Trago um novo relato, agora sobre uma streamer, Tiktoker mexicana... Lightmoon 🔥🔥 Espero que gostem e não esqueçam de deixar seus pontos 🔥🔥 🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥 A luz do sol entrava preguiçosa pela fresta da persiana. Batia direto na minha cara, como se dissesse "acorda logo, vagabundo". Me espreguicei um pouco na cama, os ossos estalaram gostoso. Não tinha pressa. Domingo, e com os dias de folga que deram no trampo, eu tinha praticamente meia semana pra não fazer nada. Ou pra fazer o que desse na telha. Levantei coçando a nuca, ainda meio grogue, e fui direto pro banheiro. Lavei o rosto com água fria e escovei os dentes na calma. O espelho refletia minha cara inchada de recém-acordado, mas nem ligava. Hoje não tinha correria. Hoje tudo ia ser devagar. Fui pra cozinha e peguei um pouco de carne frita que tinha guardado no dia anterior. Joguei no micro-ondas e, enquanto girava no prato de vidro, o cheiro abriu meu apetite. Bem na hora que apitou avisando que tava pronta, bateram na porta. — Porra — murmurei entre os dentes —. Agora, é? Cheguei perto e abri. Era Marcos Acevedo, meu vizinho do lado. Esse filho da puta sempre aparecia quando precisava de algo. Já tinha me pedido desde alicate de mecânico até carregar o celular dele quando a luz caía. — Qualé, mano? — falei, meio sorrindo. — Fala, irmão — respondeu com aquele tom relaxado dele, confiante, como se fôssemos amigos de infância. Me contou que ia pra Monterrey a trabalho, uns dias só. Já sabe, coisa de engenheiro de campo, instalação de cabeamento, andar pra lá e pra cá. Disse que a irmã dele ia ficar na casa dele durante esses dias, mas que ela era muito de andar na rua e que não confiava muito em deixar a segurança do lugar com ela. — Só dá uma olhada, parceiro. Já sabe, pra não entrar rato ou algum doido — falou, enquanto tirava o celular e anotava o número dele, pra qualquer coisa. — Beleza, sem problema. Tu Fica tranquilo, tio" —falei. No fim das contas, não me custava nada. Ele me deu um tapinha no ombro e, sem mais, virou as costas, subiu no carro dele e arrancou rumo ao aeroporto. Fiquei um segundo vendo o carro se afastar. Depois fechei a porta e fui tomar café. Me servi um copo de suco gelado, acompanhei com a carne já quente e sentei pra comer sem pressa, vendo o sol entrar suave pela janela. Era um dia bom, sem muito barulho, sem pressão. Depois me joguei no sofá, de barriga cheia, e liguei a TV pra ver se a Netflix tinha algo decente. Comecei a navegar entre as séries, mas nada me chamava a atenção. Tudo que eu tinha começado e largado no meio. Clássico. Aí ouvi o motor de um carro parar na frente da casa do vizinho. Espiei pelas persianas. Pois é… era a irmã do Marcos. Não dava pra ver direito por causa do portão entre as duas casas, mas dava pra perceber que ela tava com uma roupa branca, tipo um conjunto justo. Um macaquinho? Uma calça com blusa colada? Não soube direito, mas o corpo dela marcava… isso eu notei. Ela tinha postura, isso era inegável. Caminhava como se não precisasse de ninguém. Com firmeza. Como se soubesse que mais de um tava olhando sem conseguir evitar. Só pensei comigo: Tomara que não seja igual ao irmão, pedindo favor toda hora. A tarde passou tranquila. Não fiz quase nada. Tomei um banho rápido quando anoiteceu, jantei algo leve e me joguei na cama pra mexer no celular. As notificações tavam mortas, então larguei o telefone de lado e apaguei a luz. Fechei os olhos. Silêncio total. Ou quase. Lá pelas dez e meia da noite, bem quando o sono tava começando a vencer, uma música começou a tocar alta da janela do lado. Não era qualquer música, era daquelas com batidas pesadas, meio eletrônicas, que fazem o vidro vibrar se você aumenta o volume. E a janela do meu quarto dá bem na da casa do Marcos. A irmã dele, Claro, não fazia ideia do quanto dava pra ouvir do meu quarto. Soltei um bufado. Enfiei a cabeça no travesseiro, mas não adiantou nada. A música continuava. Pensei em mandar uma mensagem pro Marcos, mas ele já devia estar voando. Então levantei, vesti uma camiseta e fui direto bater na porta dela. Bati duas vezes. Firme, mas sem ser grosso. A música continuou por mais uns segundos, aí baixou de repente, e logo depois a porta se abriu. E lá estava ela. A irmã do Marcos. De perto… era outro nível. Ela tava usando uma espécie de macacão esportivo cinza, justo no corpo, como se tivesse pintado nela. O tecido fino marcava o contorno dos peitos dela, firmes e médios, e a cintura fina que se abria nuns quadris perfeitamente desenhados. Ela tava descalça. O cabelo preso, meio molhado, como se tivesse acabado de tomar banho.
Ela me olhou bem nos olhos, com um sorrisinho maroto, como se já soubesse por que eu estava ali antes mesmo de eu falar. — Sim? — perguntou com a voz calma, meio rouca, quase brincando. Engoli seco disfarçadamente. — Desculpa incomodar… é que a música tá bem alta no meu quarto. Tava com dificuldade pra dormir, só vim ver se você podia abaixar um pouco — falei, mantendo a compostura. Ela sorriu mais. Baixou o olhar e levantou de novo, como se me analisasse. — Nossa, não sabia que tava tão alta assim… desculpa, vizinho. Não queria te atrapalhar. Já abaixei, sem problema. — Valeu, sério. Era só isso. — Não quer entrar um pouquinho? Já que você tá aqui… Preciso da opinião de alguém pra um vídeo que tô fazendo — disse ela, com aquele tom suave, mas com algo por trás. Não era uma simples cortesia. Era um convite… diferente. Fiquei parado meio segundo, avaliando. E por que não? pensei. Concordei de leve. — Beleza, mas só um instante. — Perfeito — disse ela, abrindo mais a porta e se afastando. Entrei, e mal cruzei a porta, senti o perfume suave que flutuava no ar, quente, feminino. Algo naquela casa cheirava a desejo sem ter começado nada ainda. E ela… se movia com uma naturalidade tão provocante, que eu já sabia que aquela noite não ia dormir cedo. Ela fechou a porta atrás de mim com cuidado. A casa cheirava a baunilha, limpa, com um toque feminino que não deixava dúvidas de que o espaço já tinha outra energia desde que ela chegou. — A propósito, sou Diana. Diana Acevedo — disse ela, enquanto caminhava até a cozinha americana. — Quer alguma coisa pra beber? — Acabei de jantar, valeu — respondi, ajustando a camiseta. — Mas obrigado pelo convite. — Sem problema — disse com um sorriso suave, e voltou com uma garrafa de água nas mãos. — Meu irmão falou de você antes de ir embora. Disse que podia confiar de boa, que você era um bom vizinho… responsável. — Ah, é? Que estranho ele dizer isso. Ele sempre vem me pedir coisas como se eu trabalhasse pra ele. Pra ele — falei com uma risadinha. — Kkkk, é, parece o Marcos — respondeu, soltando uma gargalhada leve, uma risada que escapou mais natural do que forçada. A gente sentou no sofá. O clima tava relaxado, mas alguma coisa no jeito que ela cruzou as pernas, na forma como se inclinou pra pegar o controle da TV, começou a despertar aquela tensão inevitável. O corpo dela falava. E eu tava ouvindo. — Já ouviu falar da Lightmoon no TikTok? — Hã? Não… por quê? — Sou eu — disse com um olhar safado, enquanto abria o app na TV e projetava o perfil dela. A tela mostrou na hora a conta. O avatar, os olhos maquiados, o sorriso com filtro. Milhares de likes. E lá estavam os vídeos: danças, transições com troca de roupa, takes em câmera lenta que destacavam o corpo dela. Rebolado. Lábios roçando um canudo. Roupa esportiva apertada. Vestidos curtos. Cosplays. Tudo tão bem produzido que não tinha como não olhar. — Esse é o último — falou com um tom suave, como se não soubesse o efeito que tava causando em mim. — Gravei ontem. Ela deu play. Lá estava ela, com uma saia curta e uma blusa que mal cobria. Girando na frente do espelho. Mordendo o lábio. Dançando no ritmo de uma música lenta e sedutora. O vídeo terminava com um olhar dela direto pra câmera. Quase como se tivesse falando com você. Engoli seco e, sem pensar, soltei: — Você tá uma gostosa. Ela virou pra me olhar, surpresa com a minha sinceridade. As bochechas ficaram vermelhas e ela desviou o olhar com uma risadinha nervosa. — Ah… obrigada — murmurou. E mordeu o lábio, mas dessa vez fora do vídeo.
