Resgate Selvagem

Alana corria pela floresta com o vestido rasgado e os saltos na mão. A festa na fazenda tinha terminado em caos quando um grupo de homens armados invadiu, tentando sequestrá-la. Ela, a filha do magnata do petróleo James Valverde, era o alvo perfeito para pedir milhões de resgate. —"Por ali ela vai! Peguem ela!" — gritavam atrás dela.

Desesperada, sem saber para onde correr, ela tropeçou numa raiz e caiu. Foi então que o viu.

Um homem alto, com barba de alguns dias, corpo musculoso e uma espingarda pendurada no ombro, emergiu do mato. Seu olhar era duro, mas seus olhos tinham algo de terno. —"Está machucada?" — perguntou, sem perder tempo. —"Não... mas querem me sequestrar" — ofegou, tremendo. —"Me siga. Confie em mim."

Ele a carregou nos braços como se fosse uma pena, e desapareceram entre árvores e sombras até chegar a uma cabana escondida entre montanhas. Ali, Alana sentiu pela primeira vez em horas que podia respirar.

Ele se chamava Raúl. Ex-militar. Vivia sozinho, longe do mundo, fugindo de seus próprios fantasmas. Mas algo em Alana o tocou. Aquela mistura de beleza, medo e fogo interno.

Naquela noite, junto ao fogo, Alana não parava de olhar para ele. Ele estava sentado sem camiseta, com um ferimento recente no ombro. Seu torso era forte, marcado, viril. —"Deixe-me cuidar de você" — disse ela.

Com mãos trêmulas, limpou o sangue e colocou um curativo. Seus dedos percorreram seu peito... e ele a olhou com desejo contido. —"Sabe o que acontece quando uma mulher gostosa toca assim um homem que está sozinho há anos?" — perguntou.

Ela não respondeu. Simplesmente se despiu, seus seios eram perfeitos, de mamilos rosados, a buceta depilada, ajoelhou-se diante dele, abaixou sua calça e encontrou seu pau grosso e ereto, latejante.Resgate Selvagem—Deixa eu te agradecer —sussurrou. O boquete foi lento, profundo, molhado. Ela olhava nos olhos dele enquanto engolia até a garganta. Ele grunhiu, acariciando seu cabelo, segurando sua cabeça enquanto enfiava tudo.
—Você é uma deusa maldita —ele arfou, logo antes de gozar na sua boca.
Ela engoliu tudo, sem desviar o olhar.
Essa noite, na cama de madeira, Alana subiu nele, nua, esfregando sua buceta no pau dele enquanto o beijava e seus peitos roçavam seu peito.
—Quero te sentir dentro. Quero cavalgar até esquecer o medo.
Ela o enfiou todo de uma sentada, gemendo de prazer, movendo-se com um ritmo selvagem. Seus peitos balançavam, sua buceta apertava seu pênis com uma força molhada e deliciosa.
Raúl segurou sua cintura e a enfiava de baixo, forte, fazendo-a gritar.
—Mais… mais forte… me enche! —ela gritou, perdida no prazer.
Depois ele a virou, pegou por trás, e enfiou com força, comendo ela como uma fera, batendo na sua bunda enquanto ela gemía como uma puta no cio.
A foda foi longa, intensa, suada. Gozaram juntos, várias vezes, até ficarem abraçados, ofegantes, com os corpos encharcados e os corações acelerados.
Alana acordou em seus braços, com um sorriso que não conhecia. Tinha sido resgatada… mas também tinha encontrado algo mais.
—Não quero voltar —ela disse, acariciando seu peito—. Quero ficar com você.
Raúl a olhou, sério… e depois sorriu.
—Então fica. Vou te proteger. E vou te amar… cada noite, como ontem.
E assim começou sua nova vida: entre perigo, desejo e uma paixão que virou amor.gostosaO estalo de um galho foi suficiente para Raúl pular da cama com a arma na mão. Alana cobriu o peito com o lençol, o coração batendo forte.
— Eles estão aqui… — ele murmurou, espiando pela janela.
Três figuras se moviam entre as árvores. Sombras armadas, procurando algo mais que dinheiro. Queriam vingança.
— Temos que ir. Agora.
Raúl lhe deu roupas e uma mochila pequena. Eles saíram por um alçapão secreto sob a cabana e adentraram a floresta, sob a chuva, entre galhos que cortavam a pele e a lama que os encharcava até os ossos.
Caminharam por horas, até chegarem a uma elevação coberta de neblina. Lá, escondida entre troncos antigos e raízes como braços, estava a casa na árvore: um refúgio que Raúl construíra anos atrás, quando só confiava na solidão.
— Aqui ficaremos seguros por um tempo — disse, ajudando-a a subir.
O interior era quente, com cobertores, lanternas e um pequeno fogão. Alana o abraçou, ainda tremendo.
— Você me salvou de novo…
— Não vou te perder.
Naquela noite, rodeados pela escuridão e pelo som da tempestade, o desejo voltou com mais força do que nunca.
Ela o despiu lentamente, como se o estivesse descobrindo pela primeira vez. Beijou cada cicatriz em seu torso, descendo por seu abdômen até encontrar seu pau duro, latejante, carregado de tensão.
Ela o levou à boca com fome, movendo a língua como uma expert, chupando com intensidade, enquanto ele segurava seu cabelo e gemia:
— Porra, Alana… você vai me fazer explodir…
Mas ela queria mais. Subiu sobre ele, completamente nua, e guiou seu pau para dentro de sua buceta com um suspiro abafado. Cavalgou com força, com movimentos molhados, rítmicos, seu corpo batendo contra o dele, seus peitos em seu rosto, sua boceta molhada engolindo cada centímetro.
— Preciso de você dentro… fundo… me faz sua, Raúl… — ela sussurrava, perdendo-se no prazer.
Ele a agarrou com força, a fodeu de lado, depois de costas, a colocou de quatro, segurou o pau e enfiou na bunda dela, meteu com força selvagem, batendo na bunda dela com uma mão enquanto com a outra segurava seu pescoço.peitos—Diz que você é minha —ele rosnou, metendo com força.
—Eu sou sua! Toda sua! Me fode mais forte!

