Meu trampo é pesado, com um monte de emergência e problema de última hora. Então foi o que aconteceu quando eu saí no meio de uma festa que a gente tinha organizado com outros amigos, colegas da faculdade e tal. Era uma tarde só pra beber e cantar no karaokê. Umas 9 da noite, meu celular toca e me chamam pra uma emergência, mais problemas com distribuidores como sempre. Sem opção, tive que ir de última hora. Não ia dar nada.
Na hora que eu fui embora, minha mulher me mandou mensagem falando que a maioria já tinha ido embora, só um tinha ficado pra beber mais um pouco, óbvio pra encher a cara dela ainda mais. Essa foi a última mensagem que recebi, e não soube o que rolou até chegar em casa lá pra 1 da manhã.
Acontece que esse amigo da faculdade dela ficou bem à vontade, dançando cada vez mais colado na minha mulher. Já sabe, um puta cachorro com aquele roçar de roupa constante. E quando ficaram sozinhos, ele não teve problema nenhum em dançar e tocar sem limites. Eu nunca fui muito de dançar, então minha mulher tava felizona por ter a chance de dançar mais. Ela se divertia e me confessou que o calorzinho da dança foi soltando a roupa dela aos poucos. Ela sabia que devia parar, mas começou a curtir aqueles roçados, as mãos dele no rabo dela, a boca e o bafo perto do pescoço. Aos poucos, foi deixando ele meter mais a mão, numa dança já solitária e com a burrice do álcool.
Então ela já tava disposta a provar ele na sala, mas pra ele isso não bastava. Então ele levou ela pro quarto, *nosso* quarto, pra, sem o vestido, colocar ela contra a cama e começar a comer a buceta dela. "Senti a língua dele passando por dentro, uma vez e outra, com muita emoção", ela me disse. Ele pegou ela e se colocou por cima, metendo o pau dentro sem mais delongas. "Era mais grosso do que comprido", ela me falou.
Deu umas boas enfiadas, daquelas que só alguém que já tava de olho nela há um tempão. Depois, montou ela em cima dele pra ela cavalgar, mas, numa ideia de humilhação maior, pediu que ela se virasse e abrisse bem a bunda dela, que separasse as próprias nádegas enquanto ele continuava metendo a pica, pra ser ainda mais humilhante, pra ele saber que ela tava totalmente entregue à pica dele, à dominância dele. Ele se sentia ainda mais motivado ao ver o quanto minha mulher era obediente, e claro que ela não ia desobedecer algo que adora fazer. Por mais que eu nunca vá chamar ela de puta na vida, nem na cama, não importa o que os amantes dela exigem, ela obedece, e quanto mais humilhante, mais molhada e excitada ela fica.
amei abrir minha bunda pra ele e ele só ver meu cuzinho, me senti humilhada e suja" — me disse minha amor.Depois do que ela me falou, foram as melhores duas horas daquela noite, e quando o filho da puta já tinha se cansado de meter e tirar o pau de dentro da minha mulher uma vez atrás da outra, ele terminou tirando a rola e colocando contra o cu dela, pra deixar o leite lá e ver escorrendo aos poucos "Só fez isso, tirou uma foto com meu celular, se vestiu e foi embora"Minha namorada adora se sentir tão usada assim, então quando eu cheguei, além de ter a janta entre as pernas da minha amada, eu teria bastante o que fazer com ela depois dessa experiência que ela tanto gostou
Na hora que eu fui embora, minha mulher me mandou mensagem falando que a maioria já tinha ido embora, só um tinha ficado pra beber mais um pouco, óbvio pra encher a cara dela ainda mais. Essa foi a última mensagem que recebi, e não soube o que rolou até chegar em casa lá pra 1 da manhã.
Acontece que esse amigo da faculdade dela ficou bem à vontade, dançando cada vez mais colado na minha mulher. Já sabe, um puta cachorro com aquele roçar de roupa constante. E quando ficaram sozinhos, ele não teve problema nenhum em dançar e tocar sem limites. Eu nunca fui muito de dançar, então minha mulher tava felizona por ter a chance de dançar mais. Ela se divertia e me confessou que o calorzinho da dança foi soltando a roupa dela aos poucos. Ela sabia que devia parar, mas começou a curtir aqueles roçados, as mãos dele no rabo dela, a boca e o bafo perto do pescoço. Aos poucos, foi deixando ele meter mais a mão, numa dança já solitária e com a burrice do álcool.
Então ela já tava disposta a provar ele na sala, mas pra ele isso não bastava. Então ele levou ela pro quarto, *nosso* quarto, pra, sem o vestido, colocar ela contra a cama e começar a comer a buceta dela. "Senti a língua dele passando por dentro, uma vez e outra, com muita emoção", ela me disse. Ele pegou ela e se colocou por cima, metendo o pau dentro sem mais delongas. "Era mais grosso do que comprido", ela me falou.
Deu umas boas enfiadas, daquelas que só alguém que já tava de olho nela há um tempão. Depois, montou ela em cima dele pra ela cavalgar, mas, numa ideia de humilhação maior, pediu que ela se virasse e abrisse bem a bunda dela, que separasse as próprias nádegas enquanto ele continuava metendo a pica, pra ser ainda mais humilhante, pra ele saber que ela tava totalmente entregue à pica dele, à dominância dele. Ele se sentia ainda mais motivado ao ver o quanto minha mulher era obediente, e claro que ela não ia desobedecer algo que adora fazer. Por mais que eu nunca vá chamar ela de puta na vida, nem na cama, não importa o que os amantes dela exigem, ela obedece, e quanto mais humilhante, mais molhada e excitada ela fica.
amei abrir minha bunda pra ele e ele só ver meu cuzinho, me senti humilhada e suja" — me disse minha amor.Depois do que ela me falou, foram as melhores duas horas daquela noite, e quando o filho da puta já tinha se cansado de meter e tirar o pau de dentro da minha mulher uma vez atrás da outra, ele terminou tirando a rola e colocando contra o cu dela, pra deixar o leite lá e ver escorrendo aos poucos "Só fez isso, tirou uma foto com meu celular, se vestiu e foi embora"Minha namorada adora se sentir tão usada assim, então quando eu cheguei, além de ter a janta entre as pernas da minha amada, eu teria bastante o que fazer com ela depois dessa experiência que ela tanto gostou
1 comentários - O erro foi deixar minha mina sozinha na festa