Minha primeira transa a três com dois caras

O que vou contar aconteceu quando eu tinha 22 anos. Naquela época, eu jogava futebol society misto às vezes com um grupo de amigos e amigas. Num sábado à noite, a gente jogou e o Maurício foi — um cara que a gente se encontra com frequência pra transar. Sabendo que ele ia, fui bem sexy, com uma legging de ginástica que marcava bem minha bunda, um top que realçava meus peitões e deixava minha barriguinha à mostra. Já fazia algumas semanas que a gente não se via e eu precisava fazer ele morder a isca. É verdade que, me vendo assim, os outros caras do futebol também iam ficar excitados, mas sinceramente isso não me incomodava, pelo contrário, me dava tesão, já que sempre fui muito tarada. Bom, no jogo, eu e o Mauri jogamos como rivais. A gente se marcava por prazer, muito atrito, umas palavras safadinhas no ouvido de vez em quando, e os dois, mesmo disfarçando a vontade, terminamos o jogo pegando fogo. Depois da partida, a gente se mandou mensagem, conversou sobre ir pra casa dele fumar um e “ver o que rolava” à noite. Eu morava com duas meninas e era complicado levar ficantes pra casa. Bom, trocando mensagem, o Mauri em uma delas me diz... “Lore, olha que o Fabri (um amigo dele que eu também conheço e tinha jogado) tá ficando em casa. Ele brigou com a namorada e não tinha onde cair morto”. Se quiser vem assim mesmo, ele dorme no sofá, ou eu falo pra ele ir pra algum outro lugar. Por um momento, eu hesitei, achei estranho, embora no fundo quisesse ir, e a situação também mexia um pouco com meu tesão (o Fabri era bem gato). De qualquer forma, me fiz de difícil e disse que não. O Mauri disse que ia falar pro Fabri ir embora, eu falei que não dava, coitado, e depois de ele insistir um pouco, acabei aceitando e fui. A ideia era ficar de boa os três e tomar alguma coisa, e depois a gente via, o Fabri era legal e eu mesma insisti pra ele ficar pelo menos um pouco e depois cada um seguia seu rumo. Tomei banho, coloquei um shorts de jeans curtinho, uma calcinha fio-dental preta que eu sei que ele adora, e uma camisetinha branca. Frouxa que de qualquer jeito não parava de marcar meus peitos. Eu fui sem sutiã, tava um calor do caralho e é mais confortável pra mim, além de que eu sabia que ele gostava de me ver assim. Quando chego em casa, vejo que por sorte o clima tava bom. O Fabri era muito gente boa e, mesmo tendo se separado há pouco, tava dando um gás pra gente curtir. A gente começou a zoar os três, fumar maconha, tomar cerveja e comer pizza, misturado com uns momentos de videogame e música de fundo. Eu tava me divertindo, mas também percebia que não queria que a noite virasse só uma zoeira entre amigos. Eu queria transar com o Maurício, meu boy, e em parte a situação era estranha e desconfortável porque em algum momento o amigo dele ia ter que ir embora. Além disso, o sofá onde o Fabri ia dormir tava perto do quarto, ia ser complicado trepar... mas enfim, tentei parar de pensar nisso e curtir o momento. A noite foi passando, os baseados e a cerveja fazendo efeito. Em um momento já estávamos os três chapados, a gente se cagava de rir, as piadas já eram de duplo sentido e mais pesadas, os toques também, já que os três estávamos num sofá e eu sentada no meio. A gente bebia, jogava videogame, fumava maconha, fazia karaokê, via uns vídeos bestas, um pouco de tudo. Depois a gente resolveu fazer uma loucura e botou umas cumbias. A gente começou a dançar e zoar os três. Dancei com os dois e não vou mentir, teve momentos de tensão sexual não só com o Mauri, mas também com o Fabri. Até surgiu "na zoeira" a ideia de me fazerem um sanduíche dançando, e eu, claro, fui pra cima e rebolava bem putinha pros dois. Em um momento, já com tesão mas sem querer estragar tudo, me colo no meu boy, e com tanto baile e atrito não demorou pra gente começar a se beijar. Depois de um tempo e vendo que o Fabri não tava incomodado, a gente se empolgou e foi ficando mais intenso, comendo a boca um do outro e se apalpando. Em um momento, já sem ligar muito pro que o amigo dele pensava, eu e o Mauri fomos pro quarto. A música estava Alta, servia pra disfarçar um pouco o som, e supostamente o Fabri em algum momento ia saber o que fazer e ir embora, e bom, acho que esse momento tinha chegado. No entanto, a gente não sabia se ele tinha feito isso ou se tinha ficado no sofá, já que estávamos no quarto super excitados e não távamos nem aí. O Mauri era lindo, dotado e sabia foder muito bem. Eu já no quarto queria comer ele inteiro. Dois beijos no quarto e, de tesão, já puxei o short de futebol dele e me ajoelhei. Ele não tinha tomado banho depois do jogo, mas o cheirinho de homem dele me deixava ainda mais excitada. Passei um pouco o pau dele pelo rosto... e