Já faziam 2 semanas de nada. Uma vontade de pedir um horário, mas não dava, tinha que deixar ela controlar o tempo. Acho que ela gostou, só precisava de tempo. E foi assim, 3 semanas depois daquele encontro, vejo ela num evento com o Pedro. Os dois me cumprimentam educadamente, ela como se nada tivesse acontecido. Quando estavam indo embora, ela me diz: "Na semana, vejo com minha secretária pra te encaixar. Desculpa, tinha me esquecido." "Okok, sem problema. Se for de tarde é melhor, assim não peço folga no trabalho." "Fecho, vou dar um jeito." E foram embora.
Na semana seguinte, mensagem do consultório pra marcar naquela mesma tarde, 18:40. Chego lá, não tem ninguém. Ela me faz entrar e fecha a porta atrás de mim. "Olha, não sei como começar. O que aconteceu não tá certo de jeito nenhum e não pode se repetir. Mas, por outro lado, não paro de pensar em como me senti bem. Não sabia se tava bem comigo mesma, mas no sábado te vi e senti de novo algo que não sei o que é. Por isso te chamei."
"Se você topa e for só entre nós, podemos continuar", falo. "Como seria continuar?", ela pergunta. Levanto, encosto ela na parede e começo a beijar ela. Viro ela de costas e beijo o pescoço. "Assim", falo e meto a mão por cima da calça dela. Já tava molhadinha. Começo a abrir a calça e meter os dedos na buceta enquanto beijo ela. Falo: "Hoje gozamos os dois." Jogo ela de volta no sofá e começo a tirar a roupa dela. Nisso, ela já tava quase gozando. Começo a abrir ela e passar a língua. Me chamaram pro jogo. Fiquei uns 5 minutos chupando ela até ela começar a arquear. Comecei a chupar e esfregar o clitóris. Ela se remexe e goza. Tomei aquele caldo e continuei mais um pouco. Nessa altura, eu ia gozar a qualquer momento. Então, como ela tava, virei ela de costas e, sem mais, meti de quatro. Falo: "Te coloco assim pra você não ver minha cara e sentir culpa pelo seu marido." "METE", ela falou. E meti de uma vez. Deixei uns segundos e tirei, comecei a brincar um pouco. Não deu nem 2 minutos e eu sentia que ia gozar. Falo: "Vamos gozar juntos." E nós dois... Fomos nós dois. Que sensação gostosa aquela, pulsando dentro de mim e descendo, enquanto ela jorrava gozo e fluidos. Levantei ela, encostei no meu peito e falei: "Você gozou duas, eu uma. Vamos pelo empate." Comecei a chupar os peitos dela e ela a me bater uma até eu ficar duro. Sozinha, ela se ajeitou, enfiou pra dentro e começou a pular sem culpa dessa vez, até gozar de novo, e eu atrás dela, bem na hora, porque nisso o marido liga. "Pedro tá me chamando, o que eu faço??" "Atende, fala que tá com um paciente." "...oi amor, beleza? Nada, aqui no consultório com um paciente, acabei de limpar a boca dele, e você?" Ouvir ela falar aquilo sem pensar me deixou duro. Nós dois pelados e ela em cima de mim, tirei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar o cu dela. O pulo que ela deu quando sentiu a língua. "Não foi nada, bati na mesa, amor, nem vi." E eu metendo a língua nisso. Ela parou, como se pedisse pra eu ficar quieto, e quem já passou por isso sabe o tesão que dá. Longe de ir embora, virei ela de costas e comecei a meter, com os fluidos que tinha, entrou fácil. "Calma, amor, me dá um minuto pra despachar o paciente e continuo." "!!!Por favor" ela fala "deixa eu falar". "Você desliga e eu grito" falei. "Não seja filho da puta, é meu marido, ele vai perceber. Você continua, eu faço devagar." Peguei o telefone dela e coloquei no viva-voz. "Foi, amor" se ouve "Sim, sim, já me liberei, até semana que vem." Nisso eles conversam e eu vou enfiando de pouquinho, e ela solta um suspiro. "Aaaaaaa, que prazer poder terminar essa semana" ela diz e solta outro "aaaaaa". "É, a semana foi puxada" ele responde. "Vêm meses difíceis, acho que não vou aguentar!!!" "Vai ter que aguentar, porque a plantação com essa chuva tá atrasada e tem contas pra pagar no banco. Bom, a gente aguenta o que vier, amor, juntos os dois." E quando ele disse isso, gozei tudo dentro. Limpei a pica com a calcinha que ela tinha, limpei a buceta dela, coloquei de volta e fui embora. Ela continuou falando mais um pouco, depois me escreveu, mas isso já é outra história. Acho que vai dar pra uma longa ou duas curtas. Opinem. Valeu pelo apoio.