Fez-se um silêncio carregado. Aquele tipo de silêncio que não é desconfortável, mas denso, cheio de eletricidade no ar. — Posso usar o banheiro? — perguntei, pra cortar um pouco a tensão. — Claro, fica no corredor, à direita — ela disse, ainda com um meio sorriso no rosto. Fui ao banheiro, fechei a porta, fiz o que tinha que fazer e, ao sair, enquanto ajustava a camiseta, virei na direção errada sem querer. Ao tentar corrigir, o cotovelo bateu em algo… um painel de madeira mal fechado de lado. Pum. Uma porta de armário se escancarou e de lá caiu uma coisa. Peguei no instinto antes que tocasse o chão. Era uma fantasia de cosplay, mas não era qualquer uma. Uma daquelas que mal cobrem, de tecido brilhante e decote atrevido, com rendas e fitinhas, meia arrastão e orelhinhas. Tava na cara que não era só pra TikTok. Fiquei olhando pra ela por um segundo. Depois virei pra onde estava Diana, que vinha saindo do quarto ao ouvir o barulho. A gente se encarou. Ela viu a fantasia nas minhas mãos, e o rosto dela congelou. Olhos arregalados. A cara vermelha como se eu tivesse acabado de descobrir um segredo dela. — Desculpa, não foi minha intenção… — comecei a dizer, mas não terminei. Ela baixou o olhar, apertou os lábios… e aí, com a voz baixa, quase inaudível, disse: — Também tenho OnlyFans. Fez-se um silêncio pesado. Ela não me olhava. Ficava brincando com os dedos. Esperava, talvez, que eu a julgasse. Mas não julguei. Meus olhos foram da fantasia… pra ela. E de volta pra fantasia. E naquele instante, a tensão que nos rodeava desde o começo virou outra coisa. Algo palpável. — Bom… que bons negócios você tem — falei com um sorriso de canto, ainda com a fantasia nas mãos. Ela me olhou com surpresa. As sobrancelhas dela se ergueram, e por um momento pareceu prender a respiração. Não sabia se ria, se se defendia ou se saía correndo. — Você realmente não… não pensa mal de mim? — perguntou baixinho, com aquela mistura de ternura e vulnerabilidade que poucas vezes alguém deixa transparecer de verdade. Balancei a cabeça que não e Dei um passo em sua direção, me aproximando devagar. —Não. De jeito nenhum. Cada um se vira como pode, e se você tem o que é preciso… por que não? Você não tá machucando ninguém. Ela baixou o olhar, como se minhas palavras tivessem sido um alívio inesperado. Sorriu de leve, e naquele instante eu soube que tinha algo a mais. Não era só o segredo revelado. Era o jeito que ela me olhava. Como se, de repente, não existissem mais filtros, nem máscaras. Só duas pessoas e uma tensão que já não dava mais pra esconder. Estendi o braço pra devolver o traje. Ela pegou… mas não se afastou. Em vez disso, levantou o olhar… e se jogou em mim. Me beijou de repente, sem aviso, com uma intensidade que me deixou sem ar. Os lábios dela eram quentes, macios, mas com fome. Um beijo que não pedia carinho, mas desejo. Puro desejo. Respondi na hora. Segurei ela pela cintura e puxei pra perto, nossas bocas se explorando sem pressa, mas com firmeza. O corpo dela encaixava perfeitamente no meu. Sentia o calor da pele dela através daquela roupa fina. O roçar do peito dela contra o meu. Minhas mãos deslizaram pelas costas dela, descendo devagar, sem pressa. O beijo ficou mais profundo, mais molhado, mais desesperado. Quase sem perceber, entre beijos, roçadas e respiração ofegante, começamos a caminhar até o quarto dela. Esbarramos em algumas coisas no corredor, sem nunca perder o contato. Como se o resto do mundo tivesse simplesmente sumido.
Entramos no quarto dela. As luzes estavam baixas. Só uma fita de LED azul iluminava sutilmente o ambiente. Na cama, alguns travesseiros com formato de personagens de anime. Tudo cheirava a perfume doce, a corpo quente, a algo que já não dava mais pra parar. — Tem certeza? — perguntei, com a voz meio rouca de tesão. Ela me encarou, com a respiração ofegante e as bochechas vermelhas. — Sim… total certeza — respondeu, sem hesitar, mordendo o lábio inferior enquanto a mão dela deslizava pelo meu peito por cima da camiseta. Aquele foi o ponto sem volta. Me aproximei de novo, beijei ela com mais vontade, minhas mãos viajaram pela cintura dela, subindo por baixo do macacão, sentindo a pele lisa e quente. Ela arqueou levemente as costas ao sentir meus dedos percorrerem o lado do corpo, se colando mais em mim, como se o corpo dela soubesse exatamente onde queria estar. Depois de alguns segundos, ela se afastou devagar dos meus lábios, nossas respirações ofegantes preenchiam o silêncio do quarto. Me olhou com uma mistura de fogo e nervosismo, e sem dizer uma palavra, levou as mãos até a lateral do macacão branco. Com um movimento suave, puxou pra baixo, primeiro os ombros, depois o tronco. O tecido desceu devagar, revelando aos poucos o tom quente da pele dela. Meus olhos não se desgrudavam dela. O macacão caiu como uma cascata branca no chão, deixando a silhueta dela à mostra… só coberta por um biquíni roxo que destacava o corpo dela de um jeito perfeito.
