Colegiala pede minha pica

Isso aconteceu há vinte anos, quando minha vizinha, uma menina muito gostosa, começou a me seduzir — agora uma mulher de trinta e cinco. Um dia, encontro ela na rua perto de casa, eu a alcancei. Ela vinha com umas meias de renda brancas e uma saia escolar de pregas, que mostrava aquela bunda gostosa quando o vento levantava. Fiz sinal pra ela parar e me esperar. Quando finalmente a alcancei, falei que ela era muito bonita, que estava uma delícia naquelas meias, que queria ela montada no meu pau, que pena que eu era casado, senão faria dela minha namorada. Ela respondeu que sim, que beleza, que me queria desde que me pegava olhando pra ela de boca aberta toda vez que passava, porque desde que se entendia por gente sempre me viu como um homem atraente e sonhava em sentir minhas mãos no corpo dela. Aí, como já estava escurecendo, olhei pra todo lado e, como ninguém vinha, abracei ela. Ela não resistiu e beijei aquela boquinha linda — foram uns beijos bem gostosos. Enfiei a língua na boquinha dela, que cheirava a chiclete de menta, e chupei os lábios molhados, depois apertei a bunda dela, dura e bem empinada. Mas, por causa do lugar onde estávamos e por ser a primeira vez, o nervosismo e a vergonha me venceram. Tudo acabou ali. Me desgrudei da boquinha dela, e ela, sem dizer nada, seguiu na frente e foi embora. Eu fui atrás, como um cachorrinho atrás da carne, olhando pra aquela bunda. Ela se virou pra me ver antes de entrar em casa, piscou o olho e fechou a porta, sem parar de me olhar com um sorriso safado.

Mas os dias passaram, e ela começou a me procurar no meu trabalho. Na primeira vez, ela se aproximou, viu que não tinha ninguém por perto, me cumprimentou e perguntou se eu lembrava daquela vez. Eu disse que sim e pedi desculpas, que as coisas tinham saído do controle. Ela respondeu que queria repetir, porque eu beijava muito gostoso e que adorava quando eu apertava a bunda dela com minhas mãos grandes. Aí eu falei que adorava a bunda cu e tava com vontade de ter ele montado no meu pau e ela me disse que talvez a gente tivesse chance, que a mãe dela chegava tarde do trabalho e o pai dela tava viajando, perguntei se ela tinha certeza, e ela me disse que sim, pra gente se encontrar na esquina da casa dela depois da escola, eu ainda sem acreditar perguntei se era verdade e ela disse “te espero lá, espera uns minutos pra ninguém perceber e me encontra na esquina da nossa quadra pra os vizinhos não te verem entrando”.

Passaram as horas no meu trampo e eu não sabia como adiantar o tempo, só pensava em comer ela, e até imaginava como ia fazer ela mamar meu pau e ia empinar ela pra enfiar minha rola na buceta dela. Chegou a hora e saí do trabalho feito um raio, subi no meu carro e arranquei pra escola dela, estacionei lá, esperei ela sair e segui ela a pé até a casa dela, mantendo distância como ela pediu, não conseguia parar de olhar pra aquelas pernas e aquele rabão que finalmente ia comer igual um louco.