Na semana seguinte, mensagem do consultório pra marcar naquela mesma tarde, 18:40. Chego lá, não tem ninguém. Ela me faz entrar e fecha a porta atrás de mim. "Olha, não sei como começar. O que aconteceu não tá certo de jeito nenhum e não pode se repetir. Mas, por outro lado, não paro de pensar em como me senti bem. Não sabia se tava bem comigo mesma, mas no sábado te vi e senti de novo algo que não sei o que é. Por isso te chamei."
"Se você topa e for só entre nós, podemos continuar", falo. "Como seria continuar?", ela pergunta. Levanto, encosto ela na parede e começo a beijar ela. Viro ela de costas e beijo o pescoço. "Assim", falo e meto a mão por cima da calça dela. Já tava molhadinha. Começo a abrir a calça e meter os dedos na buceta enquanto beijo ela. Falo: "Hoje gozamos os dois." Jogo ela de volta no sofá e começo a tirar a roupa dela. Nisso, ela já tava quase gozando. Começo a abrir ela e passar a língua. Me chamaram pro jogo. Fiquei uns 5 minutos chupando ela até ela começar a arquear. Comecei a chupar e esfregar o clitóris. Ela se remexe e goza. Tomei aquele caldo e continuei mais um pouco. Nessa altura, eu ia gozar a qualquer momento. Então, como ela tava, virei ela de costas e, sem mais, meti de quatro. Falo: "Te coloco assim pra você não ver minha cara e sentir culpa pelo seu marido." "METE", ela falou. E meti de uma vez. Deixei uns segundos e tirei, comecei a brincar um pouco. Não deu nem 2 minutos e eu sentia que ia gozar. Falo: "Vamos gozar juntos." E nós dois... Fomos nós dois. Que sensação gostosa aquela, pulsando dentro de mim e descendo, enquanto ela jorrava gozo e fluidos. Levantei ela, encostei no meu peito e falei: "Você gozou duas, eu uma. Vamos pelo empate." Comecei a chupar os peitos dela e ela a me bater uma até eu ficar duro. Sozinha, ela se ajeitou, enfiou pra dentro e começou a pular sem culpa dessa vez, até gozar de novo, e eu atrás dela, bem na hora, porque nisso o marido liga. "Pedro tá me chamando, o que eu faço??" "Atende, fala que tá com um paciente." "...oi amor, beleza? Nada, aqui no consultório com um paciente, acabei de limpar a boca dele, e você?" Ouvir ela falar aquilo sem pensar me deixou duro. Nós dois pelados e ela em cima de mim, tirei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar o cu dela. O pulo que ela deu quando sentiu a língua. "Não foi nada, bati na mesa, amor, nem vi." E eu metendo a língua nisso. Ela parou, como se pedisse pra eu ficar quieto, e quem já passou por isso sabe o tesão que dá. Longe de ir embora, virei ela de costas e comecei a meter, com os fluidos que tinha, entrou fácil. "Calma, amor, me dá um minuto pra despachar o paciente e continuo." "!!!Por favor" ela fala "deixa eu falar". "Você desliga e eu grito" falei. "Não seja filho da puta, é meu marido, ele vai perceber. Você continua, eu faço devagar." Peguei o telefone dela e coloquei no viva-voz. "Foi, amor" se ouve "Sim, sim, já me liberei, até semana que vem." Nisso eles conversam e eu vou enfiando de pouquinho, e ela solta um suspiro. "Aaaaaaa, que prazer poder terminar essa semana" ela diz e solta outro "aaaaaa". "É, a semana foi puxada" ele responde. "Vêm meses difíceis, acho que não vou aguentar!!!" "Vai ter que aguentar, porque a plantação com essa chuva tá atrasada e tem contas pra pagar no banco. Bom, a gente aguenta o que vier, amor, juntos os dois." E quando ele disse isso, gozei tudo dentro. Limpei a pica com a calcinha que ela tinha, limpei a buceta dela, coloquei de volta e fui embora. Ela continuou falando mais um pouco, depois me escreveu, mas isso já é outra história. Acho que vai dar pra uma longa ou duas curtas. Opinem. Valeu pelo apoio.
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