O decote em “V” profundo, o corte alto nos quadris, o ajuste na cintura… tudo naquele maiô parecia feito pra provocar. Os peitos dela se marcavam sutilmente pelo tecido molhado da pele ainda quente. A barriga lisa respirava pesado, e as pernas, levemente abertas, estavam firmes, macias, desejáveis. Ela se meteu na cama sem pressa, como se soubesse que cada segundo dela era uma provocação silenciosa. Se recostou nos lençóis brancos, apoiando a cabeça no travesseiro, e me olhou. Aquele olhar… Despreocupado, seguro, mas também vulnerável. Como se estivesse me convidando pra ver uma parte dela que não mostrava fácil. Meus olhos deslizaram por cada centímetro do corpo dela. Aquela imagem ficou gravada na minha mente como se fosse uma foto: Diana Acevedo, com aquele biquíni roxo que mal cobria o necessário, deitada de lado, uma perna cruzada sutilmente sobre a outra, e o olhar fixo em mim. — Você vai ficar aí parado… ou vai vir? — ela disse, com a voz rouca, quase um sussurro que me sacudiu por dentro. Sorri sem dizer nada. Me aproximei, devagar, me deixando levar pelo instinto, pelo desejo que já era impossível disfarçar. Tirei a camiseta e sentei na beira da cama, bem do lado dela. Minha mão percorreu a coxa dela suavemente, sentindo a maciez da pele, a tensão contida nos músculos, o tremor mínimo que só se nota quando você tá tão perto que sente o calor do corpo do outro. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo aquele primeiro contato real. Meus dedos subiram pela perna dela, roçando a borda do biquíni. A respiração dela acelerou um pouco. Ela lambeu os lábios. Me inclinei e beijei ela de novo, dessa vez mais devagar, saboreando cada segundo. Minhas mãos pousaram na cintura dela, sentindo ela se mexer com meus carinhos, como se o corpo dela buscasse desesperadamente mais. A pele dela ardia. Não só de calor, mas de tesão. As coxas dela se tensionavam levemente com minhas carícias. A ponta dos meus dedos percorreu a cintura, subiu pela barriga dela e roçou de leve a borda inferior do top roxo, enquanto nossas bocas continuavam se encontrando, se beijando devagar, molhado, com uma fome contida. De repente, entre suspiros, Diana abriu os olhos e sussurrou pra mim com um sorriso safado:
—É a sua primeira vez com uma streamer? Soltei uma risadinha, preso entre o pescoço dela e a clavícula, onde tava deixando uns beijinhos. —A primeira vez com uma gostosa igual você, sim —falei, sem filtro, olhando nos olhos dela enquanto minhas mãos não paravam de acariciar. Ela riu, aquele riso doce e safado que desarma qualquer um. Mordeu meu lábio inferior de leve enquanto se empurrava pra grudar mais em mim, como se o corpo dela quisesse marcar cada segundo do que tava rolando. Minha mão direita desceu pela barriga dela, devagar, até chegar na beirada da calcinha do biquíni. Parei ali, roçando com os dedos, sem apertar. Olhei pra ela, com uma mistura de tesão e respeito. Não era brincadeira. Tava prestes a cruzar o limite. —Posso? —perguntei baixinho, acariciando o tecido fino com a ponta do polegar. Ela assentiu. Devagar, fundo. As bochechas dela tavam vermelhas, as pupilas dilatadas. Não precisou falar mais nada. Deslizei a calcinha pra baixo com cuidado, como se fosse frágil, como se o momento merecesse toda a delicadeza do mundo. Fui descendo pelos quadris dela, pelas coxas, até ficar livre. Ela ajudou levantando as pernas, deixando o tecido sair completamente do caminho. A imagem na minha frente era simplesmente perfeita. Diana, deitada de costas, com o top roxo ainda vestido, os peitos dela balançando de leve a cada respiração ofegante, e o corpo todo entregue pra mim. O jeito que ela me olhava dizia tudo. Não tinha nervosismo, não tinha dúvida. Só tesão. Me inclinei pra ela, dei um beijo suave no umbigo dela (que parecia uma caverna do prazer), e comecei a descer devagar até a entrada da buceta dela.
Me afaste só alguns centímetros. Minha respiração tava pesada. Olhei nos olhos dela enquanto minha mão descia discreta pra puxar meu pau, já durasso, pulsando de tanto tesão guardado. —Vou meter —sussurrei, minha voz rouca, mais pelo que eu tava sentindo do que pelo que eu tava falando. Ela me olhou com aquela mistura de carinho, desejo e decisão que não deixa dúvida nenhuma. Ela assentiu firme, mordendo o lábio, e aí baixou as mãos pra me pegar. Os dedos dela envolveram ele com força, com segurança, e guiaram pra entrada dela. A ponta roçou a pele quente e molhada dela. As pernas dela se abriram mais um pouco. Ela levantou a pelvis devagar, como se o corpo dela já soubesse exatamente o que queria. E ali, bem na beirinha, naquele instante onde tudo para por um segundo, senti ela tremer de leve. O silêncio se encheu da respiração ofegante dela. —Sim… mete —ela falou num sussurro quase inaudível, mas tão carregado de tesão que me incendiou de vez. Me empurrei devagar, sentindo o corpo dela me receber, quente, apertado, perfeito. Entrei nela com calma, sentindo como o corpo dela se abria pra me receber, quente, molhado, tão justinho que me fez prender a respiração. Diana se agarrou com força nos meus antebraços, as unhas dela arranhando de leve minha pele enquanto as pernas dela se enroscavam devagar na minha cintura, tentando me manter dentro, colado nela. O olhar dela virou pra mim, fixo, profundo, com um tremor leve nos lábios. —Assim… —ela sussurrou, quase sem ar, com os olhos brilhando e as bochechas vermelhas—. Exatamente assim… Comecei a me mover num vai e vem lento, aproveitando cada centímetro, cada sensação. As paredes dela me apertavam a cada entrada, como se me abraçassem por dentro. Ela mordia o lábio, com gemidinhos que não conseguia controlar, sons que escapavam em cada respiração, suaves, quentes, tão reais que me faziam tremer. Minhas mãos exploravam o corpo dela, passando pelos quadris, subindo pela barriga, sentindo a Contração dos músculos dela no ritmo das estocadas. Meus lábios desceram até o pescoço dela, onde deixei um beijo molhado, demorado, bem naquele ponto sensível onde a pele se arrepiou com o contato. Ela começou a se mover comigo, levantando o quadril cada vez que eu empurrava, marcando o ritmo com as mãos nas minhas costas, com as unhas apertando de leve. O corpo dela se alinhava ao meu com uma precisão instintiva, como se fôssemos feitos pra encaixar. Acelerei um pouco o ritmo. A respiração dela ficou mais ofegante. Soltou um gemido mais alto que os anteriores, sem vergonha, com o rosto totalmente entregue ao prazer. — Deus… — sussurrou entre ofegos, arqueando as costas —. É tão… gostoso…
