Uma história gostosa que espero que vocês curtam pra caralho.
valeu por me ler comentando e pelos pontos de vocês
Oi, amor, de novo o Jamal?
Oscar Si mai, já tô de saco cheio desse cara.
Agora, querendo ou não, vou falar com ele.
Oscar Não, mami, não vai não, isso vai ser pior.
Deixa comigo, eu sei bem o que tô fazendo. Agora vamos comer alguma coisa.
Foi assim que Oscar se resignou. Eu tava decidida a encarar aquele preto, não podia deixar ele continuar enchendo o saco, aquele cara tinha que ser castigado. Depois do almoço, enquanto eu me trocava pra ir enfrentar ele, Oscar insistiu de novo pra eu não ir.
Oscar é que, mãe, tu não conhece ele, até as professoras têm medo dele.
Ô, amor, o que pode me acontecer? Será que ele vai me bater? E me diz uma coisa: por que as professoras têm medo dele?
Oscar, pelo visto, abusou de uma delas.
Como é que eu passo isso?
Oscar, um dia quando todo mundo foi embora, ela ficou com o Jamal na sala, ia dar uma bronca nele, mas parece que o Jamal acabou comendo ela ali mesmo, e não foi só uma vez. Depois de um mês, ela nunca mais voltou, parece que o namorado descobriu o que rolou.
Não acredito, alguém viu?
Oscar, pelo visto, só a zeladora viu ele ir embora naquele dia e, segundo ela, ele tava andando muito estranho. Por isso não sei se têm medo dele ou são muito atenciosas com ele, mas a única coisa que sei é que depois disso ninguém repreende ele, nem a diretora. Por isso não quero que você vá.
Eu vou ir do mesmo jeito, vai pro teu quarto e faz a lição sossegado, não me assusta, jamal. Além disso, o que pode me acontecer? Não esquece que sou uma mulher casada e mais velha que ele.
Saí de casa pensando no Jamal e naquela professora. Como assim ela foi embora mancando? Aquele cara era tão dotado assim pra fazer ela andar daquele jeito? Meu marido mal me toca, já não é mais a mesma coisa de antes e, além disso, por mais que ele quisesse, o coitado não tem com o quê. Mal consegue me dar um mini orgasmo. Será que o Jamal era tão bom na cama? Ia ter que descobrir, mas não naquele momento. Eu realmente precisava de uma boa trepada, fazia tempo que não tinha uma. Só esperava resolver o assédio ao Oscar e, se conseguisse, aí depois a gente via o que ia rolar. Sempre tive a fantasia de ter um negro dotado na minha cama desde que meu marido me falou isso quando a gente transava — se é que dava pra chamar aquilo de transar de verdade. Ele insistia muito nisso. Pra ser sincera, era mais fantasia dele do que minha, desde que o Jamal tinha chegado no bairro. Quando cheguei, sem perceber, já estava molhada. Quem me atendeu foi o seu Anselmo, o pai do Jamal, e ele me fez entrar meio contrariado.
Quero falar com seu filho, Jamal.
O que o Anselmo tá querendo com isso?
Só quero que pare de encher o saco do meu filho.
Anselmo, isso tu tem que falar com ele. Ó Jamal, vem cá.
Aí apareceu o cara.
Jamal, beleza? Tanta confusão.
Anselmo, essa branquela veio atrás de algo, igual todas as outras.
Jamal, beleza, mas essa puta não é nada mal.
Anselmo, ela é bem branquinha, vale a pena sim, mas eu acho ela muito meiguinha.
Fala, cara, só vim aqui pra você parar de encher o saco do Oscarcito.
Anselmo, todas dão uma desculpa, mas no final sempre acabam do mesmo jeito.
Jamal, e o que você quer que eu faça com o viado?
Para de encher o saco dele.
Jamal e aí, como é que eu me divirto
Não sei, só quero que você deixe ele em paz, ele é um cara legal.
Jamal, você quer que eu te deixe em paz e eu quero o seu corpo, a gente podia fazer um trato, que tal?
Não, neném, sou uma mulher decente e ainda por cima sou felizmente casada.
