
Ele me convidou pra dormir. Ele, apagado no colchão dele. O shortinho dele cobria o corpo. Dormia de barriga pra cima. Silêncio total. De noite e um calorão. Só o ventilador no quarto dele fazia barulho. A temperatura também tava alta em mim. Meus dedos levantaram o short dele. Escondido, o pau dele. Duro. Mergulhado entre os pelos escuros. O tecido pesava, cada segundo era uma eternidade. E se ele me descobre? Mas a excitação não me deixava me controlar. Podia tocar ele. Depois sentir o cheiro dele na minha mão. Soltei. Meio exaltado, coração a mil. Dormir. Só essa opção dava pra escolher. Quando abri os olhos umas horas depois, alguma coisa roçava minha virilha. A mão dele. Será que ele me sentiu antes? Fodeu!! Mas não parecia. Tava duro. Cada vez mais dura minha pica. Suor. Palpitação. Começou a pular dentro da minha cueca. Pedia pra sair aos berros. Enfiei a mão dele. Carícias quentes, devagar e rápido. Desci e tirei a roupa dele. Minha rola passando pela bunda dele. Redonda e bem marcada. Minha cabeça escolhida entre os pelinhos do cu dele. Feito um vulcão, minhas bolas. Dentro, fora. Rápido e devagar. Cada roçada lá dentro gerava um fluxo.

As mãos dela na nuca. As minhas no pescoço dela. As barrigas derretidas em fogo. Infernal. Agitado. Com o coração a mil. O único som, o estalo das minhas bolas na bunda dela. A noite não segurou o silêncio.

Ela pegou a pica pra se masturbar. Foi demais. Puro erotismo. O estímulo que eu precisava pra gozar. Última penetrada, e bum!!! Jorrei tudo. Tirei ela, e começou a cuspir porra pelo cu. Abria e fechava. Pulsava.

Nós não gostávamos um do outro, somos héteros. Moral da história?? A melhor de todas, o proibido não existe. Pra se sentir vivo só tem uma coisa: prazer, e isso tá em todo lugar. Calor, suor e diversão como ninguém esperava. Só 2 caras.
1 comentários - Encho o cu do meu amigo de porra🍑🍼