Baixei o olhar e observei como nossos corpos se uniam, molhados, brilhando de suor, fundidos naquele vai e vem cada vez mais intenso. O som das nossas peles se encontrando enchia o quarto. O perfume do corpo dela, misturado com o calor do ambiente, era embriagante. Me inclinei de novo pra beijá-la, mas dessa vez com mais urgência. Nossos lábios se chocaram, molhados, com línguas se explorando, sem suavidade, com fome. Beijei ela enquanto continuava empurrando dentro dela, sentindo como cada gemido se misturava com minha respiração. Diana levou uma das mãos até o próprio corpo e começou a se tocar suavemente enquanto eu entrava e saía dela, ao mesmo tempo que as coxas dela se fechavam levemente na minha cintura, como se quisesse me prender dentro, não me deixar sair. — Não para — ela disse com os olhos semicerrados, a voz entrecortada —. Não para por nada… E eu não parei. Continuei metendo nela com mais força, marcando o ritmo com meu corpo, sentindo como os quadris dela respondiam, batendo contra os meus. A pele suada dela deslizando contra a minha, o pescoço exposto cada vez que ela arqueava as costas, os peitos dela pulando mal cobertos pelo top justo. Era um espetáculo… e uma loucura de sensações. Agarrei os quadris dela e comecei a aprofundar mais, acelerando o ritmo, sentindo como ela me apertava por dentro, molhada, ardente, perfeita. Ela soltava gemidos cada vez mais descontrolados, se deixando levar por completo. Mas de repente, sem aviso, Diana empurrou meu peito com firmeza e me fez girar. Com um movimento ágil, fiquei debaixo dela. Ela se acomodou em cima de mim, me montando com uma segurança deliciosa. As pernas dela ficaram de cada lado dos meus quadris, as mãos apoiadas no meu abdômen pra manter o equilíbrio. Ela me olhou de cima, com o cabelo solto caindo pelos ombros, o rosto vermelho, os lábios inchados e molhados, e um sorriso safado no rosto. — Agora… deixa comigo — ela disse baixinho, e começou a se mover. A sensação foi brutal. O quadril dela subiu devagar, sentindo meu pau deslizar dentro dela, e depois desceu com força, me encaixando até o fundo. Soltamos um gemido ao mesmo tempo. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo o domínio, e voltou a se mexer… mais rápido dessa vez. Eu estava completamente imóvel, entregue, vendo ela se mover em cima de mim como se já tivesse feito isso mil vezes. O quadril dela fazia círculos, balançava firme, exato, me fazendo sentir ela de todos os ângulos. O corpo dela brilhava de suor. O top roxo começava a grudar na pele úmida, marcando ainda mais o formato dos peitos dela que subiam e desciam a cada investida. O jeito que as coxas dela apertavam meu quadril, a barriga firme, a expressão de prazer… tudo nela era hipnótico. Apoiei nos cotovelos pra me levantar um pouco e levei as mãos até a cintura dela, ajudando a marcar o ritmo, a controlar. — Porra… — murmurei sem conseguir me segurar, ofegante —. Você tá… incrível. Ela abriu os olhos e me olhou de cima, com aquela mistura de luxúria e carinho que desarmava qualquer defesa. Se inclinou pra mim, os peitos dela quase roçando meu torso, e me beijou com intensidade enquanto não parava de se mexer. A língua dela brincava com a minha ao mesmo tempo que o quadril dela continuava se encaixando com precisão selvagem. De vez em quando ela mordia o lábio, ria entre os gemidos, baixava o olhar pra ver como meu pau sumia dentro dela uma e outra vez. Parecia que ela tava curtindo tanto quanto eu. Ou mais. — Você gosta quando eu faço assim, né? — sussurrou no meu ouvido, descendo uma mão até o próprio corpo, se acariciando sem vergonha bem em cima de onde a gente tava ligado.
Eu só consegui concordar com a cabeça, quase sem voz, sentindo o fogo me queimar por dentro. Ela se endireitou de novo e começou a quicar mais rápido, com o cabelo solto balançando, os gemidos enchendo o quarto, os sons molhados dos nossos corpos se chocando acompanhando o ritmo cada vez mais intenso. Eu tentava segurar, mas cada movimento dela me levava ao limite. Não do clímax… ainda não… mas da loucura. Sentia como ela me apertava por dentro, como o corpo dela se contraía e relaxava, como cada gemido dela era gasolina pro meu desejo. —Não goza ainda… —disse com um sorriso malicioso, parando um pouco e girando o quadril em círculos lentos, fazendo meu corpo tremer debaixo do dela. —Não vou… mas se continuar assim… —falei, apertando os quadris dela com força. —Então… —murmurou, se inclinando de novo pra roçar meu ouvido com a respiração—. Vou te fazer sofrer um pouco mais… E voltou a se mover. Mais devagar. Mais fundo. Ela subia de um jeito excitante, assim como descia de uma vez, era uma verdadeira deusa do sexo. Começou a se mover em círculos, o interior dela apertava mais a cada movimento que fazia, eu a abracei de forma selvagem contra mim, enquanto começava a meter também. —Porra, Diana… Você tá tão apertada que vou gozar —falei enquanto metia mais rápido. —Não, espera… Faz fora… —a voz dela cortou… Já era tarde demais, gozei dentro de Diana, a jatos, e pelo visto não fui só eu, ela também… Ficamos os dois abraçados na cama, esperando a respiração voltar ao normal. Olhei pra ela. O rosto dela brilhava de suor, a expressão era de calma total… até que eu me atrevi a quebrar o silêncio com a voz baixa, quase culpada: —Diana… gozei dentro de você. Ela entreabriu os olhos, com uma expressão que passou de leve surpresa pra um sorriso tranquilo. Se aproximou um pouco mais e me beijou o pescoço com suavidade antes de responder:
—Tranquilo… tô com o implante. Já faz dois anos. Não vai dar nada, juro. O jeito que ela falou, com aquele tom entre seguro e cúmplice, me fez soltar o ar que, sem perceber, eu tava segurando. Mesmo assim, não consegui evitar dar uma risadinha, meio que por reflexo. —Ainda bem… porque, porra, nem pensei… nem por um segundo. Ela riu também, com aquele riso doce que já tava começando a me pegar mais do que devia. Me deu um tapinha leve no peito com a mão aberta. —Eu também não. Não imaginei que isso ia rolar quando cheguei hoje à tarde… e olha a gente. Ficamos ali, nos olhando em silêncio, com os corpos colados, a pele ainda quente, enquanto o ventilador girava devagar sobre nossas cabeças e a noite começava a morrer lá fora. —Você vai ficar? —ela perguntou de repente, com a voz suave, enquanto passava um dedo no meu abdômen em círculos lentos. Virei pra olhar a janela. Tava completamente escuro ainda. Sentia o tempo parado… até que olhei pro meu celular no chão, junto com minha roupa espalhada. Passei o dedo na tela. —São 4h17 da manhã… —Sério? —ela disse, rindo, se cobrindo com o lençol até o peito enquanto se sentava um pouco na cama—. Parece que passou só uma hora… Sentei também, esfregando o rosto com as mãos, como se tentasse voltar à realidade. Olhei pra ela enquanto me abaixava pra pegar minha cueca no chão. —Talvez… outra hora eu fique. Até porque seu irmão ainda não voltou —falei com um sorriso torto, começando a me vestir. Diana me observou em silêncio enquanto eu vestia a camiseta, ainda coberta com o lençol, as pernas dobradas debaixo dela, o cabelo bagunçado caindo num dos ombros. Era uma imagem que ficou gravada em mim: a pele dela ainda rosada pelo calor, os olhos brilhando sob a luz azul, e aquele sorriso pela metade, como se não quisesse que eu fosse embora. —Bom… —ela disse por fim, enquanto eu caminhava até a porta—. Então te vejo amanhã… ou depois? Me aproximei e dei um último beijo nela. Os lábios dela estavam mornos, macios, como um adeus perfeito. —A gente vê, Lightmoon —falei brincando, fazendo ela rir de novo—. Não me provoca. Virei e saí do quarto, andando pelo corredor com as luzes apagadas, ainda em silêncio total na rua inteira. Já na sala, ajeitei a camiseta e peguei minhas chaves, enquanto uma parte de mim ainda tremia por dentro, como se meu corpo não conseguisse processar o que tinha rolado. Antes de sair, virei a cabeça. Diana ainda estava lá, na entrada do quarto, só coberta pelo lençol, me olhando em silêncio. Mandou um beijo com a mão, aquele gesto safado e meio infantil que não combinava com a intensidade do que a gente tinha acabado de viver… e mesmo assim, deixava ela ainda mais real.