comecei a chupar, super quente e cheia de vontade. Na hora ele começou a gemer e o pau dele ficou molhado, ficando super duro dentro da minha boca. O álcool desinibiu, e ele não disfarçava e gemia alto... eu dava um boquete com a minha melhor arte, já que sempre adorei chupar pica. Em um momento eu caio na real e digo... "cara, o Fabri, não sei se ele foi embora. A namorada largou ele, capaz dele estar ouvindo e ficar mal". E ele me diz... "e bom, a gente convida ele". No começo eu dou risada, e digo "não dá, doido"... "Tá tá, esquece" ele me diz. Continuo chupando ele... mas minha mente pervertida começa a voar. Enquanto faço meu trabalho de joelhos, começo a imaginar o Fabri me pegando por trás e entrando ao mesmo tempo que eu dou oral. Começo a me tocar enquanto faço o boquete, e o Mauri, que já tinha me comido muito e me conhecia bem, me diz... vai, eu sei que você quer... lembra da fantasia que me contou? Que queria ficar com dois caras? Quando ele me diz isso, percebi que eles tinham tudo planejado, o Mauri sabia da minha fantasia e queria me fazer uma suruba com o amigo dele. Eu, sinceramente, já estava super excitada, a situação me deixou ainda mais a mil, e percebi que era a hora de experimentar meu primeiro ménage. Falei pro Mauri... "ele não foi embora, né? Vocês querem me fazer uma suruba?" e dou uma risada com um sorriso safado. O Mauri me diz... "e sim, a gente quer te dar muito nós dois... e você você também quer. Vamos dar uma alegria para o recém-separado?" Ele me come a boca, me apalpa toda, me chupa a orelha, sabendo que eu adoro. Falei no ouvido dele "vai, chama ele". Ele foi buscar e eu fiquei uns segundos sozinha no quarto, me sentindo meio vulnerável, com uma mistura de vergonha e tesão, sabendo que iam entrar dois caras para me fazer de festa. Assim que o Fabri entra no quarto, rola um momento bizarro de tensão... a gente se olha e dá uma risada gostosa. Enquanto os três estamos rindo, eu fico olhando pro Fabri e mordo os lábios pra dar a entender que estamos em confiança. Ele se aproxima e começa a me beijar e me apalpar, dava pra ver claramente que ele estava com muita vontade e que eu o deixava excitado. Em 2 segundos o pau dele ficou duro, e eu senti ele roçando na minha perna, e pra confirmar que era minha noite de sorte, pude notar que ele também estava muito bem armado. Meu boy não fica parado e me apoia por trás. A sorte estava lançada, começa a putaria dos 3 e eu me entrego e fico com muito tesão. Eles foram me despindo, e ao ficar completamente pelada, de novo me senti vulnerável... Uma sensação estranha, de insegurança mas ao mesmo tempo de submissão que me deixava mais excitada. Eu queria tudo e minha umidade não disfarçava. Bom... Os beijos com o Fabri fizeram a gente pegar fogo. Nem lento nem preguiçoso, ele não demora a tirar o pau. Eu olho e começo a tocar, confirmando a impressão que tive quando ele encostou na minha perna. Era um pau bonito e bem grosso. Os beijos continuam, nos aproximamos da cama, eu jogo ele de costas na beirada da cama, começo a chupar ele numa posição quase de quatro, deixando meu cuzinho bem empinado para o Mauri aproveitar. Meu boy começa a tocar meu cuzinho, as nádegas e a buceta por trás. Depois ele abre caminho com uns beijos de língua e seus dedos na minha buceta já encharcada nessa altura. Eu chupava e lambia as bolas do Fabri, deixando ele com o pau duríssimo. Além disso ele estava todo depilado, e isso Isso me inspirava a chupar ainda mais. Aproveitei bastante essa sensação, era algo que eu tinha imaginado muitas vezes. A Mauri não demora para parar de me tocar e me dar beijos negros, e passa a me penetrar vaginalmente por trás. Enquanto isso, o Fabri segurava meu cabelo, ordenando que eu continuasse a chupá-lo. Em um momento, a coisa ficou intensa, com o Fabri puxando meus cabelos e marcando o ritmo do boquete, e a Mauri me comendo com tudo e dando palmadas fortes, daquelas que deixam vermelho. Eu me sentia dominada, usada, e a sensação de submissão e de estar presa entre os dois me deixava louca. Aos poucos, a Mauri, que estava atrás, foi brincando com saliva e dedos na minha bunda, ela já me conhecia e tinha preparado o terreno com os beijos negros. Depois de alguns minutos, o boquete também foi ficando cada vez mais intenso. O Fabri, em um momento, não aguenta mais e eu vejo que ele vai gozar. É tão bom que naquele momento de êxtase ele conseguiu soltar uma palavra e me dizer "acabo"... meu olhar luxurioso e minha atitude de continuar chupando com toda a arte dos meus lábios e da minha língua deram o sinal verde para ele encher minha boquinha de porra. Ele soltou dentro da minha boca uma descarga potente, e eu, de tão excitada que estava, engoli tudo. Foi tanta porra que saiu, que um pouco