Depois de contar o começo (ainda não terminei) da minha relação com uma das minhas tias e de contar como começou a "ajuda" da minha querida e amada sogra, me perguntaram as seguintes questões: Você já teve vontade de ficar com sua cunhada? Morar com três mulheres bonitas te fez querer ficar com todas? Você já teve alguma aproximação com sua cunhada? Morar com três mulheres sendo um homem muito tarado é uma tentação danada, mas não de querer transar com as três, embora eu já transe com duas delas. Quero dizer que tudo é muito provocante, por exemplo, não me deixa mentir que quando você está com a garota que gosta ou uma mulher gostosa, sente o cheiro do perfume dela e isso te deixa a mil, agora imagina morar com três mulheres, entrar num quarto onde elas estavam se arrumando, é um tapa nos sentidos. Claro que já tive vontade de cheirar as calcinhas da minha cunhada e coisas do tipo, é da natureza. Já vi as tangas dela penduradas no banheiro, quando a gente passa os quatro em casa e estamos vendo um filme na sala, todos no mesmo sofá-cama, claro que já tive vontade de imaginar alguma coisa, minha sogra me chupando enquanto eu chupo as duas filhas dela, gozar nas três. Claro que já vi elas peladas, seja por acidente ou porque as coisas rolaram assim. Agora, sim, já tive uma relação com uma namorada e a irmã dela. Isso aconteceu depois que terminei a história com minha tia, há muitos anos. A gente tinha decidido que eu precisava crescer e explorar o mundo, então resolvi conhecer uma colega de aula chamada Valentina. A gente nunca namorou de verdade, mas saía pra passear e essas coisas. Por causa de tempo e porque o pai dela era muito superprotetor, decidimos dar um tempo, com a promessa de que a gente se veria de novo mais tarde. Uns meses depois, conheci uma mulher um pouco mais velha que eu, tinha uma diferença de 4 anos, e ela se chamava Julieta. A gente resolveu sair e se conhecer, tivemos nosso primeiro... encontro sexual nada fora do comum. No primeiro dia que ela me convidou pra casa dela pra conhecer a família, foi a maior surpresa maluca, porque quando cheguei na casa dela, percebi que ela era irmã da Valentina, minha ex-colega de aula. Elas eram muito diferentes na aparência, então pra mim foi difícil ligar os pontos. A Valentina era mais morena, com traços bem de gata, digamos assim, e a Julieta era de pele branca e traços um pouco mais rústicos. As duas tinham a mesma altura, peitões e bundões também. Eram muito bem desenvolvidas, claro, mas muito diferentes no jeito de agir. Nós três sentamos na mesa da sala, e a Julieta nos apresentou: Julieta: mana, esse é meu namorado, quero que você o conheça. Valentina: (com um sorriso, mas com um olhar de surpresa) Ei! Eu conheço seu namorado, ele era meu colega de aula nas matérias de matemática. Julieta e Valentina começaram a conversar sobre mim e sobre como a gente se conheceu, mas em nenhum momento a Valentina mencionou que você tinha tentado ter um relacionamento. A Julieta subiu pra chamar a mãe dela pra descer e a gente jantar os quatro, já que o pai dela estava viajando. Valentina: Relaxa, não vou contar que a gente teve um rolo há uns meses atrás. Eu: Não sabia que ela era sua irmã, se soubesse não estaria com ela por respeito a você. Valentina: Não se preocupa, só que se ela descobrir, talvez fique puta comigo e com você... Naquela noite, fui apresentado à mãe dela. Se tivesse chance de ficar com a mãe dela, teria aproveitado. Enfim, as semanas passaram e eu continuei com a Julieta. Já era normal passar o tempo na casa dela, porque a gente sempre ficava sozinho ou com a irmã dela. Às vezes a gente ficava na cozinha e "brincava" um pouco, já sabe, o clássico: boquete, masturbação. O mais tesudo era pensar que a irmã e a mãe dela estavam no andar de cima enquanto ela me fazia um boquete gostoso, gozar na boca dela, nas mãos, no rosto ou até na mesa, pra depois limpar tudo e agir como se nada tivesse acontecido. Nada teria acontecido. Em outras vezes, a gente usava o quarto dos pais dela pra transar enquanto todo mundo via um filme na sala. Mas enfim, um dia a Julieta me liga pra dizer que o pai dela ia viajar por um mês e queria fazer um jantar de despedida, e que eu podia ficar se fosse beber cerveja ou alguma bebida alcoólica. A noite foi normal, o pai dela tinha chamado um transporte que passaria por ele naquela mesma noite, porque queria aproveitar a viagem pra dormir durante o voo. Então fiquei sozinho com a esposa dele e as filhas. A mãe também foi dormir, e lá pras 2h da manhã, só nós três estávamos acordados. Foi quando começou a conversa mais estranha que a gente poderia ter:
Julieta: Queria te falar que já descobri sobre o rolo que você teve com a Valentina. Ela me contou hoje de manhã.