Abri a porta com cuidado e saí. O ar da madrugada bateu no meu rosto. Tudo estava em paz. O silêncio do bairro, o céu ainda sem luz, as ruas vazias… mas dentro de mim, o barulho continuava: o eco dos gemidos dela, o calor da pele, o cheiro, os movimentos… Caminhei até minha casa com passos lentos, como se resistisse a deixar aquele momento acabar de vez. Meu corpo ainda carregava o cansaço gostoso da entrega, e minha mente revivia cada segundo, cada olhar, cada sensação. E no fundo, eu sabia que aquela noite não ia se repetir fácil. Ou talvez sim… Talvez o melhor estivesse só começando.
Ela me olhou bem nos olhos, com um sorrisinho maroto, como se já soubesse por que eu estava ali antes mesmo de eu falar. — Sim? — perguntou com a voz calma, meio rouca, quase brincando. Engoli seco disfarçadamente. — Desculpa incomodar… é que a música tá bem alta no meu quarto. Tava com dificuldade pra dormir, só vim ver se você podia abaixar um pouco — falei, mantendo a compostura. Ela sorriu mais. Baixou o olhar e levantou de novo, como se me analisasse. — Nossa, não sabia que tava tão alta assim… desculpa, vizinho. Não queria te atrapalhar. Já abaixei, sem problema. — Valeu, sério. Era só isso. — Não quer entrar um pouquinho? Já que você tá aqui… Preciso da opinião de alguém pra um vídeo que tô fazendo — disse ela, com aquele tom suave, mas com algo por trás. Não era uma simples cortesia. Era um convite… diferente. Fiquei parado meio segundo, avaliando. E por que não? pensei. Concordei de leve. — Beleza, mas só um instante. — Perfeito — disse ela, abrindo mais a porta e se afastando. Entrei, e mal cruzei a porta, senti o perfume suave que flutuava no ar, quente, feminino. Algo naquela casa cheirava a desejo sem ter começado nada ainda. E ela… se movia com uma naturalidade tão provocante, que eu já sabia que aquela noite não ia dormir cedo. Ela fechou a porta atrás de mim com cuidado. A casa cheirava a baunilha, limpa, com um toque feminino que não deixava dúvidas de que o espaço já tinha outra energia desde que ela chegou. — A propósito, sou Diana. Diana Acevedo — disse ela, enquanto caminhava até a cozinha americana. — Quer alguma coisa pra beber? — Acabei de jantar, valeu — respondi, ajustando a camiseta. — Mas obrigado pelo convite. — Sem problema — disse com um sorriso suave, e voltou com uma garrafa de água nas mãos. — Meu irmão falou de você antes de ir embora. Disse que podia confiar de boa, que você era um bom vizinho… responsável. — Ah, é? Que estranho ele dizer isso. Ele sempre vem me pedir coisas como se eu trabalhasse pra ele. Pra ele — falei com uma risadinha. — Kkkk, é, parece o Marcos — respondeu, soltando uma gargalhada leve, uma risada que escapou mais natural do que forçada. A gente sentou no sofá. O clima tava relaxado, mas alguma coisa no jeito que ela cruzou as pernas, na forma como se inclinou pra pegar o controle da TV, começou a despertar aquela tensão inevitável. O corpo dela falava. E eu tava ouvindo. — Já ouviu falar da Lightmoon no TikTok? — Hã? Não… por quê? — Sou eu — disse com um olhar safado, enquanto abria o app na TV e projetava o perfil dela. A tela mostrou na hora a conta. O avatar, os olhos maquiados, o sorriso com filtro. Milhares de likes. E lá estavam os vídeos: danças, transições com troca de roupa, takes em câmera lenta que destacavam o corpo dela. Rebolado. Lábios roçando um canudo. Roupa esportiva apertada. Vestidos curtos. Cosplays. Tudo tão bem produzido que não tinha como não olhar. — Esse é o último — falou com um tom suave, como se não soubesse o efeito que tava causando em mim. — Gravei ontem. Ela deu play. Lá estava ela, com uma saia curta e uma blusa que mal cobria. Girando na frente do espelho. Mordendo o lábio. Dançando no ritmo de uma música lenta e sedutora. O vídeo terminava com um olhar dela direto pra câmera. Quase como se tivesse falando com você. Engoli seco e, sem pensar, soltei: — Você tá uma gostosa. Ela virou pra me olhar, surpresa com a minha sinceridade. As bochechas ficaram vermelhas e ela desviou o olhar com uma risadinha nervosa. — Ah… obrigada — murmurou. E mordeu o lábio, mas dessa vez fora do vídeo.
