Isso aconteceu há uns dois anos, eu tinha uns 20 anos, na época tava na faculdade. Tinha uma colega com quem a gente dividia várias matérias, então a gente sempre se juntava pra estudar. Ela tinha um namorado que estudava na mesma faculdade, mas em outro curso. O nome dela é (vamos chamar de) Gaby, nunca tinha visto ela de um jeito ousado ou sexual, nunca até aquele dia...
A gente se encontrou cedo na minha casa porque tínhamos uma prova chegando, era hora de estudo pesado. Ela chegou umas 10h da manhã e a gente começou a revisar anotações, fazer exercícios e tirar dúvidas um do outro. Ao meio-dia, fiz um arroz com atum (o clássico almoço de estudante) e demos uma pausa. Ficamos conversando um pouco depois de comer, e ela precisava ver algo no computador. Pegou o notebook dela enquanto eu terminava de lavar a louça. Passei por trás dela quando já tava levando os apontamentos de volta pra mesa e vi de relance que ela tava com o WhatsApp Web aberto, conversando com o namorado sobre como ela iria pra casa dele à noite.
Sentei do lado dela e comecei a ler o que a gente precisava estudar, mas de olho ia lendo a conversa dela. Me distraí um segundo com um exercício que não entendia e, quando olhei de volta, ela tinha afastado um pouco o notebook e também tava pegando os apontamentos dela. A última mensagem que aparecia na tela era um emoji de língua que ele tinha mandado, tipo no final de uma piada ou algo assim. Perguntei sobre o exercício que eu não tava entendendo e, juntos (bem juntinhos, pra ser sincero), começamos a tentar resolver. Depois de um tempo tentando, decidimos procurar na bibliografia algo que ajudasse. Ela voltou pro notebook e respondeu aquele emoji: "essa língua aí, sabe onde eu gostaria de colocar?" e rapidinho mudou de janela pra procurar nos arquivos algo que ajudasse com o problema.
Passamos um tempão procurando até achar várias pistas e nos juntamos pra resolver. Num momento, não sei bem como cheguei lá, mas eu tava acariciando a perna dela enquanto ela me explicava o que tinha entendido, não parecia incomodar ela, mas não passei disso e depois de umas carícias, quando ela terminou a explicação, mostrei o que eu tinha entendido e usei as duas mãos pra virar as folhas. Daí a pouco a gente já tava noutro assunto e ela abriu o chat de novo, tinha uma resposta: "óbvio, vou ter minha língua toda aí embaixo hoje", ela escreveu: "e a minha também é pra você 😉"
Eu fiquei paralisado vendo aquele chat e de canto de olho vi que a Gaby tinha abaixado a regata de gola redonda mas folgada, e um dos ombros tava bem baixo, tão baixo que o decote dela ia até a parte de cima dos peitos, não dava pra ver nada mas dava pra intuir o suficiente, e isso junto com o chat tava me deixando com tesão.
Notei o olhar dela também de canto de olho, viu que eu tava lendo o chat dela e continuou escrevendo: "o que mais você faria comigo? tô com uma vontade de você chupar tudo e depois enfiar os dedos, só de pensar já tô me molhando, e olha que eu tô na casa da minha amiga"
Com essa mensagem imaginei de tudo! e meu pau começou a apertar dentro da calça, as folhas, as anotações e o estudo foram pro caralho, uma das minhas mãos ainda segurava o lápis fingindo que continuava lendo mas meus olhos estavam noutro texto.
"Gaaaby você vai me deixar com tesão e eu tô na aula, você pelo menos podia ir no banheiro se aliviar, ou se aliviar com o Diego hehe" ele respondeu e continuou: "depois eu comeria sua boca com todo o seu gosto nos meus lábios, sei que você adora isso"
"oooh isso eu ia adorar muito! sim! você sabe que eu gosto disso" ela respondeu pra segunda mensagem, minha colega, e depois respondeu pra primeira: "também adoro te deixar com tesão quando você tá na aula, hahaha cala a boca idiota como vou me aliviar com ele! embora se eu tiver muito molhada já!" e enquanto escrevia essa mensagem senti algo tocando minha perna uma e outra vez, era a perna dela se apoiando na minha porque ela abria e fechava as pernas, eu me mexi um pouco. pra me aproximar e quando ela percebeu, deixou a perna apoiada e começou a mover pra cima e pra baixo, como acariciando minha perna com a dela. Eu reagi descendo a mão e apoiando na coxa dela, comecei a acariciar devagar, mas me fiz de desligado, sei lá por quê. Com a outra mão, arrumei as folhas na minha frente e, com o olhar agora fixo na mesa, fingi que estava estudando sem parar de acariciar a perna dela.