Valentina: Você precisava saber, não tava legal ficar mentindo e escondendo uma parada dessas.
Eu: Entendo, me desculpa, Julieta...
Julieta: Não precisa pedir desculpa, foi antes de mim. Mas quero fazer uma coisa: se a gente vai casar, quero que vocês dois tirem essa vontade de ficar juntos, porque ela me disse que nunca chegaram a fazer nada.
Valentina: Mana? O que cê tá falando?
Julieta: Olha, não queria que um dia a safadeza vencesse e vocês perdessem a razão. Então tô dando permissão: só hoje à noite pra matar essa vontade.
Depois disso, nós três ficamos em silêncio total por uns minutos. A gente tinha bebido um pouco de álcool, mas ainda não o suficiente pra dar um passo tão importante. Julieta levantou, saiu da cozinha e, quando voltou, trouxe uma garrafa de uísque com três copos pequenos. Colocou tudo na mesa, pegou a irmã pelo braço com cuidado e sentou ela do meu lado direito. Depois, ela sentou do meu lado esquerdo.
Julieta: Preciso que vocês tirem essa vontade. Preciso mesmo. Não quero ficar pensando que meu namorado quer comer minha irmã e vice-versa. Pegou a garrafa e serviu pra nós três. Três, ela fez um sinal pra gente pegar e a gente pegou, depois mais uma rodada e assim continuamos até o uísque começar a acabar. A gente já tava meio altinho. A Julieta apagou as luzes da cozinha, mas deixou a luz do quarto ao lado, uma luz fraca entrava pela porta, o suficiente pra iluminar a gente e saber onde estávamos. A Julieta começou a desabotoar minha calça, deixando meu pau pra fora, eu tava morrendo de medo, a Valentina tava ligada nos movimentos da irmã. A Julieta tirou a blusa, deixando à mostra duas tetonas brancas de bico rosado, com uma mão ela acariciava uma e com a outra tocava meu pau. Sem pensar, comecei a chupar os peitos dela, meu pau começou a endurecer devagar. Depois de um tempo, a Julieta pegou minha cabeça e me afastou dos peitos dela, fez um sinal pra irmã. Julieta: "Vou no banheiro, Valentina, cê pode dar uma ajuda com ele?" A Valentina ainda tava chocada com o que tava rolando, enquanto a Julieta levantou e subiu pro quarto dela. Eu: "Não precisa disso tudo, Valentina." Sem falar nada, a gente começou a se beijar de leve, as mãos delicadas dela começaram a brincar com meu pau e eu comecei a sentir aqueles arrepios na barriga, tava com medo mas queria continuar. A Julieta chegou de surpresa e, sem dizer nada, começou a tirar a blusa da irmã, a Valentina não parava de me beijar e acariciar, a Julieta tirou o sutiã da irmã, deixando cair duas tetonas, redondas, de bico pequeno, balançando gostoso, eram uns peitos perfeitos demais. A Julieta pegou nossos rostos e separou, pegou um peito da irmã e começou a acariciar enquanto com a outra mão pegou meu rosto e aproximou do outro peito pra eu começar a chupar. Enquanto eu tava ocupado com os peitos da Valentina, senti uma sensação molhada e quente no meu pau, era a Julieta de joelhos me fazendo um boquete, depois tirou minha roupa de baixo e a Valentina aproveitou pra tirar minha camiseta. eu estava totalmente nu, no meio de uma situação que era meio diferente de tudo que já tinha feito. Julieta saiu do quarto, só vimos a luz da sala se apagar, quando voltou, ela estava totalmente nua. Julieta: Ei! Venham... Não façam muito barulho. A gente se levantou, de mãos dadas enquanto caminhávamos, chegamos na sala e Julieta começou a despir a irmã dela. Julieta: Só uma condição, só sexo, penetração, nada mais! Eu me