Fez-se um silêncio carregado. Aquele tipo de silêncio que não é desconfortável, mas denso, cheio de eletricidade no ar. — Posso usar o banheiro? — perguntei, pra cortar um pouco a tensão. — Claro, fica no corredor, à direita — ela disse, ainda com um meio sorriso no rosto. Fui ao banheiro, fechei a porta, fiz o que tinha que fazer e, ao sair, enquanto ajustava a camiseta, virei na direção errada sem querer. Ao tentar corrigir, o cotovelo bateu em algo… um painel de madeira mal fechado de lado. Pum. Uma porta de armário se escancarou e de lá caiu uma coisa. Peguei no instinto antes que tocasse o chão. Era uma fantasia de cosplay, mas não era qualquer uma. Uma daquelas que mal cobrem, de tecido brilhante e decote atrevido, com rendas e fitinhas, meia arrastão e orelhinhas. Tava na cara que não era só pra TikTok. Fiquei olhando pra ela por um segundo. Depois virei pra onde estava Diana, que vinha saindo do quarto ao ouvir o barulho. A gente se encarou. Ela viu a fantasia nas minhas mãos, e o rosto dela congelou. Olhos arregalados. A cara vermelha como se eu tivesse acabado de descobrir um segredo dela. — Desculpa, não foi minha intenção… — comecei a dizer, mas não terminei. Ela baixou o olhar, apertou os lábios… e aí, com a voz baixa, quase inaudível, disse: — Também tenho OnlyFans. Fez-se um silêncio pesado. Ela não me olhava. Ficava brincando com os dedos. Esperava, talvez, que eu a julgasse. Mas não julguei. Meus olhos foram da fantasia… pra ela. E de volta pra fantasia. E naquele instante, a tensão que nos rodeava desde o começo virou outra coisa. Algo palpável. — Bom… que bons negócios você tem — falei com um sorriso de canto, ainda com a fantasia nas mãos. Ela me olhou com surpresa. As sobrancelhas dela se ergueram, e por um momento pareceu prender a respiração. Não sabia se ria, se se defendia ou se saía correndo. — Você realmente não… não pensa mal de mim? — perguntou baixinho, com aquela mistura de ternura e vulnerabilidade que poucas vezes alguém deixa transparecer de verdade. Balancei a cabeça que não e Dei um passo em sua direção, me aproximando devagar. —Não. De jeito nenhum. Cada um se vira como pode, e se você tem o que é preciso… por que não? Você não tá machucando ninguém. Ela baixou o olhar, como se minhas palavras tivessem sido um alívio inesperado. Sorriu de leve, e naquele instante eu soube que tinha algo a mais. Não era só o segredo revelado. Era o jeito que ela me olhava. Como se, de repente, não existissem mais filtros, nem máscaras. Só duas pessoas e uma tensão que já não dava mais pra esconder. Estendi o braço pra devolver o traje. Ela pegou… mas não se afastou. Em vez disso, levantou o olhar… e se jogou em mim. Me beijou de repente, sem aviso, com uma intensidade que me deixou sem ar. Os lábios dela eram quentes, macios, mas com fome. Um beijo que não pedia carinho, mas desejo. Puro desejo. Respondi na hora. Segurei ela pela cintura e puxei pra perto, nossas bocas se explorando sem pressa, mas com firmeza. O corpo dela encaixava perfeitamente no meu. Sentia o calor da pele dela através daquela roupa fina. O roçar do peito dela contra o meu. Minhas mãos deslizaram pelas costas dela, descendo devagar, sem pressa. O beijo ficou mais profundo, mais molhado, mais desesperado. Quase sem perceber, entre beijos, roçadas e respiração ofegante, começamos a caminhar até o quarto dela. Esbarramos em algumas coisas no corredor, sem nunca perder o contato. Como se o resto do mundo tivesse simplesmente sumido.
Entramos no quarto dela. As luzes estavam baixas. Só uma fita de LED azul iluminava sutilmente o ambiente. Na cama, alguns travesseiros com formato de personagens de anime. Tudo cheirava a perfume doce, a corpo quente, a algo que já não dava mais pra parar. — Tem certeza? — perguntei, com a voz meio rouca de tesão. Ela me encarou, com a respiração ofegante e as bochechas vermelhas. — Sim… total certeza — respondeu, sem hesitar, mordendo o lábio inferior enquanto a mão dela deslizava pelo meu peito por cima da camiseta. Aquele foi o ponto sem volta. Me aproximei de novo, beijei ela com mais vontade, minhas mãos viajaram pela cintura dela, subindo por baixo do macacão, sentindo a pele lisa e quente. Ela arqueou levemente as costas ao sentir meus dedos percorrerem o lado do corpo, se colando mais em mim, como se o corpo dela soubesse exatamente onde queria estar. Depois de alguns segundos, ela se afastou devagar dos meus lábios, nossas respirações ofegantes preenchiam o silêncio do quarto. Me olhou com uma mistura de fogo e nervosismo, e sem dizer uma palavra, levou as mãos até a lateral do macacão branco. Com um movimento suave, puxou pra baixo, primeiro os ombros, depois o tronco. O tecido desceu devagar, revelando aos poucos o tom quente da pele dela. Meus olhos não se desgrudavam dela. O macacão caiu como uma cascata branca no chão, deixando a silhueta dela à mostra… só coberta por um biquíni roxo que destacava o corpo dela de um jeito perfeito.
O decote em “V” profundo, o corte alto nos quadris, o ajuste na cintura… tudo naquele maiô parecia feito pra provocar. Os peitos dela se marcavam sutilmente pelo tecido molhado da pele ainda quente. A barriga lisa respirava pesado, e as pernas, levemente abertas, estavam firmes, macias, desejáveis. Ela se meteu na cama sem pressa, como se soubesse que cada segundo dela era uma provocação silenciosa. Se recostou nos lençóis brancos, apoiando a cabeça no travesseiro, e me olhou. Aquele olhar… Despreocupado, seguro, mas também vulnerável. Como se estivesse me convidando pra ver uma parte dela que não mostrava fácil. Meus olhos deslizaram por cada centímetro do corpo dela. Aquela imagem ficou gravada na minha mente como se fosse uma foto: Diana Acevedo, com aquele biquíni roxo que mal cobria o necessário, deitada de lado, uma perna cruzada sutilmente sobre a outra, e o olhar fixo em mim. — Você vai ficar aí parado… ou vai vir? — ela disse, com a voz rouca, quase um sussurro que me sacudiu por dentro. Sorri sem dizer nada. Me aproximei, devagar, me deixando levar pelo instinto, pelo desejo que já era impossível disfarçar. Tirei a camiseta e sentei na beira da cama, bem do lado dela. Minha mão percorreu a coxa dela suavemente, sentindo a maciez da pele, a tensão contida nos músculos, o tremor mínimo que só se nota quando você tá tão perto que sente o calor do corpo do outro. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo aquele primeiro contato real. Meus dedos subiram pela perna dela, roçando a borda do biquíni. A respiração dela acelerou um pouco. Ela lambeu os lábios. Me inclinei e beijei ela de novo, dessa vez mais devagar, saboreando cada segundo. Minhas mãos pousaram na cintura dela, sentindo ela se mexer com meus carinhos, como se o corpo dela buscasse desesperadamente mais. A pele dela ardia. Não só de calor, mas de tesão. As coxas dela se tensionavam levemente com minhas carícias. A ponta dos meus dedos percorreu a cintura, subiu pela barriga dela e roçou de leve a borda inferior do top roxo, enquanto nossas bocas continuavam se encontrando, se beijando devagar, molhado, com uma fome contida. De repente, entre suspiros, Diana abriu os olhos e sussurrou pra mim com um sorriso safado:
—É a sua primeira vez com uma streamer? Soltei uma risadinha, preso entre o pescoço dela e a clavícula, onde tava deixando uns beijinhos. —A primeira vez com uma gostosa igual você, sim —falei, sem filtro, olhando nos olhos dela enquanto minhas mãos não paravam de acariciar. Ela riu, aquele riso doce e safado que desarma qualquer um. Mordeu meu lábio inferior de leve enquanto se empurrava pra grudar mais em mim, como se o corpo dela quisesse marcar cada segundo do que tava rolando. Minha mão direita desceu pela barriga dela, devagar, até chegar na beirada da calcinha do biquíni. Parei ali, roçando com os dedos, sem apertar. Olhei pra ela, com uma mistura de tesão e respeito. Não era brincadeira. Tava prestes a cruzar o limite. —Posso? —perguntei baixinho, acariciando o tecido fino com a ponta do polegar. Ela assentiu. Devagar, fundo. As bochechas dela tavam vermelhas, as pupilas dilatadas. Não precisou falar mais nada. Deslizei a calcinha pra baixo com cuidado, como se fosse frágil, como se o momento merecesse toda a delicadeza do mundo. Fui descendo pelos quadris dela, pelas coxas, até ficar livre. Ela ajudou levantando as pernas, deixando o tecido sair completamente do caminho. A imagem na minha frente era simplesmente perfeita. Diana, deitada de costas, com o top roxo ainda vestido, os peitos dela balançando de leve a cada respiração ofegante, e o corpo todo entregue pra mim. O jeito que ela me olhava dizia tudo. Não tinha nervosismo, não tinha dúvida. Só tesão. Me inclinei pra ela, dei um beijo suave no umbigo dela (que parecia uma caverna do prazer), e comecei a descer devagar até a entrada da buceta dela.