Jamal, então pra mim tá de boa, vou continuar enchendo o saco do seu oscarzito.
Ah não, por favor, não faz isso
Minha buceta tava molhadona demais, aqueles volumes entre as pernas dela eram demais pra mim, não conseguia tirar os olhos de lá e claro que pai e filho perceberam isso, sabia que não ia conseguir me controlar e também não queria, nunca tinha acontecido nada igual comigo.
Jamal, se quer que eu não faça, já sabe o que tem que fazer.
Jamal abaixou a bermuda e deixou livre uma pica preta monstruosa, já daquele jeito era o triplo do tamanho da do meu marido, mal consegui falar.
E o que você quer que eu faça?
Jamal, se você provar, vou parar de encher o saco. Vamos, deixa eu ver teu corpo.
Tava acabada e não tava nem aí, o que eu mais queria era saber como era sentir aquela pica enorme. Obedeci e fiquei pelada, aí fui de quatro, igual um bebê, atrás daquela maravilha, pensando que assim ia realizar o sonho do meu maridinho. Cheguei nele e abri a boca, quase não cabia aquela coisa dentro, e quando consegui enfiar, já tinha do lado a pica do Anselmo, que é tão gigante quanto a do filho dele.
Anselmo, essa puta branca tá mais que entregue, olha como ela se arrasta e a verdade é que ela tem uma bunda perfeita.
O gosto amargo da pica do Jamal me deixava louca e nem senti quando o Anselmo se colocou atrás de mim, não conseguia parar de chupar aquela delícia.
Anselmo, filho, essa puta tá tão gostosa que se molhou toda, parecia que tinha mijado.
Jamal tá me fazendo um bom serviço, vai fundo que depois é minha vez, mas acho que ele não aguenta nós dois.
Anselmo, isso a gente vai ver.
Anselmo abriu minhas pernas, eu tava igual uma puta, de quatro no chão, a entrada da pica dele foi violenta, parecia que eu tava parindo, me rasgava toda a buceta enquanto eu só conseguia sofrer e gemer com a boca cheia da pica do Jamal, que não demorou nada pra gozar dentro da minha boca, foi tanto leite que me lavou a cara inteira, recuperei um pouco da minha dignidade e falei pro Jamal
Esse não era o acordo ahhh ahhh ahhh seu pai tá me partindo, fala pra ele parar por favor ahhh ahhh ahhh
Jamal, cala a boca, sua puta. É isso que você veio buscar. Depois vai ser minha vez, sua vadia. O que seu filho diria se te visse assim?
Anselmo, de uma coisa eu tenho certeza, o cuck branquelo nunca mais vai sentir isso, toma puta, tomaaa
Anselmo enfiava o pau em mim como se quisesse me partir ao meio, a dor se confundia com o prazer extremo, cada metida era um inferno que inundava meu corpo e foi assim que tive meu primeiro orgasmo, mas meu corpo pedia mais e mais, Jamal voltou sobre minha boca depois de ter brincado com meu rosto, ele tinha passado os dedos juntando o próprio gozo pra eu engolir, era a primeira vez que eu engolia porra e ali eu soube do que tinha perdido, só queria que aquilo nunca parasse, mesmo que esses dois negões tirassem sarro de como eu era uma puta, quando no final Anselmo inundou minha buceta com o gozo quente dele, tive meu terceiro orgasmo, dessa vez mais forte do que nunca, enquanto sentia minhas lágrimas escorrendo pelo rosto se misturando com a porra do Jamal, Anselmo logo tomou o lugar dele, não parei de chupar até deixar bem limpinha, eu já não controlava meu corpo, eles faziam o que queriam comigo e foi assim que me levaram pra cama, lá ficou só o Jamal, que não demorou nada pra se apossar da minha buceta, aquele pau fazia maravilhas no meu corpo, nunca tinha tido tantos orgasmos e eu adorava ser usada daquele jeito, eu estava sendo a puta do filho do Jamal e do pai dele, mas nada me importava, só queria continuar tendo orgasmos, o filho da puta, quando estava no auge do prazer, tirou de dentro da minha buceta e me disse
Jamal, agora sim você vai ser minha putinha pessoal.