deitei no chão, Julieta colocou uma camisinha em mim e fez sinal pra irmã dela. A gente começou a penetração, nossa respiração se sincronizou. Julieta pegava minha mão, levava até os lábios dela, clitóris, pra eu brincar com ele, mas minha atenção tava em Valentina, aquela mina que foi minha primeira "namorada" depois de uma sessão de incesto, os peitos dela balançavam, o suor caía na minha pele, a cara e os gemidos dela ficaram gravados na minha memória. Valentina apertou meus braços, cravando os dedos, eu apertei a cintura dela com força, deixando minhas mãos marcadas na pele dela, a gente tinha terminado, o chão tava todo molhado. Julieta: Pronto?... Terminaram, se divertiram e tiraram essa ideia de ficar juntos, já que cumpriram. Agora peguem a roupa de vocês e se vistam, vou limpar tudo isso. Valentina e eu estávamos sentados na cozinha, nos olhando no escuro, vendo a irmã dela limpar o lugar onde a gente tinha começado nossa relação secreta. Valentina: Não vai ser a última vez... Né? Eu: Não, mas isso não é tipo trair? Valentina: Ela abriu a porta pra gente, ela sabia que a gente não ia ficar parado. Além disso, eu quero mais, tenho muita curiosidade. Eu: E como a gente vai fazer? Valentina: A oportunidade vai aparecer. A gente apertou as mãos com um toque suave. Os dias passaram e eu continuava pensando naquela noite, queria mais, queria provar a Valentina, queria fazer um oral nela, lamber a bunda dela, provar os fluidos dela, queria me banhar numa chuva dourada de Valentina, queria penetrar ela no cu e gozar dentro dela. Queria fazer devagar, queria fazer sujo, num motel, no meu quarto, no quarto dela, na cama dos pais dela. Resumindo, as vezes que a gente ficou perto era quando eu ficava sozinho com ela, a gente trocava bilhetes pra combinar onde se encontrar, fizemos de tudo, fiz mais coisas com ela do que com minha própria namorada. Quase no final do relacionamento com a Julieta a gente conversou sobre a possibilidade de ter um relacionamento amoroso entre nós três, e ela topou, mas com a condição de que, se a gente casasse, viveríamos os três na mesma casa, teríamos filhos os três, e todo mundo teria que saber o motivo de a gente viver junto. E bom, como vocês podem ver, o relacionamento terminou por causa dos problemas entre eu e a Julieta, mas mesmo depois de terminar com ela, continuei tendo um caso com a Valentina por um tempo.
Julieta: Queria te falar que já descobri sobre o rolo que você teve com a Valentina. Ela me contou hoje de manhã.
Valentina: Você precisava saber, não tava legal ficar mentindo e escondendo uma parada dessas.
Eu: Entendo, me desculpa, Julieta...
Julieta: Não precisa pedir desculpa, foi antes de mim. Mas quero fazer uma coisa: se a gente vai casar, quero que vocês dois tirem essa vontade de ficar juntos, porque ela me disse que nunca chegaram a fazer nada.
Valentina: Mana? O que cê tá falando?
Julieta: Olha, não queria que um dia a safadeza vencesse e vocês perdessem a razão. Então tô dando permissão: só hoje à noite pra matar essa vontade.
Depois disso, nós três ficamos em silêncio total por uns minutos. A gente tinha bebido um pouco de álcool, mas ainda não o suficiente pra dar um passo tão importante. Julieta levantou, saiu da cozinha e, quando voltou, trouxe uma garrafa de uísque com três copos pequenos. Colocou tudo na mesa, pegou a irmã pelo braço com cuidado e sentou ela do meu lado direito. Depois, ela sentou do meu lado esquerdo.