Me afaste só alguns centímetros. Minha respiração tava pesada. Olhei nos olhos dela enquanto minha mão descia discreta pra puxar meu pau, já durasso, pulsando de tanto tesão guardado. —Vou meter —sussurrei, minha voz rouca, mais pelo que eu tava sentindo do que pelo que eu tava falando. Ela me olhou com aquela mistura de carinho, desejo e decisão que não deixa dúvida nenhuma. Ela assentiu firme, mordendo o lábio, e aí baixou as mãos pra me pegar. Os dedos dela envolveram ele com força, com segurança, e guiaram pra entrada dela. A ponta roçou a pele quente e molhada dela. As pernas dela se abriram mais um pouco. Ela levantou a pelvis devagar, como se o corpo dela já soubesse exatamente o que queria. E ali, bem na beirinha, naquele instante onde tudo para por um segundo, senti ela tremer de leve. O silêncio se encheu da respiração ofegante dela. —Sim… mete —ela falou num sussurro quase inaudível, mas tão carregado de tesão que me incendiou de vez. Me empurrei devagar, sentindo o corpo dela me receber, quente, apertado, perfeito. Entrei nela com calma, sentindo como o corpo dela se abria pra me receber, quente, molhado, tão justinho que me fez prender a respiração. Diana se agarrou com força nos meus antebraços, as unhas dela arranhando de leve minha pele enquanto as pernas dela se enroscavam devagar na minha cintura, tentando me manter dentro, colado nela. O olhar dela virou pra mim, fixo, profundo, com um tremor leve nos lábios. —Assim… —ela sussurrou, quase sem ar, com os olhos brilhando e as bochechas vermelhas—. Exatamente assim… Comecei a me mover num vai e vem lento, aproveitando cada centímetro, cada sensação. As paredes dela me apertavam a cada entrada, como se me abraçassem por dentro. Ela mordia o lábio, com gemidinhos que não conseguia controlar, sons que escapavam em cada respiração, suaves, quentes, tão reais que me faziam tremer. Minhas mãos exploravam o corpo dela, passando pelos quadris, subindo pela barriga, sentindo a Contração dos músculos dela no ritmo das estocadas. Meus lábios desceram até o pescoço dela, onde deixei um beijo molhado, demorado, bem naquele ponto sensível onde a pele se arrepiou com o contato. Ela começou a se mover comigo, levantando o quadril cada vez que eu empurrava, marcando o ritmo com as mãos nas minhas costas, com as unhas apertando de leve. O corpo dela se alinhava ao meu com uma precisão instintiva, como se fôssemos feitos pra encaixar. Acelerei um pouco o ritmo. A respiração dela ficou mais ofegante. Soltou um gemido mais alto que os anteriores, sem vergonha, com o rosto totalmente entregue ao prazer. — Deus… — sussurrou entre ofegos, arqueando as costas —. É tão… gostoso…
Baixei o olhar e observei como nossos corpos se uniam, molhados, brilhando de suor, fundidos naquele vai e vem cada vez mais intenso. O som das nossas peles se encontrando enchia o quarto. O perfume do corpo dela, misturado com o calor do ambiente, era embriagante. Me inclinei de novo pra beijá-la, mas dessa vez com mais urgência. Nossos lábios se chocaram, molhados, com línguas se explorando, sem suavidade, com fome. Beijei ela enquanto continuava empurrando dentro dela, sentindo como cada gemido se misturava com minha respiração. Diana levou uma das mãos até o próprio corpo e começou a se tocar suavemente enquanto eu entrava e saía dela, ao mesmo tempo que as coxas dela se fechavam levemente na minha cintura, como se quisesse me prender dentro, não me deixar sair. — Não para — ela disse com os olhos semicerrados, a voz entrecortada —. Não para por nada… E eu não parei. Continuei metendo nela com mais força, marcando o ritmo com meu corpo, sentindo como os quadris dela respondiam, batendo contra os meus. A pele suada dela deslizando contra a minha, o pescoço exposto cada vez que ela arqueava as costas, os peitos dela pulando mal cobertos pelo top justo. Era um espetáculo… e uma loucura de sensações. Agarrei os quadris dela e comecei a aprofundar mais, acelerando o ritmo, sentindo como ela me apertava por dentro, molhada, ardente, perfeita. Ela soltava gemidos cada vez mais descontrolados, se deixando levar por completo. Mas de repente, sem aviso, Diana empurrou meu peito com firmeza e me fez girar. Com um movimento ágil, fiquei debaixo dela. Ela se acomodou em cima de mim, me montando com uma segurança deliciosa. As pernas dela ficaram de cada lado dos meus quadris, as mãos apoiadas no meu abdômen pra manter o equilíbrio. Ela me olhou de cima, com o cabelo solto caindo pelos ombros, o rosto vermelho, os lábios inchados e molhados, e um sorriso safado no rosto. — Agora… deixa comigo — ela disse baixinho, e começou a se mover. A sensação foi brutal. O quadril dela subiu devagar, sentindo meu pau deslizar dentro dela, e depois desceu com força, me encaixando até o fundo. Soltamos um gemido ao mesmo tempo. Ela fechou os olhos por um instante, curtindo o domínio, e voltou a se mexer… mais rápido dessa vez. Eu estava completamente imóvel, entregue, vendo ela se mover em cima de mim como se já tivesse feito isso mil vezes. O quadril dela fazia círculos, balançava firme, exato, me fazendo sentir ela de todos os ângulos. O corpo dela brilhava de suor. O top roxo começava a grudar na pele úmida, marcando ainda mais o formato dos peitos dela que subiam e desciam a cada investida. O jeito que as coxas dela apertavam meu quadril, a barriga firme, a expressão de prazer… tudo nela era hipnótico. Apoiei nos cotovelos pra me levantar um pouco e levei as mãos até a cintura dela, ajudando a marcar o ritmo, a controlar. — Porra… — murmurei sem conseguir me segurar, ofegante —. Você tá… incrível. Ela abriu os olhos e me olhou de cima, com aquela mistura de luxúria e carinho que desarmava qualquer defesa. Se inclinou pra mim, os peitos dela quase roçando meu torso, e me beijou com intensidade enquanto não parava de se mexer. A língua dela brincava com a minha ao mesmo tempo que o quadril dela continuava se encaixando com precisão selvagem. De vez em quando ela mordia o lábio, ria entre os gemidos, baixava o olhar pra ver como meu pau sumia dentro dela uma e outra vez. Parecia que ela tava curtindo tanto quanto eu. Ou mais. — Você gosta quando eu faço assim, né? — sussurrou no meu ouvido, descendo uma mão até o próprio corpo, se acariciando sem vergonha bem em cima de onde a gente tava ligado.
