se mexe, come alguma coisa." Tirou o pepino e enfiou mais legumes, junto com umas frutas. Algumas frutas ele deixou lá dentro. Eu só sentia um prazer inegável, mesmo estando cansada e sentindo dor. Depois, ele fez a comida dele com aquilo e falou: "Cuidado pra não se mexer." Eu fiquei parada.
De repente, ele disse: "Pronto, você já é a comida. Agora vou me servir." E enfiou toda a comida dentro da minha buceta com as mãos, bem fundo.
Ela abriu minhas pernas e disse "vai comer", começou a me lamber e a comer tudo o que tinha lá dentro.
Até que chegou onde estavam as frutas, pegou elas, mordeu e colocou uma na minha boca. Disse: "Não sabia que cabia em você", e riu. Depois me beijou e me levou pra cama dele, onde dormimos completamente pelados os dois.
Já era de manhã, acordamos e começamos a nos beijar com paixão.
Com o que deduzi que ele também estava excitado. Assim, sem parar de me beijar, ele se enfiou entre minhas pernas e, na posição do missionário, a vara dura dele encontrou a entrada molhada da minha buceta, enfiou tudo pra dentro e começou a me foder de novo, como se minha vida dependesse disso...
Nós dois tínhamos entrado num loop de paixão e sexo que parecia não ter fim... então os dois estavam super excitados... Ele apoiava o corpo nos cotovelos, pra não me esmagar com o peso, enquanto mexia os quadris enfiando e tirando o pau dentro da minha buceta e devorando a boca dele com a minha... De vez em quando a gente parava de se beijar pra respirar fundo, mas era tanto desejo e paixão, que a gente voltava a juntar as bocas na hora pra continuar se comendo de beijo, respirando mal pelo nariz... Bufffff... Que loucuraaa... comecei muito excitada, mas o negócio é que ele começou a gozar antes de mim de novo, ele continuou me fodendo enquanto esguichava o leite dele dentro da minha buceta,
com o barulho do chapôteo da pica entrando e saindo da minha bucetinha... Plaft.. Plaft.. Plaft... Eu, ao sentir de novo o calor do esperma dele inundando meu corpo, comecei a gozar também, com um orgasmo escandaloso que ele tentava silenciar tampando minha boca com a dele, mas como nós dois estávamos descontrolados, era impossível e meus gemidos ficaram evidentes... Por outro lado, como ele não parava de gozar, as contrações da minha buceta causadas pelo meu orgasmo não estavam nem um pouco sincronizadas com as penetrações dele, então o atrito da pica dele com as paredes contraídas da minha buceta fazia com que as penetrações entrassem mais apertadas, nos dando um prazer ainda mais intenso, e foi algo realmente incrível... Eu tinha trocado os gemidos dele por bufadas de mulher no cio e eu também bufava como um garanhão... Estávamos alucinados... Ele terminou de gozar e continuou me fodendo sem nenhuma intenção de parar, eu o abraçava e também não soltava, porque também queria que ele continuasse me dando o prazer que eu estava sentindo com as penetrações dele... Buffffff... Assim continuamos por um tempo, até que ele não aguentou mais, tirou a pica ainda dura da minha bucetinha encharcada e eu desabei ao lado dele, totalmente exausta... Depois de descansar um pouco, nos levantamos e tomamos banho juntos.
onde pela primeira vez pude ver e acariciar o corpo todo dela, aquele corpo com o qual tanto tinha aproveitado e com o qual continuei aproveitando no banho também, a gente transou e também durante os últimos anos…
Mas, pra falar a verdade, depois dos primeiros meses, aquele corpo que eu já tinha pegado começou a mudar, enchendo e ganhando mais curvas por todo lado... Meus peitos cresceram, meus quadris, minha bunda, até eu me tornar uma mulher impressionante. Hoje ainda sou a amante do meu pai e vou continuar sendo. Depois, meu pai teve que ir pro hospital e à noite voltou, e durante todo o tempo que minha mãe estava fora, eu e meu pai transávamos. Até que minha mãe chegou e a gente não podia mais fazer. Quando ficávamos sozinhos em casa, a gente trepava sem piedade até não aguentar mais. Depois de um tempo, descobri que estava grávida, já que não usava proteção. Eu estava grávida do homem da minha mãe, não podia acreditar. Contei pra minha mãe e pro meu pai, e eles me apoiaram, embora minha mãe não soubesse quem era o pai. Eu continuei estudando, agora tenho um trabalho e continuo sendo a amante do meu pai.
3 comentários - Sonho de estar com o papai/parte 1