Julieta: Preciso que vocês tirem essa vontade. Preciso mesmo. Não quero ficar pensando que meu namorado quer comer minha irmã e vice-versa. Pegou a garrafa e serviu pra nós três. Três, ela fez um sinal pra gente pegar e a gente pegou, depois mais uma rodada e assim continuamos até o uísque começar a acabar. A gente já tava meio altinho. A Julieta apagou as luzes da cozinha, mas deixou a luz do quarto ao lado, uma luz fraca entrava pela porta, o suficiente pra iluminar a gente e saber onde estávamos. A Julieta começou a desabotoar minha calça, deixando meu pau pra fora, eu tava morrendo de medo, a Valentina tava ligada nos movimentos da irmã. A Julieta tirou a blusa, deixando à mostra duas tetonas brancas de bico rosado, com uma mão ela acariciava uma e com a outra tocava meu pau. Sem pensar, comecei a chupar os peitos dela, meu pau começou a endurecer devagar. Depois de um tempo, a Julieta pegou minha cabeça e me afastou dos peitos dela, fez um sinal pra irmã. Julieta: "Vou no banheiro, Valentina, cê pode dar uma ajuda com ele?" A Valentina ainda tava chocada com o que tava rolando, enquanto a Julieta levantou e subiu pro quarto dela. Eu: "Não precisa disso tudo, Valentina." Sem falar nada, a gente começou a se beijar de leve, as mãos delicadas dela começaram a brincar com meu pau e eu comecei a sentir aqueles arrepios na barriga, tava com medo mas queria continuar. A Julieta chegou de surpresa e, sem dizer nada, começou a tirar a blusa da irmã, a Valentina não parava de me beijar e acariciar, a Julieta tirou o sutiã da irmã, deixando cair duas tetonas, redondas, de bico pequeno, balançando gostoso, eram uns peitos perfeitos demais. A Julieta pegou nossos rostos e separou, pegou um peito da irmã e começou a acariciar enquanto com a outra mão pegou meu rosto e aproximou do outro peito pra eu começar a chupar. Enquanto eu tava ocupado com os peitos da Valentina, senti uma sensação molhada e quente no meu pau, era a Julieta de joelhos me fazendo um boquete, depois tirou minha roupa de baixo e a Valentina aproveitou pra tirar minha camiseta. eu estava totalmente nu, no meio de uma situação que era meio diferente de tudo que já tinha feito. Julieta saiu do quarto, só vimos a luz da sala se apagar, quando voltou, ela estava totalmente nua. Julieta: Ei! Venham... Não façam muito barulho. A gente se levantou, de mãos dadas enquanto caminhávamos, chegamos na sala e Julieta começou a despir a irmã dela. Julieta: Só uma condição, só sexo, penetração, nada mais! Eu me deitei no chão, Julieta colocou uma camisinha em mim e fez sinal pra irmã dela. A gente começou a penetração, nossa respiração se sincronizou. Julieta pegava minha mão, levava até os lábios dela, clitóris, pra eu brincar com ele, mas minha atenção tava em Valentina, aquela mina que foi minha primeira "namorada" depois de uma sessão de incesto, os peitos dela balançavam, o suor caía na minha pele, a cara e os gemidos dela ficaram gravados na minha memória. Valentina apertou meus braços, cravando os dedos, eu apertei a cintura dela com força, deixando minhas mãos marcadas na pele dela, a gente tinha terminado, o chão tava todo molhado. Julieta: Pronto?... Terminaram, se divertiram e tiraram essa ideia de ficar juntos, já que cumpriram. Agora peguem a roupa de vocês e se vistam, vou limpar tudo isso. Valentina e eu estávamos sentados na cozinha, nos olhando no escuro, vendo a irmã dela limpar o lugar onde a gente tinha começado nossa relação secreta. Valentina: Não vai ser a última vez... Né? Eu: Não, mas isso não é tipo trair? Valentina: Ela abriu a porta pra gente, ela sabia que a gente não ia ficar parado. Além disso, eu quero mais, tenho muita curiosidade. Eu: E como a gente vai fazer? Valentina: A oportunidade vai aparecer. A gente apertou as mãos com um toque suave. Os dias passaram e eu continuava pensando naquela noite, queria mais, queria provar a Valentina, queria fazer um oral nela, lamber a bunda dela, provar os fluidos dela, queria me banhar numa chuva dourada de Valentina, queria penetrar ela no cu e gozar dentro dela. Queria fazer devagar, queria fazer sujo, num motel, no meu quarto, no quarto dela, na cama dos pais dela. Resumindo, as vezes que a gente ficou perto era quando eu ficava sozinho com ela, a gente trocava bilhetes pra combinar onde se encontrar, fizemos de tudo, fiz mais coisas com ela do que com minha própria namorada. Quase no final do relacionamento com a Julieta a gente conversou sobre a possibilidade de ter um relacionamento amoroso entre nós três, e ela topou, mas com a condição de que, se a gente casasse, viveríamos os três na mesma casa, teríamos filhos os três, e todo mundo teria que saber o motivo de a gente viver junto. E bom, como vocês podem ver, o relacionamento terminou por causa dos problemas entre eu e a Julieta, mas mesmo depois de terminar com ela, continuei tendo um caso com a Valentina por um tempo.
1 comentários - Tentação
Y que edad tenias tu y Valentina
De que año estamos hablando