Ela gozou com um grito, sentindo a porra quente dele enchê-la por dentro segundos depois.

A manhã chegou com uma névoa suave e o silêncio da montanha. Alana, ainda entre os lençóis, olhou para ele.
—Não importa o quanto a gente fuja. Eu só quero ficar com você.

Raúl acariciou sua bochecha.
—Você não vai mais precisar fugir. Vou acabar com esses caras… e depois, esse refúgio vai ser nossa casa. Nosso ninho.

Ela sorriu. A guerra não tinha acabado… mas o amor também era uma forma de resistir.

Raúl tinha passado a madrugada preparando armadilhas. Com a espingarda no ombro e um olhar decidido, entregou uma pistola para Alana.
—Pronta?

Ela assentiu. Já não era a garota assustada de dias atrás. Agora era sua companheira. Sua guerreira.

Desceram da casa na árvore com a furtividade de predadores. O grupo criminoso estava acampado perto do rio, confiantes de que os tinham encurralado. Não sabiam que a caça tinha se invertido.

Tudo aconteceu em segundos. As armadilhas explodiram com violência. Tiros. Gritos. Raúl se movia como uma sombra letal, e Alana, de uma pedra alta, cobria suas costas com tiros certeiros. Um a um, os homens caíram. Até que o último, ferido, implorou pela vida.

Raúl encarou ele.
—Isso é por querer tocar no que é meu.

Atirou sem hesitar.

Dias depois, um helicóptero descia numa área aberta da montanha. Alana, suja, desgrenhada, mas mais linda do que nunca, abraçou Raúl com lágrimas nos olhos.

A civilização a recebia com câmeras, sirenes, seguranças e jornalistas. Mas ela só tinha olhos para ele.
—Vem comigo. Não vou te deixar aqui —ela disse.
—Eu não pertenço a esse mundo…
—Então faz por mim. Me faz sua todos os dias, numa cama limpa, com lençóis macios… ou no chuveiro, ou na cozinha, onde você quiser. Mas comigo.

Raúl a beijou. Aquele beijo que tinha nascido na fúria e agora se transformava em amor de verdade.

O hotel de luxo cheirava sabonete caro e perfume floral. Alana saiu do banho com um roupão de seda e o encontrou sentado na cama, pelado, esperando por ela com um sorriso.
—Você disse que queria fazer na cozinha, mas ainda nem saímos do quarto…
—É que não consigo esperar mais —ela disse, soltando o roupão.BucetaEla se ajoelhou entre suas pernas, agarrou seu pau, chupando com ternura e paixão. Ele gemeu, acariciando seu cabelo, sussurrando seu nome. Depois a colocou na cama, e ela montou nele como uma deusa, com a buceta molhada, cavalgando devagar, fundo, olhando-o com amor.

— Agora você é meu… para sempre — ela disse, enquanto seus quadris subiam e desciam, molhados, encaixados perfeitamente.

Ele a abraçou, a virou e a comeu com força, fazendo-a sua mais uma vez, mas desta vez com algo além de desejo. Com entrega. Com futuro.

Gozaram juntos, abraçados, seus corpos tremendo de amor e prazer.

Alana, a herdeira, havia encontrado sua liberdade não no dinheiro, mas nos braços de um homem selvagem… que a havia amado no meio do perigo, e que agora, a faria sua todas as noites, sem medo.vadia

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