Ela entrou em casa, passaram uns 5 minutos e vi que o pessoal na rua tava bem entretido nas fofocas deles, me certifiquei, bati na porta, ela abriu e entrei, lá estava ela, com o corpo suado da caminhada, com as pernas gostosas e a boquinha dela só pra mim, beijei a boca dela com beijos apaixonados e ela me puxou pra um quartinho pequeno que tinha no fundo, nós dois bem nervosos, eu com medo de ser descoberto com ela e ela porque finalmente ia comer um pau. Começamos a nos beijar de novo, ela adorava, eu já com mais experiência comecei a acariciar os peitinhos gostosos dela, as nalgas dela eu abria com as duas mãos, a bucetinha dela eu dedilhava por cima da roupa, me surpreendia que ela não resistia a nada, tirei a blusa dela e finalmente conheci os biquinhos gostosos dela, comecei a lamber eles, lambi as auréolas com a ponta da língua e dei mordidinhas nos biquinhos dela, isso fez ela molhar a calcinha dela imaculadamente branca, como ela não oferecia resistência, tirei a calcinha dela, dava pra sentir a bellinhos e ela se deixava fazer, daí coloquei minha mão dentro da sua roupa íntima, roçando seus pelinhos até tocar toda a bucetinha dela. Apalpei e estava bem molhadinha, com a palma da mão esfreguei a bucetinha dela enquanto com meus dedos tocava as bundonas dela, passando a mão inteira pela bucetinha, percebendo que já estava escorrendo. Perguntei se era por minha causa que ela ficava assim, ela concordou com a cabeça, me abraçando pelo pescoço. Então tirei a pica e comecei a esfregar minha cabeça nos lábios vaginais dela, descendo e subindo e tocando o clitóris com minha cabeça molhada e brilhosa. Peguei a mão dela e fiz com que acariciasse minha pica, vi que ela gostava, apertava minha pica bem dura. Deixei a mão dela para que sentisse sozinha, e ela, bem louquinha, agarrou com a mãozinha e começou a esfregar com força na bucetinha gostosa dela. Ela ofegava, fechava os olhinhos e se acariciava de um jeito desesperado toda a bucetinha com minha pica. Ela disse para eu dar de mamar para ela, que adorava assim, toda venosa e suculenta, que sempre quis chupar minha pica, que gozava se dedando pensando em chupar minha pica. Coloquei então a pica na boquinha dela e ela começou a lamber meu pau. O que mais gostei e nunca esqueço é quando, depois de acariciar minha pica de ponta a ponta com a língua, ela foi até a base e procurou minhas bolas e começou a acariciá-las. Ela acariciava de um jeito bem gostoso com as mãos finas dela, eu já estava com as bolas bem duras de tão excitado. Levantei a blusinha e o sutiã dela e agarrei os peitinhos dela, que na época eram bem pequenininhos. Fiz isso com a boca enquanto minha mão direita a dedava bem gostoso, enfiava todo meu dedo médio até o fundo, sentia ela bem apertadinha, e enquanto isso ela não soltava minha pica e se esforçava ainda mais para chupar minhas bolas. Sabia que ela já era bem habilidosa para ser a primeira vez dela, essa adorava ter as bolas na boca, fazia uma cara de putinha enquanto chupava minhas bolas. Levantei ela, ela queria continuar. Chupando o pau, mas eu já queria meter nela, com medo de alguém chegar e eu não ter outra chance como aquela que tava aparecendo. Então coloquei ela de pé, com a bunda empinada na cama, as mãos apoiadas na parede, e eu atrás dela, puxei a calcinha fio dental dela até os joelhos e comecei a esfregar no canalzinho gostoso dela, uma e outra vez. Meu pau babado roçava toda a buceta dela, empinei mais e tentei penetrar, mas minha piroca não entrava fácil. Tentei umas duas vezes, mas era difícil por causa da bucetinha apertada que ela tinha. Então abaixei ela mais pra finalmente enfiar tudo. Senti um puta prazer ao ver meu pau duro abrindo caminho entre a vulva inchada dela, como um desesperado, eu furei a buceta dela com meu pinto enquanto ouvia os gemidos de puta dela. Tava fora de órbita, as pernas dela tremiam e ela se deitou de bruços, deixando a bunda bem empinada. Aí me ajeitei de cócoras e percebi que meu pau inteiro coube nela. Era foda ter a bunda dela enfiada no meu tronco, as nádegas quicando e esfregando gostoso a cada metida que eu dava. E quando senti que ia gozar, espirrei tudo nas nanguinhas dela, nas pernas, uns jorros chegaram até as costas tão sexy e nos ombros dela. Ofegamos até nos recuperar daquele exercício do caralho. Ela, sexy como sempre, arrumou a roupa e me deixou sair, não sem antes trocarmos uns beijos gostosos e prometer que ia rolar de novo e que não contaríamos pra ninguém. Hoje em dia já se passaram mais de 20 anos disso, eu continuo casado. Minha esposa nem desconfia, e naquele dia ela também se deu bem, porque eu meti uma pirocada gostosa nela, lembrando do que fiz à tarde com minha vizinha safada.Colegiala pede minha pica
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5 comentários - Colegiala pede minha pica

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Taz8136 +3
Uff vaya relato amigo, yo no llegue a tanto con la chica de secu que conocí en 2015 ella 14 y yo 36, le toque su culito y en otra ocasión me enseñó su peludita pucha y yo le enseñe mi verga, pero buenos recuerdos me llegaron con tu relato.
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hibrid1 +1
Pero esa de las fotos tiene como 35 😜😜😜
Sólo es ilustrativo campeón