Eu ouvia ela continuar digitando, mas não queria olhar de novo, e de repente ela se aproximou mais, fazendo minha mão parar na virilha dela. Mesmo por cima da calça, senti o calor saindo de lá. Ela apoiou uma mão nas minhas costas e me acariciou suavemente, enquanto perguntava:
— E aí? Como é que tá?
— Aaahn, tô bem, isso aqui é mais fácil.
— Não tô falando do estudo. Acho que você não viu as últimas mensagens, viu?
Eu fiquei vermelho e um suor frio escorreu. Olhei pra tela e o chat dizia:
"Por que você não desabafava com ele? Várias vezes você me disse que tava a fim dele?" ele disse, e ela respondeu: "Tem certeza? Sei que ele é um dos meus permitidos, mas não sei... igual, se eu tiver muito molhada, quero sentir alguma coisa AGORA lá embaixo"... "hahaha você é uma safada, Gaby! Sim, faz o que quiser, mas à noite me conta tudo com detalhes enquanto eu chupo você" foi a última mensagem dele.
Demorei um segundo pra ler tudo e quando percebi, ela estava beijando meu pescoço e sussurrando:
— Coloca a mão, quero que sinta como eu tô molhada, como você me deixa molhada.
Obedeci sem hesitar. Enfiei a mão por baixo do moletom dela, mas por cima da calcinha. Tava encharcadíssima e com o menor toque ela suspirou no meu ouvido. Comecei a tocar ela, primeiro esfregando meus dedos de baixo pra cima e depois apertando um pouco, assim por vários ciclos. A cada pressão, a calcinha dela afundava mais nos lábios e eu começava a sentir a maciez da buceta dela. Tava depilada e com a lubrificação que ela tinha, aquilo tava muito, muito macio.
— Quero que você passe a língua. por favor.
Ela gemeu no meu pescoço.
- sim, quero fazer isso desde que você contou pra ele da linguadinha
Então eu empurrei os papéis pra cima da mesa, alguns até caíram no chão, e convidei ela pra sentar em cima da mesa. Ela rapidamente se levantou, tirou toda a calça e a calcinha num instante e sentou na minha frente. Eu ainda sentado na cadeira, aproximei meu rosto da virilha dela, e o cheiro me deixou louco. Comecei a chupar ela como se não houvesse amanhã, lambida atrás de lambida, ela ficava cada vez mais molhada. Minha saliva e os fluidos dela se misturavam e escorriam pela mesa. Minhas mãos se aproximaram e não foi difícil enfiar até três dedos naquela buceta dilatada. Foi aí que as pernas dela começaram a tremer e ela apertou minha cabeça.
Meus dedos entravam e saíam, fazendo ela tremer cada vez mais, e minha língua torturava o clitóris dela. Meu queixo não se cansava de ficar aberto na frente da buceta gostosa da minha parceira. Continuei, continuei e continuei, mesmo quando ela começou a gritar o nome do namorado. Aquilo me deixava ainda mais excitado. Com a mão livre, desabotoei minha calça, puxei meu pau pra fora e comecei a bater uma, enquanto aumentava o ritmo da dedada que eu tava dando na Gaby.
Ela gritava:
- aiii simmm assim Pedrinho, assim! não para, não para!!!
e mesmo eu não sendo o Pedrinho, continuei e não parei...
O corpo dela tremeu inteiro, ela se afastou de mim e se contorceu, tremendo, em cima da mesa. Eu me levantei e comecei a me masturbar vendo ela se revirar de prazer. Ela tentou fixar o olhar no meu pau, mas as pernas tremiam e os olhos reviravam.
Finalmente ela se recompôs, desceu rápido da mesa e ficou de pé na minha frente. Minha ereção encostou na barriga dela enquanto ela me abraçava e me beijava com a boca cheia dos fluidos dela, cheia do gosto dela.
Depois de uns minutos nos beijando, ela foi pro banheiro com a roupa. Quando saiu, eu já tinha subido a calça, feito um chimarrão e estava sentado na mesa terminando de arrumar os papéis.
