3. A Buceta da Minha Namorada

Flor se ajoelha na frente do Guido, realizando minha fantasia. Sem tirar os olhos de mim, ela se encaixa entre as pernas dele, empina a raba pra trás —aquela raba empinada que brilha feito um convite pra tudo— e beija ele. Beijo profundo, de língua, com fome, com paixão. 

As mãos dele percorrem a barriga dela devagar, como se estivesse saboreando o terreno. Chega no volume marcado por baixo da cueca, pega com vontade, aperta um pouco. Guido não fala nada, mas o corpo dele diz tudo. 

Flor puxa a cueca dele pra baixo de uma vez, igual quem desembrulha um presente que já conhece de cor. Lá aparece a pica. Uma pica grande, grossa, cheia de veia, apontando direto na cara dela. Eu vejo ela morder o lábio, se lambendo, como se tivesse esperando por aquilo há séculos. 

Olha pra mim. Não precisa dizer nada. Sabe que tem sinal verde pra foder minha cabeça. 

Ela põe a língua pra fora e dá três batidinhas leves na ponta, como se tivesse batendo na porta. Depois, beija ele. Na ponta, no tronco, nas bolas. Começa a bater uma punheta suave, devagar, com uma delicadeza que me tirava o fôlego. A mão vai e vem, com a firmeza certa, fazendo aquela punheta que sobe pela espinha como um choque elétrico. 

Já tô com a pica na mão, dura pra caralho, vendo aquela cena como se fosse o melhor filme pornô já filmado. E era. Minha mina, toda putinha, tava batendo uma punheta pra outro na minha frente. E tava adorando. 

Ela desce com a boca, dando beijos lentos pelo abdômen, se aproximando do pau dele. Passa a língua pelo tronco, devagar, de baixo pra cima, com um sorriso no rosto, olhando nos olhos dele. Quando chega na cabeça, dá lambidas circulares, como se a cabeça fosse um sorvete e ela uma menina mimada. Faz um redemoinho com a língua, e depois desce de novo até as bolas, pra subir outra vez. De vez em quando, ela me lança um olhar. Cúmplice. Ardente. Quente. Olha pro meu pau e sorri. Eu me masturbo no mesmo ritmo que ela chupa ele. 

Ela cospe nele. Faz a punheta pra ele. Deixa ele todo melado de saliva, brilhando, escorregadio, molhadinho do jeito que ele gosta. Chupa a cabeça, suga, enfia tudo na boca e tira devagar. Guido olha pra ela, pega ela pelo cabelo, pela nuca, e começa a foder a boca dela suave, fundo, sem pressa. Ela se entrega. Engole ele, encaixa na garganta. Geme, feito uma boa head master. 

Eu olho pra eles. Fascinado. Extasiado. Invejoso. Tesudo. Com ciúme e orgulho ao mesmo tempo. Tô batendo uma com a pica dura igual um ferro, tentando não gozar. Tô vendo minha fantasia se tornar realidade:Flor, de joelhos, chupando uma rola grande como se fosse o café da manhã favorito dela. 

Ela muda o ritmo, tira ele pra fora, cospe na cabeça e continua batendo uma rápido enquanto respira ofegante. 

—Adoro chupar sua pica —ela fala pro Guido, toda putinha, olhando nos olhos dele. 

E aí, ele(a) olha pra mim: 

—Você gosta do jeito que eu chupo essa pica, amor? 

Eu nem consigo falar. Só fico balançando a cabeça, respirando pesado, a pica pulsando. E ela enfia de novo na boca com tudo. Engole com fome, até o fundo, mais fundo, quase no limite do engasgo. Ela adora isso. Isso faz ela feliz. Dá pra ver. Ela tá no auge. A Flor tá mostrando as melhores habilidades dela. A especialidade dela. 

Começam a soar os barulhos do boquete: a sucção, a saliva, o "cloc cloc" de uma garganta que engole a pica sem medo. Guido segura ela firme pelo cabelo e agoraEle tá comendo a boca dela sem parar., marcando o ritmo e a profundidade. Ela geme, deixa ele fazer. 

—Olha como a sua mina engole a pica toda —fala o Guido, me provocando, olhando nos meus olhos enquanto mete fundo. 

Tô destruído de prazer. Cheio de tesão. Uma mistura de emoções que nunca senti antes. É minha mulher… e ela tá fazendo isso. E eu não quero que pare. 

Flor, daqui a pouco, se ajeita entre os dois. Ela se ajoelha, pega uma pica de cada um. Uma em cada mão. Bate uma pra nós dois ao mesmo tempo, olhando na nossa cara com aquela expressão de puta feliz, com a respiração quente. 

—Adoro bater punheta —ela diz sorrindo, enquanto começa a me chupar. 

Ela engole de uma vez. Enfia o pau inteiro na boca, até o fundo, quente, molhada. Me olha enquanto tá com ele dentro. Continua batendo uma pro Guido com a outra mão. Depois troca, faz a punheta pra mim e chupa ele. A brincadeira me deixava louco. O contraste. O vai e vem. 

Até que chega o momento em que ela se concentra só nele. Me deixa batendo punheta, enquantoO Guido come ela com toda a alma.Ela engole como se fosse a única coisa importante do mundo. Não brinca mais: agora tá devorando ele. Não dá um descanso. Engole tudo. Enche a pica dele de saliva. Enfia inteira, até o fundo, gemidos, olhar de prazer. 

Tô vendo tudo de frente. A boca da Flor cheia de pau, babando toda. Guido fazendo ela engolir o pau. Tô batendo uma das mais lentas da minha vida, pra não gozar. Mas tô no limite. Ela adora isso. Adoro ver ela assim. Minha mina, bem putinha, engole pau, compartilhada. 

Flor levanta o olhar, encara ele nos olhos e diz: 

—Quero subir em cima da sua pica… 

E depois, olhando pra mim: 

—Me deixa comer ele, amor? 

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