4. O Chongo da Minha Namorada

Flor para na frente de Guido, com aquele sorriso de puta, segura do que quer e de como vai conseguir. Ele tá sentado no sofá, com o pau feito uma barra de aço apontando pro teto, duro, encharcado de saliva, brilhando e pedindo guerra. Ela provoca ele com uma dançinha curta, sensual, tirando o vestido devagar, descendo ele até cair no chão, revelando o corpo perfeito, pelado, com a calcinha fio-dental preta minúscula que mal cobre alguma coisa e aquele sutiã que segura os peitos lindos dela prestes a explodir. 

Flor monta nele com um pulo suave, encostando a buceta molhada naquele pauzão quente, e se entregam num beijo selvagem. Devoram a boca um do outro como se não se beijassem há anos. Ela puxa a calcinha fio dental pro lado, começa a esfregar a buceta depilada e escorregadia nele, roçando de cima pra baixo, fazendo pressão, criando um atrito que deixa os dois loucos. Ele apalpa os peitos dela com vontade e agarra a bunda com as duas mãos, apertando como se ela fosse dele. 

Tô sentado do lado, com a pica na mão, vendo tudo em primeira fila, sem perder um detalhe. Ela tá batendo uma punheta pra ele, enquanto olha com tesão. Se mexe sem parar pra frente e pra trás, toda gostosa, toda molhada. Passa a mão nele com maestria, enquanto os corpos se roçam, se esquentam, se devoram. 

—Que pau gostoso você tem —diz Flor, gemendo, enquanto aperta ele com o corpo. 

—Quer ver como entra inteira, amor? —ela me pergunta, me olhando com aquela cara de puta encantada. 

Ela pega a pica e apoia na entrada da buceta. Desce devagar, bem devagar, soltando o peso aos poucos, deixando que essa pica abra caminho centímetro por centímetro. A cara da Flor é um postal: olhos fechados, boca entreaberta, gemendo baixinho, com aquela expressão de prazer absoluto. Ela tá sentindo cada milímetro, cada esticada, cada pulsada dessa pica dentro dela. 

—Saudades da sua pica —sussurra pro Guido, gemendo. 

Começa a se mover devagar, com ritmo, com controle. Ela domina. Vai marcando o passo com a cintura, enquanto chupa os dedos do Guido como se fossem uma extensão da rola dele. Enfia até o fundo da boca, olhando nos olhos dele, gemendo e se contorcendo em cima dele. Eu continuo batendo uma, duro, besta com a cena, vendo ela ser completamente ela mesma, curtindo o que gosta, entregue. 

—Que gostosa... —diz Flor entre gemidos. 

— Cê tá gostando? — ela me pergunta, com voz de adolescente no cio, enquanto continua pulando naquela pica. 

Só consigo morder meu lábio, à beira do delírio, enquanto me masturbo sincronizado com os movimentos dela. 

Ela respira fundo, pega nos peitos dela, aperta bem forte e diz: 

—Adoro pular na pica... 

Eu já não aguento mais. Flor estica a mão na minha direção e pega na minha pica, e começa a me masturbar enquanto continua montando no Guido. Ela me olha direto, com um olhar de puta assumida, gemendo, perdida no tesão. 

—Cê tá gostando, meu amor? — ela me fala, sem parar de comer o Guido. 

—Amo isso —respondo sem pensar. 

Ela me beija com uma língua ardente, desesperada, sem parar de se mexer em cima do Guido, sem parar de me masturbar. Tá pegando fogo. 

—Cogetelo —falo, rendido. 

Ela me solta, foca no Guido. Começa a cavalgar ele com mais força. Subidas e descidas profundas, batendo pele com pele, fazendo barulho, fazendo as tetas dela balançarem igual loucas. 

—Me enforca —pede pra Guido entre gemidos. 

Guido agarra o pescoço dela, firme, com uma mão, enquanto com a outra pega na bunda dela. Ele tá dominando e ela se entrega. Fecha os olhos, se rende ao prazer, se move como uma deusa em cima dessa pica dura. 

—Amo essa buceta —diz Flor quase gritando. 

Guido dá um tapa gostoso na bunda dela. O som é forte. 

—Ai sim, me bate de novo —ela pede. 

Outro tapa. Mais forte. O apartamento inteiro ouve. 

Flor fica louca. Rebolando, gemendo como uma fera. Guido acompanha com o movimento da cintura, bem fundo, bem lá embaixo. 

Tô batendo uma punheta com uma mão, com a outra seguro minha perna, tremendo. Tô vendo o melhor pornô da minha vida. E é ao vivo. E é ela. E é real. 

Flor tá gozando. Dá pra ver. Os gemidos dela são intensos, doces, desesperados. 

—Ah sim... como eu gosto dessa pica... 

—Adoro pular em cima dessa pica —ela diz pro Guido, olhando fixo pra ele. 

Tô no céu. Com a granada prestes a explodir só de ver ela tão puta, tão minha e tão livre. 

E ainda tem muita foda pela frente. 

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