escapou da minha boca e foi para o pau dele, que eu não demorei a limpar de novo. Eu estava extasiada, era um momento incrível, deixando todo meu tesão sair, me sentia muito, mas muito puta. O Fabri, exausto, foi descansar na cama, enquanto a Mauri continuava me comendo. Ao ver que eu deixava ela brincar com minha bunda e respondia com gemidos, ela se animou para mais, já me conhecia e sabia que eu estava pronta. Ela passou de brincar com os dedos a encostar a ponta do pau na porta do meu cu. Eu só consegui soltar um "mmm", dando a entender que queria que ela arrombasse meu cuzinho. Apesar de ter a boca livre agora, eu tinha dificuldade para falar pelo êxtase do momento, já tinha gozado duas vezes. Ela começou a entrar devagar, nas vezes que eu transava com ela sozinha tinha uma preliminar mais longa para o anal. Mas dessa vez não foi difícil, eu estava tão excitada que me abri na hora... ele começou a entrar e foi empurrando, meu cuzinho foi cedendo aos poucos mas avançando firme. Esse momento quando começa a entrar eu adoro, me deixa muito excitada e me faz sentir muito muito puta. Além disso, o cara que eu tinha acabado de engolir a porra agora estava vendo tudo, tinha um pornô ao vivo e em cores, e ia ver como faziam meu rabo. Voltei a sentir aquela mistura de vulnerabilidade e tesão que me deixou a mil. Mauri continuou empurrando na minha bunda, até que senti seus ovos roçando na minha buceta. Ele deixou assim, todo dentro por uns segundos para meu rabo se acostumar. Nesse momento Fabri chegou perto e comeu minha boca. Ele nos olhava sem acreditar... Começou a tentar se tocar mesmo ainda com o pau mole, e eu ainda com o gosto do pau e do sêmen dele na minha boca. Tinha muito tesão. Vendo como eu estava gostando e cedendo meu cuzinho, Mauri foi entrando e saindo cada vez mais rápido. Depois de alguns minutos ele estava metendo com tudo, selvagem... não podiam faltar as palmadas na bunda, puxões de cabelo, enquanto me dizia sacanagens. "Olha como cabe tudo nesse cuzinho lindo" ... "você engoliu tudo do Fabri e eu vou gozar no seu cuzinho"... entre outras coisas que ele dizia sem se segurar e eu não respondia, simplesmente me abria cada vez mais para sua penetração, enquanto gemía e gritava como uma louca. Ele continuou comendo meu rabo muito intenso, até que percebi que o momento dele estava chegando. Ele estava me fodendo com mais força que nunca, eu só gritava já extasiada, já que enquanto tudo isso acontecia eu tinha tido vários orgasmos. Ele parou de puxar meu cabelo para firmar as duas mãos no meu quadril e meter com tudo, até encher meu cuzinho de porra. Senti o pau dele inchando na minha bunda até descarregar e deixar tudo molhado. Ele soltou um gemido que denotava muita tensão sexual acumulada, ficou dentro de mim uns segundos e aos poucos foi tirando o pau. Depois caímos os três exaustos na cama de tanto sexo... além disso, os efeitos da maconha e do álcool ainda estavam rolando, então depois de nos limparmos um pouco, não demorou para pegarmos no sono. Fabri em um momento se levantou e foi para o sofá, mas agora feliz por ter recebido um boquete maravilhoso e por ter visto o amigo dele me comendo. No dia seguinte, a ressaca bateu forte, e eu tinha que ir embora. Foi tudo muito louco e prazeroso ao mesmo tempo, e não me arrependo de nada. ----------------------------------------------------------------- Espero que tenham gostado do meu relato. Deixem pontinhos e COMENTEM! Quero ler o que isso gerou em vocês. Beijoss!!!

21 comentários - Minha primeira transa a três com dois caras

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Excelente relato me dejaste la pija bien grande y parada saludos dejo puntos 10
Gracias! Y que lindo generar eso...
333354
@Lulita_Sumisa seee subí más material saludos
Cmychel +1
Uff me dejo a mil este relato ahora tendré que jugar en la ducha 🔥🔥 dejo 10 bella!!
Ufff que lindo leer eso! Te voy a imaginar jugando jeje. Besitos!
Muy bien disfrutado!!! Y lo disfrute leyendo y recordando mí experiencia con dos chicos! Va un 10!
Ufff que lindo. Es un vicio
ufff que rica experiencia me lo imagine todo
y no repetiste despues
dejo 10 puntos buen post pasa por los mios besos
Me alegro que lo hayas disfrutado, obvio que repetí jaja te mando besos húmedos!
Tremendo relato ❤️ me detonaste la verga imaginando tu culito goloso. 🔥
Ufff que lindo, salió mucha 🥛?
hschsc
Que historia caliente!!! Me latía la verga al leer! Muy bien contada
Que lindo! Beso
69_xx
Me dejaste la pija re dura!!!
Que lindo, y no descargaste?
69_xx +1
@Lulita_Sumisa siii, todo lo que tenia
@69_xx ufff
Aldmon +1
Una buena garchada de orto con jalón de cabello, para que te dejen embobada... Me dejaste imaginando lo y como se debieron de escuchar esos gemidos
Siii