Ela me olhou de um jeito safado e disse:
— Vamos continuar com o estudo?
E foi assim, seguimos estudando normalmente, como se nada tivesse acontecido... pelo menos por mais algumas horas...
A gente se encontrou cedo na minha casa porque tínhamos uma prova chegando, era hora de estudo pesado. Ela chegou umas 10h da manhã e a gente começou a revisar anotações, fazer exercícios e tirar dúvidas um do outro. Ao meio-dia, fiz um arroz com atum (o clássico almoço de estudante) e demos uma pausa. Ficamos conversando um pouco depois de comer, e ela precisava ver algo no computador. Pegou o notebook dela enquanto eu terminava de lavar a louça. Passei por trás dela quando já tava levando os apontamentos de volta pra mesa e vi de relance que ela tava com o WhatsApp Web aberto, conversando com o namorado sobre como ela iria pra casa dele à noite.
Sentei do lado dela e comecei a ler o que a gente precisava estudar, mas de olho ia lendo a conversa dela. Me distraí um segundo com um exercício que não entendia e, quando olhei de volta, ela tinha afastado um pouco o notebook e também tava pegando os apontamentos dela. A última mensagem que aparecia na tela era um emoji de língua que ele tinha mandado, tipo no final de uma piada ou algo assim. Perguntei sobre o exercício que eu não tava entendendo e, juntos (bem juntinhos, pra ser sincero), começamos a tentar resolver. Depois de um tempo tentando, decidimos procurar na bibliografia algo que ajudasse. Ela voltou pro notebook e respondeu aquele emoji: "essa língua aí, sabe onde eu gostaria de colocar?" e rapidinho mudou de janela pra procurar nos arquivos algo que ajudasse com o problema.
Passamos um tempão procurando até achar várias pistas e nos juntamos pra resolver. Num momento, não sei bem como cheguei lá, mas eu tava acariciando a perna dela enquanto ela me explicava o que tinha entendido, não parecia incomodar ela, mas não passei disso e depois de umas carícias, quando ela terminou a explicação, mostrei o que eu tinha entendido e usei as duas mãos pra virar as folhas. Daí a pouco a gente já tava noutro assunto e ela abriu o chat de novo, tinha uma resposta: "óbvio, vou ter minha língua toda aí embaixo hoje", ela escreveu: "e a minha também é pra você 😉"
Eu fiquei paralisado vendo aquele chat e de canto de olho vi que a Gaby tinha abaixado a regata de gola redonda mas folgada, e um dos ombros tava bem baixo, tão baixo que o decote dela ia até a parte de cima dos peitos, não dava pra ver nada mas dava pra intuir o suficiente, e isso junto com o chat tava me deixando com tesão.
Notei o olhar dela também de canto de olho, viu que eu tava lendo o chat dela e continuou escrevendo: "o que mais você faria comigo? tô com uma vontade de você chupar tudo e depois enfiar os dedos, só de pensar já tô me molhando, e olha que eu tô na casa da minha amiga"
Com essa mensagem imaginei de tudo! e meu pau começou a apertar dentro da calça, as folhas, as anotações e o estudo foram pro caralho, uma das minhas mãos ainda segurava o lápis fingindo que continuava lendo mas meus olhos estavam noutro texto.
"Gaaaby você vai me deixar com tesão e eu tô na aula, você pelo menos podia ir no banheiro se aliviar, ou se aliviar com o Diego hehe" ele respondeu e continuou: "depois eu comeria sua boca com todo o seu gosto nos meus lábios, sei que você adora isso"
"oooh isso eu ia adorar muito! sim! você sabe que eu gosto disso" ela respondeu pra segunda mensagem, minha colega, e depois respondeu pra primeira: "também adoro te deixar com tesão quando você tá na aula, hahaha cala a boca idiota como vou me aliviar com ele! embora se eu tiver muito molhada já!" e enquanto escrevia essa mensagem senti algo tocando minha perna uma e outra vez, era a perna dela se apoiando na minha porque ela abria e fechava as pernas, eu me mexi um pouco. pra me aproximar e quando ela percebeu, deixou a perna apoiada e começou a mover pra cima e pra baixo, como acariciando minha perna com a dela. Eu reagi descendo a mão e apoiando na coxa dela, comecei a acariciar devagar, mas me fiz de desligado, sei lá por quê. Com a outra mão, arrumei as folhas na minha frente e, com o olhar agora fixo na mesa, fingi que estava estudando sem parar de acariciar a perna dela.