Ela me virou, deixando-me de bruços. Na hora, eu já sabia o que viria.
Não, Jamal, não, por aí não, por favor, vai me partir, meu marido nunca usou isso, te imploro, não, nãooo, nãoooo aiiii aiiii tira issoooo, aiiii ai ai ai ai
Não teve nada que eu dissesse que impedisse o Jamal de arrebentar minha buceta. Agora, sim, ele era meu dono, tinha se aproveitado que meu corpo não respondia mais. Eu tinha virado um depósito de porra. Já fazia um tempão que não tinha volta atrás, tinha perdido toda minha dignidade. De repente, a dor começou a passar e uma sensação dolorosa me invadiu. Era gostoso demais sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu, me fazendo gemer como poucas vezes, até que eu comecei a pedir pra ele não parar de me arrebentar toda. Explodi num orgasmo e não tive mais forças pra nada. Só escutei o Jamal dizer
Jamal, agora é sua vez, arrebenta essa buceta também.
Não, Jamal, não, por favor, já sou sua, toda sua, não me faça ser tão puta.
Jamal, cala a boca, sua puta, você só serve pra obedecer.
Anselmo também curtiu minha bucetinha pequena, mesmo já estando aberta, a pica do Anselmo foi tremenda, o velho sabia o que fazia. No começo foi bem cuidadoso, o que adorei, mas quando começou a gozar, passou a meter com muita força, transformando aquele prazer em dor. Parecia que ele não queria só enfiar a pica dentro do meu cu, mas também as bolas grandes dele — senti elas explodirem, inundando meu cu com o leite dele.
Jamal, sua puta gostosa, pronto, conseguiu. Não vou encher o saco do viadinho do seu bebê por uma semana. Depois disso, acabou, e se você quiser, pode voltar pra renovar nosso acordo.
Saí daquele quarto imundo, peguei minha roupa e me vesti. Anselmo abriu a porta pra mim e se despediu dizendo
Anselmo, eu sei que você vai vir antes do prazo acabar.







valeu por me ler comentando e pelos pontos de vocês
Oi, amor, de novo o Jamal?
Oscar Si mai, já tô de saco cheio desse cara.
Agora, querendo ou não, vou falar com ele.
Oscar Não, mami, não vai não, isso vai ser pior.
Deixa comigo, eu sei bem o que tô fazendo. Agora vamos comer alguma coisa.
Foi assim que Oscar se resignou. Eu tava decidida a encarar aquele preto, não podia deixar ele continuar enchendo o saco, aquele cara tinha que ser castigado. Depois do almoço, enquanto eu me trocava pra ir enfrentar ele, Oscar insistiu de novo pra eu não ir.
Oscar é que, mãe, tu não conhece ele, até as professoras têm medo dele.
Ô, amor, o que pode me acontecer? Será que ele vai me bater? E me diz uma coisa: por que as professoras têm medo dele?
Oscar, pelo visto, abusou de uma delas.
Como é que eu passo isso?
Oscar, um dia quando todo mundo foi embora, ela ficou com o Jamal na sala, ia dar uma bronca nele, mas parece que o Jamal acabou comendo ela ali mesmo, e não foi só uma vez. Depois de um mês, ela nunca mais voltou, parece que o namorado descobriu o que rolou.
Não acredito, alguém viu?
Oscar, pelo visto, só a zeladora viu ele ir embora naquele dia e, segundo ela, ele tava andando muito estranho. Por isso não sei se têm medo dele ou são muito atenciosas com ele, mas a única coisa que sei é que depois disso ninguém repreende ele, nem a diretora. Por isso não quero que você vá.
Eu vou ir do mesmo jeito, vai pro teu quarto e faz a lição sossegado, não me assusta, jamal. Além disso, o que pode me acontecer? Não esquece que sou uma mulher casada e mais velha que ele.