Eu só consegui concordar com a cabeça, quase sem voz, sentindo o fogo me queimar por dentro. Ela se endireitou de novo e começou a quicar mais rápido, com o cabelo solto balançando, os gemidos enchendo o quarto, os sons molhados dos nossos corpos se chocando acompanhando o ritmo cada vez mais intenso. Eu tentava segurar, mas cada movimento dela me levava ao limite. Não do clímax… ainda não… mas da loucura. Sentia como ela me apertava por dentro, como o corpo dela se contraía e relaxava, como cada gemido dela era gasolina pro meu desejo. —Não goza ainda… —disse com um sorriso malicioso, parando um pouco e girando o quadril em círculos lentos, fazendo meu corpo tremer debaixo do dela. —Não vou… mas se continuar assim… —falei, apertando os quadris dela com força. —Então… —murmurou, se inclinando de novo pra roçar meu ouvido com a respiração—. Vou te fazer sofrer um pouco mais… E voltou a se mover. Mais devagar. Mais fundo. Ela subia de um jeito excitante, assim como descia de uma vez, era uma verdadeira deusa do sexo. Começou a se mover em círculos, o interior dela apertava mais a cada movimento que fazia, eu a abracei de forma selvagem contra mim, enquanto começava a meter também. —Porra, Diana… Você tá tão apertada que vou gozar —falei enquanto metia mais rápido. —Não, espera… Faz fora… —a voz dela cortou… Já era tarde demais, gozei dentro de Diana, a jatos, e pelo visto não fui só eu, ela também… Ficamos os dois abraçados na cama, esperando a respiração voltar ao normal. Olhei pra ela. O rosto dela brilhava de suor, a expressão era de calma total… até que eu me atrevi a quebrar o silêncio com a voz baixa, quase culpada: —Diana… gozei dentro de você. Ela entreabriu os olhos, com uma expressão que passou de leve surpresa pra um sorriso tranquilo. Se aproximou um pouco mais e me beijou o pescoço com suavidade antes de responder:
—Tranquilo… tô com o implante. Já faz dois anos. Não vai dar nada, juro. O jeito que ela falou, com aquele tom entre seguro e cúmplice, me fez soltar o ar que, sem perceber, eu tava segurando. Mesmo assim, não consegui evitar dar uma risadinha, meio que por reflexo. —Ainda bem… porque, porra, nem pensei… nem por um segundo. Ela riu também, com aquele riso doce que já tava começando a me pegar mais do que devia. Me deu um tapinha leve no peito com a mão aberta. —Eu também não. Não imaginei que isso ia rolar quando cheguei hoje à tarde… e olha a gente. Ficamos ali, nos olhando em silêncio, com os corpos colados, a pele ainda quente, enquanto o ventilador girava devagar sobre nossas cabeças e a noite começava a morrer lá fora. —Você vai ficar? —ela perguntou de repente, com a voz suave, enquanto passava um dedo no meu abdômen em círculos lentos. Virei pra olhar a janela. Tava completamente escuro ainda. Sentia o tempo parado… até que olhei pro meu celular no chão, junto com minha roupa espalhada. Passei o dedo na tela. —São 4h17 da manhã… —Sério? —ela disse, rindo, se cobrindo com o lençol até o peito enquanto se sentava um pouco na cama—. Parece que passou só uma hora… Sentei também, esfregando o rosto com as mãos, como se tentasse voltar à realidade. Olhei pra ela enquanto me abaixava pra pegar minha cueca no chão. —Talvez… outra hora eu fique. Até porque seu irmão ainda não voltou —falei com um sorriso torto, começando a me vestir. Diana me observou em silêncio enquanto eu vestia a camiseta, ainda coberta com o lençol, as pernas dobradas debaixo dela, o cabelo bagunçado caindo num dos ombros. Era uma imagem que ficou gravada em mim: a pele dela ainda rosada pelo calor, os olhos brilhando sob a luz azul, e aquele sorriso pela metade, como se não quisesse que eu fosse embora. —Bom… —ela disse por fim, enquanto eu caminhava até a porta—. Então te vejo amanhã… ou depois? Me aproximei e dei um último beijo nela. Os lábios dela estavam mornos, macios, como um adeus perfeito. —A gente vê, Lightmoon —falei brincando, fazendo ela rir de novo—. Não me provoca. Virei e saí do quarto, andando pelo corredor com as luzes apagadas, ainda em silêncio total na rua inteira. Já na sala, ajeitei a camiseta e peguei minhas chaves, enquanto uma parte de mim ainda tremia por dentro, como se meu corpo não conseguisse processar o que tinha rolado. Antes de sair, virei a cabeça. Diana ainda estava lá, na entrada do quarto, só coberta pelo lençol, me olhando em silêncio. Mandou um beijo com a mão, aquele gesto safado e meio infantil que não combinava com a intensidade do que a gente tinha acabado de viver… e mesmo assim, deixava ela ainda mais real.
Abri a porta com cuidado e saí. O ar da madrugada bateu no meu rosto. Tudo estava em paz. O silêncio do bairro, o céu ainda sem luz, as ruas vazias… mas dentro de mim, o barulho continuava: o eco dos gemidos dela, o calor da pele, o cheiro, os movimentos… Caminhei até minha casa com passos lentos, como se resistisse a deixar aquele momento acabar de vez. Meu corpo ainda carregava o cansaço gostoso da entrega, e minha mente revivia cada segundo, cada olhar, cada sensação. E no fundo, eu sabia que aquela noite não ia se repetir fácil. Ou talvez sim… Talvez o melhor estivesse só começando.
2 comentários - La Vecina || Lightmoon
Si está vez, no encontré manera de hacer nudes con ia