Eu ouvia ela continuar digitando, mas não queria olhar de novo, e de repente ela se aproximou mais, fazendo minha mão parar na virilha dela. Mesmo por cima da calça, senti o calor saindo de lá. Ela apoiou uma mão nas minhas costas e me acariciou suavemente, enquanto perguntava:
— E aí? Como é que tá?
— Aaahn, tô bem, isso aqui é mais fácil.
— Não tô falando do estudo. Acho que você não viu as últimas mensagens, viu?
Eu fiquei vermelho e um suor frio escorreu. Olhei pra tela e o chat dizia:
"Por que você não desabafava com ele? Várias vezes você me disse que tava a fim dele?" ele disse, e ela respondeu: "Tem certeza? Sei que ele é um dos meus permitidos, mas não sei... igual, se eu tiver muito molhada, quero sentir alguma coisa AGORA lá embaixo"... "hahaha você é uma safada, Gaby! Sim, faz o que quiser, mas à noite me conta tudo com detalhes enquanto eu chupo você" foi a última mensagem dele.
Demorei um segundo pra ler tudo e quando percebi, ela estava beijando meu pescoço e sussurrando:
— Coloca a mão, quero que sinta como eu tô molhada, como você me deixa molhada.
Obedeci sem hesitar. Enfiei a mão por baixo do moletom dela, mas por cima da calcinha. Tava encharcadíssima e com o menor toque ela suspirou no meu ouvido. Comecei a tocar ela, primeiro esfregando meus dedos de baixo pra cima e depois apertando um pouco, assim por vários ciclos. A cada pressão, a calcinha dela afundava mais nos lábios e eu começava a sentir a maciez da buceta dela. Tava depilada e com a lubrificação que ela tinha, aquilo tava muito, muito macio.
— Quero que você passe a língua. por favor.
Ela gemeu no meu pescoço.
- sim, quero fazer isso desde que você contou pra ele da linguadinha
Então eu empurrei os papéis pra cima da mesa, alguns até caíram no chão, e convidei ela pra sentar em cima da mesa. Ela rapidamente se levantou, tirou toda a calça e a calcinha num instante e sentou na minha frente. Eu ainda sentado na cadeira, aproximei meu rosto da virilha dela, e o cheiro me deixou louco. Comecei a chupar ela como se não houvesse amanhã, lambida atrás de lambida, ela ficava cada vez mais molhada. Minha saliva e os fluidos dela se misturavam e escorriam pela mesa. Minhas mãos se aproximaram e não foi difícil enfiar até três dedos naquela buceta dilatada. Foi aí que as pernas dela começaram a tremer e ela apertou minha cabeça.
Meus dedos entravam e saíam, fazendo ela tremer cada vez mais, e minha língua torturava o clitóris dela. Meu queixo não se cansava de ficar aberto na frente da buceta gostosa da minha parceira. Continuei, continuei e continuei, mesmo quando ela começou a gritar o nome do namorado. Aquilo me deixava ainda mais excitado. Com a mão livre, desabotoei minha calça, puxei meu pau pra fora e comecei a bater uma, enquanto aumentava o ritmo da dedada que eu tava dando na Gaby.
Ela gritava:
- aiii simmm assim Pedrinho, assim! não para, não para!!!
e mesmo eu não sendo o Pedrinho, continuei e não parei...
O corpo dela tremeu inteiro, ela se afastou de mim e se contorceu, tremendo, em cima da mesa. Eu me levantei e comecei a me masturbar vendo ela se revirar de prazer. Ela tentou fixar o olhar no meu pau, mas as pernas tremiam e os olhos reviravam.
Finalmente ela se recompôs, desceu rápido da mesa e ficou de pé na minha frente. Minha ereção encostou na barriga dela enquanto ela me abraçava e me beijava com a boca cheia dos fluidos dela, cheia do gosto dela.
Depois de uns minutos nos beijando, ela foi pro banheiro com a roupa. Quando saiu, eu já tinha subido a calça, feito um chimarrão e estava sentado na mesa terminando de arrumar os papéis.
Ela me olhou de um jeito safado e disse:
— Vamos continuar com o estudo?
E foi assim, seguimos estudando normalmente, como se nada tivesse acontecido... pelo menos por mais algumas horas...
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