Saí de casa pensando no Jamal e naquela professora. Como assim ela foi embora mancando? Aquele cara era tão dotado assim pra fazer ela andar daquele jeito? Meu marido mal me toca, já não é mais a mesma coisa de antes e, além disso, por mais que ele quisesse, o coitado não tem com o quê. Mal consegue me dar um mini orgasmo. Será que o Jamal era tão bom na cama? Ia ter que descobrir, mas não naquele momento. Eu realmente precisava de uma boa trepada, fazia tempo que não tinha uma. Só esperava resolver o assédio ao Oscar e, se conseguisse, aí depois a gente via o que ia rolar. Sempre tive a fantasia de ter um negro dotado na minha cama desde que meu marido me falou isso quando a gente transava — se é que dava pra chamar aquilo de transar de verdade. Ele insistia muito nisso. Pra ser sincera, era mais fantasia dele do que minha, desde que o Jamal tinha chegado no bairro. Quando cheguei, sem perceber, já estava molhada. Quem me atendeu foi o seu Anselmo, o pai do Jamal, e ele me fez entrar meio contrariado.
Quero falar com seu filho, Jamal.
O que o Anselmo tá querendo com isso?
Só quero que pare de encher o saco do meu filho.
Anselmo, isso tu tem que falar com ele. Ó Jamal, vem cá.
Aí apareceu o cara.
Jamal, beleza? Tanta confusão.
Anselmo, essa branquela veio atrás de algo, igual todas as outras.
Jamal, beleza, mas essa puta não é nada mal.
Anselmo, ela é bem branquinha, vale a pena sim, mas eu acho ela muito meiguinha.
Fala, cara, só vim aqui pra você parar de encher o saco do Oscarcito.
Anselmo, todas dão uma desculpa, mas no final sempre acabam do mesmo jeito.
Jamal, e o que você quer que eu faça com o viado?
Para de encher o saco dele.
Jamal e aí, como é que eu me divirto
Não sei, só quero que você deixe ele em paz, ele é um cara legal.
Jamal, você quer que eu te deixe em paz e eu quero o seu corpo, a gente podia fazer um trato, que tal?
Não, neném, sou uma mulher decente e ainda por cima sou felizmente casada.
Jamal, então pra mim tá de boa, vou continuar enchendo o saco do seu oscarzito.
Ah não, por favor, não faz isso
Minha buceta tava molhadona demais, aqueles volumes entre as pernas dela eram demais pra mim, não conseguia tirar os olhos de lá e claro que pai e filho perceberam isso, sabia que não ia conseguir me controlar e também não queria, nunca tinha acontecido nada igual comigo.
Jamal, se quer que eu não faça, já sabe o que tem que fazer.
Jamal abaixou a bermuda e deixou livre uma pica preta monstruosa, já daquele jeito era o triplo do tamanho da do meu marido, mal consegui falar.
E o que você quer que eu faça?
Jamal, se você provar, vou parar de encher o saco. Vamos, deixa eu ver teu corpo.
Tava acabada e não tava nem aí, o que eu mais queria era saber como era sentir aquela pica enorme. Obedeci e fiquei pelada, aí fui de quatro, igual um bebê, atrás daquela maravilha, pensando que assim ia realizar o sonho do meu maridinho. Cheguei nele e abri a boca, quase não cabia aquela coisa dentro, e quando consegui enfiar, já tinha do lado a pica do Anselmo, que é tão gigante quanto a do filho dele.
Anselmo, essa puta branca tá mais que entregue, olha como ela se arrasta e a verdade é que ela tem uma bunda perfeita.
O gosto amargo da pica do Jamal me deixava louca e nem senti quando o Anselmo se colocou atrás de mim, não conseguia parar de chupar aquela delícia.
Anselmo, filho, essa puta tá tão gostosa que se molhou toda, parecia que tinha mijado.
Jamal tá me fazendo um bom serviço, vai fundo que depois é minha vez, mas acho que ele não aguenta nós dois.
Anselmo, isso a gente vai ver.
Anselmo abriu minhas pernas, eu tava igual uma puta, de quatro no chão, a entrada da pica dele foi violenta, parecia que eu tava parindo, me rasgava toda a buceta enquanto eu só conseguia sofrer e gemer com a boca cheia da pica do Jamal, que não demorou nada pra gozar dentro da minha boca, foi tanto leite que me lavou a cara inteira, recuperei um pouco da minha dignidade e falei pro Jamal
Esse não era o acordo ahhh ahhh ahhh seu pai tá me partindo, fala pra ele parar por favor ahhh ahhh ahhh
Jamal, cala a boca, sua puta. É isso que você veio buscar. Depois vai ser minha vez, sua vadia. O que seu filho diria se te visse assim?
Anselmo, de uma coisa eu tenho certeza, o cuck branquelo nunca mais vai sentir isso, toma puta, tomaaa
Anselmo enfiava o pau em mim como se quisesse me partir ao meio, a dor se confundia com o prazer extremo, cada metida era um inferno que inundava meu corpo e foi assim que tive meu primeiro orgasmo, mas meu corpo pedia mais e mais, Jamal voltou sobre minha boca depois de ter brincado com meu rosto, ele tinha passado os dedos juntando o próprio gozo pra eu engolir, era a primeira vez que eu engolia porra e ali eu soube do que tinha perdido, só queria que aquilo nunca parasse, mesmo que esses dois negões tirassem sarro de como eu era uma puta, quando no final Anselmo inundou minha buceta com o gozo quente dele, tive meu terceiro orgasmo, dessa vez mais forte do que nunca, enquanto sentia minhas lágrimas escorrendo pelo rosto se misturando com a porra do Jamal, Anselmo logo tomou o lugar dele, não parei de chupar até deixar bem limpinha, eu já não controlava meu corpo, eles faziam o que queriam comigo e foi assim que me levaram pra cama, lá ficou só o Jamal, que não demorou nada pra se apossar da minha buceta, aquele pau fazia maravilhas no meu corpo, nunca tinha tido tantos orgasmos e eu adorava ser usada daquele jeito, eu estava sendo a puta do filho do Jamal e do pai dele, mas nada me importava, só queria continuar tendo orgasmos, o filho da puta, quando estava no auge do prazer, tirou de dentro da minha buceta e me disse
Jamal, agora sim você vai ser minha putinha pessoal.
Ela me virou, deixando-me de bruços. Na hora, eu já sabia o que viria.
Não, Jamal, não, por aí não, por favor, vai me partir, meu marido nunca usou isso, te imploro, não, nãooo, nãoooo aiiii aiiii tira issoooo, aiiii ai ai ai ai
Não teve nada que eu dissesse que impedisse o Jamal de arrebentar minha buceta. Agora, sim, ele era meu dono, tinha se aproveitado que meu corpo não respondia mais. Eu tinha virado um depósito de porra. Já fazia um tempão que não tinha volta atrás, tinha perdido toda minha dignidade. De repente, a dor começou a passar e uma sensação dolorosa me invadiu. Era gostoso demais sentir aquela rola entrando e saindo do meu cu, me fazendo gemer como poucas vezes, até que eu comecei a pedir pra ele não parar de me arrebentar toda. Explodi num orgasmo e não tive mais forças pra nada. Só escutei o Jamal dizer
Jamal, agora é sua vez, arrebenta essa buceta também.
Não, Jamal, não, por favor, já sou sua, toda sua, não me faça ser tão puta.
Jamal, cala a boca, sua puta, você só serve pra obedecer.
Anselmo também curtiu minha bucetinha pequena, mesmo já estando aberta, a pica do Anselmo foi tremenda, o velho sabia o que fazia. No começo foi bem cuidadoso, o que adorei, mas quando começou a gozar, passou a meter com muita força, transformando aquele prazer em dor. Parecia que ele não queria só enfiar a pica dentro do meu cu, mas também as bolas grandes dele — senti elas explodirem, inundando meu cu com o leite dele.
Jamal, sua puta gostosa, pronto, conseguiu. Não vou encher o saco do viadinho do seu bebê por uma semana. Depois disso, acabou, e se você quiser, pode voltar pra renovar nosso acordo.
Saí daquele quarto imundo, peguei minha roupa e me vesti. Anselmo abriu a porta pra mim e se despediu dizendo
Anselmo, eu sei que você vai vir antes do prazo acabar.







2 comentários - Jamal, o valentão do meu filho